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Série

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    Disney vai acabar com a Fox no Brasil? É mais provável o canal Sony sair do ar

    29 de agosto de 2018 /

    Desde que a Disney comprou a 21st Century Fox, as especulações a respeito do destino do espólio adquirido pelo CEO Robert Iger tem sido alvo de muita boataria. No Brasil, pitonisas vem alimentado profecias apocalípticas sobre o final dos canais Fox no Brasil. Um blogue de prestígio chegou a trazer declarações fulminantes de sacerdotes do deus mercado, para comprovar como o fim está próximo para o mundo Fox. Sete anos, previram os abutres, como numa maldição de terror japonês. E o terror se espalhou como praga em vários outros sites que resolveram alimentar o pânico. Toda essa fumaça trata-se, na verdade, de estratégia da oposição. Várias empresas rivais, da Globosat à Warner Media, entraram como partes interessadas no processo de fusão da Disney e Fox, chamado Ato de Concentração, que corre no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Para a Globosat, dona da Sportv, a provável fusão dos canais ESPN (da Disney) e Fox Sports é a maior ameaça já vista à sua hegemonia no segmento de esportes da TV paga. Empresas que vendem pacotes de TV, como Vivo, Claro e Sky, também receiam perder canais, o que geraria problemas com assinantes e, por isso, também torcem pela manutenção do status quo. Quem menos tem poder de interferência nesse negócio são as distribuidoras de cinema, como Warner e UIP, uma vez que a fusão dos estúdios não deve alterar a forma como os filmes chegam ao mercado, mas igualmente torcem contra o crescimento de um rival. Portanto, considere toda e qualquer profecia impressa ou blogada, especialmente com frases de “especialistas” anônimos, como campanha de parte interessada. Manipular a opinião pública com medo e paranoia é uma estratégia clássica para se influenciar rumos desejados. E são, como se pode reparar, muitos e poderosos os interesses contrários a esse negócio. O que existe, até o momento, é o processo aberto em 20 de julho junto ao CADE. Em sua apresentação, o documento do representante jurídico da fusão pede aprovação sem restrição, usando os seguintes argumentos: “A Operação não reduzirá a concorrência no setor, não criará ou reforçará posição dominante e nem acarretará a criação de monopólio no Brasil ou no exterior. A dinâmica concorrencial dos mercados relevantes não será afetada de maneira significativa em razão da Operação Proposta. Os mercados permanecerão altamente competitivos com ou sem a fusão das atividades das Partes. Na verdade, a Operação Proposta deverá ser benéfica aos consumidores em razão das esperadas sinergias que serão criadas com a melhora da habilidade das Partes na produção de conteúdo e na oferta de novas formas de distribuição aos consumidores (por exemplo, serviços direct-to-consumer), além das eficiências que deverão ser geradas com a redução dos custos”. O texto, por sinal, praticamente confirma o lançamento no Brasil de serviços de streaming planejados pela Disney. A questão dos canais esportivos Fox Sports e ESPN é um caso a parte, uma vez que esta fusão não ocorrerá nos Estados Unidos, onde a Fox Sports permanecerá no grupo da provisoriamente chamada New Fox, ao lado da Fox News e da própria rede Fox. Entretanto, o mesmo não parece estar previsto para o mercado internacional. Assim sendo, não faz sentido a Disney preservar o canal Fox Sports, que pertence a um rival nos Estados Unidos. A ESPN tende mesmo a virar a marca dominante dos esportes, inclusive com o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil. Ele já existe nos Estados Unidos e mantém completamente separadas as ofertas de esportes das demais atrações da Disney. Esta é a única parte com fundo de verdade nas profecias, mas não configura o cenário apocalíptico desenhado. O CEO da Disney já disse que pretende manter os canais FX e Nat Geo nos Estados Unidos. Isto porque a Disney não tem equivalentes em seu portfólio de canais. A empresa comprou a Fox justamente para ampliar sua oferta de conteúdo. E este é exatamente o caso do canal pago Fox no Brasil. A Disney não tem uma rede ABC brasileira. Tanto que as séries exibidas na ABC acabam indo para o canal pago Sony. A verdade é que não há, entre o Disney Channel, Disney XD e Disney Junior, um canal para abrigar as séries da Fox. A emissora até poderia mudar de nome – o que nunca aconteceu com as empresas compradas pela Disney, da Pixar à Lucasfilm – , mas seu conteúdo continuará a ser abrigado em algum lugar. A menos que ingênuos acreditem que a Disney investiu US$$ 71,3 bilhões na Fox só para jogar fora o que comprou. Tem mais. Além de todas as produções da 21st Century Fox, o negócio de Iger também inclui percentagens no serviço de streaming Hulu e na rede britânica de canais pagos Sky. Ambos também produzem séries. Conteúdo que chegava ao Brasil via Fox Premium. E que deverá continuar chegando por algum lugar. Só não chegará pelo futuro serviço de streaming da Disney. Embora o projeto esteja sendo mantido em relativo sigilo, os primeiros produtos anunciados revelam que se trata de uma plataforma para público juvenil. Até “Os Simpsons” parecem ousados perto de séries de “Star Wars”, “Monstros S.A.” e telefilme de “A Dama e o Vagabundo”. Assim, duvide bastante de quem escrever ou usar aspas de alguém “de peso” do mercado sobre o final da Fox no Brasil. É (muito provavelmente) mentira. Entretanto, se algum executivo da Sony disser que o canal pago pode acabar, caso a Disney decida tirar suas séries de lá para colocar na Fox, bem… pode acreditar.

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  • Série

    Mr. Robot vai acabar na próxima temporada

    29 de agosto de 2018 /

    A premiada série “Mr. Robot” vai concluir sua trama em sua próxima temporada, a 4ª da produção. A decisão foi tomada pelo criador da atração, Sam Esmail. Cada vez mais envolvido com diferentes projetos, ele chegou a considerar um quinto ano, mas conforme discussões com os roteiristas avançaram, a conclusão lógica foi estender a quantidade de episódios da 4ª temporada para encerrar a série sem prolongar demais o encaminhamento da conclusão. Os últimos episódios começarão a ser gravados nos próximos meses e serão lançados apenas em 2019. Com isso, a série ficará mais de um ano fora do ar. A 4ª temporada foi anunciada em dezembro do ano passado pelo canal pago americano USA Network. Originalmente, teria apenas oito episódios, já prevendo a complicada agenda de Esmail, que além de ser showrunner, produtor e roteirista, também dirige todos os capítulos. Mas após reavaliação, a produção foi aumentada e agora terá 12 episódios, de forma a concluir toda a história pendente. “Quando criei o mundo de ‘Mr. Robot’, pensei que seria uma série de televisão de nicho com um número pequeno de seguidores. Nos últimos três anos, se tornou muito mais do que isso, e estou muito agradecido pelo reconhecimento recebido pela série e pelo trabalho incrível do elenco e da equipe, incansáveis na missão de dar vida à minha visão”, comentou Esmail em comunicado oficial. “Desde o primeiro episódio, já tinha a nossa conclusão em mente – e, ao planejar esta 4ª temporada, decidi que era hora de realizá-la. Ninguém na equipe criativa, incluindo o pessoal da emissora USA, queria dizer adeus, mas todos nós respeitamos a jornada de Elliot o bastante para não arrastá-la além de seu final inevitável. Por isso, a 4ª temporada será o nosso último capítulo. Aos fãs da série: obrigado pelos últimos anos, e mal posso esperar para dividir a última temporada com vocês”, completou o criador. “Mr. Robot” ajudou o canal USA a ganhar prestígio em meio ao competitivo mercado de séries dos Estados Unidos. O protagonista, Rami Malek, venceu um Emmy pela atuação na 1ª temporada, enquanto o coadjuvante Christian Slater conquistou um Globo de Ouro. No Brasil, a série é exibida no canal à cabo Space. Esmail continuará trabalhando em séries. Ele criou “Homecoming”, estrelada por Julia Roberts, que estreia na Amazon no próximo dia 2 de novembro, está trabalhando numa minissérie baseada na pioneira sci-fi “Metrópolis” (1927), de Fritz Lang, e ainda escreve um filme sobre o Triângulo das Bermudas, que pretende dirigir.

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  • Série

    Sorry for Your Loss: Elizabeth Olsen sofre em imagens e trailer da primeira série dramática do Facebook

    29 de agosto de 2018 /

    O Facebook divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Sorry for Your Loss”, primeira série dramática do Facebook, que é estrelada por Elizabeth Olsen, a Feiticeira Escarlate dos Vingadores. A atriz vive uma jovem viúva que tem dificuldades para lidar com a morte súbita de seu marido (interpretado por Mamoudou Athie, de “Patti Cakes”). Enquanto participa de um grupo de apoio e luta para reconstruir sua vida, a protagonista volta a explorar a história de seu falecido marido, ao tentar preencher as lacunas de relacionamento que haviam sido deixadas por sua morte prematura. O elenco também inclui Kelly Marie Tran (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”) e Janet McTeer (“Jessica Jones”). Além de estrelar, Elizabeth Olsen também é produtora da série, que foi criada por Kit Steinkellner (roteirista de “Z: The Beginning of Everything”), tem Lizzy Weiss (criadora de “Switched at Birth”) como showrunner e episódios dirigidos pelos cineastas James Ponsoldt (“O Círculo”), Allison Anders (“Sonhos Femininos”), Jamie Babbit (“Nunca Fui Santa”), Rose Troche (“Encontros do Destino”) e Hannah Fidell (“6 Anos”), entre outros. “Sorry for Your Loss” tem 10 episódios de meia hora, que ganharão première mundial no Festival de Toronto deste ano, antes de chegar no Facebook Watch em 18 de setembro.

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  • Série

    The First: Novo trailer da série traz Sean Penn dividido entre fazer História em Marte ou ajudar sua filha na Terra

    29 de agosto de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou um novo trailer de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Ele vive um astronauta convidado a comandar a primeira missão humana a Marte, mas se encontra dividido entre aceitar um lugar na História ou se fazer presente no momento em que sua filha problemática mais precisa do seu apoio. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da missão espacial, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de Snatch revela golpe na Espanha com atriz de La Casa de Papel

    28 de agosto de 2018 /

    O Crackle, serviço de streaming da Sony, divulgou as fotos dos personagens e o trailer da 2ª temporada de “Snatch”, que volta a trazer Rupert Grint (franquia “Harry Potter”) à frente de um time de golpistas para realizar um crime elaborado. A principal novidade é que, desta vez, a ação vai acontecer na terra de “La Casa de Papel” e com participação de ninguém menos que “Tóquio”, ou melhor, a atriz Úrsula Corberó. A série é baseada no filme homônimo de 2000, lançado no Brasil como “Snatch: Porcos e Diamantes”. Para quem lembra, foi um primeiros filmes escritos e dirigidos por Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”), caracterizado por muita ação, humor negro e reviravoltas sem fim, além de um elenco de peso, com o então iniciante Jason Statham (“Velozes e Furiosos 8”), Brad Pitt (“A Grande Aposta”) e Benicio Del Toro (“Sicario”). Concebida pelo roteirista Alex De Rakoff (“Menino Cálcio – Um Lutador Duro na Queda”), a versão de TV traz uma história inédita, estrelada também por Luke Pasqualino (série “The Musketeers”), Phoebe Dynevor (“Dickensian”), Lucien Laviscount (“Scream Queens”), Dougray Scott (“Busca Implacável 3”) e Juliet Aubrey (“Fallen”), entre muitos outros. Passada na Espanha, a 2ª temporada terá novamente 10 episódios com estreia prevista para 13 de setembro.

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  • Série

    Emmy 2018 revela primeiros vencedores em categorias de animação

    28 de agosto de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (28/8) os vencedores das categorias do Emmy 2018 dedicadas à animação, que são votadas por um júri de especialistas – e não por todos os membros, como nos demais prêmios. “Os Simpsons”, “Hora de Aventura”, “Steven Universo”, “Ei, Arnold! Na Selva – O Filme”, “The Number One Great Grandpa’s Arm” e “The Scariest Story Ever: A Mickey Mouse Halloween Spooktacular!” venceram prêmios de realização individual em animação. Além destes desenhos, a série “Broad City” e “Wasted! The Story of Food Waste” venceram Emmys na categoria de Melhor Design de Movimento. Uma terceira categoria que normalmente é anunciada junto dessas, reservada para programas que usaram a interatividade com o público de forma inovadora, não teve vencedores neste ano. Os próximos troféus da Academia serão entregues em duas semanas, durante o chamado Creative Arts Emmys, dedicado aos profissionais de bastidores, que premia de cabeleiros a técnicos de som, além de atores convidados e dublês. O evento vai acontecer nos dias 8 e 9 de setembro. Já a premiação principal, que consagra as melhores produções e artistas de TV do ano, está marcada para 17 de setembro, com exibição pelo canal pago TNT no Brasil. Confira abaixo os premiados desta terça. Melhor Animação de Personagem: “Adventure Time” e “Os Simpsons” Melhor Storyboard: “Hey Arnold! Na Selva – O Filme” Melhor Design de Produção: “The Number on Great-Grandpa’s Arm” Melhor Design de Background: “The Scariest Story Ever: A Mickey Mouse Halloween Spooktacular” Melhor Pintura de Background: “Steven Universe” Melhor Design de Movimento: “Broad City” e “Wasted! The Story of Food Waste!”

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  • Série

    Emma Roberts volta a ser bruxa em foto da 8ª temporada de American Horror Story

    28 de agosto de 2018 /

    A atriz Emma Roberts postou em seu Instagram a primeira foto de sua volta à “American Horror Story”, em que aparece caracterizada como Madison Montgomery, sua personagem na 3ª temporada da série, batizada de “Coven”. “Apresento Madison Montgomery em ‘American Horror Story’ 8. Será que a vadia sobrevive ao apocalipse?”, ela pergunta, referindo-se tanto ao bordão “bitch” da personagem quanto ao título da nova temporada, “Apocalypse”. dizendo a frase icônica da personagem. Na verdade, a personagem já morreu na 3ª temporada, como tantas outras já anunciadas para a nova trama. O que levanta à questão: Teria Madison sobrevivido, de alguma forma, ou sua participação aponta para um prólogo – ou interlúdio – da trama original? Além das bruxas da 3ª temporada, a produção também vai trazer de volta a família que morreu na história inaugural da série. A narrativa deverá continuar a história do primeiro ano ao mostrar o bebê concebido na “Murder House” já adulto, como o anticristo – interpretado por Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”). Novas pistas de como isso irá funcionar devem surgir em breve, pois a estreia dos novos episódios da série de antologia vai acontecer em 12 de setembro. A série é exibida pelo canal pago FX no Brasil. I bring you Madison Montgomery on #ahs8 ? Does the bitch survive the #apocalypse ? @mrrpmurphy ? @onlycatsandfood Uma publicação compartilhada por Emma Roberts (@emmaroberts) em 28 de Ago, 2018 às 9:45 PDT

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    Fox passa a oferecer seu conteúdo em streaming para quem não assina TV paga no Brasil

    28 de agosto de 2018 /

    A Fox é o mais novo grupo de mídia a disponibilizar seu conteúdo em streaming para quem não assina pacotes de TV paga. O projeto foi anunciado em abril, mas só a partir desta terça-feira (28/8) virou realidade. Assim como no app da HBO Go, a Fox oferecerá assinatura por aplicativo, que dará acesso ao catálogo dos 11 canais do grupo, incluindo Fox Premium, National Geographic e Fox Sports. No pacote, estão séries como “The Walking Dead”, “This Is Us”, “Vikings”, “Homeland”, “Britannia” e “Outlander” – algumas exclusivas do canal pago Fox Premium, que não consta de pacotes básicos da TV paga. Entre os programas esportivos, os clientes poderão acompanhar competições como o Campeonato Espanhol, a Copa Libertadores e a Copa do Brasil. De acordo com a Fox, o serviço está disponível em vários dispositivos, incluindo smartphones, tablets, computadores, smarTVs, consoles de jogos, Chromecast e Apple TV. “Vamos ampliar nosso modelo de negócio e chegar a lares que hoje não têm assinatura de TV Paga”, disse em comunicado oficial Michel Piestun, gerente geral da Fox Networks Group no Brasil. O preço da assinatura é R$ 35,90, valor próximo do cobrado por HBO, Netflix e outros serviços de streaming.

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  • Série

    Alice Eve aparece em primeiras fotos como vilã da série Punho de Ferro

    28 de agosto de 2018 /

    A Netflix revelou as primeiras fotos da atriz Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”) na 2ª temporada de “Punho de Ferro” (Iron Fist). Divulgadas no Instagram oficial da série, ela mostra dois lados de sua personagem, como a tímida Mary Walker e a violenta Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original). “Você não conhece alguém de verdade até ver os seus dois lados”, diz a legenda do post. Nos quadrinhos, Mary é inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada da série estrelada por Finn Jones está sendo desenvolvida por um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E ele trouxe a bordo um novo coreógrafo das lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro. You never really know someone until you see both sides. #IronFist Uma publicação compartilhada por Danny Rand (@marvelironfist) em 27 de Ago, 2018 às 1:14 PDT

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  • Série

    Foto da 3ª temporada de The Crown revela Tobias Menzies como o príncipe Philip

    28 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou a primeira foto de Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip, na 3ª temporada de “The Crown”. Ele substitui o ator Matt Smith, que viveu o personagem nas duas primeiras temporadas da atração. Esta é a quarta imagem liberada do novo elenco da produção. A divulgação a cota-gotas mostrou, anteriormente, a primeira foto de Olivia Colman (série “Broadchurch”) como a rainha Elizabeth II e os visuais de Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret, irmã da monarca, e Ben Daniels (série “The Exorcist”) caracterizado como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa. Todo o elenco central vai mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou com episódios passados na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central também trará Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“O Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles, filho da Rainha Elizabeth II, e Marion Bailey (“Aliados”) como a nova intérprete da mãe da Rainha, substituindo Victoria Hamilton, que viveu a esposa do Rei George VI, também chamada de Elizabeth, nas primeiras temporadas. “The Crown” deve retornar à Netflix apenas em 2019.

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  • Série

    Série britânica baseada no best-seller A Descoberta das Bruxas ganha novo trailer

    28 de agosto de 2018 /

    O canal pago britânico Sky divulgou um novo trailer de “A Discovery of Witches”, série sobrenatural baseada na “Trilogia das Almas” (All Souls no original), coleção literária de Deborah Harkness. A atração tem o nome do primeiro livro, lançado no Brasil como “A Descoberta das Bruxas”. A prévia enfatiza os aspectos românticos e sobrenaturais da trama, bem ao estilo da tendência que caiu recentemente em desgraça, após o fracasso de adaptações de best-sellers similares. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Os atores que vivem o par central são bem mais velhos que Kriten Stewart e Robert Pattinson na época de “Crepúsculo”. O elenco é encabeçado por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”), nos papéis de Diana e Matthew. E assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural. Entre os demais intérpretes da atração também se destacam Owen Teale (série “Game of Thrones”), Julian Kostov (“Leatherface”), Alex Kingston (série “Doctor Who”), Valarie Pettiford (série “Valor”), Lindsay Duncan (“Alice Através do Espelho”), Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demon”), Louise Brealey (série “Sherlock”), Aiysha Hart (série “Atlântida”), Edward Bluemel (“O Passageiro”) e a sueca Malin Buska (“A Jovem Rainha”). A adaptação foi escrita por Kate Brooke (roteirista da série “Mr. Selfridge”) e a direção está a cargo de Juan Carlos Medina (“Insensíveis”), Sarah Walker (série “Wolfblood”) e Alice Troughton (série “Legends of Tomorrow”). Com oito episódios, a 1ª temporada estreia em 14 de setembro no Reino Unido.

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  • Série

    John Goodman diz que Roseanne vai morrer na trama do spin-off The Connors

    28 de agosto de 2018 /

    O ator John Goodman revelou como Roseanne Barr será tirada da trama de sua própria série, “Roseanne”, que será relançada como “The Conners” na temporada norte-americana de outono, após a polêmica nas redes sociais que causou sua demissão. Em entrevista ao jornal britânico The Times, Goodman comentou inicialmente que o destino da personagem de Roseanne era “desconhecido”, mas acrescentou que o personagem dele “ficará triste porque sua esposa está morta”. Goodman admitiu que estaria triste de jeito, uma vez que toda a confusão envolvendo sua colega, que publicou um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo Obama e foi demitida pela rede ABC, o deixou de “coração partido”. “Eu pensei que era apenas showbusiness, que ia passar. Mas eu sofri por um período de cerca de um mês, em que eu fiquei muito deprimido”. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC, com o retorno de todo o elenco, menos Roseanne Barr. “Eu sei que ela não é racista”, disse Goodman, que interpretou o marido de Barr desde a primeira encarnação da série, exibida originalmente entre 1988 e 1996. “Vou colocar desta forma, fiquei surpreso com a reação. E isso é provavelmente tudo que eu deveria dizer sobre isso”, afirmou, indicando que não concorda com a demissão da atriz. A opinião contrasta com a reação das filhas televisivas de Roseanne, que repudiaram as declarações da atriz nas redes sociais. Lecy Goranson admitiu ter ficada “devastada” pelos “efeitos do discurso de ódio e racismo sobre indivíduos e a sociedade”, enquanto Sara Gilbert, que foi a força motriz por trás do revival da série, chamou o comportamento de Barr de “abominável”. A ABC entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com a decisão do canal de cancelar a série, a mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “Enviei-lhe um email pessoal e a agradeci por isso”, disse Goodman. “Eu não recebi resposta, mas ela estava passando pelo inferno na época. E ela ainda está passando pelo inferno.” “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Criador da série animada Gravity Falls assina contrato de exclusividade com a Netflix

    28 de agosto de 2018 /

    A Netflix assinou um contrato de exclusividade com Alex Hirsch, o criador da série animada “Gravity Falls: Um Verão de Mistérios”, demonstrando interesse em se estabelecer de forma mais firme no mercado de animações. Hirsch é mais um profissional da Disney atraído pela Netflix para criar e desenvolver novas séries para a plataforma. Exibida no Disney Channel e XD, “Gravity Falls” venceu os prêmios Annie e BAFTA ao longo de suas duas temporadas. Após o final da atração em 2016, a série continuou em quadrinhos, virando best-seller. Ele também escreveu o roteiro do filme “Detective Pikachu”, primeiro longa live action de personagens dos games de Pokemon, e da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”. “Alex é um contador de histórias imaginativo com idéias novas e que rapidamente desenvolveu uma reputação como uma nova voz da animação”, disse Cindy Holland, da Netflix, em comunicado. “Não poderíamos estar mais animados para trabalhar com ele enquanto continuamos expandindo nossa programação animada para adultos”. O acordo reflete como a oferta de animação adulta tem crescido na Netflix, que neste mês lançou “(Des)encanto”, de Matt Groening, o criador dos “Simpsons”, e prepara sua primeira série animada brasileira, “Super Drags”. “Eu não poderia estar mais animado para se juntar à incrível lista de talentos que vem para a Netflix”, disse Hirsch, que se junta a uma lista crescente de produtores com contratos de exclusividade com a Netflix, incluindo Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”), Ryan Murphy (“American Horror Story”), Kenya Barris (“Black-ish”), Jenji Kohan (“Orange Is the New Black”), Mark Millar (“Kingsman”) e muitos outros.

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