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Série

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Série

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23 de julho de 2026
  • Série

    Netflix renova Control Z em tempo recorde

    29 de maio de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Control Z” para a 2ª temporada em tempo recorde. Para ressaltar a rapidez, a empresa reuniu o elenco numa videochamada e registrou a reação de surpresa dos atores, que ainda estavam em clima de divulgação da temporada inaugural. O vídeo do anúncio foi divulgado no YouTube e nas redes sociais. Veja abaixo. A série mexicana é uma das produções de mistério colegial lançadas após o sucesso da espanhola “Elite” na plataforma, e foi lançada há apenas uma semana, no dia 22 de maio. Com ingredientes que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, além do recente filme “País da Violência” (Assassination Nation), a trama gira em torno de segredos escandalosos revelados por um hacker anônimo. Os alvos são os alunos mais populares do Colégio Nacional. Mas é uma estudante reclusa quem demonstra mais interesse em descobrir o culpado, se não for ela própria a responsável pela campanha de difamação. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”). O elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”).

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  • Série

    Upgrade: Sci-fi de ação do diretor de O Homem Invisível vai virar série

    29 de maio de 2020 /

    O filme “Upgrade: Atualização”, sci-fi de ação escrita e dirigida por Leigh Whannell em 2018, vai virar série. O próprio Whannell está encarregado da adaptação. O cineasta se tornou um dos mais requisitados do ano após o sucesso de seu “O Homem Invisível”, um dos últimos blockbusters antes da pandemia de covid-19, mas decidiu deixar os projetos cinematográficos de lado, como o remake do clássico “Fuga de Nova York” (1981), para dar atenção à série. Premiada no Festival SXSW, “Upgrade” foi a primeira sci-fi da carreira do diretor, ainda que possa ser encarado como um remake cibernético de “Desejo de Matar” (1974). No longa original, ambientado num futuro não muito distante, o mecânico Grey (Logan Marshall-Green) e sua esposa são vítimas do ataque de uma gangue. Ela é assassinada e ele fica tetraplégico. Mas um implante cibernético experimental lhe dá a chance de voltar a andar. Mais que isso, ele descobre que a tecnologia lhe dá habilidades especiais para caçar os responsáveis pelo crime. A série será uma sequência da história e trará um novo “hospedeiro” para o implante. O elenco ainda não foi escalado. Whannell concebeu o desdobramento com Tim Walsh, roteirista de “Chicago P.D.” e da recém-cancelada “Treadstone”. Os dois serão coprodutores da versão seriada de “Upgrade”. Além disso, Whannell assinará a direção do primeiro episódio, enquanto Walsh assumirá o comando da temporada como showrunner. Além deles, os roteiristas-produtores Krystal Ziv Houghton e James Roland, responsáveis pela série “The Purge”, trabalharão no desenvolvimento dos episódios. A produção está a cargo da Blumhouse Television, divisão da Blumhouse Pictures, que produziu o longa original, e a UCP, produtora televisiva do conglomerado NBCUniversal. A divulgação do projeto não revelou para qual canal “Upgrade” estava sendo desenvolvida. “The Purge”, outra parceria da Blumhouse e a UCP, foi ao ar pelo canal pago USA, mas o novo projeto tende a entrar no serviço de streaming da NBCUniversal, batizado de Peacock, que já funciona em fase limitada e terá lançamento comercial amplo em julho nos EUA. Veja abaixo o trailer do filme original, que pulou os cinemas brasileiros para ser disponibilizado diretamente em VOD.

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  • Série

    Tom Ellis fecha acordo para estrelar 6ª temporada de Lucifer

    29 de maio de 2020 /

    Tom Ellis assinou o contrato para voltar ao papel principal de “Lucifer”, afirmou nesta sexta (29/5) o site americano Deadline. Era o “detalhe” que faltava para a Netflix anunciar a renovação da série para sua 6ª temporada, revertendo o cancelamento comunicado no ano passado. O arrependimento bateu forte e a plataforma iniciou discussões sobre a retomada da série no começo de 2020. Mas após fechar com a produtora WBTV (Warner Bros. Television), os showrunners e os coadjuvantes, as negociações empacaram na decisão de Ellis de só voltar à série se recebesse mais. Muito mais. Segundo apurou o site TVLine em abril, o intérprete de Lucifer não aceitou os valores apresentados pelo estúdio e as negociações chegaram num impasse. Como Ellis assinou acordo para produção da 6ª temporada, deixando o acerto financeiro para depois, a WBTV (Warner Bros Television) decidiu cessar as ofertas de aumento. Caso ele se recusasse a gravar, poderia ser processado por quebra de contrato. Mas o estúdio prefere realizar a série em vez de processar o ator. Por conta disso, já tinha oferecido um aumento de remuneração, que foi considerado baixo por Ellis e seus representantes. Agora, depois de um mês de negociações, Tom Ellis, WBTV e Netflix teriam fechado um acordo. Com o ator de volta – e com todo o restante do elenco disposto a retornar -, a 6ª temporada de “Lucifer” pode enfim acontecer. Só falta mesmo o anúncio oficial, que a Netflix não deve ter pressa para fazer. Afinal, a plataforma ainda nem programou a estreia da 5ª temporada, que será exibida em duas partes, apesar de já estar inteiramente gravada. Como a série deveria acabar na 5ª temporada, o último episódio gravado foi batizado de “Uma Chance de Final Feliz”, e sua sinopse diz: “O último episódio de Lucifer, a última briga com o pai”. Os produtores conceberam a season finale como series finale, porque o cancelamento foi anunciado com muita antecedência, em junho do ano passado. Originalmente concebida com 10 episódios, a 5ª temporada acabou recebendo até autorização para produzir seis capítulos extras, justamente para terminar a trama da atração. Mas o equívoco dessa antecipação tornou-se evidente diante do aumento do interesse gerado pela aparição especial de Lúcifer (Tom Ellis) no crossover “Crise nas Infinitas Terras” na TV aberta americana. A confirmação da 6ª temporada representa a segunda vez que “Lucifer” escapa do inferno das séries, também conhecido como cancelamento. “Lucifer” sobreviveu ao cancelamento original na Fox, após três temporadas transmitidas na TV aberta. Percebendo a grande campanha na internet pelo salvamento da série, a Netflix comprou os direitos de exibição e produziu a 4ª temporada. Junto com a renovação para o quinto ano, a plataforma anunciou também que os próximos episódios seriam os últimos produzidos. E a showrunner Ildy Modrovich tratou de acalmar os fãs revoltados, avisando que, daquela vez, o cancelamento era irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas”, já que não existia a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. Mas “Lucifer”, aparentemente, é imortal.

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    Marge Redmond (1925 – 2020)

    29 de maio de 2020 /

    A atriz Marge Redmond, que interpretou a irônica irmã Jacqueline na série clássica “A Noviça Voadora”, morreu em 10 de fevereiro, mas só agora teve o falecimento comunicado. Ela tinha 95 anos. Filha mais velha de um bombeiro, Redmond nasceu em Cleveland em 14 de dezembro de 1924 e foi casada com o também falecido ator Jack Weston (“Dirty Dancing”), de 1950 até o divórcio na década de 1980. Ela conheceu Weston em 1948, quando ambos ainda eram iniciantes e participaram de uma mesma montagem teatral em sua cidade. Eles se mudaram para Nova York e se casaram logo em seguida. Os dois conseguiram papéis em peças da Broadway, mas não o sucesso que buscavam. Então optaram por uma mudança para Los Angeles, onde começaram a fazer séries, como “Johnny Staccato”, “Ben Casey”, “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Os Intocáveis” (The Untouchables) e “O Fugitivo” (The Fugitive). A atriz estreou no cinema em 1961, no drama “Santuário”, de Tony Richardson, e também teve papéis em “O Bagunceiro Arrumadinho” (1964), estrelado por Jerry Lewis, “Anjos Rebeldes (1966), de Ida Lupino, foi a esposa de Walter Matthau em “Uma Loura por um Milhão” (1966), de Billy Wilder, a enfermeira do clássico anti-bélico “Johnny Vai à Guerra” (1971), de Dalton Trumbo, uma das suspeitas de “Trama Macabra” (1976), último filme de Alfred Hitchcock, e uma amante vingativa em “Um Misterioso Assassinato em Manhattan” (1993), de Woody Allen. Mas foi mesmo o papel da irmã Jacqueline em “A Noviça Voadora” que marcou sua carreira. A série passada num Convento de Porto Rico e centrada nas aventuras da irmã Bertrille (vivida pela jovem Sally Field), uma noviça capaz de voar, durou três temporadas, de 1967 a 1970, e cansou de ser reprisada em TVs de todo o mundo. Além de coestrelar os 82 episódios produzidos, Redmond narrou cada um deles, já que eram suas lembranças que conduziam as histórias, e chegou a receber uma indicação ao Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante na 2ª temporada. Curiosamente, antes de viver a irmã Jacqueline, ela interpretou outra freira, irmã Liguori, ao lado de Rosalind Russell em “Anjos Rebeldes” (1966), e disse acreditar que isso a ajudou a conseguir o papel na série. Após o final de “A Noviça Voadora”, Redmond apareceu em várias outras atrações como convidada especial, mas só foi repetir uma personagem em mais de um capítulo nos anos 1990, como a Sra. McArdle, empregada doméstica de Ben (Andy Griffith) na série “Matlock”. Ela apareceu em cinco episódios na produção da NBC. Nos últimos anos, a atriz começou a fazer comerciais e dublar videogames, e acabou ganhando mais dinheiro com esse tipo de emprego. “Ela trabalha cinco dias por ano e faz seis dígitos”, disse Weston uma vez. Entre seus últimos trabalhos, incluem-se dublagens das franquias de videogames “Max Payne” e “Grand Theft Auto”.

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    Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha pôsteres e fotos

    29 de maio de 2020 /

    As plataformas DC Universe e HBO Max divulgaram os pôsteres da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), que destacam uma nova personagem: Dorothy (Abigail Shapiro), filha do Chefe (Timothy Dalton). Ela também aparece em imagens que chegaram na internet com o selo da revista Entertainment Weekly. Uma dessas fotos, que podem ser vistas abaixo, também revela o retorno do detetive sobrenatural Willoughbly Kipling, interpretado por Mark Sheppard (o Crowley de “Supernatural”). Lançada pela DC Universe, a série será disponibilizada simultaneamente pela HBO Max em seu segundo ano de produção. “Patrulha do Destino” será a única atração compartilhada pelos dois serviços. De fato, a maior parte do material do streaming da editora de quadrinhos continua exclusivo de seu serviço – detalhe que diversos sites geeks chamaram atenção ao pesquisar pelos títulos na HBO Max, lançada na quarta (27/5) nos EUA. Segunda produção live-action da DC Universe, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpretou o vilão surreal Sr. Ninguém na 1ª temporada. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia da próxima leva de episódios foi marcada para 25 de junho nos dois streamings americanos, que ainda não têm previsão para chegar ao Brasil.

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    Apple vai produzir minissérie de Gal Gadot sobre Hedy Lamarr

    28 de maio de 2020 /

    A Apple fechou contrato com a atriz e agora produtora Gal Gadot para realizar uma minissérie sobre Hedy Lamarr, atriz da era de ouro de Hollywood que era literalmente genial. Além de atuar em clássicos do cinema, ela foi uma inventora visionária, sendo responsável até pela existência do wifi. O projeto da minissérie existe há pelo menos dois anos e estava sendo desenvolvido pelo canal pago Showtime. Criada pela roteirista-produtora Sarah Treem, co-criadora de “The Affair”, a minissérie vai trazer Gadot como a estrela austríaca de Hollywood, que brilhou em “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949), e que teve muito mais importância fora da tela. Em parceria com o compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela criou um sistema de comunicações revolucionário, usado para troca de mensagens entre nações aliadas durante a 2ª Guerra Mundial. As Forças Armadas dos Estados Unidos não lhe deram o devido reconhecimento, mas a mesma invenção acabou virando a base dos atuais sistemas de compartilhamento de dados por wifi e bluetooth. Sua contribuição tecnológica só foi reconhecida muito tarde em sua vida. Postumamente, porém, Lamarr foi homenageada com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. A produção de Gadot não é o primeiro projeto de minissérie sobre a estrela. A atriz alemã Diane Kruger, premiada no Festival de Cannes por seu desempenho no filme “Em Pedaços”, anunciou uma produção similar há cerca de três anos. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer sua minissérie e contava até com o apoio do Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa. Mas, desde então, assumiu diversos compromissos no cinema e o projeto não saiu do papel. A produção marca o primeiro papel importante de Gadot numa série americana após a frustração de “The Beautiful Life: TBL”, série cancelada após cinco episódios em 2009. Sem estreia definida, a minissérie será lançada na plataforma de streaming Apple TV+.

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    The Umbrella Academy: Coleção de pôsteres da 2ª temporada destaca heróis da série

    28 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres da 2ª temporada de “Umbrella Academy”, destacando individualmente os heróis da série – com respectivos guarda-chuvas (umbrellas). Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no país como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. Pior que isso: a 1ª temporada revela que um deles é o responsável pelo apocalipse. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A 2ª temporada vai continuar a história do ponto em que parou, com os personagens viajando no tempo para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 31 de julho em streaming.

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    Ruby Rose se despede de Batwoman e insinua motivos para sair da série

    28 de maio de 2020 /

    A atriz Ruby Rose publicou um vídeo no Instagram com cenas de “Batwoman” para se despedir de seu papel na série, e aproveitou para passar um recado velado para os produtores. Depois que boatos sobre ser uma “atriz-problema” começaram a circular por “fontes” não oficiais na mídia especializada, ela insinuou que teve bons motivos para deixar o papel e não quis torná-los públicos por decisão própria. Na legenda da postagem, ela explicou um pouco mais sobre a decisão. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, afirmaram que a decisão de sair da série não teria sido exclusiva da atriz. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para se fazer uma série. Entretanto, essa fonte misteriosa “esqueceu” de lembrar que a atriz sofreu um acidente grave nas gravações, logo no começo dos trabalhos, precisando passar por uma cirurgia na coluna. Ela correu o risco de ficar paralisada pelo resto da vida, mas em 10 dias voltou ao trabalho, para não atrasar a estreia da atração, e atuou toda a temporada com dores constantes. Depois de seu acidente, a produção ainda teve outro, que deixou uma produtora assistente com risco de ficar paraplégica, ao ter a cabeça atingida por um guindaste durante gravações noturnas em Vancouver. O texto de Ruby, termina de forma amigável. “Eu tenho certeza que a próxima temporada será ótima, também”. Os produtores ainda não revelaram como vão substituir a atriz principal de “Batwoman”. A showrunner Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria. Renovada para a 2ª temporada, “Batwoman” é uma das maiores audiências da rede CW. Ver essa foto no Instagram Thank you everyone for coming on this journey. If I mentioned everyone it would be 1000 tags.. but Thank you to the cast, crew, producers and studio. It wasn’t an easy decision but those who know, know.. I didn’t want to not acknowledge everyone involved and how big this was for TV and for our community. I have stayed silent because that’s my choice for now but know I adore you all. I’m sure next season will be amazing also. Xxx *hangs up cowl and cape. Also @mysmarvel Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 27 de Mai, 2020 às 5:03 PDT

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  • Série

    Space Force vira “série mais esperada há tempos” em novo vídeo da Netflix

    27 de maio de 2020 /

    A Netflix continua sua divulgação exaustiva de “Space Force” com um novo vídeo de bastidores legendado, que traz flagrantes explícitos de puxa-saquismo. O vídeo é uma coleção de elogios do elenco a Steve Carell, que pode ser resumido numa frase curta: “Steve Carell é legal”. Para elogiar Carell, a produção também contrabandeia declarações sobre a expectativa em torno da série, supostamente “a mais esperada há tempos”. Só que a cada novo vídeo divulgado – são muitos – , aparecem sempre as mesmas piadas, que na terceira ou quarta vez já não soam engraçadas. De fato, nem eram hilárias na primeira tentativa. Em relação à expectativa, a série volta a reunir o produtor-roteirista Greg Daniels, criador de “The Office”, com Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem a criação e a produção da nova atração, que, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço”. A trama foi inspirada num delírio do presidente americano Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia na sexta-feira (29/5) em streaming.

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    Reality Z: Série de zumbis com Sabrina Sato ganha primeiro trailer

    27 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Reality Z”, série com Sabrina Sato, em que o cenário de um reality show vira o único refúgio seguro durante um apocalipse zumbi. O projeto foi anunciado pela própria Sabrina, na companhia do diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em abril do ano passado. Mas a ideia não é nova. Trata-se, na verdade, de um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Como a marca Big Brother pertence à Globo, a série teve que criar outro reality de confinamento, chamado “Olimpo, a Casa dos Deuses”, em que os concorrentes se vestem como gregos antigos – embora o visual lembre mais orgias romanas. Isolada e autossustentável, a casa do reality logo se torna cobiçada para um punhado de pessoas que tenta escapar da pandemia zumbi no Rio de Janeiro. Mas enquanto o mundo acaba, os integrantes do reality seguem alheios ao que acontece do lado de fora, ignorando completamente o surto zumbi. Até ser tarde demais. Sabrina vive a apresentadora do reality, o que permite uma ligação tênue com o Big Brother Brasil, já que ela foi revelada no programa. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes. Com 10 episódios, a atração será lançada em 10 de junho.

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    Love, Victor: Série derivada de Com Amor, Simon ganha primeiro trailer

    27 de maio de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Love, Victor”, série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), de 2018. A prévia revela a ligação entre filme e série, que tem personagens e contextos diferentes, mas o mesmo tema. No vídeo, o Victor do título escreve uma mensagem para Simon, comparando a vida dos dois, no momento em que decide sair do armário. “Love, Victor” seria a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus), entretanto foi parar na Hulu. O mesmo tinha acontecido anteriormente com “High Fidelity”, outra série baseada em filme – “Alta Fidelidade”, de 2000. Como as atrações da Hulu visam o público mais adulto e não tem o compromisso de agradar “à toda família”, os produtores optaram por esse caminho para abordar com maior fidelidade os dramas da adolescência retratados na série, como a pressão da turma, os problemas familiares e a busca da identidade sexual. A trama de “Love, Victor” também se passa na mesma escola de “Com Amor, Simon”, acompanhando um novo estudante que tenta se adaptar àquele ambiente com a ajuda virtual do protagonista do filme original. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay no filme de 2018, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. Já o papel do protagonista Victor será vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”). O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A série tem lançamento previsto para 19 de junho na Hulu e já recebeu encomenda de novos roteiros, visando a produção de uma provável 2ª temporada.

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    American Horror Story: 10ª temporada é adiada, mas série ganhará spin-off

    27 de maio de 2020 /

    A rede Fox anunciou que 10ª temporada de “American Horror Story” foi adiada para 2021 devido à pandemia de coronavírus. A série criada por Ryan Murphy planejava iniciar gravações neste mês, mas foi impedida pelo agravamento da pandemia nos EUA. Por enquanto, não há informações sobre a trama do novo ano, mas Murphy chegou a comentar que as gravações dependiam de condições climáticas, sugerindo muitas cenas ao ar livre. Os atores esperados na produção são Jessica Lange, Lily Rabe, Evan Peters, Sarah Paulson, Denis O’Hare, Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts, Anjelica Ross, Leslie Grossman, Finn Wittrock, Taissa Farmiga, Billie Lourd, Dylan McDermott, Adina Porter e Cody Fern, habituais na atração, além de Macaulay Culkin (o eterno Kevin, de “Esqueceram de Mim”). Mas os fãs da série de terror também tiveram uma boa notícia. A Fox oficializou a nova série derivada, “American Horror Stories”, que trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, o spin-off também será uma série de terror em formato de antologia, mas, em vez de contar uma história por temporada, terá histórias de horror diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Califórnia processa CBS e Disney por encobrirem assédio sexual na série Criminal Minds

    26 de maio de 2020 /

    As produtoras CBS Studios, do conglomerado ViacomCBS, e ABC Signature e ABC Studios, ambas do grupo Disney, estão sendo processadas pelo governo da Califórnia, acusadas de encobrir 14 anos de assédio sexual contra homens da equipe de produção da série “Criminal Minds”, exibida nos EUA pela rede CBS. A informação foi compartilhada pelo Departamento de Emprego Justo e Habitação (DFEH) da Califórnia nesta terça-feira (26/5). De acordo com o processo, o diretor de fotografia Gregory St. Johns teria abusado de sua posição para apalpar repetidamente funcionários e retaliar aqueles que rejeitaram seus avanços nos bastidores da série. Enquanto trabalhou em 278 dos 323 episódios de “Criminal Minds”, St. Johns teria abusado de vários homens, tocando em suas genitálias e fazendo carícias em “seus pescoços, ombros e ouvidos” em um padrão de comportamento “desenfreado, frequente e aberto”. O processo alega ainda que “a equipe de produção executiva teve conhecimento e apoiou a conduta ilegal, demitindo vários funcionários que resistiram ao assédio de St. John”, segundo o comunicado do órgão, que fiscaliza a aplicação das leis de direitos civis na Califórnia e suas violações, incluindo o assédio no local de trabalho. Além de processar as empresas produtoras, a ação também inclui alguns executivos como réus, visando indenizar as vítimas do assédio. Entre eles, estão a showrunner da série, Erica Messer, os produtores executivos Harry Bring e John Breen Frazier, o diretor Glenn Kershaw e a gerente de produção Stacey Beneville. Encerrada em fevereiro após 15 temporadas, “Criminal Minds” enfrentou outros problemas ao longo de sua produção. O maior escândalo foi a demissão de seu principal ator, Thomas Gibson, por agressão a um dos roteiristas da série no set de gravações. Seis anos antes, ele chegou a empurrar um dos diretores da atração e foi forçado a frequentar terapia para controle de raiva.

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