Agildo Ribeiro (1932 – 2018)
Morreu Agildo Ribeiro, um dos comediantes de maior sucesso no Brasil. Ele faleceu neste sábado (28/4) em sua casa no Leblon, no Rio de Janeiro, aos 86 anos. O humorista sofria de um grave problema vascular e, após um tombo recente, estava com dificuldades de se manter muito tempo em pé. Nascido em 26 de abril de 1932, Agildo sempre foi associado ao bom humor, tanto que seu apelido era o “Capitão do Riso”. Fez rádio, teatro, cinema, mas ficou mais conhecido com seus inesquecíveis personagens da TV, nos programas “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A…Gildo!” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo (1994) e “Zorra Total”. O talento para a comédia foi desenvolvido ainda no Colégio Militar, com imitações dos professores que faziam muito sucesso entre os colegas, mas não com a direção. Acabou aconselhado a sair da escola. Para frustração do pai, o tenente comunista Agildo Barata, foi fazer teatro. Agildo enveredou pelo teatro de revista e não demorou a se juntar à turma da Cinelândia para aparecer em meia dúzia de chanchadas com Ankito. A filmografia inaugurada com “O Grande Pintor”, em 1955, também incluiu uma comédia de Mazzaropi, “Fuzileiro do Amor” (1956), e uma chanchada da Atlântida, “Esse Milhão É Meu” (1959), com Oscarito. Foram uma dezena de comédias até Agildo participar do thriller americano “Sócio de Alcova” (1962) e da espionagem francesa “O Agente OSS 117” (1965), ambos filmados no Rio e entremeados por um curto desvio pelo cinema dramático – fase que incluiu o clássico criminal “Tocaia no Asfalto” (1962), de Roberto Pires, e o pioneiro filme de favela “Esse Mundo é Meu” (1964), de Sérgio Ricardo. Aos poucos, porém, as comédias voltaram a prevalecer, com participações no clássico infantil “Pluft, o Fantasminha” (1965), o musical da Jovem Guarda “Jerry – A Grande Parada (1967), “A Espiã Que Entrou em Fria” (1967), “A Cama Ao Alcance de Todos” (1969) e “Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva” (1971). Este último marcou época por incluir alguns dos colegas que acompanhariam Agildo por parte da carreira, como os comediantes Costinha e Renata Fronzi, futuros “alunos” da “Escolinha do Professor Raimundo”. Sua estreia na telinha foi numa série da rede Globo, “TNT”, em 1965, no qual interpretava um repórter que narrava a história de três jovens modelos, Tânia (Vera Barreto Leite), Nara (Márcia de Windsor) e Tetê (Thais Muiniz Portinho). Em 1969, virou apresentador do programa “Mister Show”, contracenando com o famoso ratinho fantoche Topo Gigio. Mas foi só nos anos 1970, a partir de “Uau, a Companhia” (1972), que a Globo o escalou em programas de esquetes humorísticas. Agildo virou presença marcante de humorísticos desde então. Emplacou papéis em “Chico City” (1973) e “Satiricom” (1973), mas foi em “Planeta dos Homens” (1976) que estourou, graças ao esquete do professor de mitologia Acadêmico, que possuía um mordomo ao qual chamava de múmia paralítica, toda vez que ele tocava uma sineta. Isso acontecia quando o professor frequentemente desviava-se dos temas das suas aulas e passava a suspirar pela atriz Bruna Lombardi, ou então fazia alguma piada em analogia à situação política do Brasil. Ele também participou de um punhado de pornochanchadas da época e filmou a comédia “O Pai do Povo” (1976), único filme dirigido por Jô Soares, seu colega nos programas da Globo. Mas, ao fim de “Planeta dos Homens”, Agildo tentou se estabelecer como protagonista de humorísticos, o que levou ao distanciamento de Jô, Chico Anísio e outras estrelas da comédia televisiva brasileira, em sua busca por estrelar seu próprio programa. Entretanto, ao contrário dos dois colegas famosos, sua carreira “solo” não decolou. Enquanto “Viva o Gordo” (1981-87), de Jô Soares, e “Chico Anysio Show” (1982-90) ocuparam a programação da Globo por praticamente uma década, “Estúdio A… Gildo” (1982) não teve a repercussão pretendida e foi cancelado após o primeiro ano. Agildo foi deslocado para programas de humor coletivo, como “A Festa É Nossa” (1983) e “Humor Livre” (1984), que também não emplacaram, embora fossem protótipos do que virou “Zorra Total”. Desencantado, Agildo mudou de canal. Foi para a rede Bandeirantes, onde estrelou “Agildo no País das Maravilhas”, contracenando com fantoches que representavam políticos brasileiros. Foi um sucesso, até os produtores decidirem levar o programa para a rede Manchete em 1989, rebatizando-o de “Cabaré do Barata”. Sem o nome de Agildo, a audiência sumiu. Ele ainda fez um humorístico para a TV portuguesa, “Isto É o Agildo” (1994), mas a atração também foi cancelada ao final de uma temporada. Assim, voltou para a Globo como integrante da “Escolinha do Professor Raimundo”, assumindo o papel de Andorinha. Seu arsenal de “tipos”, porém, ficou guardado até o lançamento de “Zorra Total” em 1999, no qual tirou do baú inúmeros personagens, como Ali Babaluf, Manoel, Chapinha, Professor Laércio Fala Claro, Gaspar, Rubro Chávez, Don Gongorzola e Aquiles Arquelau. Ao mesmo tempo em que fazia o humorístico, Agildo também participou de novelas do canal, como “A Lua Me Disse” (2005) e “Escrito nas Estrelas” (2010), desempenhou um papel importante na série infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo” em 2007, filmou três bons longa-metragens – a sátira “O Xangô de Baker Street” (2001), baseada num livro do velho amigo Jô Soares, o drama criminal “O Homem do Ano” (2003), roteirizado pelo escritor Rubem Fonseca, e a comédia “Casa da Mãe Joana” (2008), de Hugo Carvana – e rodou o país em sucessivos espetáculos de humor teatral. Até que, em 2015, “Zorra Total” virou “Zorra”, numa repaginada completa, marcando o fim de uma era no humor televisivo brasileiro, com a substituição de comediantes veteranos por uma nova geração, que propunha outro tipo de humor, no qual as esquetes de “tipos” seriam ultrapassadas. Agildo resistiu apenas aos primeiros episódios do novo programa, afastando-se da TV em 2016. Em março, ele foi o grande homenageado do prêmio Prêmio do Humor 2018, promovido por Fábio Porchat, ocasião em que deu entrevistas relembrando a carreira e também a vida pessoal, chegando a comentar sobre seus três casamentos – com Consuelo Leandro (“Era ótimo, mas dois humoristas casados não dá muito certo. Tem hora que pede seriedade”), Marília Pera (“A Marília era foda, né?”) e Didi Ribeiro (“Foi o amor da minha vida”), todas já falecidas. O presidente Michel Temer se pronunciou sobre o tamanho da perda sofrida pelo humor brasileiro. “É triste perder um talento do humor do porte de Agildo Ribeiro, que tantas gerações alegrou. Profissional do riso que não perdia a elegância e inteligência jamais. Um mestre. Meus sentimentos à família e amigos”, escreveu no Twitter. “A comédia brasileira perde mais um Grande! Triste pensar num mundo sem as piadas do Agildo. Obrigado por tudo o que fez por nós!”, resumiu Fábio Porchat, o último a lhe render homenagens durante a vida.
Infográfico destaca diferenças entre livros famosos e suas adaptações no cinema
Transportar uma história das páginas dos livros para as grandes telas dos cinemas nem sempre é fácil. E não tem jeito, quanto mais famoso o livro, maiores são as dificuldades. De forma inevitável, os fãs da obra original reparam nas diferenças, que geram reclamações e protestos nas redes sociais. Pensando nisso, o Atentimento Net enviou um infográfico sobre algumas das principais vítimas dos últimos anos, com um pouco e tudo aquilo que ficou pelas páginas e acabou sendo cortado na hora de chegar nas telas. Confira abaixo curiosidades sobre grande produções que lotaram os cinemas nos últimos anos como “Jogos Vorazes”, “Harry Potter”, “O Hobbit”, “A Culpa É das Estrelas”, “Divergente” e “Crepúsculo”.
Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita
Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.
Boneca Annabelle vai ganhar terceiro filme
A boneca Annabelle vai voltar a assombrar o cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, o roteirista Gary Dauberman, que escreveu os dois filmes anteriores, está desenvolvendo a história de um terceiro filme da franquia, que faz parte do universo cinematográfico de “Invocação do Mal”. A terceira aparição “solo” de Annabelle, que surgiu pela primeira vez em “Invocação do Mal” (2013), antes de estrelar seu spin-off, será novamente produzida por James Wan, diretor de “Invocação do Mal”. Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas a história se concentrará mais uma vez na boneca de porcelana que é possuída por uma força demoníaca. O primeiro “Annabelle” (2014) foi orçado em apenas US$ 6,5 milhões e rendeu US$ 257 milhões. Já “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017) teve um orçamento de US$ 15 milhões e rendeu US$ 306,5 milhões. Ainda não há diretor definido para a continuação, mas a estreia foi marcada para 3 de julho de 2019. O próximo filme desse universo compartilhado será “A Freira”, derivado de “Invocação do Mal 2”, que também foi escrito por Dauberman. Com direção de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), estreia em 6 de setembro no Brasil.
Michelle Pfeiffer será rainha na continuação de Malévola
A atriz Michelle Pfeiffer, que recentemente estrelou “O Assassinato no Expresso Oriente” e estará em “Homem-Formiga e a Vespa”, incluiu outro blockbuster em sua agenda. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar uma rainha na sequência de “Malévola” (2014). Pfeiffer vai se juntar a Angelina Jolie, que retorna no papel-título, e Elle Fanning, novamente como a Princesa Aurora, além de Ed Skrein (“Deadpool”) e a brasileira Fernanda Diniz (série “Hollyoaks”), outras novidades do elenco em papéis ainda não identificados. A trama da continuação foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). E a Disney ainda não divulgou maiores detalhes, nem marcou a data da estreia.
A Fuga das Galinha vai ganhar sequência após 20 anos
O estúdio britânico de animação Aardman está trabalhando numa sequência de “A Fuga das Galinhas” (2000), seu filme mais bem-sucedido – e o filme de stop motion com massinhas mais bem-sucedido de todos os tempos, com US$ 224,8 milhões de arrecadação mundial. “A Fuga das Galinhas” foi o primeiro longa da Aardman, produtora até então conhecida por seus curtas de massinhas com a dupla “Wallace & Gromit”. E a continuação é cogitada após o mais recente lançamento, “O Homem das Cavernas”, ter fracassado nas bilheterias (US$ 49,3 milhões). Segundo o site The Hollywood Reporter, os roteiristas do primeiro filme, Karey Kirkpatrick e John O ‘Farrell, estarão retornando para escrever a sequência, mas os diretores Nick Park e Peter Lord serão apenas produtores. A direção está a cargo de Sam Fell, das massinhas zumbis de “ParaNorman” (2012). A aventura original em stop motion contava a história de um galo americano que ia parar numa fazenda britânica e organizava uma fuga das galinhas, para não serem transformadas em tortas de frango. Dirigido por Nick Park e Peter Lord, o filme apresentava as vozes de Mel Gibson, Julia Sawalha, Tony Haygarth e Miranda Richardson. A continuação de “A Fuga das Galinhas” deve estrear apenas em 2020, quando o longa original completar 20 anos. A Aardman Animation também está trabalhando na sequência de “Shaun: O Carneiro”, que já deve ser lançada no ano que vem.
Trailer de Animal Kingdom destaca estreia de Dennis Leary na 3ª temporada da série
O canal pago americano TNT divulgou o pôster e um novo trailer da 3ª temporada de “Animal Kingdom”, que apresenta a estreia de Dennis Leary (“O Espetacular Homem-Aranha”) na série, como o pai ausente da família de criminosos. Na trama, ele se aproveita que matriarca, vivida por Ellen Barkin (“Treze Homens e um Novo Segredo”) foi parar atrás das grades para começar a influenciar os filhos. A série é inspirada no filme “Reino Animal” (2010), de David Michôd, mas já ultrapassou a trama cinematográfica. Assim como no filme, o ponto de partida é a chegada do parente mais jovem de uma família de criminosos, Joshua, um garoto de 17 anos que passa a morar com a avó (Barkin) e os tios após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Mas assim que mergulha na rotina familiar, ele descobre que seu novo cotidiano é bancado por atividades criminosas. Além de Ellen Barkin como a matriarca impiedosa, papel que consagrou Jacki Weaver no cinema, o elenco destaca Scott Speedman (franquia “Anjos da Noite”) no papel do brutamontes vivido por Joe Edgerton em 2010, que ficou entre a vida e a morte no final da 2ª temporada – e não aparece no novo trailer. Os demais atores são Shawn Hatosy (série “Southland”), Ben Robson (série “Vikings”), Jake Weary (série “Pretty Little Liars”), Daniella Alonso (série “Revolution”), Molly Gordon (série “Orange is the New Black”) e o jovem Finn Cole (série “Peaky Blinders”) como o protagonista Joshua. David Michôd, que escreveu e dirigiu o filme original, participa da produção, mas o projeto é do roteirista Jonathan Lisco (de “Southland”), com supervisão de John Wells (responsável também pelo remake de “Shameless”). A 3ª temporada estreia em 29 de maio nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.
Peter, o integrante sem poderes do X-Force, revela formação do grupo de heróis de Deadpool 2
O Twitter oficial de Peter W., marido, apicultor experiente e o integrante sem poderes do X-Force, confirmou a formação do grupo de heróis de “Deadpool 2”, que ainda gerava especulações entre os fãs. O personagem, que foi introduzido no mais recente trailer do filme e é interpretado pelo comediante Rob Delaney (série “Catastrophe”), ganhou uma conta na rede social, na qual tem comentado seu cotidiano ao lado dos demais membros do grupo, “as quatro pessoas mais trabalhadoras que conheço”. Ele começou as introduções com Dominó, interpretada por Zazie Beetz (série “Atlanta”). “Dominó diz que ela é realmente sortuda. Eu acho que tenho muita sorte de sair com pessoas tão agradáveis”, descreveu. Em seguida, falou de Bedlam, interpretado por Terry Crews (“Os Mercenários”). “Conheça o Bedlam. É difícil não se sentir inadequado em torno de um homem com tantos músculos e eletricidade. Mas Susan me garante que sou ótima do jeito que sou! #AmoMinhaEsposa”, escreveu ele. Peter descreveu Shatterstar, vivido por Lewis Tan (série “Punho de Ferro”), como “um super-alienígena que luta karatê espacial. E um membro da equipe que Susan NÃO vai conhecer”. A última introdução ficou por conta Zeitgeist, interpretado por Bill Skarsgard (o Pennywise de “It – A Coisa”). “Cuidado com a respiração ácida do Zeitgeist! Ela vai te pegar se a bondade dele não te matar primeiro! (Sério. É um cara legal)”, resumiu. “Deadpool 2” estreia no Brasil em 17 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. First day of training! Glad I brought my #Nikon! These are four of the hardest working people I know! #MakingMemories #XForce pic.twitter.com/3jdBNJAmec — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Say, “CHEESE!” #TeamSelfie #XForce pic.twitter.com/LM3EGcEKri — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Domino said she’s really lucky. I guess I’m just really lucky I get to hang out with such nice people. 🙂 pic.twitter.com/CRSU1V3iVm — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Meet Bedlam. It’s hard to not feel inadequate around a man with muscles for muscles and electricity powers. But Susan assures me that I’m great just the way I am! #LoveMyWife #MortalWifeMortalLife pic.twitter.com/EyFgLMrKi9 — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Shatterstar is a super good looking, karate-fighting alien from SPACE. And one member of the team Susan WON’T be meeting ? pic.twitter.com/uGbbVcNr78 — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Watch out for Zeitgeist’s acid breath! It’ll getchya if his kindness doesn’t kill you first! (Seriously. SUCH a nice guy) pic.twitter.com/GCeyHcKjKh — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Domino stole my camera! I wasn’t even posing! #AccidentalProfilePic #NotMyBeer #Nikon pic.twitter.com/cNeYSdQd0n — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018
Patton Oswalt ajuda a prender um dos serial killers mais procurados dos Estados Unidos
O ator Patton Oswalt (“Jovens Adultos”), que alterna papéis em filmes, séries e muitas dublagens, contribuiu para a prisão de um dos serial killers mais procurados dos Estados Unidos, conhecido como Golden State Killer. Oswalt foi casado por dez anos com a jornalista e escritora Michelle McNamara, que morreu dormindo em abril de 2016 aos 46 anos. Ela tinha um blog que investigava histórias reais de crimes e trabalhava em um livro sobre o caso do Golden State Killer, tendo feito uma longa pesquisa, com entrevistas de vítimas, policiais aposentados e testemunhos, além de uma profunda análise das investigações sobre os crimes, que ocorreram entre 40 e 30 anos atrás. Quando McNamara morreu, de uma doença cardíaca não identificada, o livro estava pela metade. Em vez de deixá-lo na gaveta, Oswalt decidiu contratar Paul Haynes, que ajudou McNamara em sua pesquisa, e o jornalista investigativo Billy Jensen para finalizar o trabalho, usando as anotações e mais de 3500 arquivos compilados pela mulher. O resultado foi o livro “I’ll Be Gone in the Dark” (“Eu Vou Embora no Escuro”, em tradução literal), lançado no começo do ano, que virou best-seller nos Estados Unidos. O sucesso da obra reavivou na opinião pública a cobrança para a resolução do caso, que finalmente foi concluído na quarta-feira (25/4) com a prisão do ex-policial Joseph James DeAngelo, de 72 anos. Ele era procurado por 12 mortes e 45 estupros no Estado da Califórnia entre 1976 e 1986. O caso foi resolvido graças a amostras de DNA coletadas na cena do crime do casal Brian e Kate Maggiore, em 1978. A procuradoria pedirá a pena de morte. Oswalt deu diversas entrevista à imprensa após a resolução do caso. “Eu gostaria de dizer que tive um momento de epifania quando percebi que precisava finalizar o livro, mas eu não tive. Aquele ano inteiro está realmente coberto por uma neblina de dor”, ele disse à revista Entertainment Weekly, explicando que finalizar o projeto da esposa virou a sua “missão”, para deixar viva a memória da mulher que morreu de forma tão repentina. “Minha cabeça agora está girando em milhões de direções, mas acima de toda essa exaustão e surrealismo eu me sinto muito, muito feliz em saber que o trabalho dela não foi em vão. Por mais maluco que possa parecer, eu estive com a família dela na noite anterior, conversando sobre o livro, e isso foi muito estranho”, afirmou Oswalt. “A polícia nunca vai dar o crédito para uma escritora ou jornalista que ajudou a resolver um caso. Mas só por manter o interesse o trabalho dela influenciou o caso”. Agora, Oswalt quer se encontrar com DeAngelo na prisão, para fazer as perguntas que McNamara gostaria de fazer. “Eu sinto que esta é a última tarefa que devo para Michelle, levar para ele as perguntas do final de seu livro, falar ‘Minha mulher tem algumas perguntas para você'”, concluiu Oswalt, falando ao jornal The New York Times. Oswalt está atualmente em três séries na TV americana: como ator em “A.P. Bio”, como narrador em “The Goldbergs” e como dublador em “Happy!”. Ele também tem um papel recorrente em “Agents of SHIELD”.
Primeiro filme do Quênia selecionado pelo Festival de Cannes é proibido em seu país
As autoridades do Quênia proibiram a exibição de “Rafiki” no país. O longa, que se tornou a primeira produção queniana selecionada pelo Festival de Cannes, conta uma história de amor entre duas mulheres. Alegando que a obra incentiva o lesbianismo, o governo decidiu, em vez de celebrar seu feito, banir o filme da diretora Wanuri Kahiu. O Conselho de Classificação Cinematográfica do Quênia anunciou o veto nesta sexta-feira (27/4) e disse em um tuíte: “Qualquer um que seja encontrado com sua posse estará violando a lei”, numa referência a uma lei dos tempos coloniais ainda em vigor, segundo a qual o sexo homossexual é punível com até 14 anos de prisão. A porta-voz do conselho, Nelly Muluka, tuitou: “Nossa cultura e leis reconhecem a família como a unidade básica da sociedade. O (conselho) não pode, portanto, permitir que conteúdo lésbico seja acessado por crianças no Quênia”. “Estou realmente decepcionada, porque os quenianos já têm acesso a filmes com conteúdo LGBT na Netflix e em filmes internacionais exibidos no Quênia e permitidos pelo próprio conselho de classificação”, disse a diretora Wanuri Kahiu, em entrevista à agência Reuters. “Então, proibir só um filme queniano porque ele lida com algo que já acontece na sociedade parece simplesmente uma contradição”, completou. A proibição representa uma reversão de posição do conselho, cujo presidente, Ezekiel Mutua, havia elogiado o filme no início deste mês. “É uma história sobre as realidades de nosso tempo e os desafios que nossas crianças estão enfrentando, especialmente com sua sexualidade”, disse ele à rádio comercial HOT 96 FM, antes do conselho proibir a exibição. “Rafiki”, cujo título é a palavra swahili para “amigo”, é uma adaptação do conto premiado “Jambula Tree”, da escritora ugandense Monica Arac Nyeko. O filme terá sua première mundial em maio na mostra Um Certo Olhar, durante o Festival de Cannes.
Vídeo de 3% foca mercado internacional com elenco travando língua em diferentes idiomas
A Netflix divulgou um vídeo da 2ª temporada de “3%”, sua primeira série original brasileira, que tem o objetivo de explorar o alcance internacional da plataforma. O vídeo traz o elenco tentando dizer, em diferentes línguas, que a 2ª temporada já está disponível. Se alguns se saem bem em inglês, espanhol, italiano e até francês, os idiomas alemão, árabe, japonês e zulu travam as línguas dos atores. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo Processo que se aproxima, enquanto acompanha as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Ao serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). Além disso, efeitos visuais e cenografia caprichada sugerem um sensível aumento de orçamento para a produção. Os novos episódios foram disponibilizados nesta sexta (27/4) na plataforma.
Trailer para Imax de Deadpool 2 mostra que “maior é melhor”
A Fox divulgou um pôster e o trailer para Imax de “Deadpool 2”, que mostra o personagem vivido por Ryan Reynolds em tamanho mirim diante da tela gigantesca da projeção. Claro que a prévia inclui a cena em slow motion em que Deadpool cai com as partes íntimas na cabeça de Cable (Josh Brolin) para ilustrar o comentário de que “maior é melhor”. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
Animação PéPequeno ganha pôster nacional e trailer dublado em português
A Warner divulgou o pôster nacional e o primeiro trailer dublado em português da animação “PéPequeno” (Smallfoot). A prévia apresenta o monstro abominável das neves numa inversão de expectativas. A criatura mitológica da história é na verdade um humano, que a aldeia dos ietis não acredita existir. Tentando provar que viu sim um terrível PéPequeno, o gigante de pé grande decide rolar montanha abaixo para descobrir os mistérios que existem debaixo das nuvens. O filme tem direção de Karey Kirkpatrick (“Os Sem-Floresta”), que também escreveu o roteiro em parceria com Sergio Pablos (“Meu Malvado Favorito”) e a dupla John Requa e Glenn Ficarra (“Golpe Duplo”). Como sempre, a produção original reúne um elenco repleto de vozes famosas, que apesar de dispendioso é prontamente substituído por profissionais de carteira assinada no Brasil e demais países. Para se ter ideia de quem o público brasileiro não vai ouvir, os dubladores americanos incluem Channing Tatum (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Common (“Selma”), Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Jimmy Tatro (série “American Vandal”), o jogador de basquete LeBron James (“Descompensada”) e outros. Compare abaixo o trailer com a dublagem brasileira e o original americano. A estreia está marcada para setembro de 2018.












