Lilo & Stitch vai ganhar versão live-action com diretor de Podres de Ricos
O diretor Jon M. Chu, de “Podres de Ricos” e “Truque de Mestre: O 2º Ato”, abriu negociações com a Disney para dirigir a adaptação live-action da animação “Lilo & Stitch”, grande sucesso das bilheterias em 2002. “Lilo & Stitch” conta a história da amizade formada entre uma garota havaiana solitária chamada Lilo e um alienígena chamado Stitch, que foi criado para ser uma força de destruição. Foi o primeiro filme escrito e dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, que depois criaram “Como Treinar Seu Dragão” (2010), e rendeu duas sequências lançadas no mercado de vídeo, além de três séries animadas diferentes – para os EUA, o Japão e a China. A versão live-action tem um primeiro roteiro escrito por Mike Van Waes (de um vindouro terror do universo de “Invocação do Mal”), mas, segundo o site Deadline, a Disney pretende encomendar uma reescrita. Apesar do estúdio ainda não ter feito um anúncio oficial, a produção está a cargo de Dan Lin e Jonathan Eirich, da produtora Rideback. Não está claro se o lançamento será cinematográfico ou seguirá para o streaming na Disney+ (Disney Plus).
Big Mouth: 4ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 4ª temporada de “Big Mouth”, que chegará ao streaming em 4 de dezembro. A prévia também revela que os próximos episódios se passarão durante as férias de verão dos personagens, acompanhando-os num acampamento, onde serão introduzidos aos perigos de um novo monstro: o mosquito da ansiedade. Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A série é um grande sucesso da plataforma e já se encontra renovada até sua 6ª temporada.
Hagar, o Horrível vai virar série dos produtores de Cristal Encantado
A produtora The Jim Henson Company, empresa do falecido criador dos “Muppets” e “Cristal Encantado”, anunciou que vai transformar a famosa tira em quadrinhos de “Hagar, o Horrível” em uma série animada de “bonecos digitais”. A série, com adaptação a cargo do roteirista Eric Ziobrowski (de “Fresh off the Boat” e “Don’t Trust the B—- in Apartment 23”), pretende trazer às telas toda a família viking liderada pelo grande conquistador Hagar, que não consegue entender como a sociedade que ele conhecia está mudando ao seu redor. Criado por Dik Browne em 1973, o personagem já teve uma adaptação animada, realizada pelo estúdio Hanna-Barbera em 1989 como especial televisivo, mas sua exploração nas telas nunca passou disso, embora a Sony tenha tentado produzir um filme em 2014. “Hagar já deveria ter ganhado sua própria série e esta nova comédia familiar animada, ambientada no rico e hilário mundo dos vikings, continuará a tradição do que fazemos de melhor na The Jim Henson Company”, disse Lisa Henson, CEO e presidente da produtora. “Hagar é um personagem bem estabelecido e perene e o público imediatamente o conhece e o ama. Os quadrinhos de Dik Browne serão um playground encantador e irreverente para nosso estúdio de bonecos digitais”, completou. O comunicado explica que a empresa pretende usar tecnologia de seu estúdio de fantoches para ajudar aos animadores a dar vida aos personagens “em tempo real, permitindo uma performance mais orgânica e espontânea”, embora isso não explique exatamente como a combinação vai funcionar. Fundada por Jim Henson (intérprete original do sapo Kermit), a produtora é responsável pela série “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, que teve uma temporada na Netflix, e está desenvolvendo “Earth to Ned” para a Disney+ (Disney Plus) e “Fraggle Rock: Rock On!” para a Apple TV+. Hagar voltou recentemente a chamar atenção da mídia americana após uma tira emoldurada do personagem ter sido vista na mesa do presidente eleito Joe Biden, durante a videochamada em que ele escolheu Kamala Harris para ser sua vice-presidente.
Hair Love: Animação que venceu o Oscar ganha audiobook com a filha de Beyoncé
O diretor Matthew A. Cherry anunciou que seu curta-metragem animado vencedor do Oscar, “Hair Love”, ganhou uma versão em audiobook na segunda-feira (9/11) com narração de Blue Ivy Carter, a filha de Beyoncé e Jay-Z. O detalhe é que essa performance vocal qualifica Blue Ivy a disputar uma indicação ao Grammy, o prêmio máximo da indústria fonográfica e musical dos EUA, dando continuidade ao sucesso da dinastia Carter – sua mãe tem 24 Grammys e o pai 22. Com 8 anos de idade, Blue Ivy já ganhou um prêmio do canal BET e um NAACP Image Award por suas participações nos clipes e álbuns visuais de Beyoncé, incluindo o recente “Black Is King”. Além do novo audiobook, “Hair Love” também vai ganhar adaptação como série animada da HBO Max, que terá o nome de “Young Love”. And the audiobook is out now. You can buy it today. — Matthew A. Cherry (@MatthewACherry) November 9, 2020
Ken Spears (1938 – 2020)
O veterano roteirista-produtor Ken Spears, co-criador do adorado personagem “Scooby-Doo” com o também recentemente falecido Joe Ruby, morreu na sexta-feira (6/11) aos 82 anos, de complicações relacionadas à demência corporal de Lewy. “Ken será para sempre lembrado por sua inteligência, sua narrativa, sua lealdade à família e sua forte ética de trabalho”, diz seu filho, Kevin Spears. “Ele não deixou só uma impressão duradoura em sua família, mas tocou a vida de muitos como co-criador de ‘Scooby-Doo’. Ken tem sido um modelo para nós ao longo de sua vida e ele continuará a viver em nossos corações”. Nascido Charles Kenneth Spears em 12 de março de 1938, o artista cresceu em Los Angeles, Califórnia, onde se tornou amigo do filho do produtor de animação William Hanna. Spears foi posteriormente contratada na empresa de Hanna, a famosa Hanna-Barbera Productions em 1959 como editor de som. Enquanto trabalhava no departamento de edição, conheceu Joe Ruby, e os dois iniciaram uma parceria frutífera como autores de diversas histórias de desenhos clássicos. Juntos, eles escreveram episódios e criaram personagens para a Hanna-Barbera, Sid e Marty Krofft Television Productions e DePatie-Freleng Enterprises. Spears e Ruby criaram séries clássicas como “Scooby-Doo, Cadê Você!”, “Dinamite, o Bionicão”, “Capitão Caverna e as Panterinhas” e “Tutubarão” para a Hanna-Barbera, além de “Os Caretas”, “Os Cometas” e “Missão Quase Imprevisível” para a DePatie-Freleng. Além disso, Spears também foi consultor da adaptação animada de “Planeta dos Macacos”, que virou um desenho cultuado pelos fãs dos filmes em 1974. Os desenhos da dupla fizeram tanto sucesso que Fred Silverman, presidente de programação infantil da CBS, contratou-os no início dos anos 1970 para supervisionar a programação infantil das manhãs de sábado do canal, e quando Silverman se mudou para a ABC, levou-os juntos. Em 1977, Spears e Ruby criaram seu próprio estúdio, Ruby-Spears Productions, pelo qual produziram várias séries de animação, incluindo “Superman”, “Alvin e os Esquilos”, “Bicudo, o Lobisomem”, “Mister T”, “O Homem Elástico” e “Thundarr, o Bárbaro”, entre outros. Em 1981, a Ruby-Spears Productions foi comprada pela Taft Entertainment, a empresa-mãe da Hanna-Barbera, e dez anos depois o catálogo foi vendido, junto com a Hanna-Barbera, para a Turner Broadcasting, que atualmente integra a WarnerMedia. Spears morreu pouco mais de dois meses após seu grande parceiro Ruby, falecido em 26 de agosto passado.
Demon Slayer atinge US$ 200 milhões nos cinemas do Japão
Com os cinemas de Nova York e Los Angeles bloqueados desde março e a maior parte da Europa sofrendo uma segunda onda de fechamentos, os únicos países que registram reação do setor cinematográfico estão na Ásia – e a situação deve continuar assim por um bom tempo. As bilheterias do Japão, por exemplo, estão registrando recordes como se a pandemia nunca tivesse existido. Depois de se tornar a estreia mais bem-sucedida do cinema japonês, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, chega à sua quarta semana em 1º lugar, atingindo estimados US$ 200 milhões de arrecadação no país. Com base nas estimativas, o filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também entrou no Top 10 das maiores bilheterias mundiais de 2020 – incluindo lançamentos pré-covid. Apesar disso, ainda está US$ 100 milhões atrás de outra animação, “A Viagem de Chihiro”, filme de maior bilheteria de todos os tempos no Japão. O detalhe é que está atingindo seu faturamento de forma mais rápida que o clássico de 2001 dirigido por Hayao Miyazaki, que acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, que mataram quase toda sua família e contaminaram sua irmã para transformá-la numa criatura maligna. Veja o trailer abaixo.
História de Trolls 2 vai continuar em série animada
A plataforma de streaming Peacock anunciou a encomenda de uma série animada derivada da franquia “Trolls”. Batizada de “TrollsTopia”, a produção da DreamWorks Animation já ganhou seu primeiro trailer, que pode ser visto abaixo. O vídeo demonstra que a série vai manter as características musicais dos filmes, mas trocará o visual com texturas de computação gráfica por uma animação 2D mais tradicional. Na verdade, a produção já é a segunda série baseada nos personagens. A primeira, “Trolls: O Ritmo Continua”, foi lançada em 2018 na Netflix, após o filme original. E embora tenha trocado de plataforma, a nova trama manterá boa parte do elenco de dubladores daquela série, incluindo Skylar Astin como Tronco (personagem dublado por Justin Timberlake no cinema) e Amanda Leighton como Poppy (voz de Anna Kendrick na tela grande). “TrollsTopia” continuará acompanhando Poppy, Tronco (Branch) e cia. após os eventos do filme “Trolls 2”. Isto é, depois deles descobrirem que existem outros tipos de trolls musicais. Na trama, Popply vai tentar um experimento chamado “TrollsTopia”, no qual todas as tribos de trolls buscarão conviver juntas em harmonia. Lançado em abril em PVOD (locação digital premium) nos EUA, “Trolls 2” ainda é inédito no Brasil. A estreia está marcada para 3 de dezembro nos cinemas nacionais.
Sophie Turner vai virar princesa britânica em série animada
A atriz Sophie Turner entrou no elenco de “The Prince”, série em desenvolvimento para HBO Max, criada pelo produtor-escritor-dublador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy) Gary Janetti. A série é baseada nas crianças da família real britânica e centrada nas travessuras do príncipe George, de sete anos, primogênito do príncipe William e Kate Middleton, duquesa de Cambridge. O próprio Janetti dubla o príncipe do título, enquanto Turner fará a voz da sua irmã, a princesa Charlotte. O criador da série publicou uma prévia do desenho, já com a voz da estrela de “Game of Thrones”, em seu Instagram. “Conheça Charlotte – Sophie Turner”, escreveu Janetti na legenda do vídeo, com tema de Halloween. No clipe, George tenta coordenar as fantasias de Halloween de seus irmãos, apenas para perceber que eles escolheram suas próprias roupas para a ocasião – e nenhuma tem a ver com a dele. Veja abaixo. “The Prince” também conta com Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) como o príncipe Harry, Condola Rashad (“Billions”) como Meghan Markle, Lucy Punch (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Kate Middleton, Iwan Rheon (também de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Tom Hollander (“Bohemian Rhapsody”) como o príncipe Charles, Frances de la Tour (“Enola Holmes”) como a Rainha Elizabeth e Alan Cumming (“Instinct”) como o mordomo de George, Owen. Produção da 20th Television e do estúdio de animação Bento Box Entertainment, “The Prince” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Meet Charlotte – Sophie Turner @sophiet The Prince coming to @hbomax Uma publicação compartilhada por Gary Janetti (@garyjanetti) em 31 de Out, 2020 às 9:19 PDT
Gorillaz vai lançar longa-metragem animado
O cantor Damon Albarn, líder do Gorillaz, revelou que a banda animada vai ganhar um filme. A banda já lançou registros de shows, mas desta vez será uma obra de ficção, dirigida pelo criador dos personagens, Jamie Hewlett. A revelação foi feita durante uma entrevista ao site Radio.com. “Devemos fazer um filme enquanto trabalhamos na segunda temporada [de ‘Song Machine’, álbum lançado na semana passada]. Assinamos contratos, começamos roteiros e tudo mais”. Lançado em 23 de outubro, “Song Machine, Season One: Strange Timez” foi um disco dedicado a parcerias do Gorillaz com outros artistas, entre eles Elton John, St. Vincent, Beck, Schoolboy Q, Peter Hook (ex-New Order) e Robert Smith (da banda The Cure). Algumas dessas colaborações viraram clipes. O desafio para fazer o longa-metragem é contar uma história de 2 horas com começo, meio e fim. “Fazer um filme animado meio abstrato é um risco e tanto para um estúdio, porque eles são muito caros”, disse Albarn. “A gente não pode contar uma história confusa, que faça sentido em apenas em alguns momentos. Descobrimos que é bem difícil”, concluiu.
Animação Liga de Monstros e cinebiografia de Aretha Franklin são adiadas para o meio de 2021
Os proprietários e funcionários de salas de cinema estão aflitos com a nova leva de adiamentos em Hollywood. Os estúdios estão dando sinais de que a falta de lançamentos populares, capazes de trazer o público de volta, deve se estender para além das férias de fim de ano nos EUA, chegando possivelmente até o meio de 2021. MGM e Paramount anunciaram na noite de terça (27/10) os adiamentos de duas produções que deveriam chegar às telas em janeiro. A MGM atrasou “Respect”, cinebiografia de Aretha Franklin, de 15 de janeiro para 13 de agosto, enquanto a Paramount mudou a animação “A Liga de Monstros” (Rumble) de 19 de janeiro para 14 de maio. Ambos os filmes já tinham sofrido adiamentos em suas datas originais, devido à pandemia de coronavírus. Agora, foram jogados para ainda mais adiante. Além disso, a MGM tirou de sua agenda o lançamento de “Tomb Raider 2”, que tinha estreia prevista para março. Estas mudanças seguem-se à troca da data de “Caça-Fantasmas: Mais Além”, que saiu de março e foi para 11 de junho nos EUA, e a fuga de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que era a aposta do circuito para aquecer o mercado. Pela forma como o calendário está mudando, “007 – Sem Tempo para Morrer” ainda pode ser o primeiro grande lançamento pós-“Tenet”, mas em abril de 2021. A Warner, claro, ainda mantém “Mulher-Maravilha 1984” marcado para o Natal deste ano, mas dificilmente esta data será mantida após a entrevista de John Stankey, CEO da AT&T, empresa que comprou o estúdio, considerando que “Tenet” foi queimado por um lançamento precipitado.
Eden: Anime sci-fi da Netflix ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Eden”, minissérie animada coproduzida entre os EUA e o Japão. A trama do anime se passa num mundo habitado somente por robôs, porque os humanos foram extintos há muito tempo. A maioria dos robôs de Eden 3 sequer acredita que humanos existiram algum dia e os consideram um mito. Até que, num dia aparentemente comum, dois robôs agrícolas esbarram em uma câmara criogênica que contém uma garotinha humana. Em um mundo que não está pronto para se reintegrar com humanos, os dois decidem criar a jovem Sara em segredo. Com produção da Qubic Pictures, “Eden” foi criada pelo americano Justin Leach (“Star Wars: A Guerra dos Clones”) e tem direção de Yasuhiro Irie (“Fullmetal Alchemist: Brotherhood”). A estreia está marcada para maio de 2021.
Netflix revela cenas musicais de A Caminho da Lua
A Netflix divulgou algumas nove cenas musicais de “A Caminho da Lua” (Over the Moon), nova animação que está encantando público e crítica (com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes). Apesar do visual CGI moderno – o mais caprichado dentre as animações já feitas para o streaming – , o filme é uma animação à moda antiga, evocando uma fase em que toda produção do gênero precisava ser musical. Por isso, tem muitas canções. As faixas foram compostas por Christopher Curtis (“Chaplin”), Marjorie Duffield (“Betterthandead”) e Helen Park (“KPOP”), e podem ser ouvidas em português nas vozes de Cidália Castro (Chang’e), Thiago Machado (Gobi), Lara Suleiman (mãe), Leandro Luna (pai) e Michel Singer (Chin), conhecidos de diversos trabalhos nos palcos brasileiros. Já a música-tema do filme, “Vou Voar”, é cantada por Priscilla Alcântara, cantora gospel e ex-apresentadora do “Bom Dia & Companhia”. O filme em si gira em torno de Fei Fei, uma garota que desde a infância ouve histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. E o roteiro foi escrito por Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha. Wells conseguiu assistir uma primeira versão do filme, antes de falecer em outubro de 2018, aos 58 anos. A animação estreou na Netflix na sexta (23/10).
Demon Slayer: Animação faz US$ 100 milhões e bate recorde de bilheteria no Japão
Enquanto as bilheterias dos EUA experimentam uma crise sem precedentes, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, quebrou o recorde de arrecadação no Japão, superando os US$ 100 milhões em apenas 10 dias. A velocidade com que a marca foi atingida foi maior que a obtida pelo antigo recordista, que também foi uma animação, a clássica “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki, que levou 25 dias para atingir a marca em 2001. “A Viagem de Chihiro” acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. O novo filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também quebrou o recorde de melhor fim de semana de estreia no Japão, registrado na semana passada. Segundo a empresa distribuidora Aniplex, 7,98 milhões de pessoas viram o filme até esta segunda-feira (26/10) no Japão. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, após quase toda sua família ser morta. Veja o trailer abaixo.











