Showrunner de NCIS: New Orleans é demitido após denúncias de má-conduta
O produtor Brad Kern foi demitido do posto de showrunner da série “NCIS: New Orleans”. Segundo a revista Variety, a dispensa foi consequência de acusações de má-conduta feitas contra o produtor por sua própria equipe desde 2016, que a CBS tentou abafar, até não conseguir mais contornar os protestos dos funcionários. Acusado de misoginia, preconceito, assédio sexual e violência psicológica pela equipe, ele será substituído por Christopher Silber, que já era produtor-roteirista da série. Apesar disso, a punição não é tão grave quando parece, já que Kern permanecerá como um consultor de “NCIS: New Orleans”, recentemente renovada para sua 5ª temporada. O produtor foi investigado duas vezes pela emissora CBS, após reclamações de hostilidade no ambiente de trabalho. E, em dezembro, a emissora anunciou que havia tomado medidas em relação ao seu comportamento e que, desde então, não tinha recebido novas reclamações. Oficialmente, pode ser o caso, mas a mídia registrou o descontentamento e, passados cinco meses, uma decisão mais drástica precisou ser tomada. Isto porque, segundo apurou a Variety, a falta de punição teria incentivado Kern a se comportar ainda pior. Diante disso, alguns funcionários pediram demissão, outros ameaçaram dar mais detalhes do comportamento do produtor em público. Duas investigações chegaram a ser conduzidas pelo departamento de recursos humanos da produtora CBS Television Studios sobre o comportamento de Kern tão logo ele assumiu a série, em 2016. A primeira não deu em nada. A segunda o obrigou a frequentar um treinamento de sensibilidade por seis meses, mas não o afastou do trabalho nem sequer durante este período. O caso foi tratado internamente e abafado, como assumiu a CBS em seu comunicado de dezembro, quando a situação chegou à imprensa. “Nós estávamos cientes dessas alegações quando aconteceram em 2016, e as levamos muito a sério”, disse a empresa em um comunicado. “Ambas as queixas foram respondidas imediatamente com investigações e medidas disciplinares subseqüentes. Enquanto não fomos capazes de corroborar todas as alegações, tomamos essa ação para contornar o comportamento e o estilo de gerenciamento, e não recebemos mais reclamações desde que isso foi implementado”. Apesar do teor da nota, o comportamento de Kern não se alterou, segundo sete pessoas ouvidas pela Variety, que pediram para não serem identificadas. “Ele discrimina as mulheres, as mães que trabalham e qualquer uma que ele não possa controlar”, disse uma fonte. O fato de ter sido chamado pelo RH virou até piada, afirmam. “Ele começou a dizer: ‘Eu não posso tocar em você, porque o RH me colocou uma coleira de choque’. Era hilário para ele. Esse foi o único resultado da investigação do RH”, afirma um funcionário que pediu demissão. A maioria dos ouvidos pela publicação informam que Kern “duplicou” suas observações questionáveis e comportamentos de assédio. “Ele foi encorajado”, destacou uma fonte. Kern teria o costume de fazer comentários de natureza sexual para as mulheres de sua equipe, dar-lhes massagens sem perguntar e também humilhá-las com frases pejorativas. Além disso, de acordo com múltiplas fontes, ele gosta de imitar de forma exagerada e ofensiva como falam os atores negros da série. Ele também vetou um casal interracial na atração, porque “não via como uma mulher branca poderia ser casada com um negro”. São muitas acusações. As mais graves afirmam que ele retalhou e demitiu impunemente a roteirista que fez uma das queixas contra ele, além de ter decidido afastar uma das atrizes do elenco porque não a achava “f*dível”. A atriz em questão era Zoe McLellan, que foi procurada pela Variety e preferiu não comentar. As fontes ressaltaram que o ambiente de trabalho na série é o pior possível. E que não adianta reclamar, porque o RH do CBS Television Studios não faz nada. A saída foi vir à público, o que tornou a pressão tão grande que Kern acabou caindo. Para cima. Virou consultor. Uma vitória que não pode ser festejada, já que demonstra que o movimento #MeToo não parece ter sensibilizado algumas hierarquias. Brad Kern é um produtor veterano da TV americana, com passagens por séries como “Remington Steele” (1982-1987), que lançou a carreira de Pierce Brosnan, e “Charmed” (1998-2006), estrelada por duas atrizes que tiveram destaque no movimento de denúncias de assédio em Hollywood, Rose McGowan e Alyssa Milano. E as histórias de bastidores sobre o que ele fazia na época de “Charmed” são de arrepiar, desde comentários explícitos na reunião dos roteiristas sobre as fotos da atriz Shannen Doherty na Playboy, sugestões para as roteiristas escreverem seus textos peladas, até a forma como se referia ao elenco da atração como “cadelas” e fazia pedidos para ser alertado quando “atrizes quentes” fossem fazer testes para participar de algum episódio. Nos EUA, as séries da franquia “NCIS” estão entre as mais vistas de toda a programação da TV aberta. Em sua 4ª temporada, o spin-off passado em New Orleans foi visto por mais de 8 milhões de telespectadores todas as semanas.
Quadrinhos da Patrulha do Destino vão virar série
A série “Titans”, sobre os heróis adolescentes da DC Comics, ainda nem estreou e já rendeu um spin-off. O serviço de streaming da DC Entertainment anunciou a produção de “Doom Patrol”, série baseada nos quadrinhos da Patrulha do Destino, cujos personagens serão introduzidos em “Titans”. A Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Isto porque os personagens eram pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou tão diferentes que causavam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens anunciados são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. Em “Titans”, eles serão vividos, respectivamente, por Bruno Bichir (série “Narcos”), Jake Michaels (visto num episódio de “Designated Survivor”), Dwain Murphy (em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) e April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”). Mas o elenco pode mudar na série própria. A participação desses personagens na série dos “Titãs” também deve servir para introduzir Mutano (Ryan Potter, de “Supah Ninjas”). Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar no time dos heróis adolescentes. Ele era filho adotivo de Rita Farr e seu marido Steve Dayton, identidade do herói conhecido como Mento. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista Greg Berlanti atinge o número impressionante – e recorde – de 14 séries em produção simultaneamente. Destas, sete são adaptações da DC Comics – “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Black Lightning”, “Titans” e “Doom Patrol”, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”. “Doom Patrol” ainda não tem previsão de estreia, mas já ganhou logotipo. Veja abaixo. De todo modo, a plataforma de streaming DC Universe deve ser lançada ainda este ano pela Warner, tendo como primeira estreia a série dos Titãs.
Quem É Você Alasca?, best-seller de John Green, vai virar série
A plataforma Hulu anunciou a produção de “Looking For Alaska”, série que adapta o livro homônimo de John Green, lançado no Brasil como “Quem É Você Alasca?”. O primeiro livro do autor, que se tornou conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”, acompanha um adolescente chamado Miles que se muda para uma nova escola em outro estado, onde conhece a jovem e enigmática Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não era tão perfeita quando ele imaginava. A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alaska, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção será realizada entre a Paramount TV e a Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. “Faz uns 13 anos que tentam descobrir como adaptar ‘Quem É Você, Alasca’, e Josh se preocupava com o livro antes que quase ninguém mais soubesse do que se tratava. Ele e Stephanie trabalharam tanto para chegar a esse momento, por isso estou muito animado”, escreveu Green num tópico de fãs do Reddit. “Eu sei que eles se importam muito com o livro e têm trabalhado com afinco nos últimos 13 anos para conseguir um bom lugar – e eu realmente acho que finalmente conseguiram. Então, estou esperançoso!”, concluiu.
Siren: Série de sereias assassinas é renovada e ganha data de estreia no Brasil
O canal pago Freeform anunciou a renovação de “Siren” para sua 2ª temporada, na véspera do final do primeiro ano da produção. A série de sereias assassinas se provou um dos maiores sucessos no canal, com uma média de 660 mil espectadores ao vivo. Trata-se da maior audiência da programação atual do Freeform, com quase o dobro do público de “Shadowhunters” (398 mil). Não por acaso, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 da atual temporada, que se encerra na próxima quinta (24/5) nos Estados Unidos. A série também ganhou data de estreia no Brasil. O canal pago Sony informou que exibirá a 1ª temporada a partir do dia 12 de junho, às 23 horas. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores trazidas à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além deles, integram a produção Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”).
Final de Game of Thrones pode ser diferente dos roteiros lidos pelos atores
Os segredos envolvendo o esperado final de “Game of Thrones” estão sendo guardados com tanta determinação pelos produtores que, aparentemente, nem os atores, que leram os roteiros, tem certeza que sabem o que vai acontecer. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, a atriz Emilia Clarke afirmou que, mesmo tendo lido todos os roteiros da 8ª (e última) temporada, acha que será surpreendida pela exibição da série, pois a história pode ter sido mudada. “Eu acho que eles estão filmando um monte de coisas e não estão contando para nós. Eu estou falando sério!, contou Clarke. Segundo ela, é forte a suspeita de que David Benioff e D.B. Weiss possam estar adicionando ou mudando algumas coisas durante a produção, que está atualmente em plena gravação. “As pessoas estão dizendo coisas no set e você se questiona se elas estão gravando outras coisas”, diz ela, relatando diferenças entre o que leu e o que está acontecendo na produção. “Todo mundo está sendo muito cauteloso sobre isso… Há muitos finais diferentes que podem acontecer. Acho que estamos fazendo todos eles e não estamos sendo informados sobre o que realmente vai acontecer.” “Game of Thrones” só vai exibir seus últimos episódios em 2019. Até lá, muitas especulações devem surgir.
Chicago Fire perde personagem importante, que não voltará na 7ª temporada
A atriz Monica Raymund anunciou que não retornará para a 7ª temporada de “Chicago Fire”, recentemente anunciada. Em nota escrita à mão e postada em sua conta pessoal no Twitter, ela agradeceu a oportunidade de interpretar a paramédica Gabriela Dawson, mas afirmou que era hora de buscar outros desafios. “Foi uma honra interpretar Dawson em ‘Chicago’ Fire e uma das experiências mais significativas da minha vida. Estou muito agradecido pela jornada e especialmente a todos vocês por assistir, mas tomei a decisão de que é hora de passar para o próximo capítulo da vida. Eu sempre terei orgulho de ter interpretado uma paramédica destemida com um elenco e equipe tão incríveis”, disse. Veja o post original abaixo. Os contratos dos cinco integrantes originais do elenco iam até a 6ª temporada, encerrada em 10 de maio, e precisaram ser renegociados após a renovação. Além de Reymond, também estavam na mesma situação os atores Jesse Spencer (Matthew Casey), Taylor Kinney (Kelly Severide), Eamonn Walker (chefe Wallace Boden) e David Eigenberg (Christopher Herrmann). Todos receberam ofertas para continuar, mas a atriz decidiu não aceitar a proposta. Por conta disso, o final da 6ª temporada incluiu um cliffhanger que poderia sinalizar a saída de Dawson da trama. A 7ª temporada de “Chicago Fire” estreia no outono norte-americano, entre setembro e novembro, na rede NBC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal. pic.twitter.com/mYxghCKIhS — Monica Raymund (@monicaraymund) May 15, 2018
Hap & Leonard é cancelada após a 3ª temporada
O canal pago americano Sundance TV cancelou “Hap & Leonard”, após três temporadas. A adaptação televisiva dos livros de Joe R. Lansdale era sucesso de crítica e uma das melhores audiências do canal. O próprio Lansdale e o produtor John Wirth anunciaram o cancelamento no Twitter, sem explicar o que levou o canal a interromper a produção. A série foi criada pelo diretor Jim Mickle e o roteirista Nick Damici, responsáveis pelo terror “Somos o que Somos” (2013), e adapta a coleção literária homônima, iniciada em 1990 por Landsdale (que foi roteirista da série animada do “Batman”). Vale lembrar que a mais recente parceria da dupla foi o suspense “Julho Sangrento” (2014), que por sinal também é uma adaptação de livro de Landsdale. Passada nos anos 1980, “Hap and Leonard” girava em torno da improvável amizade entre Hap Collins (James Purefoy, da série “The Following”), um homem branco da classe operária que é enviado para a prisão por se recusar a prestar o serviço militar, e Leonard Pine (Michael Kenneth Williams, de “Boardwalk Empire”), um gay negro e veterano da guerra do Vietnã com problemas para controlar sua raiva. Ambos são experts em artes marciais e se unem para solucionar crimes brutais na cidade fictícia de LaBorde, no Texas. Cada temporada da série adaptou um livro diferente de Landsdale – “Mucho Mojo”, “Savage Season” e “The Two-Bear Mambo”, respectivamente. A 3ª temporada tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e exibiu seu último episódio em 11 de abril diante de 174 mil telespectadores ao vivo. Parece pouco, mas é mais que os 149 mil que acompanharam o final de “Rectify”, a série de maior repercussão do Sundance TV, que durou cinco temporadas nos Estados Unidos.
Spin-off de Pretty Little Liars ganha fotos e o primeiro trailer
O canal pago Freeform divulgou duas imagens e o primeiro trailer de “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, título oficial do novo spin-off de “Pretty Little Liars”. A prévia enfatiza a participação de Sasha Pieterse e Janel Parrish, intérpretes de Alison DiLaurentis e Mona Vanderwaal, enquanto introduz rapidamente os novos personagens e o mistério da atração, que novamente girará em torno de um “quem matou?”. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora de “Maldosas – Pretty Little Liars”, que foi adaptada na série original. Trata-se de “As Perfeccionistas”, que ganhará mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens de “Pretty Little Liars”. A história se passa em outra cidadezinha fictícia, Beacon Heights, em Washington, onde cinco amigas frequentam o último ano do ensino médio. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, elas descobrem que não precisam ser boas para serem perfeitas, além de perceber que odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. Mas quando Nolan aparece morto, exatamente do jeito que brincaram que aconteceria, elas precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. Uma das fotos abaixo apresenta Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) como Ava, Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”) como Caitlin e o novato Eli Brown como Dylan. Pelo que indica a prévia, Alison e Mona entram nesta história como professoras. Só não está claro o que isso significa para o final feliz de Alison e Emily (Shay Mitchell) na série original, sem esquecer das bebês gêmeas! Vale lembrar que “Pretty Little Liars” já teve um spin-off, mas não deu muito certo. Em 2013, King lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn) e suas conexões sobrenaturais com a cidade fictícia de Ravenswood. A série teve apenas 10 episódios e Caleb acabou voltando para Rosewood, a cidade onde se passava “Pretty Little Liars”. Maior sucesso do antigo canal ABC Family, que virou o Freeform em 2016, “Pretty Little Liars” foi encerrada há um ano, em junho de 2017, após sete temporadas.
The Last Ship vai acabar em sua 5ª temporada
O canal pago americano TNT confirmou que “The Last Ship” vai acabar em sua 5ª temporada, que estreia no segundo semestre de 2018. Os rumores sobre o cancelamento começaram a circular em setembro de 2017, quando o ator Travis Van Winkle, que interpreta Danny Green, anunciou “fim das filmagens da série” em um post no Instagram que foi posteriormente deletado. A série foi renovada para a 5ª temporada em 2016, antes da estreia do quarto ano da produção e ainda durante a exibição da 3ª temporada. Na época, já se comentava que isso poderia ajudar a apressar a conclusão da trama. Agora, o chefão dos canais TNT e TBS, Kevin Reilly, confirmou ao site Deadline que o final de “The Last Ship” é oficial. Produzida pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”), a série acompanhava a tripulação de um destroyer da Marinha dos EUA durante uma pandemia, que dizimou a maioria da população mundial. Mas após encontrar a cura na 1ª temporada e iniciar a vacinação dos sobreviventes na 2ª temporada, a tripulação do comandante Tom Chandler (Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy”) perdeu o rumo, passando a lidar com conspirações mundiais, sem contar mais com o elemento apocalíptico que a diferenciava de outras séries militares atualmente no ar. Desenvolvida por Hank Steinberg (criador da série “Desaparecidos/Without a Trace”), “The Last Ship” também é estrelada por Adam Baldwin (série “Cuck”), Marissa Neitling (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Travis Van Winkle (“Transformers”), Charles Parnell (série “Os Irmãos Aventura”), Tania Raymonde (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), Maximiliano Hernández (“Os Vingadores”), Jocko Sims (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Bren Foster (“Operações Especiais”) e John Pyper-Ferguson (“Alphas”). Ainda não há data estabelecida para a exibição da 5ª e última temporada da série.
Tom Ellis revela a existência de negociações para o resgate de Lucifer
A resposta dos fãs ao cancelamento de “Lucifer”, com a campanha #SaveLucifer ganhando cada vez mais adeptos nas redes sociais, impressionou até o ator inglês Tom Ellis, que interpretava o personagem-título. Após se assumir em “estado de choque” com o cancelamento da série pela rede Fox, ele revelou ter viajado para Los Angeles, atendendo uma convocação do showrunner Joe Henderson e do produtor Jerry Bruckheimer, para participar de conversas entre os executivos da WBTV (Warner Bros. Television) e serviços de streaming para salvar a série. “Honestamente, fiquei um pouco chocado. Eu entrei em um estado de choque estranho. Eu realmente não estava esperando e fui pego de surpresa. E bateu em mim o quanto eu me importava com a série, e fiquei muito, muito triste. Eu não conseguia acreditar”, confessou o ator ao site TVLine. Mas seu humor mudou com a resposta “incrivelmente apaixonada” dos fãs. “Desde que comecei a fazer ‘Lucifer’, eu participei de divulgação em várias partes do mundo e estou ciente de que esse programa é muito mais popular do que parece ser na Fox. Nossos números sugerem que muitas pessoas assistem ao programa, mas não necessariamente na Fox. Então, de uma maneira estranha, não estou surpreso que as pessoas estejam com raiva. Eu só não estava preparado para este tsunami de amor que veio”. Após as primeiras reuniões para negociar uma ressurreição para a série, o ator se diz animado. “Não quero prometer nada para ninguém, porque há muitas coisas que precisam ser alinhadas para que isso aconteça. Mas eu não tive esperança antes, e agora tenho esperança. E enquanto houver esperança, continuarei lutando. Porque acho que é isso que nossos fãs querem que façamos”. E os fãs permanecem incansáveis. Em novo desdobramento para salvar a série, estão agora fazendo campanha para “Lucifer” ser indicada ao Teen Choice, algo que nunca aconteceu antes. A votação do Teen Choice Award 2018 é aberta ao público e se encerra na segunda (21/5). Veja abaixo. Caso “Lucifer” consiga emplacar alguma indicação, conquistará maior visibilidade e um argumento a mais para seu resgate. O último episódio da 3ª temporada de “Lucifer”, que marcou o final da série na Fox, foi ao ar no dia 14 de maio, deixando um grande gancho para a continuação. Boatos sugerem que a série pode ser resgatada pelo novo serviço de streaming da Warner focado em adaptações de suas publicações em quadrinhos, o DC Universe, que deve ser lançado ainda no final deste ano. Mas a WBTV prioriza uma parceria com a plataforma Hulu, que já tem direitos de exibição da série em streaming nos Estados Unidos, ou a Netflix, que possui os direitos internacionais.
Globo renova Carcereiros, Sob Pressão e a inédita Ilha de Ferro
A rede Globo anunciou a renovação das séries dramáticas “Carcereiros”, “Sob Pressão” e “Ilha de Ferro”. As duas primeiras tiveram confirmação da 3ª temporada, um ano antes da estreia da segunda leva de episódios, enquanto “Ilha de Ferro” ainda nem começou a ser exibida. No caso de “Carcereiros”, trata-se de uma reviravolta completa, já que a série passou 15 meses aguardando para estrear na TV, desde que foi anunciada pela primeira vez em 2016. Apesar de ter vencido um prêmio internacional, a Globo preferiu guardá-la para lançamento em streaming, onde não teve a repercussão que atingiu ao estrear na TV neste ano, onde se tornou um sucesso de audiência. A série atualmente está gravando sua 2ª temporada em uma fábrica desativada em São Paulo, mas ainda não há previsão de estreia para os capítulos inéditos. Já o drama médico “Sob Pressão” estreia sua 2ª temporada no próximo semestre. Por sua vez, “Ilha de Ferro” deve ser lançada apenas em 2019, após ser disponibilizada em streaming na plataforma Globo Play. A renovação antecipada das três produções mostra um investimento da Globo no formato de séries, popular entre o público mais jovem. E acontece após “Sob Pressão” bater até a audiência da novela “A Lei do Amor” no ano passado. Por sua vez, o primeiro episódio de “Carcereiros” representou a melhor audiência de uma série desde o fenômeno “A Grande Família”. Além disso, as séries também renderam repercussão no mercado internacional. “Sob Pressão” foi destacada pela revista americana Variety por apresentar qualidade de cinema e “Carcereiros” venceu o MIPTV 2017, na França.
13 Reasons Why: Novo trailer legendado reforça que a 2ª temporada já está disponível
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “13 Reasons Why” para reforçar que a 2ª temporada já está disponível. A prévia evoluiu do clima triste causado pela lembrança de Hannah (Katherine Langford) até a constatação de que ela não foi a única vítima de bullying na escola, culminando em cenas de agressão, correria e sirenes de polícia. Segundo a sinopse oficial, a 2ª temporada vai acompanhar “as consequências da morte de Hannah e a difícil jornada de nossos personagens rumo à recuperação. A escola Liberty se prepara para ir a julgamento, mas alguém quer impedir a todo custo que a verdade sobre a morte de Hannah venha à tona. Fotos ameaçadoras levam Clay (Dylan Minnette) e seus colegas à descoberta de um segredo terrível – e uma conspiração para encobri-lo”. Embora toda a história do livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, que inspirou a atração, tenha sido contada na 1ª temporada, o próprio escritor encorajou o showrunner Brian Yorkey a continuar a série ao dizer que gostaria de ver uma 2ª temporada. Os novos episódios foram disponibilizados nesta sexta (18/5) na plataforma de streaming.
Saiba quais spin-offs e remakes de atrações famosas foram rejeitados e não vão virar séries em 2018
“Wayward Sisters”, spin-off de “Supernatural”, não foi o único projeto tido como certeiro que acabou recusado para a temporada de outono na TV aberta dos Estados Unidos. Outras atrações derivadas de franquias conhecidas e com elencos e produtores famosos ficaram pelo caminho, decepcionando não apenas os envolvidos em seus pilotos, mas a expectativa dos fãs. Ao todo, os pilotos rejeitados incluem três remakes e três spin-offs, totalizando seis desdobramentos de franquias reprovados. Destes, os spin-offs são os que possuem mais chances de reviver em outro canal ou em outra data. Confira abaixo os cinco projetos inesperadamente recusados pelas redes de TV americanas na temporada de pilotos de 2018. Clique nos títulos de cada atração para saber mais detalhes sobre seus desenvolvimentos. “Cagney & Lacey” Remake de uma das séries mais bem-sucedidas dos anos 1980, que durou sete temporadas, entre 1981 e 1988, sobre o trabalho e a amizade de duas detetives da polícia de Nova York. Desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”), o piloto contava com Sarah Drew (recém-saída de “Grey’s Anatomy”) como Cagney e Michelle Hurd (da série “Blindspot”) como Lacey, numa revisão racial da trama original. Além delas, o ator Ving Rhames (da franquia “Missão Impossível”) integrava o elenco, como o chefe da delegacia de polícia de Los Angeles – numa mudança também de locação. Na hora de definir sua programação, a rede CBS preferiu aprovar apenas o remake de “Magnum”. Caso prosseguisse com “Cagney & Lacey”, poderia virar um canal de nostalgia, acrescentando mais um remake à exibição de “Hawaii 5-0”, “MacGyver” e o anunciado “Magnum P.I.”. “Greatest American Hero” Remake da série de comédia dos anos 1980 exibida no Brasil como “Super-Herói Americano”. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontrava uma roupa que lhe dava superpoderes. O problema é que ele perdia o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. A atualização previa não apenas uma mudança racial, mas também de sexo. Desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”), o piloto girava em torno de Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. Hannah Simone (a Cece da série “New Girl”) tinha o papel principal. “Get Christie Love” Remake da atração homônima de 1974, batizada de “Anjo Negro” no Brasil. A versão original foi a primeira série dramática protagonizada por uma atriz negra (Teresa Graves) na TV americana, inspirada pelas heroínas valentonas dos filmes de blaxploitation. O piloto foi desenvolvido por Courtney Kemp Agboh, criadora da série “Power”, maior sucesso do canal pago Starz, e em vez de uma policial infiltrada, Christie Love seria uma agente da CIA altamente treinada e mestre de disfarces. A atriz Kylie Bunbury (séries “Under the Dome” e “Pitch”) viveria o papel principal e a produção estava a cargo da One Race Television, produtora do ator Vin Diesel (da franquia “Velozes e Furiosos”), em parceria com a Universal e a Lionsgate Television. Apesar disso, foi recusada pela rede ABC. “L.A.’s Finest” Spin-off da franquia cinematográfica “Bad Boys”, que rendeu dois filmes estrelados por Will Smith e Martin Lawrence há mais de 15 anos. O projeto era centrado na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003). A série estava sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e mostraria o trabalho de Syd para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. Ela voltaria a ser interpretada pela mesma atriz, Gabrielle Union. E, replicando a dinâmica do filme, teria uma parceira feminina, papel que marcaria o retorno de Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) para a TV, 16 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A produção estava a cargo de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. E, segundo o site The Hollywood Reporter, só não virou série devido a impasses na negociação entre a Sony TV e a rede NBC. Ou seja, não houve rejeição do piloto e sim dos custos. Por conta disso, a Sony pretende levar o projeto para outros interessados, e ainda é possível que vire série. “Gone Baby Gone” Spin-off do filme homônimo, o primeiro dirigido pelo ator Ben Affleck, lançado em 2007 no Brasil com o título “Medo da Verdade”. A cargo de Robert Levine, co-criador de “Black Sails”, o piloto se concentrava nos personagens do livro de Dennis Lehane em que o filme original foi baseado, os detetives particulares Patrick Kenzie e Angela Gennaro. Na sinopse, eles eram descritos como uma dupla armada com inteligência, conhecimento de rua e uma química inegável para tentar corrigir os erros da lei no bairro pobre de Dorchester, na cidade de Boston. Joseph Morgan (Klaus em “The Originals”) e Payton List (atualmente na série “Colony”) interpretariam os protagonistas, que no cinema foram vividos por Casey Affleck e Michelle Monagham. O elenco do piloto também incluía a veterana Christine Lahti (série “The Blacklist”) como a mãe de Angela, e a canadense-brasileira Laysa Oliveira (“Lea to the Rescue”) como a namorada de Patrick, uma médica de pronto socorro. O projeto era o primeiro piloto desenvolvido pela Miramax, empresa que foi fundada em 1979 por Bob e Harvey Weinstein, mas que atualmente pertence ao BEIN Media Group. Mas a Fox não aprovou o resultado. “Wayward Sisters” Spin-off com as personagens femininas de “Supernatural”, cuja premissa foi apresentada num episódio da atual temporada da série original. O projeto estava sendo desenvolvido por Robert Berens e Andrew Dabb, ambos roteiristas de “Supernatural”, e seria centrado na xerife Jody Mills (Kim Rhodes) e nas adolescentes problemáticas que ela adotou: Claire Novak (Kathryn Newton), filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins), Alex Jones (Katherine Ramdeen), jovem raptada por vampiros, a médium Patience Turner (Clark Backo) e possivelmente Kaia (Yadira Guevara-Prip, da série “Mad Dogs”), que pode se projetar astralmente em outras dimensões. Sob o treinamento e proteção das xerifes Jody Mills e sua amiga Donna Hanscum (Briana Buckmaster), as jovens formariam uma equipe de caçadoras de monstros, num contraponto feminino à série original – sobre dois irmãos, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), originalmente treinados por um pai caçador. Mas a rede CW preferiu aprovar o spin-off de “The Originals”, intitulado “Legacies”, em vez deste. Como as personagens continuarão em “Supernatural”, sempre é possível retomar o projeto numa próxima temporada.












