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Série

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Série

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7 de agosto de 2026
  • Série

    Sin City vai virar série com produção de showrunner de The Walking Dead

    1 de junho de 2017 /

    A produtora TWC/Dimension está desenvolvendo uma série baseada nos quadrinhos de “Sin City”, de Frank Miller. Segundo o site Deadline, Harvey Weinstein, dono do estúdio e responsável pela adaptação da obra no cinema, contratou o roteirista-produtor Glen Mazzara para o projeto. A versão televisiva não deve manter a estética expressionista dos dois filmes codirigidos por Frank Miller e Robert Rodriguez. O primeiro, “Sin City: A Cidade do Pecado” (2005), foi considerado inovador para a época, quando Hollywood ainda dava os primeiros passos na elaboração de universos digitais. Todos os seus cenários foram criados por computador. Além disso, a produção foi feita em preto e branco, mas com detalhes coloridos, que aproximaram o visual do filme das artes originais. Mazzara já teve uma experiência bem-sucedida com uma adaptação de quadrinhos. Ele foi showrunner de “The Walking Dead” durante a 3ª temporada, tendo sido responsável pela polêmica decisão de matar Andrea (Laurie Holden), que diferenciou a série das publicações de Robert Kirkman. Ele também já transformou um filme no ponto de partida de uma série. Seu último trabalho foi “Damien”, passado no universo do terror “A Profecia” (1976). A direção do piloto ficará a cargo de Len Wiseman, que após se lançar nos cinemas com “Anjos da Noite” (2003), “Duro de Matar 4.0” (2007) e “O Vingador do Futuro” (2012), tem se dedicado à produções televisivas. Ele dirigiu os pilotos de “Sleepy Hollow” e “Lucifer”. Wiseman também dividirá a produção com Mazzara, o próprio Frank Miller, o produtor Stephen L’Heureux (da continuação “Sin City: A Dama Fatal”) e os irmãos Bob e Harvey Weinstein, donos do estúdio. A produção está sendo desenvolvida sem o apoio de nenhum canal. O objetivo era formar o time responsável pela adaptação antes de ir ao mercado. Mas, de acordo com o Deadline, já há interessados.

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  • Série

    Still Star-Crossed: Continuação de Romeu e Julieta tem péssima estreia na TV americana

    31 de maio de 2017 /

    A rede ABC atrasou em quase um ano a estreia de “Still Star-Crossed”, série de época desenvolvida em 2015, que continua a história de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare. E o motivo ficou claro com a exibição do primeiro episódio na noite de segunda (29/5). O capítulo inaugural foi recebido com críticas muito negativas, rendendo uma média de 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas a pior notícia para o canal é que a atração também não interessou ao público. Foi assistida por 2,4 milhões ao vivo e marcou apenas meio ponto de audiência entre o alvo demográfico dos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A série pode testar o relacionamento do canal com a produtora Shonda Rhimes, responsável por alguns dos maiores sucessos da ABC, como “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”. Na atual temporada, a Shondaland, empresa de Rhimes, já perdeu uma série na ABC, com o cancelamento de “The Catch”. O detalhe é que “The Catch” saiu do ar com 2,9 milhões de telespectadores. Mais público que se interessou pela estreia de “Still Star-Crossed”. A tendência de todas as séries é perder público após o primeiro episódio. Dependendo da queda, “Still Star-Crossed” pode sair do ar sem dar continuidade à exibição de seus episódios. Mas tomar esta decisão seria amarga para o canal, pois o pedido inicial de 10 episódios foi totalmente produzido. As reclamações sobre a nova atração apontam seu tom romântico exagerado, voltado para o público feminino, muito mais próximo de “Reign” que “Outlander”, diálogos indecisos entre o inglês shakespeareano e o idioma coloquial, além de um evidente anacronismo racial. A abordagem politicamente correta e historicamente equivocada transporta para a Europa medieval a igualdade racial do século 21. A trama se baseia no livro homônimo da escritora Melinda Taub, que revela o que aconteceu com as famílias Capuleto e Montecchio após a morte de Romeu e Julieta, e ainda acompanha um novo romance proibido. Isto porque o clima beligerante entre os rivais faz com que o Príncipe Escalus (Sterling Sulieman, da série “Pretty Little Liars”) conclua que a única forma de trazer paz a Verona é fazer com que as duas famílias se unam em matrimônio. Assim, Benvolio (o australiano Wade Briggs, da série “Home and Away”), primo de Romeu, é o escolhido para se casar com Rosaline (a britânica Lashana Lynch, de “Entre Amigas”), prima de Julieta. Mas, ao contrário do casal original, os dois não se amam. Para complicar, o verdadeiro amor de Rosaline é justamente o Príncipe. Ainda assim, os dois são obrigados a concordar com a união para salvar as vidas de suas famílias e do povo de Verona. O detalhe desse melodrama é que não só Rosaline e o Príncipe, mas o próprio Romeu (o inglês Lucien Laviscount, da série “Scream Queens”) são negros – como Otello, que chamava atenção por ser o único mouro na peça que leva seu nome. A integração racial é característica das produções de Shonda Rhymes, ela própria uma mulher negra bem-sucedida. Basta lembrar que “Scandal” e “How to Get Away with Murder” são protagonizadas por atrizes negras. Mas o empoderamento racial na Europa medieval não motivou os mesmos elogios que costumam acompanhar suas iniciativas de inclusão no mundo moderno. Nem Baz Luhrmann, em seu “Romeu + Julieta” (1996) passado na era contemporânea, ousou tanto – no máximo, escalou Harold Perrineau como Mercutio, que não é Capuleto nem Montecchio. A série foi desenvolvida por Heather Mitchell, coprodutora das séries “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, e o elenco ainda inclui Torrance Coombs (série “Reign”), Zuleikha Robinson (série “Lost”), Anthony Head (série “Dominion”), Grant Bowler (série “Defiance”) e Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demons”).

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  • Série

    The Deuce: Série sobre pornografia estrelada por James Franco ganha primeiro teaser

    31 de maio de 2017 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser “The Deuce”, nova série de época que forma uma espécie de trilogia com as já canceladas “Vinyl” e “The Get Down”. As três se passam no mesmo lugar e na mesma época: a Nova York dos anos 1970. Pelo que mostra a curtíssima prévia, “The Deuce” parece abraçar com mais vigor as referências cinematográficas do período, reimaginando uma Nova York mais parecida com a cidade de “Taxi Driver” (1976) do que de um videoclipe musical. Criada por David Simon (autor de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), a atração vai mostrar o início da indústria pornográfica e será estrelada por James Franco (“A Entrevista”) em papel duplo. O ator interpreta os irmãos Vincent e Will Seefried. O primeiro é um bar tender, enquanto seu irmão é um estudante da Universidade de Nova York (NYU). Ambos cresceram neste mundo movido a violência e sexo, cruzando algumas das pessoas mais influentes da nascente indústria pornô. Além de atuar, Franco também dirigiu dois episódios. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) como Candy, uma garota de programa que leva seu “espírito empreendedor” das ruas para a pornografia, além de Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). “The Deuce” estreia em 10 de setembro, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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  • Série

    Trailer do final da série The Leftovers tem clima apocalíptico

    31 de maio de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer do último episódio da série “The Leftovers”. A prévia traz narração de Carrie Coon, enquanto sua personagem, Nora Durst, prepara-se para o procedimento de ir para lugar nenhum, onde boa parte da população da Terra já se encontra, devido ao mistério do desaparecimento simultâneo de milhões de habitantes do planeta. Paralelamente, cenas apocalípticas e flashbacks são apresentados para o espectador. Aclamada pela crítica, “The Leftovers” surgiu como adaptação do livro homônimo de Tom Perrota, mas passou a contar uma história inteiramente original, criada por Perrota e o roteirista-produtor Damon Lindeloft (“Prometheus”), a partir de sua 2ª temporada. É interessante reparar como o desfecho aproxima a série do final de “Lost”, também escrito por Lindelof, que na ocasião foi duramente criticado por conter a mesma pseudo-espiritualidade e vislumbre similar de vida após a morte. Intitulado “The Book of Nora”, o final vai ao ar no domingo (4/6) tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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  • Série

    The Gifted: Série derivada dos X-Men ganha novo comercial

    31 de maio de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou um novo comercial de “The Gifted”, série derivada dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra cenas de ação vistas no trailer oficial, com narração de Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) Na série, ela e Stephen Moyer (série “True Blood”) vivem pais de dois adolescentes que começam a manifestar poderes mutantes e passam a ser perseguidos pelo governo. Em fuga, eles buscam refugiar sua família com mutantes rebeldes. Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretam os filhos. Já os mutantes incluem X-Men conhecidos, como Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”). Desenvolvida por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a série tem produção e direção do cineasta Bryan Singer, responsável pelos filmes dos “X-Men”. “The Gifted” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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  • Série

    Série Underground é cancelada com a sexta maior audiência da TV paga americana

    31 de maio de 2017 /

    O canal pago WGN America cancelou “Underground”, sua última série, encerrando sua experiência no gênero. Todas as quatro séries que o canal produziu foram ótimas – as demais eram “Salem”, “Manhattan” e “Outsiders” – , conquistaram a crítica e atraíram grandes audiências. Em março, o WGN America registrou a maior audiência de sua história graças a “Outsiders” e “Underground”, suas duas últimas séries. A primeira foi cancelada no mês passado e agora “Underground” sai do ar como a 6ª atração mais vista da TV paga americana. A decisão foi tomada após o conglomerado que é dono do canal ser colocado à venda, o que levou ao congelamento de seus investimentos. Após a finalização da aquisição do pacote de canais da Tribune Media pela Sinclair Broadcast Group, os planos são para retomar a produção de séries, mas com custos mais baixos. Por sinal, os custos elevados são citados como entraves para a continuidade de “Outsiders” e “Underground” em outros veículos. Os canais pagos BET e OWN e o serviço de streaming Hulu chegaram a se interessar pela última, mas o preço de produção por episódio congelou a conversa. Criada por Misha Green (roteirista de “Spartacus”) e Joe Pokaski (roteirista de “Demolidor”), “Underground” se passava na época da escravatura. Repleta de ação, com direito a fuga e rebelião de escravos de uma grande plantação do sul dos Estados Unidos, a série emplacou com grande audiência, assistida ao vivo por 3 milhões de telespectadores e chegando a ter 120% de aumento em seu público com reprises e outras plataformas. O produtor era ninguém menos que o músico John Legend (vencedor do Oscar pelo tema de “Selma”) e seu elenco contava com Aldis Hodge (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), Jurnee Smollett-Bell (série “Friday Night Lights”), Reed Diamond (série “Wayward Pines”), Marc Blucas (série “Necessary Roughness”), Jessica De Gouw (série “Arrow”), Alano Miller (série “Jane the Virgin”), Christopher Meloni (“O Homem de Aço”), Theodus Crane (série “The Walking Dead”), Adina Porter (série “The 100”), James Lafferty (série “One Tree Hill/Lances da Vida”) e Mykelti Williamson (série “Justified”).

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    Trailer do final da temporada de Gotham introduz o vilão Ra’s al Ghul

    30 de maio de 2017 /

    A rede Fox divulgou o trailer do final da temporada da série “Gotham”, que destaca a introdução de um novo grande vilão dos quadrinhos de Batman: Ra’s al Ghul. Ele aparece brevemente e rindo, com interpretação do ator Alexander Siddig (que foi Doran Martell na série “Game of Thrones”), e convida Bruce Wayne para se juntar a ele. Sua participação deve estabelecer sua presença como o grande antagonista da 5ª temporada. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O final da 3ª temporada vai acontecer com um episódio duplo, com exibição marcada para segunda-feira (5/6) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Shooter: Família do protagonista é ameaçada no teaser da 2ª temporada

    30 de maio de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Shooter”. A prévia é curta e mostra o protagonista feliz com sua família, apenas para revelar que estão todos enquadrados por uma mira de rifle. O texto avisa que uma batalha acabou, mas a guerra está apenas começando. Inspirada no filme “O Atirador” (2007), a série traz Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) como o personagem-título, um fuzileiro americano e exímio atirador que usa suas habilidades militares para escapar da polícia, quando é incriminado num atentado contra o presidente dos Estados Unidos. A série estreou em novembro e se tornou rapidamente uma das mais populares do canal, com 2,6 milhões de telespectadores ao vivo. É a terceira atração mais vista do USA, atrás de “Suits” e da recém-encerrada “Royal Pains”. Curiosamente, “Shooter” chegou a sofrer dois adiamentos, por conta de atentados reais cometidos por atiradores nos EUA. A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e é coproduzida pelo astro do filme original, Mark Wahlberg, e o astro da série, Ryan Phillippe. Além de Phillippe, o elenco ainda inclui Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”), Omar Epps (série “House”), Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) e Eddie McClintock (série “Warehouse 13”). No Brasil, a 1ª temporada foi disponibilizada pela Netflix em episódios semanais.

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    Pistas deixam fãs curiosos por participação de David Bowie em novos episódios de Twin Peaks

    30 de maio de 2017 /

    Fãs de David Bowie ficaram curiosos com pistas que parecem sugerir sua participação nos novos episódios da série “Twin Peaks”. Ele tinha aparição prevista na série e os rumores ganharam força por conta de menções a seu personagem nos primeiros episódios do revival. Amigo do diretor David Lynch, Bowie apareceu no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer”, de 1992, como o agente do FBI Phillip Jeffries, e o nome de Jeffries foi mencionado na nova temporada. Vale lembrar que as gravações do retorno de “Twin Peaks” começaram em 2015, ocasião em que o ator Harry Goaz, que interpreta Andy Brennan, chegou a dizer a um jornal que Bowie estava escalado para fazer uma participação especial. Posteriormente, foi noticiado que o cantor não conseguiu ir ao set, pois não estava se sentindo bem. Ele veio a falecer em janeiro de 2016. Mas as diversas menções a Jeffries têm feito os fãs especularem sobre uma possível aparição do personagem, que teria sido mantida em segredo por Lynch e Bowie. No Brasil, os novos episódios de “Twin Peaks” são disponibilizados pela Netflix, um dia depois da exibição nos Estados Unidos pelo canal pago Showtime.

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    Diretor de Corra! e criadora de Underground desenvolvem série de terror na HBO

    30 de maio de 2017 /

    O diretor Jordan Peele, responsável por “Corra!”, terror de maior bilheteria dos Estados Unidos, vai produzir uma nova série de terror para a HBO em parceria com Misha Green, criadora da série “Underground”. Intitulada “Lovecraft Country”, a série foi aprovada pelo canal pago americano apenas pelos nomes dos envolvidos, sem precisar passar pelo estágio do piloto. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português), a trama se passa nos anos 1950 e gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que lutou na 2ª Guerra Mundial. Quando seu pai desaparece, ele se junta a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos da década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso. Peele é o principal responsável pelo projeto. Foi ele quem descobriu o livro e imaginou sua adaptação, buscou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green a escrever os roteiros. “Quando eu li ‘Lovecraft Country’ pela primeira vez, vi que ele tinha potencial para ser diferente de tudo na televisão”, disse Misha, em comunicado. Jordan, J.J., Bad Robot, Warner Bros. e HBO estão todos no ramo de empurrar os limites quando se trata de narrativa e eu estou mito empolgada para trabalhar com eles nesse projeto”. Ainda não há previsão para a estreia da série, que, segundo o site Deadline, teria formato de antologia, contando uma história de terror diferente por temporada, sempre com uma perspectiva afro-americana.

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    Ator de House of Cards grava mensagem para o povo brasileiro

    30 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “House of Cards” voltado à situação política do Brasil. Publicado no Facebook, ele traz o ator Michael Kelly, intérprete de Doug Stamper, braço direito do Presidente Francis Underwood (Kevin Spacey), dando uma recado aos fãs da série no país. “Povo brasileiro, isso não é uma competição. Você nunca sabe de onde as pessoas podem tirar inspiração. Fiquem atentos”, ele diz, em inglês. Confira abaixo. Criada por Beau Willimon (roteirista de “Tudo pelo Poder”), “House of Cards” acompanha a trajetória de um político corrupto e violento, que se mostra capaz das artimanhas mais perversas, sem receio de sujar as mãos, para se tornar presidente e depois se manter no poder dos Estados Unidos. A série estreia sua 5ª temporada nesta segunda (30/5) na Netflix.

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    Globo planeja resgatar Carga Pesada com elementos sobrenaturais

    29 de maio de 2017 /

    A rede Globo estaria planejando um revival de “Carga Pesada”, série clássica estrelada por Antônio Fagundes e Stênio Garcia. O projeto faria parte da onda de nostalgia que avança sobre a programação da emissora, após o sucesso da “Escolinha do Professor Raimundo” e as gravações do novo “Os Trapalhões”. As aventuras dos caminhoneiros Pedro (Fagundes) e Bino (Garcia) já experimentaram um revival anterior. A versão original foi exibida entre os anos de 1979 e 1981, mas os personagens voltaram numa segunda encarnação mais duradoura, entre 2003 e 2007. O detalhe é que os planos da Globo para seu famoso programa para uma terceira e última fase teria uma inovação: a presença de elementos sobrenaturais. Segundo o UOL, a intenção da emissora é reunir os dois atores sob o comando de Ricardo Waddington, diretor que já estaria avaliando o projeto. A nova versão traria Pedro como um trabalhador falido que ainda tenta lucrar com o célebre caminhão da dupla. Por outro lado, Bino tornou-se um homem rico e sua fortuna teria sido alcançada através de um pacto infernal com o próprio diabo. Após anos sem se comunicarem, os dois terão que voltar a trabalhar juntos para encontrar Sônia, filha biológica de Bino, que desapareceu misteriosamente. Se a produção for aprovada, Aguinaldo Silva assumirá o lugar anteriormente ocupado por Dias Gomes e Walcyr Carrasco na supervisão dos roteiros. Tudo dando certo, a série será relançada no ano que vem.

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    3ª temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt tem crossover com Orange Is the New Black

    29 de maio de 2017 /

    Não são só as séries da Marvel que fazem crossover na Netflix. Duas produções que pareciam não ter nada a ver uma com a outra acabaram cruzando caminhos num episódio da 3ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, quando uma das personagens vai parar na prisão de “Orange Is the New Black”. O quinto episódio da série mostra Kimmy (Ellie Kemper) convocada pelo FBI para ajudar a deter sua antiga colega de culto, Gretchen (Lauren Adams), que sequestrou jovens e planeja explodir um local. No final, Gretchen se acalma e acaba aceitando ir para a cadeia, que se revela a Penitenciária Feminina de Litchfield. Gretchen inclusive chega a conhecer Black Cindy (Adrienne C. Moore). Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o co-criador de “Kimmy”, Robert Carlock contou que a ideia surgiu como piada. “Acho que foi uma piada de Tina Fey. Nós pensamos que seria engraçado se as duas séries estivessem no mesmo universo. Estamos sempre procurando interações dentro da Netflix. Mandamos um e-mail pedindo a aprovação de Jenji Kohan [criadora de ‘Orange Is the New Black’] e ela ainda sugeriu a aparição de uma das atrizes. Não sei se Gretchen vai continuar o crossover na outra série, mas foi legal ver essa combinação.” A 3ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt” já está disponível na Netflix, enquanto a 5ª de “Orange Is the New Black” estreia em 9 de junho.

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