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Série

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    Elenco de iCarly se reencontra em foto dos bastidores do revival

    27 de janeiro de 2021 /

    O revival de “iCarly” já começou a ser produzido. A atriz Miranda Cosgrove, protagonista da série, publicou nesta quarta uma foto no Instagram em que aparece ao lado de Jerry Trainor, intérprete de seu irmão mais velho, Spencer, e de Nathan Kress, o amigo Freddie. Embora a imagem não tenha legenda, é possível observar que a reunião acontece em um cenário onde há escrito “iCarly Set 1”, confirmando os trabalhos da produção, que vai estrear em breve na plataforma de streaming Paramount+ (Paramount Mais, no Brasil). A mesma foto foi compartilhada pelos outros dois atores e Trainor acrescentou: “Preparam-se”, A informação tinha sido divulgada em dezembro passado pela ViacomCBS, empresa que é dona da Nickelodeon, canal que exibia o programa entre 2007 e 2012, e também da Paramount. O trio que aparece na imagem foi justamente o elenco confirmado na continuação. Os novos episódios serão escritos e produzidos por Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”) para a Nickelodeon Studios. Um dos maiores sucessos da Nickelodeon, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop. A série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” acompanha a reformulação do serviço de streaming da ViacomCBS. A CBS All Access vai virar Paramount+ nas próximas semanas e recentemente adicionou 800 episódios de séries populares da Nickelodeon, incluindo “Patrulha Canina” (Paw Patrol) e “Dora, a Aventureira (Dora the Explorer). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miranda Cosgrove (@mirandacosgrove) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathan Kress (@nathankress) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jerry Trainor (@jerrytrainor)

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    Cloris Leachman (1926 – 2021)

    27 de janeiro de 2021 /

    A veterana atriz Cloris Leachman, que venceu oito Emmys e um Oscar ao longo de uma carreira de sete décadas, morreu na terça-feira (26/1) de causas naturais em sua casa em Encinitas, na Califórnia, aos 94 anos. Nascida em 30 de abril de 1926, em Des Moines, Leachman começou sua carreira no showbiz ao participar do concurso de beleza Miss America de 1946, o que lhe deu projeção e a levou a aparecer em algumas das primeiras séries da televisão americana, como “The Ford Theater”, “Studio One”, “Suspense”, “Danger” e “Actor’s Studio”. Paralelamente, ela passou a chamar atenção na Broadway, onde começou no pós-guerra. Depois de alguns pequenos papéis, foi escalada como substituta da atriz principal de “South Pacific” e precisou ter que se apresentar no palco durante um imprevisto da intérprete original. Acabou roubando a cena, virando a estrela principal e protagonizando nada menos que oito outros shows da Broadway depois disso, só nos anos 1950. Este sucesso explica porque ela demorou um pouco para emplacar nas telas. Um de seus primeiros papéis recorrentes foi na série da cachorrinha “Lassie” (1957-1958), mas sua presença geralmente se restringia a um episódio por série, incluindo inúmeros trabalhos em séries clássicas dos anos 1960, como “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Gunsmoke”, “Couro Cru” (Rawhide), “Os Intocáveis” (The Untouchables), “Rota 66” (Route 66), “Alfred Hitchcock Apresenta” (Alfred Hitchcock Presents), “77 Sunset Strip”, “Os Defensores”, “Têmpera de Aço”, “Lancer”, “Mannix”, “Perry Mason” e “Dr. Kildare”, onde voltou a aparecer em vários capítulos. Ao mesmo tempo, Leachman começou a investir na carreira cinematográfica. Seu primeiro papel no cinema foi uma pequena participação no clássico noir “A Morte num Beijo” (1955), de Robert Aldritch, seguido pelo drama de guerra “Deus é Meu Juiz” (1956), com Paul Newman. Seu sucesso na Broadway a manteve distante das telas grandes por mais de uma década, mas permitiu um reencontro com Newman em seu retorno, no clássico blockbuster “Butch Cassidy” (1968). No início dos anos 1970, Leachman finalmente se concentrou nos filmes. E foi reconhecida pela Academia por um de seus papéis mais marcantes, como Ruth Popper, a solitária esposa de meia-idade de um treinador de futebol americano, gay e enrustido, no cultuado drama em preto e branco “A Última Sessão de Cinema” (1971), de Peter Bogdanovich. Seu desempenho poderoso lhe rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Em seguida, co-estrelou “Dillinger” (1973), de John Milius, voltou a trabalhar com Bogdanovich em “Daisy Miller” (1974) e quase matou o público de rir numa das comédias mais engraçadas de todos os tempos, “O Jovem Frankenstein” (1974), de Mel Brooks, como Frau Blücher, cujo nome dito em voz alta fazia até cavalos relincharem com apreensão. Brooks, por sinal, voltou a escalá-la como uma enfermeira suspeita em sua segunda melhor comédia, “Alta Ansiedade” (1977). Nesta época, ela também assumiu seu papel mais famoso da TV, como Phyllis Lindstrom, a vizinha metida da série “Mary Tyler Moore” (1970–1977). Ela foi indicada ao primeiro Emmy da carreira pelo papel em 1972. E finalmente venceu como Melhor Coadjuvante em 1974 e 1975. Após o segundo Emmy, sua personagem ganhou atração própria, “Phyllis”, que durou duas temporada (até 1977), além de aparecer em crossovers com a série original e outra derivada, “Rhoda” – e lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz. Mesmo com a agenda lotada, Leachman ainda conseguiu viver a Rainha Hipólita na série da “Mulher-Maravilha”, em 1975. Ela continuou a acumular créditos no cinema e na TV ao longo dos anos 1970 e 1980 antes de voltar a ter um papel fixo, o que aconteceu na série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). A atriz assumiu o protagonismo das duas últimas temporadas da atração (que durou nove anos) como substituta da estrela original, Charlotte Rae, interpretando Beverly Ann Sickle, a irmã tagarela da personagem de Rae, entre 1986 e 1988. Mais recentemente, ela ganhou dois Emmys e quatro outras indicações por seu papel na sitcom “Malcolm” (Malcolm in the Middle), como a mãe malvada de Jane Kaczmarek (de 2001 a 2006), além de ter rebido nova indicação ao Emmy por interpretar Maw Maw, a bisavó da personagem-título da sitcom “Raising Hope”, entre 2010 e 2014 na mesma rede. Leachman também foi a mãe agitada de Ellen DeGeneres na sitcom “The Ellen Show”, que foi ao ar em 2001-02, e uma paciente de terapia de Helen Hunt no revival de “Louco por Você” (Mad About You), exibido em 2019, quando já estava com 93 anos. A atriz ainda desenvolveu uma carreira robusta como dubladora, a partir da participação da versão “Disney” do anime clássico “O Castelo no Céu” (1986), de Hayao Miyazaki. Ela voltou a trabalhar em outra dublagem de Miyazaki em 2008, em “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar”, fez parte do elenco do cultuado “O Gigante de Ferro” (1999) e teve um papel de voz breve, mas memorável no filme “Beavis e Butt-Head Detonam a América”, de 1996, como uma mulher idosa que encontra os meninos na estrada várias vezes, chamando-os de “Travis e Bob”. Entre seus últimos trabalhos, estão dublagens de personagens recorrentes das séries animadas da Disney “Phineas e Ferb” e “Elena de Avalor”. E ela ainda pode ser ouvida atualmente nos cinemas dos EUA em seu último papel, como Gran, a velha sogra do protagonista Grug (Nicolas Cage) em “Os Croods 2: Uma Nova Era”, após ser responsável pelas melhores piadas do primeiro filme, de 2013. Atrasado devido à pandemia, “Os Croods 2” só vai estrear no Brasil em março.

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    The Bold Type vai acabar na 5ª temporada

    27 de janeiro de 2021 /

    O canal pago americano Freeform anunciou que a 5ª temporada de “The Bold Type” será a última da série. Além disso, será a menor temporada de todas. Prevista para ir ao ar neste ano, a despedida será composta por seis episódios. Isso é menos da metade dos 16 capítulos da temporada anterior e menos até que os 10 episódios exibidos em cada uma das três primeiras temporadas. A série, que gira em torno de mulheres jovens que trabalham para uma revista feminina em Nova York enquanto equilibram suas ambições de carreira e vida pessoal, encerrou sua 4ª temporada em julho passado. Embora a audiência tenha caído ano após ano, a ponto de se torná-la uma das séries menos vista do canal, “The Bold Type” ajudou a definir a identidade do Freeform. O drama inspirado na revista Cosmopolitan (Nova, no Brasil) foi desenvolvido pela ex-chefe de originais do canal, Karey Burke, como parte do esforço de direcionar sua programação para o público formado por jovens adultos. Mas os bastidores foram agitados desde o começo. A criadora da série Sarah Watson (criadora também da cancelada “Pure Genius”) já tinha sido substituída após diferenças criativas com os executivos da produtora Universal TV no começo da série. Em seu lugar, entrou Amanda Lasher (produtora de “Gossip Girl”), que também foi trocada por Wendy Straker Hauser, roteirista da atração desde a 1ª temporada. Hauser comentou o fim da série em nota divulgada pelo canal. “‘The Bold Type’ foi um presente que realmente mudou minha vida. Passei meus 20 anos na cidade de Nova York trabalhando em revistas, então, em muitos aspectos, o programa parece muito próximo das minhas experiências. Eu realmente amei escrever esta série e viver neste mundo. Sentirei muita falta, mas estou muito grato pela oportunidade e feliz em saber que tem sido um conforto para tantas pessoas lá fora.” A nova presidente do Freeform, Tara Duncan, também se pronunciou, dizendo que “‘The Bold Type’ é um dos meus programas favoritos e estou orgulhosa de estar dando à série a despedida que Wendy, o incrível elenco e equipe, e os amados fãs merecem.” O elenco inclui Katie Stevens (série “Faking It”), Aisha Dee (série “Sweet/Vicious”) e Meghann Fahy (série “Necessary Roughness”) como as protagonistas, além de Sam Page (série “Switched at Birth”), Matt Ward (série “Remedy”) e Melora Hardin (série “The Office”), que vive a editora-chefe da revista Scarlet.

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    Netflix diz que Bridgerton é sua série de maior audiência em todos os tempos

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix agora está dizendo que “Bridgerton” se tornou sua série mais assistida em todos os tempos. Mas, para isso, precisou admitir que seu anúncio anterior da audiência da série era o que sempre pareceu: um chute. O streamer havia estimado anteriormente que 63 milhões de assinantes assistiriam ao drama de época produzido por Shonda Rhimes em 28 dias após o lançamento. Agora que já se passou mais de um mês da estreia do programa em 25 de dezembro, os números se provaram muito diferentes. Muito mesmo, a ponto de desacreditar a suposta estimativa da empresa. Ou colocar em dúvida os novos números não auditados. Segundo a Netflix, a contagem “oficial” aponta que “Bridgerton” foi vista por 82 milhões de contas da plataforma. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações em 28 dias que pertencia a “The Witcher”. O site The Hollywood Reporter questionou suas “fontes” (leia-se assessoria de imprensa) sobre a diferença gritante entre os números da projeção de “Bridgerton” e o anúncio desta quarta (27/1). Veio uma explicação simplista. A diferença nada desprezível de 19 milhões a mais se deveria apenas ao fato de a série ter superado as expectativas da Netflix. Segundo as “fontes”, os padrões de exibição típicos para programas da Netflix tendem a apresentar um grande pico na primeira metade da janela de 28 dias antes de começar a cair. Mas essa desaceleração simplesmente não teria acontecido com “Bridgerton”. A empresa, portanto, errou na projeção, divulgada 11 dias após a estreia da série. Embora os números sejam impressionantes, é importante notar que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera que uma série inteira foi visualizada se um assinante assistir a pelo menos dois minutos de um determinado capítulo – que podem ser apenas os créditos de abertura. Na verdade, o anúncio significa que 82 milhões de assinantes viram dois minutos de “Bridgerton” durante um mês. Em termos de público total da plataforma, e a se acreditar no novo anúncio da empresa, isso significa que 40,3% de todos os assinantes da Netflix viram “Bridgerton”. Ajustando os números para refletir a passagem de tempo, isto ainda mantém “Bridgerton” atrás de “The Witcher”, visto por 45% dos membros da Netflix há dois anos, quando a plataforma somava 169 milhões de assinantes em todo o mundo. A Netflix agora tem mais de 200 milhões de assinantes. Já o conteúdo mais assistido na plataforma em todos os tempos teria sido o filme de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth. A empresa diz que 99 milhões de contas assistiram ao thriller em 28 dias desde o lançamento.

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    The Walking Dead pede para fãs homofóbicos largarem a série

    27 de janeiro de 2021 /

    O Twitter oficial da franquia “The Walking Dead” postou uma mensagem forte nesta semana, deixando claro sua postura contra a homofobia, após um de seus atores sofrer ataques nas redes sociais. “Se personagens LGBTQIA+ na televisão (ou outros lugares) te causam desconforto ou raiva, por favor, deixe de nos seguir. Embora também encorajemos você a olhar para seu interior e ser mais receptivo, saiba que não há lugar em nosso fandom para discriminação odiosa ou ignorância intencional. Obrigado.”. A série original é repleta de personagens gays, como Aaron (Ross Marquand), os falecidos Jesus (Tom Payne) e Tara (Alanna Masterson), além do casal Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura). Mais recentemente, o final da 1ª temporada de seu novo spin-off, “The Walking Dead: World Beyond”, celebrou o reencontro do casal formado por Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) com um beijo apaixonado. Por conta disso, trolls da internet resolveram atacar o intérprete negro do par, somando dois preconceitos numa mesma mentalidade intolerante. Durante o episódio de 25 de janeiro do podcast “Talk Dead to Me”, Jelani Alladin discutiu a representação LGBTQIA+ no programa, junto com o relacionamento de seu personagem com o Felix de Nico Tortorella. E virou imediatamente alvo de ódio dos fãs homofóbicos da série. “Não consigo curtir os personagens gays de um programa de TV, sinto muito, cara, não posso fazer isso”, comentou um deles. A conta de “The Walking Dead” no Twitter não perdeu tempo para reagir, com a mensagem que indica preferir ter menos público a ter um público odioso. Jelani Alladin ficou impressionado com o apoio e retuitou a mensagem, acrescentando um comentário próprio. “Isso aqui, para sempre. Orgulho de trabalhar em ‘The Walking Dead: World Beyond’, dando vida a este relacionamento LGBTQIA. Vamos dar a eles algo para comentar!”, ele escreveu. E ainda conclamou seu seguidores a retuitarem o post. “RT para irritar os homofóbicos.” Veja os posts abaixo. Hi, hello. If LGBTQIA+ characters on television (or anywhere) make you uncomfortable or angry, please unfollow us. While we also encourage you to look within and be more accepting, know that there is no place in our fandom for hateful discrimination or willful ignorance. Thank you. — The Walking Dead (@TheWalkingDead) January 26, 2021 Forever this. Proud to be back at work on @TWDWorldBeyond and bring this LGBTQIA relationship to life. LETS GIVE EM SOMETHING TO TALK ABOUT @NicoTortorella https://t.co/xtiY0ZHktk — JelaniAlladin (@JelaniAlladin) January 26, 2021

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    O Grande Gatsby vai virar série do criador de Vikings

    26 de janeiro de 2021 /

    Grande clássico da literatura americana, “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, vai virar uma série limitada pelas mãos de Michael Hirst, o criador de “The Tudors” e “Vikings”. O projeto está sendo desenvolvido numa coprodução da A+E Studios e ITV Studios e é descrito como uma versão reimaginada da obra de 1925. Em vez de retratar brancos milionários, a trama mergulhará na comunidade afro-americana de Nova York da década de 1920, explorando a vibrante subcultura musical da época – a era do jazz. A série irá explorar as vidas ocultas de seus personagens pelo prisma fragmentado do sonho americano, ao mesmo tempo em que pretende capturar toda a maestria da visão atemporal de Fitzgerald. “Parece que vivi com ‘Gatsby’ a maior parte da minha vida, lendo-o primeiro quando era um garoto, depois ensinando-o em Oxford na década de 1970 e relendo-o periodicamente desde então”, disse Hirst, em comunicado. “Como o crítico Lionel Trilling escreveu uma vez: ”O Grande Gatsby’ ainda está tão fresco como quando apareceu pela primeira vez, ele até ganhou em peso e relevância’. Hoje, enquanto a América busca se reinventar mais uma vez, é o momento perfeito para olhar com novos olhos para esta história atemporal, para explorar seus personagens famosos e icônicos através das lentes modernas de gênero, raça e orientação sexual. A visão profundamente romântica de Fitzgerald não o impediu de examinar e expor o ponto fraco da experiência americana, e é por isso que a história fala tanto da tragédia quanto da esperança, e por isso continuar ressoar até hoje”. A produção conta com o apoio e aprovação de Blake Hazard, bisneta de Scott e Zelda Fitzgerald e curadora do espólio do escritor, que também atua como consultora produtora. “Há muito tempo tenho sonhado com uma versão mais diversa e inclusiva de Gatsby que reflita melhor a América em que vivemos, uma que possa permitir que todos nós possamos nos ver no texto extremamente romântico de Scott”, disse Hazard. “Michael traz uma profunda reverência pelo trabalho de Scott para o projeto, mas também um destemor em trazer uma história tão icônica à vida de uma forma acessível e renovada. Estou muito feliz por fazer parte do projeto.” Hirst vai escrever o piloto e assumir a produção-executiva, com supervisão de Farah Jasmine Griffin e William B. Ransford, pesquisadores de temas afro-americanos na Universidade de Columbia. “O Grande Gatsby” já teve diversas adaptações para as telas, inclusive uma lançada em 1926, um ano após sua publicação. As versões mais conhecidas são as de 1974, estrelada por Robert Redford, e a de 2013, com Leonardo DiCaprio no papel-título. Este filme, dirigido por Baz Luhrmann, ganhou dois Oscars, por Melhor Figurino e Design de Produção (cenografia).

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    Bruce Kirby (1925 – 2021)

    26 de janeiro de 2021 /

    O ator Bruce Kirby, que viveu policiais em muitas séries da TV dos anos 1970, morreu no domingo (24/1) em Los Angeles, aos 95 anos. A causa da morte não foi especificada, mas seu filho disse no Facebook que ele “faleceu pacificamente” no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Nascido Bruno Giovanni em Nova York, ele teve uma longa carreira, iniciada na década de 1950 com aparições em teleteatros. Kirby se tornou uma presença familiar na TV durante os anos 1960 e 1970, aparecendo em tudo quanto é tipo de série, incluindo “The Patty Duke Show”, “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Jeannie É um Gênio”, “Arquivo Confidencial”, “Missão: Impossível”, “M*A*S*H”, “Mod Squad”, “Bonanza” e “Os Defensores”. Seu primeiro personagem recorrente foi um policial na série de comédia “Car 54, Where Are You?”, entre 1961 e 1963, e ele se saiu tão bem que acabou se especializando nesse tipo de papel em várias produções – viveu o sargento Al Vine em “Kojak” (de 1973 a 1976), o capitão Harry Sedford em “Holmes and Yoyo” (1976-1977), o detetive George Schmidt em “Shannon” e especialmente o sargento George Kramer em “Columbo” (de 1973 a 1995). Em “Columbo”, seu personagem marcou época como o detetive que geralmente acreditava na historinha do criminoso, apenas para vê-lo desmascarado pelo protagonista, vivido por Peter Falk, no final dos episódios. Mais recentemente, ele ainda interpretou o promotor público Bruce Rogoff em “L.A. Law”, entre 1986 e 1991. Suas aparições finais ainda incluem participações em “Família Sopranos” (The Sopranos), “Numb3rs” e “Scrubs”, na metade dos anos 2000. Embora papéis na TV tenham dominado sua carreira, Kirby fez várias aparições no cinema, sempre pequenas. Algumas, minúsculas, como o papel de um guarda em “Muppets: O Filme” (1979). Em “Conta Comigo” (1986), de Rob Reiner, ele interpretou o dono do mercadinho que diz a Gordie (Wil Wheaton) que ele se parecia com seu irmão mais velho e falecido. Ele também foi um detetive em “Jogue a Mamãe do Trem” (1987) e o pai do policial vivido por Matt Dylan em “Crash”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2006. Kirby interrompeu a carreira após a morte de um de seus filhos, Bruno Kirby, que também era ator (“O Poderoso Chefão 2”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro”, “Amigos, Sempre Amigos”). Bruno morreu de leucemia em 2006 aos 57 anos.

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    The Blacklist é renovada para 9ª temporada

    26 de janeiro de 2021 /

    A rede NBC renovou a série “The Blacklist” para sua 9ª temporada. O anúncio não menciona o final da série e foi feito após a exibição dos três primeiros episódios da 8ª temporada, que registraram as médias mais baixas de audiência da atração nos EUA. Com 3,2 milhões de telespectadores ao vivo, o capítulo mais recente teve o pior desempenho de toda a série. Apesar da perda de público ao vivo, a série liderada por James Spader e Megan Boone se recupera em multiplataformas, com média total de 7,2 milhões de espectadores – quando se contabiliza visualização atrasada (DVR) e streaming do canal. Isto significa que mais do que o dobro dos espectadores assistem a série fora do horário da transmissão televisiva. O programa também é muito popular na Netflix. De acordo com a consultoria Nielsen, “The Blacklist” foi a 9ª série mais vista da plataforma em 2020, com quase 14,5 bilhões de minutos de exibição no serviço. Com a renovação, a série vira a terceira mais duradoura na programação atual da NBC, atrás apenas de “Law & Order: SVU” (renovada até a 24ª temporada) e “Chicago Fire” (atualmente na 9ª temporada, mas já renovada até o 11º ano). Criada por Jon Bokenkamp, em associação com a Sony Television, “The Blacklist” também inclui em seu elenco .

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    Apple TV+ renova Teerã para 2ª temporada

    26 de janeiro de 2021 /

    A Apple TV+ anunciou a renovação de “Teerã” (Tehran) para sua 2ª temporada. Desenvolvida por integrantes da equipe de “Fauda”, a série israelense é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A atriz Niv Sultan (“The Stylist”) vive a protagonista, uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente no país para uma missão secreta. Mas tudo dá errado e ela vê perseguida na capital do Irã por agentes do governo, sob comando de Shaun Toub (de “Homeland”). O elenco também destaca Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). A renovação ocorre cerca de três meses após o programa encerrar sua 1ª temporada na Apple TV+. Como outros streamers, a Apple não fornece dados de visualização de seus programas, mas “Teerã” recebeu críticas muito positivas, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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    Ator de Sabrina vai estrelar série derivada de Vikings

    26 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o elenco de “Vikings: Valhalla”, spin-off de “Vikings” que a plataforma vai produzir neste ano. O destaque da relação é a escalação de Sam Corlett, o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, como o guerreiro e navegador Leif Eriksson, que liderou a colonização viking da América do Norte – séculos antes da “descoberta” do Novo Mundo. A lista também inclui Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”) e Caroline Henderson (“Tuya Siempre”). O spin-off foi desenvolvido pelo criador de “Vikings”, Michael Hirst, e se passará um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok. A trama acompanhará as aventuras de Leif Eriksson, além de Freydis, Harald Sigurdsson e o rei normando William, o Conquistador (que era descendente dos vikings). Parceria da Netflix com o estúdio MGM, a série vai aproveitar a mesma equipe de produção de “Vikings” e terá o veterano roteirista Jeb Stuart (autor do filme “Duro de Matar”) como showrunner. Channing Dungey, vice-presidente de séries originais da Netflix,divulgou um comunicado prometendo que “’Vikings: Valhalla’ será tudo o que os fãs amam na franquia: ação emocionante e inexorável, enraizada em personagens ricos e narrativas dramáticas que iluminam temas como família, lealdade e poder. Estamos empolgados em dar vida à continuação da saga de ‘Vikings’. ” Veja abaixo a foto do elenco disponibilizada pela Netflix. Por enquanto, não há data de estreia definida para a nova atração.

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    Demi Lovato voltará a estrelar série depois de uma década

    25 de janeiro de 2021 /

    Demi Lovato vai estrelar sua primeira série desde que saiu de “Sunny entre as Estrelas”, há uma década, no Disney Channel. A atriz e cantora assinou contrato com a rede NBC para fazer o piloto da comédia “Hungry”, com produção da veterana roteirista Suzanne Martin (“Will & Grace”, “Hot in Cleveland”, “The Client List”) para a Universal TV. O projeto tem cláusula de compromisso de exibição, o que significa que a NBC pagará uma multa se não aprovar o piloto. A trama de “Hungry” gira em torno de um grupo de amigos com problemas alimentares. Eles se ajudarão enquanto buscam amor, sucesso e aquela coisa na geladeira que fará tudo melhorar. Lovato, que já assumiu abertamente sofrer com transtorno alimentar, também será produtora executiva, ao lado de Martin, do ator Sean Hayes (de “Will & Grace”) e de Scooter Braun (o empresário de Justin Bieber), entre outros. O projeto começou a tomar forma após a participação da cantora na última temporada de “Will & Grace”, exibida no ano passado. Dois dos produtores de “Hungry” vem daquela série. A jovem artista também será o tema de uma série documental no YouTube, que focará o período mais conturbado de sua vida, quando quase morreu de overdose.

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    Taron Egerton negocia virar amigo de serial killer em série da Apple TV+

    25 de janeiro de 2021 /

    O ator Taron Egerton, astro da franquia “Kingsman” e intérprete de Elton John na cinebiografia “Rocketman”, está negociando com a Apple estrelar sua primeira série live-action desde que estreou no cinema em 2014. Trata-se da adaptação de “In With the Devil”, livro de memórias de James Keane, atualmente sendo desenvolvido numa minissérie de seis episódios pelo premiado escritor Dennis Lehane (“Sobre Meninos e Lobos”, “Medo da Verdade”, “Ilha do Medo”). O autor do livro era um jovem filho de policial de Chicago e jogador de futebol rumo à carreira profissional quando algumas revoltas na direção errada o levaram a ser condenado à prisão por uma década sem chance de liberdade condicional. Mas o mesmo promotor que o colocou atrás das grades lhe ofereceu a chance de sair mais cedo, além de se redimir. A tarefa de Keene era cair nas boas graças de um serial killer condenado por matar uma jovem de 15 anos, durante a estadia na prisão, e fazê-lo confessar pelo menos mais duas mortes, dentre as 19 de que era suspeito. Paul Walter Hauser (que teve o papel título em “O Caso Richard Jewell”) está em negociações para viver o assassino. A direção do projeto corre a cargo do belga Michael R. Roskam (“A Entrega”). Como os contratos ainda não foram assinados com a Apple TV+, não há previsão para o começo das filmagens.

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    Song Yoo-jung (1994 – 2021)

    25 de janeiro de 2021 /

    A atriz e modelo sul-coreana Song Yoo-jung, do popular k-drama “Dear My Name”, morreu em Seul no sábado (23/1) aos 26 anos e, embora nenhuma causa tenha sido divulgada, o falecimento segue uma série de mortes de jovens por suicídio que tem abalado a indústria de entretenimento local. A morte de Song foi confirmada por representantes da Sublime Artist Agency. Um comunicado indicou que um funeral foi “feito discretamente”, de acordo com os desejos da família. Song começou sua carreira de atriz há seis anos em comerciais de TV, chegando a virar garota-propaganda de uma marca de cosméticos popular. Ela também apareceu em vários videoclipes de K-pop e conseguiu seu primeiro papel na TV aos 19 anos, na série “Golden Rainbow” (em 2013). Depois disso, ainda participou das séries “Make a Wish” (2014) e “School 2017” (2017), antes de conseguir seu primeiro papel de destaque em 2019, em “Dear My Name”, na qual interpretou uma estudante de arquitetura. Veja abaixo um dos últimos trabalhos da atriz, o clipe de “_ friend to lover”, da banda indie acústica Standing Egg.

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