Animes de “Star Wars: Visions” voltam em 2023
A Disney+ anunciou a renovação da série de curtas animados “Star Wars: Visions”, que voltará com episódios inéditos no primeiro semestre de 2023. A produção é a primeira série anime da saga espacial. Com formato de antologia, a 1ª temporada estreou em setembro passado reunindo nove curtas criados por estúdios japoneses. Sete estúdios ao todo: Kamikaze Douga, Geno Studio, Studio Colorido, Trigger, Kinema Citrus, Science Saru e Production IG. A atração tem produção de Kanako Shirasaki, co-produtor do anime “Eden”, lançado no ano passado pela Netflix. #StarWarsVisions retorna em 2023 no #DisneyPlus. #StarWarsCelebration pic.twitter.com/WlA2ZWONEE — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) May 29, 2022
Jensen Ackles faz campanha antidrogas em vídeo de “The Boys”
A Amazon Prime Video divulgou um novo vídeo da aguardada 3ª temporada de “The Boys” nas redes sociais. Trata-se de um “antigo” comercial de serviço público, em que o ator Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”) aparece na pele do “super” Soldier Boy fazendo campanha antidrogas. Como se sabe, os super-heróis da série são resultado de experiências à base de drogas perigosas. Muitos permanecem viciados na substância que lhes deu superpoderes até hoje. Assim, o comercial é mais uma alusão à hipocrisia da sociedade, criticada na série por meio de clichês dos quadrinhos. Os produtores também divulgaram o vídeo dos outtakes e bloopers, as cenas que foram cortadas por contar palavrões e erros de gravações, em que Soldier Boy demonstra o oposto de sua mensagem oficial. “Se tomar drogas não é cool, eu sou o filhodamãe menos cool do planeta”, ele debocha, rindo do texto que precisa dizer. Os novos episódios vão estrear na sexta-feira (3/6). Going through our vaults, we discovered this lost footage of America's greatest hero, Soldier Boy. On this day, we salute the sacrifices made by the few, for the benefit of the many. Let’s all heed his important reminder: real heroes don’t use drugs. pic.twitter.com/6ZOtNzE9id — Vought International (@VoughtIntl) May 30, 2022 This your Captain, America? pic.twitter.com/1eYAcGK71L — THE BOYS (@TheBoysTV) May 31, 2022
Alycia Debnam-Carey se despede de “Fear the Walking Dead” após 7 temporadas
A atriz australiana Alycia Debnam-Carey usou o Instagram para se despedir de Alicia Clark, personagem que interpretou em sete temporadas de “Fear the Walking Dead”. Seu último episódio vai ao ar nesta segunda (30/5) no país, pelo canal pago AMC Brasil. “Eu tinha 21 anos quando comecei esta jornada louca – e, agora, aos 28, após sete anos e 100 episódios, decidi que era hora de seguir em frente como atriz e como pessoa. Como é da natureza da nossa profissão, eu precisava sair por aí procurando novos desafios e oportunidades”, explicou ela. “Me sinto muito sortuda por ter feito parte de algo tão incrível por tanto tempo. Espero que vocês possam entender e respeitar a minha escolha de continuar crescendo e expandindo minha carreira. Eu não estaria aqui sem vocês, e me sinto grata”, completou. A série encerra sua 7ª temporada na próxima semana, mas o destino de Alicia vai ficar em aberto. Grande spoiler daqui pra frente. Infectada por uma mordida de zumbis, Alicia parece milagrosamente se curar em sua cena final, mas o contexto deixa no ar se isso foi fato ou delírio, fazendo-a desaparecer em meio à fumaça de um grande incêndio, enquanto ruma para uma nova aventura. Assim, ela se junta à personagem Al (Maggie Grace), que também continua viva, mas sem fazer mais parte da trama da atração. Por outro lado, o final aberto permite um retorno em algum ponto do futuro, como aconteceu com Kim Dickens, que, ironicamente, retomou o papel de Madison Clark, a mãe de Alicia, no episódio posterior à despedida de Alycia Debnam-Carey. Vale lembrar que a atriz australiana já morreu antes numa série, “The 100”, e o clamor dos fãs a fez retornar várias vezes em participações especiais. O destino de Alicia, por sinal, fará parte de uma discussão importante entre Madison e Morgan (Lennie James) em seu primeiro contato na série, previsto para a semana que vem. E o tom indica que a morte da personagem não será aceita sem questionamentos. Mas situação mais urgente precisará ser resolvida antes de qualquer busca por Alicia, quando ambos retornarem na 8ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alycia Debnam-Carey (@alyciajasmin)
Milton Gonçalves (1933-2022)
O ator Milton Gonçalves, pioneiro da representatividade na TV e no cinema brasileiros, morreu nesta segunda-feira (30/5), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 88 anos, por consequência de problemas de saúde que vinha enfrentando desde que teve um AVC em 2020, enquanto participava de uma feijoada na quadra da escola de samba Salgueiro. Com uma carreira vasta, iniciada nos anos 1950, ele chegou na TV pelo teatro, ou melhor pelo teleteatro, integrando várias adaptações de textos dramatúrgicos que preenchiam o “Grande Teatro Tupi”, antes das primeiras novelas. Mas sempre foi mais ligado ao cinema, estreando na tela grande em “O Grande Momento”, clássico de Roberto Santos lançado em 1958. O ator fez parte de momentos marcantes do cinema nacional, a partir das participações em “Cidade Ameaçada” (1960), de Roberto Farias, um dos pioneiros do gênero policial brasileiro, e no revolucionário “Cinco Vezes Favela” (1962), que colocou as comunidades cariocas na tela. Nesta antologia de tramas de favela trabalhou com o mestre do Cinema Novo Joaquim Pedro de Andrade. Sua trajetória praticamente se confunde com história da sétima arte no país, desde chanchadas com Dercy Gonçalves (“Sonhando com Milhões”, em 1963), dramas de cafajestes de Jece Valadão (“Procura-se uma Rosa” e “História de um Crápula”, em 1964 e 65), marcos do Cinema Novo (além de “Cinco Vezes Favela”, a adaptação de “Grande Sertão”, feita em 1965 por Geraldo e Renato Santos Pereira, o politizado “O Bravo Guerreiro”, de Gustavo Dahl, de 1968, e o icônico “Macunaíma”, de Joaquim Pedro de Andrade, em 1969), musicais de pop/rock (“Em Busca do Tesouro”, com Jerry Adriani, em 1967, e “É Simonal”, com Wilson Simonal em 1970), cinema underground (“O Anjo Nasceu”, de Júlio Bressane, em 1969) e até protótipos da pornochanchada (“Toda Donzela Tem Um Pai Que É Uma Fera” e “Os Paqueras”, respectivamente de Roberto e Reginaldo Farias, em 1966 e 1969), além de sucessos populares (“O Homem Nu”, de Roberto Santos) e a consagração como o bandido favorito do emergente gênero policial brasileiro (“Paraíba, Vida e Morte de um Bandido”, “Mineirinho Vivo ou Morto”, “Na Mira do Assassino”, “Máscara da Traição”, “Pedro Diabo Ama Rosa Meia Noite”, “Sete Homens Vivos ou Mortos”, apenas entre 1966 e 1969). Ele continuou se destacando na tela grande nos anos seguintes, mas após ser contratado pela Globo foi como se só fizesse novelas, tamanha a popularidade alcançada por alguns de seus personagens, como o Zelão das Asas, de “O Bem-Amado” (1973), e o médico Percival, de “Pecado Capital” (1975). Sua longa experiência cinematográfica também o credenciou a se tornar diretor de novelas, estreando na função em “Irmãos Coragem” (1970), de Janete Clair, primeira produção com cenas intensas de ação da TV brasileira e um dos maiores sucessos da Globo em todos os tempos, além de ter comandando “Selva de Pedra” (1972), “O Bem-Amado” (1973) e “Escrava Isaura” (1976), outros fenômenos de audiência – no caso da última, audiência mundial. Também participou da série infantil “Vila Sésamo” (1972), como o Professor Leão, ao lado de Sonia Braga e Armando Bógus, e se destacou como ator em mais de 40 novelas e minisséries, incluindo “Roque Santeiro” (1985), “Tenda dos Milagres” (1985), “As Noivas de Copacabana” (1992), “Agosto” (1993), “Chiquinha Gonzaga” (1999), “Sinhá Moça” (2006), primeira novela da Globo indicada ao Emmy Internacional, e “A Favorita” (2008), atualmente sendo reprisada na TV. Ao mesmo tempo, continuou preenchendo as telas de cinema com performances antológicas, clássico atrás de clássico. Foram mais de 80 longa-metragens! Se já tinha sido o cara do cinema dos anos 1960, atuando em praticamente todos os gêneros populares no período, seguiu fazendo História com “A Rainha Diaba” (1974), de Antonio Carlos da Fontoura, em que viveu uma drag queen criminosa, foi premiado pela primeira vez no Festival de Gramado pelo papel coadjuvante de “Barra Pesada” (1977), drama criminal dirigido pelo ator Reginaldo Faria, com quem contracenou em “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, que denunciou tortura e chegou a ser proibido pela ditadura. Ainda integrou “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), de Leon Hirszman, como um operário engajado no drama grevista que marcou a abertura democrática do país, e ajudou a contar a história de Palmares em “Quilombo” (1984), de Cacá Diegues. Babenco foi responsável por lançar sua carreira internacional em “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), premiado com o Oscar. Por isso, mesmo sem sair do Brasil, ele foi dirigido pelos americanos Paul Mazursky na comédia “Luar sobre Parador” (1988), Zalman King no erótico “Orquídea Selvagem” (1989), Rick King no thriller de ação “Kickboxer 3: A Arte da Guerra” (1992), e Jeff e Michael Zimbalist na biografia “Pelé: O Nascimento de uma Lenda” (2016), sem esquecer do francês Éric Rochat em “O Quinto Macaco” (1989) – o que lhe permitiu contracenar com astros de Hollywood como Richard Dreyfuss, Mickey Rourke, Vincent D’Onofrio e Ben Kingsley. Gonçalves também participou de “O Que é Isso, Companheiro?” (1997), drama político de Bruno Barreto indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, do remake de “O Homem Nu” (1997), de Hugo Carvana, do musical “Orfeu” (1999), uma de suas muitas parcerias com Cacá Diegues, e muitos, muitos outros filmes. Especialista em produções criminais, ele ganhou um troféu internacional por integrar o elenco de “Carandiru” (2003), de Babenco, no Festival de Cartagena. Mas nem sempre foi bandido. Também foi delegado em “Bufo & Spallanzani” (2001), de Flávio Ramos Tambellini, e até Presidente da República em “Segurança Nacional” (2010), de Roberto Carminati. Fez de tudo um pouco, até três produções da Xuxa. E trabalhou com os maiores cineastas que viveram no país, incluindo mestres negros, como Antonio Pitanga e Joel Zito Araújo. Vivendo o pai de “Filhas do Vento”, de Araújo, conquistou o Kikito de Melhor Ator do Festival de Gramado em 2004. Entre seus trabalhos mais recentes estão “Quincas Berro d’Água” (2010), de Sérgio Machado, “O Abismo Prateado” (2011), de Karim Aimouz, “Assalto ao Banco Central” (2011), de Marcos Paulo, “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker, “Carcereiros: O Filme” (2019), de José Eduardo Belmonte, e “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso” (2019), de Allan Fiterman e Denise Saraceni. Seu último longa foi “Hermanoteu na Terra de Godah: O Filme” (2022), adaptação de uma comédia teatral popular, enquanto sua despedida televisiva se deu em dois tempos: no streaming com “Filhas de Eva” (2021) e na TV aberta com “Juntos a Magia Acontece: Especial de Natal” (2019), primeiro especial de Natal com uma família negra da televisão brasileira, que venceu o Leão de Ouro na categoria Entretenimento, no Festival Internacional de Criatividade de Cannes. Sua morte causou comoção nos colegas de cena. “O coração está pequeno agora”, escreveu Lázaro Ramos nas redes sociais. “Choro com sua partida. E agradeço imensamente todos os caminhos que o senhor abriu pra nós. Me sinto privilegiado por ter te assistido em cena e testemunhado toda sua inteligência cênica, assim como me sinto honrado por termos nos encontrado tantas vezes no trabalho. Obrigado por ser inspiração e pelo seu pioneirismo. Receba meu mais caloroso aplauso, seu Milton Gonçalves”. “É uma perda gigante porque Milton representa o que temos de melhor”, disse Taís Araújo em depoimento ao jornal O Globo. “E quando a gente perde alguém por aqui, a gente ganha um ancestral. E ganhar um ancestral significa que ele continua entre nós e que seu legado agora é nosso norte. Fui ‘filha’ de Milton em três novelas e um filme, não poderia ter um mestre melhor. Ele segue sendo minha bússola e jamais deixará de ser um dos faróis de nossa arte com seu talento e por ter aberto tantos caminhos”. “Quando alguém de tanta importância se despede de nós, sempre me faltam muitas palavras, como agora…”, postou Zezé Motta nas redes sociais. “Milton Gonçalves era dos mais importantes atores que este país já teve. Milton faz parte da história da TV brasileira. Um gênio, elegante, brilhante profissional. Foram muitos sets juntos, muitas histórias, muitas famílias… Nosso último trabalho juntos foi no especial ‘Juntos a Magia Acontece’, que ganhou prêmio em Cannes. Descanse em paz meu querido colega. Obrigada por tanto, você é eterno. Você é referência.”
Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista
Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo? | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS | KATE BUSH | 1979 | WOW | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL
Conheça as músicas da 4ª temporada de “Stranger Things”
A trilha sonora da 4ª temporada de “Stranger Things” surpreendeu os fãs que esperavam apenas hits dos anos 1980. Eles estão lá, mas acompanhados até por composições eruditas. A seleção de faixas que sonoriza a produção dos irmãos Duffer inclui ópera, sinfonias, jazz, surf music, funk, rock, synthpop e até rap recente. O mais curioso é que, apesar da trama se passar em 1986, apenas uma gravação presente na seleção foi lançada naquele ano: a versão de “California Dreamin'” dos Beach Boys, ouvida no primeiro episódio. Algumas músicas se repetem, como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald, mas principalmente “Running Up that Hill”, de Kate Bush, transformada numa espécie de tema da personagem Max (Sadie Sink). Veja abaixo, por ordem cronológica de lançamento, as 20 músicas mais importantes dos sete episódios da primeira parte da 4ª temporada da atração, disponíveis desde sexta (27/5) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME | RICKY NELSON | 1961 | TRAVELIN’ MAN | SURFARIS | 1963 | WIPE OUT | KISS | 1976 | DETROIT ROCK CITY | TALKING HEADS | 1977 | PSYCHO KILLER | THE CRAMPS | 1980 | I WAS A TEENAGE WEREWOLF | THE CRAMPS | 1980 | FEVER | MUSICAL YOUTH | 1982 | PASS THE DUTCHIE | DONNELL PITMAN | 1983 | BURNING UP | PHILIP GLASS | 1983 | PROPHECIES | PHILIP GLASS | 1984 | AKHNATEN AND NEFERTITI | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | DEAD OR ALIVE | 1985 | YOU SPIN ME ROUND (LIKE A RECORD) | FALCO | 1985 | ROCK ME AMADEUS | BALTIMORA | 1985 | TARZAN BOY | STARPOINT | 1985 | OBJECT OF MY DESIRE | BEACH BOYS | 1986 | CALIFORNIA DREAMIN’ | EXTREME | 1989 | PLAY WITH ME | HIPBONE SLIM & HIS FROGMEN | 2013 | LEGLESS | ABM CUTTHROAT | 2020 | SURVIVE
Chloe: Stalker digital protagoniza trailer de série de suspense
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Chloe”, minissérie de suspense que foi lançada em fevereiro no Reino Unido com muitos elogios, e vai chegar ao streaming mundial em 24 de junho. Coprodução da Amazon com a BBC, “Chloe” acompanha a história de Becky Green, uma stalker digital, obcecada em acompanhar as redes sociais de sua antiga amiga de infância Chloe Fairbourne. A vida encantadora de Chloe, o marido adorável e o círculo de amigos bem-sucedidos estão sempre a um clique de distância, num grande contraste com a própria vida de Becky cuidando da mãe, que foi diagnosticada com demência precoce. Até que Chloe morre de repente, deixando a stalker em crise de abstinência. Inconformada, ela quer continuar seguindo a vida – ou melhor, a morte – de Chloe. Para isso, assume uma nova identidade e se infiltra no cotidiano invejável dos amigos mais próximos da falecida. Só que seu alter-ego, Sasha, se torna mais popular e bem relacionada que a Becky da vida real. Ao mesmo tempo, ela descobre que a vida instagramável de Chloe era completamente diferente do que percebe ao se aproximar de sua rotina. O contraste levanta suspeitas, mas, para descobrir mais, Becky precisa mentir muito, arriscando-se a se perder em seu próprio jogo. Criada por Alice Seabright (roteirista e diretora de “Sex Education”), a minissérie é estrelada por Erin Doherty (a Princesa Anne de “The Crown”) como Becky e Poppy Gilbert (“Fique Comigo”) como Chloe, além de Billy Howle (“Legítimo Rei”), Pippa Bennett-Warner (“Gangs of London”), Jack Farthing (“Poldark”) e Brandon Micheal Hall (“Search Party”). Em seu lançamento na TV britânica, a atração atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.
2ª temporada de “Star Wars: The Bad Batch” ganha trailer
A Disney+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série animada “Star Wars: The Bad Batch”. Continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), a atração animada gira em torno do chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Após o fim da Guerra dos Clones, o grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigoso por tomar decisões independentes, em vez de apenas seguir ordens, e se torna foragido após resgatar outro clone defeituoso – uma adolescente e única clone feminina conhecida de Jango Fett. A prévia da 2ª temporada mostra como o grupo encontra um novo propósito ajudando vítimas da opressão do Império. O produtor-roteirista Dave Filoni, criador de “Star Wars: A Guerra dos Clones”, é o responsável pela produção da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e ainda conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. A estreia dos novos episódios está prevista para o outono norte-americano (nossa primavera). Veja abaixo o trailer da 2ª temporada em versões legendada e dublada em português.
Alexis Bledel anuncia saída de “The Handmaid’s Tale”
A atriz Alexis Bledel anunciou sua saída do elenco “The Handmaid’s Tale”. Intérprete de Emily/Ofglen na série premiada desde a 1ª temporada, lançada em 2017, a atriz divulgou um comunicado no fim de semana, sem deixar claro se gravou sua despedida da trama. “Depois de muito pensar, senti que tinha de me afastar de ‘The Handmaid’s Tale’, neste momento”, afirmou Bledel no texto. “Eu serei eternamente grata a Bruce Miller [criador e showrunner] por escrever cenas tão verdadeiras e impactantes para Emily, e à Hulu [que exibe o programa nos EUA], MGM [que produz], o elenco e a equipe, pelo seu apoio”. Durante seus quatro anos em “The Handmaid’s Tale”, Bledel recebeu quatro indicações ao Emmy e conquistou uma vitória por sua atuação na série criada por Bruce Miller, baseada no icônico romance distópico da escritora Margaret Atwood. Na trama, ela deu vida a uma lésbica transformada em escrava sexual para engravidar de homens poderosos da nação fundamentalista de Gilead. Ela conseguiu fugir para o Canadá e, no final da 4ª temporada, juntou-se à protagonista June (Elisabeth Moss) e outras ex-aias para se vingar. A 5ª temporada já foi gravada e Bledel ainda aparece listada como integrante do elenco dos próximos capítulos, que seguem sem previsão de estreia. Além de “The Handmaid’s Tale”, a atriz é conhecida por seu papel como Rory Gilmore na série “Gilmore Girls”, além dos dois filmes de “A Irmandade das Calças Viajantes” e por um arco em “Mad Men”.
Players: Série que satiriza e-sports ganha trailer legendado
A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer legendado de “Players”, uma série de comédia que satiriza o universo competitivo dos jogadores de LoL (League of Legends). Concebida como uma falso documentário, a série acompanha os bastidores de uma equipe de e-sports, que precisa superar o choque de egos entre seu astro veterano e o novato de 17 anos, considerado um prodígio dos jogos. A série é uma criação de Tony Yacenda e Dan Perrault, que usaram a mesma técnica de falso documentário na sátira “American Vandal”, da Netflix. E o elenco inclui vários rostos pouco conhecidos para dar a impressão de que as gravações são factuais, incluindo os novatos Misha Brooks como o veterano Creamcheese e Da’Jour Jones como o prodígio Organizm. Os três primeiros episódios de “Players”, dirigidos por Yacenda, chegam em 17 de junho no catálogo do Paramount+.
“The Good Fight” vai acabar na 6ª temporada
Os criadores de “The Good Fight” anunciaram que a próxima temporada será a última da série da Paramount+, que vai acabar após seis anos de produção. Em entrevista para a revista Variety, o casal Robert e Michelle King afirmou que a decisão de encerrar a série neste ponto é uma questão de não querer “abusar das boas-vindas”. “Sentimos que poderíamos terminar a série com um grande estrondo. Isso é melhor do que chegar a uma temporada em que teríamos problemas para encontrar um enredo. Achamos que na 6ª temporada poderemos sair do palco em grande estilo”, explicou Robert King. O fim de “The Good Fight” também encerrará uma longa trajetória da personagem principal, Diane Lockhart, interpretada por Christine Baranski, que esteve nas sete temporadas de “The Good Wife” – do piloto ao último capítulo, entre 2009 e 2016. “The Good Fight” foi lançado no ano seguinte, como um spin-off centrado em Lockhart, ao formar uma nova firma jurídica. O lançamento de “The Good Fight” em 2017 coincidiu com a ascensão de Trump e a guerra cultural, que deram aos Kings e sua equipe muito material para capturar de forma inteligente a surrealidade dos últimos anos. Não por acaso, o final da 5ª temporada explorou o aumento da violência extremista nos EUA e a 6ª ainda deve lidar com a supressão dos direitos das mulheres ao aborto, sempre sob o ponto de vista da equipe jurídica da trama. “É uma guerra civil hoje em dia e é mais do que apenas uma metáfora para a trama de advocacia. Há tumultos nas ruas”, disse Michelle King. “Como você conduz seus negócios – o negócio da justiça – em meio a isso?” A 6ª temporada de “The Good Fight” foi anunciada em julho do ano passado, quando os showrunners Robert e Michelle King assinaram um novo e rico contrato geral com a produtora CBS Studios para desenvolveram novas produções. Eles também são responsáveis pela série de terror “Evil”, renovada para a 3ª temporada. “Nos dias de hoje, onde as [séries] longas são mais a exceção do que a norma e onde o público exigente tem tanta escolha por conteúdo de qualidade, o sucesso e a longevidade dessas séries são uma prova de quão excelentes ambos os programas foram. David Zucker e eu, e toda a equipe da Scott Free Television, não poderíamos estar mais gratos por essa experiência”, completou o produtor executivo Ridley Scott. Os últimos episódios de “The Good Fight” têm estreia marcada para 8 de setembro.
José Padilha se arrepende de retratar Sergio Moro como herói em “O Mecanismo”
O cineasta José Padilha, que acertou o tom nos dois filmes de “Tropa de Elite”, assume ter errado feio na narrativa da série “O Mecanismo”, que retratou o ex-juiz Sergio Moro como herói. Na série, o juiz da Lava-Jato foi representado pelo personagem juiz Paulo Rigo, interpretado por Otto Jr. O desabafo veio à tona durante uma entrevista à revista Veja. “Ele não iria trabalhar para um presidente sem pesquisar um pouco sobre a vida dele. Em suma, eu fui naïve. Fui ingênuo. Mas não só eu, um monte de gente caiu na mesma ilusão”, disse Padilha sobre Moro e Jair Bolsonaro. “O cara se associou aos milicianos, aos mafiosos, é inacreditável essa trajetória. Realmente, eu fui um idiota de ter acreditado em Sergio Moro”, acrescentou Padilha. O diretor confirmou ter até se afastado de Wagner Moura por causa de discordâncias políticas, e mandou um recado para o ator: “Os dois estavam errados, na minha opinião. Mas é uma burrice você criar picuinha e estresse com um amigo por divergências em torno de política. Eu dou meu braço a torcer, e digo aqui: Wagner, você tinha toda a razão sobre a Lava-Jato. Sem problema nenhum”. Hoje, ele diz que faria a série “O Mecanismo” sem heróis. “Ia ter só bandido dos dois lados. Um roubando os cofres públicos, o outro deturpando as leis processuais para atingir objetivos – que depois viraram objetivos políticos, sim. Ficou bem claro que teve uma perseguição”, destacou. “Não estou dizendo que Lula não sabia da corrupção. Evidente que sabia. Mas ficou óbvio que houve uma exacerbação dos casos contra Lula para tirá-lo da eleição. Se refizesse O Mecanismo, não é que o PT seria melhor, é que seria tudo ruim. O PT, o Ministério Público, o Sérgio Moro. Estava tudo errado ali”, aponta o cineasta. E embora afirme não ter mudado de opinião sobre o Partido dos Trabalhadores, se o segundo turno da eleição presidencial for entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL), votará no petista com a consciência tranquila. “Voto nele sem pestanejar. Pois não adianta viver no mundo ideal, abstrato, descolado do que ocorre. A escolha está dada para o brasileiro”, acrescentou, antes de comentar a alternativa. “Bolsonaro é um sujeito que traz em si todas as características do miliciano do ‘Tropa de Elite 2’. O final do ‘Tropa 2’, que mostra os milicianos chegando à política, foi profético de uma maneira que eu gostaria que não tivesse sido”, completou.
Atriz de “Bridgerton” revela internação por problemas mentais
A atriz Ruby Barker, intérprete de Marina Thompson em “Bridgerton”, revelou em suas redes sociais que foi internada para cuidar de sua saúde mental. Ela contou estar passando por problemas desde sua participação na série, mas espera receber alta logo. “Estou melhorando. Estou muito mal há muito tempo e só quero ser honesta com todos, tenho lutado”, disse Barker no vídeo. “Então, estou no hospital no momento, vou receber alta em breve e espero continuar com minha vida”, acrescentou. Ruby descreve que estava “cheia de raiva e frustrada” antes de procurar ajuda. “Eu estava carregando o peso do mundo nas costas”, descreveu. Ela espera que, por ser sincera sobre sua condição, possa “encorajar os outros” a dedicarem um tempo para a saúde mental. “Por favor, faça um favor a si mesmo. Faça uma pausa, pare de ser tão duro consigo mesmo. As pessoas costumavam sempre me dizer para não ser tão dura comigo mesma e eu nunca tinha entendido realmente o que isso significava”, comentou. A atriz de 25 anos ainda contou aos seus seguidores que já tem um diagnóstico, que compartilhará no futuro, e agradeceu a Shonda Rhimes, produtora de “Bridgerton”, por ter “lhe salvado”. A personagem de Ruby Baker, Marina, teve grande destaque na temporada estreia de “Bridgerton”. Ela chega em Londres para passar a temporada com os Featheringtons e logo chama atenção de vários pretendentes, incluindo o de Colin Bridgerton (Luke Newton), interessa amoroso de Penelope (Nicola Coughlan). Entretanto, todos os planos com o jovem se desfazem após ela descobrir que está grávida de um antigo amor, desta forma sendo desonrada pela família. Logo, sem muitas escolhas, Marina acaba se casando com Philip Crane, irmão do falecido pai de seu filho. Ela só volta a aparecer brevemente na 2ª temporada, ao se reencontrar com Colin anos depois da história conturbada. As duas primeiras temporadas de “Bridgerton” estão disponíveis na Netflix e a série já se encontra renovada até o quarto ano de produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ruby Barker (@rubybarker)












