PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Série

Netflix vai transformar “Feliz Ano Velho” em série

Produção adaptaa autobiografia de Marcelo Rubens Paiva, que marcou os anos 1980

Leia mais
25 de julho de 2026
Série

Caçadores Cósmicos surgem no novo trailer de “Lanternas”

Prévia apresenta Sinestro na prisão e amplia a disputa entre Hal Jordan e John Stewart pelo anel

Leia mais
24 de julho de 2026
Série

Sauron forja o Um Anel no trailer da 3ª temporada de “Os Anéis do Poder”

Prévia da Prime Video mostra guerra na Terra-média, estreia de Celeborn e Balrog com voz de Simon Pegg

Leia mais
24 de julho de 2026
  • Série

    Unbreakable Kimmy Schmidt: Especial interativo ganha teaser e data de estreia

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser e a data de estreia do episódio interativo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que servirá como epílogo da série, encerrada na 4ª temporada em janeiro. Em um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial permitirá que os espectadores façam escolhas para os personagens seguirem caminhos diferentes na história, dando diferentes finais para a trajetória da protagonista. A prévia destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final entre Kimmy (Ellie Kemper) e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanhava Kimmy, uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada, ela não lamenta a prisão. Em vez disso, fica feliz da vida em saber que o mundo não acabou. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos positivos. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial. Descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”, o capítulo incluirá explosões, um hambúrguer dançarino, um casamento e batalhas de robôs, segundo a sinopse. “‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix e agora será o primeiro evento de comédia interativo”, disse Tina Fey em comunicado oficial. “Acredito que o conceito é uma ótima opção para o nosso programa e será uma ótima maneira de concluir oficialmente a série”, completou. Intitulado “Kimmy vs The Reverend”, o especial tem estreia marcada para 12 de maio em streaming. Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend — an all-new interactive special premieres May 12 Ellie Kemper, Tituss Burgess, Jane Krakow­ski, Carol Kane, and Jon Hamm return — plus Daniel Radcliffe joins in on the fun as you get to decide how the story ends! pic.twitter.com/HU2tjF8xY2 — See What's Next (@seewhatsnext) April 15, 2020

    Leia mais
  • Série

    Eu Nunca: Série sobre a juventude de Mindy Kaling ganha trailer legendado

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural, destacando a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), desesperada para se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade. O elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.

    Leia mais
  • Série

    The Mandalorian vai ganhar série documental

    15 de abril de 2020 /

    A série “The Mandalorian”, que se tornou um fenômeno popular em seu lançamento na plataforma Disney+ (Disney Plus) no ano passado, vai ganhar uma série documental. Intitulada “Disney Gallery: The Mandalorian”, o programa será um grande “making of” da primeira série live-action do universo “Star Wars”, dividido em oito capítulos, repleto de entrevistas com elenco e equipe, além de registros inéditos dos bastidores, tudo com apresentação do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”. “Nós tivemos uma experiência incrível fazendo a 1ª temporada e mal podemos esperar para mostrar aos fãs como foi”, comentou Favreau sobre o projeto. Parte desse material, porém, já foi visto pelos fãs no canal oficial de “Star Wars” no YouTube, onde vídeos dos bastidores foram revelados, com destaque para a tecnologia revolucionária utilizada na produção, que possibilitou a gravação dos cenários de outros mundos da trama em tempo real, junto com a performance dos atores. O segredo foi cercar a parede do estúdio com um vídeo gigante de LED semicircular, que ancorou todas as locações interplanetárias de forma realista. Graças a essa inovação, a série aposentou os fundos azuis, que costumam tapar as paredes dos estúdios para marcar o espaço dos efeitos visuais, acrescentados na pós-produção. A técnica também aprimora enormemente o desempenho dos atores, que não precisam mais preencher cenários vazios com suas imaginações. Em vez disso, eles podem ver os ambientes digitais exatamente como vão aparecer na tela e interagir naquele espaço com maior realismo durante suas interpretações. Mais de 50% da 1ª temporada de “The Mandalorian” foi registrada com ajuda da parede de vídeo de LED semicircular, combinando os fundos digitais com acessórios físicos do cenário. “The Mandalorian” já tem 2ª temporada garantida, originalmente prevista para outubro. Mas o Disney+ (Disney Plus) enfrenta grande carência de material inédito por conta da interrupção das produções como precaução contra o novo coronavírus. Por conta disso, “Disney Gallery: The Mandalorian” também cumpre a função de “tapa-buraco” na plataforma. A estreia está marcada para 4 de maio, o “dia mundial de Star Wars”, que é comemorado nesta data por conta de um trocadilho – “May the Fourth” (4 de maio, em inglês) soa como uma frase marcante da franquia, “que a Força esteja com você” (“may the Force… be with you”). Veja abaixo um dos vídeos de bastidores de “The Mandalorian” disponíveis no YouTube.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Rubem Fonseca (1925 – 2020)

    15 de abril de 2020 /

    O escritor Rubem Fonseca morreu na tarde desta quarta (15/4). Ele sofreu um infarto no horário do almoço e foi levado às pressas para o Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde veio a falecer. Autor de alguns dos livros mais emblemáticos da literatura brasileira e diversos roteiros de cinema, ele completaria 95 anos em maio. Nascido em 1925, em Juiz de Fora, Minas Gerais, Rubem Fonseca se mudou para o Rio ainda criança. Formado em Direito, tornou-se comissário em um Distrito Policial do bairro de São Cristóvão, uma vivência que o inspirou a se tornar o maior escritor do gênero policial no Brasil. Ele tinha 38 anos quando publicou o primeiro livro, a coletânea de contos “Os Prisioneiros” (1963), saudada como “revelação do ano” pelo Jornal do Brasil. Outras antologias, como “A Coleira do Cão” (1965) e “Lúcia McCartney” (1967) se seguiram, reinventando a narrativa policial, ao incluir em suas tramas as rápidas e brutais transformações das grandes metrópoles brasileiras. O ápice desse estilo se deu em “Feliz Ano Novo” (1975), que chegou a ser proibido pela ditadura militar por se basear num tripé de sexo, violência e conflitos de classes. Após superar a censura, sua fama de proibidão ajudou a torná-lo um dos maiores best-sellers do escritor. Reconhecido como um dos principais contistas da literatura brasileira, Fonseca também assinou romances premiados. A estreia no gênero se deu com “O Caso Morel” (1973), rendeu o impactante “Bufo & Spallanzani” (1986) e atingiu o ápice com o icônico “Agosto” (1990), que tinha o suicídio de Getúlio Vargas como pano de fundo e a criatividade voraz de um marco literário. Muitos de seus livros viraram filmes e séries, e o próprio escritor assinou algumas adaptações como roteirista, a começar por “Lúcia McCartney, Uma Garota de Programa” (1971), dirigida por David Neves. A mesma história, baseada em seu livro de 1967, virou série em 2016. Com “Relatório de um Homem Casado” (1974), iniciou grande amizade com Flávio Tambellini, que no ano seguinte rendeu seu primeiro roteiro original, “A Extorsão” (1975), escrito em parceira com o diretor, falecido logo após o lançamento. Rubem também trabalhou com o filho do cineasta, Flávio Ramos Tambellini, na adaptação de seu livro “Bufo & Spallanzani” (2001). O escritor assinou o roteiro original de “Stelinha” (1990), de Miguel Faria Jr., que venceu o Festival de Gramado, e estreou na TV com a adaptação de “Mandrake” (1983), telefilme produzido pela Globo com direção de Roberto Farias. Esta história ainda inspirou a série de mesmo nome, sobre um advogado do submundo carioca, vivido por Marcos Palmeira na HBO, entre 2005 e 2007. Um de seus maiores sucessos cinematográficos foi a adaptação de “A Grande Arte” (1991), que ele próprio escreveu para o diretor Walter Salles. Mas após trabalhar com alguns dos principais nomes do cinema brasileiro, o escritor foi encontrar seu grande parceiro das telas em sua própria casa: seu filho, o diretor José Henrique Fonseca. Os dois adaptaram “Agosto” numa minissérie da Globo em 1993 e trabalharam juntos na estreia de José Henrique no cinema, no violento “O Homem do Ano” (2003), roteirizado por Rubem, que pela primeira vez adaptou a obra de outro autor – Patrícia Melo – , e estrelado pela nora do escritor, Claudia Abreu. José Henrique também comandou as adaptações de “Mandrake” e “Lúcia McCartney” em séries. Outras obras adaptadas do escritor ainda incluem os longas “O Cobrador” (2006), dirigido pelo mexicano Paul Leduc, “O Caso Morel” (2006), de Sheila Feitel, e “Axilas” (2016), filme derradeiro do angolano José Fonseca e Costa. Curiosamente, a última contribuição de Fonseca para as telas foi também sua única telenovela. Ele concebeu a história original de “Tempo de Amar” com sua filha, a também escritora Bia Corrêa do Lago, que foi exibida com grande sucesso pela rede Globo, entre 2017 e 2018. Rubem Fonseca não concedia entrevistas há mais de 50 anos e sua reclusão ganhou ares de folclore. Mas ele não se impunha um auto-isolamento social. Segundo a filha, o objetivo de não ter o rosto fotografado ou exibido na TV era poder caminhar à vontade pelas ruas do Leblon. “Meu pai diz que a vantagem de não ser uma pessoa conhecida é poder olhar as coisas sem ser incomodado. Para ele, o escritor tem que observar, não ser observado”, contou ela em uma entrevista de 2015, quando o pai completou 90 anos. O escritor continuou ativo até o fim da vida, tendo publicado cinco livros de contos na década passada.

    Leia mais
  • Série

    Dirty John: Trailer apresenta a história de crime real da 2ª temporada

    14 de abril de 2020 /

    A USA Network divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Dirty John: The Betty Broderick Story”, que apresenta a 2ª temporada da série “Dirty John”. A produção, que tem formato de antologia, traz uma nova trama passional e verídica em seu segundo ano, baseada na história de Betty Broderick, que na prévia aparece interpretada por Amanda Peet (“Togetherness”) e descrevendo sua vida em tom de sessão de terapia. Passada entre as décadas de 1960 e 1980, a trama vai contar o caótico divórcio da protagonista e de seu marido Daniel T. Broderick III, que culminou num homicídio duplo. Além de Amanda Peet, o elenco destaca Christian Slater (“Mr. Robot”) como o marido. Criada por Alexandra Cunningham, que também criou “Chance” e “Prime Suspect”, a série é adaptação de um podcast investigativo sobre casos reais e na 1ª temporada contou a história de John Michael Meehan, um aproveitador gatão de meia-idade (Eric Bana, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que conhece pela internet uma mãe solitária (vivida por Connie Britton, de “Nashville”) e acaba invadindo sua vida. No Brasil, o primeiro ano foi disponibilizado pela Netflix com o título completo de “Dirty John – O Golpe do Amor”. A 2ª temporada estreia em 2 de junho nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento nacional.

    Leia mais
  • Série

    Hard: Nova série brasileira da HBO ganha fotos e data de estreia

    14 de abril de 2020 /

    A HBO divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Hard”, sua nova série de comédia brasileira. Estrelada por Natália Lage (“A Divisão”), a série é remake de uma produção francesa de mesmo nome e terá duração de três temporadas, com 6 episódios de 30 minutos em cada uma delas. Na trama, a atriz vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora de filmes pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. Gravada em São Paulo com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”), a série também traz no elenco Julio Machado (“Divino Amor”), Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). “Hard” estreia na HBO no dia 17 de maio às 23h.

    Leia mais
  • Série

    Deus Me Adicionou é cancelada após duas temporadas

    14 de abril de 2020 /

    A CBS cancelou a série “Deus Me Adicionou” (God Friended Me) após duas temporadas. Segundo apurou o site Deadline, a decisão foi comunicada aos produtores com antecedência, dando tempo para que a equipe criativa planejar uma conclusão satisfatória para a trama. A série de comédia acompanhava um ateu militante, que recebe um pedido de amizade de Deus no Facebook e tem a vida completamente alterada após aceitar o convite. Inconscientemente, ele vira um agente de mudança nas vidas e destinos de outras pessoas ao seu redor por conta das orientações divinas. A premissa do ateu escolhido para um destino divino já rendeu inúmeras séries, de “Eli Stone” à outra atração recentemente cancelada, “Kevin (Probably) Saves the World”. Mas “God Friended Me” fazia um bom trabalho em vender a ideia como se fosse novidade, em parte devido à atualização tecnológica da mensagem de Deus, mas também pela empatia do ator Brandon Micheal Hall (“The Mayor”). Na série, ele vive Miles, filho de um pastor que renega Deus após a morte de sua mãe. Para desgosto da família, Miles tem um programa de rádio que usa como plataforma para desacreditar religiosos. Por conta disso, ele acha que o pedido de amizade de Deus, em seu celular, é uma pegadinha. Mas aceitar o convite é apenas o começo de uma série de incidentes que o levam a salvar um desconhecido e fazer amizade com uma garota que nunca tinha visto na vida, e que se revela filha da enfermeira de seu parto. As muitas reviravoltas acabam colocando seu ceticismo em cheque. Além de Brandon Micheal Hall no papel principal, a produção também destacava o veterano Joe Morton (série “Eureka”) como o pai de Miles, Javicia Leslie (série “MacGyver”) como sua irmã, Violett Beane (a Jesse Quick de “The Flash”) como sua mais nova amiga, uma jornalista que o ajuda a tentar desvendar quem está por trás do misterioso perfil social de Deus, e Suraj Sharma (o Pi de “As Aventuras de Pi”) no papel de seu melhor amigo e hacker que se junta à missão. “Deus Me Adicionou” foi criada pela dupla Steven Lilien e Bryan Wynbrandt, criadores da série sci-fi “Alcatraz”, que teve vida curta, e produtores-roteiristas de “Hawaii 5-0” e “Gotham”. Eles produziam a série em parceria com o cineasta Marcus Siega (do cult “Garotas Malvadas”), que também dirigiu o piloto – seu segundo na temporada retrasada, incluindo “The Passage”, também cancelada na Fox. O último episódio vai ao ar em 26 de abril nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    HBO fará série espanhola de ficção sobre a quarentena do coronavírus

    14 de abril de 2020 /

    A HBO Europa anunciou a produção de uma série antológica “de quarentena”. A produção vai se chamar “En Casa”, e trará episódios independentes de até 15 minutos filmados por cinco cineastas espanhóis em suas casas. Os diretores que participarão do projeto são Leticia Dolera (“Requisitos para Ser una Persona Normal”), Rodrigo Sorogoyen (“Madre”), Paula Ortiz (“La Novia”), Carlos Marqués-Marcet (“10.000 Km”) e Elena Martín (“Julia Ist”). A emissora entregou equipamentos básicos para o time de cineastas em suas casas e orientou que as tramas devem refletir de alguma forma a situação de isolamento social provocada pela pandemia do novo coronavírus. Os diretores usarão suas casas como cenário e as pessoas com quem estão isolados como protagonistas das histórias. Segundo a HBO, os episódios abrangerão diversos gêneros — da comédia romântica à fantasia. A data de estreia ainda não foi definida.

    Leia mais
  • Série

    The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiro trailer

    14 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “The Eddy”, série produzida e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra os problemas enfrentados pelo protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), para manter seu clube de jazz funcionando em Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) vive a filha, chamada Julie, e Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que deve dinheiro a criminosos perigosos, capazes de colocar a vida de todos em perigos. O elenco ainda destaca Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) como a namorada de Rahim e a polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. Gravada na França, a série tem diálogos em inglês, francês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. E a prévia não tem legendas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Os roteiros são de Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no projeto foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele teve a ideia, juntou diretor, roteirista e compôs a trilha sonora da produção. A Netflix já exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.

    Leia mais
  • Série

    Valéria: Nova série com atriz de La Casa de Papel ganha trailer legendado

    14 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de mais uma série espanhola, “Valéria”. Trata-se de uma comédia que, pra variar, é protagonizada por uma atriz de “La Casa de Papel”: Diana Gómez, a Tatiana da série mais famosa. Gómez vive a personagem-título, uma escritora em crise tanto com seus romances quanto com seu marido e a distância emocional que os separa. Ela encontra apoio em suas três melhores amigas: Carmen (Silma López), Lola (Paula Malia) e Nerea (Teresa Riott), que sugere uma saída: uma ficção erótica. A prévia sugere que o resultado não é exatamente “Cinquenta Tons de Cinza”, mas uma novelinha picante, que exalta a infidelidade e não economiza palavrões. Inspirada nos livros de Elísabet Benavent, a série tem roteiro de María López Castaño (“Grande Hotel”) e estreia em 8 de maio na plataforma de streaming.

    Leia mais
  • Série

    911 e o spin-off Lone Star são renovadas para novas temporadas

    13 de abril de 2020 /

    A Fox anunciou as renovações de “911” e seu novo spin-off “911: Lone Star”. As duas produções são os primeiros dramas do canal a garantir seu retorno na temporada 2020-21. Produzidas por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, as atrações da franquia “911” são as séries de melhor audiência do canal. A série original, com 10,4 milhões de espectadores ao vivo, vai para sua 4ª temporada, enquanto a novata, vista por 9,1 milhões, garantiu seu segundo ano de produção. “‘911’ e ‘911: Lone Star’ são realmente dois dos dramas mais fortes e emocionantes da TV aberta, além de serem peças centrais da Fox Entertainment”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em comunicado divulgado nesta segunda-feira (13/4). “Os criadores Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, assim como suas incríveis equipes de roteiristas, diretores, elencos e equipes inteiras, fazem uma mágica de cair o queixo em todos os episódios. De terremotos e tsunamis em Los Angeles a tornados do tamanho do Texas, ambos as séries oferecem um espetáculo incrível com personagens fortes e identificáveis ​​com os quais você se importa semana a semana. Aguardamos ansiosamente muitos resgates emocionantes em ambas as séries, que ajudam a honrar os corajosos socorristas deste país, bem como os de todo o mundo”, conclui a mensagem.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Deborah Ann Woll faz desabafo por desemprego e recebe apoio de colegas da Marvel

    13 de abril de 2020 /

    A atriz Deborah Ann Woll aproveitou a participação num programa de entrevistas do YouTube para fazer um desabafo, mostrando-se preocupada por estar desempregada, situação que a afetava desde antes da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. Falando no programa de Joe Quesada, diretor criativo da Marvel, ela disse que “não tem certeza se vai conseguir trabalhar novamente” após o fim de “Demolidor” e “Justiceiro”, séries da Marvel na Netflix em que interpretava Karen Page. Woll contou que não conseguiu nenhum papel novo desde o final das séries. “Isso tem sido muito difícil para mim. Eu fico me perguntando se tem alguém por aí que ainda gostaria de trabalhar comigo, se eu ainda sou capaz de fazer meu trabalho, esse tipo de coisa”, admitiu. “Uma parte do meu cérebro diz: ‘Calma, você está sendo paranoica’. Mas a outra parte, a que ama atuar, sabe que isso [a falta de trabalho] é um problema. A tragédia de ser um ator, ou qualquer profissão em que você realmente coloca um pedaço de sua alma no trabalho, é que ela se torna parte de você”, continuou. “Mesmo antes do coronavírus virar tudo de cabeça para baixo, eu estava tendo problemas com isso. Quando não estou atuando, não sei quem sou. Como faz algum tempo que não estou atuando, minha autoestima está se deteriorando”, completou. Em resposta ao desabafo, dois colegas de elenco de Woll em “Demolidor” e “Justiceiro” manifestaram seu apoio nas redes sociais. Vincent D’Onofrio, intérprete do vilão Wilson Fisk (o Rei do Crime), elogiou a atriz como “uma de suas colegas de cena favoritas” em toda a carreira. “Deborah Ann Woll pode interpretar qualquer papel. Todo ator depende do seu colega de cena, e você seria sortudo de tê-la ao seu lado. Ela é invencível. Um presente para qualquer narrativa”, tuitou. Jon Bernthal, o próprio Justiceiro, referendou a declaração de D’Onofrio. “Isso aqui é verdade. Muito amor para vocês dois. Que honra poder ter contracenado com ambos”, acrescentou. Além do papel de Karen Page nas séries da Marvel, Woll se destacou como a vampira Jessica Hamby em “True Blood” (2008-2014), e também foi festejada pelo ator principal daquela série, Stephen Moyer, intérprete de seu “pai” vampiro, que a chamou de “uma das melhores atrizes” com quem já trabalhou. “Ela parecia ser minha filha real e eu amei/a amei muito”, escreveu. Veja abaixo a entrevista completa, que tem 1h20 de duração, seguida pelos tuítes. That right there’s the truth. Big love to both of y’all. What an honor and joy to have rolled with you guys. — Jon Bernthal (@jonnybernthal) April 12, 2020 I feel the same way about you Steve. Big hugs. Miss you and Bill. https://t.co/rq6u9JSig7 — Deborah Ann Woll (@DeborahAnnWoll) April 9, 2020

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Especial de Friends não será gravado antes do lançamento da HBO Max nos EUA

    11 de abril de 2020 /

    O especial de “Friends”, que voltaria a reunir o elenco original, não vai ser produzido a tempo de acompanhar o lançamento do serviço de streaming HBO Max, previsto para o próximo mês nos EUA. O motivo é a pandemia do novo coronavírus. As gravações ocorreriam no final de março, mas foram adiadas para maio e agora, com as mortes por covid-19 batendo recordes nos EUA, não há mais previsão para isso acontecer. Para compensar a frustração, a WarnerMedia informou que todos os 236 episódios da série poderão ser vistos desde o primeiro dia em sua nova plataforma. Os episódios saíram da Netflix nos EUA e se encontravam fora do alcance dos fãs americanos – já no Brasil, onde a HBO Max ainda não tem previsão de estreia, ainda é possível assistir “Friends” na Netflix. “Nós queremos compartilhar algumas informações sobre as datas de produção para o especial não roteirizado de Friends para o HBO Max. A produção foi adiada por causa da pandemia da covid-19. Isto significa que o especial não estará disponível no primeiro dia do serviço de streaming, em seu lançamento. Mas o especial está a caminho”, afirmou a WarnerMedia em comunicado. “O elenco e os produtores estão muito empolgados para começar o trabalho, já que esta será a primeira vez que o elenco inteiro se reunirá desde o fim da série [em 2004], e no set original. Há muitas surpresas guardadas e várias imagens raras de bastidores que eles querem dividir com os fãs. Nós manteremos vocês informados conforme os planos se solidificarem e nós tivermos uma data de estreia oficial”, acrescentou a empresa. Este especial não será um novo episódio da série. Nem sequer terá roteiro. Ele reunirá os seis astros da série — Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer — em uma conversa sobre os bastidores da atração. “Para evitar qualquer mal-entendido sobre o que é este especial, nós queremos deixar claro que este não será um episódio novo e original da série. Os atores vão participar como si mesmos, não como seus amados personagens”, ressalta a empresa. “Embora os fãs tenham de esperar mais um pouco por esta reunião, eles poderão assistir aos 236 episódios da série desde o primeiro dia do HBO Max”, concluiu a nota.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie