Fear the Walking Dead: Fotos mostram domínio da vilã Virgínia
O canal pago AMC divulgou seis fotos da 6ª temporada de “Fear the Walking Dead”. As imagens destacam o domínio da vilã Virginia (Colby Minifie) sobre os personagens e ainda apresentam uma cena de bastidores, revelando o novo papel de Lennie James, intérprete de Morgan, como diretor da série. Como os fãs devem lembrar, a última cena da temporada anterior mostrou Morgan à beira da morte, deixando no ar se ele seria capaz de sobreviver. Os produtores devem manter o suspense nos próximos episódios, tirando o personagem a história. Com essa “folga”, James aproveitou para fazer sua estreia trás das câmeras. “Fear the Walking Dead” não completou a produção de todos os episódios da temporada, devido à pandemia de coronavírus, mas, de todo modo, suas temporadas costumam ser divida em duas partes. Assim, a estreia da primeira leva de capítulos está mantida, mas não há qualquer previsão para o lançamento da segunda metade. A 6ª temporada começa em 11 de outubro nos EUA, uma semana após a exibição de um capítulo avulso de “The Walking Dead” e da estreia de “Walking Dead: World Beyond”. O AMC Brasil não deu uma previsão tão exata, anunciando apenas a transmissão no mês de outubro. O canal costuma passar a série com alguns dias de atraso em relação ao AMC original nos EUA.
The Walking Dead: Fotos revelam estratégia de Daryl para enfrentar horda de zumbis
O canal pago americano AMC divulgou cinco fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. Trata-se do capítulo que deveria encerrar a 10ª temporada da série, mas não conseguiu ser finalizado a tempo de sua exibição em abril, devido à pandemia de coronavírus. As imagens revelam uma estratégia já conhecida pelos espectadores, que consiste em usar vísceras de zumbis para passar despercebido pelos mortos-vivos. Aparentemente, este é o plano para escapar ao cerco de Beta (Ryan Hurst), que lidera os Sussurradores e uma horda de “caminhantes” num ataque final aos sobreviventes de Alexandria. Entre os que vão se misturar ao perigo mortal estão Daryl (Norman Reedus), Carol (Melissa McBride), Negan (Jeffrey Dean Morgan) e a pequena Judith (Cailey Fleming). O episódio terá transmissão simultânea nos Estados Unidos e no Brasil (pela Fox) em 4 de outubro. Mas – surpresa! – não será mais a season finale. Mais detalhes sobre esta novidade podem ser conferidos aqui.
Selena Gomez vai se juntar a Steve Martin e Martin Short numa série de comédia
A cantora Selena Gomez vai contracenar com dois veteranos da comédia em seu próximo projeto como atriz. A popstar será a protagonista feminina de “Only Murders in the Building”, série de comédia da plataforma Hulu, que também contará com a dupla Steve Martin e Martin Short. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três pessoas (Martin, Short e Gomez) obcecadas por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros vão dividir a produção da série com o roteirista e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016) e “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”.
Seis séries da Netflix e Globoplay garantem melhores maratonas do fim de semana
A Netflix e a Globoplay são responsáveis pelas melhores séries para maratonar em streaming neste fim de semana. Cada plataforma trouxe três novidades, que tendem a agradar aos fãs de aventuras, dramas criminais, sci-fis e suspenses. Curiosamente, a Netflix produziu a única atração nacional da lista – que também é a única série documental na seleção da semana. E ainda disponibilizou outra série, espanhola, estrelada por um astro de novelas brasileiras. Já a Globoplay foi ao mercado internacional e saiu-se melhor, comparativamente, com uma seleção de títulos de primeira classe. Não são refugos ou séries antigas, como parte de seu acervo, mas lançamentos recentes de alta qualidade. Deu até para tripudiar com a inclusão de uma produção espanhola estrelada por Álvaro Morte, o Professor de “La Casa de Papel” Confira abaixo a lista dos melhores lançamentos de séries em streaming na semana. Alto Mar | Espanha | 3ª temporada Criado por Ramón Campos e Gema R. Neira (de “As Telefonistas”, um dos primeiros sucessos espanhóis da Netflix), o suspense marítimo de época começou com a investigação de mortes misteriosas numa viagem de navio entre a Espanha e o Brasil nos anos 1940. A 3ª temporada introduz novo mistério e o brasileiro Marco Pigossi (da novela “A Força do Querer”) no elenco central. Falando espanhol, ele se diz agente do serviço britânico e tenta convencer as irmãs protagonistas Eva (Ivana Baquero, de “The Shannara Chronicles”) e Carolina Villanueva (Alejandra Onieva, de “Novatos”) a ajudá-lo a encontrar um homem a bordo do navio, que carrega um vírus mortal capaz de “exterminar milhares de inocentes”. Disponível na Netflix. The Rain | Dinamarca | 3ª temporada A primeira série dinamarquesa da Netflix chega ao final com o conflito entre os irmãos que começaram a trama protegidos num bunker contra um vírus mortal, transmitido pela chuva. O tema acabou se tornando bastante atual, devido ao coronavírus, mas um detalhe já tinha feito muitos assinantes desistirem da série em seu segundo ano. Os roteiristas esqueceram que o título é “The Rain” e abandonaram a premissa do contágio por chuva na 2ª temporada, provocando uma estiagem que se estendeu ao terceiro ano. Em vez da luta contra a natureza, a trama virou um conflito contra supervilões, em que o super-infectado Rasmus (Lucas Lynggaard Tønnesen, de “Departamento Q”) adquire a capacidade de espalhar o vírus e transformar pessoas em portadores da epidemia, criando ameaças mortais à vida no planeta. Disponível na Netflix. Mundo Mistério | Brasil | 1ª temporada Série documental apresentada pelo YouTuber Felipe Castanhari, que usa experimentos científicos, animação e efeitos especiais para explicar diferentes fenômenos científicos – e sobrenaturais… Lembra algumas pautas das revistas Mundo Estranho/Superinteressante combinadas com “O Mundo de Beakman”. A 1ª temporada investiga o Triângulo das Bermudas, o apocalipse zumbi e o aquecimento global, entre outros mistérios. Disponível na Netflix. The Head: Mistério na Antártida | Espanha | 1ª temporada Criada pelos irmãos espanhóis Àlex e David Pastor, responsáveis pelos filmes apocalípticos “Vírus” (2009) e “Os Últimos Dias” (2013), este suspense antártico tem o clima tenso de “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing) e da série “The Terror”. Após uma estação científica parar de responder tentativas de contato, uma expedição de resgate internacional chega ao local para verificar o que aconteceu. Lá, encontra metade dos cientistas mortos, outros desaparecidos e uma sobrevivente tão traumatizada que é incapaz de descrever o que aconteceu. O elenco destaca alguns nomes conhecidos, como Álvaro Morte (o Professor de “La Casa de Papel”) e Richard Sammel (Eichorst em “The Strain”). Disponível na Globoplay. Get Shorty: A Máfia do Cinema | EUA | 1ª, 2ª e 3ª temporadas Verdadeiro tesouro que a Globoplay garimpou para enfrentar a concorrência da Netflix, “Get Shorty” só não é mais conhecida por passar no Epix, um canal novo e ainda pouco visto dos EUA. Trata-se de uma adaptação do best-seller de mesmo nome do escritor Elmore Leonard, que também deu origem ao filme “O Nome do Jogo”. Mas não se trata de uma transposição literal e sim de uma extrapolação, ao estilo de “Fargo”. Na trama, Chris O’Dowd (“A Grande Jogada”) vive Miles Daly, um matador da máfia que, durante um “trabalho”, acaba eliminando um roteirista de cinema e, com um roteiro inédito respingado de sangue, resolve se aventurar por Hollywood. Seu plano é mudar de vida para proteger sua filha, mas suas táticas são as mesmas de sempre, usando dinheiro sujo e extorsão para produzir seu filme, com auxílio de um produtor decadente de longas de baixa qualidade, vivido por Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”). Os papéis são similares, mas não iguais, ao vividos por John Travolta e Gene Hackman no filme de 1995. Disponível na Globoplay. Il Cacciatore – O Caçador | Itália | 1ª e 2ª temporadas Inspirado em fatos reais, a série criminal acompanha a caçada à máfia, promovida pelo jovem e ambicioso promotor Saverio Barone, “O Caçador” do título, que vai atrás de chefões e matadores foragidos após os massacres sangrentos do verão de 1993, quando explodiu a guerra entre as famílias pelo controle da organização criminosa. O personagem é baseado no magistrado Alfonso Sabella, que participou do esforço judiciário anti-máfia do início dos anos 1990. Ele prendeu os principais mafiosos da Itália e tornou pública uma quantidade enorme de histórias de crimes e violências. O intérprete principal da série, Francesco Montanari, foi premiado como Melhor Ator no Festival Canneseries, versão para séries do Festival de Cannes. Disponível na Globoplay.
Uma Equipe Muito Especial: Filme estrelado por Madonna e Tom Hanks vira série
A Amazon encomendou a 1ª temporada de uma série baseada no longa “Uma Equipe Muito Especial” (A League Of Their Own), de 1992, sobre o primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos. O filme da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks como técnico da equipe. O projeto está a cargo dos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e não será uma adaptação literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo explorações de raça e sexualidade que ficaram de fora da história original. “Vinte e oito anos atrás, Penny Marshall nos contou uma história sobre mulheres jogando beisebol profissional que até então era amplamente ignorada. Crescemos obcecados pelo filme, como todo mundo. Três anos atrás, abordamos a Sony com a ideia de contar um novo conjunto de histórias, ainda esquecidas do período. Com a ajuda de uma equipe de colaboradores extremamente talentosa, um elenco incrível e o apoio dedicado da Amazon a este projeto, nos sentimos com muita sorte e animação por trazer esses personagens à vida”, disseram Graham e Jacobson em um comunicado conjunto, divulgado nesta quinta-feira (6/8). “Foi preciso muita coragem, ardor, autenticidade, imaginação selvagem e um senso de humor impressionante para que essas jogadoras realizassem seus sonhos. Esperamos trazer ao público uma história com todas essas qualidades”, completaram. “Will e Abbi pegaram um filme clássico, reimaginaram-no para uma nova geração com novos personagens e um visão moderna, com uma história atemporal sobre grandes sonhos, amizade, amor e, é claro, beisebol. Estamos muito empolgados em fazer um parceria com a Sony para trazer esta nova e emocionante série aos nossos clientes do Prime Video em todo o mundo”, acrescentou Vernon Sanders, co-diretor da divisão de séries da Amazon. O elenco da série conta com a própria Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). A encomenda da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios, devido à baixa audiência.
The Undoing: Teaser da nova série de Nicole Kidman revela data de estreia
A HBO divulgou um novo teaser legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia explora o clima tenso da produção sem abordar a trama, destacando o envolvimento dos personagens – ricaços – num crime. A principal função do vídeo, na verdade, é informar a nova data de estreia da produção. “The Undoing” tinha lançamento previsto para 10 de maio, mas o impacto da pandemia de coronovírus fez o canal pago adiar a estreia, que agora ganhou sua data definitiva. Os episódios começarão a ser exibidos a partir de 25 de outubro. A minissérie é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A produção marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) em sua primeira atração televisiva americana, como o marido de Kidman. Além de estrelar, a atriz também é produtora e o elenco ainda destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). Já a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010).
Selena Gomez aprende a cozinhar em trailer divertido de série de streaming
A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer do programa culinário de Selena Gomez. Ao contrário dos programas típicos do gênero, em que celebridades ensinam receitas e truques culinários, “Selena + Chef” mostra a cantora e atriz aprendendo a cozinhar. Na prévia, ela confessa que, embora adore comer, não é a melhor cozinheira do mundo. E para aprender decidiu contar com a ajuda de grandes nomes da gastronomia, via participação remota com dicas importantes que ela tenta seguir, nem sempre com o melhor resultado. De fato, se o programa fosse um reality de competição, seria bem curto, devido a eliminação precoce da candidata desastrada, capaz de incendiar a própria refeição e passar mal ao cortar um polvo. Claro que esses detalhes é que tornam a atração diferente e divertida. A sinopse é a seguinte: “Enquanto pratica o isolamento social em casa, Selena tem passado mais tempo na cozinha do imaginava. Mas, apesar de possuir muitos talentos, ainda precisa descobrir se a habilidade culinária é um deles. Em cada episódio deste autêntico passo a passo, Selena terá a companhia remota de um chef diferente. Juntos, eles vão explorar todas as variedades de cozinha, compartilhar dicas e truques valiosos e lidar com todo tipo de coisa, desde fumaça saindo do forno até falta de ingredientes. Cada episódio dará destaque a uma organização de caridade envolvida com alimentação, enquanto essa série casual, divertida e informativa abraçará tanto a dificuldade quanto a alegria de se aprender a cozinhar – enquanto convida o público a fazer o mesmo em casa”. Com 10 episódios, “Selena + Chef” chega no streaming da WarnerMedia em 13 de agosto, nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão para o lançamento da plataforma no Brasil.
High Fidelity: Série com Zoë Kravitz é cancelada na 1ª temporada
A plataforma Hulu cancelou “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. A plataforma não divulga audiência, mas a 1ª temporada rendeu muitas críticas positivas, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Segundo o site Deadline, a decisão não foi fácil e veio após longas deliberações. Além de ter sido bem recebida pelos críticos, a série era encabeçada por uma grande estrela com muitos seguidores e contava com apoio interno na Hulu, mas isso acabou não sendo suficiente para a renovação. “High Fidelity” foi uma das duas séries baseadas em filmes lançados na Hulu neste ano, depois de terem sido originalmente desenvolvidas para a Disney+ (Disney Plus). A outra é “Love, Victor”. No caso de “High Fidelity”, a produção mudou de plataforma devido ao contexto adulto, com diversas situações sexuais e uma protagonista que se revela bissexual. Estrelada por Zoë Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a versão da série para a trama de “Alta Fidelidade” trocava não só sexo, mas a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantinha a premissa. Na trama, a atriz vivia uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. Mesmo com várias mudanças, o que menos se pode questionar é a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”).
Ellen Pompeo assume que segue em Grey’s Anatomy por acomodação e dinheiro
A atriz Ellen Pompeo assumiu que está em “Grey’s Anatomy” apenas por acomodação e dinheiro, e não porque tomou uma decisão criativa para sua carreira. Ela abordou com sinceridade o motivo de seguir na atração e interpretar a mesma personagem por mais de 15 anos, enquanto vários de seus colegas preferiram buscar outros desafios. Em entrevista ao podcast “Jemele Hill Is Unbothered”, Pompeo disse que dar uma vida conformável para sua família foi mais importante do que correr atrás de papéis desafiadores e, por isso, tomou a decisão de apenas ganhar dinheiro. “Eu fiz escolhas para continuar na série. Para mim, uma vida em família confortável era mais importante do que a carreira. Eu não tive uma infância particularmente feliz. Então, ter uma vida feliz em casa era realmente algo que eu precisava completar para fechar o buraco no meu coração”, declarou. “Então, tomei a decisão de ganhar dinheiro e não correr atrás de papéis criativos. Não fazia muito sentido para mim sair”, completou. Desde 2005, ela dá vida à médica Meredith Grey, protagonista de “Grey’s Anatomy, que está atualmente indo para sua 17ª temporada. Neste meio tempo, viu colegas abandonarem a série pelo sonho de se tornar estrelas de cinema, como Katherine Heigl e até o veterano Patrick Dempsey, que acabaram voltando à TV após não conseguirem materializar seus desejos – no caso de Dempsey, retomar a carreira da juventude. Mas outra colega, Sandra Oh, acabou consagrada com prêmios e reconhecimento da crítica ao trocar a série médica por “Killing Eve”. Ellen Pompeo disse que nunca sentiu essa necessidade. “Eu nunca gostei de correr atrás de nada. E atuar, para mim, na minha experiência, se trata disso. Você precisa correr atrás de papéis, precisa implorar por papéis, precisa convencer pessoas. E embora eu seja produtora e seja o mesmo tipo de coisa, acho que faço isso de um lugar que nunca sinto tanta sede, porque tenho uma estabilidade financeira”, disse. Além de atuar em “Grey’s Anatomy”, Pompeo renegociou seu contrato e também se tornou produtora da série e de seu spin-off, “Station 19”. “Eu comecei em ‘Grey’ com 33 anos e aí passei a ter filhos após os 40. Se eu tivesse começado a série mais nova, com uns 25, provavelmente poderia ter saído quando atingisse 31 ou 32, quando meu contrato de seis anos terminava”, continuou. Na vida pessoal, a atriz é casada com o produtor musical Chris Ivery desde 2007. Eles são pais de Stella, de 10 anos, Sienna, de 5, e Eli, de 3. “Eu sabia que, ao chegar aos 40 anos, eu não ia querer me arriscar lá fora correndo atrás das coisas, implorando. Prefiro ver isso como a bênção que é. É bastante comum os atores tentarem fugir das coisas… Tudo bem. Entendo. Entendo isso completamente. Mas na minha idade e onde está minha vida, não estou tentando fugir de nada. É quem eu sou. Fiz minhas escolhas e estou bem com isso… ‘Grey’ tem sido um presente pra mim”.
Gésio Amadeu (1947 – 2020)
O ator Gésio Amadeu, conhecido papel de Chico em “Chiquititas” e que participou de várias novelas da Globo, morreu nesta quarta (5/8), após passar mais de um mês internado em um hospital em São Paulo com covid-19. Ele teria se infectado com coronavírus ao ir a uma consulta médica em junho passado. Gésio atuou em inúmeras produções para a televisão desde a estreia em “Beto Rockfeller”, na antiga rede Tupi, em 1968. Ao passar para a Globo, começou a ser escalado em papéis de escravo, em novelas como “A Cabana do Pai Tomás” (1969) – estrelada pelo branco Sérgio Cardoso com “blackface” – e “A Moreninha” (1970), antes de partir para tramas mais modernas em “Sol de Verão” (1982), “Renascer” (1993), “A Viagem” (1999), “Paraíso” (2009) e a recente “Velho Chico” (2016). Também fez novelas na Band, na Manchete, na Record e no SBT, além de teatro e cinema. Ele participou tanto da montagem teatral quanto da adaptação cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), dirigida por Leon Hirszman. Outros de seus filmes incluem “Longo Caminho da Morte” (1972), “O Médium” (1983) e “As Vidas de Maria” (2005). Mas os papeis pelo qual é mais lembrado são de programas infantis: o Tio Barnabé em “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, na Globo, e o cozinheiro Chico, em “Chiquititas”, no SBT.
Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott ganha trailer impressionante
A plataforma HBO Max divulgou o pôster, a data de estreia e o primeiro trailer da série sci-fi “Raised by Wolves”, produzida e dirigida pelo cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”). A prévia impressiona pelo visual cinematográfico, efeitos “de outro mundo”, clima tenso e pelo suspense da trama, sugerindo uma atração complexa e de vasto potencial. O vídeo mostra uma androide aparentemente maternal (a dinamarquesa Amanda Collin), que cria duas crianças em um novo planeta após a destruição da Terra. No entanto, quando um estranho (Travis Fimmel, de “Vikings”) chega ao local, a história contada pela robô aos pequenos é colocada em cheque. Vale observar, porém, que o trailer não mostra exatamente o que a sinopse oficial revela. Isto porque o resumo da história fala em dois androides, o que coloca em cheque o personagem de Fimmel. Segundo o texto divulgado pela HBO Max, dois androides têm a missão de cuidar das crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam controlar as pessoas. Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” marca a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tivesse o visual cinematográfico apresentado no trailer, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), para assinar os dois primeiros episódios como se fossem um filme. Gravada em cenários naturais da África do Sul, a série também tem capítulos assinados pelo filho do diretor, Luke Scott (“Morgan: A Evolução”), e pelo brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. “Raised by Wolves” teve sua estreia marcada para 3 de setembro em streaming. Mas, infelizmente, a HBO Max ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Siren é cancelada após três temporadas
A série “Siren”, sobre sereias marinhas em guerra contra a humanidade, chegou ao fim. O canal pago americano Freeform anunciou o cancelamento da produção, dois meses após o final da 3ª temporada. O cancelamento marca uma reversão completa para “Siren”, que estreou de forma avassaladora em 2018. A série foi um grande sucesso em suas duas primeiras temporadas, liderando a audiência de seu canal. Embora tenha perdido público, ainda permanecia como um dos destaques da programação, com 410 mil espectadores ao vivo e 0,11 ponto na demo – à frente, por exemplo, de “Motherland: Fort Salem”, que foi renovada. O Freeform não deu explicações sobre sua decisão. Embora o bem finalmente tenha triunfado sobre o mal no final da 3ª e agora última temporada, o episódio não encerrou completamente a história da sereia Ryn. O conflito acabou, mas o paradeiro do protagonista humano, Ben, ficou desconhecido depois dele ser visto pela última vez atraindo guerreiros tritões para salvar a filha de Ryn. De todo modo, não foi um final com muitos ganchos, trazendo conclusão para vários personagens. “Siren” era baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passava em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Mas a chegada de uma garota misteriosa provou que este folclore tinha fundo verdadeiro. As sereias eram predadores ferozes, trazidas à tona pela pesca que ameaçava seu meio-ambiente. O elenco destacava Eline Powell, como Ryn, a sereia principal, além de Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (“Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (“Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (“Ghost Wars”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Ren & Stimpy: Série animada clássica vai ganhar revival
“Ren & Stimpy”, uma das primeiras séries animadas para adultos da TV, vai voltar a ser produzida, cerca de 25 anos após a exibição de seu último episódio. O canal pago Comedy Central anunciou a encomenda de uma versão “repaginada” da série cultuada, com uma nova equipe criativa a cargo de sua atualização. Mas não foram reveladas informações adicionais, como roteiristas, contagem de episódios e data de estréia. A série é uma produção do Nickelodeon Animation Studio, que faz parte do mesmo conglomerado do Comedy Central, a ViacomCBS. O revival de “Ren & Stimpy” segue a tendência de resgate de várias animações clássicas para adultos da companhia, que incluem os relançamentos de “Beavis & Butt-Head” e “Clone High” e a produção de “Jodie”, spin-off de “Daria” – séries originalmente exibidas na MTV, que integrarão uma nova programação do Comedy Central. “‘Ren & Stimpy’ se junta à nossa lista de animações adultas que está em rápida expansão, incluindo ‘South Park’, ‘Beavis e Butt-Head’ e ‘Clone High’, enquanto continuamos a reimaginar nosso amado baú de propriedades intelectuais para novas gerações”, disse o presidente do grupo de entretenimento juvenil da ViacomCBS, Chris McCarthy, em comunicado. O responsável pela criação de “Ren & Stimpy” é John Kricfalusi, animador polêmico que foi “cancelado” durante o auge do movimento #MeToo, após ser acusado por duas animadoras de assédio sexual em 2018. Instável e com uma namorada menor de idade, ele foi demitido pela Nickelodeon em 1992, ocasião em que também perdeu os direitos da atração. A série, que gira em torno das aventuras de Ren, um chihuahua temperamental, e seu companheiro estúpido Stimpy, foi lançada em 1991 como parte da campanha Nicktoons da Nickelodeon, que também revelou “Rugrats – Os Anjinhos” e “Doug”. Conforme a série se tornou um fenômeno da cultura pop, a Nickelodeon sofreu críticas por incluir conteúdo adulto e sem valor educativo em sua programação. Sob pressão de grupos conservadores, vários episódios da série foram editados para remover referências a religião, política e álcool. Mesmo assim, a atração original durou cinco temporadas, totalizando quase 100 episódios. Novidade na época de “Ren & Stimpy”, a animação adulta se consolidou no século 21 como um dos gêneros de maior crescimento na TV aberta, paga e em streaming, impulsionada por produções longevas como “Os Simpsons” (dois anos mais velha que “Ren & Stimpy”), “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e novidades como “Rick and Morty”, “BoJack Horseman”, “Big Mouth”, “Solar Opposites” e “Bob’s Burgers”, entre muitas outras. Relembre abaixo a insanidade da animação, numa cena com sua música mais famosa.












