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  • Série

    Arrow: David Ramsey diz que final da série terá conexão com Lanterna Verde

    25 de janeiro de 2020 /

    O ator David Ramsey, que vive John Diggle em “Arrow”, revelou que o último episódio da série vai dar uma resposta definitiva às pistas sobre sua relação com os Lanternas Verde. Em entrevista ao site TVLine, Ramsey disse que todos terão “suas respostas”. “E merecidas respostas. Temos falado disso por anos e acho que todos ficarão felizes quando virem o final da série”. “Arrow” vem realmente plantando a conexão de John Diggle com os Lanternas Verdes há bastante tempo. No crossover “Elseworlds”, por exemplo, um Flash de outro universo pergunta onde está o anel de Diggle ao encontrá-lo. O poder dos Lanternas Verdes se manifestam por meio de um anel de energia. Mais recentemente, foi revelado que o padrasto do personagem é um general chamado Roy Stewart. O que transforma John Diggle em John Stewart, nome de um dos Lanternas Verdes mais famosos da DC Comics. Vale lembrar ainda que o Lanterna Verde original (Hal Jordan) e o Arqueiro Verde (Oliver Queen) são grandes amigos nos quadrinhos, a ponto de terem dividido a mesma revista nos anos 1970. Diggle e Oliver Queen (Stephen Amel) são grandes amigos em “Arrow”. O ator ainda comentou a série do Lanterna Verde atualmente produzida pela HBO Max. “Falei com Greg [Berlanti, showrunner da produção da HBO Max e criador do Arrowverse] sobre isso e eles têm grandes planos. Parece fantástico”, comentou o ator, dizendo-se animado para ver o programa. “As pessoas vão ficar muito felizes com a série”. A série do Lanterna Verde ainda não tem previsão de estreia, mas “Arrow” acaba na próxima terça (28/1) nos EUA. O episódio final será exibido no Brasil no dia 9 de fevereiro, às 22h20, pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Felipe Neto destaca importância da Educação Sexual em comercial da série Sex Education

    25 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou seu melhor comercial nacional desde que a Xuxa apareceu falando dos baixinhos de “Stranger Things”. Para divulgar a 2ª temporada de “Sex Education”, a plataforma contratou o youtuber Felipe Neto e produziu um vídeo divertido e politicamente engajado. No comercial, ele invade a escola de Moordale para enfrentar a disseminação de fake news sobre sexo, que mantém os jovens burros e desinformados, e potencialmente sujeitos a doenças e riscos desnecessários. “Eu nunca vi tanto adolescente fazendo m**** junto”, diz o youtuber, que embute até uma autocrítica, ao lembrar de seus primeiros vídeos lançados ainda em 2010. “Fazendo vídeo burro achando que estava arrasando”, completa. A desinformação sexual é consequência direta do veto ideológico-religioso de certos temas no currículo escolar – situação que piorou no Brasil atual. Mas Felipe promete combater as trevas com informação, divulgando uma história em quadrinhos que ensina Educação Sexual – e que realmente foi elaborada pela Netflix, baseada na série. “Digamos que eu tenho um pouquinho de experiência em afrontar autoridade para distribuir livro proibido”, ele diz no vídeo, lembrando a ocasião em que comprou livros com temática LGBTQIA+ para distribuir durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em represália à ameaça de censura do bispo prefeito Marcelo Crivella no ano passado. Eis porque o comercial é melhor que a maioria das campanhas engraçadinhas com celebridades que a Netflix popularizou: contexto. A 2ª temporada de “Sex Education” já está disponível em streaming. E os quadrinhos de Educação Sexual, inspirados pela série, podem ser lidos aqui.

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  • Série

    Pesquisa da Netflix revela que jovens brasileiros preferem séries com maior diversidade racial e sexual

    25 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou na sexta-feira (24/1) o resultado de uma pesquisa realizada entre os jovens brasileiros. Os dados, baseados nas respostas de mil pessoas entre 16 e 25 anos, revelam que esse público procura se ver representado de alguma maneira nas telas, seja em séries ou filmes. Isto significa que o jovem brasileiro prefere assistir conteúdos com maior diversidade racial e sexual. De acordo com a empresa, essa diversidade tem deixado de ser um problema para virar atrativo para a grande maioria parte dos jovens, com 79% das pessoas afirmando que se identificam com conteúdos como “Sintonia” e “Sex Education”. Outro dado aponta que 69% procura filmes e séries com personagens parecidos com eles próprios. De acordo com Maria Ângela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix, a empresa está motivada a levar histórias cada vez mais diversas para os assinantes, citando produções como “Para Todos os Garotos que Já Amei”, com uma protagonista asiática, “Atypical”, sobre um jovem autista, que tem uma irmã lésbica, e “Sex Education”, onde um dos personagens centrais é negro e gay. Os dados foram colhidos pela NetQuest, que conduziu a pesquisa entre os dias 13 e 15 de janeiro deste ano com jovens de 16 a 25 que tem acesso à internet e consumem filmes e produções televisivas por streaming ou métodos tradicionais como TV aberta e paga. A plataforma divulgou um vídeo com base no resultado, veja abaixo.

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  • Série

    Marvel cancela metade das séries animadas que estava desenvolvendo para a Hulu

    25 de janeiro de 2020 /

    A Marvel Studios resolveu cortar pela metade os projetos de séries animadas que a antiga Marvel Television estava desenvolvendo para a plataforma Hulu. O estúdio limou as atrações de maior apelo comercial, centradas em Howard, o Pato, e na parceria entre Tigresa & Cristal. Por outro lado, as animações do vilão M.O.D.O.K. e do assassino símio Hit-Monkey seguem em produção. As quatro foram apresentadas como um novo universo animado da Marvel na Hulu, que se juntaria num crossover batizado de The Offenders (Os Ofensores), da mesma forma que as quatro séries live-action da Netflix se uniram na minissérie “Os Defensores”. A série “Tigra & Dazzler” (da Tigresa & Cristal) já vinha apresentando problemas desde dezembro de 2019, quando todos os roteiristas foram demitidos, após 15 semanas de trabalho, e seus roteiros descartados. Já “Howard the Duck”, cujo personagem-título apareceu nos filmes dos “Guardiões da Galáxia” e em “Vingadores: Ultimato”, nem chegou a entrar em pré-produção. Os cancelamentos acompanham o apagar das luzes da Marvel Television e se juntam ao projeto de “Ghost Rider” (a série do Motoqueiro Fantasma), que também foi descartado na Hulu. Os fracassos consecutivos das produções televisivas da Marvel, a partir do fiasco de “Inhumans” (Inumanos), fez o departamento ser absorvida pela divisão cinematográfica. Essa mudança foi sacramentada por uma promoção de Kevin Feige, que em outubro deixou de ser Presidente da Marvel Studios para assumir o cargo de Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, passando a responder também pelas séries da empresa. Os cancelamentos das últimas séries live-action produzidos pela Marvel Television, “Cloak & Dagger” (Manto e Adaga), “Runaways” (Fugitivos) e “Agents of SHIELD”, representam o fim de uma era.

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  • Série

    Riverdale faz crossover-surpresa com O Mundo Sombrio de Sabrina

    24 de janeiro de 2020 /

    O episódio mais recente de “Riverdale”, exibido na quarta-feira (22/1), trouxe um crossover sutil com “O Mundo Sombrio de Sabrina”. No capítulo intitulado “Varsity Blues”, Betty (Lili Reinhart) realiza diversas entrevistas com jogadores de times de futebol americano de outras escolas. E um deles é Billy Marlin (Ty Wood), um personagem recorrente de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que estuda na escola Baxter High – a escola de Sabrina na série da Netflix. Esta não é a primeira vez que personagens das duas séries se encontram. Anteriormente, Ben Button (Moses Thiessen) apareceu brevemente em “Sabrina”, entregando uma pizza logo após morrer em “Riverdale”. Na época, o intérprete do personagem explicou que os eventos de “Sabrina” poderiam se passar antes de “Riverdale”, mas o criador de ambas as séries, Roberto Aguirre-Sacasa, preferiu deixar o mistério no ar. Disponibilizada nesta sexta (24/1) na Netflix, a Parte 3 do “Mundo Sombrio de Sabrina” também é cheia de referências à “Riverdale”, com direito até a um personagem da família Blossom – sobrenome da ruivinha Cheryl Blossom (Madelaine Petsch). Pra quem não sabe, originalmente a série da bruxinha teria maior ligação com o universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque este canal preferiu apostar num remake de “Charmed” e achou que ficaria com muitas séries de bruxas. Sabrina e Riverdale tem tudo a ver, porque a loirinha sombria surgiu na antologia “Archie Madhouse”, uma publicação da (futura) editora Archie Comics nos 1960, e logo foi promovida a coadjuvante da “Turma de Archie”, antes de ganhar sua própria revista. A abertura da atração da Netflix, inclusive, contém uma imagem do primeiro quadrinho de Sabrina, desenhado por Dan DeCarlo em 1962. Também vale lembrar que, em sua primeira aparição televisiva, Sabrina foi apresentada como estudante recém-matriculada na Riverdale High School, passando a estudar com Archie, Jughead, Reggie, Betty e Veronica. Isto foi ao ar num especial televisivo animado de 1969, que originou a segunda série animada de “A Turma de Archie”. Relembre abaixo o comercial da estreia de Sabrina na TV, a abertura de duas séries crossovers e o clipe da mais famosa música da banda The Archies, “Sugar Sugar”, criada em homenagem à famosa aprendiz de feiticeira. Para completar, nunca é demais lembrar que “Riverdale” é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner, no mesmo dia de sua exibição nos EUA.

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  • Série

    The Undoing: Nicole Kidman estrela trailer tenso de nova minissérie da HBO

    24 de janeiro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia é extremamente tensa, e mostra Kidman surpreendida por uma investigação criminal em que é a principal suspeita. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant em sua primeira minissérie americana, como o marido de Kidman. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). A série tem previsão de estreia para maio.

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  • Etc,  Série

    InSUBs, uma das equipes de legendas mais tradicionais do Brasil, encerra atividades

    24 de janeiro de 2020 /

    Uma das equipes de legendas mais tradicional do Brasil, a InSUBs, anunciou seu “series finale”. O grupo responsável pelas legendas “não oficiais” de várias séries – baixadas ilegalmente – publicou um post de despedida em seu site oficial, após quase 13 anos de atividades, deixando órfãos os fãs de muitas atrações. Entre tristes e gratos pelo serviço voluntário, diversos consumidores das legendas do grupo lamentaram a perda nas redes sociais. “Tenho perda auditiva e as legendas são fundamentais”, agradeceu um usuário. “Nem todo herói usa capa”, brincou outro, destacando a dedicação dos tradutores para legendar séries inéditas no Brasil. Pioneiro na tradução de séries em larga escala, o InSUBs introduziu diversos fãs brasileiros à séries como “Grey’s Anatomy”, “Mr. Robot”, “American Horror Story”, “Pose”, “The Magicians”, “NCIS”, “The Americans” e diversas produções de super-heróis. Foram, ao todo, mais de 350 produções legendadas em português e mais de 12 milhões de downloads. Tamanho volume gerou impacto não apenas na pirataria. Canais pagos passaram a programar estreias de séries mais rapidamente, para evitar a “concorrência” dos legendadores. Em seu auge, o InSUBs chegou a ter mais de mil colaboradores, mas encerra as atividades com 192 membros, entre tradutores, revisores e administradores. Além da maior agilidade dos canais pagos, a popularização do streaming ajudou a diminuir o interesse na atividade da legendagem, com queda de downloads. Todas as séries e filmes das plataformas digitais, como Netflix, Amazon e Apple TV+, são disponibilizadas simultaneamente em todo o mundo, o que minou a empolgação dos “legenders”, que prosperaram num período em que o mercado era menos globalizado. “Toda história deve ter começo, meio e fim”, diz o texto de despedida da equipe. “A nossa começou com um pequeno grupo de pessoas que estava cansado de esperar meses e meses para que séries americanas fossem disponibilizadas nos canais da TV a cabo brasileira e começaram a se dedicar a este processo fantástico que se chama legendagem. Como é algo voluntário, a renovação da equipe sempre foi muito comum. Pessoas entravam e saíam, outras entravam e ficavam, os legenders antigos viravam revisores, a administração ia se modificando”, continua o texto, antes de concluir com o slogan que ajudou a popularizar. “A realidade é que cada vez menos temos pessoas interessadas em legendar (e te garanto que não é fácil!) e cada vez mais as séries estão saindo com prazos mais curtos em relação à TV americana, seja na TV a cabo ou em streamings como Netflix e Amazon Prime. Resolvemos colocar um ponto final em grande estilo, cumprindo com todos os nossos prazos e ainda prezando pela qualidade, que é InSUBstituível!”

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  • Filme,  Série

    Série baseada em Parasita será uma espécie de versão estendida do filme

    24 de janeiro de 2020 /

    O diretor Bong Joon Ho revelou que a adaptação de “Parasita”, que vai virar minissérie da HBO, será uma espécie de versão estendida do filme com novos atores e não uma nova história. “Tinha todas essas ideias acumuladas de quando comecei a escrever o roteiro. Não consegui inclui-las em duas horas de filme, então elas ficaram no meu iPad e meu objetivo com essa minissérie é criar um filme de seis horas”, ele contou, em entrevista ao The Wrap. Na minissérie, Bong Joon Ho trabalhará ao lado do também cineasta e roteirista Adam McKay (“Vice”), que produz “Succession”, atração premiada no recente Globo de Ouro 2020 como Melhor Série Dramática. Ainda não está claro se a trama vai manter os atores originais, premiados com o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores dos EUA) de Melhor Elenco do ano, ou se a trama será transportada para os EUA. “Parasita” gira em torno de uma família pobre que, por meio de subterfúgios, invade a vida de uma família rica, arranjando empregos sob falsas premissas. Entretanto, eles não são os primeiros a parasitar a mansão dos Park. Vencedora do Festival de Cannes, a produção concorre a seis Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Bong Joon Ho.

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  • Série

    Produção da série de Obi-Wan Kenobi é paralisada

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney e a Lucasfilm paralisaram o desenvolvimento da nova série do universo “Star Wars” centrada no personagem Obi-Wan Kenobi. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os roteiros não agradaram. Fontes ouvidas pelo site alegam que os roteiros escritos por Hossein Amini (criador de “McMafia”) foram considerados problemáticos pelos produtores, que decidiram interromper a produção da série, enquanto buscam opções no mercado para encontrar uma nova narrativa. A Lucasfilm, responsável pelas produções de “Star Wars”, está em busca de um novo roteirista para começar tudo do zero. Embora a empresa não comente a informação, as mesma fontes citadas pelo THR enfatizam que o protagonista Ewan McGregor (Obi Wan na trilogia do começo do século) e a diretora Deborah Chow (“The Mandalorian”) seguem ligados ao projeto. A produção continua a ser considerada importante para a estratégia da plataforma Disney+ (Disney Plus), apesar de diversos boatos terem surgido, na semana passada, sobre seu cancelamento.

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  • Série

    Rosario Dawson vai estrelar série baseada em quadrinhos da DC Comics

    23 de janeiro de 2020 /

    A atriz Rosario Dawson (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) vai estrelar mais uma série baseada em quadrinhos. Ela entrou no elenco de “DMZ”, atração desenvolvida para a plataforma HBO Max pela cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”). Lançados no Brasil como “ZDM – Terra de Ninguém”, os quadrinhos de Brian Wood e Riccardo Burchielli foram publicados pela Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. A trama se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo, e acompanha um estagiário que se torna um dos poucos jornalistas vivos da região, além das pessoas com quem cria vínculos, como uma ex-estudante de medicina e uma jornalista rival, em meio a conflitos de gangues pelo controle da região. A premissa tem vários pontos em comum com a história clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Rosario Dawson especializou-se em estrelar produções baseadas em quadrinhos. Não apenas por seu proeminente papel nas séries da Marvel exibidas pela Netflix, em que apareceu como Claire Temple, mas também por filmes como “MiB: Homens de Preto II” e “Sin City”. Além disso, ela tem uma forte relação com a DC Comics, tendo dublado as heroínas Batgirl em “LEGO Batman” e a Mulher-Maravilha em diversas animações, incluindo a recente “Mulher-Maravilha: Linhagem de Sangue”. A série também será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Não há previsão para a estreia para “DMZ”. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não tem expectativa de chegar no Brasil.

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  • Série

    Marianne: Netflix cancela sua melhor série de terror

    23 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Marianne”, produção francesa considerada a melhor série de terror de 2019 pela Pipoca Moderna, além de ter sido elogiada por Stephen King e contar com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O anúncio foi feito pelo criador da série, Samuel Bodin, em seu Instagram. Ele escreveu e dirigiu todos os oito episódios da 1ª e única temporada, que acompanhou Emma (Victoire Du Bois), uma escritora de terror que passa a ser assombrada por seu passado e por suas criações. O cancelamento causou uma profusão de protestos nas redes sociais. Mas não chega a surpreender. A plataforma praticamente não divulgou “Marianne”. A atração teve apenas um trailer disponibilizado no Brasil – e nada mais – , em contraste com a atenção seletiva que a plataforma dedica a outras atrações. Ver essa foto no Instagram There won’t be a second season for MARIANNE. We are very sorry and sad about that. But we will see you in other stories… Uma publicação compartilhada por Samuel Bodin (@samuel.bodin) em 17 de Jan, 2020 às 2:33 PST

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    Série documental Tudo ou Nada: Seleção Brasileira ganha trailer da Amazon

    23 de janeiro de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer de sua primeira série original brasileira. Intitulada “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, a série documental registra os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América de 2019. A prévia é repleta de imagens exclusivas e visual cinematográfico, e tem como pano de fundo as divisões políticas do país, para apresentar uma narrativa de reencontro da Seleção com o povo brasileiro, orgulhoso do desempenho da equipe no campeonato. E com um detalhe: sem o polêmico Neymar. A produção será disponibilizada em mais de 200 países e territórios, dentro da franquia de “realities” esportivos “All or Nothing”, que lançou minisséries sobre o Manchester City, os times de futebol americano Dallas Cowboys e Carolina Panthers, a equipe McLaren, da Fórmula 1, e a seleção de rugby All Blacks, da Nova Zelândia. A estreia vai acontecer na próxima semana, em 31 de janeiro.

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  • Filme,  Série

    The Witcher vai ganhar longa animado na Netflix

    22 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou a produção de um longa animado baseado no universo da série “The Witcher”, que foi lançada em streaming em dezembro passado. Intitulado “The Witcher: Nightmare of the Wolf”, o filme vai apresentar “uma nova ameaça ao Continente”, segundo o Twitter da plataforma. Não há outros detalhes sobre a trama. Lauren Schmidt Hissrich, a criadora e showrunner de “The Witcher”, assina a animação em parceria com Beau DeMayo, que trabalhou na 1ª temporada da série. Os atores da série também dublar a animação. A produção será animada pelo Studio Mir, produtora responsável por “Avatar: A Lenda de Korra”. Ainda não há previsão para a estreia. Toss a coin first to your faithful bard (me)💰, and then to your forthcoming animated Witcher💰 https://t.co/QrQqvKpr9a — The Witcher (@witchernetflix) January 22, 2020

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