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Série

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Série

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23 de julho de 2026
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    Protagonista da nova série de Constantine não seria branco

    18 de fevereiro de 2021 /

    A informação de que John Constantine ganhará uma nova série na HBO Max foi acompanhada por uma informação de bastidores, ainda não confirmada oficialmente, que já agitou as redes sociais com declarações de perda de interesse na produção. De acordo com o site Deadline, a nova série do personagem dos quadrinhos da DC Comics vai prezar pela diversidade na escalação. Outros sites chegam a citar nominalmente o ator Riz Ahmed (o vilão de “Venom”) como preferência dos produtores. Em outras palavras, Constantine não será retratado como sempre foi nos quadrinhos: como um inglês loiro. Vale lembrar que Keanu Reeves sofreu rejeição por não ser um loiro britânico ao assumir o papel no filme de 2005. Por conta disso, ao anunciar Matt Ryan como intérprete do personagem na série de 2014, o showrunner David S. Goyer disse textualmente: “Tenho orgulho de dizer que Constantine está sendo interpretado por um britânico, Matt Ryan, e ele tem cabelos loiros.” A alteração racial de personagens estabelecidos costuma dividir opiniões. Mas os quadrinhos já mostraram o caminho do consenso. Quando a Marvel quis fazer um Homem-Aranha negro, não mudou a pigmentação de Peter Parker, o personagem tradicional. Criou outro personagem: Miles Morales. Ele caiu nas graças do público e acabou estrelando seu próprio longa-metragem, “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que venceu o Oscar de Melhor Animação. Além disso, a Marvel passou a ter outro personagem negro importante em seu universo, que nunca enfrentou comparações com sua versão branca, porque ela não existe. O sucesso dessa iniciativa passou a guiar os passos da editora, que lançou sua “Homem de Ferro negra” na forma de Riri Williams, a Coração de Ferro, e sua Capitã Marvel muçulmana como Kamala Khan, a Ms. Marvel. Agora, as duas heroínas vão ganhar suas próprias séries na Disney+ (Disney Plus). Vale reparar que a expectativa de um Constantine BIPOC já rende discussões estéreis nas redes sociais, que não aconteceram durante o anúncio das séries de Coração Negro e Ms. Marvel. Além disso, a iniciativa assume abertamente a possibilidade de rejeição dos fãs do personagem original – que foi concebido nos anos 1980 com inspiração no visual do cantor Sting. A nova versão de Constantine está nas mãos da Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). O projeto está sendo escrito pelo estreante Guy Bolton (autor do best-seller “The Pictures”), conforme revelou seu agente num perfil da web.

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  • Série

    The Walking Dead ganha novo trailer centrado em Negan

    17 de fevereiro de 2021 /

    A produtora Skybound divulgou um novo trailer da terceira parte da 10ª temporada de “The Walking Dead”, que é totalmente centrado em Negan, o vilão transformado em anti-herói interpretado por Jeffrey Dean Morgan. Além de enfatizar o clima tenso criado pela volta Maggie (Lauren Cohan), que não esquece que ele matou seu marido Glenn (Steven Yeun), o vídeo exibe um flashback do passado do personagem. Fotos e outros vídeos da produção já revelaram participação de Hilarie Burton (“Lances da Vida/One Tree Hill”) nesse episódio de flashback como Lucille, a esposa de Negan. A atriz e o intérprete do vilão são casados na vida real. Originalmente, o 10º ano de produção deveria se encerrar no capítulo “A Certain Doom” em abril do ano passado, mas, devido à pandemia de coronavírus, o episódio só foi ao ar em 1º de outubro. Com o atraso e para não perder um ano de produção, o canal pago AMC decidiu ampliar a temporada com a encomenda de mais seis episódios adicionais. A série retomará sua história do ponto em que parou, num episódio batizado de “Home Sweet Home”, que irá ao ar no dia 28 de fevereiro. A estreia vai acontecer no mesmo dia no Brasil e exibida pelo canal pago Star – o novo nome da Fox a partir de segunda-feira (22/2).

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  • Série

    Trailer da volta de Fear the Walking Dead apresenta morte e destruição

    17 de fevereiro de 2021 /

    O canal pago AMC Brasil divulgou o trailer legendado da segunda metade da 6ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que é anunciado como “Morte. Destruição. Decadência”. Esta descrição acompanha cenas tensas narradas por John Glover (o Lionel Luthor de “Smallville”). O ator interpreta um novo personagem, ainda sem nome, que só aparece ao final do vídeo – e profundamente interessado em Alicia (Alycia Debnam-Carey). Num impressionante renascimento criativo, a série de zumbis encontra-se em sua melhor fase e atingiu 86% de aprovação no Rotten Tomatoes em seus episódios mais recentes. Trata-se de sua maior cotação positiva entre a crítica americana, superando os elogios a seu terceiro ano de produção (84%). A segunda parte da temporada tem estreia marcada para 11 de abril nos EUA e, um dia depois, no dia 12, na AMC Brasil.

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  • Série

    HBO Max renova série animada dos Gremlins antes da estreia

    17 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max renovou antecipadamente a série animada dos “Gremlins” para uma 2ª temporada. Anunciada em 2019, a atração se chama em inglês “Gremlins: Secrets of the Mogwai” e é um prólogo dos longas de Joe Dante. Como os fãs sabem, o “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. A animação vai voltar no tempo para mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua infância na Xangai dos anos 1920, onde encontra pela primeira vez o amigável mogwai Gizmo. A renovação foi anunciada bem antes da estreia da série, que está atualmente em produção e só agora anunciou seu elenco de vozes, formado por Izaac Wang (“Bons Meninos”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), BD Wong (“Jurassic World”), James Hong (“Os Aventureiros do Bairro Proibido”), AJ LoCascio (“Croods, o Início”), Gabrielle Green (“Força Danger”) e Matthew Rhys (“The Americans”). Produzida pela Warner Bros. Animation em parceria com a Amblin Television (de Steven Spielberg), a série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento.

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    Netflix anuncia série de Tim Burton sobre Wandinha da Família Addams

    17 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix oficializou a produção de uma série centrada na caçula da Família Addams. Intitulada “Wednesday”, nome original da Wandinha em inglês, a produção da MGM também marcará a estreia do cineasta Tim Burton à frente de uma série live-action. Burton, que desenvolveu vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, desde “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), vai dirigir os episódios e produzir a atração com os roteiristas Alfred Gough e Miles Millar, dupla responsável pelo sucesso de “Smallville” e da recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. A ideia da nova série é transportar a criação satírica dos anos 1930 para os dias de hoje, e contar a história do ponto de vista da filha do clã, Wandinha (ou Wednesday, em inglês). A série mostraria uma versão mais velha da personagem, que roubou a cena ao ser interpretada por Christina Ricci nos filmes da Família Addams de 1991 e 1993. Vale lembrar que Christina Ricci também trabalhou com Tim Burton no filme “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999) e os fãs adorariam vê-la envolvida no projeto – talvez no papel de Mortícia, a mãe de Wandinha. Até hoje, os personagens criados por Charles Addams só foram adaptados uma única vez como série live-action, na “Família Addams” em preto e branco de 1964, que teve só duas temporadas, mas se tornou cultuadíssima. De todo modo, “Wednesday” não vai destacar os demais integrantes da família Addams. Para dar maior espaço para Wandinha, a trama vai acompanhar a jovem em seus dias de adolescente, como estudante na Nevermore Academy. É onde ela tenta dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade local e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos. A série ainda não tem previsão de estreia. Mas a jovem e sua família não vão demorar a aparecer novamente. O desenho animado de “A Família Addams”, lançada em 2019, vai ganhar uma continuação em outubro da MGM e Universal. Veja abaixo o anúncio da Netflix nas redes sociais. Tim Burton is bringing Wednesday Addams to Netflix in a live-action coming-of-age series! Burton will also make his TV directorial debut on the sleuthing, supernaturally infused mystery that follows Wednesday as a student at Nevermore Academy pic.twitter.com/8ei3wIUrxq — Netflix (@netflix) February 17, 2021

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    Série Mom vai acabar na atual temporada

    17 de fevereiro de 2021 /

    A série “Mom”, comédia mais antiga no ar na rede CBS – vai acabar após a atual 8ª temporada. O último episódio será exibido em 6 de maio. A produção será encerrada junto com o final do contrato da estrela Allison Janney, a mãe do título original, e um ano após a saída de Anna Faris, intérprete de sua filha nas 7 primeiras temporadas da atração. Mesmo com a perda de Faris, a série continuava tendo um desempenho sólido, representando a quarta maior audiência de comédia da CBS – atrás de “The Neighbourhood”, “Jovem Sheldon” (Young Sheldon) e “Bob Hearts Abishola”. Produzida por Chuck Lorre, responsável por “The Big Bang Theory” e “Jovem Sheldon”, “Mom” também é uma rara sitcom que aborda questões importantes. Tudo começou com Janney e Faris como mãe e filha que, após anos separadas, enquanto lutavam contra o vício, tentam melhorar suas vidas e relacionamento tentando ficar sóbrias. “Nos últimos oito anos, tivemos a grande honra de trazer as personagens maravilhosas de ‘Mom’ à vida, compartilhando suas lutas e triunfos com milhões de telespectadores todas as semanas”, disseram os produtores executivos Chuck Lorre, Gemma Baker e Nick Bakay em comunicado. “Desde o início, decidimos contar histórias sobre a recuperação do alcoolismo e do vício que raramente são retratadas em uma série de comédia da TV aberta… E temos muito orgulho em saber que ‘Mom’ teve um impacto positivo em muitas vidas. Somos eternamente gratos ao nosso brilhante elenco e estrelas convidadas, escritores maravilhosos e equipe incrível por terem feito essa jornada conosco.” “Desde a estreia, ‘Mom’ tocou a vida das pessoas abordando com sensibilidade tópicos importantes, mas de fácil identificação, com um toque perfeito e hábil”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “’Mom’ redefiniu o que uma comédia pode ser e estamos orgulhosos de ter sido o lar desta série maravilhosa”, completou. “Mom” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Constantine vai ganhar nova série na HBO Max

    17 de fevereiro de 2021 /

    Uma nova série centrada em John Constantine, personagem dos quadrinhos da DC Comics, está em desenvolvimento na HBO Max. A informação foi confirmada pela revista Variety após surgir em blogs geeks. De acordo com as fontes da publicação, o programa se relacionaria com a série “Justice League Dark”, sobre a Liga da Justiça Sombria, que está atualmente em andamento para a plataforma com a produção da Bad Robot, de JJ Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Ainda não anunciado oficialmente, o projeto está sendo escrito pelo estreante Guy Bolton (autor do best-seller “The Pictures”), conforme revelou seu agente num perfil da web, e estaria em busca de um ator para interpretar Constantine – que será mais jovem que a versão vivida por Matt Ryan na série de 2014 e continuada em “Legends of Tomorrow”. Além da versão de Ryan, o personagem também foi vivido por Keanu Reeves no filme “Constantine” (2005), que se tornou cultuado, apesar dos protestos originais dos fãs contra as mudanças promovidas pela produção. A HBO Max não quis comentar a notícia da Variety. A plataforma também não adiantou que personagens vão aparecer na série da “Liga da Justiça Sombria”. Nos quadrinhos, isso inclui Constantine, Monstro do Pântano, Madame Xanadu, Desafiador (Deadman), Zatanna e outros integrantes do universo de magia e terror da editora DC.

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    Comédias Bob Hearts Abishola e The Neighbourhood são renovadas

    17 de fevereiro de 2021 /

    A rede americana CBS renovou duas séries de comédia que fazem parte de sua programação das noites de segunda-feira. “Bob Hearts Abishola” vai para sua 3ª temporada e “The Neighbourhood” garantiu seu 4º ano de produção. “Estamos extremamente orgulhosos dessas duas comédias e muito felizes em trazê-las de volta na próxima temporada”, disse Thom Sherman, vice-presidente executivo sênior de programação da CBS, em comunicado. “’The Neighbourhood’ e ‘Bob Hearts Abishola’ magistralmente misturam humor com histórias de fácil identificação e culturalmente relevantes, e são âncoras tremendas e bem-sucedidas nas nossas noites de segunda-feira.” As duas sitcoms de estúdio – que estão sendo gravadas durante a pandemia sem suas tradicionais audiências ao vivo – ajudaram a CBS a se destacar nas noites de segunda-feira. “The Neighbourhood”, criada por Jim Reynolds (roteirista de “The Big Bang Theory”) e estrelada e produzida por Cedric the Entertainer (“Uma Turma do Barulho”), é a segunda comédia mais assistida da TV, com um alcance de mais de 7 milhões de telespectadores ao vivo. E “Bob Hearts Abishola”, que marca um reencontro do produtor Chuck Lorre (criador de “The Big Bang Theory”) com o ator Billy Gardell, após trabalharem juntos na comédia “Mike & Molly”, atinge 6,7 milhões de telespectadores. Curiosamente, as duas atrações tratam de relações interraciais. “The Neighbourhood” acompanha a convivência da família encabeçada por Cedric the Entertainer com seus primeiros vizinhos brancos (entre eles, Max Greenfield, de “New Girl”). E “Bob Hearts Abishola” gira em torno do romance de “um cara americano” (leia-se homem branco) por uma enfermeira nigeriana (leia-se mulher negra), vividos respectivamente por Billy Gardell e Folake Olowofoyeku (“Transparent”). O anúncio também marca as primeiras renovações da CBS nesta temporada.

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    Young Rock: Dwayne Johnson comenta trailer da série sobre sua juventude

    16 de fevereiro de 2021 /

    A rede NBC divulgou um trailer comentado de “Young Rock”, série sobre a juventude de Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que estreia nesta terça (16/2) na TV americana. O próprio The Rock apresenta a prévia, sugerindo que todos os fatos da série aconteceram de verdade, embora se materializem como piadas de uma sitcom. A comédia autobiográfica enfoca três fases da vida de Dwayne Johnson, décadas antes de virar um astro de Hollywood. A série vai acompanhar simultaneamente sua infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o fim da adolescência como jogador de futebol americano na Universidade de Miami. Por conta disso, a atração terá três atores diferentes no papel do Jovem Rock: Adrian Groulx (The Rock aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017). Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). E Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série também tem produção e participação especial de Johnson. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Disney anuncia suas primeiras séries europeias de streaming

    16 de fevereiro de 2021 /

    A Disney anunciou nesta segunda (16/2) a produção dos primeiros conteúdos originais europeus para suas plataformas de streaming. Serão 10 programas desenvolvidos na França, Itália, Alemanha e Holanda, incluindo os primeiros projetos para a vindoura Star+ (Star Plus), versão internacional da Hulu, que respondem por oito títulos do total. A lista europeia inclui uma mistura de dramas, fantasias, comédias e documentários, que destaca as séries “The Good Mothers”, sobre mulheres mafiosas, produzida pela empresa italiana Wildside (“We Are Who We Are” da HBO), a fantasia “Parallels”, criada por Quoc Dang Tran (o escritor por trás da série de terror francesa “Marianne” da Netflix), e “Sam – A Saxon”, história do primeiro policial negro da Alemanha Oriental, escrita por Jörg Winger (criador da premiada “Deutschland 83”). Entre as comédia, a Disney+ (Disney Plus) vai retomar a série italiana “Boris” (foto acima), originalmente da Fox, após três temporadas anteriores e um longa-metragem. Liderada por Diego Londono (ex-Fox), vice-presidente executivo de redes de mídia e conteúdo da Disney na EMEA (Europa, Oriente Médio e África), e Liam Keelan (ex-BBC), vice-presidente de conteúdo original na região, a iniciativa europeia da Disney buscou atrair produtores de peso e espera lançar seus primeiros programas ainda em 2021. Em comunicado, Londono disse que a Europa é uma “potência criativa” e os projetos locais ajudarão a Disney+ a se tornar um “destino certo” para o público. Keelan acrescentou: “Nossa oferta europeia inicial ressalta o compromisso regional da Disney com talentos diferenciados e excepcionais, refletindo nosso desejo de trabalhar com os melhores contadores de histórias da indústria”. O lançamento da Star+ deu à dupla mais flexibilidade em termos dos tipos de programas que podem encomendar, embora o mercado adulto seja muito mais competitivo, com Netflix, Amazon e Apple brigando por séries internacionais de alto nível. Além dos programas anunciados, a Disney sinalizou intenção de lançar originais da Espanha e Reino Unido, além de investir mais em produções da Alemanha. O plano é, em última instância, ultrapassar a meta de produção de 50 séries internacionais originais até 2024, anunciada durante o Dia do Investidor no ano passado. Este montante, porém, não é exclusivo da Europa e também conta com produções de outros mercados, como a América Latina.

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    Atriz de Sex Education será protagonista da 2ª temporada de Bridgerton

    15 de fevereiro de 2021 /

    A produção de “Bridgerton” encontrou a atriz principal da sua 2ª temporada. A série da Netflix escalou Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) como Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.

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    The Flash: Trailer da 7ª temporada retoma história interrompida pela covid-19

    15 de fevereiro de 2021 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 7ª temporada de “The Flash”. A prévia mostra que a série vai retomar a história do ponto em que foi interrompida pela pandemia de covid-19. “The Flash” saiu do ar em maio passado antes de exibir todos os capítulos previstos para a temporada. Com isso, os primeiros episódios de 2021 concluirão a trama aberta, centrada no conflito com a versão feminina do vilão Mestre dos Espelhos (Efrat Dor), no fim da Força da Velocidade, com a consequência perda de poderes do Flash (Grant Gustin), e o desaparecimento da esposa do herói, Iris (Candice Patton), presa numa dimensão de espelhos. Além dessas situações não solucionadas, a série também terá que lidar com o destino do Homem-Elástico. O personagem não deve voltar a aparecer após a demissão de seu intérprete, Hartley Sawyer, em junho. O motivo foi o ressurgimento de tuítes antigos contendo referências misóginas e racistas. Escritos antes de Sawyer ingressar na série, os posts eram tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram, mas isso não impediu sua demissão, após se tornar um integrante fixo do elenco em 2018. Ele já foi eliminado da equipe no pôster oficial e não aparece em nenhum trecho do trailer. A situação deve ser abordada no primeiro episódio da nova temporada, que será exibido em 2 de março nos EUA. “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    O Bem-Amado volta em streaming para mostrar que Brasil virou Sucupira

    15 de fevereiro de 2021 /

    A clássica novela “O Bem-Amado” estreou em streaming nesta segunda (15/2), disponibilizada pelo Globoplay. E seu retorno, quase meio século após sua exibição original, surpreendeu público e imprensa pela atualidade de sua trama. Em seus capítulos, a antiga Sucupira de Odorico Paraguaçu ressurge quase como uma premonição sobre o Brasil atual de Jair Bolsonaro. Adaptação feita por Dias Gomes de sua própria peça “Odorico, O Bem-Amado e Os Mistérios do Amor e da Morte” (1962), a obra foi exibida originalmente em 1973 como a primeira novela à cores da Globo. Foi também a primeira exportada e a primeira a conquistar premiação internacional. Marcou época por muitos motivos, mas principalmente graças à fantástica interpretação de Paulo Gracindo no papel do prefeito corrupto Odorico Paraguaçu. O personagem fez tanto sucesso que depois ainda rendeu uma série e permaneceu culturalmente relevante a ponto de ganhar um filme recente (de 2010) com Marco Nanini no papel principal. “O Bem-Amado” também lançou as carreiras da atriz Sandra Brea e até de Lima Duarte como ator da Globo – ele tinha sido contratado como diretor, um ano antes. Ela vivia a filha de Odorico e ele interpretou o matador Zeca Diabo. A história criticava o Brasil do regime militar, satirizando o cotidiano da cidade fictícia de Sucupira. Mas mesmo enfrentando censura – a ditadura proibiu que se falasse em “coronéis”, entre outras coisas – , pintou um retrato da política nacional que se revela extremamente atual no Brasil de Bolsonaro. Candidato a prefeito de Sucupira, o corrupto Odorico Paraguaçu era considerado um mito pela maior parte da população que acreditava em suas mentiras. Ele se elege com a promessa de inaugurar o primeiro cemitério na cidade, mas, como não morria ninguém, resolveu permitir o retorno do matador Zeca Diabo, com a esperança de que ele matasse alguém. Só que Zeca Diabo virou crente e prometeu nunca mais matar ninguém. A esperança do prefeito se volta então para uma epidemia de tifo, na metade da trama, que o levar a querer atrapalhar uma campanha de vacinação (do médico vivido por Jardel Filho) que pode impedir as mortes. Esta não é a única possível coincidência com a realidade atual. Odorico também reagiu com um sonoro “E daí?” ao ser informado sobre a ameaça à saúde da população de Sucupira, disse que não admitia que um adversário político fosse reconhecido por providenciar vacinas e afirmou que iria interceptar os imunizantes para distribuir ele mesmo num posto de saúde que iria inaugurar, ficando com as glórias pelo esforço alheio. O personagem também vivia fazendo trapaças e espalhando mentiras (fake news) para derrotar seus adversários, era aliado das fanáticas religiosas locais, as irmãs Cajazeiras (Ida Gomes, Dorinha Durval e Dirce Migliaccio), defensoras da moral e dos bons costumes, queria controlar a polícia e enxergava a imprensa como sua maior inimiga, perseguindo o principal jornalista da cidade (vivido por Carlos Eduardo Dolabella) por denunciar seus desmandos. Confira abaixo uma cena que confirma como a trama de quase meio século atrás tornou-se extremamente atual.

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