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    Ator de Mulan vai dirigir continuação de 47 Ronins

    15 de agosto de 2020 /

    A fantasia de samurais e efeitos visuais “47 Ronins”, estrelada por Keanu Reeves em 2014, vai ganhar uma sequência. A Universal contratou Ron Yuan para dirigir o novo longa. Ele é mais conhecido como ator, dublê e coordenador de dublês. Inclusive, viverá o Sargento Qiant no live-action de “Mulan”, que estreia em setembro em streaming nos EUA. Como diretor, seu trabalho mais recente foi “Step Up China” (2019), novo capítulo da franquia musical “Ela Dança, Eu Danço”, que revelou Channing Tatum em 2006. Ao contrário do primeiro longa, situado no Japão feudal, a continuação de “47 Ronins” será uma sci-fi futurista, passada 300 anos no futuro, e terá uma estética cyberpunk. Outra diferença é que o filme não será lançado no cinema. A continuação será exibida pela Netflix. “Estou muito animado de trabalhar com a Universal e com a equipe de produtores nesse filme que mistura gêneros de artes marciais, ação, terror e cyberpunk”, afirmou Yuan. “Será uma viagem divertida, intensa e cheia de emoção para o público do mundo todo”. Dirigido por Carl Rinsch, o filme original não foi exatamente um sucesso. Destruído pela crítica, com apenas 16% de aprovação, “47 Ronins” arrecadou apenas US$ 151,7 milhões em todo o mundo, menos que seu orçamento de US$ 175 milhões.

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    Tenet ganha quatro teasers legendados e coleção de pôsteres

    13 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou quatro teasers com legendas em português (de Portugal) e uma coleção de pôsteres americanos com os personagens centrais de “Tenet” – vividos por John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Os vídeos incluem muitas cenas inéditas e ressaltam que a estreia vai acontecer exclusivamente nos cinemas. Adiado várias vezes em razão da pandemia de covid-19, o filme do diretor Christopher Nolan (“A Origem”) começará a chegar às telas grandes em duas semanas, nos países em que o circuito estiver funcionando. No Brasil, o lançamento está marcado para 3 de setembro. Mas até agora, três semanas antes da data estabelecida, não há nenhum cinema aberto no país para exibi-lo, com a exceção do revivido circuito de cines drive-in. A trama é até agora um mistério e a sinopse genérica não ajuda: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” As novas prévias acrescentam ainda mais mistério à premissa, revelando que o objetivo dos protagonistas é evitar a 3ª Guerra Mundial, que não será nuclear, mas “pior”.

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    Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming

    12 de agosto de 2020 /

    A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.

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    O Homem de Lugar Nenhum: Roteirista de John Wick vai escrever remake de thriller sul-coreano

    6 de agosto de 2020 /

    O roteirista e o diretor de “John Wick” vão se juntar num novo filme de ação. Derek Kolstad vai escrever um remake do thriller sul-coreano “O Homem de Lugar Nenhum” (Ajeossi), que terá produção do cineasta Chad Stahelski. Escrito e dirigido por Lee Jeong-beom, o longa original foi lançado em 2010 e acompanha um homem pacato (Won Bin), que revela passado violento ao decidir salvar uma garota (Kim Sae-ron) sequestrada por um grupo criminoso. A trama é basicamente “De Volta ao Jogo” (John Wick) com uma menina em vez de um cachorro. E, claro, a missão é de resgate e não de vingança. Mas só para deixar claro: John Wick só chegou aos cinemas quatro anos depois do filme sul-coreano. Apesar de sua participação como produtor, Stahelski não está escalado como diretor da refilmagem. O filme da New Line ainda não tem diretor atrelado nem data para estrear. Confira abaixo o trailer do filme original, que está disponível no Brasil por VOD em várias plataformas, como YouTube Filmes, NOW e Google Play.

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    Keanu Reeves vai estrelar mais dois filmes de John Wick

    6 de agosto de 2020 /

    A Lionsgate confirmou a produção de mais dois filmes da franquia “John Wick”, estrelada por Keanu Reeves. O ator viverá o assassino do título em “John Wick 4”, já previamente encaminhado, e “John Wick 5”, que não estava previsto. Em teleconferência sobre o balanço trimestral do estúdio, o CEO John Feltheimer revelou que o objetivo da encomenda de dois filmes é economizar com uma filmagem consecutiva no próximo ano. “Esperamos filmar tanto ‘John Wick 4’ quanto o ‘5’ um atrás do outro quando Keanu ficar disponível no início do próximo ano”, Feltheimer afirmou. “John Wick 4” já tem estreia definida: 27 de maio de 2022. Mas o quinto filme ainda não apareceu no calendário da produtora. Além dos dois filmes, a Lionsgate desenvolve uma série para o canal pago Starz, intitulada “The Continental”, sobre o hotel em que John Wick se hospedou no primeiro filme. Atualmente, Reeves está filmando “Matrix 4” para a Warner Bros. em Berlim, na Alemanha.

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    Trailer de Missão Pijamas mostra como seria Pequenos Espiões com atores “americanos”

    6 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, o pôster e o trailer legendado de “Missão Pijamas” (The Sleepover), filme infantil de ação que sugere como seria “Pequenos Espiões” se o elenco latino fosse substituído por atores brancos, como Harvey Weinstein queria. “O estúdio me questionava: ‘Por que você está fazendo com uma família latina? Por que você não os torna americanos?'”, contou o diretor Robert Rodriguez na recente Comic-Con@Home, lembrando como teve que lutar para fazer “Pequenos Espiões”. “Missão Pijamas” tem basicamente a mesma premissa da história criada por Rodriguez em 2001, mas a mãe é loira e as crianças (também um casal como no longa original) são “americanas”. A sinopse oficial de “Pequenos Espiões” até serve para descrever o novo filme: os filhos de pais agentes secretos precisam salvá-los do perigo. Na nova história, só a mãe é “espiã” – na verdade, o roteiro afirma que ela é “apenas” uma ladra, apesar de esconder um arsenal de dar inveja a James Bond em sua casa. Quando seus filhos descobrem que ela foi raptada por “ninjas”, resolvem usar todo esse arsenal para salvá-la e a seu pai sem noção, que é levado junto sem saber com quem tinha casado. Seus raptores esperam que eles trabalhem com o ex-parceiro da ladra aposentada num assalto complexo. Mas as crianças pretendem resgatá-los antes disso. O elenco volta a reunir Malin Akerman e Joe Manganiello após “Rampage: Destruição Total”. Eles são os ex-parceiros que precisam voltar para o crime. Ken Marino (“Veronica Mars”) é o pai e os filhos são vividos por Sadie Stanley e Maxwell Simkins (ambos do telefilme “Kim Possible”). As crianças ainda contam com a ajuda de dois colegas, responsáveis por dar um pouco de “cor” à produção embranquecida: uma menina latina representada por Cree Cicchino (“Game Shakers”) e um menino asiático, Lucas Jaye (“Fuller House”). E por falar em representatividade, a única latina adulta da história é vilã, a “ninja” Karla Souza (“How to Get Away with Murder”). “Missão Pijamas” tem direção de Trish Sie (“A Escolha Perfeita 3”) e estreia em 21 de agosto.

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    Liam Neeson diz que fará filmes de ação até “precisar de andador”

    6 de agosto de 2020 /

    Liam Neeson, que completou 68 anos em junho, disse que não pretende parar de fazer filmes de ação tão cedo. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele contou que “ama fazer esse tipo de coisa” e que continuará fazendo até não ter mais forças ou “precisar de um andador”. “Eles ainda estão me oferecendo estes filmes. Espero que, no final do ano, se pudermos voltar para o trabalho [por causa da pandemia], eu possa começar a fazer outro. Eu me mantenho em boa forma […]. Então sim, eu vou continuar fazendo isso até o dia em que precisar de um andador.” Durante a entrevista, o ator contou como virou um astro de ação da Terceira Idade, ao conseguir seu papel em “Busca Implacável”, em 2008. “Minha querida mulher [Natasha Richardson, que morreu em 2009] e eu estávamos em um festival de cinema, e Luc Besson [produtor de ‘Busca Implacável’] era um dos membros do júri. Eu tinha lido o roteiro do filme e abordei Luc: ‘Olha, tenho certeza que sou o último ator em quem você pensa para este papel, mas eu costumava ser um boxeador, sabia? Eu amo fazer cenas de luta, fiz vários filmes com espadas e este tipo de m*rda. Por favor, pense em mim para este filme’.” O ator disse que, apesar de “ter se divertido como uma criança em uma loja de brinquedos” durante as filmagens, não achou que “Busca Implacável” fosse fazer sucesso. “Eu me lembro de dizer que achava que o filme iria direto para DVD”, refletiu. O filme acabou fazendo um sucesso enorme, rendendo duas sequências e uma série, e a repercussão resultou na transformação de Neeson em astro de ação. Seu próximo lançamento do gênero é “Honest Thief”, dirigido pelo criador da série “Ozark”, Mark Williams, que tem estreia marcada para outubro nos EUA (veja o trailer). Ele também terminou “The Minuteman”, de Robert Lorenz (“Curvas da Vida”) e estava filmando “The Ice Road”, de Jonathan Hensleigh (“O Justiceiro”), quando as produções foram suspensas pela pandemia de covid-19. Todos thrillers de ação.

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    Disney confirma estreia de seu streaming na América Latina, mas Brasil pode ficar de fora

    5 de agosto de 2020 /

    O CEO da Disney, Bob Chapek, reconfirmou o que estava marcado desde o ano passado: que a Disney+ (Disney Plus) será lançada na América Latina em novembro. Esta data tinha sido definida em novembro de 2019, quando a plataforma estreou nos EUA. O objetivo sempre foi expandir o serviço para o sul do continente americano um ano após sua inauguração. O reforço no plano original foi feito na terça (4/8), durante a apresentação do relatório fiscal da companhia para o terceiro trimestre, quando Chapek revelou que a Disney+ (Disney Plus) tinha atingido 60 milhões de assinantes, superando sua meta de público de 5 anos em 8 meses. Além disso, os serviços somados da Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN+ ultrapassaram 100 milhões de assinantes, transformando-se rapidamente num dos principais negócios da companhia. “Esse é um marco significativo e uma reafirmação da nossa estratégia ‘direto-ao-consumidor’, que vemos como chave para o crescimento da nossa companhia”, afirmou o empresário na apresentação. Graças a esse sucesso, a empresa teve menos resistência para tomar a decisão de lançar “Mulan” na plataforma, criando uma categoria de première (que nada mais é que VOD) com preço premium (pago à parte) para os assinantes. Mas, apesar da data de chegada na América Latina estar estabelecida desde o ano passado, o Brasil pode ficar fora desse lançamento. A Claro está contestando a operação porque a Disney+ (Disney Plus) não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros da agência irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, a Amazon Prime Video e a Apple TV+, que são plataformas equivalentes à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não são enquadradas como TV paga. Mas o lobby das operadoras de TV quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados também discute sujeitar os serviços de conteúdo distribuídos pela internet às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende há um ano e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A demora por uma definição também coloca em compasso de espera outras iniciativas do setor, como os lançamentos da HBO Max, Peacock e CBS All Access no Brasil.

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    Mulan será lançado em setembro na Disney+ (Disney Plus)

    4 de agosto de 2020 /

    A Disney revelou seus planos de lançamento para “Mulan”. Após vários adiamentos, devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. A decisão, claro, representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar.

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    Atriz de A Cabine do Beijo vai estrelar filme de ação com Brad Pitt

    3 de agosto de 2020 /

    A atriz Joey King, estrela da trilogia “A Cabine do Beijo” da Netflix, está em negociações para se juntar a Brad Pitt no thriller de ação “Bullet Train” A produção da Sony Pictures tem direção de David Leitch (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”), e é uma adaptação do best-seller japonês “Maria Beetle”, de Kotaro Isaka. A trama gira em torno de um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos no longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. Segundo o Deadline, o papel da atriz não deve tão ser grande. Ela já participou de filmes de ação nesta condição anteriormente, especialmente em “O Ataque” (2013), em que viveu a filha de Channing Tatum durante um atentado na Casa Branca. “Bullet Train” será o primeiro trabalho de Brad Pitt após vencer o Oscar por “Era uma Vez… em Hollywood”. A produção deve começar nas próximas semanas, assim que a permissão para filmagens for restabelecida em Los Angeles. Por ser uma história contida num único ambiente, a produção se encaixa com facilidade nos padrões de prevenção sanitária que tem sido exigidos para as filmagens durante a pandemia de covid-19.

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    Roteirista de John Wick vai transformar Splinter Cell em série animada

    2 de agosto de 2020 /

    A Netflix fechou contrato com a empresa de games Ubisoft para desenvolver uma série animada da franquia de jogos “Splinter Cell”. A adaptação está a cargo de Derek Kostad, roteirista da franquia “John Wick”. Konstad, que assinou todos os filmes do assassino vivido por Keanu Reeves e também está envolvido com a série da Marvel “Falcão e o Soldado Universal”, vai escrever e produzir a versão animada do game, que a princípio terá visual de anime (animação japonesa). Lançado em 2002, “Splinter Cell” acompanha Sam Fisher, um agente altamente treinado de uma sub-divisão fictícia de operações clandestinas da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), apelidada de “Third Echelon”. O jogador controla Fisher para superar seus adversários ao longo de vários níveis. As “partidas” são caracterizadas, principalmente, pelo alto nível de atenção que os jogadores devem ter durante todo seu decorrer, visto que a maioria dos acontecimentos é inesperada, exercitando o raciocínio lógico e capacidade de reação. A trama apresenta elementos de espionagem e equipamentos de última geração, e é endossada pelo já falecido escritor Tom Clancy, criador do espião Jack Ryan, visto em “A Caçada ao Outubro Vermelho”, “Perigo Real e Imediato” e “A Soma de Todos os Medos”, livros adaptados com sucesso por Hollywood. Apesar disto, a franquia, cujo nome completo é “Tom Clancy’s Splinter Cell”, não se baseia em personagens criador pelo escritor. Além do jogo original, a franquia inclui seis sequências e uma coleção literária. Há alguns anos, Tom Hardy chegou a discutir uma adaptação cinematográfica, no papel de Fisher, mas o projeto nunca passou da etapa inicial.

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    Jean-Claude Van Damme vai estrelar comédia de ação na Netflix

    1 de agosto de 2020 /

    A Netflix anunciou a produção da comédia de ação “The Last Mercenary” (O Último Mercenário), estrelada pelo veterano astro de ação Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). No filme, Van Damme viverá um ex-agente do serviço secreto que deve retornar urgentemente à França quando seu filho distante é falsamente acusado de tráfico de armas e drogas pelo governo, após um erro cometido por um burocrata excessivamente zeloso e uma operação da máfia. As filmagens já começaram em Paris, sob direção do francês David Charhon (“Os Incompatíveis”). O elenco também inclui Alban Ivanov (“Boas intenções”), Assa Sylla (“Mortel”), Samir Decazza (“Validé”), Patrick Timsit (“50 São os Novos 30”), Eric Judor (“Deu a Louca no Aladin”), Miou-Miou (“A Datilógrafa”) e Valérie Kaprisky (“A Mulher Pública”). “’The Last Mercenary’ é um projeto incrivelmente empolgante e me permite assumir um novo gênero”, disse Van Damme em comunicado sobre o projeto. “Sempre fui fã de Jean-Paul Belmondo e espero assumir a comédia de ação do meu jeito. O roteiro de David Charhon reúne todos esses elementos de uma maneira muito bem-sucedida – uma bela história com emoção, muita ação e muito humor. Também estou muito feliz por trabalhar ao lado de uma nova geração de talentos como Alban Ivanov, Assa Sylla e Samir Decazza, mas também por me reunir na tela com o creme de la creme de atores franceses como Patrick Timsit, Eric Judor, Miou-Miou e Valérie Kaprisky. O diretor David Charhon acrescentou: “Quero voltar à grande tradição de filmes de ação dos anos 1980 e 90 – aqueles filmes cultuados que todos adoramos, onde os heróis eram fora do comum, as cenas de ação eram mais impressionantes e mais verdadeiras do que a vida, e tudo pontuado com humor. Somente Jean-Claude poderia incorporar essa era de ouro incomparável do cinema.” Ainda não há previsão para a estreia.

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    Trailer traz Liam Neeson como “criminoso honesto” contra agentes corruptos do FBI

    30 de julho de 2020 /

    A Briarcliff Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Legado Explosivo” (Honest Thief), novo longa de ação estrelado por Liam Neeson. Escrito e dirigido por Mark Williams (criador da série “Ozark”), o filme traz Neeson como um ladrão de bancos que procura o FBI para entregar tudo o que roubou em troca de uma diminuição de sentença. O motivo? Ele encontrou o amor de sua vida. A premissa simplória se complica quando agentes corruptos do FBI resolvem ficar com a fortuna para si e o incriminam pelo assassinato do chefe deles, testemunha do crime. Assim, para limpar seu nome e escapar da cadeia, o protagonista vai precisar recuperar o dinheiro e provar a culpa dos federais, enquanto corre da polícia e tenta manter a namorada a salvo dos assassinos. O elenco destaca Kate Walsh (“13 Reasons Why”) como a namorada, Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”) e Anthony Ramos (“Ela Quer Tudo”) como os agentes corruptos, além de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e Robert Patrick (“Perry Manson”) como integrantes do FBI. A estreia está marcada para 9 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o Brasil.

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