Globo anuncia concorrência com a Netflix no Brasil, mas projeto de streaming é de “terceira”
A Globo apresentou mais detalhes de seu projeto de streaming. Durante o Pay-TV Forum 2018, evento destinado a discutir rumos para a TV paga no Brasil, João Mesquita, diretor-geral do Globo Play, revelou que a estratégia é muito mais ambiciosa que oferecer produções exclusivas da emissora. Ele apresentou o projeto como se fosse supostamente um serviço para rivalizar com a Netflix no Brasil, com um grande catálogo de filmes e séries internacionais dos principais estúdios de Hollywood. “Vamos ser tão grandes quanto qualquer player internacional”, exaltou Mesquita. O discurso impressionou os repórteres presentes ao evento, que repercutiram a comparação com a Netflix em vários artigos publicados nesta terça (31/7). Entretanto, obstáculos do mercado e falta de prioridade interna na própria Globo impedem a materialização desta ambição. O negócio é, no fundo, o que o Globo Play já oferece – sem impressionar – , com um pouco de gordura para aumentar o caldo. Para começar, os filmes não seriam inéditos para quem tem TV paga. Mesquita informou que eles passariam primeiro no Telecine e na plataforma online do Telecine, que também pertencem ao conglomerado Globo. Assim, o “novo” serviço de streaming seria, na verdade, uma “terceira janela” para filmes, à frente apenas da exibição na TV aberta. A maioria das séries também seriam reprises de programas da TV paga. À exceção de “The Good Doctor”, que o Globo Play adquiriu com exclusividade, as demais citadas no evento são produções antigas. “The Big Bang Theory”, “House” e “Arquivo X” já foram inclusive exibidas na TV aberta, embora duas ainda tenham episódios novos em produção. Outros títulos citados foram a badalada “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, e a série de super-heróis “The Gifted”, ambas disponíveis em canais por assinatura. Séries produzidas pela Globosat (Multishow, GNT e Gloob) estariam no projeto, mas enfrentam a mencionada falta de prioridade do serviço no organograma da Globo. Assim como no caso do Telecine, que continuará sendo o principal destino dos filmes, cada canal decidirá internamente se aceita ter seus produtos adiantados no streaming. “A decisão de quem vai exibir primeiro vem depois”, disse o diretor-geral. Mas a informação é que os canais pagos do grupo só cederão programas antigos, para não canibalizar as assinaturas de TV. Restariam, portanto, as produções exclusivas da TV aberta. Séries como “Ilha de Ferro” e “Assédio”, que chegariam primeiro ao streaming, antes de passar na TV. O Globo Play atual já tem feito isso com atrações da Globo desde “Supermax” e chegou a exibir “Carcereiros” com nove meses de antecedência. Mas isto não rendeu audiência significativa. Segundo o executivo, o Globo Play é acessado todo mês por mais de 20 milhões de usuários. A maioria busca conteúdo gratuito, como o acesso online à programação ao vivo e trechos de novelas e programas. A quantidade de pagantes pelo serviço, contudo, é “irrelevante”, ele revelou. A aposta é que isso mude com a nova programação. Ou seja, no fundo, o objetivo desse reforço no catálogo de séries e filmes não visa realmente concorrer com a Netflix – nem poderia ser, da forma como foi apresentado – , mas convencer os usuários a assinar o serviço, que atualmente custa R$ 18,90 mensais e quase não tem atrativos exclusivos. Entretanto, se não receber maior prioridade na Globosat, dificilmente conseguirá ser mais que o primo pobre que fica com as sobras da empresa – um streaming de “terceira” janela. Um último detalhe diz respeito ao nome do serviço. Embora tenha apresentado o serviço como um Globo Play vitaminado, Mesquita não descartou levar a sério a piada do nome Globoflix. A Globo chegou a registrar este nome, que tem sido usado na mídia de forma pejorativa para se referir ao negócio. Mas, no ano passado, a Netflix começou a processar todas as empresas que usam o sufixo flix em algum tipo de serviço de streaming. A Sexflix, da produtora Brasileirinhas, foi a primeira a receber notificação no Brasil.
The Romanoffs: Nova série do criador de Mad Men ganha primeiro teaser e data de estreia
A Amazon divulgou o primeiro teaser de “The Romanoffs”, nova série de Matthew Weiner, o criador de “Mad Men”. O vídeo não mostra nenhuma cena da produção. Em vez disso, exibe a lista grandiosa e cinematográfica de atores que compõem o elenco e revela a data de estreia no serviço Prime. O projeto é descrito como uma antologia contemporânea, que focará diferentes histórias ao redor do mundo sobre pessoas que acreditam ser descendentes da família imperial russa Romanoff, assassinada há quase 100 anos. O mistério que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje descenderem de Anastasia, embora um esqueleto que poderia ser da princesa tenha sido encontrado na região em que os Romanoff foram executados. “Cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um local diferente. A única coisa que os mantém juntos é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família Romanoff, a última dinastia imperial a governar a Rússia”, disse Weiner, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Weiner vai dirigir todos os episódios, além de ser responsável pelo roteiro e produção executiva. Entre os nomes que integram o elenco estão Isabelle Huppert (“Elle”), Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”), Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”), Amanda Peet (“Dormindo Com as Outras Pessoas”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Diane Lane (“Liga da Justiça”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”), Noah Wyle (série “Falling Skies”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Marthe Keller (“Além da Vida”), Clea DuVall (“Veep”), Radha Mitchell (“Horror em Silent Hill”), Paul Reiser (“Stranger Things”), Hugh Skinner (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!”), Griffin Dunne (“Oito Mulheres de um Segredo”) e três ex-integrantes de “Mad Men”, Christina Hendricks, John Slattery e Cara Buono. A lista ajuda a explicar porque a atração é uma das mais caras da Amazon. Mesmo assim, esteve duas vezes prestes a ser cancelada devido a dois escândalos. O primeiro escândalo foi o que precipitou o movimento #MeToo, a denúncia de abusos sexuais do produtor Harvey Weinstein. Como “The Romanoffs” era uma produção da TWC (The Weinstein Company), a Amazon optou por tirar a série da empresa e investir sozinha na sua gravação, orçada em US$ 75 milhões, ao mesmo tempo em que cancelou outra produção dispendiosa do mesmo estúdio. Um mês após tomar essa decisão, o criador da série, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho em “Mad Men”, afirmou ao site The Information que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Como a polêmica não teve grande repercussão, a Amazon respirou fundo e foi adiante. “The Romanoffs” vai estrear em 12 de outubro.
Sneaky Pete é renovada e começa a gravar a 3ª temporada já nesta semana
A Amazon anunciou ter renovado “Sneaky Pete” para a 3ª temporada. Mais que isso: as gravações dos novos episódios começam já nesta semana em Los Angeles, quatro meses após a estreia do segundo ano da atração. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) é uma das melhores do serviço Prime, com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Sneaky Pete” traz Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, o nome do protagonista é outro. Ele é um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), assim que sai da cadeia resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo, sem dizer que está preso. O golpista convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda inclui Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e tem participação do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada estarão disponíveis em 2019.
Better Call Saul é renovada para a 5ª temporada na véspera da estreia do quarto ano
O canal pago americano AMC anunciou a renovação de “Better Call Saul” para sua 5ª temporada, uma semana antes da estreia do quarto ano da atração. Com isso, os produtores podem começar a agendar as participações de Bryan Cranston e Aaron Paul, respectivamente como Walter White e Jesse Pinkman, que tem sido sugeridas desde que a série estreou como spin-off/prólogo de “Breaking Bad”. Durante a San Diego Comic-Con, o roteirista e produtor Vince Gilligan revelou que a dupla apareceria em breve em “Better Call Saul”. Entretanto, não seria na atual temporada. “Vocês não verão Walt e Jesse nessa temporada, mas eu diria que seríamos muito relapsos se eles não aparecessem na série até o final dela”, afirmou Gilligan, que também criou “Breaking Bad”. Desenvolvida por Gilligan e Peter Gold, que inventou o personagem Saul Goodman, “Better Call Saul” revela como o advogado daquela série se tornou tão picareta. Para isso, volta no tempo, seis anos antes do começo da trama de “Breaking Bad”. Além de Jimmy/Saul Goodman (papel de Bob Odenkirk), a atração também resgata outros personagens vistos em “Breaking Bad”, como Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks) e Gus Fring (Giancarlo Esposito). A 4ª temporada de “Bettter Call Saul” tem estreia marcada para 6 de agosto na rede americana AMC. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Fear the Walking Dead é renovada para a 5ª temporada
O canal pago americano AMC anunciou a renovação da série “Fear the Walking Dead” para sua 5ª temporada. A encomenda de novos episódios acontece em meio ao hiato da série, que se encontra pausada na metade de sua 4ª temporada. A 5ª temporada vai continuar a história com um elenco bem diferente de quando a produção começou a ser exibida. Apenas dois integrantes da 1ª temporada seguem na atração, que foi totalmente reformulada em seu quarto ano, a partir da chegada de novos showsrunners. Personagens morreram, outros surgiram e teve até um integrante que pulou de “The Walking Dead”, Atualmente, a série é estrelada por Alycia Debnam-Carey (de “The 100”), Colman Domingo (“Selma”), Danay Garcia (“A Brasileira”), Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (“The Gifted”), Jenna Elfman (“Imaginary Mary”), Alexa Nisenson (“Te Pego na Saída”) e Lennie James (o Morgan de “The Walking Dead”), mas ainda será reforçada com Aaron Stanford (protagonista da recém-encerrada série “12 Monkeys”), Stephen Henderson (“Lady Bird”), Tonya Pinkins (série “Gotham”), Mo Collins (“Lady Dynamite”) e Daryl “Chill” Mitchell (“NCIS: New Orleans”) em sua metade final. As mudanças começaram após o ator Frank Dillane pedir para sair e a atriz Kim Dickens ser surpreendida pelo destino de sua personagem, em decisão dos novos showrunners, Andrew Chambliss e Ian Goldberg, que assumiram “Fear the Walking Dead” no lugar do co-criador e showrunner original Dave Erickson. A série voltará a ser exibida no país a partir de 13 de agosto, um dia após a exibição nos Estados Unidos, na programação do canal pago AMC Brasil.
3ª temporada de Stranger Things só vai estrear daqui a um ano
A 3ª temporada de “Stranger Things” vai demorar mais do que o previsto. Os novos episódios, que eram aguardados para este ano, serão disponíbilizados apenas no verão americano (entre junho e agosto) de 2019. “É uma série artesanal”, explicou a vice-presidente de programação da Netflix Cindy Holland, em um evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos), referindo-se ao apuro e cuidado com que os irmãos Duffer preparam a atração. “É uma temporada muito emocionante, só vai demorar um pouco mais de tempo para ficar pronta”, completou. O hiato de pelo menos 15 meses parece ter virado padrão entre as séries mais aguardadas. Aconteceu com “Game of Thrones” e “Westworld”. E agora é a vez de “Stranger Things” matar os fãs de ansiedade.
Nova série da bruxinha Sabrina ganha título em português e data de estreia na Netflix
A Netflix divulgou um vídeo em suas redes sociais que revela o título em português e a data de estreia da nova série da bruxinha Sabrina. Veja abaixo. Originalmente chamada de “Chilling Adventures of Sabrina”, mesmo nome dos quadrinhos em que se baseia, a atração foi batizada pelos criativos do streaming nacional de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A tradução literal seria “aventuras arrepiantes de Sabrina”. A data escolhida para a estreia é a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”. A 1ª temporada terá 10 episódios e trocará o tom de comédia adolescente, que marcou a personagem nos anos 1990 na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, por uma trama de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha, nos quadrinhos de “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso é encabeçado pela atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. Lua de sangue trouxe o quê? Muitas horas procurando o eclipse? Sim. Mas também a data de O Mundo Sombrio de Sabrina: 26 de outubro! pic.twitter.com/2xyWIUUp4T — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) July 29, 2018
Netflix anuncia série do criador de La Casa de Papel passada na cena eletrônica de Ibiza
A Netflix anunciou a primeira produção desenvolvida diretamente para a plataforma por Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”), após o roteirista e produtor espanhol assinar um contrato de exclusividade para desenvolver novos conteúdos. A informação foi compartilhada pela vice-presidente de programação original da plataforma, Cindy Holland, durante participação em evento da TCA (a Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Trata-se de “White Lines”, uma série de mistério sobre a investigação do desaparecimento de um famoso DJ em Ibiza, cujo corpo reaparece na ilha depois de 20 anos. A trama irá acompanhar a irmã do DJ, que viajará à ilha espanhola para descobrir o que aconteceu, e acabará imersa em um mundo de luxo, iates e mentiras que revelarão o lado mais sombrio da praia associada à música eletrônica. Por curiosidade, o título “White Lines” é o mesmo de uma música de 36 anos atrás, maior sucesso de Grandmaster Flash and the Furious Five, sobre a epidemia de cocaína nos Estados Unidos durante os anos 1980. Álex Pina será o showrunner e principal roteirista, mas também trabalhará no projeto em parceria com Andy Harries e Sharon Hughff, responsáveis pela produção de “The Crown”. Vale lembrar que, apesar do sucesso, “La Casa de Papel” não foi criada para a Netflix, que a retransmitiu após sua passagem para a TV espanhola. Assim, “White Lines” será mesmo a primeira série de Pina criada para o serviço de streaming. A série ainda não tem previsão de estreia.
Andrew Lincoln revela o que o levou a sair de The Walking Dead
O ator Andrew Lincoln, intérprete de Rick em “The Walking Dead”, revelou para a revista Entertainment Weekly o que o levou a decidir sair da série, sem renovar seu contrato para continuar como protagonista da atração. “Eu tenho dois filhos pequenos e moro em outro país. Eles ficam cada vez menos ‘transportáveis’ conforme crescem. Foi simples assim. Já era tempo de eu voltar para casa”, justificou, explicando que a distância dos filhos pesou. O ator é inglês e mora na Inglaterra, mas a série é gravada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos. Ele também comentou como foi gravar seus últimos episódios na 9ª temporada e revelar sua despedida ao público, o que aconteceu durante sua participação na San Diego Comic-Con. “Terminar a série foi libertador e muito gratificante, nos dois últimos episódios em particular. Mas fazer um painel [na SDCC 2018] e ter que falar sobre isso com as pessoas e depois ver todos os meus amigos me abraçando? Me fez perceber que agora é real”. A 9ª temporada de “The Walking Dead” também marcará a despedida de Lauren Cohan (a Maggie) e talvez até de Danai Gurira (Michonne). Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 7 de outubro. A série faz parte da programação do canal pago Fox no Brasil.
Octavia Spencer viverá primeira milionária negra dos Estados Unidos em série da Netflix
A atriz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011), vai estrelar uma nova série da Netflix, no papel de Madam C.J. Walker, a primeira mulher negra a se tornar milionária nos Estados Unidos. A atração foi anunciada pela vice-presidente de programação original da plataforma, Cindy Holland, durante participação em evento da TCA (a Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Na série, Spencer vai interpretar Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madam C.J. Walker após lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele de mulheres negras. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA. Ainda sem título definido, a série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer e do jogador de basquete LeBron James, que tem expandido suas atividades para as séries desde o reality “The LeBrons” e o drama “Survivor’s Remorse”. “Madam C.J. Walker” terá oito episódios, com a atriz e cineasta Kasi Lemmons (“Visões de um Crime”) contratada para dirigir o primeiro capítulo. Ainda não há previsão de estreia.
Série criminal estrelada por Guilherme Fontes ganha data de estreia, mais de um ano após o “em breve” do primeiro trailer
O canal pago brasileiro Space marcou a estreia de “Pacto de Sangue”, série criminal estrelada por Guilherme Fontes (“Chatô, O Rei do Brasil”), que começou a ser anunciada há mais de um ano, como se pode ver pelo trailer abaixo, disponibilizado em março de 2017. “Pacto de Sangue” marca a volta de Fontes à TV, dois anos após a sitcom “Edifício Paraíso”, no GNT, e quatro anos após a novela “Boogie Oogie”, na Globo. Na série, ele vive Silas, um repórter carismático e ambicioso que trabalha em uma pequena emissora de TV em Belém do Pará, e se aproveita de uma onda de crimes hediondos que chocam a cidade para ganhar fama e audiência. Com ajuda de seu irmão Edinho (Adriano Garib), Silas mantém conexões e alianças perigosas para alavancar seu programa, e acaba se transformando em uma das figuras mais influentes da cidade. Enquanto isso, os policiais Roberto Moreira (Ravel Cabral) e Lucas Soares (André Ramiro) são levados para o coração da Amazônia para desvendar crimes que ocorrem no submundo do Pará. Lá, eles se deparam com rituais espirituais e uma rede de tráfico, organizados por Gringa (Mel Lisboa) e Trucco (Jonathan Haagensen). O elenco também inclui o roqueiro Paulo Miklos e os veteranos Gracindo Júnior e Fúlvio Stefanini. Criada pelo uruguaio Lucas Vivo García Lagos (“Psiconautas”), com direção de Tomás Portella (“Operações Especiais”) e do também uruguaio Israel Adrián Caetano (“Crônica de uma Fuga”), a série conta com oito episódios de 45 minutos cada e começará a ser exibida no dia 27 de agosto, às 22h30, sem intervalos comerciais.
HBO anuncia série adolescente estrelada por Zendaya e produzida pelo rapper Drake
A HBO aprovou o piloto e oficializou a produção de “Euphoria”, série dramática adolescente estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que, segundo comunicado emitido nesta segunda (30/7), terá entre seus produtores o rapper Drake. Trata-se da adaptação de uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. Ou seja, bem diferente das atrações que projetaram Zendaya na TV – “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. A série israelense foi adaptada por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do último Festival de Sundance deste ano sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya viverá Rue, uma personagem de 17 anos – isto é, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real – que é viciada em drogas. Ela vai integrar o grupo principal de estudantes de ensino médio da trama, que “tentam navegar um mundo de drogas, sexo, identidade, trauma, mídias sociais, amor e amizade”. A atriz contracenará na atração com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. Ainda não há previsão de estreia para “Euphoria”.
Caso de Polícia: Tony Danza e Josh Groban são pai e filho no trailer legendado da série de comédia policial
A Netflix divulgou o trailer legendado da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil. A série traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony Caruso, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo, e se portando de forma antiética, para horror do jovem. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. E é mais uma das “boas” atrações da temporada – isto é, mais uma das séries com a palavra “good” no título, juntando-se a “The Good Place”, “Good Girls”, “Good Fight”, “Good Witch”, a vindoura “Good Trouble” e outras. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.












