Diretores de Capitão América: Guerra Civil desenvolvem série baseada em quadrinhos
Os irmãos cineastas Anthony e Joe Russo (“Capitão América: Guerra Civil”) vão produzir uma nova série baseada em quadrinhos para a rede americana Fox. Desta vez, porém, a produção terá tom de comédia. Trata-se da adaptação de “Sexcastle”, publicação indie criada por Kyle Starks. A trama gira em torno de Shane Sexcastle, o ex-maior assassino do mundo, que, após trocar as matanças por uma aposentadoria numa cidadezinha pacata, vê-se trazido de volta à força para seu velho negócio. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo escrito por outra dupla de irmãos, Daniel e Matthew Libman (série “Happy Endings”). Blake Anderson (série “Workholics”) já está escalado para viver o papel principal e o piloto será dirigido por Kyle Newacheck (criador de “Workholics”). Por enquanto, a encomenda é apenas para o piloto, que precisará agradar aos executivos da Fox para virar série.
3ª temporada de The Leftovers vai se passar na Austrália
A 3ª temporada e última temporada de “The Leftovers” será gravada na Austrália. Segundo o site The Hollywood Reporter, a série criada por Damon Lindelof e Tom Perrota vai encerrar a trama introduzida em sua temporada anterior, que se passa no Texas, antes de mudar de continente. As fontes do site alegam que a história também vai se passar na Austrália. Ou seja, não será somente a produção que acontecerá do outro lado do mundo, embora detalhes sobre o desdobramento da trama continuem sob sigilo. Esta será a terceira vez que “The Leftovers” muda de ares. A 1ª temporada se passou em um subúrbio de Nova York, enquanto a 2ª foi gravada e ambientada no Texas. Aclamada pela crítica, “The Leftovers” surgiu como adaptação do livro homônimo de Tom Perrota, mas passou a contar uma história inteiramente original em sua 2ª temporada. Os planos são, agora, encerrar a trama nos próximos episódios, que só deverão ser exibidos pelo canal pago HBO em 2017.
The Handmaid’s Tale: Elisabeth Moss será protagonista de nova série distópica
A atriz Elisabeth Moss (série “Mad Men”) vai estrelar uma série baseada no romance distópico “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood. A informação é do site The Hollywood Reporter. A produção reforça a intenção do Hulu de se tornar cada vez mais competitivo no mercado de serviços de streaming, reforçando seu catálogo com uma obra de grande apelo. Lançado em 1985, o livro de Atwood já virou filme, estrelado por Natasha Richardson em 1990, com o título brasileiro “A Decadência de uma Espécie”. A série manterá o título original em inglês, “The Handmaid’s Tale”, e está sendo desenvolvida por Bruce Miller, roteirista-produtor de outra adaptação distópica bem-sucedida na TV, “The 100”. A trama de “The Handmaid’s Tale” se passa numa sociedade fundamentalista religiosa que, diante de desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, passa a explorar as mulheres como propriedade do estado. Elizabeth Moss dá vida a Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres fertéis, cumprir seu papel na repopulação do regime totalitário. Assim, ela é forçada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. “The Handmaid’s Tale” terá dez episódios, com estreia prevista para 2017.
John Krasinski vai estrelar série do agente secreto Jack Ryan
O ator John Krasinski vai voltar a estrelar uma série, três anos após o final de “The Office”. Ele interpretará a nova versão do agente secreto Jack Ryan, que já rendeu cinco filmes, numa atração desenvolvida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (“Lost”, “Bates Motel”) para o serviço de streaming Amazon. A informação é do site Deadline. A série não será uma adaptação literal dos livros de Clancy, como foram os primeiros filmes, mas uma nova versão contemporânea do personagem, utilizando os romances como fonte. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele vai aparecer como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba levando-o para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. O projeto foi uma iniciativa da Paramount, estúdio responsável pelos filmes, que buscou Michael Bay para monetizar seu catálogo de propriedades. Cuse, que é fã assumido do personagem, entrou a bordo a convite de Bay. Nos romances, Ryan começou como um corretor de investimentos da bolsa de valores, antes de assumir uma posição na Academia Naval dos EUA e posteriormente ingressar na CIA, subindo na carreira até virar diretor-adjunto e, eventualmente, tornar-se Presidente da Estados Unidos. Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. A história do agente Jack Ryan no cinema começou em 1990 com o longa “Caçada ao Outubro Vermelho”, que tinha Alec Baldwin no papel principal. Depois vieram “Jogos Patríoticos” (1992) e “Perigo Real e Imediato” (1994) com Harrison Ford como protagonista. A franquia tentou um primeiro reboot com Ben Affleck em “A Soma de Todos os Medos” (2002) e uma nova tentativa de recomeço com Chris Pine em “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), o que acabou rendendo um rejuvenescimento contínuo do personagem, que viveu suas aventuras praticamente em ordem decrescente. Essas mudanças constantes acabam por facilitar a reintrodução do personagem na série, pois a franquia não conseguiu fixar um ator no papel. Segundo o Deadline, Krasinski foi a principal escolha de Cuse para viver Jack Ryan desde que o projeto começou a ser desenvolvido. A série também marcará um reencontro entre Krasinski e Bay, que o dirigiu no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. O roteiro do piloto já está pronto, escrito por Cuse em parceria com Graham Roland (“Lost”, “Fringe”), e as gravações devem começar em breve. A série de “Jack Ryan”, por sinal, seguirá um modelo diferente do mais utilizado até o momento pela Amazon. Assim como fez com Woody Allen, o serviço de streaming encomendou a série sem ver o piloto, baseando-se apenas nos nomes envolvidos. Isto sinaliza uma nova tendência do Amazon, que até então condicionava a produção de uma série à aprovação de seu piloto pelo público, via disponibilização gratuita na internet.
Série Underground é renovada para a 2ª temporada
O canal pago WGN America renovou “Underground”, série sobre a escravatura produzida pelo músico John Legend (vencedor do Oscar pelo tema de “Selma”), para sua 2ª temporada. Repleta de ação, com direito a fuga e rebelião de escravos de uma grande plantação do sul dos Estados Unidos, a série emplacou com grande audiência, assistida ao vivo por 3 milhões de telespectadores e chegando a ter 120% de aumento em seu público com reprises e outras plataformas. “Underground” é atualmente a 6ª série mais vista da TV paga americana. Criada pela dupla Misha Green (roteirista de “Spartacus”) e Joe Pokaski (roteirista de “Demolidor”), a série é estrelada por Aldis Hodge (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), Jurnee Smollett-Bell (série “Friday Night Lights”), Reed Diamond (série “Wayward Pines”), Marc Blucas (série “Necessary Roughness”), Jessica De Gouw (série “Arrow”), Alano Miller (série “Jane the Virgin”), Christopher Meloni (“O Homem de Aço”), Theodus Crane (série “The Walking Dead”), Adina Porter (série “The 100”), James Lafferty (série “One Tree Hill/Lances da Vida”) e Mykelti Williamson (série “Justified”). A 2ª temporada terá 10 episódios, como na 1ª fase lançada em março nos EUA.
Jamie Clayton “comemora” saída de Aml Ameen do elenco de Sense8
Os fãs de “Sense8” que foram pegos de surpresa pela notícia de que o ator Aml Ameen, intérprete de Capheus, foi cortado da da 2ª temporada, não poderiam esperar que sua saída fosse comemorada pelo elenco. Pelo menos, é o que sugere a reação de Jamie Clayton, que falou sobre o corte no Twitter. Clayton, que vive Nomi na série, respondeu a alguns fãs que queriam saber o que aconteceu. Usando a rede social, ela teceu comentários pouco esclarecedores, mas deu a entender que toda a equipe da produção estava feliz com a decisão. Quando um de seus seguidores perguntou se ela estava triste pela saída de Aml, ela respondeu em caixa alta que “NÃO”. E quando outro lamentou, Clayton retrucou: “Realmente não é. Ódio é horrível. Intolerância é horrível. #Sense8 É AMOR”. Finalmente, quando uma de suas seguidoras perguntou por que ela estava tão feliz, alegando que Aml era uma ótima pessoa, Clayton ironizou: “Oh, você o conhece?” Apesar disso, nenhum membro da equipe ou do elenco discorreu a respeito do motivo da saída do ator da série. Muitos fãs especulam, agora, que o ator possa ter feito algum comentário ou agido de forma preconceituosa, mas quando uma fã questionou diretamente Clayton, ela respondeu que “nunca disse isso”. Curiosamente, Aml Ameen e Jamie Clayton foram dois dos protagonistas de “Sense8” que vieram ao Brasil em 2015 para a Comic-Con Experience. A versão oficial para a saída de Aml Ameen é que ele se desentendeu com Lana Wachowski, co-criadora da atração. Para o lugar do ator, já foi escalado um substituto: Toby Onwumere (visto na série “The Book of Dallas”).
César Macedo (1935 – 2016)
Morreu o ator César Macedo, que ficou conhecido por interpretar o personagem Seu Eugênio na “Escolinha do Professor Raimundo”. Ele estava internado há duas semanas por conta de uma infecção hospitalar, contraída após a realização de uma cirurgia no Hospital Estadual de Franco da Rocha (SP), sofreu um choque séptico causado por uma pneumonia e faleceu aos 81 anos. Segundo a família, o ator havia sido diagnosticado com o mal de Alzheimer e lutava contra a depressão desde a morte da mulher, em 2012. O comediante falou do problema no programa do apresentador Gugu Liberato, na Record, em 2015. Ele participou do elenco original da “Escolinha do Professor Raimundo”, programa apresentado por Chico Anysio que estreou na TV em 1990. De cabelos arrepiados como os de Albert Einstein, seu personagem, o Seu Eugênio eternizou o bordão “Pode perguntar que comigo é na manteiga”. Após o fim da atração da Globo, César Macedo levou seu personagem à outras configurações do programa, como a “Escolinha do Barulho”, da rede Record, entre 1999 e 2001, e na “Escolinha do Gugu”, seu último trabalho na TV, em 2009. A amizade com Gugu lhe rendeu um presente em 2011, a reforma de sua casa. O apresentador ainda voltou a ajudá-lo no ano passado, quando ele apareceu bem debilitado no palco de seu programa, acusando os filhos de abandono e exploração. Além de estrelar programas humorísticos, César Macedo também participou da pornochanchada “O Campineiro, Garotão Para Madames” (1981) e da novela “O Fim do Mundo” (1996). Paulo Cintura, que trabalhou com ele nas diversas encarnações da “Escolinha”, prestou uma homenagem ao amigo no Facebook. “Notícia muito triste”, escreveu na legenda de uma foto em que os dois aparecem juntos.
Lady Dynamite: Nova série do criador de Arrested Development ganha trailer
O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer da nova série de comédia de Mitch Hurwitz (“Arrested Development”) “Lady Dynamite”. O humor depreciativo é o mesmo de “Arrested Development”, assim como os exageros de certas situações, mas a amargura da prévia parece soterrar qualquer chance de um sorriso amarelo. Hurwitz desenvolveu a atração em parceria com Pam Brady (roteirista de “South Park”) e em torno do humor semi-autobiográfico da comediante Maria Bamford (também de “Arrested Development”). A trama um tanto surreal acompanha o altos e baixos da vida de Bamford (a personagem tem seu nome), seja no início de sua carreira como atriz, durante a internação por distúrbio bipolar ou a vida hoje, em Los Angeles, em busca de equilíbrio e de uma vida amorosa quase normal. Com 12 episódios de meia hora, “Lady Dynamite” estreia no dia 20 de maio no Netflix.
Nova série de Ashton Kutcher, The Ranch é renovada para sua 2ª temporada
A série “sertaneja” do Netflix “The Ranch” foi renovada para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito pelo próprio elenco, em vídeo postado na conta oficial do Twitter da produção. Com formato de sitcom tradicional, a série é estrelada por Ashton Kutcher e Danny Masterson, que retomam a parceria de “That ’70s Show”, uma década após o final da série clássica. Na série, os dois vivem irmãos. Kutcher é um jogador de futebol semi-profissional, que, após uma rápida carreira, retorna ao rancho da família, no Colorado, visando gerir os negócios do pai (Sam Elliott, da série “Justified”). O elenco também inclui a atriz veterana Debra Winger (“O Casamento de Rachel”) como a mãe do protagonista e Elisha Cuthbert (a eterna Kim, filha de Jack Bauer) como o interesse romântico. “The Ranch” é uma criação de Jim Patterson e Don Reo, roteiristas e produtores da série “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men), e estreou no serviço de streaming em 1 de abril. It’s official: Season 2 of @TheRanchNetflix, coming 2017!https://t.co/a582aydDgy — ashton kutcher (@aplusk) April 29, 2016
Wet Hot American Summer é renovada para os anos 1990
O serviço de streaming Netflix anunciou que revisitará os personagens de “Wet Hot American Summer” em mais uma temporada, com o subtítulo “Ten Years Later” (Dez anos depois). O anúncio veio acompanhado de um vídeo que adianta a ideia da continuação. A 2ª temporada da série terá oito episódios de trinta minutos, como a anterior, mas se passará em 1991, durante o reencontro, uma década depois, da turma de funcionários do Camp Firewood, acampamento de verão em que se passa a produção. Vale lembrar que a série é baseada na comédia juvenil “Mais um Verão Americano” (2001), cujo elenco, na época desconhecido, virou um verdadeiro quem é quem da comédia americana. E todos eles participam da atração, inclusive os famosos Paul Rudd (“Homem-Formiga”), Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”), Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e Amy Poehler (série “Parks and Recreation”). “Mais um Verão Americano” foi um grande fracasso de público, rendendo apenas US$ 300 mil em bilheteria, mas ganhou status de cult depois do seu lançamento em DVD. A trama original acompanhava um grupo de funcionários de um acampamento de verão, no último dia das férias de 1981. A série foi concebida por Michael Showalter (série “Stella”) e David Wain (série “Childrens Hospital”), respectivamente o roteirista e o diretor do filme, que, além de reunirem todo o elenco original, propositalmente mostraram os atores mais velhos interpretando os mesmos personagens de quando eram jovens. Na 2ª temporada, os personagens estarão dez anos mais velhos, mas ainda assim bem mais novos que seus intérpretes. A previsão é de que a estreia aconteça em 2017.
Netflix confirma produção da série do Justiceiro
O serviço de streaming Netflix anunciou o que muitos fãs esperavam: o Justiceiro vai ganhar uma série própria. A revelação foi feita por meio de um vídeo postado no Twitter oficial da empresa (veja abaixo). O anti-herói da Marvel apareceu na 2ª temporada de “Demolidor” como coadjuvante, e roubou todas as cenas. A versão interpretada por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”) foi a primeira recebida com aprovação unânime dos fãs, após três encarnações mal-sucedidas no cinema. O ator voltará ao papel como protagonista da nova série, que será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”). “Queremos agradecer aos fãs que pediram por mais da impressionante e poderosa performance de Jon como Frank Castle”, disse o diretor-executivo da Marvel Television, Jeph Loeb, em comunicado. “Agora com o texto irresistível de Steve Lightfoot, estamos animados de trazer o Justiceiro para a Netflix.” Com isso, a Netflix soma cinco séries baseadas em quadrinhos da Marvel, acrescentando o Justiceiro na lista de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Além destas, o serviço de streaming também prepara a minissérie “Defensores”, que irá juntar todos os personagens das demais produções. “Justiceiro” ainda não tem previsão de estreia. The Punisher is back. Locked and loaded.https://t.co/nGKCa2taEV — Netflix US (@netflix) April 29, 2016
Criadores de Game of Thrones já trabalham no fim da história
A 6ª temporada de “Game of Thrones” começou no domingo (24/7) batendo recordes, mas os novos episódios também aproximam o público do final da atração. Os criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, confirmaram ao site The Hollywood Reporter que já estão trabalhando na finalização da história. E, dependendo das negociações com o canal pago HBO, ele pode ir ao ar já no ano que vem. “No começo, nós esperávamos que, caso a série funcionasse, teríamos sete temporadas para contar a história. Sete reinos, sete deuses, sete livros — sete parecia um número de sorte”, disseram, em entrevista que não identificou individualmente os autores das frases. Mas, apesar da simbologia numérica, entrevistas anteriores da dupla sugeriram uma duração de 8 anos, com duas temporadas finais de tamanho reduzido. Por enquanto, a série encontra-se renovada apenas até a 7ª temporada. O fato é que eles querem esticar demais a trama, para não comprometer a qualidade da produção. “Estamos nos aproximando da reta final. De acordo com os planos, queríamos entregar uma obra completa, com começo, meio e fim. Estamos escrevendo o ato final agora e a última coisa que gostaríamos é permanecer no palco após o término da peça”, contam. Os dois afirmaram que já sabiam, há pelo menos três anos, que a 6ª temporada ultrapassaria os livros de George R.R. Martin, em que a série se baseia, e que o final seria inteiramente de sua responsabilidade. “A agenda de George é muito a dele mesmo, como deve ser para um escritor. Mas estamos presos em uma agenda de gravação de uma nova temporada por ano”, compararam. Benioff e Weiss ainda frisaram que a série continua se distanciando dos livros, e neste ponto, nenhum dos dois públicos precisa se preocupar com spoiler, pois os livros não tem obrigação de reproduzir o que eles fizerem na série. Ou seja, o final de “Game of Thrones” não será o mesmo da saga literária “As Crônicas de Fogo e Gelo”.
Sense8 troca intérprete de protagonista na 2ª temporada
O ator Aml Ameen está fora da série “Sense8”. Intérprete de Capheus na 1ª temporada, ele foi substituído por Toby Onwumere (visto na série “The Book of Dallas”), que assumirá o personagem nos novos capítulos. As circunstâncias por trás da saída do ator ainda são obscuras, mas fontes do site Deadline indicam que houve algum tipo de conflito entre o ator e Lana Wachowski, criadora, produtora e diretora da série. O conflito teria começado na leitura do roteiro em Berlim e piorado com a progressão das filmagens na Índia. Isso ocasionou a saída de Aml Ameen depois de alguns episódios gravados e a reformulação do papel. A série terá, a seguir, gravações em São Paulo, durante a Parada Gay. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 1ª temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue. Já a 2ª temporada de “Sense8” começou sua produção em março e ainda não tem previsão de estreia. A série é exibida no serviço de streaming Netflix.












