Reality revela que Stallone é “Rambo” com namorados das filhas
O reality show familiar de Sylvester Stallone estreia nesta quarta (17/5) na Paramount+ com muitas revelações sobre a intimidade do astro de “Rocky, Um Lutador” e “Rambo – Programado Para Matar”. “Família Stallone” mostra sua vida ao lado da esposa Jennifer Flavin e suas filhas Sophia, de 26 anos, Sistine, de 24 anos, e Scarlet, de 20 anos. Durante a divulgação do programa, o ator adiantou alguns temas que serão explorados na atração, como os namoros das filhas, que lhe tiram o sono há anos. Com seu instinto superprotetor digno de “Rambo”, Stallone assumiu que intimida qualquer pretendente das três. A primeira vez foi quando um colega de classe ligou para Sophia pedindo ajuda com uma tarefa de história. “Isso foi no quinto ano”, revelou Sophia ao jornal USA Today. “Meu pai disse a ele que eu estava no Egito… por dois anos”. No entanto, as coisas só pioraram quando os namorados começaram a aparecer na sua casa. Stallone confirmou que gosta de manter a cara fechada para amedrontar os rapazes. “É como entrar em um ringue de luta”, explicou. “Você olha para o sujeito e pensa: ‘Hmm, então esse é o seu oponente'”. Sua filha do meio, Sistine, relembrou uma situação em que estava prestes a ter um momento romântico com um rapaz em casa, quando seu pai apareceu dramaticamente na sacada com uma luz no fundo. Segundo ela, ele estava vestido com um roupão e segurava um taco de golfe ou algum tipo de arma. “Eu gostaria que fosse apenas um sonho, mas isso realmente aconteceu”, revelou Sistine. “Foi traumatizante ter meu pai me vendo prestes a beijar um garoto, mas foi ainda mais traumatizante para o garoto, que nunca mais voltou depois disso”. Enquanto acompanha a rotina da família, o reality também vai contar com participações especiais. A mais inusitada é a do lendário ator Al Pacino, de “O Poderoso Chefão”. Stallone admitiu que a aparição foi uma pegadinha no amigo de longa data, a quem vê “três vezes por ano, talvez até menos”. No programa, o ator convida Pacino para ir a uma pizzaria em Los Angeles, sem avisar das gravações. “Eu pensei ‘por que não surpreendê-lo com câmeras?'”, brincou Stallone. “A pizza chegou e então as câmeras apareceram. [Pacino] ficou tipo, ‘O que é isso? Estou em um programa de reality show? Meu Deus’. E ele simplesmente aceitou”. A esposa de Stallone confirmou que Pacino ficou tranquilo quando as câmeras pararam de gravar e até aprovou as cenas. “Ele foi o primeiro a assinar o termo de autorização”, disse ela. “Ele disse, ‘Onde eu assino?'”. “A Família Stallone” terá oito episódios disponibilizados semanalmente na Paramount+. Veja o trailer abaixo.
“Physical” vai acabar na 3ª temporada
A comédia dramática “Physical”, estrelada e produzida pela atriz Rose Byrne (“Vizinhos”), chegará ao fim com sua 3ª temporada. Os dez novos episódios serão lançados na Apple TV+ em agosto. Em comunicado conjunto, a showrunner Annie Weisman e a estrela explicaram que a última temporada servirá como um encerramento da trajetória de três atos de Sheila, a personagem de Rose Byrne, seguindo uma trama de rebelião, recuperação e redenção, respectivamente. “Somos muito gratos à Apple, Tomorrow Studios e a todos os nossos colaboradores criativos pela chance de dar vida a Sheila em toda a sua glória corajosa”, disseram Weisman e Byrne sobre “a conclusão satisfatória” que os “fãs merecem”. “Sentimo-nos muito orgulhosas de compartilhar este último capítulo com todos”. Em “Physical”, Rose Byrne vive uma dona de casa entediada que encontra uma improvável válvula de escape de seu cotidiano no mundo da aeróbica. Após se viciar em exercícios, ela descobre uma forma de unir essa nova paixão com a promissora tecnologia das fitas de videocassete para dar início a um empreendimento revolucionário, transformando-se de esposa negligenciada em guru de um estilo de vida. O chefe da programação da Apple TV+, Matt Cherniss, elogiou o retrato destemido, comovente e engraçado da série. “Estamos cientes do impacto que essa personagem e sua história tiveram sobre o público em todo o mundo e mal podemos esperar para que eles se juntem a nós neste emocionante passeio final que culmina, em um final imensamente gratificante para esta célebre série”, declarou. Além de Byrne, “Physical” também é estrelada por Rory Scovel (“Wrecked”), Dierdre Friel (“Hospital New Amsterdam”), Della Saba (dubladora de “Steven Universo”), Lou Taylor Pucci (“A Morte do Demônio”), Paul Sparks (“House of Cards”) e Ashley Liao (“Fuller House”). Os últimos episódios ainda apresentarão Zooey Deschanel (“New Girl”) como Kelly, uma estrela de comédia de rede que entra na indústria do fitness. A 3ª temporada de “Physical” chega na Apple TV+ em 2 de agosto. Veja abaixo o trailer da temporada mais recente disponibilizada no streaming.
Ator de “Agentes da SHIELD” será Rei Arthur em nova série
O estúdio MGM anunciou o lançamento de uma nova série sobre o Rei Athur para sua plataforma de streaming MGM+, que será estrelada por Iain De Caestecker (o Leo Fitz de “Agentes da SHIELD”). Baseado nas obras literárias de Bernard Cornwell e intitulada “The Winter King” (O Rei do Inverno, em tradução livre), a série será mais uma a fazer abordagem “revisionista” das lendas de Arthur. A história se passa no século V, antes da unificação da Grã-Bretanha, retratando um período de facções e tribos em guerra, e acompanhará a transformação do protagonista Arthur Pendragon de um plebeu comum em rei guerreiro. O streaming encomendou 10 episódios da série, que já encerrou suas gravações no País de Gales com produção e direção de Otto Bathurst (“Robin Hood – A Origem”) e Toby Leslie (“Halo”), além de roteiros assinados por Kate Brooke (“A Descoberta das Bruxas”) e Ed Whitmore (“Manhunt”). A realização ficou a cargo da Bad Wolf, empresa britânica responsável pela produção de “Doctor Who”, “His Dark Materials” e “A Descoberta das Bruxas”. O elenco também conta com Eddie Marsan (“Deceit”) no papel do Rei Uther Pendragon, além de Ellie James (“I May Destroy You”), Nathaniel Martello-White (“Excluídos”), Stuart Campbell (“Heróis Desonestos do SAS”), Daniel Ings (“O Dilema de Suzie”), Valene Kane (“Blue Lights”), Jordan Alexandra (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) e Simon Merrells (“Knightfall”). “’The Winter King’ é uma reinterpretação cinematográfica e imaginativa da lenda arturiana”, aponta Michael Wright, chefe da MGM+. “Kate Brooke, Ed Whitmore e o magnífico elenco levam os espectadores a uma fascinante e divertida jornada através deste conto atemporal contado por uma nova perspectiva”. A estreia está marcada para 20 de agosto nos EUA, mas a série não tem previsão de lançamento no Brasil.
Episódio final de “The Office” completa 10 anos e atores postam homenagens à série
Há exatamente 10 anos, a emissora norte-americana NBC exibiu o último episódio de “The Office”. A sitcom protagonizada por Steve Carell, John Krasinski, Jenna Fischer e Rainn Wilson encerrou sua trajetória na televisão no dia 16 de maio de 2013, após nove temporadas. Nesta terça-feira (16/5), Fischer, conhecida por interpretar Pam Beesly, compartilhou no Instagram uma foto nos bastidores das gravações do episódio final em homenagem ao aniversário. “Hoje, há 10 anos, foi ao ar o último episódio de ‘The Office’. Há muita beleza nas coisas comuns. Essa não é a essência? Pam finalizando seu depoimento ❤️”, escreveu na legenda. A atriz Angela Kinsey, que interpretou a rigorosa Angela Martin, comentou na publicação com os emojis “😭❤️”. Atualmente, as duas co-estrelas são apresentadoras de um podcast sobre a série. Intitulado “Office Ladies”, ele reúne comentários sobre os episódios e participações especiais do elenco. Kinsey também fez uma publicação em seu perfil com uma lembrança do episódio final, no qual sua personagem se casa com Dwight Schrute, interpretado por Rainn Wilson. A atriz postou uma foto em que é carregada por Phyllis Smith, que interpretava Phyllis Vance na série. “Há dez anos, Phyllis conduziu Angela pelo corredor para se casar com seu amor, Dwight. ❤️ #ofinaldeTheOffice”, escreveu Kinsey com a foto nostálgica. O ator Brian Baumgartner, conhecido por interpretar o bobalhão Kevin Malone na série, também postou uma mensagem para comemorar o aniversário da conclusão. “Há 10 anos, foi ao ar o final da série ‘The Office’, e nos despedimos de Dunder Mifflin”, escreveu Baumgartner. Por fim, a atriz Kate Flannery, que interpretou Meredith Palmer, fez referência a uma piada icônica da série em uma publicação. “Há 10 anos, foi ao ar o final de #theoffice. Eu sempre quis fazer parte de uma comédia de longa duração com um final incrível. Sorte a minha! Eu amei cada dia com esses seres humanos incrivelmente talentosos. Foi mágico. #thatswhatshesaid”, brincou. Durante o podcast “Office Ladies” em março, o ator Steve Carell revelou que as gravações de seu episódio de despedida da série, que ocorreu dois anos, em 2011, foram muito emocionantes. “Era hora de outros personagens se destacarem e novas histórias serem exploradas”, disse Carell, que interpretou o gerente da filial da Dunder Mifflin, Michael Scott, durante sete temporadas. “Acho que foi o momento certo… O timing foi adequado, acredito que para todos, mas ao mesmo tempo havia uma sensação de alegria para mim por termos passado por tudo isso e por ter a oportunidade de compartilhar esse momento com todos”, completou. Em seguida, Fischer concordou, dizendo: “Com certeza”, enquanto Kinsey acrescentou: “Era uma montanha-russa emocional, lembro bem disso. Ríamos em um momento e no próximo estávamos chorando. Mas, como você disse, foi porque tivemos uma ótima jornada, nos divertimos muito”. Durante a pandemia, em 2020, o ator John Krasinski, que deu vida ao sensato Jim Halpert, reuniu o elenco em um encontro virtual. Ele convidou todo o elenco principal para sua série caseira “Some Good News”. O episódio ainda realizou o casamento de dois grandes fãs de The Office à distância, fazendo referência ao casamento de Jim e Pam na série da NBC. No Brasil, todos os episódios de “The Office” estão disponíveis na Netflix, HBO Max, Paramount+ e Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jenna Fischer (@msjennafischer) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Angela Kinsey (@angelakinsey) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Brian Baumgartner (@bbbaumgartner) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kate Flannery (@therealkateflannery)
Ben Mendelsohn diz que “Invasão Secreta” será Marvel para adultos
O ator Ben Mendelsohn, conhecido por seu papel em “Capitã Marvel”, elogiou a produção da vindoura série da Marvel “Invasão Secreta”. Em entrevista ao jornal USA Today, o intérprete do skrull Talos afirmou que a produção será voltada ao público adulto, diferenciando-se dos lançamentos recentes do estúdio na televisão, como “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” e “Ms. Marvel”, que possuíam tons mais leves e cômicos. “Essa é uma série que os adultos irão gostar. É muito boa. Será uma das coisas mais legais que a Marvel já fez”, disse Mendelsohn. Mesmo com extraterrestres envolvidos, o ator descreveu a produção como um thriller paranoico ao estilo dos filmes de espionagem da Guerra Fria, mas narrado dentro do contexto do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). O comentário ecoa uma afirmação recente de Cobie Smulders, outra atriz do elenco. Segundo a intérprete da agente Maria Hill, “a série vai incrível. Terá um tom muito diferente do que vimos em outros projetos da Marvel. Quero dizer, é sempre ótimo assistir o Sam [L. Jackson] na tela, e o personagem dele está envolvido em uma trama muito interessante que eu sempre quis conferir”. “Invasão Secreta” (Secret Invasion) é sequência de eventos vistos em “Capitã Marvel” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”, e traz Nick Fury (Samuel L. Jackson), Maria Hill (Cobie Smulders) e Talos (Ben Mendelsohn) para o centro da ação. A trama é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008, sobre uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose), que planeja se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Para impedir que isso aconteça, Fury vai se juntar a alguns aliados, como Talos, Maria Hill, James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, e o agente Everett K. Ross (Martin Freeman). Além deles, o elenco também destaca Emilia Clarke (“Game of Thrones”), Olivia Colman (“The Crown”), Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Christopher McDonald (“Space Jam: Um Novo Legado”) e Dermot Mulroney (“Hanna”), que estreiam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com o lançamento da série. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner), e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. A estreia está marcada para 21 de junho na plataforma Disney+. Veja o trailer abaixo.
“Não Estou Morta!” é renovada para a 2ª temporada
A sitcom “Não Estou Morta!”, estrelada por Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”), foi renovada para a 2ª temporada pela rede americana de TV ABC. O anúncio foi feito nesta terça-feira (16/5) durante a apresentação da nova temporada de séries da Disney/ABC. A trama é baseada no livro “Confessions of a Forty-Something F**k Up”, de Alexandra Potter, e gira em torno da personagem Nell Stevens, um desastre assumido que acaba de voltar a ser solteira. Dedicando-se a reiniciar a vida e a carreira que deixou para trás, após 10 anos de relacionamento, ela consegue ser aceita para apenas um trabalho: escrever obituários. Mas acaba se surpreendendo com um efeito colateral do novo emprego: ver fantasmas, que lhe dão conselhos de vida. Além de estrelar, Rodriguez produz a atração com os criadores David Windsor e Casey Johnson (ambos de “The Real O’Neals”), o cineasta McG (“As Panteras”) e executivos da 20th Century Television. O elenco ainda conta com Hannah Simone (“New Girl”), Lauren Ash (“Superstore: Uma Loja de Inconveniências”), Rick Glassman (“Fútil e Inútil”), Joshua Banday (“Upload”) e Angela Gibbs (“On My Block”). A série tem atingido bons números desde o começo, quando atraiu a maior audiência de estreia para uma comédia na ABC em mais de quatro anos – desde “The Conners” (2018). Durante suas primeiras cinco semanas de lançamento, a estreia alcançou 10,2 milhões de espectadores e uma classificação de 2,91 entre adultos de 18 a 49 anos. Isso representa um aumento de quase três vezes em relação à audiência ao vivo da série (3,61 milhões) e mais de seis vezes em comparação à classificação inicial na demografia-chave dos anúncios. A produção possui uma aprovação de 87% de público no Rotten Tomatoes, apesar de ter desagradado a crítica, que registrou apenas 47% de resenhas positivas. No Brasil, a série vai estrear na Star+ no dia 24 de maio, com os 13 episódios da 1ª temporada de uma vez. Confira o trailer da atração.
“The Conners” é renovada para 6ª temporada
A sitcom “The Conners” foi renovada para a 6ª temporada pela rede de TV americana ABC nesta terça-feira (16/5), o que levará a produção à marca de 100 episódios. A decisão da emissora se deu devido ao sucesso do final da 5ª temporada, que atingiu 3,6 milhões de telespectadores ao vivo em 4 de maio. “The Conners” foi lançada em 2018 como derivado do revival de “Roseanne”, série clássica exibida de 1988 a 1996, que tinha sido trazida de volta com recordes de audiência, apenas para ser abruptamente cancelada naquele mesmo ano, graças à demissão da atriz Roseanne Barr (“A Hora do Pesadelo 6”). A trama segue os quatro principais membros remanescentes do elenco, Sara Gilbert (“Roseanne”), que também é produtora executiva, John Goodman (“A Rebelião”), Laurie Metcalf (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Lecy Goranson (“Furacão Bianca: Da Rússia, sem Amor”). Comandada pelo showrunner e criador Bruce Helford (“Lopes vs Lopes”), a atração é a principal comédia da ABC, ficando atrás apenas de “Abbott Elementary” em termos de índice demográfico. O spin-off começou a 5ª temporada com 3,7 milhões de telespectadores ao vivo em sua estreia e um índice demográfico de 0,53 na faixa etária de 18 a 49 anos. No geral, a temporada teve uma média de cerca de 3,8 milhões de telespectadores ao vivo no mesmo dia por episódio e uma classificação de 0,5 na faixa etária. O produtor executivo Bruce Helford já insinuou que a 6ª temporada pode ser a última da série. Antes do final da 5ª temporada, ele falou sobre o assunto ao site TV Line. “Sara Gilbert expressou à emissora que não queremos encerrar sem saber que teremos um episódio final da série, para que possamos construir o desfecho adequado – e, neste momento, sentimos que [a próxima] possivelmente será a última temporada de ‘The Conners'”, comentou. Porém, Helford também reconheceu os resultados da 5ª temporada como um motivo para “The Conners” continuar. Apesar do sucesso, a série ainda não é exibida no Brasil. Veja abaixo a apresentação original da série.
“A Mãe” tem melhor estreia de filme da Netflix em 2023
O novo thriller de ação estrelado por Jennifer Lopez, “A Mãe”, atraiu impressionantes 83,71 milhões de horas visualizadas durante seu lançamento na Netflix. O filme estreou na última sexta-feira (12/5) e a recepção do público deu à produção a melhor abertura de fim de semana de um filme da Netflix em 2023. Os números superam as últimas grandes produções da plataforma, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” (2022) e “Mistério em Paris” (2023). O mais curioso é que a lista dos 10 filmes mais assistidos na semana não tem mais nenhum filme da Netflix. A relação traz apenas produções de cinema, como “O Pior Vizinho do Mundo” (2022), “Os Croods” (2013), “Nas Profundezas do Mar sem Fim” (1999), “Synchronic” (2019), “Kung Fu Panda 3” (2016), “No Lugar Errado” (2022), “Vingança Entre Assassinos” (2009), “Escolha Perfeita” (2012) e “Fogo contra Fogo” (1995). Já a relação das séries é totalmente composta por produções originais. “Rainha Charlotte” continua no topo da lista de séries mais assistidas em sua segunda semana de exibição. Entre os dias 8 e 14 de maio, a série acumulou impressionantes 158,68 milhões de horas visualizadas. Desde sua estreia em 4 de maio, o spin-off de “Bridgeton” já chegou a um total de 307 milhões de horas visualizadas. Vale apontar que a série “Inventando Anna” ocupa o 10º lugar entre as mais populares do streaming, com 511 milhões de horas visualizadas em seus primeiros 28 dias. Se a nova criação de Shonda Rhimes continuar no mesmo ritmo, é provável que alcance esse marco. Inclusive, cada temporada de Bridgerton teve mais de 600 milhões de horas visualizadas em seus primeiros 28 dias, marcando presença nesta lista. Outro fator que torna o sucesso de “Rainha Charlotte” ainda mais surpreendente é sua curta duração, com apenas seis episódios – que geram menos horas de exibição por temporada que uma série convencional da Netflix. Todas as séries que estão na lista de mais populares de todos os tempos na Netflix têm pelo menos oito capítulos. O sucesso da atração derivada também trouxe “Bridgerton” de volta ao ranking do streaming. Em 5º lugar, a 1ª temporada da série acumulou mais 23,88 milhões de horas visualizadas. Já a 2ª temporada apareceu em 9º lugar, com 17,25 milhões de horas visualizadas. No restante da lista, destacam-se ainda as 2ª temporadas de “Amigas Para Sempre”, com 31,9 milhões de horas visualizadas, e “Sweet Tooth”, com 27,61 milhões de horas visualizadas. Por sinal, a temporada inaugural de “Sweet Tooth” também reviveu no ranking, retornando em 10º lugar com 11 milhões de horas visualizadas. O 4º lugar ficou com a série documental “Busca Imediata – Pessoas Desaparecidas”, com 23,95 milhões de visualizações. Enquanto isso, os mais recentes sucessos da plataforma perderam muitas posições. A série “O Agente Noturno” teve 20,34 milhões de horas visualizadas e aparece em 6º, enquanto o thriller político “A Diplomata” ficou em 8º lugar com 18,37 milhões de horas visualizadas. Embora esteja sendo rodeada de polêmicas e críticas negativas, o alvoroço em torno de “Rainha Cleópatra” a colocou entre as séries mais populares da semana. Marcando 20,18 milhões de horas visualizadas, ocupa a 7ª posição no ranking. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na última semana. 1 | RAINHA CHARLOTTE – UMA HISTÓRIA BRIDGERTON | NETFLIX 2 | AMIGAS PARA SEMPRE | NETFLIX 3 | SWEET TOOTH | NETFLIX 4 | BUSCA IMEDIATA – PESSOAS DESAPARECIDAS | NETFLIX 5 | BRIDGERTON | NETFLIX
“Archer” vai acabar após 14 temporadas
A série animada “Archer” vai terminar em sua 14ª temporada no FXX, canal americano de humor da marca FX. A emissora revelou, nesta segunda-feira (15/5), as datas de estreia de sua nova programação, incluindo o final da animação. Paródia de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido por outra paródia animada: “Laboratório Submarino 2021” – sátira de um desenho clássico de 1972. A trama gira em torno do espião Sterling Archer, que atende pelo codinome de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional, em aventuras de envergonhar o agente secreto James Bond. Segundo o criador Adam Reed, a série já esteve para acabar duas vezes antes. Originalmente, a 7ª temporada exibida em 2016 deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para continuar a história até o 10º ano de produção. Só que neste segundo momento, o protagonista, que deveria ter morrido, acaba acordando miraculosamente de seu coma, permitindo a produção de novas aventuras. Também havia a expectativa de a série se despedir na 12ª temporada, após perder uma de suas principais dubladoras, a atriz Jessica Walter (também conhecida pela série “Arrested Development”), que interpretava a mãe de Archer e faleceu em 2021, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, aos 80 anos. Além de Jessica Walter, o elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a espiã Lana Kane, Chris Parnell (“Anjos da Lei”) como o espião Cyril Figgis, Amber Nash (dubladora de “Frisky Dingo”) como a diretora do RH Pam Poovey e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt. A 14ª temporada vai estrear em 30 de agosto na FXX e disponibilizada no streaming Hulu, no dia seguinte. No Brasil, a atração é exibida pela Netflix.
“Rainha Cleopatra” é massacrada e registra pior avaliação da Netflix
O documentário “Rainha Cleópatra” chegou na Netflix na última quarta-feira (10/5) e recebeu uma avaliação extremamente baixa do público. No agregador Rotten Tomatoes, a produção chegou a atingir 1% de aprovação do público, a nota mais baixa já atingida por uma produção do streaming – está atualmente com 2%. Além disso, o docudrama também não foi bem recebido pelos críticos e registra apenas 10% de aprovação no site. Apesar da crítica apontar diversos problemas, como atuações fracas, a trama imprecisa descreve fatos inverídicos – como o treinamento de Cleópatra como guerreira. Mas a produção também criou discórdia por representar Cleópatra como uma mulher negra. Interpretada pela atriz britânica Adele James (“Acceptable Damage”), a escalação da protagonista reacendeu o debate sobre a etnia da monarca. Muitos espectadores criticaram as imprecisões históricas e consideraram a produção desrespeitosa em relação à cultura egípcia. A criadora, Tina Gharayi, defendeu a escolha do elenco, argumentando que era mais provável que Cleópatra se parecesse com uma atriz negra do que com a representação icônica de Elizabeth Taylor no filme “Cleópatra” de 1963. “Por que Cleópatra não poderia ser uma irmã melanizada? E por que algumas pessoas precisam que Cleópatra seja branca?”, disse a Variety. No entanto, críticos e espectadores questionaram a falta de consulta a especialistas egípcios na produção do documentário e a inclusão de “especialistas” ocidentais com visões distorcidas dos fatos, usando como argumento principal o direito de imaginação. O caso ganhou ainda mais repercussão quando um advogado egípcio decidiu mover uma ação legal contra a Netflix, pedindo o fechamento imediato da plataforma no Egito devido à distorção da história egípcia. A produção também foi criticada pelo Conselho Supremo de Antiguidades do país, que confirmou que a rainha Cleópatra tinha pele clara e características gregas – ela era descendente da dinastia Ptolomeu, que se casava entre si para preservar a linhagem macedônica. O fato da obra não ser apresentada como ficção, mas sim como série documental, teria agravado a situação. Agora, a Netflix enfrenta um processo por “falsificar a identidade egípcia” e corre o risco de ser banida do país. Produzido por Jada Pinkett-Smith, o docudrama é a segunda parte de uma série documental intitulada “Rainhas Africanas”. O objetivo da produção era destacar e contar a história de rainhas africanas, apresentando encenações ficcionais dramatizadas e entrevistas com especialistas. A primeira parte da produção, intitulada “Njinga”, agradou mais a crítica, com 88% de aprovação, mas marcou apenas 17% de aprovação entre o público do Rotten Tomatoes, indicando um componente racista na avaliação. Os quatro episódios de “Rainha Cleópatra” já estão disponíveis na Netflix.
“Nurse Jackie” e “Weeds” podem ganhar sequência com os atores originais
As séries “Nurse Jackie”(2009) e “Weeds”(2005) podem estar prestes a ganhar sequências com os atores originais no canal americano Showtime. De acordo com o site Deadline, há indícios de que as produções estejam em estágios iniciais. Apesar dos representantes da Showtime e da Lionsgate Television preferirem não comentar, a novidade se encaixa na nova estratégia de programação da emissora, que está focada na criação de franquias. As sequências contariam com as protagonistas originais, Edie Falco (a Nurse Jackie) e Mary-Louise Parker (“Weeds”), que também devem ser creditadas como produtoras. As fontes destacam ainda que os projetos ainda estão sendo finalizados e os acordos estão sendo negociados. “Weeds” acompanhava Nancy Botwin, uma dona de casa suburbana que passa a traficar maconha após a morte inesperada do marido, como forma de pagar as contas e sustentar a casa e os dois filhos. Logo, os meninos, seu contador e até seu cunhado se envolvem no negócio, que cresce, ultrapassa fronteiras, a chega até ao México, tornando-a foragida, em fuga da polícia e de traficantes perigosos. E vale lembrar que o capítulo final já apresentava um salto temporal para mostrar o futuro dos Botwin. Criada por Jenji Kohan, que depois ficou ainda mais famosa com as produções de “Orange Is the New Black” (2013) e “GLOW” (2017), na Netflix, a produção durou oito temporadas de 2005 a 2012 e conquistou dois prêmios Emmy, um Globo de Ouro e um prêmio do WGA ao longo de sua exibição. Já “Nurse Jackie” contava a história de Jackie Peyton, uma enfermeira talentosa e dedicada, que trabalhava no pronto-socorro de um hospital em Nova York. Porém, por trás da fachada de uma profissional exemplar, Jackie guardava um segredo sombrio: um vício em remédios controlados. A trama explorava as dificuldades enfrentadas por Jackie para equilibrar sua exigente carreira, lidar com colegas de trabalho e pacientes, ao mesmo tempo em que escondia seu vício e mantém sua vida pessoal em ordem. Com um misto de drama e humor mordaz, abordava temas como dependência química, ética profissional e os desafios da vida de uma enfermeira que se esforça para dar o melhor de si enquanto confronta seus próprios demônios. A série original foi criada por Liz Brixius (“Chicago Med: Atendimento de Emergência”), Evan Dunsky (“Hemlock Grove”) e Linda Wallem (“That ’70s Show”) e ganhou cinco prêmios Emmy, incluindo troféus de atuação para Edie Falco e Merritt Wever (“História de um Casamento”). No caso de Weeds, não é a primeira vez que surge a possibilidade de um revival. Em 2019, a Starz, empresa irmã da Lionsgate TV, anunciou que estava desenvolvendo uma sequência escrita por Victoria Morrow (“Fundação”), que iria retomar a história da família Botwin 10 anos após os acontecimentos da série original, em uma era de legalização da maconha. Embora tenham passado na TV paga no Brasil, “Nurse Jackie” e “Weeds” são inéditos no streaming no país.
Kaley Cuoco é obcecada por assassinatos em trailer de nova série
O streaming americano Peacock liberou o primeiro trailer da sua nova comédia “Based on a True Story”. Estrelada por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) e Chris Messina (“Projeto Mindy”), a série é uma sátira sobre o gênero true crime. Na prévia, a personagem de Cuoco aparece obcecada por desvendar assassinatos e se envolver em mistérios. A trama acompanha uma corretora de imóveis, uma ex-estrela do tênis e um encanador que exploram assassinatos em sua área de Los Angeles. Com um humor sombrio, a história promete satirizar a cultura contemporânea que se interessa por crimes reais seguindo os passos de outras produções, como “Only Murders in the Building” (2021). “Fiquei fascinado com a ideia de um casal simpático, cujos sonhos de juventude não se realizaram e que veem a onda de crimes reais como uma oportunidade para mudar suas vidas e salvar seu casamento”, explicou o criador da série, Craig Rosenberg. “Nosso cenário em Los Angeles – a cidade onde todos querem ser famosos – se tornou um pano de fundo vívido para nossa história de fama, ambição, aspiração e assassinato”. O elenco também conta com Tom Bateman (“Por Trás de Seus Olhos”), Priscilla Quintana (“Good Trouble”), Liana Liberato (“Pânico 6”), Natalia Dyer (“Stranger Things”), Alex Alomar Akpobome (“Industry”), Aisha Alfa (“Sorry for Your Loss”), Annabelle Dexter-Jones (“Succession”) e Li Jun Li (“Sex/Life”). “Based On A True Story” estreia no dia 8 de junho nos Estados Unidos pela Peacock e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Teaser apresenta minissérie que revive protagonista de “Justified”
O canal pago FX divulgou o primeiro teaser de “Justified: City Primeval”, revival da série “Justified”, finalizada há oito anos. A prévia mostra o protagonista Rayland Givens num cenário bem diferente. Em vez dos confins do Kentucky, o delegado cowboy interpretado por Timothy Olyphant aparece em meio às ruas lotadas de Detroit. O projeto é uma adaptação do romance “City Primeval: High Noon in Detroit”, do escritor Elmore Leonard (1925–2013). Outra história de Leonard, “Fire in the Hole”, serviu como fonte para “Justified”, que durou seis temporadas, entre 2010 e 2015. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender o assassino de um juiz, apelidado de Oklahoma Wildman. Mas a produção televisiva terá outro protagonista, trazendo de volta o delegado federal Raylan Givens. Vale notar que a presença de Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. A atração reflete o desfecho da série original. Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan agora vive em Miami, um anacronismo ambulante que equilibra sua vida como delegado federal e pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho, seu chapéu está mais sujo e a estrada à sua frente de repente parece muito mais curta do que a estrada que ficou para trás. Até que um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes. A adaptação está a cargo de Michael Dinner e Dave Andron, que trabalharam em “Justified”. Dinner também vai dirigir episódios. Além deles, a minissérie contará com produção de Graham Yost, criador de “Justified”, em parceria com o mesmo estúdio que produziu a série, a Sony Pictures TV. “Justified: City Primeval” estreia em 18 de julho nos EUA, no canal pago FX e na plataforma Hulu. As seis temporadas estão disponíveis na Star+ e na Amazon Prime Video.












