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Série

Nova Avatar é caçada no trailer de “Avatar: Os Sete Refúgios”

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Série

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Série

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23 de julho de 2026
  • Etc,  Série

    Chernobyl é o grande vencedor da premiação técnica do BAFTA TV

    18 de julho de 2020 /

    A minissérie “Chernobyl” foi a grande vencedora do prêmio BAFTA TV Craft, que comemora os talentos britânicos por trás das câmeras de TV, numa cerimônia realizada pela primeira vez virtualmente. A coprodução do canal pago americano HBO e do britânico Sky conquistou vitórias em sete categorias. Num segundo lugar bem distante, outra coprodução da HBO, “His Dark Materials”, realizada em parceria com a BBC, arrecadou dois prêmios. Os vencedores foram anunciados pelo ator Stephen Mangan (“Episodes”), que apresentou o evento isolado em um estúdio, com transmissão ao vivo nos canais de mídia social do BAFTA (abreviatura da Academia Britânica de Artes Televisivas e Cinematográficas). A entrega dos prêmios técnicos deveriam ter sido feita inicialmente em abril, mas foi adiada devido ao coronavírus e finalmente transferida para um formato online. A premiação é uma prévia da cerimônia principal do BAFTA TV, que está marcada para o dia 31 de julho. Este evento também será realizado em um estúdio fechado, seguindo regras de distanciamento social. Veja abaixo o vídeo da transmissão da premiação e a lista completa dos vencedores do BAFTA TV Craft. Talento Inovador Aisling Bea (roteirista) – “This Way Up” Diretor: Factual Arthur Cary – “The Last Survivors” Diretor: Ficção Johan Renck – “Chernobyl” Diretor: Multi-Câmera Janet Fraser Crook – “Glastonbury 2019” Escritor: Comédia Jamie Demetriou – “Stath Lets Flats” Escritor: Drama Jesse Armstrong – “Succession” Edição: Factual Michael Harte – “Don’t F**K With Cats: Hunting An Internet Killer” Edição: Ficção Simon Smith, Jinx Godfrey – “Chernobyl” Equipe Técnica de Entretenimento David Bishop, Vicky Gill, Andy Tapley, Patrick Doherty – “Strictly Come Dancing” Maquiagem e Cabelos Loz Schiavo – “Peaky Blinders” Música Original Hildur Gudnadóttir – “Chernobyl” Fotografia: Factual Bertie Gregory, Howard Bourne, John Shier – “Seven Worlds, One Planet” Fotografia: Ficção Jakob Ihre – “Chernobyl” Design de Produção Luke Hull, Claire Levinson-Gendler – “Chernobyl” Figurino Odile Dicks-Mireaux – “Chernobyl” Seleção de Elenco Des Hamilton – “Top Boy” Som: Factual Equipe de Som – “Battle of the Brass Bands” Som: Ficção Equipe de “Chernobyl” Efeitos Especiais, Visuais e Gráficos Framestore, Painting Practice, Real Sfx, Russell Dodgson – “His Dark Materials” Créditos e Identidade Gráfica Elastic, Painting Practice – “His Dark Materials”

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  • Série

    Última temporada de 3% ganha data de estreia

    18 de julho de 2020 /

    A 4ª e última temporada de “3%”, primeira série brasileira da Netflix, ganhou data de estreia. O encerramento da sci-fi nacional será disponibilizado no dia 14 de agosto. A informação foi postada no site oficial da Netflix, que mostra quando a nova leva de episódios será lançada. Veja a imagem abaixo. A exibição vai acontecer um ano após a Netflix anunciar que a série acabaria em seu quarto ano de produção. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Mas existe uma resistência ao “Processo”, chamada de “Causa”. A temporada anterior resgatou a discussão sobre a suposta meritocracia do “Processo”, focando em Michele (Bianca Comparato), Joana (Vaneza Oliveira) e Rafael (Rodolfo Valente). Ainda não há detalhes sobre a trama de encerramento.

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  • Série

    La Révolution: Teaser anuncia série da revolução francesa com… “zumbis”

    18 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou oito fotos, o pôster e o primeiro teaser de “La Révolution”, série que se passa na época da Revolução Francesa, mas não é exatamente um drama histórico. A prévia mostra uma cabeça de estátua decapitada, pingando sangue azul, e revela que a estreia vai acontecer em outubro. A cabeça decepada é uma dica de seu tema. Trata-se, na verdade, de uma série francesa ao estilo da sul-coreana “Kingdom” sobre epidemia “zumbi” – ou um surto de raiva com efeitos similares. A sinopse oficial é bem curta, dizendo apenas: “Durante o século 18, uma nova doença faz o sangue da aristocracia ficar azul”. O que se sabe é que a série foi filmada em locais históricos, como o palácio de Versalhes, os castelos de Fontainebleau e Vaux-le-Vicomte e a Abadia de Chaalis no verão passado, passa-se em 1787 e acompanha uma descoberta do médico Joseph-Ignace Guillotin, cujo nome é associado à invenção da guilhotina. Ele descobre um vírus estranho infectando a aristocracia, que torna o sangue azul e leva os infectados a se tornarem violentos. O vírus faz as elites atacarem os mais fracos, que revidam, dando início a uma revolução. Além do personagem principal, outras figuras históricas devem aparecer ao longo dos oito episódios da série. A série foi criada por Aurélien Molas (“Trauma”), que também é o showrunner da produção, e a equipe ainda conta com a roteirista Gaia Guasti (“A Sala”). Já o elenco destaca Amir El Kacem (“Comboio Furioso”), um ator de origem árabe no papel de Guillotin, além de Marilou Aussilloux (“De Gaulle”), Julien Frison (“Amante por um Dia”) e diversos intérpretes pouco conhecidos.

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  • Série

    Normal People, Cursed, Boca a Boca e Desejo Sombrio são as séries da semana

    18 de julho de 2020 /

    Além das opções de filmes, a programação digital oferece quatro maratonas de séries neste fim de semana. A principal é “Normal People”, que chega ao Brasil três meses após sua consagração nos EUA e no Reino Unido. Confira abaixo a relação completa. Normal People | Irlanda | 1ª temporada Produção irlandesa estrelada por Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, “Normal People” se tornou uma das séries mais comentadas do ano após sua estreia pela BBC e pela plataforma Hulu (nos EUA) em abril, atingindo 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é inspirada no livro “Pessoas Normais”, de Sally Rooney, publicado em 2018, e acompanha um casal que tem diversos encontros e desencontros desde a adolescência. Um dos motivos da série ser tão comentada são as cenas de sexo, bastante realistas. A adaptação é assinada pela roteirista Alice Birch, do filme “Lady Macbeth” (2016), que lançou a atriz Florence Pugh – e também se tornou um dos mais comentados do ano de seu lançamento. Metade dos episódios é dirigido pelo cineasta irlandês Lenny Abrahamson, indicado ao Oscar por “O Quarto de Jack” (2015). A outra metade ficou a cargo da inglesa Hettie Macdonald, da minissérie “Howards End” (2017) e do famoso episódio “Blink” (2007), vencedor do Hugo Award e um dos melhores de “Doctor Who”. A 1ª temporada tem 12 episódios disponíveis na Starzplay – e a série já se encontra renovada. Cursed: A Lenda do Lago | EUA | 1ª temporada Criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”) e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), a série propõe uma revisão radical da conhecida lenda do Rei Arthur, por meio de uma reinvenção da personagem Nimue, vivida por Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”). Conhecida como a Dama do Lago, ela tem o papel de guardiã da espada Excalibur e é ajudada pelo jovem Arthur na aventura, com a missão de encontrar o mago Merlin e salvar a magia. Ao longo dessa jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também destaca Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) no papel de Arthur, além de Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). A 1ª temporada tem 10 episódios disponíveis na Netflix. Boca a Boca | Brasil | 1ª temporada Criação do cineasta Esmir Filho (“Alguma Coisa Assim”, “Os Famosos e Os Duendes da Morte”), a produção nacional gira em torno de uma epidemia que afeta adolescentes de uma cidadezinha no interior do Brasil. Após uma festa com muita pegação, uma garota acorda infectada por um vírus transmitido pelo beijo. Logo, vários jovens que foram à festa começam a manifestar os sintomas horríveis da infecção, colocando a comunidade em pânico. A repressão que se segue também alimenta o medo entre os jovens de que seus segredos sejam descobertos. “Boca a Boca” é o segundo projeto da Netflix em parceria com a produtora Gullane (o primeiro foi “Ninguém Tá Olhando”, de Daniel Rezende), desta vez em conjunto com a Fetiche Features, de Esmir Filho. A equipe de produção também destaca a cineasta Juliana Rojas (de “As Boas Maneiras”), que divide a direção dos episódios com Esmir – assim como alguns roteiros. Já o elenco é formado por Denise Fraga (“Hoje”), Michel Joelsas (“Malhação”), Thomás Aquino (“Bacurau”), Luana Nastas (“Vazante”), Kevin Vechiatto (“Turma da Mônica: Laços”), Grace Passô (“Temporada”), Bianca Byington (“Santos Dumont”), Caio Horowicz (“Califórnia”), a modelo Iza Moreira e a novata Esther Tinman. A 1ª temporada tem 6 episódios disponíveis na Netflix. Desejo Sombrio | México | 1ª temporada Neste melodrama de mistério mexicano, Maite Perroni (mais conhecida pelo público brasileiro como a Lupita de “Rebelde”) vive uma mulher que se envolve com um desconhecido mais novo (Alejandro Speitzer, de “Rainha do Sul”) e tem seu mundo virado de cabeça para baixo. O que deveria ser apenas uma aventura extraconjugal se complica quando o rapaz volta a aparecer em sua vida. Para piorar, tudo indica que ele seja um assassino profissional. A série foi criada por Leticia López Margalli, roteirista de novelas mexicanas e da comédia blockbuster “Não Aceitamos Devoluções” (2013), que chegou a ganhar remake brasileiro com Leandro Hassum (“Não se Aceitam Devoluções”). A 1ª temporada tem 9 episódios disponíveis na Netflix.

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    Del Rangel (1955 – 2020)

    17 de julho de 2020 /

    O diretor e produtor de TV Antônio “Del” Rangel morreu aos 64 anos na quinta-feira (16/7). A informação foi confirmada pela Diretoria Executiva da Fundação Padre Anchieta. Desde 2019, Rangel era diretor de programação da TV Cultura, em São Paulo. Segundo a fundação, o diretor morreu em decorrência de um infarto fulminante. Antes de comandar a TV Cultura, Del Rangel dirigiu várias novelas e séries em outros canais. Na Globo, realizou vários trabalhos nas décadas de 1980 e 1990, à frente de novelas como “Cambalacho” (1986), “O Outro” (1987) e “Bebê a Bordo” (1987), entre outras. Seu último trabalho na emissora foi em 2001, na direção da minissérie “Os Maias” em parceria com Emilio Di Biasi. Ele foi casado com a atriz Regina Duarte entre 1983 e 1995, e a dirigiu na série “Joana”, uma produção independente que foi exibida pelo SBT e pela extinta TV Manchete em 1984. A parceria com a esposa ainda rendeu o seriado “Retrato de Mulher”, na Globo, em 1993. Rangel também comandou algumas das novelas mais bem-sucedidas do SBT – “Éramos Seis” (1994), “As Pupilas do Senhor Reitor” (1994), “Sangue do Meu sangue” (1995), “Razão de Viver” (1996), “Vende-se Um Véu de Noiva” (2009), “Uma Rosa com Amor” (2010) e o fenômeno “Carrossel” (2012). Além disso, teve trabalhos desenvolvidos no teatro e no cinema. Produziu sete filmes dos Trapalhões, entre 1979 e 1983, e ainda dirigiu “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983) e “Uma Escola Atrapalhada” (1990), ambos escritos por Renato Aragão, e o drama “Contos de Lygia” (1998), inspirado por histórias da escritora Lygia Fagundes Telles.

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    Phyllis Somerville (1943 – 2020)

    17 de julho de 2020 /

    A atriz Phyllis Somerville, conhecida pelos filmes “Pecados Íntimos” e “As Rainhas da Torcida”, morreu na quinta (16/7) de causas naturais em sua casa, na cidade de Nova York, aos 76 anos. Ainda criança, Somerville teve uma pequena aparição na série “Guiding Light”, em 1952, mas seguiu carreira no teatro e só foi reaparecer nas telas três décadas depois, como figurante na comédia de sucesso “Arthur, o Milionário Sedutor”, lançada em 1981. Ela esperou mais uma década antes de decidir se focar no audiovisual, atuando em episódios de várias séries a partir dos anos 1990, como “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Sex and the City”, “Família Soprano” (The Sopranos) e até em três títulos da franquia “Lei & Ordem”: a “Law & Order” original, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Criminal Intent”. Somerville também acumulou participações em filmes famosos, entre eles “Fé Demais Não Cheira Bem” (1992), “Adoráveis Fantasmas” (1998), “Simplesmente Irresistível” (1999) e “Vivendo no Limite” (1999), até que começou a se destacar, alcançando papéis importantes em “Pecados Íntimos” (2006), de Todd Field, como a mãe do pedófilo vivido por Jackie Earle Haley, e em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), de David Fincher, como a vovó da versão mirim da personagem de Cate Blanchett. Após seus melhores filmes, ela entrou no elenco de “The Big C”, série de 2010 da HBO sobre a luta de uma mulher com câncer, em que viveu a vizinha suicida da protagonista Laura Linney. Ainda atuou em um episódio de “House of Cards”, antes de virar a mãe do Rei do Crime em “Demolidor” (em 2015), a líder da comunidade alternativa de “Outsiders” (de 2016) e Meemaw no sucesso da Netflix “The Unbreakable Kimmy Schmidt” (em 2017). Nos últimos anos, Sommerville apareceu no suspense “Segredos de Sangue” (2013), estreia do sul-coreano Park Chan-wook em Hollywood, no romance “Nossas Noites” (2017), que voltou a reunir o casal Robert Redford e Jane Fonda, no drama “A Vida de Diane” (2018), premiado no Festival de Tribeca, e na comédia “As Rainhas da Torcida” (2019), onde teve um de seus maiores destaques como uma das personagens do título – um time de cheerleaders da Terceira Idade que também incluía Diane Keaton, Jacki Weaver e Pam Grier. O último papel da atriz foi na série de detetive “Mare of Easttown”, prevista para estrear na HBO em 2021.

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    Briarpatch: Série do criador de Mr. Robot é cancelada após 1ª temporada

    17 de julho de 2020 /

    O canal pago americano USA Network cancelou “Briarpatch”, nova série produzida por Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. A atração teve uma temporada estrelada por Rosario Dawson (“Luke Cage”), que contou uma história completa, exibida de fevereiro a abril passados, com muito humor negro e tom quase de paródia de tramas de detetives. Baseada no romance homônimo do escritor Ross Thomas, “Briarpatch” acompanhava Allegra Dill (Dawson), uma investigadora que retorna para sua casa no Texas, na fronteira com o México, depois que sua irmã policial é assassinada. O que começa como a busca pelo assassino logo se transforma em luta para enfrentar uma cidade corrupta. Sam Esmail assinou a produção, mas a série era criação de Andy Greenwald (produtor de “Legion”) e ainda contava com direção da cineasta Ana Lily Amirpour (“Amores Canibais”). Além de Rosario Dawson, o elenco incluiu Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Jay R. Ferguson (“The Conners”), Alan Cumming (“Instinct”), Brian Geraghty (“The Alienist”), Jon Beavers (“Animal Kingdom”), Edward Asner (“Disque Amiga para Matar”) e Edi Gathegi (“The Blacklist: Redemption”). Como o final não deixou ganchos, a atração pode ser considerada uma minissérie e assistida por quem ainda tiver curiosidade. Os 10 episódios ainda são inéditos no Brasil, mas devem aparecer em breve em algum serviço de streaming – estão na Amazon, nos EUA. Com o fim de “Briarpatch” e “Mr. Robot”, a USA Network não tem mais nenhuma série de Esmail, que se concentra agora em “Angelyne” e no remake de “Battlestar Galactica”, ambos em desenvolvimento para a plataforma Peacock, mantendo-se como um dos produtores mais valorizados da NBCUniversal.

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    As Five: Globoplay anuncia data de estreia da série derivada de Malhação

    17 de julho de 2020 /

    A Globoplay divulgou a data de estreia de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. Uma mensagem nas redes sociais anunciou que a série será lançada em 12 de novembro. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) assina o spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da novelinha, exibida entre entre 2017 e 2018 – e recentemente reprisada na rede Globo. As cinco vão se encontrar “três anos, seis meses e dois dias” depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença”. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e até o bebê que as juntou cresceu, mas o motivo do reencontro, segundo tem sido divulgado, será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. É NOVEMBRO! É DIA 12 DE NOVEMBRO! EU TÔ CHORANDO DEMAIS! #VemAsFive #Malhação pic.twitter.com/rdXiTC4Jxq — Vivendo a ≠ no 𝔾𝔸𝕃ℙÃ𝕆 𝔻𝔸𝕊 𝔽𝕀𝕍𝔼 (@malhacaogshow) July 16, 2020

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    Chucky: Série do Brinquedo Assassino ganha primeiro teaser

    17 de julho de 2020 /

    Um ano e meio após o canal Syfy encomendar seu piloto, chega o primeiro teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. E com um detalhe inesperado. O vídeo afirma que “Chucky” é um mal grande demais para ficar restrito a apenas um canal e anuncia que a série será exibida no SyFy e no USA simultaneamente. Os dois canais fazem parte do conglomerado americano ViacomCBS. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” ainda não tem data de estreia nem previsão de ser exibido no Brasil.

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    Galyn Görg (1964 – 2020)

    16 de julho de 2020 /

    A atriz e dançarina Galyn Görg, que atuou em “Twin Peaks” e “RoboCop 2”, morreu em um hospital no Havaí na terça-feira (14/7), um dia antes de completar 56 anos. Natural de Los Angeles, Görg apareceu no popular videoclipe de “Sharp Dressed Man”, sucesso de 1983 da banda ZZ Top, e um ano depois fez sua estreia numa produção televisiva, como dançarina num episódio de “Fama”. Ela apareceu em diversas séries famosas, de “Esquadrão Classe A” a “Lost”, passando por duas atrações da franquia “Star Trek” – “Deep Space Nine” e “Voyager”. No cinema, além de “RoboCop 2” (1990), também foi vista em “Caçadores de Emoção” (1991), “Storyville, um Jogo Perigoso” (1992) e “Uma Jogada do Destino” (1993). Apesar de pequenos, alguns de seus papéis marcaram época, como a pugilista que nocauteou Will Smith em um ringue de boxe, na série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air) em 1996, ou como Nancy, a irmã de Blackie O’Reilly (Victoria Catlin) em três capítulos de “Twin Peaks”, em 1990. Mas ela conseguiu um papel de protagonista, na pele da detetive da polícia Leora Maxwell na série sci-fi “M.A.N.T.I.S.”, criada pelo cineasta Sam Raimi, que só durou uma temporada na Fox, entre 1994 a 1995. Depois do fim desta série, Raimi ainda a escalou num capítulo de “Xena: A Princesa Guerreira”. Mais recentemente, ela também foi vista em “Parks and Recreation”, “Colony” e “How to Get Away with Murder”.

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    Netflix vai produzir série animada baseada nos quadrinhos de Usagi Yojimbo

    16 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou a produção de “Samurai Rabbit: The Usagi Chronicles”, nova série animada baseada nos cultuados quadrinhos de “Usagi Yojimbo”, criados por Stan Sakai. O projeto foi anunciado pela primeira vez em 2018 por Sakai e o cineasta James Wan (“Aquaman”), que vão produzir juntos a adaptação. A ideia é fazer uso de computação gráfica e trazer referências de anime. A saga de Usagi Yojimbo, um ronin (samurai sem mestre) do Japão medieval, começou em 1984 em publicações independentes de Sakai, em meio a muitas lutas de espadas, intrigas políticas, Yokais (fantasmas) e criaturas mitológicas. Mas sempre se diferenciaram de criações do gênero por um detalhe. Seus personagens são bichos antropomórficos – como em “Zootopia” (2016), por exemplo. O protagonista é nada menos que um audacioso coelho espadachim. Ao contrário dos quadrinhos, porém, a série não acompanhará acompanhará o grande guerreiro Miyamoto Usagi, mas um descendente adolescente do futuro, Yuichi na sua jornada para se tornar um verdadeiro samurai, seguindo o exemplo do seu grande antepassado. Acompanhado de aliados, como um ninja e um ladrão acrobata, ele enfrentará todo tipo de desafios e inimigos até atingir seu objetivo. A série animada será uma coprodução do estúdio francês Gaumont, a Atomic Monster (produtora de James Wan) e a Dark Horse Entertainment (divisão de mídia da editora que atualmente publica o personagem). Apesar de nunca ter estrelado sua própria série, Usagi Yojimbo já apareceu na TV, num crossover que se estendeu a três produções animadas diferentes das “Tartarugas Ninja”. Mais recentemente, ele coestrelou um arco de três episódios de “As Tartarugas Ninja” da Nickelodeon em 2017. Ainda não há previsão para a estreia da atração da Netflix.

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    The Alienist: Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning retornam no trailer da 2ª temporada

    16 de julho de 2020 /

    A TNT divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Alienist”, um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018. Batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”, a continuação volta a reunir os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que desta vez trocam a caça a um serial killer por um caso envolvendo o sequestro de um bebê recém-nascido. Brühl interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os primeiros psiquiatras, que tratavam pacientes “alienados da realidade”. Evans vive John Moore, repórter investigativo do New York Times. E Fanning é a ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Os novos episódios adaptam o segundo livro escrito por Caleb Carr sobre os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, que gira em torno do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Na trama, o trio de especialistas não convencionais volta a se juntar para encontrar o bebê desaparecido. A exibição da 1ª temporada rendeu a maior audiência da TNT em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em janeiro de 2018, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões em sua primeira semana de disponibilidade online. Segundo a TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. A 2ª temporada deveria chegar em junho à TV dos Estados Unidos, mas teve a estreia adiada para o próximo domingo (19/7), quando exibirá dois episódios consecutivos. No Brasil, a temporada inaugural foi lançada pela Netflix, que ainda não programou a exibição dos novos capítulos.

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    Heather Morris homenageia Naya Rivera com fotos dos filhos das duas

    16 de julho de 2020 /

    A atriz Heather Morris, que interpretou Brittany em “Glee”, par romântico de Santana, a personagem de Naya Rivera, prestou uma homenagem tocante à colega em seu Instagram, em que falou da forte amizade que partilhavam fora das telas e que era estendida a seus filhos. O corpo de Naya Rivera foi encontrado na segunda-feira (13/7), cinco dias após desaparecer num lago da Califórnia, enquanto passeava com o filho. Morris chegou a ir até o lago Piru para acompanhar as buscas e acabou participando de uma despedida à amiga, cuja morte motivoumuitos tributos do elenco de “Glee”. “Começamos como melhores amigas e, como todas as coisas novas, passamos por uma fase um pouco difícil. No entanto, ficamos do lado uma da outra e criamos a mais bela amizade construída a partir do amor e da compreensão”, ela escreveu, lembrando que a última vez que elas deveriam ter se visto foi quando Naya foi até sua casa buscar laranjas, mas, por conta da quarentena, apenas pegou o saco com as frutas que ela tinha deixado na frente da porta. “Eu queria dizer ‘Oi’ pela janela, mas meu telefone não tocou quando você ligou (o que nunca acontece, maldito celular); então, você e Josey deixaram duas suculentas à nossa porta como agradecimento. Plantei elas e as olho todos os dias e penso em você”, escreveu. “Ainda ouço o seu EP repetidamente, porque a partir do momento em que o ouvi, fiquei impressionada e sempre desejei que o mundo soubesse mais da sua voz. Você me enviou mais de cinco dúzias de vídeos do SnapChat quando você e Josey acordavam de manhã, e eu me bato por não ter salvo nenhum deles. Você sempre compartilhou receitas e eu admirava seu amor por comida. Prometemos passar toda Páscoa juntas, mas a covid roubou esta última de nós. Você é e sempre será o ser humano mais forte e resistente que eu conheço, e prometo levar isso comigo enquanto continuar vivendo minha vida”, continuou. Morris revelou que aprendeu muito com sua parceira de elenco. “Você constantemente me ensinou lições sobre dor, beleza e equilíbrio, sobre ser forte, resistente e não dar a mínima (mas ainda ser respeitosa). No entanto, a lição mais importante que aprendi com você foi ser uma amiga consistente e amorosa. Você foi a primeira a se apresentar, a primeira a fazer perguntas, a primeira a ouvir… Você valorizou nossa amizade e eu nunca reconheci isso”, lamentou. A atriz também falou como as fotos da convivência entre seus filhos era bem representativa sobre a relação das duas, como famílias. “Nunca tiramos fotos juntas porque ambas odiamos tirar fotos… Nosso relacionamento significava mais que isso. Tenho inúmeras fotos de nossos bebês brincando, porque compartilhamos esse tipo de orgulho e alegria. Então, eu estou mostrando ao mundo uma foto dos nossos ‘bobões’, porque eu sei que isso significava para você mais do que tudo, e elas me lembram você e eu”. As crianças que ilustram o post são Josey, o filho de 4 anos que estava com Rivera quando ela se afogou, Elijah, de 6, e Owen, de 4, filhos de Mirris. “Falo com você todos os dias porque sei que você ainda está comigo”, continuou a atriz. “E, embora esteja me sentindo insaciável por não termos mais tempo juntas, aprecio cada momento que tivemos e guardo junto ao meu coração”. Ver essa foto no Instagram We started out as the closest friends and then like all new things, we went through a bit of a rocky phase. However, we stuck by each other’s side and created the most beautiful friendship built out of love and understanding. The last I had the chance to see you in person, I had left oranges outside our home for you to take. I wanted to say hi through the window but my phone didn’t ring when you called (which it never does, f*cking T-Mobile), so instead you and Josey left two succulents on our doorstep as a thank you. I planted those succulents and I look at them everyday and think of you. I still listen to your EP on repeat because from the moment I heard it, it struck me and I always wished the world knew more of your voice. You sent me over 5 dozen SnapChat videos when you and Josey woke up in the morning and I kick myself that I didn’t save one of them. You always shared recipes and I admired your love for food. We vowed to spend every Easter together, even though Covid stole this last one from us. You are and always will be the strongest and most resilient human being I know, and I vowed to carry that with me as I continue to live my life. You constantly taught me lessons about grief, about beauty and poise, about being strong, resilient and about not giving a fuck (but still somehow respectful ). Yet, the utmost important lesson I learned most of all from you was being a consistent and loving friend. You were the first to check in, the first to ask questions, the first to listen..you cherished our friendship and I never took that for granted. We never took photos together because we mutually hated taking pictures…our relationship meant more than proof. I have countless pictures of our babies playing, because we shared that kind of pride and joy. So I’m showing the world a photo of our little goof balls for you, because I know that meant more than anything and they remind me of you and I. I speak to you everyday because I know you’re still with me and even though I’m feeling greedy that we don’t get more time together, I cherish every moment we had and hold it close to my heart. Uma publicação compartilhada por Heather Morris (@heatherrelizabethh) em 15 de Jul, 2020 às 2:03 PDT

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