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Música, Série

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10 de março de 2026
  • Série

    “A Casa do Dragão” não sofrerá impacto da greve dos atores

    13 de julho de 2023 /

    “A Casa do Dragão” e “Industry”, ambos sucessos da HBO, não devem ter as gravações interrompidas, apesar da greve recém-decretada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) dos EUA. Apesar de serem produções de um estúdio americano, as duas tem um elenco majoritariamente formado por britânicos, que são filados ao Equity, o sindicato dos atores do Reino Unido. De acordo com o Deadline, nenhuma das produções será paralisada e a HBO vai seguir o calendário das gravações conforme o planejado. A 2ª temporada de “A Casa do Dragão” e a 3ª temporada de “Industry” começaram a ser gravadas em abril deste ano. Embora o elenco principal de “Industry” conte com os americanos Myha’la Herrold e Ken Leung, as diretrizes anunciadas pelo SAG-AFTRA não afetam atores sob contratos da Equity. Segundo o sindicato americano, estes atores devem “continuar a comparecer ao trabalho”, enquanto o restante dos membros seguem em greve. Por outro lado, não ficou claro se os dois atores vão querer continuar em atividade diante das condições atuais de Hollywood – que enfrenta duas greves ao mesmo tempo. Diferente do território americano, o Reino Unido possui leis antissindicais rigorosas, que proíbem seus membros de conduzirem greves em apoio aos colegas de outros países. “A legislação de relações industriais no Reino Unido é drástica e muitas vezes vista como a mais restritiva do mundo ocidental”, observou um membro do Equity ao Deadline. “Os obstáculos complicados e nocivos enfrentados por todos os sindicatos no Reino Unido são uma desgraça nacional e precisam de uma reforma urgente”.   Sindicatos unidos pela mesma causa O Equity possui cerca de 47 mil membros em vários setores do entretenimento. Apesar de não poder ingressar na greve, o sindicato afirmou que “está em solidariedade definitiva” com o SAG-AFTRA. “O Equity também está lidando com empregadores agressivos que tentam minar nossos acordos coletivamente negociados”, pontuou o sindicato. A greve foi decretada pelo sindicato americano nesta quinta-feira (13/7) após uma tentativa fracassada de negociações com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Netflix, Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount e Sony. O SAG afirmou que a AMPTP não atendeu as demandas principais dos atores, sobre aumentos salariais e a ameaça representada pelo uso de Inteligência Artificial (IA) na produção de filmes, séries e programas para TV e streaming. O Equity afirma lidar com problemas parecidos no Reino Unido. “Garantir a justiça salarial, termos e condições é crucial, seja com produtores tradicionais ou novos streamers globais, e com novos modos de criar e distribuir trabalhos para um público global”, declarou o Equity. “Dizemos claramente à AMPTP e seus membros que eles precisam agir significativa e rapidamente para atender às aspirações razoáveis dos membros do SAG-AFTRA”.

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    2ª temporada de “Os Anéis do Poder” não será afetada pela greve dos atores

    13 de julho de 2023 /

    A 2ª temporada de “Os Anéis de Poder” não deve ser afetada pela greve dos atores decretada nesta quinta-feira (13/7). De acordo com levantamentos da imprensa dos EUA, a série derivada de “Senhor dos Anéis” produzida pela Amazon Prime Video já havia finalizado as gravações dos novos episódios no início de junho. A atração começou a produzir sua 2ª temporada no final de 2022 e continuou em produção em meio a greve dos roteiristas, anunciada no mês de maio. Em uma reportagem da Variety, foi divulgado que as gravações não seriam interrompidas diante da situação, mesmo sem a presença dos showrunners J.D. Payne e Patrick McKay no set durante os trabalhos. Na data da publicação, faltavam apenas 19 dias para as gravações serem encerradas. Com o afastamento de Payne e McKay, os produtores executivos que não atuavam como roteiristas (como Lindsey Weber), diretores (Charlotte Brändström, Sanaa Hamri e Louise Hooper) e equipe ficaram responsáveis por supervisionar a produção nas gravações finais no Reino Unido.   Impactos da greve Embora todas as cenas já tenham sido gravadas, a vigência da greve decretada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) pode impedir os atores de fazerem qualquer regravação, caso seja demandado pela Amazon. De acordo com as diretrizes divulgadas pela organização, os artistas membros estão proibidos de trabalharem em qualquer produção. Além disso, as participações em atividades promocionais, como premières e entrevistas, também estão negadas. Diante da situação, todas as produções de filmes e séries enfrentam um cenário preocupante. Com a falta de um acordo entre os sindicatos e os estúdios, roteiristas e atores vão continuar em greve ao mesmo tempo, um marco que aconteceu pela última vez há 60 anos. Agora, produções foram interrompidas e as que começariam em breve tiveram as gravações suspensas – o que não é o caso de “Os Anéis de Poder”. A série chama a atenção pela qualidade e alto custo da produção, dignos de um blockbuster. A atração teve um orçamento de US$ 58 milhões por episódio, totalizando em um custo estimado de US$ 462 milhões apenas para a 1ª temporada. Apesar de ter se mostrado um investimento extremamente caro para a Amazon, os custos vão continuar a aumentar com os planos de estender a série por várias temporadas.

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    “Invasão Secreta” traz reviravolta chocante sobre os filmes da Marvel

    13 de julho de 2023 /

    “Invasão Secreta” tem levantado muitas desconfianças dos fãs da Marvel. Com a invasão dos metamorfos skrulls no planeta Terra, o público já não sabe quais personagens são humanos ou alienígenas. Diante das surpresas, a trama trouxe mais uma reviravolta com o novo episódio lançado nesta semana – e confirmou uma das principais teorias do fandom. Cuidado com o spoiler! O capítulo revelou que o tenente-coronel James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), o Máquina de Combate, é uma skrull. Desde os primeiros episódios, os fãs notaram que o personagem agia de forma bruta e rude, bastante diferente do jeito amigável do herói. A revelação ainda deixou os fãs se perguntando há quanto tempo o Rhodey não é ele mesmo, já que ele aparece nos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) desde o primeiro “Homem de Ferro” (2008) – na época, interpretado por Terrence Howard. Em entrevista divulgada pelo site oficial da Marvel, o chefe do estúdio Kevin Feige sugeriu que o personagem pode ter sido um skrull há mais tempo do que o público imagina. “Gostamos muito da ideia dos fãs assistirem às outras aparições do Rhodey e perceberem que não era ele”, comentou. Apesar de não ter dado muitos detalhes, o produtor deixou a questão em aberto. Considerando que “Invasão Secreta” ainda tem mais dois episódios para serem lançados, a trama pode conceder uma resposta exata sobre o momento que o personagem deixou de ser ele mesmo – se é que já não era um skrull desde o início.   Aparições anteriores Ao longo da cronologia da Marvel, Rhodey marcou os filmes pela sua amizade com o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e se tornou um membro ativo nos Vingadores. Sua participação na Saga do Infinito também foi bastante marcante nos grandes conflitos de “Guerra Infinita” (2018) e “Ultimato” (2019). Antes de “Invasão Secreta”, ele apareceu na série “Falcão e o Soldado Invernal” (2021), onde teve um diálogo emocionante com Sam Wilson (Anthony Mackie) sobre o legado do escudo do Capitão América. Se a pista de Kevin Feige for verdadeira, é provável que ele já tenha sido substituído por um skrull na produção de 2021.   Futuro em Armor Wars Com a revelação de “Invasão Secreta”, a trama deixou entendido que o personagem foi abduzido e substituído por um alienígena metamorfo como parte do esquema de Gravik, o vilão e líder rebelde dos skrulls interpretado por Kingsley Ben-Adir. Considerando que Rhodey tem uma participação política bastante considerável em paralelo a sua atuação como herói, faz sentido para o vilão ter um espião entre os oficiais mais importantes dos Estados Unidos. Por outro lado, a revelação deixa uma dúvida sobre como isso irá afetar o futuro filme da Marvel “Guerras das Armaduras” (Armor Wars), protagonizada por Don Cheadle. Anteriormente, Kevin Feige já havia declarado que a atração será uma sequência direta de “Invasão Secreta” e vai seguir o destino do Máquina de Combate. A questão que fica em aberto é se esta futura versão de Rhodey será ele mesmo ou a Skrull que tomou sua forma. Os novos episódios de “Invasão Secreta” são disponibilizados no Disney+ às quartas-feiras.

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    Final da 2ª temporada de “O Poder e a Lei” ganha trailer

    13 de julho de 2023 /

    A Netflix divulgou o trailer da Parte 2 da 2ª temporada de “O Poder e a Lei”. A prévia começa com o protagonista Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) no hospital, após uma surra brutal, e segue com sua volta ao tribunal para defender sua cliente. Baseada na franquia literária “The Lincoln Lawyer” de Michael Connelly, a temporada mistura a vida romântica do advogado com o trabalho pessoal, quando ele se vê envolvida na defesa de um interesse amoroso na Justiça. A atriz Lana Parilla, conhecida por viver a Rainha Má na série de fantasia “Once Upon A Time”, é quem rouba o coração do protagonista. No trama, ela interpreta Lisa Trammell, uma chef de cozinha querida pela comunidade que ajuda os necessitados, mas que acaba sendo presa e acusada de assassinar um banqueiro explorador.   Série versus Filme Esta não é a primeira vez que o personagem de Connelly chega às telas. Anteriormente, a obra foi adaptada no filme “O Poder e a Lei” (2011), estrelado por Matthew McConaughey. Para não repetir a história apresentada no longa, a série teve como ponto de partida o segundo livro da franquia literária, “O Veredicto de Chumbo”. Já a 2ª temporada pulou o terceiro volume para adaptar o quarto, “A Quinta Testemunha”. A produção é de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing”, “Big Sky” e “Nove Desconhecidos”, entre muitas outras séries. Seu parceiro no projeto é o co-roteirista e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). Além de Manuel Garcia-Rulfo (“O Pior Vizinho do Mundo”) no papel principal, o elenco destaca Neve Campbell (“Pânico”) como a primeira ex-esposa de Mickey, Krista Warner (“Priorities”) como a filha adolescente do ex-casal e Becki Newton (“Ugly Betty”) como a segundo ex-esposa. Um detalhe interessante é que as ex-mulheres também trabalham com Direito e acabam se envolvendo nos casos do advogado, tanto para auxiliar em relação à defesa quanto para enfrentá-lo na acusação de seus clientes. A parte final da 2ª temporada será lançada em 3 de agosto. Cada vez mais comum, essa divisão tem ajudado as produções da Netflix a conquistarem audiências mais elevadas.

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    Henry Cavill se despede de “The Witcher” no trailer do final da 3ª temporada

    13 de julho de 2023 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer da parte 2 da 3ª temporada de “The Witcher”, que marca a despedida de Henry Cavill (“O Homem de Aço”) do papel de Geralt de Rivia. A prévia traz o protagonista da série lutando por sua vida, enquanto seus aliados são cercados por inimigos. Os próximos capítulos mostrarão algumas das páginas mais sangrentas da saga literária do escritor polonês Andrzej Sapkowski, iniciando com um massacre de feiticeiros em Aretusa. Vários personagens encontrarão a morte, enquanto Geralt tenta salvar sua protegida Siri (Freya Allan) e sua amada Yennefer (Anya Chalotra) do maior ato de traição do Continente. Mas para isso, ele terá que pagar um preço alto – que abre caminho para a substituição de seu intérprete. Com a saída de Cavill, o papel passará a ser interpretado por Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”). A parte final da 3ª temporada será lançada em 27 de julho. Cada vez mais comum, essa divisão tem ajudado as produções da Netflix a conquistarem audiências mais elevadas.

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    Lea Michele homenageia Cory Monteith nos 10 anos da morte do ator: “Sinto sua falta”

    13 de julho de 2023 /

    A atriz Lea Michele publicou uma homenagem ao ator Cory Monteith nesta quinta-feira (13/7), após 10 anos da sua morte causada por uma overdose. Ele foi encontrado em um quarto de hotel na cidade de Vancouver, no Canadá, aos 31 anos. Na época, os dois namoravam, após se conhecerem no seriado musical “Glee”. Em tributo ao ex-namorado, a atriz compartilhou um texto emocionante acompanhado de uma foto nostálgica ao lado de Cory no Instagram. “Ei, você. 10 anos. Parece que foi ontem que você esteve aqui e há um milhão de anos, tudo ao mesmo tempo”, começa a homenagem. “Eu guardo todas as nossas memórias em meu coração, onde elas ficarão seguras e nunca serão esquecidas”. “Sentimos sua falta todos os dias e nunca esqueceremos a luz que você trouxe para todos nós. Sinto sua falta, grandalhão. Espero que tenham encontrado Taylor lá em cima e estejam tocando bateria juntos”, finalizou, fazendo referência ao falecido baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, que morreu em 2022, aos 50 anos. O ex-casal se viu pela primeira vez nos bastidores de “Glee” em 2009. Os dois interpretavam os protagonistas Finn Hudson e Rachel Berry, que também formavam um par romântico. Desde então, surgiram rumores de que o romance havia vindo para fora das telas. Apesar de negarem inicialmente, eles assumiram o relacionamento em 2012. Um mês antes do ator falecer, Lea se declarou para o então namorado em uma entrevista para a revista Marie Claire Mexico. “Cory Monteith me faz sentir a garota mais sortuda do mundo”, falou na época. Desde a morte de Cory, a atriz presta homenagens frequentes ao antigo namorado e fez duas tatuagens em tributo com o nome “Finn” e “5”, nome do personagem e número da camiseta usada por Cory no time de futebol americano da série.   Luta contra drogas e overdose Antes da sua morte, Cory tentou se livrar da dependência química. Ele esteve internado em uma clínica de reabilitação em abril de 2013, mas três meses depois sofreu uma overdose fatal, resultado de uma mistura de heroína e álcool. Com a tragédia, a série “Glee” se despediu do personagem no episódio “The Quarterback” no início da 5ª temporada. O capítulo trouxe cenas emocionantes do elenco, que lidava com a perda de Finn e Cory ao mesmo tempo. Em entrevistas recentes, o co-criador da série Ryan Murphy revelou que se arrependeu de ter continuado a atração após a morte do ator. “Agora, se isso tivesse acontecido, eu teria pensado: ‘É o fim'”, declarou no podcast “And That’s What You REALLY Missed”. “Porque você não pode realmente se recuperar de algo assim”. O produtor acrescentou que, se dependesse dele, o programa teria “parado por um longo tempo e provavelmente nunca teria voltado”. Mas a série continuou a ser exibida até sua 6ª temporada, encerrada em 2015. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lea Michele (@leamichele)

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    Simony se decepciona com “pessoas escrotas” no documentário do Balão Mágico

    13 de julho de 2023 /

    A cantora Simony se decepcionou com depoimentos presentes no documentário “A Superfantástica História do Balão”, lançado na quarta-feira (12/7) na plataforma Star+. No Instagram, ela afirmou que se surpreendeu com revelações feitas pela produção do Balão Mágico, já que ela teria sido “blindada” por familiares durante a infância. A cantora entrou para o grupo musical com apenas cinco anos. “Prometo que darei meu parecer sobre o documentário, confesso que muitas falas me decepcionaram, que pessoas foram escrotas. Depoimentos de pessoas que nunca conviveram comigo. Esse diretor que até então eu tinha o maior carinho, porque minha mãe me blindou das coisas horríveis que ele nos fez”, escreveu Simony. “Infelizmente meus tios e meu avô não estão mais aqui para se defender. Eu peço desculpa a vocês, não sabia que de uma história tão linda fariam isso”, ela lamentou. Apesar do desabafo, Simony não especificou quais depoimentos teriam a chateado.   Depoimentos polêmicos A série documental sobre o Balão Mágico revela conflitos internos e diferenças financeiras entre os integrantes da banda. Em dado momento, Tob e Mike Biggs mencionam a contratação de parentes de Simony para a equipe técnica e a percepção de que a divisão do dinheiro não era equitativa. Tob chega a alegar que “não ganhavam o mesmo” que Simony. Maricleuza Benelli, a mãe de Simony, desmentiu as acusações de que teria abocanhado a maior parte dos lucros do conjunto infantil. No entanto, Mike reforçou que “rolou muita grana, roubou-se muito dinheiro na mão de muita gente”.

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    Documentário da Turma do Balão Mágico capricha nas polêmicas. Conheça as principais

    13 de julho de 2023 /

    A série documental “A Superfantástica História do Balão”, lançada nesta quarta-feira (12/7) na Star+, traz à tona histórias nunca antes contadas sobre a popular banda infantil Turma do Balão Mágico, que foi um fenômeno nos anos 1980. Quatro décadas após seu sucesso estrondoso, os membros originais do grupo, Simony, Tob, Mike e Jairzinho se reuniram em um reencontro que escancara suas diferenças e os efeitos colaterais da fama precoce. São três episódios, que trazem à tona memórias de momentos fofos e outros tantos desconfortáveis.   Desabafos polêmicos Logo na abertura do primeiro episódio, Mike, conhecido por ser filho de Ronald Biggs, cúmplice de um famoso roubo na Inglaterra, traz declarações surpreendentes. “Sempre tem aquele que é o dedo do meio”, ele diz. E em seguida confessa que tinha inveja de Tob e Simony, os integrantes originais do grupo. “Sentia inveja da potência vocal. Queria ser um cantor tão bom quanto eles”, recorda ele. Tob, por sua vez, afirma que nunca percebeu tal inveja, pois sempre havia um ambiente descontraído durante suas apresentações. A série documental também revela conflitos internos e diferenças financeiras entre os integrantes da banda. Tob e Mike mencionam a contratação de parentes de Simony para a equipe técnica e a percepção de que a divisão do dinheiro não era equitativa. Tob chega a alegar que “não ganhavam o mesmo” que Simony. A cantora, no entanto, se mantém na defensiva, talvez na tentativa de preservar a “memória afetiva” da banda. Já sua mãe, Maricleuza Benelli, aparece desmentindo as acusações de que teria abocanhado a maior parte dos lucros do conjunto musical. Mas Mike rebate: “Rolou muita grana, roubou-se muito dinheiro na mão de muita gente, e foi-se criando um clima, a coisa tomou uma dimensão assustadora”.   Traumas Entre os vários momentos de destaque na série, um dos mais dramáticos é a lembrança de Tob de um incidente com o personagem Fofão, interpretado por Orival Pessini. Durante uma gravação, após repetidas falhas de Tob, Pessini ficou irritado, arrancou a máscara de Fofão e saiu berrando do estúdio. O acontecimento causou um trauma profundo no jovem, que lamentou o episódio e desejou que Pessini, falecido em 2016, tivesse sido mais paciente. “Eu era só uma criança”. A série documental também traz à luz temas delicados como bullying, trabalho infantil e disputas internas. Simony, por exemplo, compartilha o desconforto das constantes mudanças de escola. Mike, por outro lado, se recorda de ser alvo constante de bullying. “Virei o viadinho do Balão”, diz ele, que também surpreende ao revelar que perdeu a virgindade e fumou “o legal e o ilegal” com 11 anos. No segundo episódio, os músicos discutem sobre as mudanças significativas na estrutura do Balão em 1985, com as alterações de formação e a ameaça do surgimento de Xuxa. Tob, demitido do grupo em 1985 por estar mais crescido que os demais, passou por uma despedida prolongada de seis meses durante os shows de fim de semana, uma fase difícil tanto para ele quanto para os outros membros. Seu substituto, Ricardinho, não recebeu a mesma aceitação do público e logo desapareceu dos holofotes. Sua apresentação no programa da TV Globo da época é brevemente mostrada no documentário, porém, com seu rosto ocultado. A produção acabou logo em seguida.   A suposta rixa com Xuxa Além do ex-integrante, outras ausências são sentidas, como Roberto Carlos, que gravou “É Tão Lindo” com o Balão Mágico, e principalmente Xuxa, que ao chegar nas manhãs da Globo em 1986 com sua nave espacial tirou o Balão do ar. Por coincidência, ela também está ganhando uma série documental nesta semana. Em entrevista ao Extra, a diretora Tatiana Issa (também de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”) alegou que a rainha dos baixinhos só não participou da produção por conflito de agenda. “Ela tem muito carinho pela turma do Balão, e esse sentimento é recíproco. Muita gente acha que existiu briga, rixa, que nada! Eram apenas pessoas que estavam vivendo o auge de suas carreiras em momentos paralelos e, em certa altura, se cruzaram. Não existe nada de polêmico aí. O Balão já tinha cumprido seu ciclo na TV, continuou na música, e Xuxa veio da TV Manchete assinando com caneta de ouro a programação infantil daquela década”, afirmou Tatiana.   O legado de Jairzinho Um dos momentos mais emocionantes ficou por conta da participação do ator Lázaro Ramos. Em um dos episódios, ele destaca o quão significativo foi o papel de Jairzinho na sua formação como artista. Desde jovem, Lázaro nutria um grande fascínio pela Turma do Balão Mágico e se identificava muito com Jairzinho, por se ver representado na televisão. O jovem Lázaro percebia que a presença de Jairzinho naquele contexto, além de ser uma alegria contagiante para todos, era um símbolo de representatividade negra na mídia infantil da época. “Existia uma identificação visual. Por ser um dos poucos negros no universo televisivo infantil, Jairzinho parecia mais próximo de mim”, disse o ator, que a partir daí foi capaz de sonhar mais alto, percebendo que o estrelato e o sucesso no mundo das artes não eram exclusivos a indivíduos de uma única cor. Também ao Extra, Jairzinho refletiu sobre essa representatividade. “Na época, eu não sentia essa responsabilidade. Meu pai, Jair Rodrigues, já era um sucesso, e eu tinha esse modelo de representatividade dentro de casa. Passei a ter noção da minha importância anos depois, quando adultos me relataram que em suas infâncias eu era o espelho deles. Uma moça preta, de periferia, chamada Viviane, me fez chorar ao mandar um relato pelo Facebook dizendo que venceu na vida porque me via na TV e passou a acreditar que também poderia ser notada”, conta o cantor, que hoje tem uma carreira musical solo consolidada.   O declínio Além da saída de Toby não ser bem aceita pelos fãs, a mudança de empresário, feita pela mãe de Simony, transformou as crianças, segundo o documentário, em máquinas de caça-níqueis. E isto chamou atenção até na família de Jairzinho, com conhecimento na área musical. Se impressionaram com o excesso de trabalho imposto ao menino. “Hoje, como mãe e com consciência, penso como é cruel com essa criançada. É muito cruel!”, disse a cantora Luciana Mello, irmã de Jair. Acabou saturando. E, com os integrantes crescendo rapidamente, o grupo teve seu programa de TV substituído pelo “Xou da Xuxa” em 1986. “A Superfantástica História do Balão” escancara todos os bastidores do grupo infantil, expondo uma realidade menos alegre que a vista na época. Ao mesmo tempo, traz depoimentos de fãs famosos, que confirmam o impacto duradouro que o Balão Mágico teve na cultura pop brasileira.

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    Andréia Horta e Marcos Palmeira são confirmados na série de “Cidade de Deus”

    12 de julho de 2023 /

    A HBO Max oficializou os nomes de Andréia Horta (“Elis”) e Marcos Palmeira (“Pantanal”) na série derivada do filme “Cidade de Deus” (2002). Os dois retornam à HBO após mais de 15 anos, depois de protagonizarem as séries ‘Alice’, em 2008, e ‘Mandrake’, em 2005, respectivamente. Além de confirmar os atores, a plataforma também adiantou seus personagens e detalhes da série, que será produzida pelo diretor de “Cidade de Deus”, Fernando Meirelles, junto com Andrea Barata Ribeiro e a equipe da O2. Com direção de Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e Bruno Costa (“Mirador”), a série continuará a história dos personagens originais 20 anos depois. Tendo como ponto de partida as memórias de Buscapé (Alexandre Rodrigues), o enredo se passa no início dos anos 2000 e trará trechos do filme em flashbacks, para reconstrução de lembranças e memórias afetivas dos protagonistas. Ao longo de seis episódios, a série vai mostrar a comunidade assolada pela disputa entre traficantes, policiais e milicianos, com foco principal nas pessoas comuns e como os confrontos afetam diretamente suas vidas. Andréia Horta viverá Jerusa, uma advogada perigosa, manipuladora e destemida. “Estou felicíssima por estar em Cidade de Deus! É pra mim uma honra voltar à HBO com essa série! Tenho uma personagem que me desafia em um trabalho que nos convocará a refletir os rumos de nossa história”, ela comentou. Já Marcos Palmeira interpretará Genivaldo Curió, o líder carismático e generoso que controla o tráfico na Cidade de Deus. “Eu fiquei muito feliz com o convite, porque eu sou apaixonado pelo filme e pelo trabalho do Fernando! E fazer um personagem maravilhoso como o Curió para mim é bastante desafiador, porque é aquele cara temido e ao mesmo tempo amado, o que é bem complexo e interessante. Mas estou muito feliz de poder trabalhar com o Aly Muritiba, adoro os filmes dele. É um diretor intenso, que sabe o que quer”, disse o ator. O roteiro é de Sérgio Machado (“O Rio do Desejo”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”), Armando Praça (“Greta”), Estevão Ribeiro (“Dra. Darci”), Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmos”) e Aly Muritiba. A série ainda não tem previsão de estreia.

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    Pedro Pascal e Jenna Ortega fazem História no Emmy 2023

    12 de julho de 2023 /

    Os atores Pedro Pascal (“The Last Of Us”) e Jenna Ortega (“Wandinha”) alcançaram marcos históricos para os artistas latinos nas indicações ao Emmy 2023 divulgadas nesta quarta-feira (12/7). A premiação se destacou pelo aumento nas indicações de artistas não-brancos com 34 nomeados em comparação aos 31 indicados no ano passado. Indicada na categoria de Melhor Atriz Principal em Série de Comédia, Jenna Ortega se tornou a terceira latina a ser indicada na categoria, depois de Rita Moreno (“Velozes e Furiosos 10”) em 1983 por “9 to 5” e America Ferrera (“Barbie”) por “Ugly Betty” (2007). Além disso, a interprete de Wandinha tornou-se uma das atrizes mais jovens a ser indicada na categoria, aos 20 anos. Ela ficou atrás apenas de Patty Duke, nomeada aos 17 anos em 1964 por “The Patty Duke Show”. Vale mencionar que Ortega tem descendência mexicana e porto-riquenha. Já Pedro Pascal é o primeiro latino indicado como Melhor Ator de Drama em mais de 20 anos. A última nomeação na categoria foi de Jimmy Smits, descendente de porto-riquenhos, pela série “Nova York Contra o Crime”, em 1999. Nascido no Chile, Pascal chamou atenção nos últimos anos como um dos nomes mais aclamados de Hollywood. Neste ano, o ator conquistou mais duas indicações além do seu papel em “The Last Of Us”. Ele foi nomeado como Melhor Ator Convidado em uma Série de Comédia por apresentar o “Saturday Night Live” e como Melhor Narrador pelo programa da CNN “Patagônia Extraordinária”. Com isso, tornou-se ainda o artista com mais nomeações ao Emmy 2023. A lista de estrelas com descendência latina também destaca Aubrey Plaza, indicada pela primeira vez ao Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama por seu papel no fenômeno “The White Lotus”, da HBO. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, seu pai é de origem porto-riquenha. A presença desses artistas representa um recorde de representatividade para a comunidade latina nos EUA. E ainda podia ser maior. Dentre os artistas esnobados pela premiação incluem-se o mexicano Diego Luna, protagonista de “Andor” (produção indicada a Melhor Série Dramática), e Selena Gomez por “Only Murders in the Building” (indicada na categoria de Série de Comédia).   Recorde de artistas negras Entre os artistas afro-americanos, a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante de Comédia bateu um recorde com quatro mulheres negras indicadas. Elas incluem Ayo Edebiri (“O Urso”), Jessica Williams (“Falando a Real”), Janelle James e Sheryl Lee Ralph (“Abbott Elementary”). Até então, nenhuma categoria da premiação teve tantas artistas negras indicadas em toda a sua história. Por sinal, a série “Abbott Elementary” chamou a atenção com nove indicações neste ano, incluindo Melhor Série de Comédia. Aclamada pela crítica, a série conta com um elenco majoritariamente negro formado por estrelas como Tyler James Williams, Janelle James e Sheryl Lee Ralph, todos indicados nas categorias de atuação. Aos 32 anos, Dominique Fishback se tornou a atriz negra mais jovem a ser indicada na categoria de Atriz Principal em uma Série Limitada por “Enxame”, produzida pela Amazon Prime Video. Apesar de nunca ter ganhado um Emmy, Nicole Byer ocupa o posto de mulher negra com mais indicações na categoria de apresentadora de reality, com quatro nomeações consecutivas pelo programa “Mandou Bem”, da Netflix. Ela já soma sete indicações ao longo da carreira. Outros apresentadores negros de reality shows também foram indicados neste ano, como RuPaul por “RuPaul’s Drag Race”, Maya Rudolph como co-apresentadora de “Baking It”, Padma Lakshmi por “Top Chef” e a dupla Tan France e Karamo Brown por “Queer Eye”.   Segundo ator surdo indicado A representatividade se expandiu ainda mais com o ator mirim Kevionn Montreal Woodard, que aos 10 anos de idade se tornou o segundo ator surdo a ser indicado na premiação e o mais jovem de todos os tempos na categoria de Ator Convidado. Ele foi nomeado por seu papel em “The Last of Us”. Embora um artista surdo nunca ter ganhado um Emmy, a premiação já concedeu quatro indicações a Marlee Beth Matlin como Atriz Convidada. As primeiras foram pelas suas participações nas séries “Seinfeld” e “Picket Fences” em 1994, seguidas por “O Desafio” em 2000 e “Law & Order: Unidade de Vítimas Especiais” em 2004.   Edição de 2021 continua com maior número Apesar dos avanços, as grandes categorias de Atriz Principal em Drama e Ator Principal em Comédia não tiveram nenhum indicado não-branco. O número de 34 não-brancos também está longe do recorde histórico da premiação, que em 2021 somou 49 artistas não-brancos nomeados. Na época, o musical “Hamilton”, produzido pela Disney+, e “Lovecraft Country”, série dramática da HBO, tinham elencos formados majoritariamente por artistas negros. Em contraste, no ano passado, a premiação só sustentou a diversidade graças ao fenômeno sul-coreano “Round 6”, que fez história como o primeiro programa em língua não inglesa a receber indicações nas principais categorias do Emmy. Ao todo, foram 14 nomeações incluindo Melhor Série Dramática.

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    Trailer reúne atores dos filmes e da série “High School Musical”

    12 de julho de 2023 /

    A Disney+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”, que marca um encontro entre o elenco da série e os atores da trilogia dos filmes originais. Sem a participação de Olivia Rodrigo, que se despediu oficialmente na temporada passada, os próximos episódios também serão os últimos. Na trama, os estudantes da East High School vão descobrir, em sua volta às aulas, que a escola será usada com cenário das filmagens do aguardado “High School Musical 4”, que voltará a juntar os atores da trilogia original. Mais que isso: os alunos vão interpretar figurantes na produção. Por conta disso, os capítulos contarão com os retornos de Monique Coleman (a Taylor), Lucas Grabeel (o Ryan) e Corbin Bleu (o Chad) – os dois últimos já tinham feito participações anteriores na série – , além de coadjuvantes adultos da trilogia. Para completar, o elenco da série estará preparando um musical final de formatura, que, por sua vez, será inspirado em “High School Musical 3: Ano da Formatura”. Mas este plano esbarra num problema: como a maioria dos alunos está envolvida com o novo filme, quase ninguém aparece para os ensaios. A 4ª temporada vai estrear em 9 de agosto.

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    “Succession” e “The Last of Us” lideram indicações do Emmy 2023

    12 de julho de 2023 /

    A lista de indicados ao Emmy Awards 2023 foi anunciada nesta quarta-feira (12/7) pela atriz Yvette Nicole Brown e pelo produtor Frank Scherma, diretor da Academia de Artes e Ciências Televisivas. O streaming HBO Max marcou presença de peso na edição deste ano com as produções de “The White Lotus” e “A Casa do Dragão”. A plataforma ainda fez história com a liderança de “Succession”, que recebeu – apenas – 27 indicações em diversas categorias. A série “The Last of Us” também entrou para a história após se tornar a primeira adaptação live-action de game a conquistar um grande número de nomeações numa premiação. A produção recebeu o total de 24 indicações, incluindo para os atores Pedro Pascal e Bella Ramsey. Logo atrás, veio a trama de “Ted Lasso” que recebeu um total de 21 indicações, entre elas Melhor Série, Melhor Roteiro e Melhor Direção de Série de Comédia. A produção exibida no Apple TV deve bater de frente com “Wandinha”, de Jenna Ortega, na competição. Uma das grandes novidades da premiação foi “O Urso”, que também foi lembrada na disputa de Melhor Série de Comédia e conseguiu mais três indicações para seu elenco, incluindo para o protagonista Jeremy Allen White. Entre as minisséries, “Daisy Jones & the Six”, “Treta”, “Dahmer: Um Canibal Americano” e “A Nova Vida de Toby” disputam o prêmio com “Obi-Wan Kenobi”, a série derivada de “Star Wars”. Ao contrário do que se esperava, a produção de “Mulher-Hulk” da Marvel não obteve nenhuma indicação na premiação deste ano. Entre os destaques, o ator Ray Liotta recebeu uma indicação póstuma como Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie por sua atuação em “Black Bird”, da Apple TV+.   Data da cerimônia A premiação do Emmy 2023 está prevista para acontecer no dia 18 de setembro, em Los Angeles, porém a cerimônia poderá ser remarcada, devido a greve do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês), que pode ganhar reforço do Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA), numa paralisação ainda esta semana. A Academia de Artes e Ciências Televisivas, que organiza a premiação, estuda a possibilidade de adiar o evento para novembro de 2023. Já a emissora norte-americana Fox, responsável pela transmissão, prefere que a cerimônia ocorra apenas em janeiro de 2024. Até o momento, não foi definido se o suposto adiamento do Emmy 2023 terá impactos na janela de votação dos indicados.   Veja a lista de indicados das principais categorias abaixo. MELHOR SÉRIE DE DRAMA “Andor” “Better Call Saul” “The Crown” “A Casa do Dragão” “The Last of Us” “Succession” “The White Lotus” “Yellowjackets” MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA “Abbott Elementary” “Barry” “The Bear” “Jury Duty” “A Maravilhosa Sra. Maisel” “Only Murders in the Building” “Ted Lasso” “Wandinha” MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLÓGICA “Treta” “Dahmer: Um Canibal Americano” “Daisy Jones & the Six” “A Nova Vida de Toby” “Obi-Wan Kenobi” MELHOR TELEFILME “Dolly Parton’s Mountain Magic Christmas” “Orgulho & Sedução” “Abracadabra 2” “O Predador: A Caçada” “Weird: The Al Yankovic Story” MELHOR PROGRAMA DE COMPETIÇÃO “The Amazing Race” “RuPaul’s Drag Race” “Survivor” “Top Chef” “The Voice” MELHOR TALK SHOW “The Late Show with Stephen Colbert “Late Night with Seth Meyers” “Jimmy Kimmel Live” “The Daily Show with Trevor Noah” “The Problem with Jon Stewart” MELHOR PROGRAMA DA VARIEDADES “A Black Lady Sketch Show” “Last Week Tonight With John Oliver” “Saturday Night Live” MELHOR SÉRIE ANIMADA “Bob’s Burgers” “Entergalactic” “Primal” “Rick & Morty” “Os Simpsons” MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness, por “Queer Eye” Nicole Byer, por “Mandou Bem” Padma Lakshmi, por “Top Chef” Amy Poehler, Maya Rudolph, por “Baking It” RuPaul Charles, por “RuPaul’s Drag Race” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA Jeff Bridges, por “The Old Man” Brian Cox, por “Succession” Kieran Culkin, por “Succession” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Pedro Pascal, por “The Last of Us” Jeremy Strong, por “Succession” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Jason Segel, por “Shrinking” Martin Short, por “Only Muders in the Building” Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Jeremy Allen White, por “The Bear” MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Taron Egerton, por “Black Bird” Kumail Nanjiani, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Evan Peters, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Daniel Radcliffe, por “Weird: The Al Yankovic Story” Michael Shannon, por “George & Tammy” Steven Yeun, por “Treta” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA Sharon Horgan, por “Bad Sisters” Melanie Lynskey, por “Yellowjackets” Elisabeth Moss, por “The Handmaid’s Tale” Bella Ramsey, por “The Last of Us” Keri Russell, por “A Diplomata” Sarah Snook, por “Succession” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA Christina Applegate, por “Disque Amiga Para Matar” Rachel Brosnahan, por “A Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, por “Abbott Elementary” Natasha Lyonne, por “Poker Face” Jenna Ortega, por “Wandinha” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lizzy Caplan, por “A Nova Vida de Toby” Jessica Chastain, por “George & Tammy” Dominique Fishback, por “Swarm” Kathryn Hahn, por “Tiny Beautiful Things” Riley Keough, por “Daisy Jones and the Six” Ali Wong, por “Treta” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA F. Murray Abraham, por “The White Lotus” Nicholas Braun, por “Succession” Michael Imperioli, por “The White Lotus” Theo James, por “The White Lotus” Matthew Macfayden, por “Succession” Alan Ruck, por “Succession” Will Sharpe, por “The White Lotus” Alexander Skarsgard, por “Succession” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Anthony Carrigan, por “Barry” Phil Dunster, por “Ted Lasso” Brett Goldstein, por “Ted Lasso” Anazib Freevee, por “Jury Duty” Ebon Moss-Bachrach, por “O Urso” Tyler James Williams, por “Abbott Elementary” Henry Winkler, por “Barry” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Murray Bartlett, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Paul Walter Hauser, por “Black Bird” Richard Jenkins, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Joseph Lee, por “Treta” Ray Liotta, por “Black Bird” Young Mazino, por “Treta” Jesse Plemons, por “Amor & Morte” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA Jennifer Coolidge, por “The White Lotus” Elizabeth Debicki, por “The Crown” Meghann Fahy, por “The White Lotus” Sabrina Impacciatore, por “The White Lotus” Aubrey Plaza, por “The White Lotus” Rhea Seehorn, por “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, por “Succession” Simona Tabasco, por “The White Lotus” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Sheryl Lee Ralph, por “Abbott Elementary” Hannah Waddingham, por “Ted Lasso” Ayo Edebiri, por “O Urso” Janelle James, por “Abbott Elementary” Alex Borstein”, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Juno Temple, por “Ted Lasso” Jessica Williams, por “Falando a Real” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Annaleigh Ashford, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Maria Bello, por “Treta” Claire Danes, por “A Nova Vida de Toby” Camila Morrone, por “Daisy Jones & the Six” Niecy Nash-Betts, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Merritt Wever, por “Tiny Beautiful Things” MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE DRAMA Murray Bartlett, por “The Last of Us” James Cromwell, por “Succession” Lamar Johnson, por “The Last of Us” Arian Moayed, por “Succession” Nick Offerman, por “The Last of Us” Keivonn Montreal Woodard, por “The Last of Us” MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE COMÉDIA Jon Bernthal, por “O Urso” Nathan Lane, por “Only Murders in the Building” Oliver Platt, por “O Urso” Sam Richardson, por “Ted Lasso” Luke Kirby, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Pedro Pascal, por “Saturday Night Live” MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE DRAMA Hiam Abbass, por “Succession” Cherry Jones, por “Succession” Melanie Lynskey, por “The Last of Us” Storm Reid, por “The Last of Us” Anna Torv, por “The Last of Us” Harriet Walter, por “Succession” MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE COMÉDIA Becky Ann Baker, por “Ted Lasso” Quinta Brunson, por “Saturday Night Live” Taraji P. Henson, por “Abbott Elementary” Judith Light, por “Poker Face” Sarah Niles, por “Ted Lasso” Harriet Walter, por “Ted Lasso” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA Benjamin Caron, por “Andor” Dearbhla Walsh, por “Bad Sisters” Peter Hoar, por “The Last of Us” Andrij Parekh, por “Succession” Mark Mylod, por “Succession” Lorene Scafaria, por “Succession” Mike White, por “The White Lotus” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Christopher Storer, por “O Urso” Amy Sherman-Palladino, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Mary Lou Belli, por “The Ms. Pat Show” Declan Lowney, por “Ted Lasso” Tim Burton, por “Wandinha” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lee Sung Jin, por “Treta’ Jake Schreier, por “Treta’ Carl Franklin, por “Dahmer – Monstro: A História de Jeffrey Dahmer” Paris Barclay, por “Dahmer – Monstro: A História de Jeffrey Dahmer” Valerie Faris e Jonathan Dayton, por “Fleishman Is In Trouble” Dan Trachtenberg, por “Prey” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA Beau Willimon, por “Andor” Sharon Horgan, Dave Finkel e Brett Baer, por “Bad Sisters” Gordon Smith, por “Better Call Saul” Peter Gould, por “Better Call Saul” Craig Mazin, por “The Last of Us” Jesse Armstrong, por “Succession” Mike White, por “The White Lotus” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Christopher Storer, por “O Urso” Mekki Leeper, por “Jury Duty” John Hoffman, Matteo Borghese e Rob Turbovsky, por “Only Murder in the Building” Chris Kelly e Sarah Schneider, por “The Other Two” Brendan Hunt, Joe Kelly e Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lee Sung Jin, por “Treta” Joel Kim Booster, por “Fire Island” Taffy Brodesser-Akner, por “Fleishman is in trouble” Patrick Aison e Dan Trachtenberg, por “Prey” Janine Naber e Donald Glover, por “Swarm” Al Yankivic e Eric Appel, por “Weird: The Al Yankovic Story”

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    Além do Guarda-Roupa: Trailer da nova série brasileira mistura fantasia e K-pop

    11 de julho de 2023 /

    A HBO Max divulgou o trailer completo de “Além do Guarda-Roupa”, primeiro k-drama brasileiro da plataforma. Passada no bairro do Bom Retiro, que concentra a comunidade coreana em São Paulo, a série é estrelada por Sharon Cho, filha de imigrantes coreanos, no papel da adolescente Carol. A prévia mostra o primeiro contato de Carol com o ACT, um novo grupo de K-pop apresentado por uma amiga da escola como uma revolução musical. Mas para surpresa dos alunos, a novidade é recebida com o desprezo da protagonista: “Desculpa, mas não gosto de K-pop”. Aspirante a bailarina, a personagem quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Entretanto, seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que o quarto de Carol seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça.   K-Pop e K-Drama Além do estilo musical K-pop (Korean pop), que é fenômeno mundial, o K-drama (também conhecido como dorama) é outro tipo de produção marcante da Coreia do Sul. A denominação caracteriza minisséries marcadas por romance e melodrama, geralmente envolvendo personagens jovens e situações de fantasia. A versão brasileira dos K-dramas tem produção da Coração da Selva e direção geral de Marcelo Trotta (“Tudo Igual… SQN”). E um detalhe interessante é que também será estrelada por atores coreanos, como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que vieram à São Paulo para trabalhar na produção. Júlia Rabello (“La Situación”), Sabrina Nonata (“Samantha!”), Luiza Parente (“Amiga do Inimigo”), o cantor Lucas Deluti e a bailarina Ana Botafogo também estão no elenco. Com 10 episódios, a série tem estreia marcada para 20 de julho.

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