The Tick se junta a novos super-heróis no trailer da 2ª temporada
A Amazon divulgou um novo trailer do retorno da série “The Tick”, em que o herói azulado se junta a novos super-heróis para enfrentar uma nova ameaça. Mas não se trata exatamente da Liga da Justiça. São todos tão desajustados quando o próprio Tick. A série acompanha Arthur Everest (Griffin Newman, da série “Vinyl”), um contador sem nenhum tipo de superpoder, que, após descobrir que sua cidade era controlada por um supervilão, acaba virando ajudante de herói ao se aliar ao Tick (Peter Serafinowicz, de “Guardiões da Galáxia”). Mas com a derrota do primeiro inimigo, logo surge o segundo – e o terceiro, o quarto – para ocupar seu lugar. Personagem de quadrinhos, o Tick surgiu em 1988 num gibi independente, escrito e desenhado pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, foi concebido como uma paródia das histórias de super-heróis, e em suas aventuras enfrentava os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a série atual foi desenvolvida pelo criador do personagem, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). A 2ª temporada estreia em 5 de abril.
Woody Allen vai retomar a carreira com novo filme rodado na Espanha
Woody Allen decidiu retomar sua carreira na Europa, longe das pressões do movimento #MeToo. Após abrir processo contra a Amazon para encerrar seu contrato com o estúdio, que não planeja lançar mais seus filmes, ele fechou acordo com a produtora espanhola Mediapro, uma das maiores distribuidoras independentes da Europa. As negociações entre Allen e a Mediapro vieram à tona em setembro, quando o sócio-fundador da produtora, Jaume Roures, revelou que pretendia produzir um novo filme do diretor na Espanha. Será a segunda vez que o cineasta americano de 82 anos filmará na cidade espanhola. A primeira vez foi com o sucesso “Vicky, Cristina, Barcelona” (2008), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Penélope Cruz. Na ocasião, a produção também contou com apoio da Mediapro, responsável ainda pelas filmagens de “Meia-Noite em Paris” (2011), na França. Segundo o jornal espanhol El País, Allen e sua equipe já estão procurando locações para a filmagem na Espanha. Allen teve a carreira interrompida após a Amazon decidir não lançar “A Rainy Day in New York”, o 48º filme dirigido pelo cineasta, que foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen, pressionando especificamente a Amazon para que não bancasse mais o diretor. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.
Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle
A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham pôster e fotos
A Netflix divulgou seis fotos e o pôster dos últimos episódios de “Arrested Development”. As imagens pertencem à segunda metade da 5ª temporada da série, que será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E o final levou mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios continuarão a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.
The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada
A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
Jack Ryan é renovada para a 3ª temporada na Amazon
A Amazon voltou a demonstrar seu entusiasmo pela série “Jack Ryan”, renovando a atração para seu terceiro ano, antes mesmo de marcar a estreia da 2ª temporada. A empolgação é a mesma demonstrada antes do lançamento original, com a confirmação da 2ª temporada quatro meses antes da exibição do primeiro episódio. “Jack Ryan” traz o ator John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) no papel do famoso espião do título, já vivido no cinema por quatro atores diferentes (Alec Baldwin, Harrison Ford, Ben Affleck e Chris Pine) desde os anos 1990. Mas, apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. A história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”), e reflete o começo da carreira de Ryan na CIA. A 1ª temporada foi gravada em seis países de três continentes diferentes e custou em torno de US$ 10 milhões por episódio. A 2ª temporada, que começou a ser produzida no ano passado, vai se passar na América do Sul e mostrará o que Carlton Cuse chama de “alegoria para a morte da democracia”. A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e ainda não há previsão para o lançamento dos novos episódios.
Conheça a abertura da nova série Good Omens, comédia apocalíptica de Neil Gaiman
A Amazon divulgou a abertura da nova série “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito em parceria por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett (“Missão Especial de Natal”). A prévia reflete a trama da série, centrada na aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos, e decidem romper a rivalidade para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). A produção, realizada em parceria com a rede britânica BBC, ainda marca o retorno de Jon Hamm às séries, quatro anos após o final de “Mad Men”, como o arcanjo Gabriel, o mensageiro principal de Deus, encarregado de cumprir o Armageddon. O elenco também destaca Frances McDormand (“Três Anúncios Para um Crime”) e Benedict Cumberbatch (o “Doutor Estranho”), respectivamente como as vozes de Deus e do Diabo. Além de ter escrito o livro, Gaiman assina a série como roteirista e showrunner. Com seis capítulos, “Good Omens” estreia em 31 de maio em streaming.
Trailer da série baseada no filme Hanna mostra assassina mirim em ação
A Amazon divulgou 14 fotos e o trailer completo da série baseada no filme “Hanna” (2011). A prévia revela as semelhanças e diferenças em relação ao longa original, dirigido por Joe Wright, com cenas copiadas em detalhes e momentos inéditos. O filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bug”) acompanhava uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina e enviada em uma missão secreta por seu pai Erik (Eric Bana). Quando a missão dá errado, ela acaba perseguida por uma agente da CIA chamada Marissa (papel de Cate Blanchett), o que a faz se esconder com uma família comum e questionar quem realmente é. A série foi criada por David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original, e deve se concentrar na jornada de Hanna, enquanto foge da busca implacável da CIA e tenta desvendar a verdade sobre sua identidade. Além de Farr, o produtor do filme, Marty Adelstein, também está envolvido na adaptação. Já o elenco voltará a reunir Mireille Einos e Joel Kinnaman após “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik e da agente Marissa. O papel-título, por sua vez, é desempenhado pela adolescente Esme Creed-Miles (“Dark River”). Com produção da NBCUniversal, a série estreia oficialmente em 21 de março, inclusive no Brasil.
Benedict Cumberbatch será o diabo em nova série da Amazon
O ator Benedict Cumberbatch (o “Doutor Estranho”) vai viver o diabo em “Good Omens”, série da Amazon que adapta o livro “Belas Maldições”, escrito em parceria por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett (“Missão Especial de Natal”). Satã será representado por meio de animação e Cumberbatch dará sua voz ao personagem, em contraponto a Frances McDormand (“Três Anúncios Para um Crime”), que dublará Deus. Minissérie de seis episódios, “Good Omens” é uma produção literalmente apocalíptica. A trama acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos, e decidem agir para impedir que o apocalipse os faça entrar em guerra. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). A produção, realizada em parceria com a rede britânica BBC, ainda marca o retorno de Jon Hamm às séries, quatro anos após o final de “Mad Men”, como o arcanjo Gabriel, o mensageiro principal de Deus, encarregado de cumprir o Armageddon. O elenco também conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”) e Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”). Além de ter escrito o livro, Gaiman assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” teve a estreia confirmada para 31 de maio, em streaming.
Amazon vai produzir série sobre escândalo da FIFA e nova versão de Christiane F.
A Amazon resolveu acompanhar o processo de internacionalização que tem impulsionado a Netflix e anunciou o investimento na produção de 17 séries de sete países (Alemanha, Espanha, Grã-Bretanha, Índia, Itália, Japão e México). Desenvolvida pela produtora do cineasta chileno Pablo Larrain (“Uma Mulher fantástica”) e a francesa Gaumont (“Narcos”), “El Presidente” contará a história dos escândalos envolvendo a Federação Internacional de Futebol, a partir da ascensão do presidente de um pequeno clube chileno. A produção “mexicana” começa no ano que vem. Outra série de tema polêmico e conhecido será inspirada no livro “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída”, de 1978, que virou um filme cultuado de 1981 – com participação de David Bowie. A produção alemã ficará a cargo de Oliver Berben (“Perfume”) e Sophie von Uslar (“NSU – German History X”), com roteiro de Annette Hess (“Weissensee”) e direção de Philipp Kadelbach (“Os Filhos da Guerra”). A produção britânica “Power” vai adaptar o livro “O Poder”, de Naomi Alderman, que mostra uma realidade alternativa em que as mulheres são o sexo forte, invertendo o domínio masculino. Da Índia vem “The Last Hour”, thriller sobrenatural passado nos Himalaias. E há mais projetos, com detalhes ainda não divulgados, com destaque para a “franquia global” dos irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita” e do vindouro “Vingadores: Ultimato” (saiba mais aqui). “Sabemos que o público do Prime Video em todo o mundo quer ver histórias autênticas, que se passam em seus próprios países e trazem personagens que refletem suas experiências e diversidade”, disse Jennifer Salke, diretora do Amazon Studios, em comunicado sobre a iniciativa.
Diretores de Vingadores planejam primeira série “verdadeiramente” global na Amazon
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita” e do vindouro “Vingadores: Ultimato”, fecharam contrato com a Amazon para desenvolver uma “série de espionagem com várias cenas de ação”. Pelo contrato, a dupla se compromete a dirigir alguns episódios da 1ª temporada, inclusive o piloto. O projeto foi anunciado pela primeira vez em julho do ano passado por Jennifer Salke, presidente do Amazon Studios, e promete se tornar “a primeira franquia de televisão verdadeiramente global”. A ideia começa como uma série de espionagem internacional, mas os planos são para que a trama origine um universo de spin-offs, focando em “múltiplas e interligadas” produções regionais Como novidade, a Amazon informou que as primeiras séries derivadas serão produções da Índia e da Itália. Nada mais se sabe a respeito desse projeto, ainda sem título ou cronograma de produção.
Woody Allen decide processar a Amazon por não lançar seu novo filme
O diretor Woody Allen decidiu processar a Amazon após o estúdio desistir de lançar o seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, quando ele já estava filmado e editado. O cineasta entrou com processo nesta quinta-feira (7/2), pedindo US$ 68 milhões de indenização. Os advogados de Allen alegam que a Amazon informou o diretor, em junho de 2018, que não lançaria mais o drama estrelado por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Elle Fanning (“Malévola”) e a cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”). Allen diz que cobrou explicações da Amazon sobre o cancelamento da estreia, e que o estúdio respondeu que os motivos para a quebra de contrato incluíam “o retorno à tona de acusações de abuso sexual” e “declarações polêmicas” feitas pelo diretor. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. Curiosamente, a onda de protestos femininos nas redes sociais foi precipitada com a ajuda do filho do diretor, Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.
Comercial da série baseada no thriller Hanna destaca cenas de ação
A Amazon divulgou o pôster e um novo comercial da série baseada no filme “Hanna” (2011). Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, destaca a protagonista em cenas de ação. O filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bug”) acompanhava uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina e enviada em uma missão secreta por seu pai Erik (Eric Bana). Quando a missão dá errado, ela acaba perseguida por uma agente da CIA chamada Marissa (papel de Cate Blanchett), o que a faz se esconder com uma família comum e questionar quem realmente é. A série foi criada por David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original, e deve se concentrar na jornada de Hanna, enquanto foge da busca implacável da CIA e tenta desvendar a verdade sobre sua identidade. Além de Farr, o produtor do filme, Marty Adelstein, também está envolvido na adaptação. Já o elenco voltará a reunir Mireille Einos e Joel Kinnaman após “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik e da agente Marissa. O papel-título, por sua vez, é desempenhado por Esme Creed-Miles (“Dark River”). Com produção da NBCUniversal, a série estreia em março, mas a Amazon já está disponibilizando o primeiro episódio por 24 horas a partir da noite de domingo (3/2) para seus assinantes.










