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Série

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  • Série

    Veja três minutos da abertura da série dos heróis Manto e Adaga

    19 de janeiro de 2018 /

    O canal pago Freeform divulgou três minutos da abertura da série “Cloak and Dagger”, sua primeira parceria com a Marvel. A prévia mostra o primeiro encontro de Tyrone “Ty” Johnson, o Manto (Cloak, em inglês), e Tandy Bowen, a Adaga (Dagger). Nos quadrinhos originais, os dois jovens, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Entretanto, a sinopse da série é vaga em relação à origem dos herói. Segundo o texto, os dois adolescentes, que cresceram em lugares muito diferentes, carregam o peso de seus recém-adquiridos superpoderes, ao mesmo tempo em que se apaixonam. Tandy pode criar adagas de luz enquanto Tyrone possui a habilidade de fazer com que os outros sejam tomados pela escuridão. Eles rapidamente aprendem que funcionam melhor juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem com que tudo se torne ainda mais desafiador. O elenco é encabeçado por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. Os coadjuvantes incluem Andrea Roth (série “Rescue Me”), Gloria Reuben (série “Mr. Robot”), James Saito (série “Eli Stone”) e J.D. Evermore (série “Rectify). A adaptação está a cargo do roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, data de 2010. A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é apenas para 7 de junho.

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  • Série

    Diretor de Legião e Padre prepara série sci-fi juvenil

    18 de janeiro de 2018 /

    O diretor e roteirista Scott Stewart, responsável pelos filmes “Legião” (2010), “Padre” (2011) e “Os Escolhidos” (2013), está desenvolvendo uma série sci-fi para o canal pago Freeform. Intitulado “Augs”, o projeto se passa no futuro, quando a sociedade é dividida em duas classes: Augs, os privilegiados consumistas dos últimos aprimoramentos tecno-biológicos, que proporcionam uma visão de realidade aumentada sempre online, e os Norms, os restantes, que se tornaram uma subclasse quase invisível. A trama acompanha Gennifer Wells, uma jovem e ambiciosa Aug que se apaixona por Bodhi Bright, um adolescente misterioso recém chegado na cidade. O único problema é que ele é um Norm, o que faz com que seus amigos e familiares se voltem contra ela. Logo, ela é forçada a fazer uma escolha entre o mundo privilegiado aumentado que ela conhece e o estranho garoto que ela ama, que prefere ver as coisas através de seus olhos “não aperfeiçoados”, como elas realmente são. Mas sua escolha não será fácil, pois forças de ambos os lados conspiram para mantê-los separados. “Augs” é a primeira série criada por Stewart, mas seu filme “Legião” chegou a ganhar uma adaptação televisiva – “Dominion”, que durou duas temporadas no canal pago Syfy, com piloto dirigido pelo próprio cineasta em 2014. Desde então, ele participou da antologia de terror “Holidays” (2016) e dirigiu outro piloto: “Siren”, série de sereias assassinas que estreia em março, justamente no Freeform. Stewart vai escrever, dirigir e produzir o piloto de “Augs”, que ainda precisará ser aprovado para virar série.

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  • Série

    Criador de Code Black desenvolve série sobre a juventude de Cleópatra

    18 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Freeform está desenvolvendo sua primeira série de época. Trata-se de uma nova versão de “Cleopatra”, concebida por Michael Seitzman (criador de “Code Black”). A série da famosa rainha do Egito é descrita como uma aventura épica e feminina, e vai acompanhá-la em sua juventude, após ser exilada, para se defender do patriarcado e conquistar seu legítimo direito como herdeira ao trono do Egito. A série acompanhará sua ascensão para se tornar a primeira e única faraó feminina, mas também a mulher mais poderosa de sua época, ao se envolver em um triângulo amoroso que mudou o mapa do mundo para sempre. “Nosso programa é uma história de aventura que se concentra em uma jovem Cleópatra durante o período de sua vida em que ela foi exilada por seu próprio irmão e forçada a mendigar alianças instáveis ​​e adquirir inimigos poderosos, incluindo os deuses e monstros da mitologia egípcia”, disse Seitzman. “É também uma história de amor entre uma jovem e dois homens, o feroz general Julio César e seu protegido, o jovem e rebelde centurião Marco Antônio”. A produção está a cargo de Seitzman e do veterano produtor de cinema Lorenzo di Bonaventura (da franquia “Transformers”). Apesar de Cleópatra já ter rendido muitos filmes, como o clássico de 1963, estrelado por Elizabeth Taylor – e há também um projeto atualmente em desenvolvimento na Sony – , ela nunca teve sua própria série. No máximo, apareceu como personagem periférico em “Rome” (2005-2017), da HBO. Por enquanto, o projeto ainda está em fase de formação de equipe de produção e ainda não recebeu encomenda de temporada.

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  • Série

    Ash vs Evil Dead: Novo trailer da 3ª temporada apresenta a filha de Ash

    18 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Starz divulgou um pôster e o novo trailer da 3ª temporada de “Ash vs Evil Dead”, que tem como principal novidade a introdução da filha do protagonista, vivida por Arielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”). A série é uma continuação da trilogia “Evil Dead” original (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ashley J. Williams, o caçador de demônios conhecido simplesmente como Ash. Além de Campbell, a atração inclui em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena” e esposa de Tapert). O terceiro ano estreia no dia 25 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Heathers: Série baseada na comédia cult Atração Mortal ganha primeiro trailer

    18 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Paramount (antigo Spike) divulgou o trailer de “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). A prévia mostra que os personagens estão muito diferentes, mas as cenas parecem iguais às do filme de 30 anos atrás. Além disso, o vídeo inclui a participação de Shannen Doherty, que estrelou o longa original. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. Já Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, faz apenas uma participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012). “Heathers” será exibida a partir de 7 de março nos Estados Unidos.

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    Johnny Depp vai produzir série sobre estúdio musical lendário dos anos 1960

    18 de janeiro de 2018 /

    O ator Johnny Depp vai produzir uma série dramática sobre o estúdio FAME, que revolucionou a música americana nos anos 1960, graças à gravação de diversos clássicos da música soul. A série vai contar a história real do lendário produtor Rick Hall, que transformou o FAME (Florence Alabama Music Enterprises), localizado em Muscle Shoals, interior do Alabama, no cenário de surgimento de algumas das músicas mais famosas de todos os tempos. Entre os artistas que gravaram hits no estúdio estão Aretha Franklin, Wilson Pickett, Etta James, Percy Sledge, Otis Redding, Clarence Carter, Solomon Burke, Allman Brothers Band e até os Rolling Stones. A trama é baseada na autobiografia de Rick Hall, “The Man From Muscle Shoals: My Journey from Shame to Fame”. A adaptação está a cargo da roteirista Bettina Gilois (do telefilme “Bessie”), a produção musical é da roqueira Nancy Wilson (da banda Heart) e entre os produtores também estão Greg “Freddy” Camalier, que dirigiu o documentário “Muscle Shoals: Um Lendário Estúdio de Rock” (2013), sobre a mesma história, e Richard Branson, que era dono da antiga gravadora Virgin. O projeto está em estágio inicial e ainda não há canal definido para sua exibição.

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    Succession: Série do diretor de A Grande Aposta ganha primeiro trailer

    18 de janeiro de 2018 /

    O canal pago HBO divulgou sete fotos e o primeiro trailer da série “Succession”, drama produzido e dirigido pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.

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  • Série

    Amazon cancela One Mississippi, I Love Dick e Jean-Claude Van Johnson

    18 de janeiro de 2018 /

    A Amazon anunciou o cancelamento de três séries de comédia: “One Mississippi”, “I Love Dick” e “Jean-Claude Van Johnson”. Todas contavam com críticas positivas, mas “I Love Dick” e “Jean-Claude Van Johnson” tiveram apenas uma temporada exibida, apesar de estreladas por astros famosos. “I Love Dick” acompanhava um casal, vivido por Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) e Griffin Dunne (“Clube de Compra Dallas”), enquanto suas ideias de amor e monogamia eram desafiadas por um enigmático escritor interpretado por Kevin Bacon (série “The Following”). E “Jean-Claude Van Johnson” trazia Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”) no papel de um astro de filmes das artes marciais, que secretamente também era um espião de verdade. Cancelada na 2ª temporada, o caso de “One Mississippi” é mais controverso, porque a atração acabou envolvida no escândalo sexual do comediante Louis C.K., seu produtor. Baseada na história real da atriz Tig Notaro, a série refletia o reencontro de uma lésbica quarentona com sua família, após anos de distanciamento. Entre a 1ª e a 2ª temporada, uma amiga confidenciou à Notaro ter sido abusada por C.K. A criadora da série exigiu que ele se afastasse da produção e um dos episódios da 2ª temporada incluiu uma cena de masturbação, trazendo para a trama a acusação que ele receberia (masturbar-se diante de funcionárias) algumas semanas depois, durante as denúncias do movimento #Metoo. Louis C.K. confessou que as queixas eram verdadeiras e suas séries foram quase todas canceladas. A Amazon não divulga dados de audiência, nem justificou os cancelamentos das três séries, mas, extra-oficialmente, os principais sites de entretenimento dos EUA receberam informações de que os cortes teriam sido motivados pelo novo perfil buscado para as produções da Amazon, que quer trocar seus queridinhos da crítica por sucessos populares.

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    O Mecanismo: Série da Netflix inspirada na Operação Lava-Jato ganha primeiro trailer

    18 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, apresentada no vídeo como “o maior escândalo de corrupção de todos os tempos”. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, mas altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na série. Em contraste com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a opção por se identificar como ficção visa dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção, criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.

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    Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars ganha comercial e data de estreia

    18 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo comercial de “Life Sentence”, série de comédia dramática estrelada por Lucy Hale, que revela a data de estreia da atração. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, Hale vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o elenco inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido. O piloto tem direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e a estreia está marcada para 7 de março nos Estados Unidos.

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    Homem-Elástico ganha novo uniforme no próximo episódio de The Flash

    17 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer e 20 fotos de “The Elongated Knight Rises”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar na próxima terça (16/1) nos Estados Unidos. O vídeo mostra Barry Allen (Grant Gustin) na prisão, após ser incriminado por um assassinato que não cometeu, deixando o combate ao crime a cargo do time de coadjuvantes da série. É a deixa para o Homem-Elástico (Hartley Sawyer) assumir mais responsabilidade. E com poderes e responsabilidades, vem… um novo uniforme, como demonstra uma das imagens. Já era tempo, já que o traje que ele usava, como o próprio Elástico definiu, era “feio de doer” (tradução aproximada do termo “butt-ugly”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série foi uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.

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    Comercial revela que Mon-El usará uniforme clássico dos quadrinhos na série Supergirl

    17 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo comercial de sua programação, com participação dos protagonistas das séries que compõem sua midseason. E em meio ao desfile de personagens, uma imagem de super-herói chamou atenção. Coadjuvante de “Supergirl”, Mon-El apareceu com o uniforme clássico dos quadrinhos, em vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual é bem diferente do vestido pelo ator Chris Wood no episódio da Legião dos Super-Heróis. E pode representar alguma reviravolta da trama. O personagem surgiu em 1961 para uma aparição única na revista do Superboy, mas a criação de Robert Bernstein e George Papp fez tanto sucesso que se tornou recorrente, até sua história ganhar um final feliz. A aparição de Mon-El marcou época pelo enredo trágico, que partiu o coração de milhares de crianças nos anos 1960. Originalmente, ele chegava a Terra sem memórias e, por ter os mesmos poderes, acabava confundido com um kryptoniano por Superboy. Feliz por ter encontrado um amigo poderoso de sua idade, o jovem Clark Kent foi quem batizou o desconhecido com o nome Mon-El, compartilhando seu sobrenome kryptoniano (Kal-El) ao “adotá-lo” como primo. Mas a alegria dura pouco, pois o alienígena se mostra imune à kryptonita e faz Superboy perceber que o estranho não poderia ser quem imaginava. Achando que estava sendo enganado por algum inimigo ardiloso, o jovem de aço decide desmascarar o farsante colocando-o diante de kryptonita para ver sua reação. O problema é que, para se proteger da radiação venenosa, o herói usa uma caixa de chumbo. Mas Mon-El, que na verdade vinha do planeta Daxam, era vulnerável ao chumbo, substância mortal para os daxamitas, e o erro de Superboy acaba envenenando-o. Diante da morte certa do amigo, Superboy recorre à única solução que consegue imaginar: enviá-lo para a Zona Fantasma, onde os piores criminosos de Krypton ainda viviam, de forma incorpórea, enquanto se dedicaria a encontrar uma cura para resgatá-lo. Ele nunca conseguiu cumprir a promessa. Mas Mon-El foi resgatado, mil anos depois, no século 30, quando Brianiac 5 desenvolveu um cura para seu envenenamento. Livre da Zona Fantasma, ele acabou convidado a integrar a Legião dos Super-Heróis. Toda essa história orientou a adaptação do personagem em “Supergirl”, que preservou alguns pontos-chaves da origem de Mon-El, como o envenenamento por chumbo e sua ida ao futuro, onde é curado e vira um legionário. “Supergirl” está atualmente em sua 3ª temporada nos Estados Unidos e é exibida com poucos dias de atraso no Brasil pelo canal pago CW. A série também tem seus primeiros episódios transmitidos na madrugada da rede Globo.

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    Astros de Banshee e Gossip Girl serão super-heróis na nova série dos criadores de Preacher

    17 de janeiro de 2018 /

    A nova série de super-heróis “The Boys” anunciou diversas novidades em seu elenco. Os atores Antony Starr (da série “Banshee”), Chace Crawford (“Gossip Girl”), Jessie T. Usher (“Survivor’s Remorse”), Dominique McElligott (“The Last Tycoon”) e Nathan Mitchell (“iZombie”) vão interpretar integrantes do grupo Os Sete, os super-heróis da trama. O detalhe é que eles não são os protagonistas, mas os antagonistas da história, centrada nos personagens do título. Os quadrinhos criados por Garth Ennis, o autor de “Preacher”, são uma sátira de humor negro ao gêneros dos poderosos encapuzados. A trama gira em torno de um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia a atividade dos super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada (Hughie Mijão, Leite Materno, O Francês e A Fêmea) e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A revelação da verdade sobre os super-heróis destrói os sonhos de uma aspirante a heroína chamada Starlight, identidade de Annie January, uma jovem crente e certinha do interior, capaz de soltar raios pelos olhos. Seu sonho é se tornar uma super-heroína real como os famosos Sete (seven), a versão de Ennis da Liga da Justiça. Mas, quando é convidada a fazer um teste para entrar no grupo, a trama dá uma guinada para o mundo de Harvey Weinstein. Anteriormente anunciada, Erin Moriarty (“Jessica Jones”) viverá Annie January, restando agora escalar os Boys do título. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg. Eles se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver “The Boys”, que recebeu encomenda de oito episódios pela Amazon. A 1ª temporada ainda não tem previsão de estreia.

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