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  • Série

    Abaixo de Zero, livro/filme sobre a juventude dos anos 1980, vai virar série

    29 de abril de 2018 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou que está desenvolvendo “Less Than Zero”, série dramática baseada no famoso romance homônimo de Bret Easton Ellis, um dos best-sellers que definiu os anos 1980, lançado no Brasil como “Abaixo de Zero”. O próprio Ellis se juntou ao roteirista Craig Wright (criador de “Tyrant”) para formatar a série, que vai manter a época original da trama. A produção é oficialmente descrita da seguinte forma: “Passado em Los Angeles no início dos anos 1980, ‘Less than Zero’ se tornou um clássico atemporal. Este romance hipnotizante é um retrato cru e poderoso de uma geração perdida que experimentou sexo, drogas e insatisfação em uma idade muito precoce. Vivem em um mundo moldado pelo niilismo casual, pela passividade e pelo excesso de dinheiro em um lugar desprovido de sentimento ou esperança. Ao voltar para casa para as férias de Natal, Clay reingressa em uma paisagem de privilégio ilimitado e entropia moral absoluta, onde todos dirigem Porches, jantam em restaurantes caros e cheiram montanhas de cocaína. Ele tenta renovar seu sentimentos por sua namorada Blair e por seu melhor amigo do colegial Julian, que está se envolvendo com crimes e heroína. O feriado de Clay se transforma em uma vertiginosa espiral de desespero que o arrasta das festas intermináveis ​​em mansões reluzentes para bares decadentes e clubes de rock underground e também pelo mundo sombrio de LA depois do entardecer.” O filme de 1987 juntava ninguém menos que Robert Downey Jr., Jami Gertz, Andrew McCarthy e James Spader. E foi premonitório para Downey, que tinha a reputação de ser um dos “bad boys” de Hollywood e chegou a ficar um ano e três meses na prisão, após ser condenado por posse de drogas e de dirigir sob influência de drogas em 1996. O ator, claro, reabilitou-se e se reinventou, graças à Marvel, e foi perdoado pelo governador da Califórnia em 2015. Ellis também escreveu uma continuação do livro, publicada em 2010, sem a mesma repercussão. Mas, a esta altura, o escritor já tinha se tornado conhecido por outras obras, especialmente “Psicopata Americano”, que virou filme em 2000, e “Regras da Atração”, em 2002. Nos últimos anos, ele resolveu virar roteirista de cinema, assinando dois filmes trash: o suspense melodramático “Vale do Pecado” (2013), estrelado por Lindsay Lohan e o ator pornô James Deen, e o terror “A Maldição de Downers Grove” (2015), com Bella Heathcote e Lucas Till. Ambos péssimos. Salvo desistência diante do piloto, “Less Than Zero” será a primeira série baseada num livro de Ellis.

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  • Filme

    Christopher Robin: Adaptação com atores da fábula do Ursinho Pooh ganha novas fotos

    29 de abril de 2018 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou duas fotos inéditas de “Christopher Robin”, nova fábula com atores reais da Disney. Uma das imagens traz o personagem-título, vivido por Ewan McGregor (série “Fargo”), carregando o Ursinho Pooh, enquanto a outra mostra Leitão, Bisonho e Tigrão pela primeira vez, tomando sol numa praia. O figurino também deixa claro que a trama se passa entre os anos 1940 e 1950. Apesar de trazer os personagens de “O Ursinho Pooh”, o filme não conta nenhuma história conhecida dos livros de A.A. Milne. Na verdade, a premissa remete a um filme de Steven Spielberg: “Hook” (1991), sobre o Peter Pan adulto. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano de Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo por ter que demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Segundo a sinopse, Robin terá que achar uma maneira de ajudar o velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. Ewan McGregor interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Curiosamente, os dois já tinham participado de outras filmagens de fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). Outra curiosidade é que este é o segundo filme recente sobre Christopher Robin. “Adeus Christopher Robin” mostrava a infância real do menino e trazia Domhnall Gleeson e Margot Robbie no papel de seus pais. Foi lançado direto em streaming no Brasil. Já a produção da Disney tem direção de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e estreia marcada para 2 de agosto no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ator de New Girl dublará Peter Parker no filme animado Homem-Aranha no Aranhaverso

    29 de abril de 2018 /

    O ator Jake Johnson (série “New Girl”) fará a voz de Peter Parker em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. O personagem aparecerá mais velho na animação e, por isso, servirá como uma espécie de mentor para Miles Morales, o verdadeiro protagonista da produção. “Quando Miles o encontra, Peter não é o adolescente que costumamos ver. Ele é um super-herói velho, no fim de sua carreira, então ele tem uma perspectiva muito diferente do que significa ser um super-herói. Mas tanto quanto o Miles é influenciado por Peter e beneficiado por todos esses anos de experiência, Peter também aprende algo muito especial com Miles, que teve uma experiência de vida completamente diferente e enfrentou desafios que Peter nunca precisou”, disse o produtor e roteirista Phil Lord (“Uma Aventura Lego”), durante participação na Comic Con Experience do ano passado. Johnson se juntará ao elenco liderado por Shameik Moore (série “The Get Down”), que dará voz a Miles Morales, e que também inclui Mahershala Ali (que venceu o Oscar por “Moonlight”) como Aaron Davis, tio de Miles e mais conhecido como o Gatuno (Prowler), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como o pai do jovem e Liev Schrieber (série “Ray Donovan”) como o vilão do filme, que ainda não teve a identidade divulgada. A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). E a estreia está marcada para 20 de dezembro no Brasil.

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  • Filme

    Museu da Imagem e Som fará megaexposição de Alfred Hitchcock

    29 de abril de 2018 /

    O mestre do suspense, Alfred Hitchcock, ganhará uma megaexposição no Museu de Imagem e Som (MIS) de São Paulo em julho. O curador André Sturm, secretário da Cultura de São Paulo, se baseará na entrevista de 27 horas que o cineasta deu a François Truffaut, onde falou sobre cada um de seus filmes. A exposição terá cenografia de Marko Brajovik, responsável pelo visual da exposição do MIS de Stanley Kubrick, onde havia um corredor que replicava os corredores do hotel de O Iluminado. Brajovik também fez a cenografia das recentes exposições de David Bowie e Renato Russo. A filmografia de Hitchcock será repassada de diferentes maneiras em diferentes instalações, que ocuparão o primeiro e segundo andares do museu. A exposição está prevista para a segunda quinzena de julho.

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  • Filme

    Estúdio de It: A Coisa vai aptar A Longa Marcha de Stephen King

    29 de abril de 2018 /

    Depois do sucesso de “It: A Coisa”, Hollywood entrou em ritmo frenético de adaptações de livros de Stephen King. O estúdio New Line, que produziu “It”, anunciou que adaptará a seguir “A Longa Marcha” (The Long Walk, no original em inglês), um romance escrito ainda nos anos 1970. King publicou “A Longa Marcha” sob o pseudônimo Richard Bachman em 1979, porque não era uma obra de terror como seu público estava acostumado, mas uma sci-fi distópica adolescente, precursora das disputas até a morte de “Battle Royale” e “Jogos Vorazes”. O livro é ambientado no futuro e acompanha um grupo de 100 adolescentes que se inscrevem num concurso anual arriscado. O vencedor ganha o que quiser pelo resto de sua vida, enquanto todos os perdedores são condenados à morte. Para vencer, é preciso seguir duas regras: não parar e andar mais rápido do que quatro milhas por hora (aproximadamente, 6,4 km/h). James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) trabalha no roteiro e ainda não há diretor definido. O projeto se junta a vários outros em desenvolvimento, como a adaptação de “Os Estranhos – Tommyknockers”, a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal”), o remake de “Cemitério Maldito” e até uma série, “Castlerock”, produzida por J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”).

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  • Filme

    Samuel L. Jackson aparece no set de Capitã Marvel com visual rejuvenescido de Nick Fury

    28 de abril de 2018 /

    O ator Samuel L. Jackson foi flagrado no set do filme “Capitã Marvel” com o visual rejuvenescido de Nick Fury. As fotos tiradas na sexta (27/4) nas ruas de Los Angeles pelos paparazzi do site Hollywood Pipeline, mostram-no ao lado de Brie Larson (trajada com o uniforme da super-heroína do título). Além de maquiagem para parecer mais novo, seu rosto traz pontos brancos, que servirão de referência para acrescentar tratamento digital ao rejuvenescimento. Como a trama é um prólogo, passado nos anos 1990, o personagem também não aparece com o tapa-olho, a careca e o tradicional cavanhaque vistos nos primeiros filmes da Marvel. O primeiro filme de super-heroína da Marvel também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como Walter Lawson/Mar-Vell, Gemma Chan (série “Humans”) como a vilã Dra. Minerva/Minn-Erva e trará de volta Clark Gregg aos filmes da Marvel, como o agente Coulson, da SHIELD. Além deles, o filme ainda contará com dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. A trama está sendo mantida em segredo, mas já se sabe que envolverá as raças alienígenas dos kree e dos skrulls. O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (de “Tomb Raider”), a partir de uma premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para 14 de março de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Zoe Saldana confirma o esperado: todos os atores vão voltar em Vingadores 4

    28 de abril de 2018 /

    A atriz Zoe Saldana soltou o anti-spoiler mais previsto dos últimos tempos. Sabe aquele final que a Marvel insiste que não pode ser revelado, pedindo para evitarem spoilers? Pois será desfeito em “Vingadores 4”. Perguntada por uma repórter do canal pago E! se tinha sido difícil dar adeus aos demais atores ao final das filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita”, a intérprete de Gamora soltou esta: “Não parecia [um adeus], parecia mais um ‘ainda vai continuar’, pois sabia que todos voltaríamos em algum momento este ano para terminar o segundo – o quarto filme da franquia ‘Vingadores’. Então, foi mais um ‘te vejo depois’, não um adeus formal”, afirmou. Sentado a seu lado, Chris Pratt confirmou. Veja o vídeo abaixo. Quem acredita que os heróis morreram no filme – e no Papai Noel – pode imaginar que ela esteja se referindo a um flashback, em que todos ainda estavam vivos. Mas a situação é igual à “surpresa” que a DC Comics insistiu em fazer em “Liga da Justiça”: Superman estaria morto, só que não. Vale considerar que “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” estabeleceu uma fórmula muito interessante para apagar mortes trágicas e relançar uma franquia, e “Vingadores 4”, que ainda não tem título oficial, parece se encaminhar para uma solução parecida – com viagem no tempo.

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  • Série

    Atriz da série clássica Mulher Biônica será mãe de protagonista de Grey’s Anatomy

    28 de abril de 2018 /

    A atriz Lindsay Wagner, que marcou época como a personagem-título de “A Mulher Biônica” nos anos 1970, foi escalada como mãe de um dos protagonistas da série “Grey’s Anatomy”. Ela viverá Helen Karev, mãe do Dr. Alex Karev (Justin Chamber), no episódio intitulado “Fight For Your Mind”, que irá ao ar em 3 de maio nos Estados Unidos. Após 14 anos, a única vez que a mãe de Karev apareceu foi durante um flackback do começo da atual temporada, em que apareceu em sua juventude. Lindsay Wagner encarnará a personagem após Alex viajar com Jo (Camilla Luddington) para Iowa em busca de sua mãe, de quem não ouve notícias há muito tempo. Vale lembrar que Karev teve uma infância e adolescência traumática, em parte pelos problemas psicológicos de sua mãe, então não será um reencontro fácil. “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Syfy desiste de produzir série baseada em O Ataque dos Vermes Malditos

    28 de abril de 2018 /

    O canal pago americano SyFy desistiu de transformar o filme “O Ataque dos Vermes Malditos” (Tremors, 1990) numa série. A atração seria uma continuação da história original, estrelada por Kevin Bacon, e contaria com o próprio ator como protagonista. Mas o piloto não foi aprovado. Kevin Bacon compartilhou a má notícia nas redes sociais. “Estou triste de relatar que meu sonho de revisitar o mundo da Perfection não se tornará uma realidade. Embora tenhamos feito um piloto fantástico (IMHO), a rede decidiu não aprovar. Agradeço ao nosso elenco matador e todos nos bastidores que trabalharam tão duro. E sempre fique de olho nos GRABOIDS!”, ele escreveu em seu Instagram. Interessante observar que a ilustração do texto contém uma caixa de bonecos do ator, com a inscrição, em inglês, “Faça uma oferta”, o que pode indicar que a produção será oferecida para outros interessados. Confira abaixo. O longa de 1990, produzido pela Universal Pictures, arrecadou apenas US$ 16 milhões nas bilheterias, mas se tornou cult ao sair em vídeo, a ponto de ganhar cinco sequências. O Syfy chegou a desenvolver uma série com as mesmas criaturas em 2003. Mas, sem Kevin Bacon ou ligação com o filme, “Tremors: The Series” foi cancelada após uma temporada de 13 episódios. “Este é o único personagem que já pensei em reviver”, disse Bacon, quando lançou o projeto. “Eu já cheguei a pensar: onde esse cara acabaria depois de 25 anos? Andrew Miller tem uma visão fantástica e esperamos criar uma série que seja divertida e assustadora para os fãs do filme e pessoas que ainda não o descobriram.” A equipe era ótima. Desenvolvida por Andrew Miller (criador da série “The Secret Circle”), a adaptação incluía, além de Bacon, os atores Hunter Parrish (série “Weeds”), Shiloh Fernandez (série “Gypsy”), Emily Tremaine (série “Vinyl”) e Megan Ketch (série “Jane the Virgin”). E o piloto tinha direção de Vincenzo Natali, responsável pelos filmes de terror “Cubo” (1997), “Splice” (2009) e “Assombrada Pelo Passado” (2013). A trama deveria se passar 25 anos após os eventos do filme, quando Valentine McKee (Bacon) volta a encontrar os vermes gigantes subterrâneos que se alimentam de carne humana. Além de estrelar, Bacon também era coprodutor do projeto, junto da produtora Blumhouse Television. #Tremors Sad to report that my dream of revisiting the world of Perfection will not become a reality. Although we made a fantastic pilot (IMHO) the network has decided not to move forward. Thanks to our killer cast and everyone behind the scenes who worked so hard. And always keep one eye out for GRABOIDS! Uma publicação compartilhada por Kevin Bacon (@kevinbacon) em 27 de Abr, 2018 às 2:50 PDT

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  • Série

    Polícia carioca se confunde com gravações e “prende” atores da série Sob Pressão

    28 de abril de 2018 /

    A série “Sob Pressão” tem fama de ser realista, mas nem os atores esperavam ser confundidos com “suspeitos” numa cena de crime, durante uma ação da Polícia Militar na tarde de sexta-feira (27/4). Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a PM recebeu denúncia de que um ônibus tinha sido sequestrado e incendiado, debaixo de um viaduto na Ilha do Governador, no Rio. Uma viatura correu para lá, aproximou-se e, com grande desenvoltura, rendeu os suspeitos. Só que os policiais estranharam o fato de o rosto de alguns dos “suspeitos” ser bastante familiar. Entre os detidos, estava a atriz Marjorie Estiano, uma das protagonistas do programa, no qual interpreta a doutora Carolina Almeida. A cena do ônibus fazia parte da gravação de um dos episódios da série e todos os abordados eram atores da produção. Uma das séries mais bem-sucedidas da TV brasileira, “Sob Pressão” conta as dificuldades de uma equipe de hospital público do Rio e tem ainda entre os atores principais Julio Andrade, que interpreta o médico Evandro Moreira. Inspirada em um filme homônimo dirigido por Andrucha Waddington, a série está atualmente gravando os episódios de sua 2ª temporada, que contará com elenco reforçado por Humberto Carrão, Julia Shimura e Fernanda Torres, que interpretará a nova diretora do hospital.

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  • Etc

    Marvel ajuda Disney a quebrar recorde de faturamento na América do Norte em 2018

    28 de abril de 2018 /

    Graças a “Pantera Negra” e à abertura de “Vingadores: Guerra Infinita”, duas produções da Marvel, o estúdio Disney se tornou o primeiro a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento na América do Norte em 2018. E isto no tempo mais curto já registrado, durante o quarto mês do ano. O recorde anterior pertencia à própria Disney, atingido em 7 de maio de 2016. Os valores que possibilitaram este recorde incluem os US$ 683,6M (milhões) de “Pantera Negra”, os US$ 105,9M das primeiras 24 horas de exibição de “Vingadores: Guerra Infinita” e um residual de US$ 3M de “Thor: Ragnarok” (cuja maior parte do faturamento aconteceu em 2017). Outros filmes que aumentaram a receita foram “Star Wars: Os Últimos Jedi” (com “apenas” US$ 102,9M, já que a maior parte da bilheteria deste filme também entrou no cômputo do ano passado), “Viva – A Vida É uma Festa” e “Uma Dobra no Tempo”. Este é o terceiro ano consecutivo que a Disney supera os concorrentes no show do bilhão de Hollywood. Por coincidência, desde que passou a somar produções da Marvel, Pixar e Lucasfilm entre seus lançamentos. A partir de 2019, a Disney também deverá contar com as produções da Fox – se não houver veto do governo dos Estados Unidos à negociação entre os dois estúdios.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita registra maior bilheteria de estreia da Marvel na América do Norte

    28 de abril de 2018 /

    Os primeiros dias de exibição de “Vingadores: Guerra Infinita” já registram recordes atrás de recordes para a Disney, deixando para trás os números de “Pantera Negra”, que tanto tinham impressionado. O filme abriu na sexta (27/4) nos Estados Unidos e Canadá com US$ 105,9M – uma conta que inclui sessões noturnas de quinta, que renderam US$ 39M – , pulverizando o desempenho de “Vingadores: Era de Ultron”, que arrecadou US$ 84,4M em 2015, e “Pantera Negra”, com US$ 75,9M neste ano. A estreia só foi menor que a de “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu com US$ 119,1M em 2015. O estúdio esfrega as mãos, já que, graças a “Pantera Negra” e a abertura de “Vingadores: Guerra Infinita”, duas produções da Marvel, se tornou o primeiro de Hollywood a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento na América do Norte em 2018. E isto no tempo mais curto já registrado, durante o quarto mês do ano. O recorde anterior pertencia à própria Disney, atingido em 7 de maio de 2016. O mercado internacional também vem acompanhando esse desempenho. Após a estreia de US$ 39M (milhões) na quarta (25/4), que quebrou recordes na Coreia do Sul, França e outros países, “Vingadores: Guerra Infinita” somou mais 22 mercados na quinta e outros US$ 55M de arrecadação estrangeira para elevar seu faturamento a US$ 95M nos primeiros dois dias nas bilheterias internacionais. Na sexta, a soma quase dobrou, com mais US$ 83,5M, totalizando a soma internacional em US$ 178,5M em três dias. E isto sem o mercado chinês, onde o filme só chegará em 11 de maio. Juntando os valores da América do Norte, o longa já soma, entre quarta e sexta-feira, US$ 284,4M em todo o mundo. Diante dessa largada, o desempenho do fim de semana está sendo acompanhado com expectativa pelo mercado, já que o filme deve atingir mais de US$ 200M na bilheteria doméstica e US$ 500M mundial. Resta saber se conseguirá quebrar o recorde de “O Despertar da Força”, que estreou com US$ 247,9M na América do Norte há dois anos, e de “Velozes e Furiosos 8”, que abriu com US$ 532,5 milhões mundiais no ano passado. De todo modo, são valores que somente um punhado de produções conseguiu materializar.

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  • Etc,  Filme

    Michael Anderson (1920 – 2018)

    28 de abril de 2018 /

    Morreu o cineasta britânico Michael Anderson, diretor de clássicos como “1984” (1956), “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1957), “As Sandálias do Pescador” (1968) e “Fuga do Século 23” (1976). Ele faleceu no sábado (27/4) em Vancouver, no Canadá, aos 98 anos. Anderson teve uma longa carreira cinematográfica, que durou exatos 50 anos de atividade. Dentre seus trabalhos, estão alguns filmes que o fizeram ser considerado um dos melhores diretores de sequências de guerra de sua época. Seu grande clássico do gênero, “Labaredas do Inferno” (1955), entrou na lista dos principais filmes britânicos do século 20, organizada pelo British Film Institute, mas também é celebrado pelas novas gerações sem que tenham consciência, já que serviu de inspiração assumida para o combate aéreo do final de “Guerra nas Estrelas” (1977). Por coincidência, ele também era saudado como mestre da sci-fi. O diretor foi pioneiro do gênero das distopias, ao realizar “1984” (1956), a primeira adaptação cinematográfica da obra-prima de George Orwell – livro que sintetiza o subgênero distópico e deu origem à expressões como duplipensar, novilíngua e Big Brother. Ele também filmou o herói pulp “Doc Savage: O Homem de Bronze” (1975), uma das inspirações originais dos quadrinhos de Superman (“o homem de aço”). E deu vida a “Fuga no Século 23” (1976), mais conhecido pelo título original “Logan’s Run”. Baseado no livro escrito por William F. Noland e George Clayton em 1967, “Fuga no Século 23” se passava num futuro distópico e seu protagonista chamado Logan (Michael York, no filme) era um caçador de foragidos de uma rígida lei populacional, que não permitia a ninguém viver mais que 30 anos. Entretanto, quando está prestes a completar 30 anos, ele também decide escapar. A produção se tornou cult, rendeu até uma série de TV e há mais de uma década Hollywood anuncia planos de remake. Sua filmografia de fôlego inclui ainda bons suspenses, comédias, dramas e até dois filmes sobre papas – o famoso “As Sandálias do Pescador” (1968) e o efêmero “Joana, a Mulher que Foi Papa” (1972). Mas a obra que definiu sua carreira foi uma aventura épica, “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1957), adaptação do clássico de Jules Verne com três horas de duração. Além da narrativa ambiciosa, a produção virou uma aula de logística, estabelecendo recordes para utilizações de câmeras, cenários, figurinos, participações especiais e locações. O filme trazia David Niven no papel de Phileas Fogg, acompanhado pelo lendário comediante mexicano Catinflas como seu ajudante Passepartout. Graças a uma aposta para estabelecer um recorde da era vitoriana, os dois embarcavam numa viagem ao redor do planeta a bordo de um balão movido a gás. E, pelo meio do caminho, encontravam um verdadeiro quem é quem da indústria do entretenimento da época, incluindo Frank Sinatra, Shirley MacLaine, John Gielgud, Noel Coward, Charles Boyer, Marlene Dietrich, Buster Keaton e Red Skelton, entre outros, no maior número de estrelas famosas reunidas num filme até então. “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1957) foi indicado a oito Oscars, incluindo Melhor Direção para Anderson. O cineasta não conquistou o troféu, mas seu trabalho resultou no Oscar de Melhor Filme, derrotando nada menos que “Assim Caminha a Humanidade” e “Os Dez Mandamentos”. Ele também dirigiu minisséries para a televisão, incluindo as aclamadas “Planeta Vermelho” (The Martian Chronicles, 1980), baseada na obra sci-fi de Ray Bradbury, “A Hora da Vingança” (Sword of Gideon, 1986), que é basicamente a história que Steven Spielberg filmou em “Munique” (2005) e “A Jovem Catarina” (Young Catherine, 1991), sobre a juventude da imperatriz Catarina, a Grande. Casado três vezes, Anderson passou seus anos finais no Canadá com a esposa, a atriz canadense Adrianne Ellis (“Torvelinho de Paixões”), e era incentivador da carreira de atriz da enteada, Laurie Holden, intérprete de Andrea em “The Walking Dead”.

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