2ª temporada de Sob Pressão vai explorar a corrupção na saúde pública
Uma das melhores séries da TV brasileira em 2017, “Sob Pressão” vai explorar a corrupção na saúde pública em sua 2ª temporada. A informação foi publicada de passagem e sem maiores detalhes na coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, mas não é difícil imaginar o rumo dos capítulos, tendo em vista os escândalos que assolam o governo do Rio de Janeiro. As gravações da coprodução com a Conspiração estão previstas para depois do carnaval. A série estreou na Globo de forma despretensiosa, adaptando o filme de mesmo nome, e acabou superando as expectativas de audiência: 38 milhões de telespectadores por episódio nas 15 regiões aferidas no Brasil. Trata-se de um número impressionante, levando em conta a faixa em que a atração é exibida. Em São Paulo, “Sob Pressão” chegou a marcar 28,8 pontos, a melhor audiência de uma série da Globo desde 2012, quando “A Grande Família” ainda vivia seu auge de popularidade. Com direção artística de Andrucha Waddington, diretor do filme, e roteiro de Jorge Furtado, a série também resgata os atores principais do longa-metragem, Júlio Andrade e Marjorie Estiano. A trama é centrada nos médicos que os dois interpretam: Evandro (Andrade), um cético cirurgião-chefe de um hospital público, e Carolina (Estiano), cirurgiã vascular que é bastante centrada em sua fé. A 2ª temporada deverá ter 12 episódios, dois a mais que a 1ª, mas ainda não tem previsão de estreia.
Netflix faz retrospectiva de 2017 com cenas da série Black Mirror
A Netflix divulgou um vídeo de retrospectiva bizarra de 2017, que junta inovações tecnológicas, acontecimentos políticos e eventos violentos com cenas das primeiras temporadas de “Black Mirror”, para mostrar como o futuro mostrado pela série de ficção científica é muito parecido com o presente. A 4ª temporada de “Black Mirror”, com seis novos episódios, chega na Netflix nesta sexta (29/12).
Rose Marie (1923 – 2017)
Morreu a atriz americana Rose Marie, que ficou conhecida por viver a personagem Sally Rogers no sitcom clássico “The Dick Van Dyke Show”. Ela faleceu na quinta-feira (28), aos 94 anos, de causa não informada. Rose Marie Mazzetta nasceu em 1923 em Nova York e estreou como atriz de forma precoce, aos quatro anos de idade, quando venceu um concurso de artistas amadores em Nova Jersey. Aos dez, começou a participar de filmes, como “Torre de Babel” (1933) e alguns curtas, mas foi só na década de 1950 que passou a se dedicar à carreira de verdade. Ela filmou participação em “The Big Beat” (1958), um dos filmes de rock do período, e acabou contratada para seu primeiro papel reincidente, aparecendo em 10 episódios das duas últimas temporadas de “The Bob Cummings Show”. De lá, entrou no elenco fixo de outro sitcom, “My Sister Eileen”, que durou apenas uma temporada, entre 1960 e 1961. Para sua sorte, já que isso abriu sua agenda para que pudesse viver seu papel mais famoso. A atriz estrelou as cinco temporadas e os 158 episódios de “The Dick Van Dyke Show” entre 1961 e 1966. Considerada uma das melhores sitcoms de todos os tempos, a produção girava em torno dos bastidores de um programa de comédia fictício, The Alan Brady Show. Metalinguístico já naquela época, tinha direito a participação do criador da série, o genial Carl Reiner, no papel de produtor da atração de mentirinha. Na trama, Rose Marie trabalhava ao lado de Morey Amsterdam e Dick Van Dyke como uma das roteiristas do show fictício, um trabalho que ainda era pouco exercido por mulheres no início dos anos 1960. Além disso, sua personagem lutava por salário igual ao de seus colegas homens e usava a pílula anticoncepcional, duas bandeiras do feminismo que ela empunhou de forma pioneira. E foi indicada a três prêmios Emmy pelo papel. Ao final da atração, a atriz fez participações em algumas séries – chegou a bisar “Os Monkees” – , mas em três anos entrou no elenco fixo de outra sitcom, “The Doris Day Show”. Rose Marie participou de 50 episódios da atração, entre 1969 e 1971, quando decidiu diversificar. Ela se arriscou a deixar de lado o gênero que a tornou famosa para se aventurar em outros tipos de produção: dublou uma vilã da animação “A Turma do Zé Colmeia” e virou policial em outra série clássica, “S.W.A.T.”, de 1975. Tudo isso enquanto acumulava aparições em programas de humorismo e variedades, e participava incansavelmente do game show “The Hollywood Squares”, que estrelou de 1965 a 1980. “S.W.A.T.” foi sua última experiência bem-sucedida com uma personagem fixa, mas Rose Marie continuou a ser bastante vista na TV até os anos 1990, em participações em “Remington Steele”, “Murphy Brown”, “Suddenly Susan” e “Wings”, entre outras séries. E também muito ouvida. Ela se especializou em dublagens, chegando até a fazer a voz de Norma Bates no remake de “Psicose” (1998), de Gus Van Sant. Seu último trabalho foi como dubladora na série animada “The Garfield Show”, em 2013. Antes de se aposentar, Rose Marie ainda voltou a viver Sally Rogers. Em 2004, a rede CBS realizou um especial de reencontro do elenco da sitcom clássica, batizado de “The Dick Van Dyke Show Revisited”. Na época, a maioria do elenco ainda estava viva. Rose foi a segunda atriz da série a morrer em 2017. Em janeiro, Mary Tyler Moore, que interpretava a jovem esposa de Dick Van Dyke, morreu aos 80 anos. “Fiquei tão triste em saber sobre a passagem da Rose Marie. Nunca houve uma artista mais envolvente e talentosa. Em uma carreira de 90 anos, já que começou aos quatro, a querida Rosie fez shows no rádio, no vaudeville, casas noturnas, filmes, TV e em Las Vegas, e sempre deixou o público clamando por ‘Mais!!’, lembrou Carl Reiner, que lhe deu o papel de Sally Rogers, numa homenagem postada no Twitter.
Novo teaser de Krypton revela data de estreia da série passada no planeta de Superman
O canal pago SyFy divulgou nas redes sociais um novo teaser de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. O vídeo revela a data de estreia da produção, que ainda não tinha sido anunciada. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos. Before #Superman came to Earth, #Krypton forged its own legends. From the writer of #ManofSteel & #TheDarkKnight, witness the beginning, 3.21 on @SYFY. pic.twitter.com/kYZsfr3N3c — Krypton (@KryptonSYFY) 28 de dezembro de 2017
The Good Place é a melhor série do ano, segundo TV Guide e Rotten Tomatoes
A mais tradicional revista sobre TV dos Estados Unidos e as métricas digitais do site Rotten Tomatoes chegaram a um consenso: a comédia “The Good Place” é a melhor série atual da TV americana. Criada por Michael Schur (que também criou “Parks and Recreation” e “Brooklyn 9-9”), a série se passa no “inferno” e gira em torno da chegada de Eleanor Shellstrop, personagem de Kristen Bell (série “House of Lies”), a seu destino final, que o personagem de Ted Danson (série “CSI”) jura que é o “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu também pode ser um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” é na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Essa história tem uma grande reviravolta na 2ª temporada. Uma não, várias, com uma revelação surpreendente atrás da outra, até os antagonistas originais se unirem para evitar ir para o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos. Atualmente em hiato de fim de ano, “The Good Place” retorna com os últimos episódios da temporada em 4 de janeiro nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix e já foi renovada para seu terceiro ano. O mais interessante é que o resto das listas de melhores do ano do TV Guide e do Rotten Tomatoes é completamente diferente. Não há mais nenhuma coincidência. O site das percentagens listou 10 empates técnicos com 100% de aprovação, que tiveram suas posições definidas pela quantidade de críticas publicadas a seu favor. A maioria esmagadora da lista são comédias, com exceção de dois dramas britânicos e uma série de super-heróis. O resultado é um tanto quanto idiossincrático. Já a lista da TV Guide é mais próxima do lugar comum, equilibrando fenômenos de popularidade como “Stranger Things” e “This Is Us”, produções de prestígio como “Big Little Lies” e séries aclamadas como “The Handmaid’s Tale”. Compare as duas seleções abaixo. MELHORES SÉRIES DO ANO: TOP 10 DO TV GUIDE 1. “The Good Place” 2. “Big Little Lies” 3. “The Handmaid’s Tale” 5. “The Leftovers” 5. “Master of None” 6. “This Is Us” 7. “Last Week Tonight with John Oliver” 8. “Legion” 9. “Better Call Saul” 10. “Stranger Things” MELHORES SÉRIES DO ANO: TOP 10 DO ROTTEN TOMATOES 1. “The Good Place” 2. “Big Mouth” 3. “Broad City” 4. “Peaky Blinders” 5. “Crazy Ex-Girlfriend” 6. “Lady Dynamyte” 8. “Poldark” 8. “The Flash” 9. “You’re the Worst” 10. “At Home with Amy Sedaris”
Série dos Inumanos é a pior do ano na cotação do Rotten Tomatoes
O site Rotten Tomatoes divulgou seu balanço com as cotações de fim de ano. E “Inhumans”, a série da Marvel exibida em IMAX, liderou o levantamento negativo, como a pior atração televisiva do ano. A série, que foi ao ar no canal pago Sony no Brasil, teve apenas 10% de aprovação. A lista também considerou os filmes produzidos pela Netflix como “telefilmes” – assim como os filmes produzidos pela HBO – , por não passarem nos cinemas, e isso rendeu destaque para “Bright” entre os 10 piores programas de ficção de 2017. Para chegar nesse resultado, o site só levou em consideração produções que tiveram mais de 10 críticas norte-americanas avaliadas. As percentagens que definiram os piores representam uma média da opinião manifestada nas resenhas. Confira abaixo as 10 séries/telefilmes de pior cotação no Rotten Tomatoes em 2017. 1. “Inhumans” (10%) 2. “9JKL” (13%) 3. “The Orville” (20%) 4. “Valor” (24%) 5. “Bright” (26%) 6. “Widsom of the Crowd” (28%) 7. “Neo Yokio” (36%) 8. “The Brave” (38%) 9. “S.W.A.T.” (45%) 10. “Dynasty” (53%)
Twin Peaks é considerada uma das piores séries do ano pelo Hollywood Reporter e TV Line
Depois de ser considerado um dos melhores “filmes” do ano em listas de revistas europeias, “Twin Peaks” também começou a aparecer nas listagens de final de ano de publicações dos Estados Unidos. Os críticos da revista The Hollywood Reporter e do site TVLine lembraram de incluir o revival na coluna de “séries”. E com outra diferença: como uma das piores séries de 2017. Tim Goodman, da revista The Hollywood Reporter, chegou a justificar seu voto. “Eu não li nenhuma defesa da série que não parecesse delirante, minimizando aqueles que apontam suas falhas, ou não soasse irracional ou pouco persuasivo dos seus méritos”. O TVLine assinou embaixo disso: “O revival foi um teste de resistência superestimado, tedioso, inescrutável, desigual e misógino, com zero impacto emocional. Simplificando, foi tudo que a série original viciante, inovadora e triunfante não era”.
Nova série do cultuado anime Devilman ganha três vídeos japoneses
A Netflix do Japão divulgou o pôster, dois teasers e o primeiro trailer completo de “Devilman Crybaby”, nova encarnação de um anime/mangá clássico e cultuadíssimo. “Devilman” (Debiruman, no original) foi criado por Go Nagai em 1972 e lançado quase simultaneamente em quadrinhos e desenhos animados. O anime até já teve um revival em 1987. Na trama, o protagonista Akira Fudo se funde a um demônio para ganhar poderes sobrenaturais e impedir um ataque de demônios na Terra, mesmo que isso possa custar sua alma. A trama do remake é a mesma. O anime vai acompanhar o protagonista Akira Fudo, que ao saber que demônios pretendem invadir o mundo para dominá-lo, decide se fundir com um demônio. Com isso, Akira se torna Devilman, uma criatura com o poder de um demônio e o coração de um ser humano. O anime tem direção de Masaaki Yuasa (“Ping Pong”) e roteiro de Ichiro Okouchi (“Code Geass: Lelouch of the Rebellion”), e sua estreia em 2018 marcará o aniversário de 50 anos de carreira de Go Nagai, criador do personagem.
Peter Capaldi escreve carta tocante para menino que ficou triste com sua saída de Doctor Who
Os fãs de “Doctor Who” se despediram de Peter Capaldi no final do especial de Natal “Twice Upon a Time”, quando o protagonista se “regenerou” para assumir uma nova aparência – e ganhar uma nova intérprete, Jodie Whittaker (da série “Broadchurch”). Mas enquanto muitos comemoraram a chegada da primeira mulher a viver “Doctor Who”, algumas crianças que se acostumaram a ver Capaldi como o Doutor ficaram tristes com a despedida. Ao saber que um menino de 9 anos havia ficado particularmente chateado, Capaldi decidiu escrever uma carta de despedida de próprio punho para a criança, que foi compartilhada pelo pai do jovem fã no Twitter, agradecendo ao ator, “Um homem tão gentil!”. “Caro David, eu espero que você tenha um Feliz Natal. O Natal é sempre divertido. Bom, nem sempre. Nem todos os segundos. Porque passar pela regeneração não é divertido, e isso geralmente acontece no Natal. Mas quer saber? Apesar de ser meio ruim (como uma gripe muito chata), a regeneração sempre deu certo para o Doctor Who”, escreveu o ator. “O novo Doutor sempre se torna seu favorito, e o que vai embora… Bom, ele não vai embora de verdade, fica por aí no tempo e no espaço, e se você pensar sobre ele, você vai vê-lo e ele vai ver você. O Doctor sempre diz: ‘Tudo termina, e isso é sempre triste. Mas tudo começa de novo, e isso é sempre feliz’. Espero que você tenha um Natal brilhante, um ano novo feliz e uma vida maravilhosa”, completou. É como disse Jodie Whittaker ao assumir o papel: “Oh, brilhante”. #PeterCapaldi is my 9 year old son’s fav #DoctorWho and he was dreading his regeneration. And then he got this letter with some words of comfort from the Doctor himself among his Santa presents. Such a kind man. pic.twitter.com/Dki37Wt6Er — Brian McGilloway (@BrianMcGilloway) 27 de dezembro de 2017
Tatiana Maslany não vai mais estrelar a nova série de Ryan Murphy
O sinal verde para a produção da série “Pose”, desenvolvida por Ryan Murphy, veio com um efeito colateral. A atriz Tatiana Maslany (série “Orphan Black”) não vai mais participar das gravações. Segundo o canal FX, ela deixou a produção porque seu papel, uma professora de dança moderna, foi reescrito para ser vivido por uma mulher afro-americana de 50 anos de idade. Em seu lugar, entrou Charlayne Woodard (de “Law & Order: SVU”). Maslany recentemente finalizou a série “Orphan Black”, que estrelou por cinco temporadas e lhe rendeu um prêmio Emmy de Melhor Atriz. O FX oficializou a encomenda de “Pose” nesta quarta-feira (27/12). Ela será a quarta atração do produtor para o canal pago americano, após “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”, e retratará a Nova York dos anos 1980, mostrando o cruzamento entre os vários estratos sociais que formam a metrópole: do mundo luxuoso que deu luz a Donald Trump aos clubes gays da periferia. A 1ª temporada terá oito episódios e contará no seu elenco com Evan Peters (série “American Horror Story”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), além de diversos atores transgêneros – de fato, um número recorde de integrantes transexuais/a> – , dentre os quais apenas MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”) e Angelica Ross (série “Transparent”) já atuaram na TV anteriormente. Murphy criou a série em parceria com seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”). As gravações vão começar em fevereiro em Nova York, mas ainda não há previsão para a estreia.
Revival da série Cidade dos Homens ganha quatro comerciais
As séries brasileiras também tem revival. A Globo divulgou quatro comerciais do resgate de “Cidade dos Homens”. Mas a falta de costume do canal com o gênero fica evidente pela narração, que chama os novos episódios de 2ª temporada. Na verdade, “Cidade dos Homens” já teve quatro temporadas em sua encarnação original, exibidas entre 15 de outubro de 2002 e 16 de dezembro de 2005, e ainda inspirou um filme de mesmo nome em 2007, que mostrava a dupla de protagonistas com 18 anos de idade. A série original foi desenvolvida por Bráulio Mantovani a partir do livro “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, que também rendeu o famoso filme de 2002. Em muitos sentidos, a obra é uma extensão da trama cinematográfica, usando a mesma linguagem e parte do mesmo elenco. Vale lembrar que Mantovani também foi roteirista do filme “Cidade de Deus” e os diretores Fernando Meirelles e Kátia Lund assinaram três episódios da atração televisiva original. Aquela que seria a 5ª temporada reflete a passagem do tempo, contando o que aconteceu com os personagens desde que a série saiu do ar. Mais de uma década depois, os protagonistas Acerola (Douglas Silva) e Laranjinha (Darlan Cunha) já são adultos, mas continuam enfrentando problemas sociais, como o desemprego, a violência, a paternidade e o preconceito. Além disso, têm seus próprios filhos, que servirão como ponte para lembranças dos episódios “clássicos”. O revival de “Cidade dos Homens” tem apenas quatro capítulos – muito pouco! – numa coprodução da Globo com a O2 Filmes. Os episódios foram escritos por Marton Olympio (da série “Santo Forte”) e a direção geral é do cineasta Pedro Morelli (“Zoom”). A estreia está marcada para o dia 2 de janeiro. Antes disso, a Globo reexibe a 4ª temporada da produção, condensada num telefilme, que irá ao ar nesta quarta-feira (27/12), a partir das 23h10.
Game of Thrones é a série mais pirateada pelo sexto ano consecutivo
A série “Game of Thrones” continua a favorita da pirataria online. A produção da HBO se manteve como a série mais baixada via torrent pelo sexto ano consecutivo, segundo apuração do site TorrentFreak, que preparou um Top 10 da pirataria no ano. O TorrentFreak chegou a apontar em setembro que a 7ª temporada de “Game of Thrones” tinha rendido mais de 1 bilhão de visualizações ilegais. Outra série popular da TV paga americana aparece em 2ª lugar: “The Walking Dead”, que curiosamente perdeu metade de sua audiência ao vivo neste ano. A grande surpresa ficou por conta do 3ª lugar: “The Flash”, uma atração de rede aberta que não se encontra entre as mais vistas da TV americana. A lista chama atenção justamente por incluir duas séries da rede CW, a menos vista dos Estados Unidos, e ignorar campeões de sintonia como “NCIS”, “Chicago Fire” e “Grey’s Anatomy”. Mas “The Big Bang Theory”, líder absoluto de audiência, está lá. Confira abaixo o Top 10 da pirataria online em 2017: 1. “Game of Thrones” 2. “The Walking Dead” 3. “The Flash” 4. “The Big Bang Theory” 5. “Rick and Morty” 6. “Prison Break” 7. “Sherlock” 8. “Vikings” 9. “Suits” 10. “Arrow”
Série derivada da franquia Ela Dança, Eu Danço ganha primeiro trailer
O YouTube Red divulgou o trailer da série musical “Step Up: High Water”. Produzida pelo casal Channing Tatum e Jenna Dewan Tatum, que estrelou o primeiro filme da franquia “Step Up” (traduzida como “Ela Dança, Eu Danço” no Brasil), a prévia é repleta de dança, mas também bastante drama. Chega a lembrar a série clássica “Fama!”, que também era baseada num filme, ao apresentar a dificuldade dos estudantes de uma escola de artes performáticas para equilibrar suas vidas pessoais e os sonhos de fazerem carreira com seus talentos. O subtítulo “High Water” é o nome da escola de dança contemporânea de Atlanta, onde se passa a atração. O elenco inclui Jade Chynoweth (série “The Last Ship”), Petrice Jones (“iBoy”), Lauryn Alisa McClain (“As Garotinhas do Papai”), Faizon Love (série “Black-ish”), Naya Rivera (série “Glee”) e o rapper Ne-Yo (“Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles”). Todos os 10 episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 31 de janeiro no serviço de streaming do YouTube.












