James Gunn diz que série do Pacificador será para maiores
O cineasta James Gunn resolveu se pronunciar sobre a classificação etária da série “Peacemaker”, spin-off de “O Esquadrão Suicida” focado no vilão Pacificador, vivido por John Cena. Após as redes sociais espalharem rumores de que a série, anunciada em setembro para a HBO Max, poderia ter uma estreia simultânea na rede CW, Gunn disse no Twitter que a produção será voltada para adultos e, portanto, não tem a menor possibilidade de chegar a um canal de TV aberta. Segundo o diretor, que está escrevendo e produzindo a série, caso “Peacemaker” fosse editada para se adequar às restrições etárias de uma rede de TV, ela “teria apenas 40 segundos de duração”. Gunn não explicou porque motivo a produção seria “inapropriada” para menores, mas provavelmente se trata de uma trama com bastante violência. Produzido por Gunn, Cena e Peter Safran (produtor de “Aquaman”), a atração irá explorar a origem do Pacificador, embora o cineasta aponte que isso não a torna automaticamente um prólogo de “O Esquadrão Suicida”. A série também pode apresentar aparições de outros membros da Força Tarefa X (mais conhecida como Esquadrão Suicida), sugeriu Gunn. A série de oito episódios ainda não recebeu uma data de estreia na HBO Max. Lol. No. If we edited it for broadcast TV it would be forty seconds long. https://t.co/cVfKP8iFLz — James Gunn (@JamesGunn) December 28, 2020
Chaves e Chapolin Colorado vão ganhar novas produções
Chaves e Chapolin Colorado vão ganhar novos aventuras. Os personagens de Roberto Bolaños serão revividos por seu filho, Roberto Gómez Fernández, que está contando com sua astúcia para retomar a produção de uma série sobre Chaves e filmes do Chapolin. Os projetos foram revelados durante uma entrevista do herdeiro de Bolaños à revista GQ. É um novo capítulo para as obras mais famosas do ator e diretor mexicano, morto em 2014, e que deixaram de ser exibidas em toda a América Latina em agosto deste ano após um impasse com a Televisa. Um filme de animação 3D do super-herói colorado já está em produção, mas existe a ideia de filmar também uma versão live-action. Já Chaves terá uma espécie de série sobre sua origem, baseada em manuscritos originais em que Bolaños explora histórias paralelas de personagens como o professor Jirafales e dona Florinda. “Tem uma história que nunca apareceu na televisão: de onde veio o cara (Chaves). Ele (Bolaños) a publicou em livro (‘O Diário do Chaves’, esgotado no Brasil), e também há a visão dos diferentes personagens que estão na vizinhança”, citou Fernández. Tudo isso, porém, está em fase muito inicial. “Temos que fazer todo um processo que tem a ver com o tamanho do que pode ser feito. O orçamento é uma limitação monstruosa. Não temos certeza se podemos fazer um filme de super-herói americano que custa US$ 20 milhões, mas algo que tenha uma produção de primeira qualidade”, disse Fernández. Um filme de super-herói americano custa, na verdade, US$ 200 milhões. Fernández sabe que deixou passar uma oportunidade de lançar um filme em 2020, quando Chapolim completou 50 anos de criação. No ano que vem, será a vez de Chaves. Os dois personagens, que seguiam fazendo sucesso em reprises na TV, deixaram de ser exibidos na América Latina este ano, após um desacordo entre o Grupo Chespirito, dono dos direitos autorais sobre as obras, do qual faz parte Fernández, e a Televisa, dona do material gravado em vídeo. Na entrevista à GQ, Fernández afirmou que “se não concordarmos, nem a Televisa pode transmiti-los nem eu posso fazer nada com os programas originais”. Esta limitação não abrange novas produções. Por isso, ele disse que os projetos já foram apresentados a diversas produtoras, estúdios e plataformas de streaming, mas não revelou as empresas com as quais as ideias foram discutidas. “Estamos em contato, avaliando a melhor opção”, disse. Não devem faltar interessados.
Marcus D’Amico (1965 – 2020)
O ator Marcus D’Amico, mais conhecido por sua interpretação como Michael “Mouse” Tolliver na minissérie original de “Crônicas de San Francisco” (Tales of the City) morreu em 16 de dezembro de pneumonia em Oxfordshire, Inglaterra, aos 55 anos. A notícia foi compartilhada por sua irmã, Melissa D’Amico, chefe da agência de atuação juvenil do Reino Unido, APA Talent. “Não apenas perdi meu lindo irmão, mas o mundo perdeu um ator e diretor incrivelmente talentoso. Palavras não podem expressar o quanto sinto falta dele”, ela escreveu em um post no Instagram. Mouse era o doce jardineiro (e confidente gay de Mary Ann Singleton, personagem de Laura Linney) que era diagnosticado com AIDS na série passada em de São Francisco, que estreou no Channel 4 britânico em 1993 – antes de ser transmitida na PBS nos Estados Unidos. O personagem foi interpretado por Paul Hopkins em duas minisséries subsequentes, em 1998 e 2001, e por Murray Bartlett no reboot da Netflix em 2019. Nascido em 4 de dezembro de 1965 em Frankfurt, Alemanha, e criado no Reino Unido, D’Amico foi indicado ao prêmio Olivier de melhor ator por interpretar Louis na produção de 1992 “Angels in America”, de Tony Kushner. Na Broadway, ele recebeu o prêmio Theatre World por sua atuação como Eric Birling em um revival de 1994 de “An Inspector Calls”, dirigido por Stephen Daldry. D’Amico também apareceu em filmes como “Superman II” (1980) e “Nascido para Matar” (Full Metal Jacket, 1987) de Stanley Kubrick – como o soldado apelidado de “Hand Job”. Mais recentemente, ele teve um papel na minissérie “The Alienist: Angel of Darkness” (2018).
William Link (1933 – 2020)
O roteirista e produtor William Link, co-criador de séries clássicas como “Columbo” e “Assassinato por Escrito”, entre outras, morreu no domingo (27/12) de insuficiência cardíaca congestiva em Los Angeles, aos 87 anos. Em uma carreira de mais de 60 anos, Link ficou conhecido por sua colaboração com o falecido Richard Levinson. Os dois se conheceram aos 14 anos e começaram a colaborar quase imediatamente em histórias, roteiros de rádio e TV. Eles viram o potencial da TV para contribuir para a discussão sobre assuntos como relações raciais, homossexualidade, inquietação estudantil e violência armada, e inovaram o conteúdo televisivo. Link e Levinson começaram a escrever para séries no final dos anos 1950, em produções como “Johnny Ringo” e “The Rebel”. Logo passaram a criar episódios para séries populares, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Dr. Kildare”, “A Lei de Burke” e “O Fugitivo”, até criarem suas primeiras atrações, a série de espionagem da 2ª Guerra Mundial “Jericho” (1965) e principalmente “Mannix” (1967), um megasucesso desenvolvido em parceria com Bruce Geller (criador de “Missão: Impossível”), que durou 8 temporadas até 1975. Considerada uma das séries mais violentas de sua época, a atração acompanhava as aventuras do investigador particular Joe Mannix (Mike Connors), de Los Angeles, que a cada episódio travava muitas brigas, perseguições de carros e tiroteios. Oposto de “Mannix”, “Columbo” era uma série de investigação criminal que dava mais ênfase à ação intelectual, destacando a sagacidade do detetive vivido por Peter Falk. O ator encarnou o detetive de homicídios de Los Angeles Columbo de 1971 a 2003, um recorde, graças à quantidade de telefilmes que se seguiram ao desfecho oficial da série (originalmente exibida entre 1971 e 1978). O personagem e o programa acabaram revolucionando a TV, ao mostrar um formato de história invertida, que começa mostrando o crime e seu autor, antes da investigação de Columbo apontar o criminoso. Este formato acabou virando padrão e é usado até hoje em séries da franquia “Law & Order”, por exemplo. A parceria de Link e Levinson também tendeu o sucesso de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote), que fez sua estreia em 1984. A série estrelada por Angela Lansbury seguia a romancista de mistério Jessica Fletcher, que resolvia crimes como detetive amadora. Apesar dos executivos da rede lamentarem que o programa não tinha sexo, exibia pouca violência e sua protagonista era uma mulher de certa idade, a série foi extremamente popular e durou 12 anos. Outras séries de televisão criadas por Link e Levinson incluem “Tenafly” (1973, um dos primeiros programas de TV com protagonistas afro-americanos), “Ellery Queen” (1975) e “Blacke’s Magic” (1986). Mas a parceria também se estendeu a vários telefilmes inovadores, incluindo “My Sweet Charlie” (1970) sobre a amizade entre uma fugitiva adolescente, branca e grávida e um advogado afro-americano injustamente acusado de assassinato; “That Certain Summer” (1972) um dos primeiros retratos simpáticos da homossexualidade na televisão e “A Execução do Soldado Slovik” (1974), um poderoso relato do único soldado dos EUA executado por deserção durante a 2ª Guerra Mundial. Os dois últimos filmes apresentaram o jovem Martin Sheen ao grande público. Além de seu trabalho na televisão, Link e Levinson ainda escreveram roteiros de cinema, como os filmes de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “Terror na Montanha Russa” (1977). A dupla ainda escreveu o livro “Stay Tuned: An Inside Look at the Making of Prime-Time Television” (1981), um relato de bastidores da televisão de sua época, e compartilhou muitos reconhecimentos da indústria do entretenimento, incluindo dois Emmys, dois Globos de Ouro, um Peabody e inúmeros outros. Link e Levinson também foram introduzidos no Hall da Fama da Academia da Televisão em 1994.
Superman & Lois: Nova série de super-heróis ganha teaser
A rede americana The CW divulgou um teaser de “Superman & Lois”, que apresenta os personagens do próximo programa de super-heróis. A prévia destaca o esforço simbólico que Superman percisa fazer para preservar sua família. Segundo a sinopse oficial, “Superman & Lois” “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Na série, o casal, interpretado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, terá dois filhos adolescentes, Jonathan (Jordan Elass) e Jordan Kent (Alexander Garfin). Rumores apontam que a trama irá acompanhar a evolução dos jovens até se transformarem em super-heróis como o pai. Nunca é demais lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” também será a primeira série protagonizada por Superman neste século – a primeira desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Curiosamente, Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena durante o crossover do Arrowverso do ano passado, “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. Neste encontro, foi revelado que ele também teve filhos com sua Lois (Erica Durance). A nova série tem estreia marcada para 23 de fevereiro nos EUA.
Tuck Tucker (1961 – 2020)
O animador, roteirista e diretor Tuck Tucker, que trabalhou em desenhos icônicos como “A Pequena Sereia”, “Bob Esponja”, “Hey Arnold” e “Padrinhos Mágicos”, morreu na terça passada (22/12) anos 59 anos. A notícia foi confirmada por familiares à imprensa americana, sem citar a causa da morte. Tucker começou sua carreira como animador na Disney, onde trabalhou em “A Pequena Sereia” (1989), antes de se destacar na TV, em séries como “Rugrats: Os Anjinhos” (1991), “Ren & Stimpy” (1992-1993) e “Os Simpsons” (1990-1995). Sua primeira oportunidade como diretor foi em “Hey Arnold”, comandando vários episódios da série e também o longa-metragem lançado em 2002. Como diretor, também assinou episódios de “A Casa Animada” (2005-2006), recém-disponibilizada na Paramount+, e “Padrinhos Mágicos” (2013-2014). O seu trabalho como animador, roteirista e pau para toda obra de “Bob Esponja Calça Quadrada”, entre 2007 e 2014, lhe rendeu um Annie, o Oscar da animação, em 2011, por suas contribuições para a trilha sonora da série. Seus últimos créditos vão chegar ao cinema em 2021. Ele estava trabalhando em “Bob’s Burgers: O Filme”, baseado na série homônima da rede americana Fox.
Nancy Drew encontra novo mistério sobrenatural no trailer da 2ª temporada
A rede americana The CW divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Nancy Drew”. Com clima aterrorizante, a prévia introduz um novo mistério e a maldição do além que passa a perseguir a protagonista e seus amigos após eles investigarem o caso. Tudo começa quando uma jovem não identificada é atacada… e diz o nome de Nancy (Kennedy McMann) antes de perder a consciência. As cenas envolvem muitas luzes de lanterna, assombrações, sustos de terror e situações literais de cliffhanger – expressão popularizada na era dos seriados de aventura (anos 1930 e 1940), que em inglês significa ficar agarrado na beira de um abismo. A 2ª temporada de “Nancy Drew” também vai introduzir o personagem Tom Swift, que pode ganhar sua própria série, baseada na coleção literária iniciada em 1910 pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew. Bem diferente da versão literária, o personagem será negro, gay e bilionário, mas continuará a manter sua principal característica, como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Ele será lançado em um mundo de conspiração de ficção científica após o desaparecimento de seu pai e precisará deixar para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro para escapar de um grupo misterioso em seu encalço. O plano é fazer com que o personagem colida com uma das investigações de Nancy, num caso que ela interpreta como sobrenatural e que ele acredita ter explicação científica. Os novos episódios estreiam em 21 de janeiro na rede The CW.
Power Book III: Raising Kanan volta aos anos 1990 no primeiro teaser
O Starz divulgou o primeiro teaser de “Power Book III: Raising Kanan”, segunda série derivada da campeã de audiência do canal, “Power”, encerrada em fevereiro passado. O breve vídeo dá aos fãs um vislumbre do que está por vir no prólogo da série original de Courtney Kemp. A atração leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager, boombox e A Tribe Called Quest, que canta a música “Excursions” (1991) na trilha sonora. A série vai se passar na juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem será vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). A trama vai acompanhar sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que levaram à seu destino trágico. “Esta é a minha história, esta é a história de Southside Jamaica, Queens”, narra Kanan, ainda com a voz de Jackson na prévia, mostrando que o ator vai continuar associado ao personagem, como condutor da trama. O elenco da nova atração também vai incluir Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). “Power Book III: Raising Kanan” tem produção de Courtney Kemp e Curtis Jackson, mas é uma criação de Sascha Penn (que trabalhou como produtor em “Power”). Rob Hardy assina o episódio de estreia, que tem estreia prevista para o verão norte-americano de 2021 (entre maio e agosto).
Batwoman ganha novo pôster e sinopse completa da 2ª temporada
A rede The CW divulgou um novo pôster e uma sinopse bastante ampla e completa da 2ª temporada de “Batwoman”, que indica como Javicia Leslie irá substituir Ruby Rose no papel-título. Como curiosidade, o primeiro parágrafo apresenta Ryan Wilder, a personagem de Leslie, como uma lésbica, repetindo a orientação sexual de Katy Kane, a versão de Batwoman vivida por Ruby Rose. Entretanto, durante as primeiras manifestações sobre o papel, Javicia Leslie se disse orgulhosa de representar a comunidade LGBTQIA+ como mulher bissexual. A sinopse também aborda a reação dos personagens coadjuvantes, o comandante Jacob Kane (Dougray Scott), Sophie (Meagan Tandy), Luke (Camrus Johnson), Mary (Nicole Kang) e Alice (Rachel Skarsten), ao misterioso desaparecimento de Kate Kane, além de citar o falso “Bruce Wayne” (Warren Christie) e a nova vilã Safiyah (interpretada por Shivaani Ghai). “Na 2ª temporada de ‘Batwoman’, quando Ryan Wilder descobre o uniforme da Batwoman pela primeira vez, ela não faz ideia de como sua vida está prestes a mudar drasticamente. Uma lésbica atrevida e esperta com um passado difícil, Ryan vê o uniforme como sua chance de finalmente ser poderosa e não mais uma vítima que sobrevive nas ruas difíceis da cidade. Enquanto Ryan age nas sombras, Gotham lida com a ideia de sua heroína desaparecida, acreditando que a Batwoman deixou a cidade após uma disputa pública com o Comandante Jacob Kane e os Corvos. Mas o desaparecimento de Kate tem um grande impacto em casa, onde Jacob, Sophie, Luke, Mary e até Alice enfrentam as notícias devastadoras, cada um de sua forma. Enquanto isso, a Sociedade da Face Falsa aumenta seu controle sobre Gotham, distribuindo uma perigosa nova droga conhecida como Snakebite. ‘Bruce Wayne’ encontra seu caminho para casa para causar problemas, Safiyah surge com um plano de vingança e um novo grupo de vilões invade a cidade. Não demora muito para que Ryan perceba o quanto o símbolo do uniforme significa para Gotham, começando sua própria jornada pessoal, que a tira da posição de uma substituta para se tornar uma vigilante confiante; de viver em uma van com suas plantas, para perseguir vilões com o Batmóvel. Ryan Wilder se torna uma Batwoman bem diferente de Kate Kane – sua própria Batwoman – mas com o mesmo entendimento do que significa ser uma heroína”. A 2ª temporada de “Batwoman” estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago HBO.
Alice in Borderland é renovada para sua 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Alice in Borderland” para sua 2ª temporada. Lançada em 10 de dezembro, a série japonesa foi uma das atrações mais divulgadas da plataforma neste fim de ano – teve direito a três trailers legendados. A renovação, por sinal, ainda incluiu aviso nas redes sociais. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de um mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). Boa notícia pros jogadores: Alice in Borderland acaba de ser renovada pra uma segunda temporada. Se preparem e que os jogos comecem. 🎮 ♠️ pic.twitter.com/azuLQLEixw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 24, 2020
WandaVision ganha comercial com mais cenas bizarras
A Marvel divulgou um novo comercial de “WandaVision”, que traz muitas cenas novas e intrigantes da série. A prévia destaca como a realidade de sitcom dos dois Vingadores do título é bizarra. Curiosamente, em certo ponto o vídeo mostra o Visão acelerando em supervelocidade… um poder do falecido irmão de Wanda, Mercúrio. As cenas também revelam um lado sinistro da realidade televisiva, que se torna mais evidente com a participação de outras pessoas, que não sabem quem são e que sugerem precisar refazer suas cenas. Estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. Além disso, seu elenco também traz de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. Primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , a atração terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto os do passado, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, quanto os futuros títulos do estúdio. A estreia está marcada para 15 de janeiro na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Sob Pressão é renovada para 5ª temporada
A Globo encomendou novos episódios da série médica “Sob Pressão”. Antes mesmo do início das gravações da 4ª temporada, que estão prevista para fevereiro, Lucas Paraizo e sua equipe começarão a trabalhar nos roteiros da 5ª temporada da atração. De acordo com informações da colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, as primeiras reuniões acontecerão em janeiro e a produção já está escalando os atores que farão participações especiais nos próximos capítulos. A série ganhou recentemente dois episódios especiais, “Sob Pressão: Plantão Covid”, que retratou o auge da crise do coronavírus, mostrando a nova rotina dramática de Carolina (Marjorie Estiano), Evandro (Julio Andrade) e outros médicos num hospital de campanha no Rio de Janeiro. Para gravar os dois episódios em agosto, o elenco de “Sob Pressão” foi o primeiro a voltar a trabalhar nos estúdios da Globo, em plena pandemia. Para isso, protocolos de segurança contra a covid foram seguidos rigorosamente. Foram 21 dias intensos de filmagem, com testes de covid semanais e, segundo os atores, grande desgaste físico e emocional, mas o elenco passou pelas gravações sem nenhuma contaminação.
Diretor de Muita Calma Nessa Hora vai comandar nova série de comédia da Globo
O diretor Felipe Joffily, de “Muita Calma Nessa Hora” (2010) e sua continuação, vai comandar uma nova de humor na Globo, após o sucesso de “Filhos da Pátria”. Intitulada “Encantado’s”, a série foi criada por Renata Andrade e Thais Pontes e gira em torno de dois irmãos na faixa dos 50 anos que moram no bairro do Encantado. Olímpia e Heraldo herdaram do pai um supermercado e uma escola de samba. Enquanto ela tem o sonho de se tornar uma grande empresária, ele quer priorizar a agremiação. Com 15 episódios, a produção deve ser lançada em 2021.












