Amazon renova The Man in the High Castle para a 4ª temporada
A Amazon renovou “The Man in the High Castle” para uma 4ª temporada. A série de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência num mundo em que Alemanha e Japão venceram a 2ª Guerra Mundial. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, do escritor Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), foi criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e tem como produtor o cineasta Ridley Scott. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (série “Revenge”), DJ Qualls (série “Z Nation”) e Bella Heathcote (“Demônio de Neon”). A 4ª temporada vai começar a ser gravada em meados de setembro para lançamento em 2019.
4ª temporada de Supergirl vai abordar trama cultuada do criador de Kick-Ass e Kingsman
O final da 3ª temporada de “Supergirl” deixou muitos telespectadores intrigados, pois nos últimos segundos introduziu uma nova versão da heroína do título, vista chegando sem roupas à Sibéria, no leste da Rússia. A cena ambígua foi explicada pelos produtores em entrevistas após a exibição do capítulo. Ela apresenta a vilã da próxima temporada, que será a própria Supergirl (Melissa Benoist). Durante sua luta final com Régia (Odette Annable), Kara volta no tempo para impedir a morte de seus amigos e utiliza a Pedra de Yuda Kal para se transportar para uma espécie de mundo subconsciente. Mas isso fez com que uma cópia de Supergirl surgisse na Rússia. “Para os fãs dos quadrinhos, acho que eles podem reconhecer que a história que queremos contar é inspirada na icônica ‘Red Son’ da DC Comics, que narrou uma história de origem alternativa para o Superman”, disse o produtor Robert Rovner ao site TVLine. A minissérie de três capítulos “Red Son” foi escrita em 2003 por Mark Millar, o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”, e conta o que aconteceria se a nave do bebê Kal-El tivesse descido na Rússia e Superman crescesse como um comunista. A publicação foi lançada no Brasil com o título “Superman – Entre a Foice e o Martelo”. Além da história de “Red Son”, a trama deve abordar eventos da própria revista da “Supergirl”, que em 2005 foi separada em duas pessoas diferentes ao entrar em contato com Kryptonita Negra, uma delas com personalidade maligna. Vale lembrar que a Pedra de Yuda Kal é um pedaço de rocha preta do planeta Krypton – a definição da Kryptonita Negra. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
John Malkovich vira o detetive Hercule Poirot na primeira foto da adaptação de Os Crimes ABC
A rede britânica BBC divulgou a primeira foto de John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) como a nova versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. Ele foi escalado para interpretar o personagem da escritora Agatha Christie numa minissérie baseada no livro “Os Crimes ABC”. Intitulada em inglês “The ABC Murders”, a minissérie terá três episódios, coproduzidos pela rede BBC no Reino Unido e a plataforma Amazon nos Estados Unidos. No romance de 1936, Poirot caça um serial killer conhecido apenas como “ABC”. Curiosamente, a trama já tinha sido adaptada no cinema em 1965, só que como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). O elenco também inclui Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”) e Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.
The Terror é renovada para a 2ª temporada
O canal pago americano AMC anunciou a renovação da série “The Terror” para a 2ª temporada. O programa foi muito elogiado em seu primeiro ano, mas tinha sido apresentado como uma minissérie completa. Afinal, sua trama era baseada no livro de mesmo nome do escritor Dan Simmons, sobre uma expedição malfada da Marinha Real britânica em 1847. Em dez episódios, a série mostrou como, em sua viagem pelo Ártico, um barco acabou encalhado, sem suprimentos e à mercê dos elementos, enquanto sua a tripulação passou a ser atacada por um misterioso predador. A atração não vai continuar esta história, mas se tornar uma antologia de terrores de época. O segundo arco contará contará com uma equipe e elenco, e já definiu sua história. Ela será ambientada na 2ª Guerra Mundial e mostrará um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia até os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. “Estou profundamente honrado em contar uma história ambientada neste período extraordinário”, disse o cocriador Alexander Woo em um comunicado. “Esperamos transmitir o terror abjeto desta experiência histórica de uma maneira que pareça moderna e relevante para o momento presente. E a perspectiva de fazê-lo com um elenco maioritário asiático e asiático-americano é emocionante”, acrescentou. Novamente com 10 episódios e produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), a 2ª temporada deve estrear em 2019.
Timeless é cancelada ao final da 2ª temporada, mas pode ganhar telefilme final
A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série “Timeless” após duas temporadas. Vale lembrar que a série foi cancelada no ano passado, mas a decisão acabou revista devido à campanha dos fãs. Desta vez, porém, não tem volta. A 2ª temporada registrou média de apenas 2,5 milhões de telespectadores, uma queda vigorosa em comparação aos 4,6 milhões da 1ª temporada. A NBC, no entanto, negocia a realização de um telefilme de 2 horas para concluir a história e resolver o cliffhanger do último episódio, ao estilo do que a Netflix fez com “Sense8”. Sem isso, a série ficaria sem fim. As negociações estão ocorrendo entre o canal e a Sony, produtora da série, que precisam chegar num acordo em relação ao orçamento da produção. Desenvolvida por Eric Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanhava um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. Ryan usou o Twitter para garantir que “se a NBC for sincera em sua vontade de realizar um telefilme de duas horas, para dar um encerramento necessário aos nossos maravilhosos fãs de ‘Timeless’, nós estamos prontos para fazê-lo”. Veja abaixo. 3. If NBC is sincere in wanting a 2 hour movie to give much needed closure to our amazing @NBCTimeless fans, we are ready to make it. We don't want the journeys of Lucy, Wyatt, Rufus and the others to end yet. #ClockBlockers — Shawn Ryan (@ShawnRyanTV) June 22, 2018
Mon-El se despede da série Supergirl
Jeremy Jordan não foi o único integrante do elenco de “Supergirl” que se despediu da série ao final da 3ª temporada. Chris Wood, intérprete de Mon-El, também não voltará nos próximos episódios. Mon-El e Winn, o personagem de Jordan, saíram juntos da trama, ao viajarem para o futuro após a derrota de Régia, onde se unirão à Legião dos Super-Heróis. “O plano para Chris sempre foi tê-lo no programa por dois anos”, explicou o produtor executivo Robert Rovner ao site TVLine. “Adoramos contar a história de Mon-El, assim como a história que contamos sobre ele e Kara. Esperamos que os fãs sintam que foi uma conclusão satisfatória.” A produtora executiva Jessica Queller acrescentou: “Ambos têm destinos em tempos diferentes como heróis. O que eles fizeram foi a decisão de ‘Casablanca’, de colocar o que é mais importante para eles – o que é salvar o mundo – primeiro. É um pouco agridoce que o destino de um seja ser uma heroína no presente e o destino do outra seja comandar a Legião no futuro, mas acho que eles cresceram muito ao se conhecerem. Eles têm respeito um pelo outro e respeitam as decisões que tomaram respectivamente”. Mas não significa que Chris Wood não possa voltar a trajar o icônico traje vermelho de Mon-El. “Adoramos trabalhar com o Chris, então adoraríamos ter o Mon-El de volta algum dia se a história nos levar até lá e se o Chris estiver disponível”, completou Rovner. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner
Criador de Chucky anuncia produção da série do Brinquedo Assassino
O criador de Chucky, o roteirista e diretor Don Mancini, anunciou no Twitter a produção da série baseada no boneco psicopata. Sem dar maiores detalhes, ele postou um gif que confirma o título da produção: “Child’s Play”, mesmo nome do filme original que lançou a franquia em 1988, batizado no Brasil de “Brinquedo Assassino”. Mancini escreveu o roteiro de “Brinquedo Assassino” há 30 anos e desde então explora sem parar o boneco, tendo escrito todas as seis continuações e ainda dirigiu os três últimos longas do monstro de plástico. O projeto será uma continuação da trama do último filme, “O Culto de Chucky”, que foi lançado direto em DVD no ano passado. Em entrevista para o site Bloody Disgusting, o roteirista-diretor afirmou que a série foi “deliberadamente configurada no final do último filme”, acrescentando que o “tom é sombrio e perturbador”. Ele ainda adiantou que Brad Dourif continuará a dublar Chucky, como em todos os filmes. “Child’s Play” também terá produção de David Kirschner, que produz os filmes de Chucky, mas ainda não possui canal definido nem previsão para de lançamento. pic.twitter.com/5Xqve1w88H — Don Mancini (@RealDonMancini) June 22, 2018
Netflix renova Cara Gente Branca para a 3ª temporada
A Netflix publicou no Twitter o anúncio da renovação de “Cara Gente Branca” (Dear White People) para a 3ª temporada. Veja abaixo. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Com mais 10 episódios, a atração retorna em 2019. Venho em nome da Ordem do X, passar a mensagem: Cara Gente Branca retornará à Netflix para uma terceira temporada. Boa noite. — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 22 de junho de 2018
The Connors: Série Roseanne ganhará spin-off com todo o elenco, menos Roseanne
A rede americana ABC deu sinal verde para a produção de um spin-off de “Roseanne”, após a série original ser cancelada devido a um tuíte racista de sua protagonista Roseanne Barr. Intitulado “The Connors”, o projeto reunirá todos os integrantes do elenco, menos Roseanne. E irá estrear já no final deste ano. “As histórias de ‘The Connors’ demonstram que famílias sempre podem encontrar assuntos comuns entre conversas, risadas e amor. O spin-off vai continuar a explorar problemas contemporâneos que são tão relevantes quanto eram há 30 anos”, definiu a ABC em comunicado, aludindo à época da exibição original de “Roseanne”. A série foi um sucesso imenso de público e crítica nos anos 1990, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, acompanhava os problemas cotidianos de uma família típica da classe trabalhadora. E esta era a grande diferença. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas bem resolvidas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas, criar os filhos e aturar a convivência familiar. Em meio à onda nostálgica que marca o retorno de atrações clássicas para a televisão, o revival da série liderou a audiência dos Estados Unidos assistido por 18 milhões de espectadores ao vivo e marcando 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo. Isto inspirou uma renovação antecipada da produção. Mas, logo ao final da temporada, a protagonista e produtora Roseanne Barr resolveu disparar um tuíte racista e gratuito sobre Valerie Jarrett, mulher negra, nascida no Irã, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Roseanne escreveu: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. A repercussão foi tão negativa que a emissora ABC optou por cancelar a série, mesmo ela tendo estourado os índices de audiência. Até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. A decisão do canal não tardou. Mas, mesmo diante do clamor público, a ação surpreendeu o mercado. Afinal, na onda de revivais da TV americana, a comédia de Roseanne Barr era disparada a mais bem-sucedida. O detalhe é que o cancelamento foi defendido até pelo CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou. A atriz pediu desculpas, e mais tarde voltou a rede social para culpar um calmante pela declaração polêmica. O cancelamento súbito, porém, deixou diversas pessoas desempregadas e anunciantes em polvorosa, e a ABC prometeu trabalhar para remediar isso. A solução veio com o projeto do spin-off, que acompanhará a família de Roseanne, mas sem a presença de Roseanne.
Marco Pigossi vai estrelar série sobrenatural do diretor do Touro Ferdinando na Netflix
O ator Marco Pigossi irá estrelar uma segunda série da Netflix. Após ser confirmado na primeira série australiana do serviço de streaming, intitulada “Tidelands”, ele foi anunciado como protagonista de “Cidades Invisíveis”, produção brasileira criada por Carlos Saldanha, diretor das animações “O Touro Ferdinando”, “Rio” e “A Era do Gelo”. Na trama, o ator viverá um detetive que, ao embarcar na investigação de um assassinato, descobrirá um submundo habitado por criaturas míticas que evoluíram de uma linhagem do folclore brasileiro. Atualmente no ar na novela “Onde Nascem os Fortes”, Pigossi também será visto em dois filmes neste ano, “A Última Chance” e “O Nome da Morte”. “Cidades Invisíveis” deve começar a se gravada no final de 2018.
Ozark: Série criminal com Jason Bateman ganha teaser e fotos da 2ª temporada
A Netflix divulgou o teaser e quatro fotos da 2ª temporada de “Ozark”, série criminal estrelada por Jason Bateman. A prévia pondera as consequências dos atos do protagonista e sua mulher, vivida por Laura Linney (“Sully: O Herói do Rio Hudson”), e anuncia a data de estreia dos novos episódios. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”), “Ozark” acompanha o casal e seus filhos, que fogem para uma região remota dos Estados Unidos depois de o personagem de Bateman se envolver com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal. A atração não virou um fenômeno, mas tampouco desagradou, com 66% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os novos episódios chegam na Netflix no dia 31 de agosto.
The Walking Dead terá salto temporal e mais destaque para personagens femininas na 9ª temporada
A nova showrunner de “The Walking Dead“, Angela Kang, confirmou que a 9ª temporada trará um salto temporal na trama. “Estamos trabalhando para que a temporada tenha um ar renovado. E ela vai lidar com o tempo. Teremos um salto temporal na história”, afirmou durante um evento de imprensa do canal pago AMC, nos Estados Unidos. Nos quadrinhos, logo após o confronto final com Negan – mostrado na última temporada da série – também há um salto temporal: de dois anos. A produtora também acrescentou que os novos episódios destacarão mais as mulheres da série. “Veremos algumas histórias fantásticas com as mulheres do nosso programa”, resumiu, citando até Anne, a personagem do lixão, vivida por Pollyanna McIntosh. Kang, porém, preferiu não comentar sobre as saídas de Andrew Lincoln e Lauren Cohan da série, após a notícia de que eles apareceriam apenas em mais meia dúzia de episódios. Em vez disso, disse que a série ainda contaria histórias importantes com seus personagens centrais. A 9ª temporada será exibida no outono norte-americano, entre setembro e novembro, com transmissão no Brasil pelo canal pago Fox.
Vídeo destaca transformação do elenco de GLOW em divas do ringue
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “GLOW”, série de lutas-livres femininas passada nos anos 1980. A prévia destaca os trabalhos de maquiagem e cabelos que transformam as atrizes em divas dos ringues. E este ano elas estarão ainda mais tempo “montadas” em cena, porque os novos episódios abordarão as gravações do programa de TV que dá nome à série. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série gira em torno de uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato no projeto do programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também traz em seu elenco Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 29 de junho.












