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26 de outubro de 2026
  • Série

    Comédia vampírica What We Do in the Shadows vai virar série

    30 de setembro de 2016 /

    A comédia neozelandesa “What We Do in the Shadows”, cultuada, premiada e inexplicavelmente inédita no Brasil, vai render uma série de TV. O diretor Taika Waititi confirmou a novidade em seu Twitter, após a imprensa do país dar a notícia. O filme original tinha estrutura de falso documentário, acompanhando uma equipe de documentaristas que ganhou acesso ao exclusivo mundo dos vampiros. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, acaba testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam a séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. Waititi e Jermaine Celement (da série “Flight of the Conchords”), que criaram, dirigiram e estrelaram juntos o longa-metragem, nunca esconderam que desejavam levar a produção para a televisão. Mas a série não será centrada em seus personagens e sim em dois coadjuvantes, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), inocentes e facilmente manipuláveis, que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem na cidade. A série vai se chamar “Paranormal Unit” e terá seis episódios de 30 minutos em sua 1ª temporada, no canal neozelandês TVNZ 2. “Pense em Mulder e Scully, mas num país em que nada acontece”, descreveu Waititi no Twitter. Enquanto a série não estreia, Waititi continua filmando seu novo projeto, um filminho chamado “Thor: Ragnarok”…

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  • Série

    Filme clássico de ação Um Golpe à Italiana pode virar série

    30 de setembro de 2016 /

    A trama do filme clássico “Um Golpe à Italiana” (1969) vai virar série de TV. O projeto está sendo desenvolvido para a rede americana NBC, informou o site The Hollywood Reporter. Por enquanto, apenas a criação do roteiro foi aprovada, a cargo de Rob Weiss (da série “Entourage”) e Benjamin Brand (“Novembro”). Caso a gravação do piloto seja realizada, a produção será comandada por Donald DeLine, que produziu o remake estrelado por Mark Wahlberg em 2003 – lançado como “Uma Saida de Mestre” no Brasil. Apesar de usar o título original (The Italian Job) do filme em que Michael Caine realizava um golpe espetacular, com o auxílio de carros esportivos velozes, a nova série deve apresentar uma premissa diferente, mantendo apenas o protagonista, o ex-presidiário Charlie Crocker. Mas a expectativa é que ele volte a reunir uma equipe de experts para ludibriar a lei e cometer assalto(s) cinematográfico(de TV).

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  • Série

    Game of Thrones: Surgem os primeiros detalhes de uma nova grande batalha

    30 de setembro de 2016 /

    A 7ª temporada de “Game of Thrones” terá novamente uma cena de grande batalha. Como as gravações já começaram na Irlanda do Norte e a produção já definiu os lugares que servirão de paisagem na Espanha, os primeiros detalhes sobre o novo confronto surgiram na internet. Nem precisa dizer que é spoiler, né? Segundo o site de fãs espanhóis Los Siete Reinos, a “grande batalha” será, na verdade, uma armadilha onde carruagens estacionadas em um castelo serão pilhadas por tropas rivais. Além disso, haverá uma cena gravada próxima à um rio, que mostrará a queda de uma personagem na água, que desabaria das costas de um dragão. Fala-se em Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) ou, como várias fontes dizem que “haverá pelo menos um Lannister” na cena, também em Tyrion (Peter Dinklage). Vale ressaltar que nada disso foi oficialmente confirmado. Nem a data de estreia da temporada está definida. A única coisa confirmada pelo canal pago HBO é que “Game of Thrones” retornará mais tarde que o costume em 2017 com sete capítulos inéditos.

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  • Série

    Luke Cage: Veja a abertura da nova série de super-herói da Marvel

    30 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que revela a abertura oficial da série, entre closes dos músculos do protagonista, vivido por Mike Colter (desde “Jessica Jones”), as ruas do Harlem e a trilha hip-hop da produção – do compositor Adrian Younge, da trilha de “Black Dynamite” (2009). Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série chega nesta sexta (30/9) na Netflix. Justice may be blind, but tomorrow it becomes unbreakable. #LukeCage pic.twitter.com/srR5H7FskR — Luke Cage (@LukeCage) September 29, 2016

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  • Legends of Tomorrow
    Série

    Legends of Tomorrow: Veja as primeiras fotos da Sociedade da Justiça da América

    30 de setembro de 2016 /

    A rede americana CW divulgou as fotos da estreia da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que destacam a aparição da Sociedade da Justiça da América. As imagens revelam os visuais dos heróis Stargirl (ou Sideral no Brasil, interpretada por Sarah Grey, que viveu a jovem Norma em “Bates Motel”), Doutor Meia-Noite (Kwesi Ameyaw, visto na série “Continuum”), Comandante Gládio (Matthew MacCaull, da série “iZombie”) e a ancestral de Vixen (Maisie Richardson-Sellers, da série “The Originals”), além do Homem-Hora (interpretado por Patrick J. Adams, protagonista da série “Suits”), que fez sua estreia no final da temporada passada. A sinopse oficial do episódio, intitulado “Out of Time”, revela mais detalhes, confirmando que o encontro com a Sociedade da Justiça acontecerá nos anos 1940, época em que se passavam as histórias originais do primeiro grupo de super-heróis da era de ouro dos quadrinhos. Os tripulantes da Waverider encontrarão a SJA na Paris ocupada pelos nazistas. A 2ª temporada de “Legends of Tomorrow” começa a ser exibida em 13 de outubro nos EUA. No Brasil, “Legends of Tomorrow” passa no canal pago Warner. Aproveite e veja um trailer do episódio de estreia.

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  • Série

    Vídeo divertidíssimo das séries da DC recebe Supergirl no clube da luta dos super-heróis

    30 de setembro de 2016 /

    A rede americana CW divulgou um novo vídeo de suas séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics, que traz Supergirl (Melissa Benoist) passando pelo trote de novata da turma e ingressando no clube da luta dos super-heróis. Bastante animada por participar, ela não vê a hora de treinar com o Arqueiro Verde (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin), Elektron/Atom (Brandon Routh), Canário Branco (Caity Lotz) e Nuclear (Franz Drameh). Além deles, o novo vídeo do “Superhero Fight Club” também apresenta os responsáveis pelo controle tecnológico dos desafios, Felicity (Emily Bett Rickards) e Cisco (Carlos Valdes), além da torcida de Diggle (David Ramsey) e Caçador de Marte (David Harewood). Para completar, a luta acontece ao som de “Welcome to the Jungle”, melhor música do Guns N’Roses, completamente integrada na história. Divertidíssimo. Todos esses personagens vão se juntar novamente em outubro, no primeiro grande crossover da temporada, reunindo as quatro séries de super-heróis da CW. A 3ª temporada de “The Flash” estreia já na próxima semana, em 4 de outubro na rede americana CW, seguida, no dia seguinte, pela estreia da 5ª temporada de “Arrow”. Na semana seguinte, chega a 2ª temporada de “Supergirl”, com exibição a partir de 10 de outubro, e o início da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que completa a programação em 13 de outubro. Todas as séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Crossover das séries de super-heróis da DC será motivado por invasão alienígena

    29 de setembro de 2016 /

    A rede americana CW revelou em comunicado oficial que o crossover de suas quatro séries de super-heróis da DC Comics será precipitado por uma invasão extraterrestre. Os episódios marcarão a chegada da raça alienígena chamada Dominadores, que já rendeu um crossover nos quadrinhos, chamado “Invasão!”, em 1988. A trama de catástrofe sci-fi abrangerá episódios de “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”, no maior crossover de séries diferentes já feito na história da televisão. O evento acontecerá logo no retorno das séries, durante o mês de outubro, abrangendo inclusive o episódio 100 da série do Arqueiro Verde. Os habitantes do planeta Domínio surgiram nos quadrinhos como vilões do século 30, numa história da Legião dos Super-Heróis publicada em 1967, mas foi somente duas décadas depois, durante “Invasão!”, que viraram um perigo considerável no universo da DC. Escrita por Bill Mantlo, em sua estreia na editora (após longa carreira na Marvel), e desenhada por ninguém menos que Todd McFarlane (o criador de “Spawn”), a minissérie que conduziu o crossover mostrou a chegada de várias naves alienígenas à Terra, numa aliança multiplanetária liderada pelos dominadores, motivando uma união sem precedentes de super-heróis para impedir a invasão. Vale lembrar que, durante sua passagem pela San Diego Comic-Con, o produtor Mark Guggenheim afirmou que será a Supergirl quem conectará todas as séries. “Uma ameaça externa irá envolver Supergirl em ‘The Flash’, depois em ‘Arrow’ e depois em ‘Legends of Tomorrow’”, contou o realizador na ocasião. Pois a trama de “Invasão!” era justamente uma resposta à percepção dos dominadores sobre a ameaça que representava a multiplicação de seres superpoderosos na Terra. Outro detalhe interessante. Já foi revelado que o cliffhanger do final da 1ª temporada de “Supergirl” representava a introdução do super-herói Mon-El (ou Valor). Além de se tornar membro da Legião dos Super-Heróis, Mon-El é um daxamita, uma das raças alienígenas que se aliaram aos dominadores em “Invasão!”, mas acabaram mudando de lado ao perceberem que os meta-humanos da Terra não eram seres perversos. Para completar, uma das subtramas da 1ª temporada de “Legends of Tomorrow” aludia a uma invasão de Thanagar à Terra. E, sim, os thanagarianos também participaram da trama de “Invasão!” Claro que se tratam de séries de TV. E fidelidade à trama de “Invasão!” custaria um orçamento maior que o de “Batman vs. Superman”. Portanto, as expectativas devem ajustadas para a realidade do canal CW. Mesmo assim, não deixa de ser uma notícia excitante para os fãs de quadrinhos. A 3ª temporada de “The Flash” estreia já na próxima semana, em 4 de outubro na rede americana CW, seguida, no dia seguinte, pela estreia da 5ª temporada de “Arrow”. Na semana seguinte, chega a 2ª temporada de “Supergirl”, com exibição a partir de 10 de outubro, e o início da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que completa a programação em 13 de outubro. Todas as séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Crisis in Six Scenes: Série é considerada pior trabalho da carreira de Woody Allen

    29 de setembro de 2016 /

    A primeira série da carreira de Woody Allen não emplacou entre a crítica. Com apenas 33% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Crisis in Six Scenes” foi considerada a pior criação da carreira do cineasta. Para se ter ideia, seu filme menos cotado é “Igual a Tudo na Vida” (2003), que tem 40% de aprovação. Abaixo da minissérie do site Amazon, só mesmo seu primeiro roteiro de cinema, “Que é que Há, Gatinha?” (1965), com 31%. Mas ele ainda não tinha virado diretor na época. A encomenda de “Crisis in Six Scenes” marcou uma mudança na política na Amazon. Até então, o serviço de streaming encomendava pilotos de séries para serem avaliadas pelo público de sua plataforma, encomendando apenas os que passassem pelo critério de popularidade. Com a série de Woody Allen, a encomenda foi direta, baseada no prestígio do autor. Mas Allen foi sincero ao dizer que não dominava o meio e que eles estavam cometendo um erro. Ele disse exatamente isso em entrevistas. Só que a maioria considerou ser uma piada de seu conhecido humor autodepreciativo. Pois não era comédia. Era mesmo drama. Allen não só escreveu e dirigiu, mas também estrelou a minissérie de seis capítulos, passada nos anos 1960, que chega ao Amazon nesta sexta (30/9), contracenando com a estrela pop Miley Cyrus e com Elaine May, indicada a dois Oscars. “Todo o esforço parece cansativo, excessivamente familiar e repetitivo. A única coisa que salva nesta comédia nada cômica é sua brevidade: cada um dos seis episódios tem pouco mais de 20 minutos de duração”, avaliou Brian P. Kelly, do Wall Street Journal. “Se você achou que Woody Allen iria revolucionar a televisão com sua nova série na Amazon, prepare-se para ficar frustrado”, sentenciou Ellen Gray, do jornal Philadelphia Inquirer. “‘Crisis in six scenes’ não é tão bom. Ela convence em poucos momentos, basicamente em trechos de fim de episódios que empilham-se mal em meia hora artisticamente ambiciosa”, afirmou Tim Goodman, da revista The Hollywood Reporter. “Há apenas duas boas ideias escondidas pelos cantos desta série, que mais se assemelha a um filme inchado e quebrado”, definiu Ben Travers, do site IndieWire, que deu nota C- ao projeto. “Os diálogos são travados, as performances esquisitas e a maioria das cenas duram mais que deviam”, resumiu Josh Bell, do Las Vegas Weekly. Até o comentário mais positivo, de Robert Bianco no jornal USA Today, veio cheio de ressalvas. “‘Crisis’ não é Allen no seu auge, nem seu trabalho mais sério e contemplativo como artista. ‘Crisis’ é uma comédia ligeira e supérflua, que começa muito devagar (considere isso como aviso) até culminar numa conclusão satisfatoriamente engraçada”, ele descreveu.

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  • Série

    Clássicos de suspense de Alfred Hitchcock vão inspirar nova série de TV

    29 de setembro de 2016 /

    O filmes do mestre do suspense Alfred Hitchcock vão inspirar uma nova série, “Welcome to Hitchcock”. A Universal assinou contrato com os herdeiros do cineasta para a produção da atração, que terá o formato de antologia. O comunicado cita como inspiração alguns clássicos de Hitchcock, como “Os Pássaros” (1963) e “Psicose” (1960), além da clássica série “Hitchcock Apresenta” (1955–1962), que trazia o próprio diretor introduzindo o mistério de cada episódio. Esta mesma atração, inclusive, chegou a ter um revival nos anos 1980, que durou quatro temporadas entre 1985 e 1989. O novo projeto, porém, é bem diferente, pois não irá contar uma história por capítulo e sim por temporada, ao estilo de “American Horror Story” e “Fargo”. Entre os produtores, estão listados os herdeiros de Hitchcock, os executivos da Universal e o cineasta Chris Columbus (“Pixels”), que irá dirigir o piloto. Além de Columbus, o projeto pretende trazer diretores de cinema para assinar os demais episódios, como Hitchcock fazia em sua série dos anos 1950. “Muitos anos depois de sua morte, Alfred Hitchcock continua a ser um dos mais celebrados e visionários diretores do mundo, um mestre manipulador do macabro. Estamos honrados com a confiança em nosso estúdio para homenagear seu trabalho”, assina Dawn Olmstead, vice-presidente executiva de desenvolvimento da Universal Cable Productions. A obra do cineasta já inspira atualmente uma série de TV: “Bates Motel”, que conta a história do jovem Norman Bates (Freddie Highmore), protagonista de “Psicose”. A série vai acabar em 2017, em sua 5ª temporada, justamente ao chegar no ponto em que começa a história do filme de Hitchcock.

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  • Etc,  Série

    Criador de The Walking Dead processa o canal pago AMC em US$ 280 milhões

    29 de setembro de 2016 /

    Fazer sucesso tem seu preço. Para o cineasta Fank Darabont, o preço é US$ 280 milhões. É isto que ele pede de indenização, num processo que está movendo contra o canal pago americano AMC por lucros cessantes, fraude e quebra de contrato, informou o site The Hollywood Reporter. Darabont foi quem criou a série “The Walking Dead”. Ele convenceu o autor de quadrinhos Robert Kirkman a lhe permitir que adaptasse seus gibis de zumbis e enfrentou a resistência de diversos executivos da TV, que não viam potencial no material, até emplacar o piloto no AMC, cujo maior sucesso da época, “Mad Men”, costumava ser visto por cerca de 2 milhões de telespectadores. Dedicando-se ao trabalho, ele escreveu, dirigiu e produziu o piloto. Fez mais, escreveu outros dois episódios e cuidou de cada detalhe da 1ª temporada, além de ter comandado todo o começo da 2ª, que seu perfeccionismo exigiu que fosse reescrita até durante as gravações. Vendo que a série tinha três vezes mais público que a incensada “Mad Men” e dava cinco vezes mais trabalho para ser produzida, Darabont se tornou um “chato”, passando a exigir melhores condições de filmagens, com maior orçamento para a produção. Acabou batendo de frente com o presidente da AMC, que, ao contrário da vontade do diretor, queria diminuir o orçamento para compensar, com “The Walking Dead”, o prejuízo de outras séries “de maior prestígio”. A discussão acabou rendendo a sua demissão. Agora, o homem que viu o potencial, levou a série para o canal, escreveu o roteiro, dirigiu e produziu seu lançamento exige ser recompensado pela atração, que já bateu o recorde de maior audiência da TV paga em todos os tempos. De acordo com o Hollywood Reporter, Darabont alega que o AMC não está lhe repassando direitos referentes ao licenciamento da série para outros canais, inclusive emissoras afiliadas, que ele plateia por conta de uma cláusula de seu contrato original. O site também apurou que o processo deverá trazer à luz as verdadeiras circunstâncias que levaram ao seu afastamento da série. O produtor alega que foi prejudicado financeiramente, por ter trabalhado no desenvolvimento de toda a 2ª temporada e só receber até a data de sua demissão. Mas enquanto ele garante ter trabalhado em todos os episódios, a emissora sustente que ele precisaria ter estado presente até o fim das gravações. Há, inclusive, a questão dos direitos que Darabont poderia requisitar sobre “Fear the Walking Dead”, série derivada que só se tornou possível devido ao sucesso de seu projeto. Enquanto isso, “The Walking Dead” retorna com sua 7ª temporada em 23 de outubro, com exibição simultânea no Brasil pela Fox.

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  • Série

    The Walking Dead: Sinopse da 7ª temporada revela domínio completo de Negan sobre o grupo de Rick

    29 de setembro de 2016 /

    O canal pago americano AMC divulgou a sinopse oficial da 7ª temporada de “The Walking Dead”. O texto adianta detalhes da trama, mas procura não revelar muito. O que fica claro é que Negan (Jeffrey Dean Morgan) terá o domínio completo sobre o grupo de Rick (Andrew Lincoln) e a comunidade de Alexandria. Pelo visto, a aguardada morte do primeiro episódio será apenas o aperitivo. Confira abaixo o texto integral da sinopse oficial: “Até aqui, os nossos personagens viveram em conflitos… Doenças, fome, dezenas de mortos-vivos, tragédia, traição e perdas impensáveis. Com isso, eles se tornaram formidáveis. Poderosos. Imbatíveis. Para começar a 7ª temporada, todo esse poder é tirado. Eles tinham encontrado a segurança e a estabilidade. Eles tinham construído um lar. Eles pensaram que o mundo era deles. Eles pensavam que conheciam o mundo. Eles estavam errados. A primeira metade da 7ª temporada mostrará nosso grupo fraturado, quebrado, de luto e tentando se reerguer, enquanto vivem sob a opressão. Negan terá sucesso ao submeter os sobreviventes ao seu controle, e brutalmente convencê-los a viver sob suas regras com um exemplo mortal e terrível do que acontece se não o fizerem. Outros personagens não têm conhecimento do que aconteceu, pois foram separados do grupo, por incidente ou escolha. Mas também vão descobrir que não podem escapar desse novo rumo de seu mundo. Esta meia temporada é sobre esses personagens recomeçando. O tema geral da temporada é começar novamente. O mundo não é o que eles pensavam que era. É maior e é ainda mais perigoso.” “The Walking Dead” retorna no dia 23 de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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  • Etc,  Série

    Miley Cyrus revela que ganhava muito mal na época de Hannah Montana

    29 de setembro de 2016 /

    A cantora e atriz Miley Cyrus voltou ao universo das séries com “Crisis in Six Scenes”, criada, dirigida e coestrelada por Woody Allen para a plataforma de streaming Amazon. Parece uma eternidade, mas faz apenas cinco anos que sua série anterior, “Hannah Montana”, deixou de ser produzida no Disney Channel. E embora tenha deixado algumas crianças com saudade de suas peripécias infantis, Miley não sente a menor falta da atração, principalmente do salário que recebia para estrelá-la. Em entrevista à revista Elle, ela contou que ganhava muito mal para fazer “Hanna Montana”. “Eu só queria estar na TV”, ela assumiu. “Provavelmente vão me matar pelo que irei dizer, mas eu era a pessoa pior remunerada do elenco, porque eu não entendia nada sobre isso. Eu só pensava: ‘Nossa, eu posso estar na Disney! Sim, vamos fazer!'” E por mais que seu pai tivesse experiência na indústria musical, Miley confessou que não adiantou nada, porque a TV funcionava de forma muito diferente. “Meu personagem se chamava Miley na série, simplesmente porque deixamos eles usarem o meu nome. Mas aos poucos minha mãe começou a entender o quanto as pessoas são capazes de tirar vantagem de uma criança, então ela contratou algumas pessoas espertas para me proteger melhor. E sou muito grata por todos que me protegeram quando eu era menor, pois me colocaram em uma posição em que agora eu consigo controlar minha própria música”.

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  • Série

    You’re the Worst é renovada para 4ª temporada sob elogios rasgados da crítica

    28 de setembro de 2016 /

    A série “You’re the Worst” foi renovada para sua 4ª temporada pelo canal pago americano FXX. A renovação aconteceu após a exibição de apenas quatro episódios da 3ª temporada. A produção de comédia, que encontra humor em temas sombrios, incluindo depressão clínica e estresse pós-traumático, é uma das séries mais elogiadas pela crítica americana, com uma cotação de 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes para sua nova temporada. Criada por Stephen Falk (roteirista da série “Weeds” e produtor da série “Orange is the New Black”), “You’re the Worst” acompanha o casal cínico Jimmy (Chris Geere) e Gretchen (Aya Cash), que tenta manter uma relação baseada apenas na atração sexual, enquanto trazem à tona o pior de cada um. Até que eles descobrem que a autodestruição também pode ser compartilhada a dois. A 3ª temporada se encerra no dia 20 de novembro, e os próximos episódios devem estrear em meados de 2017, em data a ser anunciada.

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