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Música

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Filme

Godzilla Minus Zero destrói recorde histórico de bilheteria nos Estados Unidos

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Música

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Xuxa mobiliza seguidores contra racismo após ameaças a deputada eleita

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8 de novembro de 2026
  • Filme

    Pantera Negra supera Os Vingadores e vira maior bilheteria de super-heróis nos EUA

    24 de março de 2018 /

    O blockbuster “Pantera Negra” continua quebrando recordes. Ao atingir estimados US$ 630,9M (milhões) em seu sexto fim de semana em cartaz, o filme superou “Os Vingadores” (US$ 623,3M) e se tornou a maior bilheteria da Marvel na América do Norte. Também virou a maior bilheteria de um filme de super-heróis em todos os tempos nos Estados Unidos e no Canadá. Atualmente, “Pantera Negra” ocupa o 5º lugar no ranking de arrecadações domésticas da América do Norte, atrás apenas de “Jurassic World” (US$ 652M), “Titanic” (US$ 659M), “Avatar” (US$ 760M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936M). Após cinco semanas como líder de faturamento doméstico, o filme deve perder o topo para “Círculo de Fogo: A Revolta” no domingo (25/3). Entretanto, ainda segue em ritmo de arrasa-quarteirões, tendo completado US$ 100M no mercado chinês. No mundo inteiro, a arrecadação está em US$ 1,2 bilhão, o que o coloca em 12º lugar entre as maiores bilheterias mundiais da história do cinema.

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  • Filme

    Diretores demitidos de Han Solo serão creditados no filme como produtores

    23 de março de 2018 /

    Quando Ron Howard assumiu a direção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, o status dos diretores demitidos Phil Lord e Chris Miller ficou no ar. Afinal, eles filmaram vários meses – a maior parte – da produção. Mas como seriam creditados? Codiretores? Os próprios cineastas revelaram como serão identificados no filme. “À luz das diferenças criativas, escolhemos ter um crédito de produtores executivos”, Miller contou ao público do GLAS Animation Festival na noite de sexta (23/3), ao mesmo tempo em que defendeu suas contribuições. “Ficamos muito orgulhosos das muitas contribuições que fizemos para o filme”. De acordo com o Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês), quando um filme tem vários diretores, a decisão de quem creditar é atribuída à produtora. Mas se esses diretores desejarem, poderão apresentar recursos ao DGA. Como Lord e Miller cortaram todo envolvimento com o filme, eles devem sentir que o projeto mudou muito para optarem por não receber créditos por sua direção. O anúncio da demissão surpreendeu fãs que aguardavam com curiosidade para ver o que os cineastas responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei” fariam numa galáxia muito distante. Entretanto, seu estilo de comédia, com muitas cenas improvisadas, entrou em choque com o processo de produção industrial da Lucasfilm e eles acabaram demitidos por Kathleen Kennedy em junho do ano ano passado, após filmagens de 70% do longa. “Eu acho que esses caras são hilários, mas eles vêm da animação e da comédia de esquetes, e quando você faz ‘Star Wars’ você tem uma estrutura que movimenta exércitos de pessoas. Então, literalmente, tudo se resume à adequação ao processo”, disse Kennedy, em entrevista à revista Entertainment Weekly, justificando a demissão. A demissão de diretores no meio de uma filmagem é prática bastante incomum em Hollywood. Normalmente, há um acordo de bastidores, com a utilização de um cineasta não creditado para completar a produção, e os diretores originais só tiram seus nomes dos filmes se quiserem. Foi o que aconteceu, por exemplo, em “Quarteto Fantástico”, que manteve os créditos de Josh Trank. E, dizem, também em “Guerra Mundial Z”. E provavelmente até em “Rogue One: Uma História Star Wars”, embora ninguém da produção aborde oficialmente esse assunto.

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  • Filme

    Patrulha ideológica exagera e critica “língua dos cachorros” no novo filme de Wes Anderson

    23 de março de 2018 /

    Toda a mudança de paradigma tende a ser traumática. E se Hollywood ainda está atordoada com as críticas contra o embranquecimento que sempre fez de personagens africanos, asiáticos e árabes, a patrulha ideológica também é capaz de se empolgar demais e cair no ridículo. Lançamento deste fim de semana nos Estados Unidos, “Ilha de Cachorros”, o novo filme de Wes Anderson, está sendo criticado por causa da língua falada pelos cachorros na trama. É sério. O crítico de cinema Justin Chang, do Los Angeles Times, que tem ascendência oriental, foi quem levantou a bola e alguns ativistas que defendem maior representação asiática em Hollywood entraram no jogo reclamando de pênalti no meio do campo. “Ilha de Cachorros” é uma animação em stop-motion, em que Anderson presta homenagem à cultura japonesa, em especial aos filmes de Akira Kurosawa. Curiosamente, inclui em seu elenco Bill Murray e Scarlett Johansson, que estrelaram “Encontros e Desencontros” (2003), passado no Japão e bastante elogiado – embora alguns já tenham visto problemas no olhar americano do filme sobre clichês japoneses. O trabalho de Anderson foi premiado no Festival de Berlim 2018, onde ninguém criou caso. Mas virou polêmica ao chegar aos cinemas americanos, a ponto de gerar acusações de “apropriação cultural” contra o diretor. Algumas opções estéticas do filme renderam controvérsia. O questionamento mais politizado é: Pode um cineasta americano branco fazer um “filme japonês”? Ninguém questionou o mesmo cineasta americano quando ele fez seu “filme europeu”, “O Grande Hotel Budapeste” (2015), premiado com quatro Oscars. Não houve polêmica. Nem rende questionamento o costume de cineastas japoneses, chineses, russos, brasileiros irem a Hollywood dirigir filmes americanos. Não acham controverso. Outro ponto: o fato de “Ilha de Cachorros” se passar no Japão, incluir personagens japoneses e referenciar Kurosawa torna o filme de Anderson uma “apropriação cultural” maior que o “Godzilla” americano ou o filme dos kaiju (que nem traduz a referência) “Círculo de Fogo: A Revolta”, também lançado neste fim de semana? “Transformers” não é apropriação cultural? “Power Rangers” é 100% americano? E os desenhos animados inspirados em animes, como “Os Jovens Titãs em Ação”? Deve-se fingir que não se vive num mundo globalizado, com internet, e voltar à época do Muro de Berlim? Ir mais adiante, odiar a miscigenação e defender culturas puras e o extremismo nacionalista, que originaram o nazismo? Afinal, o que já produziu de original a cultura branca americana? Nem a música country, que é inspirada pelo folk irlandês, sem falar do jazz e do rock, de origens negras. Mas o questionamento troca a lógica pelo surrealismo ao adentrar o debate sobre o idioma falado pelos cachorros. Os ativistas não podem reclamar que Anderson contratou americanos para dublar personagens japoneses, já que 90% dos personagens humanos foram dublados por atores do Japão – e Yoko Ono! Entretanto, os protagonistas do filme são cachorros. E eles foram dublados por americanos. Os humanos falam japonês e os cachorros inglês. E isto virou um problema, porque o destaque dado aos cachorros representaria como os ocidentais se impõem sobre outras culturas. Por conta disso, os bichos deveriam falar… bom, qual é a língua correta para se dublar um cachorro? Auaustraliano, auaustríaco? O fato de Pantera Negra ter feito sucesso como um filme de herói negro dirigido por um cineasta negro e Mulher-Maravilha como um filme de heroína dirigido por uma cineasta mulher tem um lado obscuro, que é a sugestão de que o cinema deveria criar guetos. Nesta lógica politicamente correta, um filme como “Ilha de Cachorros” deveria ser dirigido e estrelado apenas por japoneses – azar de Anderson, que concebeu tudo, por ter nascido no país errado. Deve-se proibir, então, Martin Scorsese de fazer “Silêncio”? “Apocalypse Now” deve ser queimado à Fahrenheit 451, por colocar um coronel americano como líder de um exército asiático? Angelina Jolie seria a pior de todos por só filmar em outras línguas e refletir culturas estrangeiras? No extremo, todos os cineastas que filmaram a vida de Jesus são culpados de apropriação cultural, por não terem nascido em Israel? Quem patrulha não percebe, mas incentiva o oposto do que defende. Aquilo que tem aparência de avanço no microscópio, permitindo maior expressão às minorias, também pode se revelar um enorme atraso no telescópio. Ou seja, o “avanço” politicamente correto embute a tendência, em uma análise reversa, de segregar minorias no seu mundinho – forçar cineastas negros a só filmar filmes de temática negra, por exemplo. Isto é reducionista, impede diferentes pontos de vistas, limita conversações e não deveria ser um ideal almejado. Há um limite sensato, que a prática tende a estabelecer. Marlon Brando de olhinhos puxados é ofensivo. Cachorros que falam inglês, por outro lado, está errado porque… pastores alemães falam alemão? Não.

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  • Etc,  Série

    DuShon Monique Brown (1968 – 2018)

    23 de março de 2018 /

    Morreu a atriz DuShon Monique Brown, que fazia parte do elenco da série “Chicago Fire”, também exibida no Brasil como “Heróis Contra o Fogo”. Ela faleceu por volta do meio-dia desta sexta (23/3), num hospital de Chicago. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas o site TMZ afirma que a atriz de 49 anos reclamou de dores no peito antes de ser internada. “A família de ‘Chicago Fire’ está devastada por perder uma das suas integrantes”, disse o produtor executivo e criador da série Dick Wolf em comunicado. “Nossos pensamentos e orações estão com a família de DuShon e todos sentiremos falta dela.” O papel de Connie em “Chicago Fire” foi o maior destaque da carreira da atriz, que fez muitas figurações no cinema e na TV, incluindo um longo arco como enfermeira na 1ª temporada de “Prison Break”. Ela também apareceu em “Empire” e “Shameless”, entre outras atrações. Quando a atriz entrou na série de Dick Wolf, o papel era similar a muitos outros que passaram em sua vida. Não tinha sequer um nome. “Era um substantivo”, como ela contou, em entrevista do ano passado ao site Hidden Remote. “Ela era Secretária e dizia uma única frase. Como a produção era gravada na minha cidade, Chicago, achei que podia ser um trabalho conveniente, e sempre havia a possibilidade de que ela talvez pudesse evoluir para algo maior”. E, de fato, a Secretária virou Connie e se tornou uma das personagens centrais da série, memorável mesmo quando tinha poucas palavras para se expressar. Bastava um olhar de Brown para dizer muito. E os roteiristas aproveitaram ao máximo essa qualidade da atriz para desenvolver a personalidade de Connie, como alguém que ama o que faz, mas que pode ser assustadora se não for levada à sério. O olhar de quem não aceita desaforos também rendia “cenas ótimas e engraçadas”, segundo a própria atriz. “Eu adoro descobrir o que os roteiristas têm reservado para ela”, comentou. Os roteiristas, os produtores e o elenco devem prestar nos próximos episódios uma homenagem à DuShon Monique Brown, que terminou a gravação de todos os capítulos da 6ª temporada.

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  • Série

    Into the Badlands: Fotos revelam os personagens da 3ª temporada

    23 de março de 2018 /

    O canal pago AMC divulgou os retratos individuais da 3ª temporada de “Into the Badlands”. Além do elenco conhecido, as imagens revelam três novos personagens da produção, interpretados por Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”) e Ella-Rae Smith (“O Passageiro”). Eles se juntam a Daniel Wu (Sunny), Emily Beecham (a Viúva), Aramis Knight (M.K.), Ally Ioannides (Tilda), Oliver Stark (Ryder), Nick Frost (Bajie) e Orla Brady (Lydia), que continuam na trama, além de Sherman Augustus (série “American Odyssey”), que após uma aparição marcante na 2ª temporada será integrado ao elenco central. Mistura de distopia sci-fi e trama de artes marciais, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, em uma terra controlada por barões feudais que disputam guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai entre ruínas de hotéis, metrôs abandonados e refinarias de petróleo. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”), “Into the Badlands” voltará maior em sua 3ª temporada. Lançada com 6 episódios, a série cresceu para 10 em sua 2ª temporada e terá 16 capítulos no terceiro ano. “Into the Badlands” também é exibida no Brasil pelo AMC, canal pago que recentemente ampliou sua distribuição para novas operadoras – está disponível para assinantes da Sky, Net e Claro. A estreia está marcada para 22 de abril.

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  • Série

    Impulse: Série baseada no filme Jumper ganha primeiro trailer

    23 de março de 2018 /

    O YouTube Red divulgou o primeiro trailer de “Impulse”, série derivada do filme e da franquia literária juvenil “Jumper”. A prévia é muito melhor que a premissa sugere, mas, ao mesmo tempo, corresponde à expectativa do envolvimento do cineasta Doug Liman no projeto. O diretor de “A Identidade Bourne” (2002) e “No Limite do Amanhã” (2014) também dirigiu “Jumper” em 2008 e volta à franquia para comandar o episódio inaugural da série, além de assinar a produção. O filme original acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar do mundo em um instante. Mas ao conhecer Griffin (Jamie Bell), outro jumper, ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. Já a série é focada numa nova geração de jumpers. Enquanto o filme adaptava o primeiro livro de Steven Gould, também chamado de “Jumpers” e escrito em 1992, “Impulse” é baseado no terceiro livro (igualmente homônimo), publicado em 2013. A trama foi escrita por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (de “Feito na América”, também dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, Henry (Maddie Hasson, da série “Twisted”), apelido de Henrietta Cole, que sempre se sentiu diferente de seus pares e deseja escapar de sua cidade pequena. Seus desejos são atendidos quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. O elenco ainda inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”), Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”), David James Elliott (série “Secrets and Lies”) e Callum Keith Rennie (série “Jessica Jones”). A previsão de estreia é para o verão norte-americano, entre junho e agosto.

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  • Filme

    Remake do clássico Super Fly ganha primeiro trailer e imagens

    23 de março de 2018 /

    A Sony divulgou quatro fotos, um pôster e o primeiro trailer do remake de “SuperFly”. E o vídeo gasta metade do tempo com uma introdução para explicar porque a história clássica de 1972 foi mudada do Harlem, em Nova York, para a Atlanta atual. Não foi só isso que mudou, como mostra o título – o original eram duas palavras, “Super Fly”. A trama que acompanhava um traficante de cocaína agora se passa no mundo do rap. E a trilha soul inesquecível de Curtis Mayfield foi substituída por músicas do rapper Future. A “atualização” foi escrita por Alex Tse (“Watchmen”) e vai marcar a estreia no cinema de Director X., antigamente conhecido como Little X, cujo nome verdadeiro é Julien Christian Lutz. O diretor canadense ficou conhecido após gravar dezenas de clipes de rapppers e de… Justin Bieber. O elenco inclui Trevor Jackson (série “Black-ish”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”), Andrea Londo (série “Narcos”) e Lex Scott Davis (série “Training Day”). “SuperFly” estreia em 15 de junho nos Estados Unidos e apenas em 30 de agosto no Brasil.

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  • Série

    Street Fight vai virar série de TV

    23 de março de 2018 /

    O jogo clássico “Street Fighter” vai virar uma série live action. A equipe responsável pela websérie “Street Fighter: Assassin’s Fist” vai produzir o projeto para o estúdio canadense eOne. A trama será baseada no jogo “Street Fighter II: The World Warrior”, de 1991, centrando-se em quatro protagonistas da franquia: Ryu, Ken, Guile e Chun-Li. Enquanto competem num torneio de lutas, eles se unem para derrubar o vilão M. Bison, o gênio do mal que dirige Shadaloo, uma organização criminosa global. Os produtores Joey Ansah, Jacqueline Quella e Mark Wooding devem trabalhar com a equipe de “Street Fighter: Assassin’s Fist”, séria lançada em 2014 na internet, no canal Machinima, mas contarão com um orçamento bem maior para a produção televisiva. Ansah escreveu e dirigiu a série de 12 episódios da série, que Wooding e Quella produziram. A atração foi vista por 16 milhões de espectadores e saudada na época como uma das melhores e mais fiéis adaptações da franquia de jogos até hoje. Após esse sucesso, a Capcom chegou a anunciar planos para uma sequência, “Street Fighter: World Warrior”, que acabou sendo transformada no projeto da nova série de TV. “’Street Fighter’ é uma franquia global, tendo conquistado imenso sucesso comercial em todo o mundo e construído uma vasta base de fãs dedicados que só cresceu em seu legado de 30 anos. Estamos entusiasmados por nos unirmos a Joey, Jacqueline e Mark, que já estão profundamente ligados a essa marca, para trazer essa história adorada para o público de televisão em todos os lugares”, disse Mark Gordon, presidente e diretor de conteúdo da eOne, em comunicado. “O apelo especial de ‘Street Fighter’ é a ampla gama de personagens etnicamente diversos e mulheres poderosas apresentadas no jogo. Isso nos permitirá construir um universo de TV inclusivo e envolvente”, acrescentou. Desenvolvido pela Capcom, “Street Fighter” é uma das franquias de videogame mais conhecidas e bem-sucedidas do mundo. Em seu lançamento original em arcade, em 1987, ela estabeleceu muitas das convenções do gênero dos jogos de luta. E, mais de três décadas depois, continua a ser uma das marcas mais vendidas da Capcom, atrás apenas de “Resident Evil” e “Monster Hunter”. Vale lembrar que a franquia já teve uma série animada em 1999 e foi adaptada para o cinema em dois filmes fraquíssimos: “Street Fighter: A Última Batalha” (1994), estrelado por Jean-Claude Van Damme e a cantora Kyle Minogue, e “Street Fighter: A Lenda de Chun-Li” (2009), com atriz de TV Kristin Kreuk.

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  • Etc

    Frank Miller volta à DC Comics para escrever Superman: Ano Um e graphic novel da sua Robin

    23 de março de 2018 /

    A DC Comics anunciou que vai publicar novas histórias de Frank Miller, o lendário quadrinista de “O Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” – além de autor das melhores histórias do Demolidor da Marvel e criador de “Sin City” e “300”. Ele fechou contrato para criar cinco obras novas para a editora. Apesar de seu talento como desenhista, os primeiros projetos anunciados envolvem apenas sua contribuição como escritor. Ele vai escrever “Superman: Ano Um”, que tentará repetir o impacto de “Batman: Ano Um” ao contar como Clark Kent começou sua carreira de super-herói. A arte está a cargo de outro mestre dos quadrinhos, John Romita Jr. Miller também voltará ao clássico “Cavaleiro das Trevas” para uma graphic novel dedicada a Carrie Kelley, a Robin que ele criou na minissérie original de 1986 – antes de transformá-la em “Moça-Gato”, nova Batgirl e Batmulher nas continuações. A personagem fez tanto sucesso que, em 2011, foi incorporada na continuidade dos quadrinhos da DC Comics, após o reboot de “Os Novos 52”, e, atendendo a pedidos, voltará a ser a primeira Robin feminina na nova graphic novel, com desenhos de Ben Caldwell. Os primeiros esboços dos dois projetos podem, inclusive, ser vistos abaixo. Os demais trabalhos ainda não foram confirmados. “Frank é uma força criativa dessa indústria, não apenas com sua visão transformadora em personagens icônicos como Superman e Batman, mas também atingindo jovens adultos. Ele é um ícone. Como editor, estou ansioso – e como fã estou mais do que animado”, afirmou o editor da DC Comics, Dan Didio, ao fazer o anúncio. As histórias de Miller para Batman influenciaram os filmes recentes do herói e tiveram citação explícita em “Batman vs. Superman”. Além disso, a Warner Bros. Animation adaptou com sucesso as histórias de “Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” em lançamentos animados para o mercado do vídeo.

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  • Música

    Courtney Love vira enfermeira de Marilyn Manson em novo clipe

    23 de março de 2018 /

    O cantor Marilyn Manson lançou mais um clipe de seu novo disco, “Heaven Upside Down”. A produção de “Tattooed In Reverse” segue a estética de terror erótico que marcaram os lançamentos anteriores. Desta vez, o pesadelo acontece num hospital e a principal novidade é a participação da atriz e cantora Courtney Love, no papel de uma enfermeira. Manson provocou seus fãs com uma prévia de 10 segundos do vídeo no Twitter na quarta-feira (21/3), acompanhada pelo comentário: “Quem permitiu que Courtney Love fosse minha enfermeira?” Os dois clipes anteriores do roqueiro tiveram participação de outro astro do Hollywood Rock, o ator e guitarrista Johnny Depp. Todos os três vídeos foram dirigidos por Bill Yukich, mas “Tattooed In Reverse” é o primeiro que parece um comercial de “American Horror Story”. Marilyn Manson deve vir ao Brasil em maio.

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  • Terminal
    Filme

    Margot Robbie vive femme fatale no primeiro teaser do thriller Terminal

    23 de março de 2018 /

    O thriller britânico “Terminal”, produzido e estrelado por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), ganhou seu primeiro teaser. A prévia mostra pernas e costas de pessoas que caminham em ambientes mal-iluminados, num clima neo-noir, salientado pela narração da femme fatale encarnada por Robbie. Em sua descrição, ela ainda acrescenta referências à fábula de “Alice no País das Maravilhas”. O filme é um suspense noir escrito e dirigido por Vaughn Stein, que também fará sua estreia como diretor principal, após servir como assistente de blockbusters como “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), “Branca de Neve e o Caçador” (2012), “Guerra Mundial Z” (2013) e o premiado drama “A Garota Dinamarquesa” (2015). A trama segue dois matadores, que embarcam em uma missão suicida para um empregador misterioso, disposto a pagar um alto salário. Ao longo do caminho, o par improvável descobre que uma mulher dinâmica chamada Annie (Robbie) pode estar mais envolvida no negócio do que eles inicialmente suspeitavam. O elenco ainda inclui Max Irons (“A Hospedeira”) e Dexter Fletcher (“Kick-Ass: Quebrando Tudo”) como os assassinos profissionais, além de Simon Pegg (“Star Trek: Sem Froteiras”), Mike Myers (“Austin Powers”), Matthew Lewis (franquia “Harry Potter”) e Katarina Cas (“O Lobo de Wall Street”) em papéis secundários. “Terminal” estreia em 11 de maio nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    M. Night Shyamalan revela que sequência de Fragmentado teve cena filmada no Brasil

    23 de março de 2018 /

    O diretor M. Night Shyamalan fez uma surpresa para seus fãs brasileiros. Ele postou uma foto no Twitter que mostra a equipe da sequência de “Fragmentado” reunida no Brasil. Veja abaixo. “Terminamos de filmar uma cena para ‘Glass’ no Brasil. Amei a equipe, o elenco e as pessoas. Se tiver espaço, conto sobre o que é a cena. É sobre um…”, escreveu, sem completar. A localização automática da rede social identificou a imagem como sendo de Guarulhos, na grande São Paulo. “Glass” irá reunir os personagens de Samuel L. Jackson e Bruce Willis em “Corpo Fechado” (2000) e de James McAvoy e Anya Taylor-Joy do recente “Fragmentado” (2017). O título é uma referência ao apelido do vilão vivido por Jackson em “Corpo Fechado”, o Sr. Vidro (Mr. Glass). O lançamento está marcado para 18 de janeiro de 2019 e, devido ao elenco, deve ter um orçamento um pouco maior do que os US$ 5 milhões de “Fragmentado”. Vale lembrar que este filme, lançado em janeiro de 2017, rendeu US$ 276,9 milhões em todo o mundo. Finished shooting a scene for #Glass in Brazil. Loved the crew & cast & people.If I have room I’ll tell you what the scene is. It’s about a- pic.twitter.com/O0P0E7SFra — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) March 22, 2018

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  • Filme

    Guerra inicia em 17 fotos e cena inédita de The Walking Dead

    23 de março de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou 17 fotos e uma cena inédita do próximo episódio da série “The Walking Dead”, que finalmente mostra um confronto entre os Salvadores e a resistência dos sobreviventes de Hilltop. A batalha começa com Daryl (Norman Reedus) descarregando sua metralhadora nos inimigos, que se precipitam em persegui-lo e acabam caindo numa armadilha de Maggie (Lauren Cohan). Apesar do arco atual ser conhecido nos quadrinhos como “Guerra Total”, poucas batalhas vinham sendo registradas. A cena confirma que vai mudar no próximo domingo (25 de março). Intitulado “Do Not Send Us Astray”, o próximo episódio também vai ao ar no domingo no Brasil, exibido pelos canais Fox e Fox Premium (sem intervalos).

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