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    Ron Cobb (1937 – 2020)

    21 de setembro de 2020 /

    Ron Cobb, o cartunista que virou um dos designer de produção mais célebres de Hollywood, morreu em Sydney, na Austrália, nesta segunda (21/9), dia em que completou 83 anos, em decorrência de demência corporal de Lewy. Seu trabalho influenciou a criação de “ET, o Extra-Terrestre” e ajudou a moldar o visual das franquias “Star Wars”, “Alien”, “Indiana Jones”, “Conan, o Bárbaro” e “De Volta para o Futuro”. Cobb começou sua carreira aos 17 anos na Disney, como um animador “intermediário” do clássico “A Bela Adormecida” (1959). Mas logo foi convocado pelo exército e mudou de profissão, virando cartunista num jornal militar durante a Guerra do Vietnã. Ao dar baixa, começou a distribuir seus desenhos em mais de 80 publicações underground de todo o mundo. Fez tanto sucesso que sua arte foi coletada em livros e lhe rendeu contratos como ilustrador de diversas obras – de capas de revistas a cartazes de filmes. O primeiro filme em que Cobb trabalhou foi o longa-metragem de estreia de John Carpenter, a sci-fi “Dark Star” (1974), escrita por Dan O’Bannon. E foi o roteirista quem o chamou para trabalhar em seu próximo projeto, “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), como contraponto ao artista suíço H.R. Giger, que criou a criatura alienígena, mas era considerado malucão pelos produtores. Ele chegou em “Alien” já cacifado por ter trabalhado em dois dos filmes mais influentes da sci-fi da época. Cobb tinha concebido as criaturas da cantina de “Guerra nas Estrelas” (1977) e a nave-mãe de “Contados Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Graças a essa experiência, ele foi ouvido quando sugeriu ao diretor Ridley Scott que o sangue da criatura de “Alien” deveria ser corrosivo, resolvendo assim um possível buraco na trama, que justificava porque a tripulação simplesmente não atirava para matar o alienígena. Ele também criou o exterior e o interior da espaçonave Nostromo, e depois do sucesso do primeiro filme continuou ligado na franquia, ao desenvolver a nave Sulaco e o complexo da colônia espacial na continuação “Aliens – O Resgate” (1986), dirigida por James Cameron – os dois ainda trabalhariam juntos em “O Segredo do Abismo” (1989) e “True Lies” (1994). Embora já tivesse prestado serviços para Spielberg em “Contados Imediatos do Terceiro Grau”, ele só se tornou amigo do diretor muito depois e por acaso. Na época em que Cobb iniciava a pré-produção de “Conan, o Bárbaro” (1982), de John Milius, Spielberg estava filmando “Caçadores da Arca Perdida” (1981) na “porta” ao lado do mesmo complexo cinematográfico. Num encontro durante uma folga nos trabalhos de ambos, Cobb teria sugerido ideias para a produção do primeiro filme de Indiana Jones que impressionaram Spielberg. Ele contratou o artista imediatamente, dando-lhe o cargo de artista de produção de “Caçadores da Arca Perdida”. Na época, Spielberg tinha lançado sua produtora Amblin e vinha apadrinhando muitos cineastas, como Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”) e Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”) e queria que Cobb se tornasse diretor. A ideia era que ele dirigisse o projeto sci-fi “Night Skies”, baseado num incidente de 1955 no Kentucky, no qual uma família afirmava ter tido contato com cinco alienígenas em sua casa de fazenda. O filme nunca saiu do papel porque a família retratada ameaçou entrar com um processo para impedir a produção. Mas Cobb se ofereceu para desenvolver uma ideia similar, sobre alienígenas que estariam abandonados na Terra. A história agradou Spielberg, mas o orçamento para criar cinco alienígenas se provou proibitivo para a época, até que o cineasta teve a ideia de filmar apenas um extraterrestre perdido, que seria protegido por um menino. Apesar de ter sido a semente que originou “E.T. – O Extraterrestre” (1982), Cobb só teve uma participação especial no filme, como médico. Na verdade, ele não aprovou o roteiro nem gostou do longa, chamando-o de “uma versão banal da história de Cristo, sentimental e auto-indulgente, um tipo de história patética de cachorro perdido”. Anos mais tarde, ele foi compensado pela ideia, quando sua mulher percebeu que havia uma multa de US$ 7,5 mil caso a Universal não filmasse “Night Skies”, mais 1% do que o filme poderia render. Ao receber a queixa, o estúdio percebeu do que se tratava e enviou um cheque de mais de US$ 400 mil para Cobb. Spielberg também manteve a parceria, ao lhe encomendar o design dos créditos da série “Histórias Maravilhosas” (Amazing Stories), que ele produziu entre 1985 e 1987 na TV americana, e a concepção visual do DuLorean transformado em máquina do tempo no filme “De Volta para o Futuro” (1985). Cobb também desenhou todas as espaçonaves de “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984) e foi artista conceptual de várias outras produções, como “O Vingador do Futuro” (1990), de Paul Verhoeven, a animação “Titan A.E.” (2000), o terror apocalíptico “O 6º Dia”, com Arnold Schwarzenegger, a sci-fi “Southland Tales” (2006), com Dwayne “The Rock” Johnson”, e a cultuada série “Firefly” (2000), de Joss Whedon. Ele acabou se mudando para a Austrália onde dirigiu seu único filme, “Garbo”, uma comédia de 1992 sobre dois colecionadores de lixo que compartilhavam uma paixão pela atriz Greta Garbo. Veja abaixo um documentário sobre os bastidores da criação de “Alien”, que destaca a contribuição de Cobb para a produção.

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    Ian Holm (1931 – 2020)

    19 de junho de 2020 /

    O ator britânico Ian Holm, conhecido por viver Bilbo em “O Senhor dos Anéis” e Ash em “Alien: O Oitavo Passageiro”, morreu nesta sexta (19/6) aos 88 anos. O agente do ator confirmou a notícia citando complicações do Mal de Parkinson como causa da morte. “Ele morreu pacificamente no hospital, com sua família e seu cuidador. Ian era charmoso, gentil e talentoso, e vamos sentir falta dele enormemente”, escreveu o agente, em comunicado. Um dos atores britânicos mais famosos de sua geração, Ian Holm nasceu em 12 de setembro de 1931, filho de médicos escoceses, na cidade inglesa de Goodmayes, e acumulou diversos prêmios em sua carreira. Ele também deu, literalmente, sangue pela arte. Em 1959, quando fazia parte da Royal Shakespeare Company, a mais prestigiosa trupe do teatro britânico, Holm teve o dedo cortado por Laurence Olivier durante uma luta de espadas na montagem de “Coriolanus”. Acabou com uma cicatriz, que para ele tinha conotação de dedicação e orgulho por seu trabalho. Sua trajetória rumo à fama incluiu várias aparições na televisão britânica no início dos anos 1960, até conquistar destaque como o rei Ricardo III na minissérie da BBC “The Wars of the Roses” (1965). Em seguida, conquistou o papel que lhe deu projeção internacional, ao vencer o Tony (o Oscar do teatro) em sua estreia na Broadway em 1967, como Lenny em “Volta ao Lar”, de Harold Pinter, atuando sob direção de Peter Hall. Holm também estrelou a versão de cinema da peça em 1973, novamente dirigida por Hall, que ainda foi o diretor que o lançou no cinema, apropriadamente numa adaptação de Shakespeare, “Sonho de uma Noite de Verão”, em 1968. Na obra shakespeariana, ele viveu o icônico elfo Puck, que foi o primeiro personagem fantástico de sua filmografia. A consagração no cinema e no teatro seguiram paralelas por quase toda a sua carreira. Ele trabalhou em clássicos como “O Homem de Kiev” (1968), de John Frankenheimer, “Oh! Que Bela Guerra!” (1969), de Richard Attenborough, “Nicholas e Alexandra” (1971), de Franklin J. Schaffner, “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971), de Charles Jarrot, “As Garras do Leão” (1972), novamente de Attenborough… obras premiadíssimas. Seus personagens marcaram época. Viveu, por exemplo, o vilanesco Príncipe João no cultuadíssimo “Robin e Marian” (1976), sobre a morte de Robin Hood (vivido por Sean Connery), sem esquecer as minisséries que impressionaram gerações, estabelecendo-o no imaginário televisivo como Napoleão em “Os Amores de Napoleão” (1974), o escritor JM Barrie, criador de “Peter Pan”, em “Os Garotos Perdidos” (que lhe rendeu indicação ao BAFTA Awards) e o monstruoso nazista Heinrich Himmler na icônica “Holocausto” (1978). A consagração no cinema veio com a indicação ao Oscar e a vitória no BAFTA por “Carruagens de Fogo”, o filme esportivo mais célebre de todos os tempos, em que viveu um treinador olímpico. Sua versatilidade também lhe garantiu muitos admiradores geeks. Holm impactou a ficção científica por suas atuações como Ash, o androide traidor, que acabava decapitado em “Alien: O Oitavo Passageiro” (1979), de Ridley Scott, o burocrata Sr. Kurtzmann em outro clássico, o fantástico “Brazil, o Filme” (1985), de Terry Gilliam, o padre Cornelius em “O Quinto Elemento” (1997), melhor filme de Luc Besson, e o cientista que prevê o apocalipse de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), de Roland Emmerich. Ele ainda trabalhou com Gilliam em “Os Bandidos do Tempo” (1981), numa das três vezes em que viveu Napoleão. Foi nesta época, inclusive, que começou sua conexão com “O Senhor dos Anéis”. Em 1981, quando a BBC produziu uma adaptação para o rádio da obra de J.R.R. Tolkien, ele foi o escolhido para dar voz a Frodo. Vinte anos depois, virou o tio de Frodo, Bilbo Bolseiro, na trilogia cinematográfica de Peter Jackson, lançada entre 2001 e 2003 — o final da saga, “O Retorno do Rei”, rendeu-lhe o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA) como parte do Melhor Elenco do ano. Sua carreira foi repleta de aventuras fantásticas, incluindo “Juggernaut: Inferno em Alto-Mar” (1974), de Richard Lester, e “Greystoke: A Lenda de Tarzan” (1984), uma das mais fiéis adaptações da obra de Edgar Rice Burroughs, na qual interpretou o francês Phillippe D’Arnot, o melhor amigo de Tarzan. Mas também dramas sutis, como “Dançando com um Estranho” (1985), de Mike Newell, e “A Outra” (1988), de Woody Allen. Holm perpetuou-se nas telas em várias adaptações shakespeareanas, numa lista que conta ainda com “Henrique V” (1989), de Kenneth Branagh, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. E multiplicou-se em obras cults, como “Kafka” (1991), de Steven Sodebergh, “Mistérios e Paixões” (1991), de David Cronenberg, “As Loucuras do Rei George (1994), de Nicholas Hytner, “Por uma Vida Menos Ordinária” (1997), de Danny Boyle, “O Doce Amanhã” (1997), de Atom Egoyan, etc, etc. Ele até voltou a viver Napoleão uma terceira vez, em “As Novas Roupas do Imperador” (2001), de Alan Taylor, tornando-se o ator mais identificado com o papel. Entre os cerca de 130 desempenhos que legou ao público também destacam-se os primeiros filmes dirigidos pelos atores Stanley Tucci (“A Grande Noite”, em 1996) e Zach Braff (“Hora de Voltar”, em 2004), os dramas premiados “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese, e “O Senhor das Armas” (2005), de Andrew Niccol, e a animação “Ratatouille” (2007), da Disney-Pixar. Seus últimos trabalhos foram resgates de seus papéis mais populares. Ele voltou a viver Ash no videogame “Alien: Isolation”, lançado em 2014, e a versão envelhecida de Bilbo na trilogia “O Hobbit”, encerrando sua filmografia em 2014, com “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”. Tudo isso, apesar de sofrer de ataques de pânico a cada vez que as luzes acendiam, o diretor dizia “ação” e as cortinas se abriam. Tudo isso, que também lhe rendeu a nomeação de Comandante do Império Britânico em 1989, a distinção de cavaleiro, conferida pela Rainha Elizabeth II em 1998, a admiração de seus pares e o encantamento de fãs, ao redor do mundo.

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  • Filme

    Ridley Scott vai dirigir novo filme da franquia Alien

    27 de maio de 2019 /

    O diretor Ridley Scott vai voltar a dirigir um novo filme da franquia “Alien”. A informação foi publicada pela revista Variety no meio de uma reportagem retrospectiva sobre os 40 anos do filme original, sem dar maiores informações. A Fox chegou a dizer que não havia planos para uma continuação. No entanto, com a compra do estúdio pela Disney, tudo pode ter mudado. “Alien” é uma das franquias que costuma ser citada com destaque pela Disney como parte de seu novo acervo pós-aquisição. Caso o projeto saia do papel, será o quarto “Alien” dirigido por Scott, que além de comandar o filme original, “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), assinou os prólogos “Prometheus” (2012) e “Alien: Covenant” (2017). Ridley Scott tinha planos de fazer mais dois filmes após “Alien: Covenant”, mas o fracasso financeiro do longa (US$ 240 milhões em todo o mundo) fez a Fox “repensar” estes projetos. O roteiro do próximo longa foi escrito em 2017. Os outros filmes da franquia são “Aliens: O Resgate” (1986, de James Cameron), “Alien 3” (1992, de David Fincher) e “Alien: A Ressurreição” (1997, de Jean-Pierre Jeunet). Além destes, há dois crossovers com a franquia “Predador”.

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  • Filme

    Disney pretende lançar mais Aliens e Planeta dos Macacos

    5 de abril de 2019 /

    A CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA que acontece em Las Vegas, virou o palco oficial da revelação do destino das franquias da Fox, após a compra do estúdio pela Disney. Além de anunciar o fim da saga dos “X-Men” e a continuação de “Deadpool”, a Disney abordou as franquias originais da Fox, afirmando que pretende lançar novas produções de diversas marcas populares do estúdio. A executiva Emma Watts, que era vice-presidente da Fox e continua no estúdio, afirmou que franquias como “Aliens”, “Planeta dos Macacos” e “Kingsman”, sem esquecer “Avatar”, ganharão novos capítulos em breve. O terceiro “Kingsman” já está em desenvolvimento e o que não faltam são projetos para continuar “Aliens”, mas é a primeira vez que se menciona o resgate de “Planeta dos Macacos”, que teve uma trilogia estrelada por Andy Serkis encerrada em 2017.

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  • Série

    Veja na íntegra todos os episódios da série Alien: Isolation, baseada na franquia sci-fi da Fox

    2 de março de 2019 /

    O canal do site IGN no YouTube disponibilizou a série digital “Alien: Isolation” de forma integral. Com sete episódios, a produção animada se destina ao público adulto e foi criada sem alarde pela Axis Animation, produtora responsável pelo jogo homônimo, sendo lançada nesta semana na internet. Desenvolvida a partir do material do game, a atração reedita e expande cenas originalmente concebidas para introduzir a história e opções do jogo de 2013, mantendo o mesmo visual disponibilizado no lançamento para consoles PlayStation e Xbox há seis anos. O principal feito de “Alien: Isolation” foi introduzir Amanda, a filha adulta de Ellen Ripley (a personagem de Sigourney Weaver nos filmes). A personagem também é protagonista do novo game da franquia, “Alien: Blackout”, lançado para dispositivos móveis em janeiro. A direção é do curta-metragista Fabien Dubois e a atriz Andrea Deck (“7 Dias em Entebbe”) dubla a voz de Amanda.

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  • Etc

    Franquia Alien revela projeto misterioso: novo game para dispositivos móveis

    7 de janeiro de 2019 /

    Um novo projeto “misterioso” da franquia “Alien” foi revelado. Trata-se mesmo de um game chamado “Alien: Blackout”, desenvolvido para dispositivos móveis pela FoxNext Games, D3 Go! e Rival Games, que coloca os jogadores nas botas de Amanda Ripley, a filha da protagonista dos filmes originais – Ellen Ripley, vivida por Sigourney Weaver. O jogo se passa a bordo de uma estação espacial da empresa Weyland-Yutani infestada por alienígenas. A premissa foi revelada na forma de teasers na página oficial da franquia no Instagram. Os jogadores precisarão levar sua equipe para a segurança e evitar encontros com os alienígenas mortais, ao longo de sete níveis da estação – e do jogo. “Sobreviva a sete níveis indutores de medo, guiando remotamente a tripulação de Amanda Ripley através de tarefas cada vez mais desafiadoras, usando apenas os sistemas de emergência da estação”, diz a descrição oficial do jogo. “A incerteza e a imprevisibilidade tanto dos alienígenas quanto de sua tripulação podem impor uma derrota total a Amanda e a toda a estação. “Alien: Blackout” estará disponível em 24 de janeiro para download na AppStore, da Apple, no Google Play e na Amazon Appstore. As pistas de que um dos projetos misteriosos da franquia seria o game vieram à tona quando a Fox registrou direitos autorais sobre o nome “Alien: Blackout” em categorias que incluem “software de jogos” e “jogos de computador on-line”. Além disso, a franquia também está lançando uma nova história em quadrinhos, “Alien: Resistance”, que chega às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Para completar, a Fox confirmou que relançará os filmes originais de “Alien” em Blu-Ray e formatos digital. E isto explica uso da hashtag “readplaywatch”, que apareceu nos posts misteriosos do Instagram da franquia. Ela se refere aos quadrinhos, ao jogo e aos filmes. Infelizmente, a confirmação desses projetos afasta a materialização de uma série sobre a criatura, que chegou a empolgar fãs como rumor. Visualizar esta foto no Instagram. She thought she could run… she thought she could hide… Help #AmandaRipley fight off the Xenos in the new mobile game @AlienBlackout available January 24. #ReadPlayWatch Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 7 de Jan, 2019 às 8:54 PST Visualizar esta foto no Instagram. Can you survive? All that matters is that you escape before THEY come out of the shadows… Preorder @alienblackout today on the App Store and Google Play. #ReadPlayWatch #AmandaRipley #AlienBlackout Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 7 de Jan, 2019 às 9:48 PST

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    Franquia Alien ganha novos teasers misteriosos centrados na filha de Ripley

    6 de janeiro de 2019 /

    A conta oficial da franquia “Alien” no Instagram publicou mais dois vídeos misteriosos, após os posts que prometiam uma “expansão” do universo do famoso monstro da Fox para 2019. Desta vez, os teasers trazem muitas novidades. A principal é a confirmação de que o projeto será centrado em Amanda Ripley. A personagem é filha de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) e apareceu pela primeira vez como a protagonista do videogame “Alien: Isolation”, de 2013. Ela teria sua história revelada na próxima publicação de quadrinhos “Alien: Resistance”. E também deve protagonizar um novo game. A Fox recentemente registrou o título “Alien: Blackout” para uso em jogos eletrônicos. Isto pode explicar porque os teasers trazem a hashtag #ReadPlayWatch: Read (ler) os quadrinhos, Play (jogar) o game. Mas a palavra Watch (assistir) ainda intriga os fãs, alimentando boatos de que uma série sobre os Aliens estaria sendo desenvolvida. Outra hashtag alude ao presente mês de janeiro. E isto se refere mesmo aos quadrinhos, que chegam às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Por sinal, “Alien: Resistance” é o único projeto oficializado da franquia pela Fox. Até o momento. Visualizar esta foto no Instagram. Daughter. Rebel. Hero. Her story deserves to be told… . . . . . #Whois #AmandaRipley #ReadPlayWatch #Daughter #Rebel #Hero Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 4 de Jan, 2019 às 4:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. 40 years ago, the Nostromo disappeared… In 2019, Amanda Ripley will uncover the secrets it left behind — no matter what. . . . . . #AmandaRipley #ReadPlayWatch #January Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 5 de Jan, 2019 às 12:19 PST

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    Posts misteriosos da franquia Alien no Instagram antecipam novo projeto

    26 de dezembro de 2018 /

    A conta oficial da franquia “Alien” no Instagram publicou seis novas imagens que, além de contar uma história, prometem uma “expansão” do universo do famoso monstro da Fox para 2019. Não há maiores explicações, o que resulta em muita especulação. Vale observar que a trama descrita nos posts se passa em um planeta distante, onde uma colônia da empresa Weyland-Yutan realiza experiências secretas e acaba vítima de uma nova infestação alienígena. A empresa é a mesma que aparece nos filmes da franquia, tentando explorar o potencial bélico dos Aliens. Outro detalhe que chama atenção é uma hashtag usada nos posts, com o nome de Amanda Ripley. Ela é filha de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) e apareceu como a protagonista do videogame “Alien: Isolation”, de 2013. A personagem também deve aparecer na próxima publicação de quadrinhos “Alien: Resistance”. Assim, é possível que esses teasers sejam relacionados aos quadrinhos, que chegam às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Sabe-se que “Alien” também tem um novo game em desenvolvimento. E há rumores sobre uma série de TV. Mas não há projetos para um novo filme. Ao optar por “Alien: Covenant” em 2017, a Fox descartou a produção de “Alien 5” por Neill Blomkamp (“Elysium”). Ao mesmo tempo, o fracasso comercial de sua aposta cancelou os planos para mais uma continuação de Ridley Scott. Visualizar esta foto no Instagram. Day 1: Arrived at the facility. Weyland-Yutani has poured massive resources into this orbital facility. I’ve come to investigate rumors about accidents in a secret research program. . . . . . #WeylandYutani #SciFi #AmandaRipley #StockingStuffer Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 20 de Dez, 2018 às 10:01 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 2: The facility is hiding a terrible secret. Highly aggressive mega-parasites with corrosive blood. They’re breeding them, using them for research. . . . . . #WeylandYutani #SciFi #AmandaRipley #StockingStuffer #MegaParasites Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 20 de Dez, 2018 às 12:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 3: Breeding program is a house of horrors. They’re torturing and killing people, using them as hosts for the larvae. Where did these people come from? . . . . . #WeylandYutani #SciFi #AmandaRipley #StockingStuffer #Larvae Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 20 de Dez, 2018 às 2:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 5: It’s worse than I thought. They are dropping these payloads on the planet below. What is the company’s aim? . . . . . #Infestation #Xeno #OfficialRecords #Colony #Nightmar #SciFi #WeylandYutani Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 21 de Dez, 2018 às 12:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 6: It’s a nightmare. They have infested and destroyed the Weyland-Yutani colony below. Killing all of the facility’s personnel. We have to expose this. I know they’ll try to discredit me. Or worse. Tell someone — before they do this to anyone else. . . . . . #SciFi #Breeding #Xeno #Monsters #TellSomeone #Aliens Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 21 de Dez, 2018 às 2:03 PST

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    O Predador massacra as renas de Papai Noel em curta natalino sangrento da Fox

    22 de dezembro de 2018 /

    A Fox divulgou um vídeo especial para promover “O Predador” em blu-ray. Coincidindo com a época do lançamento, o vídeo tem clima natalino. E também presta homenagem a um clássico de Natal, a animação em stop-motion “A Rena do Nariz Vermelho” (1964). No vídeo, o Predador massacra as renas, sangra o elfo e quase elimina Papai Noel. Quando outros Predadores aparecem, o elfo Sprinkles se vinga violentamente, deixando Papai Noel para lidar com o presente dos bichões, uma cesta de ovos de Páscoa, incluindo um ovinho de Alien. A produção foi escrita e dirigida por Matthew Senreich, criador de “FrangoRobô” e “SuperMansion”. E os comentários, que acompanham a postagem do vídeo no YouTube, são unânimes: o curta “The Predator: Holiday Special” é melhor que o longa “O Predador” inteiro. Confira abaixo, infelizmente sem legendas em português.

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    Gato do filme Alien ganha livro com sua história

    20 de outubro de 2018 /

    Um dos personagens sobreviventes do filme “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) finalmente está tendo a chance de ter sua história conhecida. Para quem não lembra, Ripley (Sigourney Weaver) não foi a única a escapar com vida da nave Nostromo. O gato Jonesy também terminou o filme vivo e inteiro. Sua história está sendo contada agora em livro ilustrado lançado pela editora britânica Titan Books. Chamado de “Jonesy: Nine Lives on the Nostromo”, a obra tem desenhos fofinhos, que nem de longe lembram o clima de terror que tomou conta da nave espacial assombrada pela terrível criatura. O projeto é uma criação de Rory Lucey, um ilustrador de Nova Jersey, que teve a ideia após mostrar o filme original para a mulher. “Ela queria saber apenas uma coisa: o gato sobreviveu?”, disse o artista ao site io9. Isto porque eles tinham um gato parecido e o felino passava vários momentos sumidos da trama tensa. “Para um filme que acaba com dois sobreviventes, sendo um deles o gato Jonesy, a gente não consegue perceber o que aconteceu com ele durante o filme. Como sou um artista que vive com um felino bobão e laranja, eu comecei a pensar como as nove vidas na Nostromo poderiam ser”, completou. A explicação para o estilo menos assustador dos desenhos e até o bom humor com que algumas situações são retratadas se devem ao ponto de vista felino da situação, já que “gatos não reagem da mesma forma que humanos”, apontou Lucey. “Jonesy: Nine Lives on the Nostromo” foi lançado nesta semana nos Estados Unidos.

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    Novo cartaz de Stranger Things homenageia Os Goonies

    21 de setembro de 2017 /

    A Neflix divulgou mais um pôster de “Stranger Things” que presta homenagem a um filme clássico. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987), “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), “Chamas da Vingança” (1984) e “Tubarão” (1975), a vez de “Os Goonies” (1985). Apesar do fundo ser diferente, o conceito e as poses dos personagens são similares. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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    Novo pôster de Stranger Things homenageia Tubarão

    16 de setembro de 2017 /

    A Neflix divulgou mais um pôster de “Stranger Things” que presta homenagem a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987), “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979) e “Chamas da Vingança” (1984), é a vez de “Tubarão” (1975). Por sinal, o novo cartaz é o que menos lembra o original. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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    Harry Dean Stanton (1926 – 2017)

    15 de setembro de 2017 /

    Morreu o ator Harry Dean Stanton, estrela de “Alien” (1979), “Paris, Texas” (1984), “Twin Peaks” e inúmeros outras produções clássicas e cultuadas. Ele tinha 91 anos e faleceu de casas naturais em um hospital em Los Angeles. Harry Dean Stanton nasceu em 14 de julho de 1926, em West Irvine, uma pequena comunidade do Kentucky. Seu pai era fazendeiro e barbeiro, sua mãe era uma cabeleireira, e o jovem Harry virou cozinheiro, quando serviu na Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Após a Guerra, ele chegou a se matricular na Universidade de Kentucky para estudar jornalismo, mas acabou tomando outro rumo. Mais especificamente, um ônibus Greyhound para Los Angeles, onde desembarcou em 1949 disposto a fazer sucesso. Chegou a se apresentar como cantor e até como pregador batista, antes de tentar o que a maioria dos recém-chegados tentava naquela cidade: virar ator. Sua estreia aconteceu na série “Inner Sanctum”, em 1954, seguida por uma figuração num clássico de Alfred Hitchcock, “O Homem Errado” (1956). Em pouco tempo, estabeleceu-se como vilão do episódio da semana das séries de western, vestindo chapéu preto em produções como “As Aventuras de Rin Tin Tin”, “Bat Masterson”, “O Homem do Rifle”, “Johnny Ringo”, “Paladino do Oeste”, “Gunsmoke” e “Couro Cru”, entre outras. Isto lhe abriu as portas para seu primeiro papel coadjuvante, como filho do vilão fazendeiro do western “O Rebelde Orgulhoso” (1958), de Michael Curtis. Ele também apareceu no clássico “A Conquista do Oeste” (1962), de John Ford, mas sua carreira só foi deslanchar na década de 1970, quando trabalhou com alguns dos maiores diretores da chamada Nova Hollywood. Tudo por conta de dois pequenos papéis, chamando atenção de forma memorável em “Rebeldia Indomável” (1967), de Stuart Rosenberg, e “Corrida Sem Fim” (1971), de Monte Hellman. A explicação de Stanton para roubar as cenas foi seguir um conselho de Jack Nicholson nas filmagens de “A Vingança de um Pistoleiro” (1966): não fazer nada e deixar o figurino trabalhar. Este seria o segredo de seu método de “interpretação natural”. E, de fato, deu tão certo que ele e Nicholson se tornaram melhores amigos – e vizinhos. Ao todo, a dupla rodou seis filmes juntos – os demais foram “Rebeldia Violenta” (1970), “Duelo de Gigantes” (1976), “O Cão de Guarda” (1992), “A Promessa” (2001) e “Tratamento de Choque” (2003). Sua fama de “não fazer nada” tornou-se ainda mais lendária quando Stanton passou a trabalhar com alguns dos maiores mestres do cinema americano. A lista invejável inclui Sam Peckimpah (em “Pat Garrett e Billy the Kid”, 1973), Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão 2”, 1974), Arthur Penn (“Duelo de Gigantes”, 1976), John Huston (“Sangue Selvagem”, 1979), John Carpenter (“Fuga de Nova York”, 1981), Garry Marshall (“Médicos Loucos e Apaixonados”, 1982), Robert Altman (“Louco de Amor”, 1985), Martin Scorsese (“A Última Tentação de Cristo”, 1988), David Lynch (“Coração Selvagem”, 1990), John Frankenheimer (“A Quarta Guerra”, 1990) e Frank Darabont (“À Espera de um Milagre”, 1999). Por menor que fosse o papel, ele sempre dava um jeito de chamar atenção, o que, muitas vezes, fazia com que seus diretores famosos lhe convidassem para um bis, repetindo as parcerias, como Coppola em “O Fundo do Coração” (1981) e Lynch com “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1994) e “Império dos Sonhos” (2006). Houve, inclusive, um período de oito anos, entre 1978 e 1986, em que ele parecia estar em todos os filmes que importavam. Nesta fase, era praticamente impossível ir na videolocadora e não alugar um VHS com Staton no elenco, fosse sci-fi, comédia, drama, terror, suspense, filme de adolescente e até musical. Seu nome estava simplesmente em “Alien” (1978), “A Rosa” (1979), “A Recruta Benjamin” (1980), “Fuga de Nova York” (1981), “Christine, O Carro Assassino” (1983), “Amanhecer Violento” (1984), “Repo Man – A Onda Punk” (1984) e “A Garota de Rosa-Shocking” (1986) – como o pai desempregado de Molly Ringwald – , entre outros sucessos da época. Tornou-se tão ubíquo que até Deborah Harry, a cantora da banda Blondie, lhe dedicou uma música, “I Want That Man” (1989). A letra começava assim: “I want to dance with Harry Dean/ Drive through Texas in a black limousine”… Os dois namoraram. Apesar disso, Stanton raramente viveu um protagonista. Mas na primeira oportunidade, o filme que ele estrelou venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. “Paris, Texas” tornou-se um dos maiores lançamentos dos anos 1980, colocando seu diretor, o alemão Wim Wenders, no patamar dos grandes mestres. Na trama, Staton vivia Travis, um homem e um pai quebrado pelo amor não correspondido, que vagou por quatro anos sem destino pelas estradas empoeiradas do sul americano, e ao ser encontrado no deserto tenta juntar os cacos de sua vida para entender o que aconteceu. Seu rosto triste marcou gerações. Stanton chegou a dizer, na ocasião: “Depois de todos esses anos, finalmente consegui o papel que queria interpretar. Se nunca mais fizesse outro filme depois de ‘Paris, Texas’, ficaria feliz”. Além de estrelar “Paris, Texas”, ele ainda cantou na trilha sonora, composta por Ry Cooder. E esta era outra faceta de seus múltiplos talentos. O ator tinha uma voz angelical, que foi explorada em outros filmes, como “Rebeldia Indomável”, no qual viveu um presidiário que trabalhava duro em rodovias, e em “Cisco Pike” (1972), em que foi uma estrela de rock decadente, melhor amigo do roqueiro traficante vivido por Kris Kristofferson. Por curiosidade, ele também fez dois filmes com Bob Dylan – “Pat Garrett e Billy the Kid” e o mítico “Renaldo and Clara” (1978), dirigido pelo próprio Dylan. E, fora das telas, tinha sua própria banda, Harry Dean Stanton and the Repo Men, que dava shows nas casas noturnas de Los Angeles. Os cineastas mais jovens também o veneravam, como demonstram suas aparições em “Alpha Dog” (2006), de Nick Cassavetes, “Aqui é o Meu Lugar” (2011), do italiano Paolo Sorrentino, “Rango” (2011), de Gore Verbinski, “Os Vingadores” (2012), de Joss Whedon, e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), do inglês Martin McDonagh. Mas, nos últimos anos, o ator vinha se destacando mais na TV, graças ao papel assustador do vilão polígamo e autoproclamado profeta Roman Grant, na série “Big Love” (Amor Imenso, 2006–2011) da HBO. Além disso, sua pequena aparição no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” lhe rendeu uma longa participação recorrente no revival da série “Twin Peaks” deste ano, em que reprisou o papel de Carl Rodd, o dono de um parque de trailers – e também cantou. Seu último lançamento previsto é o drama indie “Lucky”, de John Carroll Lynch, que teve première no Festival SXSW e chega aos cinemas norte-americanos em 29 de setembro. O filme é um despedida magistral, em que Stanton, no papel-título, canta, anda pelo deserto texano, contracena com velhos amigos (David Lynch e Tom Skerritt, seu comandante em “Alien”) e pondera o que existe depois da morte. Com exceção de um breve casamento, Stanton viveu a maior parte da vida sozinho. Assim como Travis, de “Paris, Texas”, isto se devia a um coração partido. No documentário sobre sua carreira, “Harry Dean Stanton: Partly Fiction” (2012), ele confessa ter ficado amargurado após perder seu grande amor, a atriz Rebecca De Mornay (atualmente na série “Jessica Jones”). “Ela me deixou por Tom Cruise”, diz ele no filme.

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