Neil Gaiman revela que Michael Jackson quase viveu Sandman
A adaptação de Sandman para o cinema quase contou com Michael Jackson. O escritor Neil Gaiman, criador do personagem, contou que isso chegou perto de acontecer nos anos 1990, quando a Warner contemplou o projeto de filmar os quadrinhos. Em entrevista para o podcast “Happy Sad Confused”, Gaiman revelou que ficou sabendo disso quando a Warner lhe chamou para uma reunião, onde foi consultado sobre o que achava do Rei do Pop viver Morpheus. “Em 1996, eu fui levado até a sede da Warner, onde o então presidente da Warner Bros. sentou comigo e me disse que Michael Jackson havia telefonado para ele no dia anterior, e perguntado se ele poderia estrelar como Morpheus em ‘Sandman’. Então, havia muito interesse nisso e eles acreditavam que era uma das Jóias da Coroa, e queriam saber o que eu achava. Eu disse… hmmm”, contou Gaiman, arrancando risos. Nesta semana, Gaiman já tinha contado que trabalhou para sabotar esse filme. Em entrevista à revista Rolling Stone, ele contou que chegou a receber um roteiro da adaptação em 1998, que seria produzida por Jon Peters. Ele descreveu as páginas como “o pior roteiro que eu já li”. Com o intuito de prejudicar aquela produção e impedir que ela acontecesse, Gaiman vazou anonimamente o roteiro para o site Ain’t It Cool News, que já foi o maior portal de notícias de cinema da internet. “E de repente, a perspectiva daquele filme acontecer foi embora”, resumiu o autor. Após inúmeras idas e vindas, “Sandman” finalmente ganhou uma adaptação que Gaiman considera digna como série na Netflix, onde tem liderado a audiência do streaming. Veja abaixo o trecho da entrevista do escritor com a citação a Michael Jackson. Michael Jackson wanted to play Morpheus in THE SANDMAN. Yup, you read that right. Watch the full #happysadconfused with @neilhimself here: https://t.co/04iXe0GGvp pic.twitter.com/vrchzPHAsU — Josh Horowitz (@joshuahorowitz) August 26, 2022
Netflix revela teaser e data de estreia do final de “Manifest”
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da 4ª temporada de “Manifest”, que reúne cenas antigas e trechos inéditos para anunciar a data de estreia dos capítulos finais. O mais interessante é que não será uma data qualquer. Os últimos episódios de “Manifest” vão chegar em 4 de novembro, dia importante na trama, porque foi quando os personagens desembarcaram de seu voo no episódio inaugural, após ficarem cinco anos desaparecidos. A série vai chegar na plataforma com exclusividade, após ser exibida na Globo e na Globoplay, porque foi cancelada em seu endereço televisivo original nos EUA, e a Netflix negociou seu salvamento com condições especiais, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar. A plataforma encomendou 20 capítulos inéditos, que darão um final à trama. De outro modo, a série acabaria sem fim em sua 3ª temporada. Assim, a 4ª será a maior temporada de toda a série, que geralmente tinha 13 episódios por ano. Mas isto também sugere que a Netflix pode dividir a exibição em duas partes. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, entre eles o célebre cineasta Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Matt Long (“Helix”), Daryl Edwards (“Demolidor”) e Holly Taylor (“The Americans”). Já Athena Karkanis (série “Zoo”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), integrantes das três temporadas originais, não vão voltar devido aos fatos vistos no final do último capítulo exibido.
Trailer de “The Handmaid’s Tale” anuncia data da 5ª temporada no Brasil
A plataforma Paramount+ divulgou o trailer nacional da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que destaca o acirramento da rivalidade entre June (Elisabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes), e anuncia a data de estreia dos novos capítulos no Brasil. A prévia explora o contraste entre o destino das duas antagonistas. Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar o governo extremista. Só que ela também se torna alvo prioritário da vingança de seus inimigos. A 5ª temporada estreia em 18 de setembro no Brasil, exclusivamente na Paramount+.
The Walking Dead: Série derivada com Negan e Maggie ganha novo título
A série derivada de “The Walking Dead” focada em Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan) tem um novo título. Anunciada como “Isle of the Dead”, a produção será lançada como “The Walking Dead: Dead City”. No mês passado, Morgan chegou a postar uma foto da capa do primeiro roteiro da produção, onde aparecia estampado o título original. A mudança do título não afeta a locação, já que a ilha do título sempre foi uma cidade: a ilha de Manhattan, coração de Nova York, que a nova série vai mostrar pela primeira vez no apocalipse zumbi. Na premissa adiantada pelos produtores, o lugar foi isolado do continente e, até recentemente, vinha se mantendo como um paraíso protegido dos zumbis. Com roteiro de Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, a nova produção vai mostrar a improvável dupla formada por Negan e Magge chegando à Manhattan, onde encontra um mundo paralelo e caótico. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na Europa. Este projeto deveria incluir também Carol (Melissa McBride), mas a atriz desistiu por as gravações acontecerem no exterior. Ainda sem previsão de estreia, “Dead City” já começou a ser gravado em locações de Nova Jersey, e deve chegar ao canal pago AMC em 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeffrey Dean Morgan (@jeffreydeanmorgan)
João Vicente de Castro vai viver o próprio pai em série sobre O Pasquim
O ator e apresentador João Vicente de Castro (da novela “Espelho da Vida” e do programa “Papo de Segunda”) vai viver o próprio o pai, Tarso de Castro, numa série dramática da Paramount+ sobre a história do jornal O Pasquim. Tarso foi um dos fundadores da famosa publicação de humor, comportamento e política que marcou o Brasil nos anos 1970. João Vicente é um dos produtores do projeto, atualmente em fase de piloto. Se tudo der certo, será sua segunda produção para o streaming, após a série de comédia e suspense “As Seguidoras”, lançada em março. Ele vai trabalhar na produção com a equipe do Porta dos Fundos. A atração terá seis episódios escritos por Murilo Hauser. “Vai ser uma loucura”, disse o ator-produtor ao jornal O Globo. “Ainda não sabemos quando vamos gravar. E estamos fazendo convites para o elenco”. “O Pasquim” foi fundado por Tarso de Castro, Jaguar e Sérgio Cabral em 1969 para enfrentar a ditadura militar com uma revolução comportamental. A publicação, editada até 1991, abordava temas como sexo, drogas, feminismo e trazia muitas tiras de humor, incomodando para valer a dita “moral e os bons costumes” que a ditatura pretendia impor com a força da censura no Brasil. De fato, em função de uma entrevista lendária feita por Tarso, Jaguar e Cabral com Leila Diniz em 1969, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, a infame Lei de Imprensa, que por um tempo se tornou popularmente conhecida pelo nome da atriz. Em novembro de 1970, a maior parte da redação de O Pasquim foi presa porque o jornal ousou satirizar o célebre quadro da Proclamação da Independência, de Pedro Américo. Mas Millôr Fernandes, que escapou da prisão, manteve o jornal funcionando com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Glauber Rocha e diversos intelectuais cariocas, vendendo cerca de 100 mil exemplares por semana, mais do que as revistas Veja e Manchete somadas. Ao longo de sua trajetória icônica, O Pasquim também contou com colaborações de Ziraldo, Manoel “Ciribelli” Braga, Miguel Paiva, Prósperi, Luiz Carlos Maciel, Henfil, Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam, Sérgio Augusto, Ruy Castro, Fausto Wolff, Claudius e Fortuna. Tarso foi editor de 80 edições do jornal e morreu de cirrose hepática em maio de 1991, aos 49 anos. Seis meses depois, O Pasquim fechou.
Roteirista de “Democracia em Vertigem” fará série sobre a Democracia Corintiana
A Democracia Corintiana será tema de uma série da diretora e roteirista Moara Passoni, que ajudou a escrever “Democracia em Vertigem” (2019), de Petra Costa. O movimento nasceu nos anos 1980, quando atletas se juntaram para ter direito a opinar sobre detalhes de seu trabalho e nos rumos do clube paulista, além de defenderem o direito a liberdade expressão sem sofrer censura. Na época, jogador de futebol não costumava ter opinião política. Mas os jogadores Walter Casagrande, Sócrates, Wladimir, Zenon, Adilson, Biro Biro e Zé Maria, entre outros, acabaram se tornando exemplos. Batizado por Juca Kfouri e marketado por Washington Olivetto, que na época trabalhava com o Corinthians, a Democracia Corinthiana foi um período da história do clube no qual decisões importantes como contratações, regras de concentração, direito ao consumo de bebidas alcoólicas em público, liberdade para expressar opiniões políticas e outros, eram decididas através do voto igualitário de seus membros, de modo que o voto do técnico, por exemplo, valia tanto quanto o de um funcionário ou jogador. Isso criou uma espécie de “autogestão” do time, algo completamente revolucionário, que rendeu títulos como o Campeonato Paulista de 1982. Além disso, o Corinthians se tornou o primeiro clube a utilizar a camisa para fazer propaganda de slogans publicitários. Por iniciativa de Washington, o uniforme passou a estampar frases de cunho político, como “Diretas Já” e “Eu quero votar para presidente”. Isso ainda no período da ditadura militar, quando os movimentos sociais começavam a se rearticular para conclamar a volta da democracia. A Democracia começou a minguar em 1984, quando Sócrates foi para a Itália e Casagrande para o São Paulo, e acabou em 1986 quando o então presidente do Corinthians, Waldemar Pires, não conseguiu eleger seu sucessor. A história foi contada no livro “Democracia Corintiana – A Utopia em Jogo”, de Sócrates e Ricardo Gozzi, e já ganhou um documentário, “Ser Campeão é Detalhe – Democracia Corinthiana”, uma produção de média metragem de 2011, que pode ser encontrada no YouTube. A série tem produção da Maria Farinha Filmes e, de acordo com a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, está sendo negociado com canais e plataformas de streaming.
Netflix cancela “Resident Evil: A Série” após única temporada
A Netflix não vai produzir a 2ª temporada de “Resident Evil: A Série”. A primeira série live-action baseada no famoso videogame foi cancelada após apenas uma temporada, que terminou com um gancho sem resolução. Segundo apurou o site Deadline, a série não atraiu todo o público que a Netflix esperava para justificar o alto custo de sua produção. A série teve o “azar” (equívoco de programação) de estrear perto de “Stranger Things” e jamais chegou ao topo do ranking das mais vistas da plataforma. Em sua primeira semana no ar, atingiu o 2º lugar, caindo para o 3º na semana seguinte e desaparecendo do Top 10 em três semanas. Para complicar, teve uma péssima recepção da crítica, com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes. A nota do público no IMDb foi ainda pior: 3,9 (ou 39%), gerando manifestações de saudade dos filmes estrelados por Milla Jovovich. A atração apresentava uma história inédita na franquia, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, e narrada em duas cronologias paralelas. Uma parte é a história de origem, que acompanha as irmãs Jade e Billie Wesker aos 14 anos, quando se mudam para New Raccoon City e descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo. Já a segunda parte se passa em Londres, 15 anos depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, foi o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) viveram as versões adulta e adolescente de Jade, e Siena Agudong (“No Good Nick”) e Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) incorporaram as duas fases de sua irmã Billie.
Vídeo de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” apresenta um dos povos da série
A Prime Video, da Amazon, divulgou um novo vídeo legendado de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”, que apresenta os Sulistas, um dos povos da série. Eles são retratados como pessoas mais ligadas ao campo e com poucas riquezas materiais, que no passado se alinharam com “o lado errado” e por isso são vigiados de perto pelos elfos. A prévia ainda conta com depoimentos de alguns atores e parte da equipe de produção. Criada por J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), a superprodução se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da famosa trilogia do escritor britânico J.R.R. Tolkien, e pretende mostrar a forja dos icônicos Anéis do Poder que batizam a atração, além da ascensão do Lorde das Trevas Sauron e a Última Aliança de Elfos e Homens. Por conta disso, a produção tem mais de 20 personagens, interpretados por nomes como Morfydd (“His Dark Materials”), Clark Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. A direção dos episódios é assinada por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Wayne Yip (“Doctor Who”) e Charlotte Brändström (“The Witcher”), e a estreia está prevista para 2 de setembro.
Manhãs de Setembro: Liniker e Linn da Quebrada retornam nas fotos da 2ª temporada
A Amazon divulgou as fotos da 2ª temporada de “Manhãs de Setembro”, série brasileira estrelada pela cantora Liniker. Na história, Cassandra (Liniker) é uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça. As imagens destacam o elenco completo da atração, que incluem os retornos da ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”), a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”) e ainda marcam as estreias de Seu Jorge (“Marighella”) e Samantha Schmütz (“Tô Ryca!”). Principais novidades da temporada, ele viverão os pais de Cassandra, a personagem de Liniker. A 2ª temporada vai acompanhar os desdobramentos da vida de Cassandra após se assumir pai, enquanto sua vida muda drasticamente, aprofundando a sensação de descontrole. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”), e ainda vai contar nos novos episódios com participações especiais dos cantores Ney Matogrosso e Mart’nália. Os novos capítulos estreian em 23 de setembro.
Comédia sobre a última Blockbuster ganha primeiras fotos
A Netflix e o elenco da produção divulgaram nas redes sociais as primeiras fotos de “A Última Blockbuster”, série que se passa na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. A atração foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”, e destaca em seu elenco os atores Randall Park (“WandaVision”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Madeleine Arthur (“The Magicians”) e Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”). Não deixa de haver muito simbolismo – e ironia – na produção, dada a complicada história da Netflix com a Blockbuster. Para quem não lembra, a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, que foi quase esmagada pela então dominante Blockbuster. Os co-fundadores da Netflix, Marc Randolph e Reed Hastings, até tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000, mas foram rejeitados. A dupla então prometeu superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade e foi o tema de um documentário de 2020. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usarão toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 3 de novembro. 📀📼A ÚLTIMA BLOCKBUSTER📀📼 Randall Park, Melissa Fumero, J.B Smoove e Tyler Alvarez estrelam Blockbuster, minha nova série de comédia. Estreia dia 3 de novembro. pic.twitter.com/hU7trOfcO3 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 26, 2022 Blockbuster the series launches November 3, only on @netflix !!! 💙💛 pic.twitter.com/ZTszBP8F8p — Tyler Alvarez (@tyleralvarez) August 26, 2022 👋Meet Connie. Meet Eliza. You will love the Blockbuster employees. 📼😆 Blockbuster launches November 3. Only on @netflix.📼#blockbuster @NetflixIsAJoke @netflixgolden @contodonetflix #olgamerediz pic.twitter.com/mTRrwQnJ6r — Olga Merediz (@TheOlgaMerediz) August 26, 2022
Série sobre o psicopata Jeffrey Dahmer ganha primeira imagem
A Netflix divulgou a primeira imagem de “Monster: The Jeffrey Dahmer Story”, nova série do produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”). A imagem mostra o ator Evan Peters (também de “American Horror Story”) caracterizado como o assassino Jeffrey Dahmer. Baseada em uma história real, a série vai narrar a vida de Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, que assassinou e esquartejou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991. A crueldade e sadismo dos seus assassinatos, somado ao fato de praticar necrofilia e canibalismo, chocou o público e lhe rendeu o apelido de Canibal de Milwaukee. O mais impressionante é que ele escapou várias vezes de ser capturado em flagrante por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie sobre o serial killer foi co-criada por Murphy e seu velho parceiro Ian Brennan. Entre as várias atrações concebidas em conjunto pela dupla estão “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician” – as duas últimas na Netflix. Além de Evan Peters, o elenco de “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” conta com Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Já a direção dos episódios ficarão por conta de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”). “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” ainda não tem previsão de estreia. A história da Jeffrey Dahmer já foi contada diversas vezes, em muitos casos em produções pouco vistas, como os filmes “Dahmer – O Canibal de Milwaukee” (1993), “Raising Jeffrey Dahmer” (2006), “The Jeffrey Dahmer Files” (2012) e a minissérie “Jeffrey Dahmer: Killer Cannibal” (2019). As versões mais famosas da história do assassino canibal são os filmes “Dahmer – Mente Assassina” (2002), no qual o serial killer foi vivido pelo ator Jeremy Renner (o Gavião Arqueiro da Marvel), e “O Despertar de Um Assassino” (2017), adaptação da excelente história em quadrinhos “Meu Amigo Dahmer”, escrita por Derf Backderf.
Astro de “Round 6” vai estrelar série baseada no filme “Livrai-nos do Mal”
O ator Lee Jung-jae, protagonista de “Round 6”, vai estrelar a série “Ray”, que será um spin-off do filme sul-coreano “Livrai-nos do Mal” (2020). A série será centrada em seu personagem no filme de ação. “Livrai-nos do Mal” conta a história de In-Nam (interpretado por Hwang Jung-min), um ex-agente de operações especiais que viaja até a Tailândia para resolver um caso de sequestro. Chegando lá, ele é perseguido por Ray (personagem de Lee Jung-jae), um bandido coreano-japonês cujo irmão foi morto por In-Nam. A série vai contar o passado do personagem de Lee, mostrando como ele se tornou o assassino cruel visto em “Livrai-nos do Mal” e colocando-o em conflito com outros vilões ao redor do mundo. Além de estrelar, Lee Jung-jae também vai produzir a série, que foi escrita por Kim Bo-tong (“D.P.”) e será dirigida por Shin Woo-seok (do curta-metragem “D-24”) e Hong Won Chan (diretor do próprio “Livrai-nos do Mal”). “Ray” deve começar a ser rodada em 2023, mas por enquanto ainda há previsão de estreia. “Livrai-nos do Mal” foi lançado em agosto de 2020, durante uma pausa nas medidas de isolamento da pandemia na Coréia do Sul, e foi um sucesso absoluto. A bilheteria total do filme foi de US$ 34 milhões. Além disso, o longa-metragem também rendeu a Lee Jung-jae o prêmio de ator do ano no Asia Artist Awards. Recentemente, Lee Jung-jae fez a sua estreia como diretor com o thriller de espionagem “Hunt”, exibido no Festival de Cannes. O filme não recebeu críticas muito entusiasmadas no festival francês, o que impulsionou Lee a reeditá-lo para o público internacional. A nova versão do filme terá a sua première no Festival de Toronto, que acontece entre 8 e 18 de setembro. Assista abaixo ao trailer de “Livrai-nos do Mal”.
Joe Pesci abandona aposentadoria para estrelar série
O veterano ator Joe Pesci desistiu de se aposentar. Depois de ter saído do descanso para interpretar o mafioso Russell Bufalino em “O Irlandês” (2019), o ator fechou um novo papel. Ele vai estrelar a série de comédia “Bupkis”, desenvolvida para o serviço de streaming Peacock. A série ainda vai contar com Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) e Edie Falco (“Nurse Jackie”). Além de estrelar, Davidson também é um dos roteiristas e produtores da atração, que é livremente inspirada na sua vida. Falco vai interpretar sua mãee Pesci será o seu avô na produção. Davidson compartilha os roteiros de “Bupkis” com Dave Sirus e Judah Miller, respectivamente o roteirista e o produtor de “A Arte de Ser Adulto”, que o ator estrelou em 2020. Miller será o showrunner da série, que terá direção de Jason Orley (“Volta Pra Mim”). A atração não tem previsão de estreia. Embora já tenha feito pequenas participações em diferentes séries de TV, esse será o primeiro papel regular de Pesci desde que ele estrelou a série “Half Nelson”, que durou apenas oito episódios em 1985.












