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    Ricky Martin desabafa após processo de abuso: “Vítima de uma mentira”

    22 de julho de 2022 /

    O cantor Ricky Martin afirmou que “nunca teve que lidar com algo tão doloroso” quanto a acusação de abuso de seu sobrinho e que foi “vítima da mentira”. “Infelizmente, o ataque veio de um membro da família que está lidando com problemas mentais. A única coisa que lhe desejo é o melhor, que ele encontre ajuda para que possa começar uma nova vida cheia de amor, verdade e alegria e que não machuque mais ninguém”, disse o artista em um vídeo gravado na quinta (21/7) e divulgado por seus representantes, após o arquivamento da ordem de proteção contra ele solicitada pelo jovem de 21 anos, chamado Dennis Yadiel Sánchez. O cantor porto-riquenho, visivelmente abatido, enfatizou que “as mentiras causam muitos danos” a ele, aos seus filhos, ao seu marido, aos seus pais e a toda a família, acrescentando que não pôde se defender antes porque o processo estava aberto e foi exigido que “ficasse em silêncio” até que pudesse prestar depoimento diante do juiz. “Não desejo que ninguém passe o que passei e agora minha prioridade é me curar. E como faço isso? Com música. Mal posso esperar para voltar aos palcos, em frente às câmeras e entreter, que é o que faço melhor”, comentou o cantor. No vídeo, Ricky Martin também agradeceu a todos os amigos e fãs incondicionais que lhe enviaram “mensagens de amor, mensagens positivas”. “Vocês não imaginam a força que me deram com cada comentário feito nas mídias sociais”, acrescentou. “Deu abençoe a todos”, concluiu. O cantor também publicou nas suas contas do Twitter e do Instagram uma breve mensagem em inglês, dizendo: “A verdade prevalece”, juntamente com uma imagem da declaração da sua equipe jurídica informando sobre o encerramento do caso. A acusação contra Martin veio à tona no início de julho, quando a Justiça de Porto Rico emitiu a citada ordem de restrição contra o cantor por violência doméstica. Como a legislação local assegura o anonimato das vítimas, não existiam informações sobre quem tinha dado entrada no pedido. Na ocasião, sites de celebridades divulgaram que o cantor e a suposta vítima haviam se relacionado durante sete meses, mas o ex-Menudo não aceitava o término. Pelo Twitter, Martin informou aos fãs que a decisão judicial era baseada em “alegações completamente falsas”, uma vez que ele é casado há cinco anos com Jwan Yosef, com quem tem quatro filhos. A audiência para analisar o caso aconteceu nesta quinta, com participação de Martin via videoconferência, mas todo o procedimento se deu à portas fechadas, mantendo um batalhão de jornalistas do lado de fora do tribunal na capital de Porto Rico aguardando novidades. E o que ouviram foi que o próprio acusador optou por retirar a acusação. “O peticionário cessou suas reivindicações voluntariamente; portanto, o caso foi arquivado e nenhum procedimento adicional é necessário”, disse o porta-voz do tribunal. Em uma declaração à imprensa, a equipe jurídica de Martin comemorou o resultado. “Isso nunca foi nada mais do que um indivíduo problemático fazendo falsas alegações sem absolutamente nada para substanciar. Estamos felizes que nosso cliente viu a justiça feita e agora ele pode seguir em frente com sua vida e sua carreira”, disseram em comunicado. Truth prevails. Swipe right for English pic.twitter.com/4Q7UOHCi7e — Ricky Martin (@ricky_martin) July 21, 2022

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    Caso de abuso contra Ricky Martin é encerrado em Porto Rico

    21 de julho de 2022 /

    O processo contra Ricky Martin, com acusação de abuso e incesto por parte de um sobrinho de 21 anos, foi encerrado nesta quinta (21/7) em Porto Rico, com o cancelamento da ordem de restrição emitida contra o cantor. A audiência para analisar o caso aconteceu nesta quinta, com participação de Martin via videoconferência, mas todo o procedimento se deu à portas fechadas, mantendo um batalhão de jornalistas do lado de fora do tribunal aguardando novidades. E o que ouviram foi que o próprio acusador optou por retirar a acusação. “O peticionário cessou suas reivindicações voluntariamente; portanto, o caso foi arquivado e nenhum procedimento adicional é necessário”, disse o porta-voz do tribunal. Em uma declaração à imprensa, a equipe jurídica de Martin comemorou o resultado: “Assim como havíamos previsto, a ordem de proteção temporária não foi prorrogada pelo Tribunal”. “O pedido veio do acusador pedindo para encerrar o caso. Isso nunca foi nada mais do que um indivíduo problemático fazendo falsas alegações sem absolutamente nada para substanciar. Estamos felizes que nosso cliente viu a justiça feita e agora ele pode seguir em frente com sua vida e sua carreira”, concluiu o comunicado. A acusação contra Martin veio à tona no início de julho, quando a Justiça de Porto Rico emitiu a citada ordem de restrição contra o cantor por violência doméstica. Como a legislação local assegura o anonimato das vítimas, não existiam informações sobre quem tinha dado entrada no pedido. Na ocasião, sites de celebridades divulgaram que o cantor e a suposta vítima haviam se relacionado durante sete meses, mas o ex-Menudo não aceitava o término. Pelo Twitter, Martin informou aos fãs que a decisão judicial era baseada em “alegações completamente falsas”, uma vez que ele é casado há cinco anos com Jwan Yosef, com quem tem quatro filhos. Na semana passada, o advogado de Martin rebateu as acusações. “Ricky Martin não está, nunca esteve e nunca estará envolvido em qualquer tipo de relacionamento romântico ou sexual com o sobrinho dele. Essa ideia não é apenas mentira, é asquerosa”, disse Marty Singer, que defende o cantor, numa declaração à imprensa. O advogado ainda afirmou que o rapaz sofria com problemas de saúde mental.

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    Ricky Martin vai prestar depoimento no caso de abuso do sobrinho

    20 de julho de 2022 /

    O cantor e ator Ricky Martin (“American Crime Story”) vai prestar depoimento no caso aberto em Porto Rico por seu sobrinho de 21 anos, que o acusa de abuso e incesto. O cantor participará de uma sessão virtual do tribunal nesta quinta (21/7). Segundo o site TMZ, a juíza responsável pelo caso irá decidir se mantém ou não uma ordem de restrição. A acusação contra Martin veio à tona no início de julho, quando a Justiça de Porto Rico emitiu a citada ordem de restrição contra Martin por violência doméstica. Como a legislação local assegura o anonimato das vítimas, não existiam informações sobre quem tinha dado entrada no pedido. Na ocasião, sites de celebridades divulgaram que o cantor e a suposta vítima haviam se relacionado durante sete meses, mas o ex-Menudo não aceitava o término. Pelo Twitter, Martin informou aos fãs que a decisão judicial era baseada em “alegações completamente falsas”. Na semana passada, o advogado de Martin rebateu as acusações. “Ricky Martin não está, nunca esteve e nunca estará envolvido em qualquer tipo de relacionamento romântico ou sexual com o sobrinho dele. Essa ideia não é apenas mentira, é asquerosa”, disse Marty Singer, que defende o cantor, em declaração à imprensa. Ainda segundo o advogado, o sobrinho de Ricky Martin fez as acusações alegando que a vítima era Eric Martin, irmão do artista. Singer ainda afirmou que o rapaz sofre com problemas de saúde mental. Ricky Martin é casado há cinco anos com Jwan Yosef, com quem tem quatro filhos. Caso seja condenado, ele pode ter uma pena de até 50 anos de prisão.

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    Promotor confirma que caso de Polanski tem problemas jurídicos

    18 de julho de 2022 /

    Guardado em segredo por vários anos, o depoimento do promotor Roger Gunson, que tratou da acusação de estupro de menor contra Roman Polanski em 1977, confirmou que o caso foi marcado por problemas jurídicos e ilegalidades. Os detalhes que mais chamaram atenção – além das descrições contundentes do crime – dizem respeito à incompetência do juiz Laurence J. Rittenband, já falecido. Gunson contou ter tentado desqualificá-lo do caso por má conduta, após vê-lo solicitar informações e opiniões fora dos canais judiciais normais, vindas “de toda parte”, e mudar de ideia após fechar um acordo com Polanski sobre seu tempo de detenção. Graças ao acordo original, Polanski se declarou culpado em 1977 de uma acusação de relações sexuais ilegais com uma menina de 13 anos. Rittenband o condenou a passar 90 dias na Prisão Estadual de Chino para um exame de diagnóstico antes de sentenciá-lo. Mas o diretor foi libertado após 42 dias, levando a um clamor público. O juiz então voltou atrás, de acordo com o testemunho de Gunson, dizendo que enviaria Polanski de volta à prisão estadual. Para Gunson, a qualificação do período do exame como sentença já era contrário à lei. Mas pior ainda foi a segunda decisão do juiz, diante da desaprovação pública, ao reverter a detenção de Polanski, acrescentando uma sentença potencial de 6 meses a 50 anos para o diretor, enquanto assegurava em particular aos advogados do cineasta que deixaria Polanski sair da prisão depois de cumprir mais 48 dias. Gunson também testemunhou que o tratamento de Polanski foi surpreendentemente brando. Ele foi autorizado a se declarar culpado apenas da acusação mais leve contra ele, escapando de uma acusação de estupro, supostamente para poupar sua vítima de 13 anos da provação de um julgamento. Seu exame psiquiátrico também foi encurtado para poupá-lo de ameaças percebidas na prisão de Chino, e seu oficial de condicional, em uma decisão incomum, permitiu-lhe sair três vezes para dar entrevistas. Apesar disso, Gunson disse que entendeu a decisão de Polanski de fugir do país em 1978. “Depois de refletir sobre o que aconteceu, não fiquei surpreso por ele ter saído”, testemunhou. “Havia uma questão de saber se ele, Sr. Polanski, poderia confiar na palavra do juiz Rittenband. Se ele fosse enviado para a prisão estadual e não fosse chamado de volta pelo juiz, poderia ficar lá por 20 ou 50 anos”, testemunhou Gunson. Esta polêmica já era conhecida, pois Gunson repetiu tudo isso no documentário “Polanski: Procurado e Desejado”, de 2008. O próprio Polanski argumentava há décadas que só fugiu do país após o juiz original do caso ameaçar desconsiderar um acordo que ele fechou com o tribunal. Ele alega que cumpriu o combinado. Mas após seu período preso, o juiz alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido mantê-lo preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Embora Gunson tenha prestado esse testemunho juramentado em 2010, a Promotoria de Los Angeles barrou as tentativas dos advogados de Polanski de trazerem o depoimento à público para confirmar as alegações do diretor. Isso só foi revertido agora por uma ordem do Tribunal de Apelações, atendendo dois jornalistas interessados em publicar o conteúdo. O ex-promotor, atualmente aposentado, também descreveu longamente os esforços fracassados ​​ao longo dos anos para resolver o caso, incluindo uma tentativa de acordo para que Polanski retornasse aos Estados Unidos nos anos 1990, com a garantia de não seria preso ao desembarcar. Mas embora Polanski se dissesse disposto, a chefia da promotoria sempre impediu. De acordo com Gunson, o escritório do promotor público de Los Angeles sempre defendeu que Polanski devia se entregar antes de fazer um acordo, algo que nunca aconteceria.

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    Depoimento secreto pode encerrar caso de abuso de Roman Polanski dos anos 1970

    14 de julho de 2022 /

    Depois de anos recusando apelos de Roman Polanski, o Tribunal de Apelações da Califórnia, em Los Angeles, ordenou na quarta-feira (13/7) que o Tribunal Superior do Condado de Los Angeles revele testemunhos até então ocultos no famoso caso de abuso sexual cometido pelo cineasta francês nos anos 1970. O mais curioso é que a iniciativa não aconteceu por causa de Polanski, mas por pedido de jornalistas, que argumentaram que a lei estadual e o interesse público exigiam que o tribunal revelasse o testemunho do promotor original do caso, Roger Gunson. Polanski argumenta há décadas que só fugiu do país após o juiz original do caso ameaçar desconsiderar um acordo que ele fechou com Gunson. O combinado era ficar 48 dias preso em 1977, o que ele cumpriu. Mas após este período o juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Como parte do acordo, Polanski se declarou culpado de drogar e abusar de Samantha Geimer quando ela tinha 13 anos, durante uma sessão de fotos na casa de Jack Nicholson em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria. Por conta da falta de uma sentença final, o caso é considerado aberto até hoje, e a Justiça de Los Angeles fez nos últimos anos algumas tentativas de prender o diretor, em momentos em que ele se ausentou da França. Mas Polanski, que hoje tem 88 anos, tem tentado comprovar que a sentença foi cumprida e o caso não pode ser considerado aberto. O depoimento do promotor original, que foi tornado secreto, é considerada peça-chave para encerrar o processo judicial. Na época de seu testemunho, Gunson estava doente e temia-se que ele não sobrevivesse para testemunhar em qualquer julgamento final do caso. A defesa de Polanski acredita que suas declarações apoiam a afirmação de que o juiz original violou a lei e os padrões do tribunal ao abandonar o acordo judicial com o cineasta. Essa suspeita é reforçada pela recusa da procuradoria de tornar o depoimento público. A ordem do Tribunal de Apelações cita a necessidade de exame público das alegações de que os direitos de Polanski foram violados pelo tribunal antes e depois de ele fugir do país, já que o caso é mantido aberto há mais de quatro décadas. O Tribunal também argumentou que não há motivos para manter o depoimento secreto, já que não há preocupações de segurança nesse julgamento que possam exigir sigilo. Por coincidência ou não, um dia antes a Promotoria do Condado de Los Angeles anunciou que não se oporia mais à revelação do testemunho de Gunson. Em entrevista ao The Hollywod Reporter, o atual promotor George Gascón confessou ter visto “algumas irregularidades” no caso, começando com uma potencial “má conduta judicial” do juiz que inicialmente supervisionou o processo. Caso isso seja comprovado, o caso deverá ser dado como encerrado e Polanski poderá ser autorizado a retornar aos Estados Unidos sem temer ser preso no desembarque. Por sinal, é tudo o que deseja a verdadeira vítima dessa história. Em 2017, Samantha Gaimer publicou uma carta aberta pedindo que o depoimento do promotor fosse tornado público. Ela já se acertou com Polanski. Após o escândalo arrefecer, foi procurada por emissários do diretor, chegando a um acordo financeiro – estimado em US$ 500 mil de indenização. Em 2013, Gaimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”. Ela acusa os promotores de nunca terem pensado nela e estenderem o caso que afeta sua vida pessoal por anos para promoverem suas carreiras. Além disso, considera que o cineasta já foi punido o suficiente por ficar longe de Hollywood por quatro décadas, e que ele deveria poder voltar aos Estados Unidos no fim da vida, sem temer morrer numa prisão.

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    Diretor vencedor do Oscar é preso na Itália sob acusação de estupro

    19 de junho de 2022 /

    O diretor Paul Haggis, do filme vencedor do Oscar “Crash – No Limite” (2004), foi detido neste domingo (19/5) na cidade de Ostuni, no sul da Itália, por acusações de agressão sexual e lesão corporal agravada, de acordo com vários relatos da mídia italiana e uma declaração dos promotores públicos da cidade vizinha de Brindisi. Uma jovem identificada apenas como “estrangeira” prestou queixa criminal contra Haggis, acusando-o de forçá-la a ter relações sexuais durante dois dias em Ostuni, onde ele se encontra para realizar uma série de master classes no Allora Fest, um novo festival de cinema marcado para começar na terça-feira (21/6). A mulher foi encontrada no aeroporto Papola Casale em Brindisi, onde foi largada na manhã deste domingo, apesar de demonstrar “condições físicas e psicológicas precárias”, segundo um relatório da polícia italiana. Socorrida por funcionários do aeroporto e policiais, ela foi levada para o hospital e posteriormente apresentou acusações formais. Esta não é a primeira acusação de agressão sexual feita contra Haggis. Em 2017, a assessora de imprensa Haleigh Breest processou o cineasta, alegando que ele a estuprou violentamente em seu apartamento em Nova York após uma première em 2013. Após essa acusação se tornar pública, mais três mulheres denunciaram o diretor e roteirista por má conduta sexual contra Haggis. Ele negou todas as alegações. Cientologista que depois se voltou contra a seita, Paul Haggis foi alçado à fama com “Crash” e depois assinou roteiros de filmes de sucesso como “Menina de Ouro” (2004), “007 – Cassino Royale” (2006) e “007 – Quantum of solace” (2008). As acusações refletem uma irônica lição de moral para a velha guarda de Hollywood. “Crash” é considerado o mais fraco vencedor do Oscar deste século e só teria vencido porque contou com apoio dos conservadores para impedir o favorito “O Segredo de Brokeback Montain” de ser consagrado pela Academia. O filme que rendeu o Oscar de Melhor Direção para Ang Lee contava uma história de amor proibida entre dois homens. Representando a opinião dos eleitores do prêmio, o já falecido ator Tony Curtis chegou a declarar que não tinha visto e não tinha intenção de ver o romance gay para votar no Oscar. Assim, o filme do homem acusado de ser estuprador acabou vencendo o Oscar, com apoio dos defensores da moral e dos bons costumes.

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    Ator de “Andi Mack” é condenado a dois anos de prisão por assédio a menor

    5 de junho de 2022 /

    O ator Stoney Westmoreland (da série “Andi Mack”) foi condenado a dois anos de prisão federal e dez anos de liberdade supervisionada, após ser detido em 2018 por suspeita de fazer sexo com um menor de 13 anos de idade. Na época, ele tinha 48 anos. Intérprete de Henry “Ham” Mack, o avô de Andi Mack na atração homônima do Disney Channel, o ator foi detido em Salt Lake City, cidade onde a série é gravada. Ele foi acusado de “guardar materiais prejudiciais a menor” e “seduzir menor por internet ou texto”, e sua sentença poderia chegar a 10 anos de prisão. Admitindo sua culpa, ele conseguiu um acordo judicial com os promotores, que reduziu sua sentença. De acordo com os documentos do caso no 3º Tribunal Distrital, ele teve contato com a vítima por meio de um aplicativo “usado para namorar e conhecer pessoas com o propósito de se envolver em atividade sexual”. Em conversa com o adolescente assediado, a polícia local descobriu que Westmoreland enviou fotos pornográficas e pediu ao menor de idade se envolver em atos sexuais com ele e enviar fotos nuas. O ator planejava levá-lo a um quarto de hotel quando o Departamento de Polícia de Salt Lake City e a Força Tarefa de Exploração Infantil do FBI o prenderam. Após a prisão, a Disney informou que o ator foi desligado de “Andi Mack”. Mesmo assim, ele apareceu até quase metade da 3ª e última temporada da atração. O cancelamento foi considerado precoce na época, já que a série era um dos dos maiores sucessos do Disney Channel. “Andi Mack” acompanha a personagem-título e seus amigos pré-adolescentes em uma jornada de descobertas, e incluiu o primeiro personagem gay jovem de uma produção do estúdio Disney.

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    Acusado de assédio e demitido, Noel Clarke vai processar todo mundo por falta de evidências

    29 de maio de 2022 /

    Acusado de assédio sexual, o ator e produtor britânico Noel Clarke teve prêmios rescindidos e séries canceladas. Mas um ano depois do escândalo, a Polícia Metropolitana de Londres anunciou não ter conseguido confirmar nenhuma das denúncias, encerrando as investigações após atingir o limite de tempo para prosseguir sem resultados por falta de evidências. Um dos mais promissores astros do Reino Unido, Clarke foi a falência e fechou sua produtora por causa de um artigo publicado em maio de 2021 pelo jornal The Guardian, com depoimentos nominais e em off de cerca de 20 mulheres que trabalharam com ele em projetos de cinema e TV nos últimos anos. As alegações incluíam desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante um teste de papel. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final de uma trilogia aclamada que o ator dirigiu e estrelou. Todas as demais acusações foram em “off”, sem identificação. Clarke sempre negou todas as acusações e a investigação policial não conseguiu provar malícia de sua parte. Neste fim de semana, ele desabafou numa entrevista ao jornal Daily Mail: “Não houve prisão, nenhuma acusação, nenhum julgamento, nenhum veredicto, mas fui criminalizado. Esta é uma forma de macarthismo moderno.” “Se não precisamos mais de polícia, juízes e júris, se precisamos apenas das mídias sociais e de declarações na imprensa, então em que mundo vivemos?”, ele continuou. “Em que ponto as emissoras de TV deste país se tornaram juízes, júris e executores de pessoas? Em que ponto a BAFTA (Academia de TV e Cinema do Reino Unido) decidiu que não seu objetivo não é mais sobre filmes, mas julgar a vida das pessoas? Isso não é apenas sobre mim, é maior, é sobre o direito à Justiça. Sim, as pessoas disseram essas coisas sobre mim, mas se eu disser que você é um burro, isso não faz de você um burro, faz?” Sua menção à BAFTA se deve à retirada de um prêmio em homenagem às suas conquistas notáveis na indústria cinematográfica britânica. Já a parte das emissoras refletem o fato de os canais britânicos ITV e Sky terem rompido suas relações profissionais com o ator, levando ao cancelamento da série policial “Bulletproof” e à interrupção da minissérie “Viewpoint”. Ele agora está processando a BAFTA e o jornal The Guardian por difamação. Ele também está processando a editora de revistas Conde Nast, que publicou um artigo sobre a polêmica na revista GQ. “Vinte anos de trabalho se foram em 24 horas”, disse Clarke ao Daily Mail. “Eu perdi tudo. A empresa que construí do zero, meus programas de TV, meus filmes, meus contratos de livros, o respeito da indústria que eu tinha. No meu coração e na minha cabeça, isso me prejudicou de uma forma que não consigo articular.” Clarke diz que seus processos visam criar uma indústria de cinema e TV mais justa, capaz de ter uma estrutura onde “mulheres e pessoas vulneráveis ​​sejam protegidas, mas também que proteja pessoas de condenações sumárias sem provas”. Ele acrescenta que não vê um caminho fácil para retomar sua carreira depois de ter sido “cancelado” pela BAFTA, emissoras de TV e produtoras. “Nenhum deles quer estar errado. Eles fizeram declarações tão grandes e ousadas. Depois, há o clima atual, em que se alguém questiona a opinião da maioria, ‘Espere um segundo, qual é o contexto?’, a sociedade também se volta contra essa pessoa”.

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    Site de direita está por trás de campanha milionária contra Amber Heard

    22 de maio de 2022 /

    A revista Vice descobriu que o portal conservador The Daily Wire tem financiado propaganda contra Amber Heard nas redes sociais. Trata-se de uma campanha milionária de difamação, que busca engajamento com a promoção de postagens negativas para destruir a carreira da atriz e convencer o público de que Johnny Depp é inocente de suas acusações. A disputa judicial da atriz com o ex-marido Johnny Depp tem sido o assunto com mais engajamento do ano, e o portal tem forte presença nas redes. O The Daily Wire publica mais de 180 reportagens e análises diárias, feitas por um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Esta estrutura custa uma fortuna e é financiada com o objetivo explícito de influenciar a opinião pública a favor de pautas da direita. O fato de Johnny Depp virar queridinho da direita é no mínimo bizarro. Mas não é ele quem importa e sim ela. O empoderamento de Amber Heard é inaceitável para a direita dos EUA. A Vice apurou que foram produzidos vários textos e vídeos criticando o comportamento da atriz, que é bissexual assumida e, como ela mesma afirmou no artigo do jornal Washington Post que levou Depp a processá-la, sobrevivente de violência doméstica. Além do dinheiro gasto para produzir este conteúdo, foram investidos mais milhares de dólares para promovê-lo por diversos meios, buscando criar a impressão de maioria contra a atriz. Segundo levantamento da empresa NewsWhip citado na reportagem da Vice, de 4 de abril a 16 de maio o caso Heard versus Depp foi o assunto com mais interações na redes sociais, superando até a guerra da Ucrânia. Nas redes sociais, a maioria das postagens se alinha aos conteúdos patrocinados pela The Daily Wire, ridicularizando as acusações de Heard, que seria mentirosa, vagabunda e interesseira, a descrição tradicional da direita para uma mulher que ousa denunciar abusos. O julgamento do processo de difamação vai acabar na próxima sexta (27/5), restando o veredito e da sentença nos próximos dias.

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    Selma Blair revela alcoolismo e abusos em livro de memórias

    11 de maio de 2022 /

    A atriz Selma Blair, conhecida por sucessos como “Segundas intenções” (1999), “Legalmente loira” (2001) e “Hellboy” (2006), lança na próxima terça (17/5) seu livro de memórias. Intitulado “Mean Baby”, a obra registra várias passagens trágicas e polêmicas de sua vida, como o alcoolismo iniciado aos sete anos de idade, múltiplos abusos sexuais e sua luta atual contra a esclerose múltipla. “A primeira vez que fiquei bêbada foi uma revelação. Sempre gostei de Sêder de Pessach [jantar cerimonial judaico]. Enquanto tomava pequenos goles do Manischewitz, foi permitido que durante todo o Sêder uma luz me inundasse, enchendo-me com o calor de Deus. Mas aos sete anos, quando basicamente tínhamos Manischewitz na torneira e ninguém estava prestando atenção ao meu nível de consumo, eu juntei: o sentimento não era Deus, mas fermentação. Eu pensei: ‘Bem, isso é uma grande decepção, mas posso obter o calor do Senhor de uma garrafa, graças a Deus há uma bem aqui’. Fiquei bêbada naquela noite. Muito bêbada. Eventualmente, fui colocada na cama da minha irmã Katie com ela. De manhã, não me lembrava como tinha chegado lá”, detalha a atriz num trecho do livro, adiantado pela revista People. Embora diga que não sabe “se teria sobrevivido à infância sem o alcoolismo”, a situação ficou pior durante a adolescência e nos tempos de faculdade. A atriz lembra uma vez que foi estuprada por um homem, talvez dois, durante umas férias de verão da universidade. “Não sei se os dois me estupraram. Um deles definitivamente o fez. Fiquei paralisada e quieta, e esperei que acabasse”, conta. O abuso, no entanto, não foi o único que ela sofreu em sua vida. “Gostaria de poder dizer que o que aconteceu comigo naquela noite foi uma anomalia, mas não foi. Fui estuprada várias vezes porque estava bêbada demais para dizer ‘por favor, pare’”, completa o texto. Ela só decidiu ficar sóbria em 2016. Falando para a People sobre o livro, a atriz acrescentou que lembrar de tudo para escrever a obra foi uma revelação. “Minha sensação de trauma era maior do que eu imaginava. Não sabia que a agressão era tão central na minha vida. Eu tinha tanta vergonha e culpa. Sou grata por me sentir segura o suficiente para colocar isso numa página. E então posso trabalhar nisso com um terapeuta e com outros escritores, e realmente aliviar esse fardo da vergonha em mim mesma”, disse. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair)

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    Documentário de denúncia contra Marilyn Manson ganha trailer legendado

    14 de março de 2022 /

    A HBO Max divulgou o trailer legendado da minissérie documental “Phoenix Rising: Renascendo das Cinzas”, em que Evan Rachel Wood fala sobre o abuso que sofreu nas mãos de Marilyn Manson (que ela chama pelo nome real, Brian Warner). A produção revela a história de Wood para falar das várias mulheres que denunciaram o músico, e ainda mostra como a atriz assumiu a luta das vítimas de abuso para abolir o limite de prescrição dos crimes, que impede que abusadores sejam investigados por denúncias feitas depois de um certo tempo. Em um dos momentos mais fortes da produção, a estrela da série “Westworld” revela ter sido estuprada diante das câmeras no clipe de “Heart-Shaped Glasses”, lançado em 2007, quando ela tinha 19 anos – Manson estava com 38. Após a exibição da produção no Festival de Sundance deste ano, Marilyn Manson abriu processo contra a atriz por difamação, contestando suas alegações de abuso sexual, que chama de “falsidade maliciosa”. Ela respondeu com um “Não tenho medo”. Dirigida por Amy Berg (“Livrai-nos do Mal”), a atração estreia em 22 de março no Brasil, uma semana após o lançamento na HBO americana (nesta terça, 15/3).

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  • Filme

    Justiça francesa confirma investigação de Gérard Depardieu por estupro

    10 de março de 2022 /

    Com o último recurso negado, a Justiça francesa confirmou nesta quinta-feira (10/3) a acusação de Gérard Depardieu por “estupro” e “agressão sexual” contra a atriz Charlotte Arnould em agosto de 2018. “A câmara de inquérito [do tribunal de recurso] considera que existem, nesta fase, indícios graves ou concordantes que justifiquem que Gérard Depardieu continue sendo investigado”, disse um comunicado do Ministério Público sobre a recusa do recurso tentado pelos advogados do ator para encerrar as investigações. Arnould denunciou Depardieu em 2018, ocasião em que a polícia abriu investigações. Os fatos teriam ocorrido nos dias 7 e 13 de agosto em uma das residências parisienses do ator, durante o que foi descrito como uma “colaboração profissional”. Em sua queixa, a jovem afirmou ter sido abusada durante o ensaio informal de uma peça. Amigo de seu pai, Depardieu a teria convidado a visitá-lo para ouvir dicas e auxiliar sua carreira de atriz, já que ela é iniciante e só trabalhou em curtas. A polícia francesa chegou a arquivar a denúncia por falta de provas em 2019, mas Arnould pediu que o caso fosse reconsiderado, o que acabou acontecendo em dezembro de 2020, com a reabertura das investigações. Mas desde então o processo vem transcorrendo sem novidades. Um dos astros de cinema mais famosos da França, Depardieu nega as acusações. Nos últimos anos, ele vem acumulando escândalos. Foi surpreendido dirigindo embriagado, agrediu um paparazzi e quase foi preso ao urinar dentro da cabine de um avião em um voo entre Paris e Dublin em 2011. Depardieu também ameaçou abrir mão do passaporte francês para adotar a nacionalidade russa, visando escapar dos impostos de seu país.

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    Documentário que denuncia crimes sexuais de Marilyn Manson ganha trailer

    22 de fevereiro de 2022 /

    A HBO divulgou o trailer do documentário “Phoenix Rising”, em que Evan Rachel Wood fala sobre o abuso que sofreu nas mãos de Marilyn Manson (que ela chama pelo nome real, Brian Warner). A produção revela a história de Wood para falar das várias mulheres que denunciaram o músico, e ainda mostra como a atriz assumiu a luta das vítimas de abuso para abolir o limite de prescrição dos crimes, que impede que abusadores sejam investigados por denúncias feitas depois de um certo tempo. Em um dos momentos mais fortes da produção, a estrela da série “Westworld” revela ter sido estuprada diante das câmeras no clipe de “Heart-Shaped Glasses”, lançado em 2007, quando ela tinha 19 anos – Manson estava com 38. Dirigida por Amy Berg (“Livrai-nos do Mal”), a produção será lançada pela HBO em duas partes, a partir de 15 de março.

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