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27 de setembro de 2026
  • Série

    Interrogation: Série criminal de Peter Sarsgaard é cancelada após 1ª temporada

    4 de novembro de 2020 /

    A plataforma CBS All Access cancelou “Interrogation”, estrelada por Peter Sarsgaard (“Escobar: A Traição”), após a 1ª temporada. Co-criado por John Mankiewicz (“House of Cards”) e o sueco Anders Weidemann (“Monky”), “Interrogation” era baseada na história do crime real de um jovem condenado por assassinar brutalmente sua mãe. Sarsgaard interpretava um detetive no caso e Kyle Gallner (“Veronica Mars”) vivia o assassino. A principal novidade da produção era estruturar cada episódio a partir de um interrogatório policial diferente, tirado diretamente dos arquivos do caso real. Além disso, os primeiros nove episódios foram disponibilizados simultaneamente sem numeração, sugerindo ao público que eles poderiam ser assistidos em qualquer ordem, com o final da temporada guardado para ser revelado em uma data posterior. “Essa abordagem não-linear da narrativa está mais próxima de como os detetives reais trabalham, trilhando seus próprios caminhos através das evidências em busca da verdade”, disse Weidemann em fevereiro, época do lançamento.

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  • Série

    The Good Doctor retorna com pior audiência da série

    4 de novembro de 2020 /

    A 4ª temporada de “The Good Doctor” abriu com a pior audiência da série desde que ela foi lançada em 2017. Intitulado “Frontline, Part 1”, o episódio exibido na segunda-feira (2/11) foi assistido por 4,87 milhões de espectadores, cerca de 200 mil pessoas a menos do que o mínimo histórico anterior da atração (estabelecido há um ano, em 4 de novembro de 2019). A audiência demográfica, medida pela Nielsen, apurou uma classificação de 0,7 entre adultos de 18 a 49 anos, que também é a mais baixa da série. O episódio foi dedicado ao combate à pandemia de coronavírus, mas não foi cansaço de covid-19 que afastou o público. Na mesma hora, a ESPN exibiu um jogo da NFL (liga de futebol americano), que registrou a maior audiência da televisão dos EUA nas últimas cinco semanas. “The Good Doctor” tem a seu favor uma característica curiosa, por ser o programa que mais ganha público em streaming e gravações digitais após sua exibição na TV aberta. Na temporada anterior, a série adicionou uma média de 5 milhões de espectadores e cerca de 0,9 pontos à sua audiência semanal de episódios. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay. Veja abaixo o trailer do episódio inicial da temporada.

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  • Série

    Elite: Série da Netflix vai perder mais dois atores na 4ª temporada

    4 de novembro de 2020 /

    Sucesso da Netflix, “Elite” tem sofrido grandes perdas em seu elenco e se despediu de muitos dos seus personagens ao final da 3ª temporada, mas as mudanças não terminam por aí. Os atores Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que o quarto ano da produção também será seu último na série criada por Carlos Montero e Darío Madrona. “Queremos encerrar o ciclo, mas tenho certeza que sentiremos muitas saudades depois. Tem sido como ir à escola: você vai, se relaciona e depois sente falta, mesmo que agora queira fazer outras coisas”, contou Escamilla para o portal Hola!. Ayuso também usou a metáfora da escola para falar da série. “Entramos como bebês e saímos um pouco mais maduros, mas não completamente”. Além deles, já se sabia que Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) não voltariam nos próximos episódios. Diante deste quadro, os fãs estão questionando se a despedida também se estenderá aos outros veteranos que seguem na trama, como Claudia Salas (Rebecca), Miguel Bernardeau (Guzman), Georgina Amorós (Cayetana) e Arón Piper (Ander). Por outro lado, os próximos episódios vão apresentar novos personagens, que pretendem estender a história com suas próprias jornadas. Eles serão vividos por Pol Granch, Carla Díaz, Manu Ríos e Martina Cariddi. As gravações da 4ª temporada terminam em dezembro e a expectativa é que a série retorne em 2021.

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  • Série

    Supernatural: Sam e Dean enfrentam a Morte em trailer e fotos do antepenúltimo capítulo

    3 de novembro de 2020 /

    A rede The CW divulgou o trailer e 15 fotos do próximo capítulo de “Supernatural”, intitulado “Despair”, que será centrado numa luta de Sam (Jared Padalecki), Dean (Jensen Ackles) e Castiel (Misha Collins) contra a Morte (Lisa Berry), enquanto Jack (Alexander Calvert) dá seus últimos suspiros. Além de toda esta tensão, o episódio ainda trará o retorno da personagem Charlie Bradbury (Felicia Day), uma das favoritas dos fãs da série – a ponto de os produtores precisarem “trazê-la de volta” após sua morte. As primeiras imagens do capítulo incluem uma cena da segunda versão de Charlie com Sam e Dean. “Despair” é o antepenúltimo episódio de “Supernatural” e vai ao ar na quinta-feira (5/11) nos EUA. Segundo os astros da atração, os três episódios finais serão acelerados e emocionantes. Jared Padalecki demonstrou seu entusiasmo ao afirmar que “não poderia estar mais satisfeito com o resultado”, antes de exclamar, que “o final da série é meu episódio favorito de todos os tempos”. Ele vai ao ar em 19 de novembro na rede The CW. A temporada final também já começou a ser exibida no Brasil, pelo canal pago Warner, com 19 dias de atraso em relação à transmissão americana.

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  • Série

    Castle Rock é cancelada após duas temporadas

    3 de novembro de 2020 /

    A plataforma Hulu anunciou o cancelamento da série de terror “Castle Rock” após duas temporadas. A atração tinha formato de antologia e contou duas histórias diferentes durante dois anos distintos, utilizando a cidade e personagens criados pelo mestre do terror Stephen King. Na 2ª temporada, Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) deu vida à Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990). O último episódio foi exibido há quase um ano, em dezembro de 2019. A série era uma criação de Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”) e tinha produção de JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e do próprio Stephen King. O escritor citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. E um dos personagens daquele filme, “Ace” (interpretado no longa por Kiefer Sutherland), também apareceu na série (na pele de Garrett Hedlund). Apesar do cancelamento, King e Abrams vão continuar sua parceria, que também inclui a minissérie “11.22.63”, lançada em 2016 na Hulu. A dupla vai agora realizar um spin-off de “O Iluminado”, chamado “Overlook Hotel”, para a plataforma HBO Max. Não é demais lembrar que “Castle Rock” encerrou sua 1ª temporada com uma cena pós-créditos que aludia a uma história em potencial focada em “O Iluminado”.

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  • Série

    The Walking Dead: Hilarie Burton viverá mulher de Negan

    3 de novembro de 2020 /

    A série “The Walking Dead” vai mostrar a mulher de Negan pela primeira vez em seus próximos episódios. Mas os produtores não precisaram procurar muito para encontrar a intérprete de Lucille. A escolhida foi a verdadeira esposa de Jeffrey Dean Morgan, o Negan: a atriz Hilarie Burton, conhecida por seu trabalho na série “Lances da Vida” (One Tree Hill). Burton vai estrelar um dos seis episódios adicionais, encomendados para a 10ª temporada de “The Walking Dead”, que deverão ser exibidos no início de 2021. “Tenho trabalhado muito para manter isso em segredo”, escreveu a atriz no Twitter, após sua participação vazar em sites de fãs da série. “Eu amo a família [‘Walking Dead’]. Eles têm sido parte de nossa família há muito tempo e sou muito grato por sua bondade.” A referência à “família Walking Dead” se deve a um talk show que ela e o marido iniciaram durante a pandemia no canal pago AMC, que produz a série de terror. Os dois gravam entrevistas com convidados por videoconferência e muitos integrantes da franquia de zumbis já passaram pelo programa, chamado “Friday Nights with the Morgans”. A atriz já teria começado a gravar sua participação nos sets da série na Geórgia, nos Estados Unidos. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, Negan foi casado com uma mulher chamada Lucille, que, antes do apocalipse zumbi, lutava contra um câncer. Sua morte aconteceu quase simultaneamente com o começo da pandemia. Por isso, Negan batizou seu taco de beisebol com o nome de Lucille. Além dos seis episódios adicionais, “The Walking Dead” terá uma 11ª e última temporada, que deve começar a ser exibida no fim de 2021 para encerrar a atração em 2022.

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  • Série

    Netflix oficializa contratação de Manu Gavassi

    3 de novembro de 2020 /

    A Netflix finalmente confirmou que Manu Gavassi vai estrelar uma série na plataforma. A cantora e atriz ganhou vídeos, divulgados nas redes sociais, para ser apresentada como “nova estrela” do streaming. No anúncio, em vez de comemorar, Manu protesta contra o vazamento da notícia e diz que se irrita com o suposto nome da série que ela faria, “Condom Ladies”. Um dos vídeos disponibilizados no Instagram corrige o nome para “Condom Lady”. Mas a verdade é que nem sua irritação nem a divulgação oficial da Netflix anunciam o título oficial da atração. Muito menos dão detalhes do programa. De fato, os minutos gastos nos vídeos podem ser resumidos na constatação de que Manu Gavassi está oficialmente contratada pela Netflix e fará uma série. Uma série que não é teen, ela garante, porque é adulta, apesar de sua carreira ter sido toda voltada, até o momento, para o público adolescente. “Eu sou uma mulher, uma mulher bem resolvida, independente e que vai descobrir quem vazou as informações do meu trabalho todas erradas, destruindo meu sonho de ter um vídeo de contratação mais legal que o do Bruno Gagliasso”, disse a artista, no tom irônico que virou sua marca. Ver essa foto no Instagram Uma série teen sobre uma camisinha e várias mulheres… Ou quase isso! @netflixbrasil ❤️😎 Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) em 3 de Nov, 2020 às 5:23 PST Ver essa foto no Instagram Condom Ladies… Condom Ladies… Seria eu então uma Condom Lady? 😳 #condomladies #condomladysensata Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) em 2 de Nov, 2020 às 5:17 PST

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  • Série

    Christopher Walken vai estrelar primeira série da carreira

    2 de novembro de 2020 /

    O ator Christopher Walken vai estrelar a primeira série de sua carreira, aos 77 anos de idade. Vencedor do Oscar em 1979 por seu papel no clássico “O Franco Atirador”, Walken entrou no elenco de “Severance”, comédia da Apple TV+. Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível. O personagem de Walken é Burt, o chefe de óptica e design da empresa. O elenco também destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”) e John Turturro (“Transformers”) nos papéis principais, além de Britt Lower (“Man Seeking Woman”), Tramell Tillman (“Godfather of Harlem”), Jen Tullock (“Quando Você Menos Espera”) e Zach Cherry (“Crashing”). A produção vai começar a ser gravada no fim do mês.

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  • Série

    Bridgerton: Série de época da criadora de Grey’s Anatomy ganha primeiro trailer

    2 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Bridgerton”, que também é a primeira série da produtora Shonda Rhimes desde que assinou um contrato milionário de exclusividade com a plataforma de streaming há três anos. A prévia, porém, não é exatamente o esperado, apresentando a produção como uma “Gossip Girl” pré-vitoriana, ao narrar a história por meio de um folhetim de fofocas anônimas da época de “Orgulho e Preconceito”, o clássico literário de Jane Austen. Na verdade, o drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico, é baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. O vídeo também reforça que a nova produção segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”, maior fracasso de Shonda Rhimes. Ou seja, não faltam aristocratas negros na trama, que são encarados com naturalidade anacrônica. Esta mentira histórica reflete um falso retrato de época, como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19 – época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. Desta vez, a responsabilidade pelo projeto está a cargo da roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). A estreia de “Bridgerton” está marcada para 25 de dezembro.

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  • Série

    Filhas de Eva: Série com Renata Sorrah, Giovanna Antonelli e Vanessa Giácomo estreia em 2021

    2 de novembro de 2020 /

    A Globoplay anunciou a previsão de lançamento de sua próxima série nacional em streaming: “Filhas de Eva” vai chegar à plataforma em 2021. Estrelada pelas atrizes Renata Sorrah (a eterna Nazaré de “Senhora do Destino”), Giovanna Antonelli (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), a série “convida o público a pensar sobre mudanças na vida”, segundo a apresentação, mas sua sinopse sugere uma novela tradicional. Na trama, Stella (Renata Sorrah) decide pedir o divórcio ao marido, Ademar (Cacá Amaral, de “O Mecanismo”), durante a festa de bodas de ouro do casal. A decisão inesperada afeta a filha deles, Lívia (Giovanna Antonelli), mas também Cléo (Vanessa Giácomo), que até então não conhecia a família e está na festa apenas como responsável por levar o bolo. A partir daí, os caminhos das três acabam se cruzando. A partir desta premissa, “Filhas de Eva” pretende conta a trajetória dessas três mulheres que estão presas a padrões que não as fazem felizes. Stella repete o destino de sua geração, que abriu mão de sonhos pelo casamento e pela maternidade. Lívia tem sua carreira, mas sofre por não ter o controle da vida afetiva que idealizou. Já Cléo, com sua baixa autoestima, precisa garantir teto e sobrevivência antes de pensar em qualquer realização pessoal. Além das três, a história também acompanha Dora (Debora Ozório, de “Me Chama de Bruna”), neta de Stella e filha de Lívia, que se debate entre os modelos familiares e o feminismo das jovens de hoje. O roteiro é de Adriana Falcão (“O Inventor dos Sonhos”), Jô Abdu (“Linda de Morrer”), Martha Mendonça (“As Canalhas”) e Nelito Fernandes (“Tá no Ar”), a direção é assinada por Leonardo Nogueira (“Malhação”) e o elenco tem ainda Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Stênio Garcia (“O Beijo no Asfalto”), Erom Cordeiro (“A Divisão”), Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”), Analu Prestes (“TOCs de Dalila”) e Cecília Homem de Mello (“Sessão de Terapia”).

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  • Série

    Sophie Turner vai virar princesa britânica em série animada

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Sophie Turner entrou no elenco de “The Prince”, série em desenvolvimento para HBO Max, criada pelo produtor-escritor-dublador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy) Gary Janetti. A série é baseada nas crianças da família real britânica e centrada nas travessuras do príncipe George, de sete anos, primogênito do príncipe William e Kate Middleton, duquesa de Cambridge. O próprio Janetti dubla o príncipe do título, enquanto Turner fará a voz da sua irmã, a princesa Charlotte. O criador da série publicou uma prévia do desenho, já com a voz da estrela de “Game of Thrones”, em seu Instagram. “Conheça Charlotte – Sophie Turner”, escreveu Janetti na legenda do vídeo, com tema de Halloween. No clipe, George tenta coordenar as fantasias de Halloween de seus irmãos, apenas para perceber que eles escolheram suas próprias roupas para a ocasião – e nenhuma tem a ver com a dele. Veja abaixo. “The Prince” também conta com Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) como o príncipe Harry, Condola Rashad (“Billions”) como Meghan Markle, Lucy Punch (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Kate Middleton, Iwan Rheon (também de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Tom Hollander (“Bohemian Rhapsody”) como o príncipe Charles, Frances de la Tour (“Enola Holmes”) como a Rainha Elizabeth e Alan Cumming (“Instinct”) como o mordomo de George, Owen. Produção da 20th Television e do estúdio de animação Bento Box Entertainment, “The Prince” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Meet Charlotte – Sophie Turner @sophiet The Prince coming to @hbomax Uma publicação compartilhada por Gary Janetti (@garyjanetti) em 31 de Out, 2020 às 9:19 PDT

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  • Série

    Clive Barker vai produzir série baseada no terror Hellraiser na HBO

    1 de novembro de 2020 /

    O escritor britânico Clive Barker se juntou ao projeto de adaptação de “Hellraiser” numa série de TV. Criador da longeva saga de terror, Barker escreveu e dirigiu o primeiro filme de 1987, mas não estava ligado à franquia desde “Hellraiser IV – Herança Maldita”, lançado em 1996. Em comunicado sobre o projeto, ele se disse “muito animado em ver a mitologia da franquia ganhar uma nova vida”. “Está na hora das histórias voltarem às origens. Estou ansioso para trazer para o público o elemento mais antigo do terror: o mal que invade nossas vidas e como nós precisamos ter forças para resisti-lo”, completou. Barker foi uma adição tardia ao projeto, mas oferece uma espécie de selo de garantia de fidelidade à sua criação. Fãs de terror já estavam babando com a configuração infernal da produção, que reuniu uma equipe de peso, com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Contos do Dia das Bruxas”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”, de 2018). Os três também são coprodutores da série, com Verheiden assumindo o papel de showrunner. A série não será um reboot, mas uma continuação e expansão da mitologia imaginada por Clive Barker sobre os Cenobitas, liderados pelo icônico personagem Pinhead. Considerado o “Stephen King britânico”, Barker adaptou um livro de sua autoria (“The Hellbound Heart”) para virar cineasta com o primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de abrir a porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o já citado Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, baseada num conceito do próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em produções cada vez mais fracas e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial! Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois ficou mais conhecido como o diretor de “Doutor Estranho”. O último lançamento da franquia aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido pela produtora Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado contratou o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e o diretor David Bruckner (“O Ritual”) para realizar o longa, que estaria em pré-produção. Confira abaixo o trailer original do terror de 1987.

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  • Etc,  Série

    David Rodriguez (1970 – 2020)

    1 de novembro de 2020 /

    O diretor David Rodriguez, que comandou episódios de muitas séries atuais de sucesso na TV americana, morreu na quinta (29/10) aos 50 anos, de complicações decorrentes de um derrame. Diretor, produtor e roteirista de diversos filmes e séries, Rodriguez nasceu e cresceu no Bronx, em Nova York, em 1970, frequentou a Academia Militar de Nova York, serviu no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos e também trabalhou como agente penitenciário e policial, inclusive cumprindo pena por seu “disfarce” como agente antidrogas infiltrado no sul da Flórida. Ele decidiu se aventurar na indústria do entretenimento em 2003 para perseguir seu sonho de se tornar diretor, primeiro com curtas e em seguida com longas independentes, escrevendo, produzindo e dirigindo filmes como “Push” (2006), estrelado por Chris Evans, “American Bully” (2009) e “Once Upon a Time in Queens” (2013), com Paul Sorvino. A partir de 2014, começou a se dedicar a séries. Após fazer um bom trabalho num episódio de “NCIS: Los Angeles”, tornou-se um dos diretores mais visados para comandar produções criminais na TV americana. No lado da televisão, seus créditos recentes incluem a estreia da última temporada de “Power”, do canal pago Starz, a produção e direção da 1ª temporada de “The Chi”, do Showtime, e o comando da série “Animal Kingdom”, do TNT, além de créditos de direção em “Queen of the South”, “Outsiders”, “Hightown”, “S.W.A.T.” e episódios das franquias de “Chicago”, do produtor Dick Wolf – “Chicago Fire”, “Chicago P.D.” e “Chicago Med”. Rodriguez também se tornou membro do conselho do Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA, na sigla em inglês) e serviu duas vezes como co-presidente do Comitê Latino da associação.

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