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Guia da Pipoca: As 10 melhores séries de julho em streaming

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    Intérprete de Jason em Sexta-Feira 13 será o Monstro do Pântano na série da DC Comics

    29 de setembro de 2018 /

    A plataforma de streaming DC Universe anunciou a adição de Jennifer Beals e Derek Mears ao elenco da série “Swamp Thing”, adaptação dos quadrinhos do Monstro do Pântano. Mears dará vida ao personagem do título. Ele é mais conhecido por interpretar outro monstro famoso, Jason Voorhees, no último filme da franquia “Sexta-Feira 13”. Já Beals, até hoje lembrada pelo papel no musical “Flashdance” (1983) e como protagonista de “The L Word” (2004-2009), assumirá o papel da xerife Lucilia Cable, descrita como “dura e pragmática”. Além disso, a sinopse diz que “a devoção ferrenha de Cable a seu filho, Matt, é rivalizada apenas por seu dever de servir e proteger a cidade de Marais. Quando a comunidade que ela dedicou a sua vida é assolada por forças estranhas, ela deve dobrar seus esforços para salvaguardar a todos que ama”. O detalhe é que a xerife Cable não existe nos quadrinhos. Já Matt ou Matthew Cable é um personagem importante da trama original, um agente federal responsável por proteger Alec Holland e sua esposa, que passa a caçar o Monstro do Pântano por considerá-lo responsável pela morte do amigo. Ele acaba descobrindo que Alec e o Monstro são a mesma pessoa, casa-se com Abby Arcane, enlouquece, morre e vira um corvo à serviço de Morfeu (Sandman). Matt ainda não foi escalado, mas a atriz Crystal Reed (Sofia Falcone em “Gotham”) será Abby, a principal personagem feminina da série. A escalação de Jennifer Beals também joga por terra a suposta informação exclusiva do Hashtag Show, segundo a qual Matt Cable seria o xerife da cidade na série. Anteriormente, a produção também confirmou a atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) como Liz Tremayne – mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. A série está sendo desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”), e o primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Wilson Fisk volta ameaçador em novo teaser legendado do Demolidor

    28 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou mais um teaser da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destaca a volta de Vincent D’Onofrio ao papel de Wilson Fisk, o Rei do Crime. Desta vez, ele promete vingança contra o herói que o prendeu. O confronto entre o Demolidor (Charlie Cox) e Fisk vai marcar a trama da temporada, que será disponibilizada no dia 19 de outubro em streaming. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock.

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    Pôster da série Titans junta Robin, Estelar, Ravena e Mutano

    28 de setembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou o pôster de sua primeira série original, “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. A imagem reúne o quarteto central de protagonistas, formado por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Segundo a sinopse oficial, a história vai girar em torno de Dick Grayson (Robin), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis. Além dos citados, também fazem parte da série Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o grupo Patrulho do Destino, que vai ganhar um spin-off após a estreia em “Titans”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans” em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” foi desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear no DC Universe, novo serviço de streaming exclusivo da DC Comics, em 12 de outubro.

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    General Leia e Poe Dameron aparecem no novo trailer da série Star Wars Resistance

    27 de setembro de 2018 /

    O Disney Channel divulgou o pôster e o segundo trailer de “Star Wars Resistance”, nova série animada da franquia, que chega para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels”. A prévia revela grande conexão com os filmes da nova trilogia, destacando personagens como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma. Estes últimos são até dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Mas quem mais chama atenção é a General Leia, icônica personagem de Carrie Fisher, que segue viva na franquia apesar do falecimento da atriz. Ela é dublada na série animada por Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”). Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha a jornada de um jovem rebelde, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força” e mostra Poe como responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores originais os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener ( “Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos.

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    Emmy Internacional: 1 Contra Todos lidera indicações a Melhor Série de 2018

    27 de setembro de 2018 /

    A organização do Emmy Internacional divulgou nesta quinta (27/9) os indicados à sua premiação de 2018, que reconhece as produções de TV feitas fora dos Estados Unidos. E, como em todos os anos, o Brasil aparece bem representado na lista. Com mais destaque, a série “1 Contra Todos”, da Fox, é a produção com maior número de indicações. Ela vai disputar os prêmios de Melhor Série Dramática e Melhor Ator (Júlio Andrade). Mas tem a difícil missão de competir contra “La Casa de Papel”, fenômeno espanhol distribuído no Brasil pela Netflix, além da série indiana “Inside Edge” e a britânica “Urban Myths”, mal-classificada na categoria, já que é uma comédia. A disputa do prêmio de Melhor Atriz também tem uma brasileira no páreo, Denise Weinberg, pela série “Psi”, da HBO. Desta vez, o país não emplacou nenhuma produção entre as Comédias e Novelas, terreno geralmente dominado pela Globo. Mas o filme “Aldo – Mais Forte que o Mundo” se classificou como minissérie, após ser exibido desta forma na rede carioca. Outra duas produções do canal pago GNT completam a seleção brasileira: “Palavras em Série”, indicada a Melhor Programa de Arte, e “Eu Sou Assim”, na briga pelo Emmy Internacional de Melhor Documentário. A cerimônia de premiação está marcada para 19 de novembro, em Nova York, e por enquanto não há previsão de transmissão para o Brasil. Confira abaixo a lista completa de indicados. Melhor Série Dramática “Inside Edge” (Índia) “La Casa de Papel” (Espanha) “1 Contra Todos” (Brasil) “Urban Myths” (Reino Unido) Melhor Série Cômica “Club de Cuervos” (México) “El Fin de la Comedia” (Espanha) “Nevsu” (Israel) “Workin’ Moms” (Canadá) Melhor Ator Julio Andrade, por “1 Contra Todos” (Brasil) Billy Campbell, por “Cardinal” (Canadá) Lars Mikkelsen, por “Herrens Veje” (Dinamarca) Tolga Saritas, por “Soz” (Turquia) Melhor Atriz Thuso Mbedu, por “Is’thunzi” (África do Sul) Anna Schudt, por “Ein Schnupfen hätte auch gereicht” (Alemanha) Emily Watson, por “Apple Tree Yard” (Reino Unido) Denise Weinberg, por “Psi” (Brasil) Melhor Minissérie ou Telefilme “Aldo – Mais Forte Que O Mundo” (Brasil) “Kurara: The Dazzling Life of Hokusai’s Daughter” (Japão) “Man in an Orange Shirt” (Reino Unido) “Toter Winkel” (Alemanha) Melhor Novela “Cesur ve Guzel” (Turquia) “Istanbullu Gelin” (Turquia) “Ouro Verde” (Portugal) “Paquita La Del Barrio” (México) Melhor Documentário “De Wereld van Puck” (Holanda) “Eu Sou Assim” (Brasil) “Goodbye Aleppo” (Reino Unido) “WHO I AM” (Japão) Melhor Programa de Arte “David Stratton’s Story of Australian Cinema” (Austrália) “Dreaming of a Jewish Christmas” (Canadá) “Etgar Keret, gebaseerd op een waar verhaal” (Holanda) “Palavras em Série” (Brasil)

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    Trailer da temporada final de House of Cards mostra atentado contra Claire

    27 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que mostra Claire Underwood (Robin Wright) como presidente dos Estados Unidos. Ela aparece renegando a herança política de seu ex-marido, após a revelação de que Frank Underwood (personagem de Kevin Spacey) morreu. Mas seu súbito empoderamento desagrada de adversários a aliados políticos, que cobram compromissos assumidos por Frank. Sua vontade de mudar tudo acaba tornando-a alvo de um atentado à bala, conforme mostra a prévia. A reviravolta na trama aconteceu em decorrência de eventos da vida real. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da atração após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram assédios em série. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a confirmarem abusos de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.

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    Crossover de Arrow, The Flash e Supergirl terá personagem clássico da Crise nas Infinitas Terras

    27 de setembro de 2018 /

    Os produtores de “Elseworlds”, próximo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, anunciaram a escalação de um personagem que vai deixar os fãs dos quadrinhos alarmados. O ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) vai interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” – nome de um selo para histórias alternativas dos heróis da editora, independentes da cronologia oficial – , sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” da sinopse que sela o direcionamento. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980, com sua transformação em Novos Titãs e a introdução de diversos personagens, como o Ciborgue, vivido por Ray Fisher no filme da Liga da Justiça. Segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl” (é a imagem acima). Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visa sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da DC. Estariam os produtores planejando transformar “Elseworlds” na versão do Arrowverso da “Crise nas Infinitas Terras”? Provavelmente não, já que o conceito de “Elseworlds” é mais lúdico, similar ao contexto que rende uma multiversidade de Harrisons Wells em “The Flash”. Mas há grande probabilidade de “Elseworlds” ser um prelúdio para a verdadeira “Crise nas Infinitas Terras”, indicando que o próximo crossover televisivo já estaria determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    Crossover de Arrow, The Flash e Supergirl ganha título sugestivo

    26 de setembro de 2018 /

    A DC Comics revelou nesta quarta-feira (26/9) o título do crossover anual de suas séries de super-heróis. Batizado de “Elseworlds”, o título referencia um selo da DC que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos. A imagem divulgada até utiliza o logo do selo da DC como ilustração do crossover. Veja abaixo. Nas histórias publicadas com a marca Elseworlds, os roteiristas tem liberdade para imaginar os heróis da editora em situações e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O fato de se chamar “Elseworlds”, levar os heróis a Gotham City e introduzir a Batwoman (vivida por Ruby Rose, de “Megatubarão”) sugere que a trama pode se passar em uma Terra paralela, já que não há menção a Batman na produção. As séries que formam o Arrowverse já estabeleceram que Supergirl não vive na mesma Terra que Flash e Arqueiro Verde, e o crossover do ano passado revelou a Terra X, onde os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. Mas uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a próxima temporada de “Supergirl” já vai adaptar uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. Neste ano, o crossover da DC vai incluir “apenas” três séries: “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” , deixando “Legends of Tomorrow” de fora do encontro. Além da Batwoman, que depois deverá ganhar sua própria série, o crossover também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. It's OFFICIAL! This year's #DCTV crossover event will be titled "Elseworlds," coming to @CW_TheFlash, @CW_Arrow and @TheCWSupergirl this December! #Elseworlds pic.twitter.com/t31wimGska — DC (@DCComics) 26 de setembro de 2018

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    Mark Hamill aparece irreconhecível em sua primeira foto na série Knightfall

    26 de setembro de 2018 /

    O History Channel divulgou a primeira foto de Mark Hamill caracterizado como seu personagem da 2ª temporada da série “Knightfall”. Irreconhecível, o intérprete de Luke Skywalker nos filmes de “Star Wars” ficou parecendo o Gandalf de “O Senhor dos Anéis”, com barba e cabelos longos e grisalhos, além de exibir uma cicatriz no rosto. O personagem de Hamill é Talus, um cavaleiro veterano da Ordem dos Templários, que se torna mentor do protagonista Landry (Tom Cullen, visto em “Downton Abbey”) enquanto ele passa por seu treinamento. “Knightfall” foi um dos lançamentos mais bem-sucedidos da TV paga americana em 2017, com uma média de 2 milhões de telespectadores por episódio (durante três dias contínuos de exibição). A série conta a história da ordem dos Templários, formada por cavaleiros das Cruzadas com o propósito original de libertar a Terra Santa e, após a conquista de Jerusalém, proteger os cristãos que faziam peregrinações ao local. Ficaram conhecidos como Templários em decorrência do local em que se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa). O fervor religioso os tornou poderosíssimos, aumentando seus seguidores e riquezas, por meio de doações de terras e financiamento de suas campanhas. Mas isto causou inveja entre os monarcas da Europa, que alimentavam rumores sobre suas supostas atividades secretas, envolvendo relíquias descobertas na Terra Santa. Como mostrou a 1ª temporada, sua principal missão é encontrar o Cálice Sagrado, também conhecido como Santo Graal, que teria sido usado por Jesus Cristo durante a Santa Ceia. O destino desses guerreiros religiosos foi trágico, como a série começa a demonstrar, após o rei Filipe IV de França passar a persegui-los para apossar-se de suas riquezas e aumentar seu próprio poder. A traição aconteceu numa sexta-feira 13 de 1307, razão pela qual as sextas-feiras 13 têm sido lembradas, mais de 700 anos depois, como amaldiçoadas. Curiosamente, a série foi concebida pelo ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”) em parceria com o produtor Don Handfield (do thriller “O Mensageiro”, estrelado por Renner) e o roteirista Richard Rayner (“Absolutamente Los Angeles”). O elenco também contra com Pádraic Delaney (“O Homem que Viu o Infinito”), Sarah-Sofie Boussnina (série “Bron/Broen”), Simon Merrels (série “Spartacus”), Olivia Ross (minissérie “War and Peace”), Julian Ovenden (“Amor e Revolução”), Ed Stoppard (“Juventude”), Sabrina Bartlett (série “Da Vinci’s Demons”) e Bobby Schofield (“Mar Negro”). A 2ª temporada de “Knightfall” está atualmente sendo gravada na cidade de Praga, na República Tcheca, e só vai estrear no ano que vem. No Brasil, a série também é exibida pelo History Channel.

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    Wilson Fisk está de volta em novas fotos e teaser da série do Demolidor

    26 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou três novas fotos e mais um teaser da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destacam a volta de Vincent D’Onofrio ao papel de Wilson Fisk, o Rei do Crime. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. O confronto entre o Demolidor (Charlie Cox) e Fisk vai marcar a trama da temporada, que será disponibilizada no dia 19 de outubro em streaming.

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    Manifest bate recorde de audiência e vira primeira estreia de sucesso da nova temporada de séries nos EUA

    26 de setembro de 2018 /

    A temporada de outono (fall season) começou oficialmente na segunda-feira (24/9) nos Estados Unidos e já registrou as primeiras estreias de sucesso na TV americana. No primeiro dia de exibição de novos programas, “Manifest” surpreendeu com uma audiência muito acima do esperado, assistida por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo às 22h, e marcando 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A TV americana não via um sucesso de sci-fi deste porte desde “Lost”, produção com a qual “Manifest” tem sido comparada, já que também trata de passageiros de um avião desaparecido. A diferença é que, em vez de chegarem numa ilha misteriosa, os protagonistas da nova série pousam em seu destino original… muitos anos depois. “Manifest” teve desempenho inesperado por aumentar o público da NBC após a exibição do carro-chefe “The Voice”. A série foi vista por quase um 1 milhão de pessoas a mais que a audiência do reality de competição musical e atingiu um recorde, como a maior estreia da rede em três anos. Em todo o dia, a novata só perdeu para os retornos de “The Big Bang Theory” (12,5 milhões) e “Young Sheldon” (10,5 milhões) na rede CBS, exibidos mais cedo. A estreia de “Magnum P.I.”, remake da série de sucesso dos anos 1980, também teve um bom começo em números gerais na CBS, assistida por 8 milhões de telespectadores. Entretanto, não conseguiu reter o público das séries que a precederam e quem a sintonizou não foi muito qualificado – isto é, a maioria ficou fora da demo. O novo “Magnum” marcou apenas 1,2 ponto na demo – cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Ficou, inclusive, abaixo dos 1,4 pontos da volta de “Good Doctor”, que, por sua vez, registrou a menor audiência de toda a série na estreia de sua 2ª temporada, com 7,78 milhões de telespectadores. Já na terça-feira (25/9), a CBS voltou a contar com a eficácia do produtor Dick Wolf (criador das franquias “Law & Order” e “Chicago”) para lançar sua nova série procedimental “F.B.I”. A atração foi vista por 10,3 milhões de telespectadores. Mas também teve dificuldades na demo, registrando 1,3 ponto. Este paradoxo é uma característica atual das séries procedimentais – que costumam tratar de um caso (geralmente criminal) por episódio – , vistas por um público mais velho. Para ter uma comparação, a estreia da 2ª temporada de “This Is Us” atraiu quase o mesmo público na rede NBC: 10,4 milhões. Porém, registrou 2,9 pontos na demo. A NBC ainda exibiu a outra estreia do dia, “New Amsterdam”, assistida por 8,4 milhões. Mas se a série médica perdeu em quantidade de telespectadores para “F.B.I”, venceu com folga na demo, com 1,9 ponto. Para completar, a Fox lançou a 3ª temporada de “Lethal Weapon” (“Máquina Motífera”) e a 2ª de “The Gifted”, ambas com queda de audiência em relação às temporadas anteriores. No caso de “The Gifted”, os 2,6 milhões da sintonia representaram o segundo pior público de toda a série. Mas seus telespectadores são jovens, o que rende melhor posicionamento na demo que “Lethal Weapon” – 0,9 contra 0,8 ponto – , apesar de a série policial ter sido vista por 3,4 milhões ao vivo. Decisões sobre renovações e cancelamentos dão mais peso ao público da demo que à audiência total. Clique nos títulos destacados das séries para saber mais sobre cada uma delas.

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    Fear the Walking Dead: Vídeos e fotos revelam detalhes do final da 4ª temporada

    26 de setembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou 22 fotos uma cena e um trailer promocional do último episódio da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead”. A prévia volta a destacar a ameaça da assassina lunática chamada Martha (Tonya Pinkins), a fuga solitária de Al (Maggie Grace), o cerco dos morto-vivos aos sobreviventes e o desespero de Morgan (Lennie James) enquanto tenta salvar todo mundo. A série tem voltado a atrair público, após perder metade da audiência conquistada na estreia da temporada, vista por mais de 4 milhões de telespectadores. O desinteresse, que refletiria a saída de dois personagens do elenco original, mortos na trama, levou ao encolhimento da sintonia, que chegou a 1,5 milhão há quatro semanas. Mas, desde então, reverteu a tendência de queda e passou a registrar mais público a cada episódio. O capítulo do domingo passado foi o primeiro a registrar mais de 2 milhões de telespectadores desde a midseason. Intitulado “…I Lose Myself”, o capítulo final da 4ª temporada será exibido no próximo domingo (30/1) nos Estados Unidos e na segunda-feira no Brasil, também pelo canal pago AMC. “Fear the Walking Dead” já está renovada para a 5ª temporada.

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    Bodyguard encerra 1ª temporada como maior sucesso da TV britânica desde Downton Abbey

    26 de setembro de 2018 /

    A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), encerrou sua 1ª temporada com recorde de audiência no domingo passado (23/9). A exibição do último episódio no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. “Bodyguard” virou um fenômeno ao registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), “Bodyguard” traz Richard Madden como o personagem-título. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado a proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A série vai chegar ao Brasil em 24 de outubro, pela Netflix, que negociou com a BBC os direitos de distribuição internacional. Veja abaixo o trailer da estreia original no canal BBC One.

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