Donald Moffat (1930 – 2018)
Morreu o veterano ator Donald Moffat, que fez sucesso na Broadway, no cinema e na televisão. Ele morreu na quinta-feira (20/12) em Sleepy Hollow, Nova York, aos 87 anos, após complicações de um derrame recente. Durante a longa carreira, que durou quase 50 anos, ele apareceu em 80 peças teatrais, dirigiu outras 10, fez 70 filmes e telefilmes e pelo menos 60 episódios de séries televisivas. Moffat nasceu em Plymouth, na Inglaterra, e se mudou para os EUA aos 26 anos. Ele começou sua trajetória no teatro e chegou a ser indicado ao prêmio Tony de Melhor Ator em 1967. A essa altura, já tinha uma década de experiência, tanto nos palcos quanto na televisão. Sua primeira participação televisiva foi num episódio da série noir “Cidade Nua”, em 1958. A estreia no cinema, porém, só foi acontecer depois da consagração teatral. Seu primeiro papel veio em “Rachel, Rachel” (1968), que também marcou o debut do astro Paul Newman como diretor. Durante os anos 1970, alternou aparições em episódios de séries clássicas, como “Missão Impossível”, “Lancer”, “Chaparral”, “Bonanza”, “Galeria do Terror”, “Gunsmoke”, “Tempera de Aço”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Os Waltons” e “Os Pioneiros”, antes de ser escalado em seu primeiro papel fixo numa série, como o androide Rem na cultuada sci-fi “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), versão televisiva do filme “Fuga no Século 23” (1976). Paralelamente, caprichou em sua seleção de personagens em filmes icônicos, incluindo “R.P.M.: Revoluções por Minuto” (1970), de Stanley Kramer, o western “Sem Lei e Sem Esperança” (1972), de Philip Kaufman, a sci-fi “O Homem Terminal” (1974), de Mike Hodges, e o desastre clássico “Terremoto” (1974), de Mark Robson. O auge da carreira cinematográfica aconteceu na década de 1980, inaugurada por “Política do Corpo e Saúde” (1980), de Robert Altman. Em seguida, ele participou de dois dos filmes mais comentados do período. Viveu o comandante de uma estação de pesquisa antártica na cultuada sci-fi de terror “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing, 1982), de John Carpenter, e roubou a cena como o vice-presidente Lyndon B. Johnson em “Os Eleitos” (The Right Stuff, 1983), seu segundo filme dirigido por Philip Kaufman, sobre o início do programa espacial americano. Os dois papéis foram sucedidos por uma enxurrada de trabalho. Moffat participou de um arco em “Dallas”, mas quase não teve tempo de fazer TV, brilhando em filmes diversos, do drama “A Baía do Ódio” (1985), de Louis Malle, ao trash “O Monstro do Armário” (1986). Ele retomou sua parceria bem sucedida com Kaufman em outro longa cultuado, “A Insustentável Leveza do Ser” (1988), e continuou acumulando obras de mestres do cinema. Vieram “Muito Mais que um Crime” (1989), de Costa-Gavras, “A Fogueira das Vaidades” (1990), de Brian De Palma, “Uma Segunda Chance” (1991), de Mike Nichols, “A Fortuna de Cookie” (1999), de Robert Altman, sem esquecer o papel de presidente corrupto dos Estados Unidos em “Perigo Real e Imediato” (1994), de Phillip Noyce, entre uma variedade de títulos. Em 2000, ele entrou em “Bull”, primeira série do canal pago TNT, focada no mercado financeiro. Mas a experiência se provou amarga. A série foi cancelada na metade da 1ª temporada e ele só fez mais três trabalhos depois disso – o telefilme esportivo “A História de um Recorde” (2001) e episódios individuais de “West Wing” (em 2003) e “Law & Order: Trial by Jury” (em 2005).
Love Is_ é cancelada após denúncia de plágio e abuso sexual do produtor
O canal pago americano OWN cancelou a série “Love Is_”, que não terá 2ª temporada. A decisão foi consequência de uma denúncia de abuso contra o criador da atração, Salim Akil (criador também da série do herói “Raio Negro”). A atriz Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusou o produtor de violência doméstica, estupro e por roubar-lhe a ideia de “Love Is_”. Segundo apurou o site The Wrap, a Warner, que produz “Love Is_” e “Black Lightning” (a série do Raio Negro), nunca recebeu nenhuma reclamação sobre o comportamento de Akil no set, por isso ele segue trabalhando enquanto o estúdio investiga os méritos da acusação. Como a denúncia foca problemas fora do ambiente de trabalho, a situação é bem diversa daquela de outros casos que causaram demissões de produtores. Amber Dixon Brenner afirmou que iniciou um caso com Salim Akil há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter tido a ideia de “Love Is_”, roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Brenner afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. E que após mostrá-lo para Salim, ele o copiou na série “Love Is” sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processou também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW.
Estudo garante que a série clássica Friends foi a mais maratonada de 2018
Um estudo da empresa TV Time apontou a série “Friends”, que não é mais produzida há 14 anos, como a mais “maratonada” de 2018, graças a sua presença no serviço de streaming Netflix. Para o estudo, foram considerados os comportamentos de 12 milhões de usuários do aplicativo da empresa ao redor do mundo, além de uma definição de maratona como o hábito de assistir ao menos quatro episódios de uma mesma série em um período de 24 horas. A sitcom que acompanha a vida de seis jovens de 20 e poucos anos em Nova York manteve-se tão popular em 2018 que motivou uma renovação milionária para permanecer na plataforma. Segundo o jornal The New York Times, a Netflix teria aceito pagar US$ 100 milhões para manter as dez temporadas das histórias de Rachel, Monica, Ross, Chandler, Joey e Phoebe disponíveis em seu catálogo. Em 2º lugarm ficou “Grey’s Anatomy”, que é exibida numa rede de TV aberta, a ABC, mas vista em estilo de binge-watching também pela Netflix. Não foi por acaso que a plataforma contratou sua criadora, Shonda Rhimes, por um valor não revelado para criar séries exclusivas para streaming. A lista segue com uma produção original da Netflix na 3ª posição: “13 Reasons Why”. Na sequência, vêm a espanhola “La Casa de Papel” (que estreou antes no canal Antena 3) e “Riverdale” (nos Estados Unidos, a série é exibida pelo canal The CW). Abaixo, a lista das 10 séries mais maratonadas de 2018, segundo o estudo. 1. “Friends” 2. “Grey’s Anatomy” 3. “13 Reasons Why” 4. “La Casa de Papel” 5. “Riverdale” 6. “Brooklyn Nine-Nine” 7. “The 100” 8. “Orange Is the New Black” 9. “The Big Bang Theory” 10. “Pretty Little Liars”
Série da Patrulha do Destino ganha primeiro teaser, pôsteres e data de estreia oficial
A plataforma DC Universe divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela a data de estreia da atração, que será a segunda produção live-action do serviço de streaming, enquanto os cartazes destacam individualmente cada intérprete e seu personagem. Os quadrinhos dos heróis perderam popularidade com o tempo, mas a Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics. Na verdade, o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em sua estreia, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.
Diretor de White God desenvolve série sobre indústria pornô europeia
O cineasta húngaro Kornel Mundruczo, que ficou mundialmente conhecido pelo sucesso de “White Dog” (2014), filme sobre uma revolução de cachorros, está desenvolvendo uma série sobre a indústria pornográfica europeia. Ele vai dirigir os episódios e escrever em parceria com Kata Wéber, sua parceira nos roteiros de “White Dog” e “Lua de Júpiter” (2017). A produção é do russo Alexander Rodnyansky, produtor dos premiados “Leviatã” (2014) e “Sem Amor” (2017). Rodnyansky revelou a novidade num comunicado, que afirma que a produção será falada em inglês e com um elenco internacional. As gravações vão acontecer em Budapeste, capital da Hungria, e não há outras informações, como canal envolvido e previsão de estreia. “A pornografia desempenhou um papel muito importante na vida da humanidade”, disse Rodnyansky, no anúncio da produção. “Esse negócio é baseado na exploração do corpo feminino e gostaríamos de contar uma história sobre as mudanças nessa indústria em um momento de mudanças fundamentais nas atitudes em relação às mulheres.” Ele acrescentou ter “fé na visão criativa de Kornel Mundruczo, um dos diretores mais talentosos da Europa”.
Barrados no Baile vai ganhar revival com elenco original dos anos 1990
A série “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90210), fenômeno da cultura pop nos anos 1990, vai ganhar uma nova versão. Com boa parte do elenco original. De acordo com o site Deadline, Jennie Garth (Kelly), Tori Spelling (Donna), Jason Priestley (Brandon), Ian Ziering (Steve), Brian Austin Green (David) e Gabrielle Carteris (Andrea) estão ligados ao projeto. Ele foi criado por Mike Chessler e Chris Alberghini, que trabalharam em “90210”, reboot de “Barrados no Baile”, que acompanhou uma nova geração de estudantes da West Beverly Hills High School, em 2008. Na ocasião, alguns integrantes da série clássica fizeram participações especiais. A nova série ainda está sendo negociada com canais de TV e serviços de streaming, e já tem vários interessados. A produção é da CBS Television Studios. Tori Spelling já havia insinuado em março que “Barrados no Baile” poderia ganhar uma vida nova, ao publicar uma foto em que anunciava estar “de volta ao trabalho” e marcava a amiga e colega Jennie Garth. Nas hashtags, ela escreveu “90210 vibes” e “Donna e Kelly para sempre”. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também faziam parte da série Shannen Doherty, que causou problemas nos bastidores da produção e hoje luta contra o câncer, e Luke Perry, atualmente no elenco de “Riverdale” como pai de Archie Andrews. Já o reboot “90210” ficou no ar por cinco temporadas, de 2008 a 2013, e revelou o destino de alguns dos personagens originais.
Fugitivos: Super-heróis juvenis ganham pôsteres individuais para a 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu divulgou os pôsteres dos heróis juvenis de “Fugitivos” (Runaways), adaptação dos quadrinhos homônimos da Marvel, que estreia sua 2ª temporada nesta sexta (21/12). As artes destacam os intérpretes de forma individual, em frente a grafites de seus personagens. A premissa da série é a mesma dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”). A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. Os heróis juvenis são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Ao contrário da 1ª temporada, que seguiu a formato de episódios semanais, os novos capítulos serão disponibilizados todos nesta sexta. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.
Catch-22: Minissérie produzida, dirigida e estrelada por George Clooney ganha primeiras fotos
A plataforma Hulu divulgou as primeiras fotos da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. As imagens destacam o elenco em trajes militares. Clooney tem um papel pequeno para se concentrar nos outros aspectos de seu trabalho na obra. De todo modo, a produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A data de estreia ainda não foi divulgada.
Billions: Grandes rivais se aliam no trailer da 4ª temporada
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 4ª temporada de “Billions”, uma das mais bem avaliadas de sua programação – a 3ª temporada atingiu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A prévia mostra uma reviravolta na trama, com a formalização de uma aliança entre os dois antagonistas da atração, interpretados por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”). Até então, a série acompanhava o embate entre os dois, um promotor público (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis). Enquanto o promotor tentava juntar provas para prender o ricaço por corrupção, o outro tentava solapar sua autoridade, buscando fazer com que fosse demitido. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” não encanta apenas a crítica. A série tem público cativo, mantendo os mesmos números de audiência ano após ano. A 4ª temporada estreia em 17 de março.
Variety destaca Ilha de Ferro como uma das melhores séries do mundo em 2018
A revista americana Variety publicou nesta quinta-feira (20/12) sua lista de Melhores Séries Internacionais de 2018 e uma produção brasileira apareceu entre as selecionadas. “Ilha de Ferro”, série da plataforma Globoplay protagonizada por Cauã Reymond, impressionou os jornalistas da revista, que a descreveram como “uma grande aposta arriscada de ação e drama”. Foi a única atração latino-americana da relação. Mais que isso: foi a primeira série listada. Não há ranking na seleção, mas esse fato é significativo. A produção feita para streaming é considerada a série mais cara já feita no Brasil. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões e tem 3 mil metros quadrados. Entre os demais destaques internacionais da Variety, destacam-se também a produção alemã “Das Boot”, adaptação do filme “O Barco: Inferno no Mar “(1981), a francesa “Hippocrates”, sobre um hospital em quarentena, a italiana “Il Cacciatore”, dramatização da Operação Mãos Limpas que acabou com a máfia nos anos 1990, a espanhola “Arde Madrid”, sobre os anos finais do franquismo, misturando política, glamour e personagens como a atriz hollywoodiana Ava Gardner e o casal Perón, sem esquecer da britânica “Informer”, thriller sobre terrorismo produzido pelo cineasta Sam Mendes (“007 Contra Spectre”). Confira abaixo a lista completa e aproveite as felizes descobertas de ano novo. “Ilha de Ferro” (Brasil) “The Story of Yanxi Palace” (China) “Herrens Veje” (Dinamarca) “Hippocrates” (França) “Das Boot” (Alemanha) “Autonomies” (Israel) “Il Cacciatore – The Hunter” (Itália) “Lykkeland” (Noruega) “Ślepnąc od Świateł” (Polônia) “Generations: the Legacy” (África do Sul) “Arde Madrid” (Espanha) “Informer” (Reino Unido)
David Mazouz se despede da série Gotham nas redes sociais
O ator David Mazouz se despediu de “Gotham” no Instagram. Ele postou a imagem de uma caixa do Departamento de Polícia de Gotham City com seus pertences, identificada por um etiqueta com seu nome e a descrição de conteúdo “desconhecido”. “Esta é a minha caixa de “Eu não estou mais empregado”. Adeus GCPD. Adeus Mansão Wayne. Adeus Alfred. Adeus ‘Gotham'”, ele escreveu na legenda. Mazouz interpretou Bruce Wayne desde 2014 na série, dos 13 aos quase 18 anos de idade (comemorados em fevereiro próximo), praticamente crescendo junto do personagem. Na 5ª e última temporada da série, há a expectativa de que ele finalmente se transforme em Batman. O final das gravações aconteceu na semana passada, e foi celebrado com bolo, pois também marcou a produção do 100º episódio da série. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A última temporada seguirá a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, o isolamento era decorrência de um Terremoto, mas na série acontece após um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Os 12 episódios finais de “Gotham” começam a ser transmitidos em 3 de janeiro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. This is my “I am no longer employed” box. Goodbye GCPD. Goodbye Wayne Manor. Goodbye Alfred. Goodbye Gotham. Uma publicação compartilhada por David Mazouz (@davidamazouz) em 20 de Dez, 2018 às 12:48 PST
Série clássica Queer as Folk vai ganhar segundo remake americano
A série britânica “Queer as Folk”, pioneira na abordagem do universo gay na televisão, vai ganhar um segundo remake americano produzido pelo canal pago Bravo. Criada em 1999 por Russell T. Davies, que também foi responsável pelo revival de “Doctor Who” (em 2005), “Queer as Folk” acompanhava dois amigos gays, vividos por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) e Craig Kelly (“Titanic”), em sua busca por diversão na noite de Manchester. Numa dessas noites, essa diversão se manifesta na forma de um adolescente em fase de descoberta sexual, interpretado por Charlie Hunnam (o Jax de “Sons of Anarchy”). A série original durou só 10 episódios (oito na 1ª temporada), mas foi suficiente para ganhar remake norte-americano em 2000, que rendeu mais cinco anos de produção e ampliou o leque de histórias com personagens lésbicas. Seu sucesso na TV paga dos Estados Unidos inspirou novas produções, como “The L Word” (2004–2009). O detalhe é que a trama original dificilmente seria exibida nos dias de hoje, já que o personagem de Hunnam tinha 15 anos quando apareceu fazendo sexo com um dos protagonistas gays. Por isso, apesar de Davies estar listado como produtor do novo remake, a nova versão americana contará uma história diferente. O responsável pelo desenvolvimento do remake é Stephen Dunn, diretor-roteirista canadense do premiado filme LGBTQIA+ “O Monstro no Armário” (2015). E ele pretende abordar novas tramas e personagens, ambientando a série na América do Norte e nos dias atuais. O canal Bravo ainda não divulgou previsão de estreia.
Ray Donovan é renovada para sua 7ª temporada
O canal pago americano Showtime renovou a série “Ray Donovan” para sua 7ª temporada. O drama protagonizado por Liev Schreiber vai continuar em Nova York no próximo ano, após a produção ser relocada de Los Angeles para a nova locação na atual temporada. Atualmente exibindo os últimos episódios do seu sexto ano, “Ray Donovan” encerra o atual arco em 13 de janeiro e vai retornar no fim de 2019 com novos capítulos. Ainda não foi confirmado se a atriz Susan Sarandon (“A Intrometida”) vai continuar na série, após aparecer com destaque na 6ª e 7ª temporadas.












