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Série

Bridgerton ganha novo derivado focado em Lady Violet

Minissérie acompanhará a juventude da matriarca e seu romance com Edmund Bridgerton, pai dos oito irmãos da família

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Série

Cauã Reymond aparece sem camisa no trailer da série americana Tudo É Justo

Ator brasileiro interpreta segurança de Kim Kardashian na nova fase da série de Ryan Murphy, que estreia em novembro na Disney+

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Série

Fernanda Montenegro volta a Emergência 53 em temporada sobre saúde mental

Atriz retomará Dona Laura na 2ª temporada da série do Globoplay, que também abordará violência urbana e população em situação de rua

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7 de outubro de 2026
  • Série

    Pandora: Nova série sci-fi ganha primeira foto e pôster

    25 de junho de 2019 /

    A rede americana CW divulgou a primeira foto e o primeiro pôster de “Pandora”, sua nova série de ficção científica, que vai estrear durante a temporada de verão. O cartaz mostra a protagonista, vivida por Priscilla Quintana (“Morte Instantânea”), e pergunta “De onde ela vem?”. Passada em 2199, a trama segue a história de Jax (Quintana), uma jovem cadete da Academia de Treinamento Espacial da Terra que, após a morte dos pais, descobre segredos sobre sua identidade, o verdadeiro propósito do programa espacial e o futuro da humanidade… tudo isso enquanto defende a galáxia de alienígenas e humanos. Criada por Mark A. Altman (“Femme Fatales”), a produção também inclui em seu elenco Oliver Dench (“The Athena”), Ben Radcliffe (“As Crônicas de Evermoor”), Raechelle Banno (da novela australiana “Home and Away”), John Harlan Kim (“The Librarians”), Banita Sandhu (“October”), Martin Bobb-Semple (“Free Rein”), Noah Huntley (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Vikash Bhai (“Knightfall”). A série estreia em 9 de julho nos EUA.

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  • Série

    Série baseada no filme A Praia já tem roteiro “de explodir a cabeça”

    25 de junho de 2019 /

    O diretor Danny Boyle (“T2: Trainspotting”) voltou a falar do projeto da transformação de seu filme “A Praia” (2000) numa série. A ideia foi mencionada pela primeira vez em 2012, quando a Fox entrou na produção, e ganhou novidades durante entrevista desta semana para o jornal britânico The Independent, em que o cineasta revelou que o piloto já tem roteiro. Boyle disse que a atriz, diretora e roteirista Amy Seimetz (criadora da série “The Girlfriend Experience”) escreveu um tratamento para a série, que ele descreveu como “de explodir a cabeça” (troque explodir por um palavrão para uma tradução mais literal). “É muito intrigante quando você percebe o que Amy fez com os roteiros. Eu não sei se o canal FX terá coragem de produzir essa série para valer”, completou. Curiosamente, a adaptação cinematográfica de “A Praia” não foi exatamente um blockbuster capaz de justificar a produção de uma série. Ao contrário, representa um dos maiores fracassos da carreira de Leonardo DiCaprio, apesar de lançado em plena dicapriomania, logo após o blockbuster “Titanic” (1997). Por seu papel, o ator chegou a ser indicado ao Framboesa de Ouro, premiação anual voltada aos piores do cinema. O filme também teve a pior repercussão crítica da carreira do diretor Danny Boyle. Com estas credenciais, fica difícil imaginar o que atraiu o cineasta de volta para a história. Talvez a amizade com o autor do livro em que a trama se baseia. “A Praia” foi a primeira parceria de Boyle com Alex Garland. A adaptação do livro de 1996 serviu de cartão de visitas do escritor no cinema. Depois, os dois voltaram a trabalhar juntos no terror “Extermínio” (2002) e na sci-fi “Sunshine – Alerta Solar” (2007), antes de Garland também virar diretor de filmes. Em 2000, DiCaprio interpretou Richard, um jovem aventureiro que, em viagem à Tailândia, encontra um misterioso mapa que promete levá-lo a uma praia paradisíaca. Ao chegar lá com dois companheiros de viagem, descobre que o local é realmente deslumbrante. E também centro de uma operação de tráfico internacional. Segundo Boyle, a série acompanharia o mesmo personagem, 20 anos depois dos eventos do filme. Confira o trailer abaixo para lembrar do filme, que também contou em seu elenco com os franceses Guillaume Canet (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Virginie Ledoyen (“Adeus, Minha Rainha”) e o britânico Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”).

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  • Série

    Diretores de Alguma Coisa Assim e As Boas Maneiras se juntam em nova série da Netflix

    25 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de mais uma série brasileira, “Boca a Boca”. A produção de seis episódios vai combinar trama adolescente e epidemia. A trama gira em torno de uma doença contagiosa disseminada pelo beijo, que se espalha entre os jovens e afeta o comportamento de uma até então pacata comunidade interiorana. A princípio, parece uma metáfora para o pânico e a intolerância relacionados à Aids. A produção está a cargo de Esmir Filho, o cineasta premiado de “Os Famosos e Os Duendes da Morte” (2009) e “Alguma Coisa Assim” (2017), que também divide o roteiro e a direção dos episódios com outra cineasta premiada, Juliana Rojas, de “Trabalhar Cansa” (2011), “Sinfonia da Necrópole” (2014) e “As Boas Maneiras” (2017). A equipe de roteiristas ainda inclui Marcelo Marchi, Jaqueline Souza e Thais Guisasola. A produção é uma parceria da Gullane e da Fetiche com a Netflix. O elenco ainda não foi definido e não há previsão de estreia.

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  • Série

    Atriz de Grimm entra no revival de The L Word

    25 de junho de 2019 /

    A atriz Jacqueline Toboni, que viveu a matadora de monstros Trubel na série “Grimm”, entrou no elenco do revival de “The L Word”. Ela será uma das representantes da “geração Q” que batiza a produção. A série vai voltar com um novo título: “The L Word: Generation Q”. Trata-se de uma referência à letra Q de “queer” na sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da nova geração. Também entraram na série as atrizes Arienne Mandi (“In the Vault”) e Rosanny Zayas (“The Code”) e o ator Leo Sheng (“Adam”), que vão se juntar a três das estrelas da série original. Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki) retomarão seus papéis dez anos depois do fim da série, em 2009. Durante o evento de inverno da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a atriz Sarah Shahi confirmou que também retomará seu papel de Carmen, a namorada bissexta de Shane, e outras intérpretes da série original devem aparecer em participações especiais para mostrar como seguiram suas vidas, amores e tribulações, em meio às novas personagens da produção. Elas serão acompanhadas pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produzirá o reboot. Já o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. A estreia ainda não foi marcada, mas deve acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro, com oito episódios no canal pago americano Showtime.

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  • Série

    Scream: 3ª temporada da série baseada em Pânico ganha trailer com muitas mudanças

    24 de junho de 2019 /

    A 3ª temporada de “Scream”, série da MTV norte-americana inspirada na franquia cinematográfica de terror “Pânico”, ganhou um trailer, um ano após as gravações. E com uma surpresa. A atração mudou de canal. Vai passar no canal VH1. Para atrair seu público, o comercial decidiu destacar os músicos do elenco, como a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”, o rapper Tyga, o filho do rapper Notorious B.I.G., C.J. Wallace, e a filha de Michael Jackson, Paris Jackson. Além disso, também chamou atenção para o nome da produtora, que é a cantora Queen Latifah (“Star”). Até parece que se trata de um musical. Só que não. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama de terror, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. Em vez disso, resgatará a máscara original dos filmes de Wes Craven. E terá subtítulo. A atração vai se chamar, em inglês, “Scream: Ressurrection”. Além disso, serão menos episódios: seis no total, que serão exibidos nos EUA em apenas três noites, na base de dois capítulos por semana. O elenco também inclui RJ Cyler (“Power Rangers”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”) e Jessica Sula (“Fragmentado”). Com roteiro e produção de Brett Matthews (“The Vampire Diaries”), a estreia está marcada para 8 de julho.

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  • Série

    Tripulação original da Enterprise deve voltar em curta da série Short Treks

    24 de junho de 2019 /

    A participação da tripulação original da nave Enterprise foi um dos principais destaques da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. E tanto os fãs pediram que os personagens devem retornar em breve. Infelizmente, não numa série derivada, mas num curta-metragem da série de antologia “Short Treks”. Mark Pellington, diretor de um dos episódios, publicou recentemente no Instagram uma foto em que aparece ao lado de Ethan Peck (Spock) e Rebecca Romijnn (a Número Um), acompanhada pela palavra “Short Treks”. A foto acabou deletada, mas os fãs tiraram fotos e o post original pode ser conferido abaixo. O desfecho da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, ao final da temporada, se haveria chance dos personagens voltarem. Kurtzman disse que sim. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, afirmou Kurtzman, sugerindo que os espectadores voltariam a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. O episódio de “Short Treks” focado na Enterprise ainda não foi confirmado oficialmente. Além dessa provável participação, o universo trekker em breve ganhará uma nova atração passada na mesma linha temporal dos personagens, que pode incluir novas aparições de Pike, Spock e Número Um. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação, que será estrelada por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Krysten Ritter descarta voltar a viver Jessica Jones em nova série

    24 de junho de 2019 /

    A atriz Krysten Ritter descartou retornar ao papel de Jessica Jones, caso a série da heroína seja resgatada por outro canal ou plataforma. Em entrevista ao site TVLine, ela disse que a 3ª temporada encerrou a história de “Jessica Jones” para ela. “Se acho que vou interpreta-la novamente? Não. Sinto que já fiz o que tinha fazer, sabe? E me sinto muito bem como concluídos as coisas. A porta se fechou de uma forma satisfatória”, disse Ritter. “Jessica Jones” foi a última série da Marvel na Netflix. Os capítulos finais chegaram ao streaming em 14 de junho. E seu final também marcou o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Uma cláusula contratual proíbe os personagens de serem reutilizados pela Disney durante um período de dois anos. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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  • Série

    Estreia de Neon Genesis Evangelion na Netflix gera polêmica com queixas de censura

    22 de junho de 2019 /

    O anime clássico “Neon Genesis Evangelion”, marco da animação da TV japonesa, chegou à Netflix na sexta-feira (21/6). E o lançamento já virou polêmica nos Estados Unidos, porque a série ganhou uma nova tradução, que transformou o desenho revolucionário dos anos 1990 num produto conservador. Uma das cenas mais alteradas diz respeito ao momento em que os personagens Kaworu e Shinji declaram seu amor. Tanto na dublagem quanto na nova legendagem, o contexto homossexual foi suprimido, tornando a intenção dos personagens apenas subentendida, praticamente um amor fraternal. “Eu te amo” virou “eu gosto de você”. Veja abaixo a comparação das versões. A mudança na declaração de afeto gay fez vários fãs considerarem a tradução um ato de censura. Eles também repararam que os palavrões foram cortados, tirando a força da raiva dos personagens em diversos momentos. Responsável pela tradução, Dan Kanemitsu respondeu às críticas no Twitter. “Eu não estou em posição de responder pela cena específica que você citou, mas digo que, em todas as minhas traduções, eu tentei manter ao máximo a fidelidade ao material original”, disse Kanemitsu. Mas não ficou nisso. Em outro tuíte, ele se autoatribuiu a função de roteirista, tentando explicar o sentido da cena original citada, que ele não escreveu. “O poder do storytelling depende da habilidade que a audiência tem em estabelecer relações emocionais com os personagens, além de reconhecer a intimidade entre as pessoas baseado em inferências. Uma coisa é os personagens confessarem seu amor e outra é eles inferir que existe uma afeição entre eles e deixar o público em dúvida […] deixar espaço para a interpretação é o que deixa tudo mais divertido”, afirmou o tradutor. Um internauta não resistiu e rebateu: “O problema com o poder do storytelling é que ele não te pertence. A história já foi contada. Você está aí só para traduzi-la. Não para mudá-la”. Nesta discussão, é importante reparar que a versão dos quadrinhos de “Evangelion” é mais explicita ao representar a cena censurada, com um beijo de Kaworu em Shinji, que não dá margens à interpretação. E eles não se beijam apenas uma vez. O fórum dedicado à tradução do desenho no Reddit tem mais de 500 reclamações diferentes, inclusive sobre “traduções” com inglês mal-falado, como o uso da palavra “children” no plural, quando o correto seria “child” no singular, resultando num “japinglês” tosco – “a terceira crianças”. A série animada também ganhou uma nova dublagem no Brasil. As dublagens anteriores da animação foram feitas pelos estúdios Mastersound (para o já extinto canal pago Locomotion) e, posteriormente, Álamo (para exibição na Animax). Já o relançamento foi redublado pela VoxMundi Audiovisual, com direção de dublagem por Fábio Lucindo – por coincidência, responsável por dar voz ao protagonista Shinji Ikari em todas as versões. O estúdio também redublou os filmes “End of Evangelion” (1997) e a continuação “Evangelion: Death (True)²”, ambos disponibilizados no catálogo da Netflix. Outro detalhe: além das dublagens/legendagens diferentes, a nova versão se diferencia das anteriores por não incluir a música “Fly Me to the Moon” nos créditos finais. Veja abaixo o final dos episódios originais japoneses, que não está no lançamento da Netflix. The power of storytelling sometime depends on the ability of audiences to establish emotional relationships with the characters, as well as, recognize intimacy between people based on inferences. — 兼光ダニエル真 (@dankanemitsu) June 21, 2019 sorry but this is not ok (right is from the new netflix eva script) pic.twitter.com/LehJYFjMng — Jimmy Gnome (@jimmygnome9) June 21, 2019

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    Elenco de Angel se reencontra em comemoração aos 20 anos da série

    22 de junho de 2019 /

    O elenco da série clássica “Angel” se reuniu para uma reportagem comemorativa dos 20 anos de lançamento da atração, realizada pela revista Entertainment Weekly. Além de David Boreanaz, intérprete do vampiro com alma do título, Charisma Carpenter (Cordelia), Amy Acker (Winifred/Illyria), Alexis Denisof (Wesley), James Marsters (Spike) e J. August Richards (Charles) participaram do reencontro. Spin-off de outra série clássica, “Buffy: A Caça-Vampiros”, a atração de 1999 estrelada por Boreanaz acompanhava o namorado vampiro de Buffy. E, ao contrário da série principal, que concluiu sua história, teve um cancelamento abrupto em 2004, que deixou os fãs sem final e em campanha eterna por alguma conclusão. Joss Whedon, co-criador da série com o roteirista Daid Greenwalt, porém, disse na reportagem comemorativa que o final exibido não era cliffhanger, mas como a série realmente terminava, mostrando que a luta dos personagens era eterna. Entretanto, ele entende porque os fãs gostariam de um conclusão diferente. Tanto que, quando Boreanaz mencionou em março que algo especial relacionado a “Angel” estava sendo preparado, os fãs vibraram pela possibilidade de um revival. Mas nada nesse sentido foi mencionado na reportagem. Aparentemente, o “algo” citado pelo ator era apenas a matéria da Entertainment Weekly. Os atores ainda vão voltar a se juntar na Comic Con de Nova York, em outubro. E tanta nostalgia pode inspirar “algo” diferente. Veja abaixo as fotos do reencontro.

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  • Série

    Legion: Herói vira vilão no novo trailer da última temporada

    22 de junho de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou o novo trailer e um pôster da 3ª e última temporada de “Legion”, série derivada do universo dos “X-Men”, criada por Noah Hawley (“Fargo”). A prévia aprofunda a revelação de que o protagonista David Haller (Dan Stevens) não é o herói que os telespectadores imaginavam, mas o vilão da série. “Legion” também traz em seu elenco Rachel Keller, Aubrey Plaza, Bill Irwin, Amber Midthunder e Jeremie Harris. A estreia dos novos capítulos está marcada para terça-feira (24/6) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Premium.

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    Última temporada de The Affair ganha trailer melodramático

    21 de junho de 2019 /

    O canal pago Showtime divulgou o trailer da 5ª e última temporada de “The Affair”, que mostra a tentativa de Noah (Dominic West) de reatar com sua ex Helen (Maura Tierney). O clima melodramático inclui acidente de carro. O final da série terá um salto temporal e também contará com a participação de Anna Paquin (a Sookie de “True Blood”), como a versão adulta de Joanie Lockhart, a filha de Alison (Ruth Wilson) e Cole (Joshua Jackson). Nos últimos capítulos, Joanie voltará à Montauk, cidadezinha litorânea de Nova York em que se passa grande parte da série, para investigar a morte de sua mãe. O elenco também ganhará participação do dinamarquês Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) como o novo interesse romântico de Helen, a personagem de Maura Tierney. A 5ª temporada de “The Affair” estreia em 25 de agosto.

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  • Série

    James Marsden vai estrelar a adaptação do terror The Stand – A Dança da Morte

    21 de junho de 2019 /

    James Marsden (“X-Men”, “Westworld”) vai tentar impedir o fim do mundo na plataforma CBS All Access. O ator está negociando o papel de protagonista da nova minissérie baseada no best-seller “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. O personagem em questão é Stu Redman, um ex-militar que se descobre imune a um vírus que devastou a humanidade. Ele encontrou o paciente zero na zona de quarentena original, mas nunca ficou doente, e se junta a um grupo de sobreviventes para enfrentar o Anticristo, que pretende concluir o fim da civilização. A adaptação terá 10 episódios, que serão dirigidos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. O próprio Boone assina o roteiro em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). Fã assumido de King, o diretor contou que seu primeiro contato com a obra foi aos 12 anos de idade. “Eu li ‘The Stand’ debaixo da minha cama quando eu tinha 12 anos, e meus pais batistas queimaram o livro em nossa lareira após descobrirem”, disse Boone, no comunicado sobre o projeto. “Encantado com a obra, eu escrevi uma carta a King para professar meu amor por seu trabalho. Várias semanas depois, cheguei em casa e encontrei uma caixa que tinha chegado do Maine, e lá dentro havia vários livros, cada um com uma bela anotação do próprio deus, que me encorajou a escrever e me agradeceu por ser fã. Meus pais, genuinamente sensibilizados pela gentileza e generosidade de King, lamentaram terem proibido seus livros naquele mesmo dia. Eu agradeci incluindo uma participação especial de King no meu primeiro filme (“Ligados Pelo Amor”, de 2012) e tenho trabalhado para trazer ‘The Stand’ à vida por cinco anos. Encontrei parceiros incríveis na CBS All Access e em Ben Cavell. Juntamente com Stephen King e seu filho Owen King, planejamos trazer-lhes a melhor versão da obra-prima de King.” Stephen King abençoou a adaptação, dando seu apoio no comunicado. “Estou empolgado e muito contente que ‘The Stand’ tenha uma nova vida nesta excitante nova plataforma”, disse sobre a série. “As pessoas envolvidas são homens e mulheres que sabem exatamente o que estão fazendo; os roteiros são dinamite. O resultado parece ser algo memorável e emocionante. Acredito que isso levará os espectadores a um mundo que eles esperam que nunca aconteça.” Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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  • Série

    Astros de Smallville comentam envolvimento de Allison Mack em seita de escravas sexuais

    21 de junho de 2019 /

    O programa mais recente do podcast “Inside of You”, comandado por Michael Rosenbaum, voltou a reunir o ator com seu colega de “Smallville”, Tom Welling. E em meio a lembranças da série, os astros que viveram Lex Luthor e Clark Kent abordaram a polêmica participação de Allison Mack no NXIVM, grupo que oferecia cursos de auto-ajuda como fachada para uma seita de escravas sexuais. Welling, que ainda não tinha se pronunciado sobre o assunto, revelou-se surpreso ao descobrir no que a intérprete de Chloe Sullivan estava metida após o fim da série da DC Comics. “Eu não sabia nada sobre isso… Fui pego de surpresa ao ler. Soa muito bizarro. Allison sempre foi uma pessoa muito boa comigo”, disse o ator. Rosenbaum já tinha mencionado o fato no podcast. Mas também manifestou incredulidade, embora admita que nunca foi muito próximo da atriz para saber de suas inclinações pessoais ou sexuais. “Tudo que eu sei é que é difícil. Eu sempre digo isso. Se alguém disser: ‘Ei, seu irmão matou alguém’. Vou pensar, ‘Não, é impossível. Você não conhece meu irmão’. Agora, Allison e eu nunca fomos muito próximos na série, como Tom e eu éramos. Então, eu realmente não sabia. Mas se alguém dissesse: ‘Ah, Allison Mack matou alguém’. Eu diria: ‘Não, isso é impossível'”, acrescentou. Meses após ser presa sob acusações de tráfico sexual, Allison Mack se declarou culpada de extorsão e conspiração criminosa, parte de um acordo entre seus advogados e promotores. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse Mack no tribunal. Nesta semana, Keith Raniere, o líder da seita, foi considerado culpado e aguarda sua sentença, que pode ser prisão perpétua. Ele mantinha um harém de escravas sexuais, que, por sua vez, tinham suas próprias escravas, num esquema de pirâmide. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”).

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