História de “A Máfia dos Tigres” sofre novas reviravoltas no trailer da Parte 2
A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo da 2ª temporada de “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), sua série documental mais bem-sucedida – vista por cerca de 34,3 milhões de espectadores em seus primeiros dias no streaming. A prévia traz depoimentos de Joe Exotic direto da prisão e enverada por várias reviravoltas, a ponto de questionar tudo o que se sabe sobre o caso. Lançada em 20 de março na Netflix, “A Máfia dos Tigres” aborda os crimes de Joseph Allen Maldonado-Passage, popularmente conhecido como Joe Exotic, dono de um zoológico envolvido numa disputa com a ativista Carol Baskin, que acaba preso e acusado de encomendar o assassinato dela. A história se tornou uma obsessão da cultura pop nos primeiros dias da pandemia e atraiu interesse até de plataformas rivais. A Peacock, por exemplo, prepara uma série dramática chamada “Joe Exotic”, estrelada por John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), enquanto a Discovery+ produz nova série documental acompanhando as lutas de Carol Baskin. “A Máfia dos Tigres 2” vai chegar em 17 de novembro.
He-Man e Esqueleto voltam a se enfrentar em trailer de animação
A Netflix divulgou o trailer legendado da Parte 2 de “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, continuação da série clássica de He-Man. Repleta de explosões, a prévia apresenta uma nova luta entre entre He-Man e seus aliados contra Esqueleto e seus asseclas. E pela escala épica do conflito, pode ser a luta definitiva. Criada pelo cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), a adaptação da animação clássica dos anos 1980 tem visual bem diferente da nova versão de She-Ra, a série da irmã do He-Man, que foi totalmente reformulada para uma estética de anime e ainda ganhou apelo LGBTQIA+ para as novas gerações. Mesmo assim, os personagens de “Mestres do Universo” também passaram por uma grande repaginação visual, aproximando-se do visual de “Castlevania”. Não por acaso, a série tem produção da Powerhouse Animation, estúdio por trás de “Castlevania”. A opção por apresentar a prévia legendada também valoriza o elenco de voz, que é impressionante, com Chris Wood (“Supergirl”) no papel do Príncipe Adam/He-Man, Mark Hamill (“Star Wars”) como o Esqueleto, Lena Headey (“Game of Thrones”) como Maligna, Sarah Michelle Gellar (“Buffy, a Caça-Vampiros”) como Teela, Liam Cunningham (também de “Game of Thrones”) como Mentor, Alicia Silverstone (“As Patricinha de Beverly Hills”) como a Rainha Marlena e muitos outros. Até Alan Oppenheimer, que fez a voz original do Esqueleto, faz parte da equipe de dubladores interpretando outro vilão, Homem-Musgo. A estreia está marcada para 23 de novembro.
Gilberto Braga (1945-2021)
Gilberto Braga, um dos mais importantes autores de novelas do Brasil, morreu nesta terça-feira (26/10). O escritor, que completaria 76 anos na próxima segunda-feira, estava internado no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, onde enfrentava uma infecção sistêmica após uma perfuração do esôfago – lesão apontada como causa da morte. Casado com o decorador Edgar Moura Brasil, o autor também sofria do Mal de Alzheimer. Braga escreveu mais de 20 novelas, especializando-se em apresentar tramas de assassinato misterioso, que precisava ser resolvido nos últimos capítulos. Ele foi o primeiro teledramaturgo autêntico do Brasil, o primeiro autor brasileiro formado exclusivamente na televisão – jamais escreveu para teatro – , e fez sua trajetória praticamente inteira na rede Globo, iniciando com tramas do “Caso Especial” (antologia de teledramas) em 1972. Em toda a carreira, ele só fez uma obra fora da Globo, o roteiro do filme “Fim de Festa”, dirigido por Paulo Porto em 1978. A especialização em novelas aconteceu por acaso e sob pressão. Após entregar o quinto roteiro de “Caso Especial”, foi convencido pelo diretor Daniel Filho, na época responsável pela dramaturgia da Globo, a escrever seu primeiro folhetim em 1974, em parceria com o já experiente Lauro César Muniz. O resultado foi a novela “Corrida do Ouro”, desenvolvida para o horário das 19h “aos trancos e barrancos”, como ele próprio descreveu em entrevista à sua irmã historiadora Rosa Maria Araujo, num especial sobre os 70 da televisão do jornal O Globo. Em seguida, recebeu de Daniel Filho a missão de preencher o novo horário de novelas da emissora às 18h, inaugurando a fase áurea de adaptações de romances históricos com “Helena”, de Machado de Assis, em 1975. No mesmo ano, ainda escreveu a adaptação de “Senhora”, de José de Alencar, antes de criar seu primeiro fenômeno de audiência. Estrelada por Lucélia Santos, “Escrava Isaura” marcou época. A versão televisiva do romance de Bernardo Guimarães tornou-se a novela das 18h mais famosa de todos os tempos, ampliando sua popularidade com a passagem do tempo, graças a várias reprises. A produção também virou o primeiro grande produto de exportação da Globo, numa época em que a emissora carioca mal tinha planos de expansão internacional. Foi exibida até na China. Depois de despedir-se das 18h com “Dona Xepa” (1977), outro sucesso, foi direto, sem escalas, para o horário nobre, assinando sua primeira novela das 20h: o estouro “Dancin’ Days” em 1978. O melodrama, que combinava vida noturna moderna e drama existencial de uma ex-presidiária, foi a primeira novela urbana de Sonia Braga, fez deslanchar a carreira da adolescente Gloria Pires e contou com uma das melhores brigas femininas da história da TV brasileira (entre Sonia Braga e Joana Fomm), sem esquecer que lançou moda, vendeu muitos discos e ajudou a popularizar as discotecas no país. O autor continuou a fazer sucesso em “Água Viva” (1978), na qual inaugurou sua mania de mistérios criminais, lançando o bordão “Quem matou Miguel Fragonard?” (Raul Cortez), além de ter sido responsável por introduzir em “Brilhante” (1980) o primeiro protagonista homossexual (então no armário) da teledramaturgia nacional, vivido por Dennis Carvalho. Mais: com “Corpo a Corpo” e a genial atriz Zezé Motta, assinou mais um divisor de águas, transformando racismo em tema de novela em 1984. Entre tantas novelas, Braga ainda teve tempo para revolucionar as minisséries com sua primeira incursão no gênero, a romântica e nostálgica “Anos Dourados”, que fez o país se apaixonar por Malu Mader em 1986, seguida pela produção de “O Primo Basílio”, adaptação primorosa do romance histórico de Eça de Queirós. Revigorado pelas minisséries, ele voltou com tudo às narrativas longas. E dez anos depois de eletrizar o público com “Dancin’ Days”, parou o Brasil com “Vale Tudo” (1988). A trama de mau-caratismo consagrou a jovem adulta Gloria Pires como a malvadinha Maria de Fátima, eternizou a diva Beatriz Segall como a vilã das vilãs, Odete Roitman, e terminou quebrando todos os recordes de audiência, graças ao mistério de “Quem matou Odete Roitman”. Ironicamente, foi quando se achou o dono do mundo, em que nada que escrevia parecia falhar, que Braga amargou seu maior – talvez o único – dissabor, com a rejeição do público à trama de “O Dono do Mundo” (1991). A novela enfrentou vários protestos por sua premissa, em que Antonio Fagundes apostava ser capaz de tirar a virgindade de Malu Mader. A intenção era discutir ética. Mas o público se assustou. A ironia é que, dois anos depois, o mesmo público foi lotar os cinemas para ver uma parábola moral similar, só que made in Hollywood, no filme americano “Proposta Indecente”. O autor se vingou com a minissérie “Anos Rebeldes” (1992), retratando a resistência à ditadura, então ainda recente, com cenas de tortura para sacudir o público. A série acabou projetando Cláudia Abreu, que depois faria o melhor papel da carreira na melhor novela de Braga, “Celebridade”, em 2003. Juntando suas estrelas de “Anos Dourados” e “Anos Rebeldes”, Braga mostrou um novo “Vale Tudo” na era do culto às celebridades e com direito até a um “quem matou Lineu?” (Hugo Carvana). Só que, diferente dos anos 1980, pela primeira vez controlou todos os aspectos da obra, da escalação do elenco à trilha sonora. Por isso, dizia que “Celebridade” era sua novela favorita. Entre outras novelas, ainda se consagrou com “Paraíso Tropical” (2008), que também é lembrada por seus vilões – Bebel e Olavo, vividos por Camila Pitanga e Wagner Moura. A obra recebeu indicação ao Emmy Internacional. Ele continuou a escrever novelas até 2015, quando assinou “Babilônia”, mas a doença o tirou da TV. Nos últimos anos, tornou-se recluso. Mesmo assim, tinha planos. Na entrevista à irmã, publicada em 2020 em O Globo, disse que estava aproveitando a quarentena da pandemia para realizar com colaboradores uma adaptação do clássico britânico “Feira das Vaidades”, de William Makepeace Thackeray, passada no Rio de Janeiro dos anos 1920.
Trailer de “Cowboy Bebop” confirma estética de anime
A Netflix divulgou, enfim, o trailer da série sci-fi “Cowboy Bebop”, adaptação do anime clássico. Depois de apresentar a introdução e até um curta-metragem da série, o vídeo confirma que a atração vai usar e abusar da estética do desenho animado original. Além disso, a prévia também destaca a dinâmica instável do trio de protagonistas. Baseado no anime cultuadíssimo de Shinichirō Watanabe, que estreou no Japão em 1998, a atração gira em torno das aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. O elenco traz John Cho (“Procurando…”) como o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet. Já o elenco de apoio inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Tamara Tunie (“Law & Order: SVU”) como Ana, Mason Alexander Park (“iCarly”) como Gren e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. A 1ª temporada de dez episódios estreia em 19 de novembro.
Estreia de “Chucky” é vista por mais de 4 milhões nos EUA
A série “Chucky”, que retoma o personagem da franquia “Brinquedo Assassino”, foi vista por 4,4 milhões de pessoas em sua estreia nos Estados Unidos, onde foi transmitida de forma simultânea em dois canais pagos. Os dados da auditoria Nielsen somaram o público de uma semana das transmissões feitas por USA Network e SyFy Channel, incluindo reprises neste período. O número é considerado elevado para os dois canais. Mas a estreia não obteve só boa audiência. A crítica avaliou positivamente o episódio inaugural com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Chucky” estreou em 12 de outubro na TV dos EUA, e será lançado no Brasil pela nova plataforma de streaming da Disney, Star+, nesta quarta-feira (27/10). Na trama, o personagem-título encontra suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”) e Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”), além de Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988, e Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”. Além disso, a série recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Veja abaixo o trailer da série.
Programa de culinária de Sandy estreia em novembro na HBO Max
A HBO Max revelou nas redes sociais a data de estreia de “Sandy + Chef”, versão brasileira do programa de culinária “Selena + Chef”, apresentado por Selena Gomez. A atração chega no dia 11 de novembro em streaming. A cantora Sandy comemorou o anuncio oficial em seu Instagram. “Aê! Eu tava ansiosa por este momento e agora temos data: no dia 11 de novembro estreia ‘Sandy + Chef’, meu programa (hum, que chique…) na HBO Max!”, escreveu na legenda de uma foto em que aparece maquiada em sua cozinha. Segundo a artista, os convidados especiais da 1ª temporada serão integrantes de sua própria família. “Será que meus convidados mais do que especiais vão aprovar meus pratos? Ou vão aliviar na opinião porque são todos da família? Isso mesmo: convidei meu marido, meus pais, meu irmão, meus cunhados, Amon e Mônica, minha sogrinha e meu primo, o Marinho. E se pensaram que eles foram só pra comer, estão enganados! Ajudaram bastante, viu? Foi uma superdiversão. Cozinhei alguns pratos que jamais imaginei fazer”, adiantou. Cada episódio mostrará Sandy recebendo dicas de um chef para preparar o prato do dia. A lista inclui Paola Carosella, Murakami, Lili Almeida, Thiago Castanho, Renata Vanzetto e João Diamante. O divertido no programa americano, que chega à 3ª temporada na quinta (28/10), é o fato de Selena Gomez ser péssima cozinheira e cometer alguns desastres da cozinha. Será que Sandy vai se sair melhor? Eu acho que pirei, meus pés saíram do chão! 💜 Dia 11 de novembro estreia Sandy + Chef na https://t.co/jBHXpvKybS pic.twitter.com/uaopUKY8rH — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 26, 2021 View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Sandy (@sandyoficial)
“Sintonia” ganha novo teaser com reencontro entre personagens
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Sintonia”, que destaca o reencontro entre os três protagonistas da série. A evolução dos personagens vai mostrar MC Doni em busca de sucesso na indústria musical, Rita tentando reabrir uma igreja na periferia e Nando em situações de risco, ao se envolver cada vez mais com o crime. Na prévia, ele é seguido e vigiado de perto. Estrelada por Jottapê, Bruna Mascarenha e Christian Malheiros, a atração produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, teve seu retorno atrasado devido às dificuldades da pandemia. Gravada em Jaraguá, bairro de São Paulo, com todos os protocolos de segurança, a 2ª temporada vai chegar nesta quarta (27/10) em streaming.
“Succession” é renovada para a 4ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Succession” para sua 4ª temporada. Em postagem nas redes sociais, a plataforma acrescentou que “muita coisa ainda vai rolar”, sugerindo que a série tem várias reviravoltas pela frente. A renovação acontece após a estreia da 3ª temporada registrar a maior audiência da série nos EUA desde seu lançamento em 2018 no canal pago HBO. “A cada temporada de ‘Succession’, Jesse Armstrong continua a superar nossas expectativas mais extravagantes, puxando-nos mais profundamente para o santuário interno da família Roy com sagacidade, humanidade e precisão incríveis”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado sobre a renovação. “Esta temporada sem dúvida não é exceção, e não poderíamos estar mais animados com tudo o que está reservado para a próxima temporada.” A série criada por Jesse Armstrong acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox – e venceu nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada, incluindo o prêmio principal de Melhor Série de Drama. A 3ª temporada iniciou exatamente do ponto em que a trama foi interrompida ao final do segundo ano, após a briga pelo poder entre Kendall Roy (Jeremy Strong) e seu pai Logan (Brian Cox), mostrando o clima tenso e a divisão da família sobre qual lado tomar. “Succession” é exibida aos domingos em todo o mundo pelo canal HBO e pela plataforma HBO Max. Muita coisa ainda vai rolar. #Succession volta para a 4ª temporada. https://t.co/z3PgX4UgHN — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 26, 2021
Batwoman: Warner defende Dougray Scott de acusações de Ruby Rose
Ruby Rose voltou a atacar a produção de “Batwoman” e seu ex-colega Dougray Scott, que interpretou seu pai na série. Ela publicou vários Stories do Instagram, retomando acusações que fez inicialmente na semana passada. Entre os pontos principais estão a falta de segurança no set, que lhe rendeu muitos machucados, a exigência de precisar trabalhar dez dias após passar por uma cirurgia devido a um acidente nas gravações e o desrespeito de Scott aos colegas de trabalho. A Warner Bros., que já tinha se pronunciado após as primeiras acusações, dizendo que Ruby Rose tinha sido demitida da série por “mau comportamento”, subiu o tom para defender Dougray Scott. Chamando Scott de “profissional consumado”, o estúdio condenou explicitamente os comentários da atriz e afirmou que nunca houve qualquer “alegação de intimidação ou de comportamento abusivo contra ele” durante toda a produção. Ao contrário do que aconteceu com Rose. O estúdio reforçou que ela foi demitida por “várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho”. “Condenamos os comentários feitos por Ruby Rose sobre Dougray Scott. A Warner Bros. considera o Sr. Scott um profissional consumado e nunca recebeu qualquer acusação contra ele de bullying ou de comportamento abusivo de sua parte. O Sr. Scott era muito respeitado e admirado por seus colegas e era um líder no set”, pronunciou-se a Warner em um comunicado. “A Warner Bros. Television não renovou a opção de Ruby Rose por mais uma temporada por causa de várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho, que foram amplamente analisadas pelo estúdio”. Dougray Scott refutou as acusações, mas segundo Ruby Rose não teria feito apenas isso. Num de seus Stories, ela revelou que está sendo processada no valor de US$ 10 milhões por calúnia e difamação. A atriz acrescentou que tem “muitas testemunhas apresentando reclamações piores do que apenas a sua raiva”. E ameaçou o produtor Greg Berlanti, criador do “Arrowverso”, por supostamente compartilhar seu advogado com o ator, dizendo que vai vencer o processo e “usar o dinheiro do caso para enfrentar Berlanti”. A saída repentina da protagonista no final da 1ª temporada de “Batwoman” pegou os fãs da série de surpresa. Mas a atração continuou a ser produzida com uma nova personagem principal. Javicia Leslie assinou contrato para virar uma segunda Batwoman, diferente da personagem de Rose. Leslie interpreta Ryan Wilder, que assume o capuz da heroína após o desaparecimento repentino de Kate Kane, a personagem de Rose. Atualmente em sua 3ª temporada, “Batwoman” é exibida no Brasil pela plataforma HBO Max.
Diretor dos filmes dos Muppets vai comandar a série de “Percy Jackson”
O escritor Rick Riordan anunciou nesta segunda (25/10) em seu blog que a série “Percy Jackson”, em desenvolvimento na plataforma Disney+, definiu diretor. O piloto da atração será assinado por James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”, que também é uma produção da Disney+. “James [Bobin] conhece bem os livros de Percy. Seus filhos são fãs. Seu humor é maravilhoso. Estamos em boas mãos, semideuses, e temos sorte de tê-lo em nosso time. Mantenha seu dedos cruzados para que tudo corra da maneira que esperamos!”, escreveu o autor dos livros de “Percy Jackson”. Anteriormente, o autor revelou que a atração de streaming vai adaptar “os cinco livros de Percy Jackson, começando com ‘O Ladrão de Raios’ na 1ª temporada”, além de afirmar estar pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série”. A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. O primeiro foi justamente “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010), que conta sua origem. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), que decepcionou nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). Com a interrupção das adaptações, os fãs deram início a uma campanha para transformar os livros numa série. Os dois filmes foram produzidos pela 20th Century Fox, que foi adquirida pela Disney visando justamente alimentar seu serviço de streaming com produções baseadas no catálogo do estúdio.
Julia Garner vira golpista em fotos de minissérie de Shonda Rhimes
A Netflix divulgou as primeiras fotos da nova série estrelada por Julia Garner, vencedora de dois prêmios Emmy por “Ozark”. A atriz vai continuar a viver uma criminosa na plataforma após o fim previsto de “Ozark” em 2022. Ela interpretará uma socialite golpista da vida real em “Inventando Anna” (Inventing Anna), uma minissérie criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”). Baseada numa reportagem da revista The Cut, a atração vai girar em torno da jornalista que investiga o caso de Anna Delvey, uma mulher que roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Além de Garner, o elenco também conta com Anna Chlumsky (“Veep”), Katie Lowes (“Scandal”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Alexis Floyd (“The Bold Type”), Arian Moayed (“Succession”), Anders Holm (“The Mindy Project”), Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”), Jeff Perry (“Grey’s Anatomy”) e Terry Kinney (“Billions”). Ainda não há previsão de estreia. Essas são as primeiras imagens de Julia Garner como Anna Delvey em Inventando Anna, minha nova série da Shondaland. Na trama, uma jornalista investiga o caso de Anna Delvey, a mulher que roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Estreia em 2022. pic.twitter.com/H3TYjMe3SI — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 25, 2021
Insânia: Trailer revela clima de suspense da série brasileira da Star+
A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer completo de “Insânia”, sua primeira série original brasileira. A prévia revela o clima tenso da trama de suspense. A trama acompanha a policial científica Paula (Carol Castro, de “Veneza”), que acorda em uma misteriosa clínica psiquiátrica. Lá, sua mente vagueia por caminhos sombrios e duvidosos, chegando à beira da insanidade, enquanto questiona o verdadeiro motivo de sua hospitalização e desvenda uma conspiração aterrorizante. O elenco também destaca Rafaela Mandelli (“O Negócio”), Bella Camero (“Malhação”), Eucir de Souza (“Rua Augusta”), Rafael Losso (“Rotas do Ódio”) e Samuel de Assis (“Me Chama de Bruna”). Concebida por Lucas Vivo (“Pacto de Sangue”), a série também tem roteiros de Marcelo e Walter Slavich, criadores de “Sr. Ávila”, e direção de Gustavo Bonafé (“Irmandade”). Com oito episódios, a produção é da Intro Pictures e a estreia está marcada para 3 de dezembro.
JoAnna Cameron (1951–2021)
A atriz JoAnna Cameron, que marcou época como “A Poderosa Isis”, morreu na sexta-feira (22/10) no Havaí, após sofrer um acidente vascular cerebral, com 70 anos de idade. Antes de virar super-heroína, ela já chamava atenção por aparecer em várias comédias que exploravam sua beleza. Seu primeiro papel foi em “Como Cometer um Casamento” (1969), contracenando com os comediantes Bob Hope e Jackie Gleason. Também apareceu em “O Seu Caso Era Mulher” (1970) com Elliott Gould, “Garotas Lindas aos Montes” (1971) com Rock Hudson e “O Super Amante” (1971) com Peter Kastner. Sua conversão em atriz televisiva aconteceu na série “Marcus Welby, M.D.”, na qual viveu uma enfermeira recorrente de 1970 a 1972. Ainda teve participações em “Daniel Boone”, “Os Audaciosos”, “Controle Remoto” e “Columbo”, mas só entrou para a História da TV ao vestir o microvestido da primeira super-heroína da televisão. “A Poderosa Isis” foi uma criação original de Marc Richards (que também assinou o desenho dos “Ghostbusters”) como complemento para as aventuras do Capitão Marvel em “Shazam!”. Na série, uma arqueóloga chamada Andrea Thomas ganhava poderes e minissaia ao encontrar uma relíquia egípcia da deusa Isis. Como a personagem também apareceu em crossovers de “Shazam!”, a DC Comics resolveu lançar seus quadrinhos. Com isso, ela virou personagem da editora e teve até sua própria revista, embora a série tenha durado apenas duas temporadas, entre 1975 e 1976. Isis acabou se tornando pioneira, ao provar que mulheres poderosas poderiam ter suas próprias séries de ação. Um ano depois de sua estreia, a TV ganhou mais duas heroínas: a Mulher Biônica de Lindsay Wagner e a Mulher-Maravilha de Lynda Carter. Após o fim de “A Poderosa Isis”, a atriz ainda foi para a Marvel e apareceu na série live-action do “Homem-Aranha” em 1978, mas largou a atuação logo em seguida, após o telefilme “Swan Song” com Davis Soul, em 1980. Tinha apenas 29 anos. Depois de deixar a TV, Cameron trabalhou por 10 anos como enfermeira no setor de saúde domiciliar antes de iniciar uma carreira em marketing hoteleiro no Havaí, onde morou até o fim da vida. A personagem que ela originou também desapareceu por várias décadas, mas acabou retornando durante a minissérie “52”, que serviu de reboot para os quadrinhos da DC Comics em 2006. Na ocasião, Isis teve seu nome alterado para Adrianna Tomaz e relacionada ao anti-herói Adão Negro. Embora tenha sido uma volta breve – ela morre na minissérie – , a editora decidiu rever seu status num novo reboot, “Os Novos 52”, que a devolveu permanentemente à continuidade dos quadrinhos da DC em 2011. Quase tão popular quanto na época de JoAnna Cameron, a personagem – sem o nome original, que hoje é relacionado à sigla em inglês do grupo terrorista Estado Islâmico – , pode ser vista atualmente na série “Legends of Tomorrow”, interpretada por Tala Ashe, e estará no filme “Adão Negro”, previsto para 2022, com interpretação de Sarah Shahi (“Sex/Life”).












