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Minissérie de suspense com Josh Hartnett alcançou 17 milhões de visualizações em quatro dias e liderou o ranking mundial da plataforma

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Série

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Girls vai voltar com elenco original após dez anos

Lena Dunham prepara cinco episódios inéditos com Allison Williams, Jemima Kirke, Zosia Mamet e Andrew Rannells novamente no elenco

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13 de outubro de 2026
  • Série

    Bella Thorne denuncia ter sofrido bullying da produção da série Famous in Love

    19 de outubro de 2018 /

    A atriz Bella Thorne afirmou ter sofrido bullying da produção da série “Famous in Love”, que ela estrelou no canal pago americano Freeform por duas temporadas. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, ela denunciou que foi chamada de “feia e gorda” por executivos do canal, que pertence à Disney, via e-mail. Segundo Thorne, a emissora a definia como “incontrolável e louca” e a rotulou de diva, “porque eles estavam com medo que eu fosse abrir o bico se me irritassem. Eles me chamaram de ‘feia e gorda’ em e-mails”, comentou. “Quando você tem uma garota jovem como protagonista da sua série, você não pode soltar insultos assim. Esse tipo de coisa pode fazê-la se sentir muito mal consigo mesma”, continuou a atriz, que já lutou contra a depressão. “Uma vez não foi por e-mail, mas sim no set, na frente de todo mundo. E o elenco não sabia o que estava acontecendo antes disso, então eles ficaram chocados. Eles me mandaram mensagens pedindo desculpas e dizendo ‘eu não acredito que eles fizeram isso com você'”, contou ainda. Thorne disse que confrontou a produção sobre o caso e os insultos por e-mail, e que a Freeform prometeu que tudo mudaria na 2ª temporada. “Basta dizer que isso não aconteceu”, revelou a atriz. Quando o cancelamento da série foi anunciado pela Freeform em junho, a revista The Hollywood Reporter noticiou que o fim abrupto da trama podia ter sido por conta de “brigas entre Thorne e a showrunner I. Marlene King”. A roteirista e produtora, que também criou “Pretty Little Liars”, maior sucesso do canal (e que vai ganhar spin-off), negou tudo no Twitter. Após a publicação da entrevista do Los Angeles Times, vários veículos da imprensa americana buscaram confirmar a história junto ao canal pago Freeform, que ofereceu, em resposta, o tradicional “sem comentários”. O que não é uma negação.

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  • Série

    Super Drags: Série animada dublada por Pabllo Vittar ganha trailer contra haters

    19 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Super Drags”, sua primeira animação brasileira, que vem precedido por um aviso de que se trata de material adulto. É a deixa para a prévia enfiar o pé na jaca e abusar dos closes. O desenho é basicamente “As Meninas Superpoderosas” com drag queens, com três super-empoderadas que voam espalhando raios de arco-íris contra os terríveis haters, vilões do mal. Com alusões anatômicas e sexualmente óbvias, a prévia também é garantia de mais chiliques conservadores. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e desde então desperta chiliques e pitis. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclamava a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Por conta disso, a Netflix chegou a divulgar um vídeo em que Vedete Champanhe explica que não se trata de uma animação para crianças. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, perguntava a personagem animada. Veja aqui. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. Para dar ainda mais credibilidade à brincadeira, as super-empoderadas tem vozes famosas, dubladas pelo cantor Pabllo Vittar, pela ícone da noite paulistana Silvetty Montilla (“Do Lado de Fora”), pela drag queen mais debochada do Rio Suzy Brasil (da vindoura comédia “Carlinhos & Carlão”) e o ator Rapha Vélez (da série “Macho Man”). A série também ganhou data de estreia. Os cinco episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 9 de novembro.

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  • Série

    Já ouviu falar na série Segurança em Jogo? “Tradução” da Netflix esconde maior sucesso britânico da década

    19 de outubro de 2018 /

    A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), bastante comentada por bater recorde de audiência no Reino Unido, ganhou trailer legendado para seu lançamento na Netflix. O detalhe é que a plataforma resolveu ignorar toda a divulgação espontânea da imprensa nacional, que destacou o sucesso sem precedentes da atração, ao trocar seu título por um nome que nem forçando muito a barra dá para chamar de tradução. A divulgação está sendo focada em algo chamado “Segurança em Jogo”, que provavelmente causará indiferença aos assinantes que aguardam para ver “Bodyguard” (Guarda-costas, em inglês). As decisões tomadas pela Netflix nacional são de espantar até descrentes. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), a série traz Richard Madden como o personagem-título – não “Segurança em Jogo”, mas o título original. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado para proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A exibição do último episódio da temporada no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. O mais impressionante é que continuou a registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A BBC ainda não se pronunciou a respeito de uma 2ª temporada, mas parece óbvio que ela será produzida. Jed Mercurio já falou em planos para quatro temporadas. A série vai chegar ao Brasil na quarta-feira (24/10), e é uma pena que a Netflix tenha decidido dificultar que o público a identifique em sua programação.

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  • Série

    Jennifer Lopez pode estrelar nova série policial

    19 de outubro de 2018 /

    A atriz Jennifer Lopez pode voltar à TV em nova série policial. Ela está comprometida com o projeto de “Blood Ties”, que teve seu roteiro encomendado pela rede NBC. Até agosto, Lopez estava à frente do elenco de outra série policial, “Shades of Blue”, que durou três temporadas na emissora e foi encerrada com baixa audiência, diante de 3,2 milhões de telespectadores. “Blood Ties” é uma criação de Tom Szentgyorgyi, roteirista de diversos episódios de “The Mentalist” e “Bates Motel”, e deve voltar a reunir Lopez com o ator Vincent Laresca, que também fazia parte de “Shades of Blue”. A trama gira em torno de um ex-policial condenado por homicídio, que sai da prisão após vários anos, quando novas provas apontam sua inocência, e é readmitido em seu emprego. Tentando se adaptar à vida fora da prisão e com um conhecimento maior sobre os criminosos que enfrenta, ele vai tentar descobrir quem o incriminou falsamente e por quê. Se essa sinopse parece conhecida, é porque se trata da trama de “Life”, série estrelada por Damien Lewis (“Billions”), que durou duas temporadas entre 2007 e 2009.

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  • Série

    Série clássica Alice pode retornar em nova versão escrita pela roteirista de Juno

    19 de outubro de 2018 /

    A série clássica “Alice” é a próxima candidata a ganhar remake nos Estados Unidos. A rede Fox encomendou o roteiro de uma nova versão para Diablo Cody (“Juno”, “Tully”) e Liz Astrof (séries “2 Broke Girls” e “The King Of Queens”). A produção original era baseada no filme de Martin Scorsese de 1974, “Alice Não Mora Mais Aqui”, e durou nove temporadas, exibidas entre 1976 e 1985. Criada por Robert Getchell, que também escreveu o filme, a série girava em torno da personagem-título, uma aspirante a cantora, interpretada por Linda Lavin, que após ficar viúva se muda com o filho para Phoenix, no Arizona, e passa a trabalhar em uma lanchonete de beira de estrada. Na nova versão, Alice se divorcia de um marido traidor e encontra uma nova família em seu trabalho como garçonete. A diferença reflete o fato de que mulheres divorciadas ainda não eram bem-vistas nos anos 1970 – mães solteiras tinham que ser viúvas nas séries da época. Ao longo de sua exibição, “Alice” ganhou oito prêmios Globo de Ouro, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz para Lavin, e recebeu cinco indicações ao Emmy. O longa “Alice Não Mora Mais Aqui”, por sua vez, foi indicado a três Oscars e rendeu a Ellen Burstyn o troféu de Melhor Atriz pelo papel principal. O roteiro de Cody e Astrof precisará agradar aos executivos da Fox para que o projeto receba encomenda de piloto – a etapa seguinte a ser vencida para a produção virar série.

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  • Série

    Morte de Roseanne na série The Conners foi inspirada pelos tuítes de Roseanne Barr

    18 de outubro de 2018 /

    A série “The Conners”, spin-off de “Roseanne”, finalmente estreou na TV americana, revelando na noite de terça-feira (16/10) o destino da protagonista original, após ela se envolver numa polêmica no Twitter que levou ao cancelamento da recém-revivida “Roseanne”. Roseanne Barr perdeu seu emprego após fazer um comentário racista que rendeu um avalanche de protestos e culminou na decisão da presidente da rede ABC de cancelar a série mais vista da TV americana em 2018. Como mais de uma centena de profissionais trabalhavam na produção, que tinha sido renovada antes do escândalo, um acordo foi firmado e “Rosanne” virou “The Conners”, a mesma série sem Roseanne. O público curioso em saber como a atração explicaria a ausência da protagonista, descobriu nesta semana que os produtores se inspiraram nos tuítes da própria Roseanne Barr para encontrar a solução. Durante uma tentativa de justificar seu surto racista, a atriz e produtora contou a seguinte história nas redes sociais: “Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais”, explicou. A declaração fez o fabricante do remédio emitir um comunicado: “Embora todos os tratamentos farmacêuticos tenham efeitos colaterais, o racismo não é um efeito colateral conhecido de qualquer medicamento da Sanofi”. E agora os produtores revelaram que o abuso de opiáceos levou a personagem a morrer de overdose. O episódio de estreia ainda explicou que Roseanne ficou viciada em remédios depois de contundir o joelho na última temporada. A atriz não achou graça. Uma hora após a exibição do episódio, Roseanne postou uma mensagem no Twitter em letras garrafais: “Não morri, vadias!”.

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  • Série

    Novo trailer de Legacies destaca a Escola Salvatore para jovens sobrenaturais

    18 de outubro de 2018 /

    A rede The CW divulgou um novo trailer de “Legacies”, spin-off das séries “The Originals” e “The Vampire Diaries”, que pela primeira vez apresenta a premissa da produção não como uma sequência das outras séries, mas como algo completamente diferente. Ao centrar a prévia na Escola Salvatore para jovens sobrenaturais, acaba oferecendo uma comparação com os X-Men – e a Escola Xavier para jovens superdotados. A abordagem é bem distinta do destaque individual que vinha sendo dado a Hope Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell) como protagonista, “a filha de uma longa linhagem de vilões das histórias” introduzidas em “The Vampire Diaries”. Além dos intérpretes conhecidos de Hope e do diretor da escola Alaric Saltzman (Matthew Davis), vistos nas séries anteriores, o elenco inclui Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”) como as irmãs Saltzman, filhas bruxas de Alaric, além de Aria Shahghasemi (“No Alternative”), Quincy Fouse (“The Goldbergs”) e Peyton Alex Smith (“Detroit em Rebelião”). Criada por Julie Plec, responsável pelo universo vampírico da CW desde “The Vampire Diaries”, “Legacies” vai estrear na próxima quinta (25/10), pouco mais de dois meses após o final de “The Originals” – que foi ao ar em 1 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Novo trailer de Legends of Tomorrow oficializa entrada de Constantine na equipe

    18 de outubro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo trailer da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que oficializa a entrada de John Constantine (Matt Ryan) na equipe. Após salvar o mundo do demônio Mallus no final da temporada passada, os heróis liderados por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) inadvertidamente soltaram criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para consertar mais uma bagunça que eles criaram. Esta é a deixa para a inclusão de Constantine na trama. Além de Matt Ryan, a nova temporada também promoveu ao elenco central as atrizes Jes Macallan, intérprete de Ava Sharp, que lidera a Agência do Tempo, e Courtney Ford, que vive a ex-vilã Nora Darhk, filha de Damien Darhk (Neal McDonough). E apesar do desfecho do ciclo passado, Maisie Richardson-Sellers ainda continua no elenco. O detalhe é que ela interpretará uma nova personagem. A série também vai introduzir Ramona Young (“Santa Clarita Diet”) como Alaska Yu, jovem obcecada por livros de fantasia que se revela uma espécie de expert em criaturas mágicas – personagem sem equivalente nos quadrinhos – e Thomas F. Wilson (“De Volta para o Futuro”) como Hank Heywood, o pai de Nate/Cidadão Gládio (Nick Zano). A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia na próxima segunda-feira (22/10) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Ator de The Handmaid’s Tale entra em Arrow em papel importante e até então sigiloso

    18 de outubro de 2018 /

    O ator Ben Lewis (visto na série “The Handmaid’s Tale”) foi confirmado no elenco central da 7ª temporada de “Arrow”. A oficialização de sua participação aconteceu apenas após a estreia da temporada, exibida na segunda-feira (15/10) nos Estados Unidos, porque seu papel foi guardado em sigilo. Saiba qual é no parágrafo a seguir, com spoiler. Lewis vive a versão adulta do filho de Oliver Queen (Stephen Amell), William Clayton, em flashforwards vistos no episódio inaugural. De maneira misteriosa, ele apareceu na estreia como um homem que desembarca na ilha de Lian Yu, onde se encontra com um auto-exilado Roy Harper (Colton Haynes) e se apresenta como o filho de Oliver. O mesmo episódio de “Arrow” mostrou a versão criança de William, com interpretação do canadense Jack Moore, ser enviado por Felicity (Emily Bett Rickards) para um lugar distante e seguro, para sua própria proteção após Oliver ser preso e ter a identidade como Arqueiro Verde revelada. Pode ter sido a despedida do ator mirim da série. Ben Wilson deve aparecer durante toda 7ª temporada e sua presença inicia um arco novo e inesperado na trama.

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    Boato de nova série do Superman ganha força com chegada de Lois Lane e Lex Luthor à Supergirl

    18 de outubro de 2018 /

    A contratação de uma intérprete para Lois Lane, a volta de Tyler Hoechlin ao papel de Superman e o anúncio de que Lex Luthor também vai aparecer na 4ª temporada de “Supergirl” teriam ser alinhado para comprovar os planos da criação de uma nova série do Homem de Aço. De acordo com o site FandomWire, fontes da Warner afirmam que o estúdio descartou planos para um novo filme de Superman, após Henry Cavill se recusar a aparecer em “Shazam!”, e deu aval para a divisão televisiva explorar o personagem. Supostamente, o crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” serviria de trampolim para a produção. É nele que Hoechlin voltará a aparecer como Clark Kent/Superman e Elizabeth Tullock (da série “Grimm”) fará sua estreia como Lois Lane. Há um fato nesse rumor. Cavill e a Warner realmente se desentenderam devido a conflitos de agenda e/ou de cachê que impediram o ator de aparecer em “Shazam!”. O que não é mencionado é que a Warner mudou de comando. Comprada pela companhia de telecomunicações AT&T, a empresa foi rebatizada de WarnerMedia e tem como nova diretriz produzir mais conteúdo que nunca, visando explorar o mercado de streaming. A plataforma DC Universe, focada em produções dos quadrinhos da DC Comics, é uma iniciativa incentivada pelo novo regime, que pretende lançar ainda outra plataforma no final de 2019, com maior abrangência, para enfrentar a investida da Disney no mercado Direto ao Consumidor (D2C). Escamoteada pela reivindicação de novidade do FandomWire, uma notícia de janeiro apontava para um projeto similar. A DC Universe encomendou, no começo do ano, uma série chamada “Metropolis”, que seria protagonizada por Lois Lane. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista John Stephens e os episódios terão direção de Danny Cannon. Ambos trabalham na série “Gotham”. E assim como a série do jovem Bruce Wayne, a trama de “Metropolis” seria um prólogo, centrado na jovem repórter Lois Lane, antes da chegada de Clark Kent/Superman na cidade. Será que houve mudanças ou o boato da série de Superman nasceu de uma má interpretação desse projeto pelo site FandomWire, que é um site de fãs, não de jornalistas?

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  • Série

    Lex Luthor vai aparecer na série Supergirl

    18 de outubro de 2018 /

    O personagem ausente mais citado de “Supergirl” finalmente vai aparecer em carne e osso na atração. A rede CW e a WBTV (Warner Bros. Television) iniciaram a busca por um novo intérprete de Lex Luthor, o maior inimigo de Superman nos quadrinhos, que fará sua estreia na atual 4ª temporada da série. “Estamos muito animados para introduzir esse icônico vilão”, disseram os produtores Robert Rovner e Jessica Queller em comunicado oficial. “Planejamos introduzir Lex Luthor na série desde a sua 1ª temporada, e finalmente podemos dizer que ele está chegando. Mal podemos esperar para vê-lo enfrentar não só a Supergirl, mas também sua irmã, Lena Luthor”, completaram. Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão. Mas todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. Mesmo assim, a influência do vilão invadiu a trama por meio de suas invenções, pela determinação de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”) de manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas de Lex, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). Lex Luthor vai aparecer após o retorno de Superman à produção de “Supergirl”. Interpretado por Tyler Hoechlin, o personagem fará sua quinta aparição durante o crossover “Elseworlds”, que juntará Supergirl, Arqueiro Verde e Flash em dezembro. Entre os atores que já interpretaram o vilão nos cinemas, o melhor é Gene Hackman, que o encarnou nos filmes originais de “Superman”. Jesse Eisenberg interpretou uma outra versão do personagem em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. Na televisão, ele foi mais famosamente vivido por Michael Rosenbaum em “Smallville” e John Shea em “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”.

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  • Série

    Melissa Benoist revela primeira foto da nova Lois Lane da televisão

    18 de outubro de 2018 /

    A atriz Melissa Benoist, protagonista de “Supergirl”, divulgou no seu Instagram a primeira foto de Elizabeth Tulloch (que viveu Juliette e Eve em “Grimm”) como a nova intérprete de Lois Lane no universo televisivo da DC Comics. As duas atrizes aparecem juntas numa foto com Tyler Hoechlin, que irá reprisar seu papel como Superman e Clark Kent. O cenário rural ao fundo pode tanto pertencer à fazenda da família Kent em Smallville quanto a casa da família Danvers na cidadezinha de Midvale. Na legenda da imagem, ela escreveu: “Dois kryptonianos e uma jornalista entram num crossover”. O que é curioso, visto que os três personagens são jornalistas. Kara Danvers, a Supergirl, irá se encontrar com seu superprimo e a mulher dele no próximo crossover das séries de super-heróis da rede CW intitulado “Elseworlds”, que acontecerá ao longo de três episódios nas séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” em dezembro. As três séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, que ainda não informou quando exibirá a história de “Elseworlds”. Visualizar esta foto no Instagram. two kryptonians and a journalist walk into a crossover ?‍?‍? Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 17 de Out, 2018 às 11:44 PDT

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  • Série

    Narcos chega ao México com trailer legendado, sangrento e repleto de ação

    18 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da volta de “Narcos”, que passará por uma reinvenção completa ao mudar a ação para um país diferente e apresentar novos personagens. A prévia repleta de ação volta ao início dos anos 1980, ao som do rap clássico “White Lines”, que comenta a avalanche branca de cocaína do período, para narrar a história do surgimento dos cartéis de drogas do México. Michael Peña (“Homem-Formiga) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) lideram o elenco, totalmente renovado em relação aos anos anteriores. O personagem interpretado por Luna é Miguel Ángel Félix Gallardo, também conhecido como El Jefe dos Jefes ou El Padrino (como o filme “O Poderoso Chefão” ficou conhecido no México), fundador do primeiro cartel de Guadalajara. A principal ameaça a seus objetivos será encarnada por Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do agente do DEA (departamento de combate à drogas dos EUA) Enrique “Kiki” Camarena, que se infiltra no cartel para derrubá-lo. Como os personagens são reais não é difícil saber como esse conflito acaba. Nada bem. Mas com impacto capaz de motivar uma 5ª temporada. Por curiosidade, os dois astros da temporada trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. A 1ª temporada de “Narcos: México” – ou 4ª temporada de “Narcos” – estreia em 16 de novembro em streaming.

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