Jack Huston e Tessa Ferrer vão estrelar 2ª temporada de Mr. Mercedes
Os atores Jack Huston (“Ben-Hur”) e Tessa Ferrer (série “Grey’s Anatomy”) vão estrelar a 2ª temporada de “Mr. Mercedes”, ao lado dos atores do elenco original. A atração, que foi concebida como uma minissérie baseada no livro homônimo de Stephen King, fez tanto sucesso que ganhou renovação e ímpeto para explorar mais o universo do escritor. King escreveu uma trilogia de mistérios com o detetive aposentado Bill Hodges, vivido na série por Brendan Gleeson (“O Guarda”). “Mr. Mercedes” foi o primeiro deles. O título batizava um serial killer motorizado, vivido por Harry Treadaway (série “Penny Dreadfull”) na 1ª temporada. O vilão retorna no terceiro volume, “End of Watch”, e, por coincidência, Treadaway também está confirmado na volta da série. “End of Watch” envolve a evolução de Brady Hartsfield, o assassino conhecido como Mr. Mercedes, que, durante um coma, começa a desenvolver poderes mentais e afetar as pessoas no hospital para continuar seu reinado de terror. O canal pago Audience Network não confirmou que a história da 2ª temporada será a do livro de King, mas Jack Huston viverá um médico que trata Hartsfield e Tessa Ferrer será sua esposa, diretora de marketing de uma empresa farmacêutica. Uma curiosidade: o avô de Jack, o lendário cineasta John Huston, dirigiu o avô de Tessa, o ator José Ferrer, no clássico “Moulin Rouge” (1952). Além deles, a série ainda terá participação de Maximiliano Hernandez (série “The Last Ship”), no papel de um promotor público, e o retorno dos atores Jharrel Jerome, Scott Lawrence, Breeda Wool, Justine Lupe e Holland Taylor. Novamente escrita e produzida pela dupla David E. Kelley (também criador de “Big Little Lies”) e Dennis Lehane (autor dos livros que inspiraram “Ilha do Medo” e “Sobre Meninos e Lobos”), a 2ª temporada começará a ser gravada em fevereiro, mas ainda não tem previsão de estreia.
Shadowhunters: Trailer da 3ª temporada capricha nos efeitos para introduzir nova vilã
O canal pago americano Freeform divulgou o trailer da 3ª temporada de “Shadowhunters” com imagens cinematográficas, que sugerem um aumento significativo no orçamento dos efeitos especiais. O visual apocalíptico coincide com a introdução de uma nova vilã na série: a mãe de todos os demônios, Lilith, vivida por Anna Hopkins (que foi a mãe do filho de Oliver Queen em “Arrow”). Adaptação dos livros da franquia juvenil “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare, “Shadowhunters” retorna em 20 de março nos Estados Unidos. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.
Trailer do final de Star Wars: Rebels apresenta confronto com Imperador Palpatine
O canal pago americano Disney XD divulgou o trailer do arco final de “Star Wars: Rebels”. A prévia relembra a evolução do jovem protagonista Ezra Bridger (dublado por Taylor Gray) e culmina em seu confronto com o Imperador Palpatine, que faz sua estreia animada com a voz de Ian McDermid, o intérprete do vilão nos filmes da franquia espacial. A série animada, que estreou em 2014, conquistou os fãs da saga da Lucasfilm por incorporar personagens clássicos e expandir o universo de “Star Wars”. A 4ª temporada retorna em 19 de fevereiro nos Estados Unidos, com a exibição de sua segunda metade e episódios finais. O último capítulo será exibido em 9 de março, com 90 minutos de duração.
Agents of SHIELD vira a série mais bem-avaliada da Marvel
É oficial: o quinto ano de “Agents of SHIELD”, passado no espaço e num futuro pós-apocalíptico, representa a melhor temporada de toda a série. Mas não só isso. Os atuais episódios da atração criada pela família Whedon (Joss Whedon, seu irmão Jed e sua cunhada Maurissa Tancharoen) são os melhores dentre todos as produções da Marvel, lançadas na televisão e em serviços de streaming. A conclusão é do site Rotten Tomatoes, que agrega críticas sobre filmes e séries e sistematiza uma avaliação baseada nos comentários da imprensa americana. Segundo esta avaliação, a 5ª temporada de “Agents of SHIELD” tem impressionantes 95% de aprovação, o que a coloca à frente das produções feitas para a Netflix, como as temporadas inaugurais de “Luke Cage” (93%) e “Jessica Jones” (92%). A lista também inclui as séries desenvolvidas pela Fox, no universo dos X-Men. Ao todo, a Marvel já lançou 12 séries. Confira abaixo como cada um se saiu no Rotten Tomatoes. 1. “Agents of SHIELD” (95%) 2. “Luke Cage” (93%) 3. “Jessica Jones” (92%) 4. “Legion” (90%) 5. “Agent Carter” (88%) 6. “Daredevil/Demolidor” (86%) 7. “Runaways/Fugitivos” (82%) 8. “The Defenders/Os Defensores” (74%) 9. “The Gifted” (70%) 10. “The Punisher/O Justiceiro” (62%) 11. “Iron Fist/Punho de Ferro” (19%) 12. “Inhumans/Inumanos” (10%)
Kid Flash vai trocar de série para integrar Legends of Tomorrow
O herói Kid Flash vai trocar de série. O ator Keiynan Lonsdale, que interpreta Wally West, tem aparecido cada vez menos em “The Flash” por um motivo simples. Ele está se mudando para “Legends of Tomorrow”. Kid Flash passará a ser integrante fixo de “Legends of Tomorrow” já em fevereiro, no segundo episódio do retorno da atração, após o hiato de final de ano. “Quando seu personagem afastou-se do Flash para continuar trilhando seu próprio caminho, sentindo-se um pouco distante de sua família e equipe, nós sabíamos que Wally West caberia perfeitamente em ‘Legends'”, disse o produtor executivo Phil Klemmer em um comunicado. “No final desta temporada, Wally vai aprender que as ‘lendas’ têm uma definição diferente do que significa ser um herói”, completou. A entrada de Kid Flash no elenco de “Legends” acontece poucos episódios após a saída de Nuclear. E é “curioso” reparar como os produtores procuraram manter uma espécie de cota racial na trama, trocando um ator negro (Franz Drameh) por outro. Isto já tinha sido verificado na temporada anterior quando a Mulher Gavião, vivida por Ciara Renée, foi trocada por Vixen, interpretada por Maisie Richardson-Sellers. De todo modo, Kid Flash não é um estranho entre as lendas, já que lutou ao lado dos demais heróis durante o crossover “Crisis on Earth-X”. Além disso, também fez uma rápida aparição no primeiro episódio da 3ª temporada de “Legends”. A série da equipe liderada por Canário Branco/Sara Lance (Caity Lotz) retorna com episódios inéditos em 12 de fevereiro nos Estados Unidos. No Brasil, tanto “Legends of Tomorrow” quanto “The Flash” são exibidos no canal pago Warner.
Paul Bettany negocia substituir Matt Smith na 3ª temporada de The Crown
O ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) negocia com a Netflix assumir o papel do Príncipe Philip na 3ª temporada de “The Crown”, assumindo o papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Caso seu nome seja confirmado, Bettany vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).
Simon Pegg e Nick Frost desenvolvem série de comédia de terror
A dupla Simon Pegg e Nick Frost, que estrelou a trilogia Cornetto (“Todo Mundo Quase Morto”, “Chumbo Grosso” e “Heróis de Ressaca”), formou sua empresa de produção indie, Stolen Picture, e anunciou seu primeiro projeto televisivo: uma série de terrir. Pegg e Frost estão desenvolvendo “Truth Seekers”, que vai acompanhar uma equipe de investigação paranormal. A cada episódio, três caça-fantasmas buscarão desvendar uma assombração em potencial. A produção os traz de volta ao gênero que os tornou conhecidos. Os dois atores viraram celebridades ao estrelarem “Todo Mundo Quase Morto” (2004), uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). “Truth Seekers” será coproduzido pela Sony Pictures Television, que atualmente negocia com interessados em exibir a atração.
Scoot McNairy entra na 3ª temporada de True Detective
Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”) entrou no elenco da 3ª temporada de “True Detective”. Ele vai interpretar um pai que sofre uma perda terrível, o que liga seu destino a dois detetives da polícia estadual ao longo de 10 anos. Ele se junta ao elenco anteriormente anunciado, com Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 por “Moonlight”, Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”). Ela interpreta uma professora de Ozark chamada Amelia Reardon, que tem conexão com duas crianças desaparecidas na década de 1980, enquanto os dois atores vivem investigadores da polícia estadual de Arkansas. A 3ª temporada contará a história de um crime macabro no coração da região de Ozark, no Arkansas, e um mistério que se aprofunda por décadas e se desenrola em três períodos de tempo diferentes. Como nas duas temporadas anteriores, a história é novamente de Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento dos roteiros, David Milch (criador de “Deadwood”). A HBO ainda não divulgou a previsão para a estreia dos novos episódios.
Gary Oldman vai produzir série de terror canibal
O serviço de streaming Sony Crackle (até 2017 conhecido apenas como Crackle) anunciou sua primeira série de terror. Trata-se de “The Butcher”, criada pelo cineasta Charles Burmeister (“Território sem Lei”) e produzida pelo ator Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”). “É uma história contemporânea da investigação épica de um detetive de homicídios para encontrar, caçar e matar um assassino serial que vive entre nós”, descreveu o diretor da plataforma Eric Berger, durante o evento semestral de imprensa da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “O assassino é alguém que é muito humano, mas também mais que humano”. “Ao longo de sua jornada, o herói da história, um detetive de homicídio de Los Angeles chamado Mitch Dixon, deve descobrir o mistério de quem é o Açougueiro, como ele opera e aceitar uma verdade inacreditável – que ele descobriu a chave da imortalidade, cujo preço é o consumo de carne humana”. Berger acrescentou: “Estamos entusiasmados em nos associar com Doug e Gary neste drama sobrenatural e estamos ansiosos para compartilhar mais notícias sobre essa série nos próximos meses”.
Dorothy Malone (1925 – 2018)
A atriz americana Dorothy Malone, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme “Palavras ao Vento” (1956), morreu na manhã de sexta-feira (19/1) aos 92 anos, por causas naturais. Malone iniciou a sua carreira artística nos anos 1940, estrelando dezenas de westerns e filmes noir, venceu o Oscar quase duas décadas depois e atingiu o pico de sua fama nos anos 1960, graças a seu trabalho na série “Caldeira do Diabo” (Peyton Place), exibida entre 1964 e 1969. Dorothy Eloise Maloney nasceu em Chicago em 30 de janeiro de 1925 e teve seu encontro com o destino enquanto estudava na faculdade para virar enfermeira. Sua beleza chamou atenção de um olheiro de Hollywood, que a levou a assinar um contrato com o estúdio RKO Radio Pictures aos 18 anos de idade. Ela figurou em inúmeras produções dos anos 1940, mas foi só quando se acertou com a Warner e encurtou o nome para Malone que sua carreira desabrochou. Howard Hawks ficou impressionado quando ela apareceu entre os figurantes do estúdio. Em 1946, a escalou em “A Beira do Abismo” (The Big Sleep), um dos maiores clássicos do cinema noir. Era um pequena participação, em que ela aparecia diante de Humphrey Bogart para fechar uma livraria e dizer uma única frase. Mais tarde, o diretor revelou que incluiu a sequência no filme “só porque a menina era muito bonita”. Em pouco tempo, seus diálogos aumentaram, num crescimento que envolveu filmes de verdadeiros gênios de Hollywood, como “Canção Inesquecível” (1946), de Michael Curtiz, “Ninho de Abutres” (1948), de Delmer Davis, e “Golpe de Misericórdia” (1949), de Raoul Walsh. Até que, a partir de 1949, seu nome passou a aparecer nos cartazes de cinema. Seu contrato de exclusividade acabou na virada da década, e ela seguiu carreira em westerns baratos, virando uma das “mocinhas” mais vistas nos filmes de cowboy da década de 1950 – ao lado de astros do gênero, como Joel McCrea, Randolph Scott, Jeff Chandler, Fred MacMurray, Richard Egan, Richard Widmark, Henry Fonda e… o futuro presidente Ronald Reagan. Ela chegou até a ilustrar um pôster dispensando “mocinhos”, de chapéu, calças e dois revólveres nas mãos – “Guerrilheiros do Sertão” (1951). Mas não abandonou o cinema noir, coadjuvando em “A Morte Espera no 322” (1954), de Richard Quine, “Dinheiro Maldito” (1954), de Don Siegel, e “Velozes e Furiosos” (1955), um dos primeiros filmes de carros de fuga, dirigido e estrelado por John Ireland. Todos cultuadíssimos. Também fez dois filmes com Jerry Lewis e Dean Martin, outro com Frank Sinatra e causou grande impacto no drama “Qual Será Nosso Amanhã” (1955), seu reencontro com o diretor Raoul Walsh, no papel da esposa solitária de um jovem fuzileiro (Tad Hunter) que embarca para a 2ª Guerra Mundial. Ela completou sua transformação no melodrama “Palavras ao Vento” (1956), do mestre Douglas Sirk. A morena deslumbrante virou uma loira fatal. E roubou a cena da protagonista – ninguém menos que Lauren Bacall. Como um Iago (com “I” maiúsculo”) de saias, ela semeava ciúmes e destruição em cena, colocando dois amigos (Rock Hudson e Robert Stark) em conflito por causa da personagem de Bacall, sem que nenhum tivesse feito nada de errado, além de amar a mesma mulher. Em meio a tantas estrelas, Malone venceu o único Oscar do filme, como Melhor Atriz Coadjuvante. A atriz voltou a se reunir com Hudson, Stack e o diretor Douglas Sirk em “Almas Maculadas” (1957), interpretou a mulher do lendário ator Lon Chaney na cinebiografia “O Homem das Mil Faces” (1957), até ver seu nome aparecer antes de todos os demais pela primeira vez, em “O Gosto Amargo da Glória” (1958). O filme era outra cinebiografia de atores célebres, em que Malone interpretou Diana Barrymore, tia de Drew Barrymore e filha do famoso John Barrymore (vivido no drama por Errol Flynn), numa espiral de autodestruição. No auge da carreira cinematográfica, ela fez seu derradeiro e melhor western, “O Último Por-do-Sol” (1961), uma superprodução estrelada por Rock Hudson e Kirk Douglas, escrita por Dalton Trumbo e dirigida por Robert Aldrich em glorioso “Eastman Color”, antes de inesperadamente virar a “coroa” de um filme de surfe, o cultuado “A Praia dos Amores” (1963), que lançou a “Turma da Praia” de Frankie Avalon e Annette Funicello. As novas gerações acabariam adorando Dorothy por outro papel, como a mãe solteira e superprotetora Constance MacKenzie na série “A Caldeira do Diabo”. A produção fez História como o primeiro novelão do horário nobre da TV americana. Além da narrativa melodramática, tinha a novidade de continuar no próximo capítulo, algo inédito na programação noturna da época, e de abordar sexo fora do casamento, outra ousadia. A personagem de Dorothy já tinha sido interpretado por Lana Turner no cinema, num filme de 1957 que rendeu o Oscar para a atriz. A versão televisiva trouxe uma indicação ao Globo de Ouro para Malone, que interpretava a mãe da futura esposa de Woody Allen, Mia Farrow. A atriz sofreu uma embolia pulmonar enquanto trabalhava na série em 1965 e precisou passar por sete horas de cirurgia durante a produção, sendo substituída temporariamente por outra atriz no programa. Mas também teve que lutar por sua vida na ficção, quando os roteiristas resolveram “matá-la” em 1968, após reclamações de descaso com sua personagem. Dorothy foi à justiça contra a 20th Century Fox e recebeu uma fortuna – mais de US$ 1 milhão na época – e sua Constance sobreviveu, mas saiu da série. Sem problemas, pois “A Caldeira do Diabo” acabou no ano seguinte sem ela. Apesar do clima inamistoso com que saiu da produção, a atriz voltou ao papel de Constance MacKenzie mais duas vezes, em telefilmes que reuniram o elenco original da série, exibidos em 1977 e 1985. Ela ainda contracenou com Alain Delon no giallo “Crepúsculo dos Insaciáveis” (1969), mas o resto de sua carreira foi preenchido por pequenas participações em filmes e séries. Seu último trabalho aconteceu em 1992, no papel de uma amiga de Sharon Stone no suspense “Instinto Selvagem”. O sucesso profissional não se refletiu em sua vida pessoal. Seus casamentos duraram pouco. O primeiro foi com o ator francês Jacques Bergerac, ex-marido de Ginger Rogers, em 1959, com quem teve duas filhas. O matrimônio terminou num divórcio amargo, em que Malone acusou Bergerac de se casar com atrizes famosas para promover sua própria carreira. Em 1969, ela se uniu ao empresário Robert Tomarkin, mas o casamento foi anulado em questão de semanas, com acusações ainda piores: ele seria um golpista tentando extorqui-la – anos depois, Tomarkin foi preso por roubo. O último casamento foi com um executivo do ramo de motéis, Charles Huston Bell, em 1971. Igualmente curto, terminou após três anos. Dorothy Malone costumava dizer que sua vida tinha mais drama que a ficção de “A Caldeira do Diabo”. Cinéfilos também poderiam afirmar que ela foi uma atriz com muito mais classe que a maioria dos filmes que estrelou. Mas quando se portava mal, fazia um bem danado para o cinema.
Grown-ish: Spin-off de Black-ish é renovado após quatro episódios
O canal pago Freeform esperou só quatro episódios para comemorar o sucesso de “Grown-ish”, spin off de “Black-ish”, centrada na vida universitária de Zoey (Yara Shahidi), a filha mais velha da família Johnson. Mantendo uma média de 1,5 milhão de telespectadores, “Grown-ish” virou a melhor estreia do canal em cinco anos. De quebra, conquistou a crítica, com 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por isso, além de ser renovada, a série vai ficar maior. A 2ª temporada terá 20 episódios, em vez dos 13 deste ano. Assim como “Black-ish” na rede ABC, “Grown-ish” é uma criação de Kenya Barris. Apesar de as séries passarem em canais diferentes, suas histórias permanecem interligadas, com os pais de Zoey (vividos por Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross) já vistos em participações especiais no spin-off. Isto acontece porque ABC e Freeform pertencem ao mesmo conglomerado – Disney. O elenco do spin-off ainda inclui Francia Raisa (“The Secret Life of the American Teenager”), Abraham D. Juste (“Jessica Jones”), Emily Arlook (série “The Good Place”), Trevor Jackson (“American Crime”), Chris Parnell (“Anjos da Lei”) e as gêmeas Chloe e Halle Bailey (série “Austin & Ally”). A estreia aconteceu em 3 de janeiro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento nacional. No Brasil, “Black-ish” passa no canal pago Sony.
Siren: Série de sereias assassinas ganha foto do elenco e teaser em clima de terror
O canal pago Freeform divulgou um teaser e a primeira foto do elenco de “Siren”, uma série juvenil sobre sereias. O teaser aposta no clima de terror, para mostrar as criaturas marinhas da produção de forma muito diferente daquelas vistas em “H2O: Meninas Sereias”, na animação “Pequena Sereia” e em outras histórias românticas. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”) e Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), além de Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”) em papéis recorrentes. Criação de Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”), “Siren” só vai estrear em 29 de março nos Estados Unidos.
Britannia: “Game of Thrones britânico” ganha trailers com batalhas épicas
A Sky Atlantic divulgou o pôster e novos trailers da série épica “Britannia”, que mistura fantasia sobrenatural e batalhas grandiosas, ao estilo de “Game of Thrones”. Passada no ano 43 depois de Cristo, a série gira em torno do conflito entre os invasores do império romano e os habitantes da ilha que os romanos chamam de Britannia, liderada por mulheres guerreiras e druidas poderosos. Escrita e criada pelos irmãos Jez Butterworth (“007 Contra Spectre” e “No Limite do Amanhã”) e Tom Butterworth (de “A Última Legião”, sobre o mesmo período), a série destaca em seu elenco David Morrissey (o Governador de “The Walking Dead”), Kelly Reilly (a Mary Watson de “Sherlock Holmes”), Mackenzie Crook (o Ragetti dos filmes “Piratas do Caribe”), Eleanor Worthington-Cox (a versão menina da princesa Aurora em “Malévola”) e Ian McDiarmid (o Imperador Palpatine da franquia “Star Wars”). Com dez episódios, “Britannia” estreia em 18 de janeiro no Reino Unido, e tem distribuição internacional do serviço de streaming da Amazon.












