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  • Filme

    Toni Servillo viverá Silvio Berlusconi em filme do diretor Paolo Sorrentino

    11 de abril de 2017 /

    O diretor Paolo Sorrentino e ator Toni Servillo vão retomar a parceria de “A Grande Beleza” (2013), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, numa cinebiografia do ex-primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi. Segunda o site da revista Variety, as filmagens estão previstas para o verão europeu. Intitulado “Loro”, o projeto será financiado pela Amazon e vai retratar as polêmicas de Berlusconi, um dos políticos mais controvertidos do começo do século 21, eleito quatro vezes para o cargo de primeiro-ministro italiano, ao mesmo tempo em que mantinha uma vida de muito luxo e envolvimento com festas repletas de mulheres. O roteiro está sendo escrito pelo próprio Sorrentino. Não será a primeira vez que Servillo interpretará um líder político da Itália. Em “O Divo” (2008), também de Sorrentino, o ator viveu Giulio Andreotti, líder do Partido da Democracia Cristã, que comandou o país durante quase 40 anos.

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  • Música

    Roteirista de Straight Outta Compton desenvolve série sobre a banda Grateful Dead

    9 de abril de 2017 /

    O roteirista Jonathan Herman, indicado ao Oscar por “Straight Outta Compton – A História do N.W.A.” (2015), vai voltar ao mundo da música em seu próximo trabalho. Segundo o site Deadline, ele está desenvolvendo uma minissérie sobre a carreira da banda The Grateful Dead para o serviço de streaming da Amazon. Herman vai adaptar “Home Before Daylight: My Life On The Road With The Grateful Dead”, o livro de memórias de Steve Parish, roadie veterano do Grateful Dead. O projeto pretende traçar desde a formação em San Francisco nos anos 1960 até a morte de Jerry Garcia em 1995, mostrando como a banda viajou quase sem parar por três décadas, tornando-se uma das mais mais lendárias da história do rock. Co-fundador do Grateful Dead, o cantor e guitarrista Bob Weir vai produzir o projeto junto com Parish e também supervisionará toda a música para a série. Os executivos da Amazon devem ser muito fãs do Grateful Dead, pois, além deste projeto, também adquiriram o documentário de quatro horas “Long Strange Trip”, de Amir Bar-Lev, exibido no Festival de Sundance em janeiro, que conta a história da banda.

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  • Série

    Trailer da 3ª temporada de Catastrophe registra último trabalho de Carrie Fisher

    7 de abril de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer da 3ª temporada da série “Catastrophe”, último trabalho da atriz Carrie Fisher. A prévia se concentra nas brigas do casal de protagonistas, mostrando apenas brevemente a participação final de Fisher. “Catastrophe” foi criada por seus protagonistas, Sharon Horgan e Rob Delaney, e acompanha um casal pego de surpresa com uma gravidez inesperada. A atração conquistou a crítica britânica e rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Sharon Horgan no Festival de Montecarlo – premiação internacional de televisão. Carrie Fisher interpretava a mãe do personagem de Rob Delaney, personagem que adorava criticar a nora Sharon. Ela morreu logo após gravar suas participações na série, que é produzida na Inglaterra. Sofreu um ataque cardíaco durante o voo de Londres para Los Angeles e não se recuperou. A 3ª temporada da série será disponibilizada no dia 28 de abril.

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  • Série

    Miles Teller vai estrelar série policial criada pelo diretor de Drive

    29 de março de 2017 /

    O ator Miles Teller (“Whiplash” e “Divergente”) vai protagonizar sua primeira série. Ele será um policial no thriller “Too Old to Die Young”, que está sendo desenvolvida pelo dinamarquês Nicolas Winding Refn (“Drive” e “Demônio de Neon”) para a Amazon. A descrição do projeto indica que ele terá o tom da trilogia “Pusher” de Refn. Com 10 episódios e passado no submundo criminoso de Los Angeles, a trama vai acompanhar o personagem de Teller, um policial em luto que se torna amigo do assassino de seu parceiro. Refn, que vai dirigir todos os episódios, está escrevendo a série em parceria com Ed Brubaker, célebre autor de quadrinhos, responsável pela história adaptada pela Marvel em “Capitão América: Soldado Invernal” (2014). Além deste projeto, os dois também estão colaborando no remake do cultuado terror “Maniac Cop” (1988), que estreia em 2018. As gravações de “Too Old To Die Young” começam no outono americano (entre setembro e novembro).

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  • Série

    Diretor de Moonlight vai escrever e dirigir série sobre fuga de escravos

    27 de março de 2017 /

    O diretor de “Moonlight”, filme vencedor do Oscar 2017, está criando sua primeira série. A Variety informou que Barry Jenkins vai escrever e dirigir uma minissérie baseada no livro “The Underground Railroad”, de Colson Whitehead, para a Amazon. “The Underground Railroad” é um ficção de história alternativa, sobre um casal de escravos em uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos EUA, que vão tentar seguir a rota de fuga que boatos dizem ter sido usada por escravos foragidos para escaparem de seus captores. Mas, no livro, os trilhos subterrâneos figurativos se revelam um inesperado metrô de verdade. “’The Underground Railroad’ é um trabalho inovador que respeita a história da nossa nação enquanto explora a trama de forma original. Preservar a grandeza de uma história como esta exige um pensamento arrojado e inovador e encontramos na Amazon um parceiro capaz de referendar esta história”, declarou Jenkins em comunicado. A data de lançamento ainda não foi divulgada. Mas vale lembrar que já existe uma série de temática similar atualmente em sua 2ª temporada na TV paga americana: “Underground”, exibida pelo WGN America, que segue mais fielmente os registros da época.

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  • Filme

    Brie Larson vai viver pioneira do feminismo que foi a primeira candidata à presidência dos EUA

    22 de março de 2017 /

    Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”, vai viver a pioneira do feminismo Victoria Claflin Woodhull num filme da Amazon. Woodhull ficou conhecida no final do século 19 por defender o “amor livre”, liderar o movimento pelo direito das mulheres ao voto e se declarar a primeira candidata feminina à presidência dos Estados Unidos, em 1872 – 40 anos antes das mulheres conquistarem o direito de votar no país. Mesmo sem levar sua candidatura a sério, conservadores conseguiram sabotar suas pretensões ao prendê-la por “obscenidades”, após ela publicar a denúncia do caso de adultério entre o pastor Henry Ward Beecher (o mais influente porta-voz do conservadorismo na época) e Elizabeth Tilton, uma mulher casada da alta sociedade. Woodhull fez a denúncia para ilustrar a hipocrisia do pastor, que atacava sua posição em favor do amor livre, ao mesmo tempo em que tinha uma mulher casada como amante. Foi um escândalo que marcou época. O roteiro está sendo escrito por Ben Kopit (do vindouro “The Libertine”, com Johnny Depp) e a direção está a cargo de Brett Ratner (“Hércules”). Além de estrelar, Brie Larson também vai produzir o filme, que tem o título provisório de “Victoria Woodhull”. Não está claro se a produção será exibida nos cinemas. Ao contrário da Netflix, as produções originais da Amazon têm recebido distribuição em circuito cinematográfico, como, por exemplo, “Manchester à Beira-Mar”, que rendeu o Oscar 2017 de Melhor Ator a Casey Affleck, entregue pela própria Brie Larson – e isto rendeu outra polêmica, por sinal.

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  • Filme

    Amazon encomenda série de animação adulta do diretor de Festa da Salsicha

    21 de março de 2017 /

    A plataforma de streaming Amazon encomendou a produção de “Amberville”, sua primeira série de animação adulta, baseada na franquia literária de Tim Davys, que se passa em uma cidade povoada bichos de pelúcia vivos. Veja a capa abaixo. A trama acompanha o ursinho Teddy, que após ser reformado é puxado de volta para o submundo do crime por seu ex-chefe, que o recruta para um novo trabalho impossível. A série foi criada por Chris McCoy e Conrad Vernon, diretor de “Festa da Salsicha” (2016), que também vai dirigir o piloto da atração. A produção é do estúdio indie Annapurna, que financiou “Festa da Salsicha”. Antes de ser conhecido por animações adultas, Vernon fez os longas animados “Madagascar 3” (2012), “Monstros vs Aliens” (2009) e “Shrek 2” (2002). O projeto ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Timothy Spall vai estrelar primeiro episódio da série sci-fi inspirada nos contos de Philip K. Dick

    21 de março de 2017 /

    O ator Timothy Spall, que interpretou Pedro Pettigrew na franquia “Harry Potter”, vai estrelar o primeiro episódio da série “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, coprodução da Amazon e do Channel 4 em formato de antologia, que irá adaptar contos de ficção científica do escritor americano Philip K. Dick. Ao estilo de “Black Mirror”, cada episódio trará uma história completa e o primeiro se chamará “The Commuter”. Na trama, Spall interpretará o funcionário de uma estação de trem que fica intrigado ao descobrir uma quantidade de pessoas viajando diariamente para uma cidade que não deveria existir. Além de Spall, o episódio contará com Tuppence Middleton (série “Sense8”), Anne Reid (série “Shameless”), Hayley Squires (“Eu, Daniel Blake”) e Tom Brooke (série “Preacher”). O roteiro é de Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers”) e a direção está a cargo de Tom Harper (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). Com 10 episódios encomendados, a série já começou a ser gravada em Londres. O título foi extraído de um dos contos mais famosos de Dick, que deu origem ao filme “Blade Runner”. Outras obras do escritor adaptadas para o cinema incluem “O Vingador do Futuro”, “Minority Report” e “O Homem Duplo”, sem esquecer da série “The Man in the High Castle”, um dos maiores sucessos da própria Amazon.

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  • Filme

    Série documental sobre a revista Playboy ganha trailer legendado

    18 de março de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer legendado da série documental “American Playboy: The Hugh Hefner Story”. Com dez capítulos, a produção traça a trajetória do fundador da revista Playboy, desde sua criação em 1953 até os dias de hoje. A prévia revela o recurso da dramatização, combinando atores (Matt Whelan vive Hefner) com entrevistas e imagens de arquivo para contar a história. O viés é marcadamente congratulatório, mas dois fatos destacados chamam atenção por conferir um perfil mais contestador à publicação: a defesa de Hefner da inclusão de uma reportagem sobre Nat King Cole diante de protestos de distribuidores racistas e o fato de a primeira plateia branca de Aretha Franklyn ter sido um show no Playboy Club. O material usado como fonte para a série consiste de 17 mil horas de filmagens e 2,6 mil fotos dos arquivos de Hefner. A equipe é basicamente a mesma da série documental da Netflix “Roman Empire: Reign of Blood”: o diretor Richard Lopez e os roteiristas Peter Sherman e Jeremy Murphy (mais Brian Burstein, de “The American West”). A estreia está marcada para 7 de abril na plataforma de streaming, inclusive no Brasil

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  • Série

    Criador de Mad Men fará série sobre descendentes da família real russa, assassinada há 100 anos

    16 de março de 2017 /

    O criador de “Mad Men”, Matthew Weiner, já começou a trabalhar em sua nova série. Trata-se de “The Romanoffs”, que terá oito episódios orçados em US$ 50 milhões, com produção da Amazon. Em entrevista a site The Hollywood Reporter, o escritor-produtor confirmou o orçamento e revelou que a trama será ambientada nos dias de hoje, mostrando a vida de pessoas espalhadas pelo mundo que acreditam ser descendentes da família real russa, assassinada há quase 100 anos. O mistério que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje serem descendentes da família real. “Cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um local diferente. A única coisa que os mantém juntos é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família Romanov, a última dinastia imperial a governar a Rússia”, disse Weiner. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Richard Madden vai estrelar piloto de sci-fi do roteirista de Ponte dos Espiões

    3 de março de 2017 /

    O ator Richard Madden (Robb Stark em “Game Of Thrones”) vai estrelar o piloto de uma série sci-fi desenvolvido para a Amazon, ambientada no espaço sideral. Baseada no célebre romance “O Livro das Estranhas Coisas Novas”, de Michel Faber (escritor de “Sob a Pele”), a atração acompanha um pastor (Madden) que deixa sua esposa para viajar a uma colônia num planeta distante, chamado Oasis, com a missão de pregar a palavra de Deus para a população nativa. O piloto terá direção do cineasta Kevin MacDonald (“Mar Negro”) e uma trilha sonora do roqueiro Brian Eno (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”). A Amazon tem (tinha?) o costume de disponibilizar os pilotos de seus novos projetos para avaliação do público, antes de decidir se irá produzir as séries, mas ainda marcou a estreia do piloto de “The Book of Strange New Things” (título original).

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  • Etc,  Filme

    La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”

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  • Série

    Premiada no Globo de Ouro, Goliath é renovada para sua 2ª temporada

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Amazon anunciou a renovação da série “Goliath”, criada por David E. Kelley (“Justiça sem Limites/Boston Legal”) e estrelada por Billy Bob Thornton (série “Fargo”). A série que estreou em outubro na plataforma de streaming rendeu a Bob Thornton o Globo de Ouro de Melhor Ator em Série de Drama em janeiro. O elenco também inclui William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil”), Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). Em comunicado, o presidente de conteúdo do Amazon Studios, Joe Lewis, comentou a renovação em comunicado. “A Amazon tem muito orgulho de ‘Goliath’ e da interpretação premiada de Billy Bob Thornton. Programas como este ajudam a elevar a arte de contar histórias. Mal podemos esperar para levar aos nossos assinantes uma nova temporada em breve”. Ainda não foi definida a data de estreia do segundo ano de “Goliath”.

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