PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Série

Nova Avatar é caçada no trailer de “Avatar: Os Sete Refúgios”

Pavi sucede Aang e Korra num mundo destruído por um cataclismo

Leia mais
23 de julho de 2026
Série

Mangá “Parasyte” vai ganhar nova série com atriz de “Deadpool”

"Parasyte: Tamiya" vai se passar no mesmo universo de "Parasyte: The Grey"

Leia mais
23 de julho de 2026
Série

Apple TV anuncia fim de “The Morning Show”

Drama com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon exibirá sua 5ª e última temporada em 2027

Leia mais
23 de julho de 2026
  • Filme,  Série

    AFI Awards: Netflix domina listas de melhores filmes e séries do ano

    25 de janeiro de 2021 /

    O American Film Institute (AFI) divulgou sua já tradicional listagem com as 10 melhores séries e os 10 melhores filmes do ano. E, de forma inevitável, os títulos de streaming dominaram a relação1, com destaque para produções da Netflix. A maior plataforma de streaming teve ao todo oito títulos no AFI Awards de 2021 – quatro filmes e quatro séries – correspondendo a 40% de toda a produção considerada de qualidade no período considerado – de janeiro de 2020 ao final de fevereiro de 2021. As séries foram “Bridgerton”, “The Crown”, “Nada Ortodoxa” (Unorthodox) e a mini “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit). Apenas duas outras plataformas entraram na relação. A Apple TV+ foi representada pela comédia “Ted Lasso” e a Disney+ (Disney Plus) pela 2ª temporada de “The Mandalorian” no Top 10. A lista se completa com quatro produções da TV paga: “Better Call Saul” (AMC, mas também disponibilizada na Netflix), “The Good Lord Bird” (Showtime), “Lovecraft Country” (HBO, com reprise na HBO Max) e “Mrs. America” (FX e Hulu). Entre os filmes, a Netflix emplacou “Destacamento Blood”, de Spike Lee, “Mank”, de David Fincher, “A Voz Suprema do Blues”, de George C. Wolfe, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin. Mas a Amazon também conseguiu destaque com dois dramas: “Sound of Metal”, de Darius Marder, e a estreia na direção da atriz Regina King, “Uma Noite em Miami”. Da relação cinematográfica, apenas “Nomadland” (Disney/Searchlight) e “Minari” (A24) são lançamentos tradicionais de cinema, pois a Disney+ também emplacou a animação Soul, da Pixar, e a HBO Max tem o lançamento simultâneo com os cinemas, “Judas e o Messias Negro” (estreia em 12 de fevereiro), entre os filmes celebrados. Para completar, a respeitada organização angelena também concedeu um Prêmio Especial para a adaptação do musical vencedor do Tony, “Hamilton”, que estreou em julho na Disney+. Veja abaixo a lista completa divulgada pelo AFI. AFI Awards 2020 | TOP 10 Filmes “Destacamento Blood” “Judas e o Messias Negro” “A Voz Suprema do Blues” “Mank” “Minari” “Nomadland” “Uma Noite em Miami” “Soul” “Sound of Metal” “Os 7 de Chicago” AFI Awards 2020 | TOP 10 Séries “Better Call Saul” “Bridgerton” “The Crown” “The Good Lord Bird” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Mrs. America” “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit) “Ted Lasso” “Nada Ortodoxa” (Unorthodox) AFI Special Award “Hamilton”

    Leia mais
  • Série

    Trailer da nova série de Snoopy revela origem da amizade com Charlie Brown

    25 de janeiro de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou um novo trailer de “The Snoopy Show”, que mostra a origem do relacionamento entre o cachorrinho e seu dono, Charlie Brown, além de vários momentos divertidos de Snoopy com a turma dos “Peanuts”. A atração também reforça a volta ao visual clássico (2D) dos personagens após o último longa animado da franquia, “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), ter sido realizado por computação gráfica. Com seis episódios de histórias inéditas dos personagens criados por Charles M. Schulz, “The Snoopy Show” é o segundo projeto da Apple com o famoso beagle, após “Snoopy in Space”, lançado em 2019. A estreia da nova atração está marcada para 5 de fevereiro.

    Leia mais
  • Série

    Hillary e Chelsea Clinton desenvolvem série sobre guerrilheiras curdas da Síria

    25 de janeiro de 2021 /

    A ex-senadora, Secretária de Estado e Primeira Dama dos EUA Hillary Clinton criou uma produtora com sua filha Chelsea, a HiddenLight Productions, e as duas já estão desenvolvendo sua segunda série: uma adaptação do livro inédito “The Daughters of Kobani: A Story of Rebellion, Courage, and Justice”, da autora Gayle Tzemach Lemmon. As Clintons lançaram a HiddenLight Productions em dezembro com o objetivo de criar conteúdo documental e roteirizado para cinema, TV e plataformas digitais, tendo como foco histórias que ressaltem a força do espírito humano. O primeiro projeto da empresa foi uma série documental baseado num livro escrito por mãe e filha em 2019, “The Book of Gutsy Women: Favorite Stories of Courage and Resilience”, que será lançado pela Apple TV+ trazendo histórias de mulheres corajosas ao redor do mundo. “Daughters of Kobani”, por sua vez, baseia-se em centenas de horas de entrevistas e reportagens sobre as milícias femininas curdas que enfrentaram o Estado Islâmico no norte da Síria e venceram. Após o confronto improvável, as guerrilheiras curdas se firmaram como uma força de combate respeitável, estabelecendo a igualdade de gênero num dos cantos mais oprimidos do Oriente Médio. No processo, elas ganharam significativo apoio militar das Forças de Operações Especiais dos Estados Unidos. O livro tem lançamento previsto para 16 de fevereiro pela Penguin Press. “‘Daughters of Kobani’ é um relato extraordinário de mulheres corajosas e desafiadoras que lutam por justiça e igualdade”, disse Hillary Clinton, em comunicado sobre o projeto, que ainda não tem plataforma ou canal atrelado. “Criamos a HiddenLight para celebrar heróis – conhecidos ou não – cuja coragem é muitas vezes esquecida, e não poderíamos estar mais emocionadas em trazer esta história inspiradora para os telespectadores em todo o mundo.” Escritora da obra, Lemmon já é autora de dois best-sellers, “The Dressmaker of Khair Khana”, de 2011, e “Ashley’s War” de 2015. Por sinal, o último título está sendo adaptado por Reese Witherspoon e a Universal Pictures num longa-metragem. Ela também tem uma boa relação com Hillary Clinton, após assinar uma capa da revista Newsweek sobre os esforços da ex-secretária de Estado para colocar as mulheres no centro da política externa americana, em 2011. Além de lançar sua produtora, Hillary Clinton também se associou a Steven Spielberg para lançar uma série sobre a história das sufragistas e o direito ao voto feminino, que será exibida na rede The CW neste ano. Ela ainda estrelou recentemente uma série documental da Hulu sobre sua vida, e e tema de outra produção da plataforma, baseada no best-seller de Curtis Sittenfeld, “Rodham”, que imagina um mundo no qual ela nunca conheceu seu marido, o ex-presidente Bill Clinton.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Bruna Marquezine e Sasha Meneghel dançam funk das Winx na Netflix

    25 de janeiro de 2021 /

    Depois de cancelar séries melhores por absoluta falta de divulgação, a Netflix resolveu apoiar o lançamento de “Fate: A Saga Winx” com um vídeo exclusivo para o público brasileiro, que conta com participação de Sasha Meneghel (a filha da Xuxa) e Bruna Marquezine (que foi recentemente contratada pela plataforma). O vídeo explora uma reclamação do público, que notou a ausência da música tema do desenho animado na versão live-action do streaming. Após protestarem junto à Netflix, elas receberam uma proposta de gravar um vídeo com uma dancinha ao som do tema original, em ritmo de funk nacional. A ideia é que isso crie engajamento, dentro de uma campanha para os fãs postarem no TikTok vídeos imitando ou criando sua própria coreografia para a música de “O Clube das Winx”. Tem até hashtag: #DesafioFunkDasWinx. Para ver como as duas são novinhas, o desenho animado italiano foi criado por Iginio Straffi em 2004 e marcou a infância delas, a ponto de chamarem a série de “o ‘comeback’ que a gente tava esperando” e ficarem frustradas por não ouvir “Quando damos nossas mãos, nos tornamos poderosas, porque juntas somos in-ven-cí-veis!” Os críticos adultos, porém, não demonstraram a mesma afetividade pela produção que elas festejam. Lançada na sexta-feira (22/1), “Fate: A Saga Winx” teve apenas 31% de aprovação da crítica em inglês, na apuração do site Rotten Tomatoes. Isto provavelmente é um bom sinal para quem gostou, porque a Netflix tem tradição de cancelar séries sobrenaturais adolescentes de qualidade, deixando fãs órfãos e muitas vezes sem final – casos recentes de “Daybreak” (70% de aprovação), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina, 81%), “The Society” (86%), “I Am Not Okay With This” (87%) e “A Ordem” (The Order, 100% de aprovação!).

    Leia mais
  • Série

    HBO Max desenvolve série de Harry Potter

    25 de janeiro de 2021 /

    A plataforma de streaming HBO Max está desenvolvendo a primeira série live-action (com atores) baseada no universo de “Harry Potter”, criado pela escritora J.K. Rowling. O projeto foi revelado pelo site The Hollywood Reporter, após alguns escritores serem sondados para o trabalho. As fontes do THR dizem que ideias gerais foram discutidas e o projeto está em estágio exploratório inicial. O objetivo das primeiras reuniões com roteiristas é encontrar uma premissa que sirva para lançar a série, que, portanto, ainda não definiu se acompanhará os personagens vistos nos filmes, se será uma continuação com os filhos deles ou mesmo um prólogo como “Animais Fantásticos”. Como as conversas estão em estágios extremamente iniciais, nenhum contrato ainda foi firmado. Questionada sobre a produção, a WarnerMedia negou tudo. “Não há série de ‘Harry Potter’ em desenvolvimento no estúdio ou na plataforma de streaming”, disse a empresa em comunicado enviado ao THR. O que não deixa de ser verdade, se contratos não foram assinados. O site, porém, mantém sua versão e aponta que expandir o mundo de “Harry Potter” é uma prioridade para HBO Max e Warner Bros. Há poucos dias, o estúdio mobilizou um executivo, Tom Ascheim, para cuidar especificamente da franquia. Isto só faria sentido diante de planos de crescimento da marca. Ascheim também atua como presidente de produções para crianças, jovens adultos e clássicos da Warner, e se reporta diretamente à chefe da WarnerMedia, Ann Sarnoff. Ao anunciar a nova função de Ascheim na quinta (21/1), a Warner não divulgou nenhum plano contrato para o futuro de “Harry Potter”. O problema para tirar novos projetos do papel é que “Harry Potter” tem complicadas questões de direitos. A escritora J.K. Rowling controla a franquia e tem voz ativa em tudo que envolve a propriedade, e no momento enfrenta crise de popularidade por defender posições transfóbicas em público – e também nas suas obras. Além disso, os filmes do bruxinho estão com a NBCUniversal, que fechou um rico contrato de direitos de sete anos com a Warner Bros por direitos de transmissão na TV paga e no streaming nos Estados Unidos. Esse negócio, que termina em abril de 2025, inclui ainda a exploração de iniciativas digitais, bem como conteúdo e eventos de parques temáticos. Por isso, os filmes passaram apenas brevemente na HBO Max e integrarão a plataforma recém-lançada da NBCUniversal, Peacock, em data a ser determinada ainda este ano. Vale observar também que séries de fantasia demoram geralmente entre três e cinco anos para se materializar. Basta ter, como parâmetro, o spin-off de “Game of Thrones”, na HBO, e a adaptação de “O Senhor dos Anéis” na Amazon. Portanto, qualquer planejamento atual só levaria à produções lançadas após o final do contrato com a NBCUniversal.

    Leia mais
  • Série

    Kenneth Branagh viverá Boris Johnson em série sobre a pandemia

    23 de janeiro de 2021 /

    O ator e diretor Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai interpretar o primeiro-ministro britânico Boris Johnson numa minissérie britânica sobre a pandemia global. Intitulada “This Sceptred Isle”, a produção do canal pago Sky irá mapear a reação do governo do Reino Unido ao coronavírus, em meio ao Brexit e à própria infecção de Johnson. A trama de cinco capítulos também vai acompanhar o impacto da pandemia na Grã-Bretanha e a resposta de cientistas, enfermeiras e médicos do serviço público de saúde enquanto trabalham para conter o vírus. A trama de cinco capítulos é baseada no testemunho real de várias pessoas, incluindo integrantes do governo e de médicos na linha de frente na luta contra a doença, e a história ainda contará com consultoria de Tim Shipman, editor político do jornal The Sunday Times. “This Sceptred Isle” tem produção e direção do cineasta Michael Winterbottom (“Greed: A Indústria da Moda”), que também co-escreveu o roteiro com Kieron Quirke (criador de “Cuckoo”). As gravações começarão no início de 2021 e a estreia está prevista para o outono europeu (primavera no Brasil) de 2022.

    Leia mais
  • Série

    Invincible: Série animada do autor de The Walking Dead ganha vídeo e data de estreia

    23 de janeiro de 2021 /

    A Amazon divulgou um trecho completo de “Invincible”, série animada que adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”). Além de abordar o relacionamento entre pai e filho protagonistas da trama, a prévia também revela a data de estreia da produção. Lançada como “Invencível” no Brasil, a série reflete o universo dos super-heróis com um olhar sombrio, ao acompanhar Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). Além deles, a série também terá as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco de superprodução. Os quadrinhos de “Invincible” foram publicados por 15 anos, encerrando sua história em 2018. Neste meio tempo, sua trama já tinha sido transformado em série animada – pela MTV em 2008. Desta vez, a produção é do próprio Kirkman e chegará ao streaming em 26 de março.

    Leia mais
  • Série

    Sob Pressão: 4ª temporada começa a ser gravada em fevereiro

    23 de janeiro de 2021 /

    As gravações da 4ª temporada de “Sob Pressão” foram marcadas para fevereiro. Segundo a colunista Patrica Kogut, do jornal O Globo, a atriz Drica Moraes, que gravou remotamente os episódios especiais sobre a covid no ano passado, voltará aos estúdios com o resto do elenco para os novos capítulos. A atriz já teve problemas de saúde no passado e, por isso, a direção optou por poupá-la naquela ocasião. Ela vive a infectologista Vera na trama. Além disso, David Junior, que estreou na série como o neurocirurgião Mauro em “Plantão Covid”, seguirá no elenco. Lucas Paraizo e sua equipe já entregaram os roteiros e um deles vai abordar o incêndio no Hospital Badim, na Tijuca, ocorrido em 2019. De acordo com Kogut, o caso do morador de rua que esfaqueou três pessoas na Lagoa, no mesmo ano, também serviu de inspiração. A estreia ainda não foi marcada, mas a Globo já confirmou a produção da 5ª temporada.

    Leia mais
  • Série

    Atriz de Rotas do Ódio foi vítima de crime denunciado na série

    23 de janeiro de 2021 /

    A atriz Renata Peron viveu na pele o tema abordado pela série “Rotas do Ódio”, que teve suas três temporadas lançadas na Globoplay na semana passada. Em 2004, ela andava pela Praça da Sé, em São Paulo, quando foi brutalmente espancada por um grupo de skinheads simplesmente por ser transexual. Além do trauma emocional, ela perdeu um dos rins e carrega até hoje uma cicatriz na barriga por conta da violência sofrida aos 27 anos. “É um trauma muito grande você ser agredida por ser quem você é. Eu demorei anos para conseguir superar esse trauma, mas hoje, aos 43 anos, posso dizer que consegui. Acabei entendendo que o problema não sou eu, mas a sociedade ruim e emburrecida em que vivemos”, ela disse à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo. “Fisicamente, ainda carrego algumas marcas. Preciso beber três litros de água por dia, para que o meu único rim continue funcionando bem. Também não uso mais biquíni e nada que mostre a minha barriga, pois tenho vergonha da grande cicatriz que ficou”, acrescentou. Foi por conta da agressão que Renata conheceu a diretora Susanna Lira, criadora da série. Susana entrevistou Renata para o documentário “Intolerância.doc”, lançado em 2017 com o tema dos crimes de ódio. E, ao saber que ela era atriz, decidiu convidá-la para o elenco de seu próximo projeto, “Rotas do Ódio”. “A série é um trabalho maravilhoso. Não tive qualquer problema em abordar um assunto que marcou tanto a minha vida. Já passei por tanta coisa nessa vida que acabei criando uma couraça, sabe?”, contou a atriz. A 1ª temporada estreou em 2018 no canal pago Universal, mas a produção passou a repercutir com mais força com o lançamento na Globoplay. “A minha caixa de mensagem nas redes sociais e o meu e-mail estão uma loucura. Parece até que a série foi o primeiro trabalho da minha vida como atriz. Por incrível que pareça, muitas pessoas sabem que eu vivo das artes, mas acham que eu sou apenas do gueto e, por isso, não tenho valor. Foi preciso aparecer numa série de TV com destaque para que reconhecessem esse valor”, disse Renata. Atualmente, Renata vive a expectativa por uma possível nova temporada de “Rotas do Ódio”. Mas ela também é cantora, formada em assistência social e militante dos direitos humanos.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Gregory Sierra (1937 – 2021)

    23 de janeiro de 2021 /

    O ator Gregory Sierra, que estrelou sucessos televisivos dos anos 1970, morreu em 4 de janeiro em Laguna Woods, Califórnia, de câncer aos 83 anos. Sua morte se tornou pública na noite de sexta (22/1). Nascida no Harlem espanhol de Nova York, Sierra apareceu em peças off-Broadway antes de se mudar para Los Angeles em 1969, passando a aparecer em várias séries de sucesso, até conseguir um papel recorrente em “Noviça Voadora”, estrelada por Sally Field. A aparição em quatro episódios lhe abriu caminho para a estreia no cinema, em “De Volta ao Planeta dos Macacos” (1970). Sierra apareceu em pequenos papéis em muitos filmes do período, como “À Procura da Verdade” (1970), “Céu Vermelho ao Amanhecer” (1971), “Assim Nasce um Homem” (1972), “A Divina Ira” (1972) e até blockbusters como “Papillon” (1973) e “Inferno na Torre” (1974), além de ter participado do projeto de Orson Welles “O Outro Lado do Vento”, que só veio à público em lançamento pela Netflix em 2018. Em 1972, ele foi escalado como Julio, o ajudante porto-riquenho do empresário mal-humorado de ferro-velho Fred Sanford, na série “Sanford & Son”, criada por Bud Yorkin e Norman Lear (de “Tudo em Família”), tornando-se vítima frequente de piadas preconceituosas, que divertiam o público da época. O papel lhe deu popularidade e, depois de deixar a série, ele conseguiu ainda mais destaque como um dos detetives originais da série policial “Barney Miller”, em 1975. Mas Sierra saiu da série na 2ª temporada, apostando no projeto de “A.E.S. Hudson Street”, uma comédia médica muito à frente de seu tempo, que lhe deu seu primeiro papel de protagonista. A atração foi cancelada após apenas cinco capítulos. Depois de mais um par de filmes – o thriller “Corrida pela Liberdade” (1978) e a comédia “O Prisioneiro de Zenda” (1979), com Peter Sellers – , ele ainda emplacou outro papel muito lembrado, como Carlos “El Puerco” Valdez, um contra-revolucionário do Malaguai que sequestrava Jessica (Katherine Helmond) na 4ª temporada de “Soap”, em 1980. A carreira de Sierra continuou como personagem recorrente em séries como “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Zorro and Son”, “Miami Vice” e “Assassinato por Escrito” (Murder, She Wrote), entre muitos outros. Seus últimos trabalhos foram no final dos anos 1990 e incluem o terror “Vampiros de John Carpenter” (1998) e a comédia “Máfia!” (1998).

    Leia mais
  • Série

    Brie Larson será química feminista em série da Apple TV+

    22 de janeiro de 2021 /

    A atriz Brie Larson vai estrelar e produzir sua segunda série para a plataforma Apple TV+. Intérprete da Capitã Marvel no cinema e vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack” (2015), ela não tinha papel fixo numa produção do gênero há uma década. Ainda era adolescente quando viveu a filha de Toni Collette em “O Mundo de Tara” (United States of Tara), exibida entre 2009 e 2011 na TV americana. Mas agora tem dois projetos simultâneos na Apple. A novidade é uma adaptação do romance ainda inédito de Bonnie Garmus, “Lessons in Chemistry” (Lições em Química, na tradução literal), ainda sem capa divulgada ou previsão de lançamento. Passada no início dos anos 1960, a trama segue Elizabeth Zott (Larson), uma jovem química que tem o grande sonho de se tornar uma cientista importante. No entanto, devido a época, ela precisa colocar seu sonho de lado por viver uma sociedade que ainda espera que as mulheres desempenhem apenas funções domésticas. Quando Elizabeth fica grávida, sozinha e é demitida do laboratório em que trabalhava, ela aceita um emprego como apresentadora de um programa de culinária na televisão. Mas ao começar sua nova carreira, ela percebe que pode aliar seu amor à ciência com as atuais circunstâncias que lhe são impostas, ensinando ao seu público cativo muito mais do que simples receitas. A adaptação está a cargo da roteirista Susannah Grant, indicada ao Oscar por “Erin Brockovich” (2000). Ela e Larson dividirão a produção com o também ator Jason Bateman (“Ozark”) e Michael Costigan (produtor de “The Outsider”). Além desse projeto, Larson está envolvida desde 2019 com o desenvolvimento de outra série da Apple TV+, baseada na autobiografia “Life Undercover: Coming of Age in the CIA”, de Amaryllis Fox, uma autêntica espiã da CIA, que era especialista em disfarces. Nenhuma das duas atrações têm previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    Walker: Estreia da nova série de Jared Padalecki bate recorde de audiência

    22 de janeiro de 2021 /

    A estreia da série “Walker”, estrelada por Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”), rendeu audiência recorde para a rede The CW nos EUA. Exibida na noite de quinta (21/1) nos EUA, a atração foi assistida ao vivo por 2,43 milhões de telespectadores. Trata-se do maior pico de uma quinta-feira no canal desde 2018. No horário das 20h, essa audiência só é superada pela estreia de “Legends of Tomorrow”, em 2016. Mais que isso, os números representam o maior público sintonizado na rede de TV desde janeiro de 2018, quando um episódio da 4ª temporada de “The Flash” atingiu 2,59 milhões. Já a crítica odiou. A série recebeu apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, com críticas lamentando o tom genérico e a falta de ação, especialmente quando comparada à produção original que a inspirou. “Walker” é um remake da série clássica “Walker, Texas Ranger”. Para quem não lembra, a série original era estrelada por Chuck Norris e foi exibida no Brasil nos anos 1990 como “Chuck Norris: Homem da Lei”. Mas a nova versão é bem diferente, com temas tirados do noticiário atual sobre imigrantes ilegais nos EUA. Na trama, o personagem-título volta para sua cidade natal depois de trabalhar dois anos infiltrado em um caso de alta prioridade da força policial de elite do Texas. Seu retorno é anticlimático. Pai de dois filhos, ele precisa compensar a ausência, negociar confrontos familiares e encontrar um consenso com sua nova parceira (uma das primeiras mulheres na história do Texas Rangers), enquanto investiga as circunstâncias que cercaram a morte de sua esposa, falecida quando ele estava longe. Como curiosidade, a atriz Genevieve Padalecki, casada com Jared Padalecki na vida real, aparece como a esposa do ator em flashbacks da série. Os dois se conheceram no set de “Supernatural”, quando a atriz interpretou a demônio Ruby. Ela também morreu nessa série após se envolver com o personagem de Jared, Sam Winchester, um matador de demônios – na 4ª temporada. Além do casal, “Walker, Texas Ranger” tem outro egresso de “Supernatural”. O ator Mitch Pileggi, que interpretou o avô materno de Sam na 6ª temporada de “Supernatural”, vive o pai de Cordell Walker. O elenco tem mais atores conhecidos da TV americana, como Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Keegan Allen (o Toby de “Pretty Little Liars”), Coby Bell (o Jesse de “Burn Notice”), Violet Brinson (a Kelsey de “Sharp Objects”), Odette Annable (a Sam de “Supergirl”) e Kale Culley (“IO que Ficou Perdido”), entre outros. A série tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake questionado, “Being Human”) e produção executiva de Dan Lin (“Lethal Weapon”) e do próprio Padalecki. Ainda não há previsão para o lançamento de “Walker” no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Ator de Sintonia é demitido por não cumprir protocolos contra covid-19

    22 de janeiro de 2021 /

    Paulo Bronks, que interpreta o personagem Torto na série “Sintonia”, teve seu contrato encerrado após não cumprir “protocolos de segurança para prevenção da covid-19”. O desligamento aconteceu durante as gravações da 2ª temporada da série, que é realizada pela produtora KondZilla para exibição na Netflix. No entanto, o comunicado não informou se a saída do ator terá impacto na trama. Em nota, a Netflix informou que ele também não cumpriu outras cláusulas previstas em contrato, sem especificações. O comentário de alguns colegas, postados nas redes sociais, indicam que Bronx faltou em gravações e se recusava a realizar testes periódicos de covid-19. De acordo com a plataforma, tais atitudes colocaram “em risco a segurança de todos os envolvidos na produção”. O ator, também conhecido como É o Bronks, se pronunciou via stories do Instagram e afirmou ter recebido um “ok” para realizar trabalhos externos enquanto as gravações estavam paralisadas por conta da pandemia. Ele informou que estava na Praia Grande, litoral de São Paulo, trabalhando com divulgação de marcas, quando foi comunicado que realizaria uma cena dentro de um carro e, segundo ele, por ter se exposto ao coronavírus, foi comunicado da rescisão contratual. “Eu estava trabalhando, não estava na praia. Preciso de dinheiro. Eles poderiam remarcar a cena, acho que foi uma injustiça. Eu nunca me neguei a fazer teste”, disse Bronks, via Instagram Intérprete do protagonista Doni, MC Jottapê também se manifestou em seu stories, reforçando que Bronks não vinha cumprindo suas obrigações contratuais. “Sou muito grato ao projeto, por isso que eu defendo mesmo. Soube aproveitar”, ele explicou.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie