Joaquin Phoenix e John C. Reilly são irmãos pistoleiros em trailers de comédia
A UGC divulgou o pôster francês, duas fotos e dois trailers de “The Sisters Brothers”, comédia passada no Velho Oeste, em que Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) são irmãos pistoleiros. O filme é dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”) e um dos trailers também é para o mercado francês. Na trama, os irmãos chamados Sisters (irmãs, em inglês) são contratados para matar um prospector de ouro (papel de Riz Ahmed, de “Rogue One”), que desenvolveu uma fórmula química revolucionária para o garimpo. Por conta disso, ele é protegido por outro pistoleiro (vivido por Jake Gyllenhaal, de “Animais Noturnos”). Com tom de humor negro, “The Sisters Brothers” será o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. Baseado no livro homônimo de Patrick Dewitt (roteirista de “Terri”), o filme ainda não tem previsão de estreia, o que sugere um plano de lançamento nos festivais do final do ano.
Remake do clássico Papillon ganha 18 fotos, pôster e primeiro trailer
A produtora Bleecker Street divulgou 18 fotos, o pôster e o primeiro trailer do remake do filme clássico “Papillon” (1973), drama de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Na nova versão, os papéis são desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”), Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem render maiores comentários.
Novo trailer legendado de Arranha-Céu: Coragem Sem Limite conta o filme quase todo
A Universal pode ter feito um favor ao público com o novo trailer legendado de “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”. A prévia resume o filme quase inteiro, deixando em aberto apenas a resolução, embora já mostre como Dwayne Johnson salva sua família desse thriller genérico, que parece um mashup de “Duro de Matar” (1988) com “Inferno na Torre” (1974). Portanto, se um amigo lhe contar o final, não esqueça de agradecer ao estúdio pelo vídeo que revela todas as reviravoltas e ajuda a economizar o preço do ingresso. Também foi divulgado um novo pôster, que pode ser conferido abaixo. No filme, Johnson é um ex-agente do FBI, que, após perder a perna numa explosão, vira consultor de segurança. E durante uma consultoria internacional se vê tendo que salvar sua família de criminosos fortemente armados num arranha-céu em chamas, saltando entre prédios e fazendo diversos malabarismos a dezenas de metros do solo com uma perna prostética. Isto mesmo, feito um super-herói de dar inveja no Homem-Aranha. O elenco inclui Neve Campbell (“Panico”), Pablo Schreiber (“Covil de Ladrões”), Byron Mann (série “Arrow”), Adrian Holmes (também de “Arrow”), Chin Han (“Ghost in the Shell”), Roland Møller (“Atômica”) e a menina Kayden Magnuson (série “The Whispers”). O filme tem roteiro e direção de Rawson Marshall Thurber, que só fez comédias em toda a sua carreira. Por sinal, a mais recente, “Um Espião e Meio” (2016), também foi estrelada por Johnson. A estreia está marcada para 12 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Idris Elba vai dirigir e estrelar nova versão de O Corcunda de Notre Dame
O ator britânico Idris Elba (“Thor: Ragnarok”) vai dirigir e protagonizar uma nova adaptação do clássico “O Corcunda de Notre Dame”, de Victor Hugo, que será produzida pela Netflix. Ainda sem título oficial, o projeto será um musical, e Elba também vai produzir as canções da trilha sonora. “O Corcunda de Notre Dame” narra a história de Quasimodo, um corcunda deformado e renegado pela população de Paris que encontra na tradicional catedral parisiense um lar seguro. Ele acaba se apaixonando pela cigana Esmeralda e a salva após uma confusão, mas isso não impede a turba de considerá-lo um monstro. A obra já foi adaptada inúmeras vezes no cinema, desde o cinema mudo, com Lon Chaney no papel principal, passando por uma versão com Anthony Quinn e Gina Lolobrigida nos anos 1950, até a animação da Disney de 1996.
Liam Neeson será o novo chefe dos Homens de Preto no cinema
O ator Liam Neeson (“Busca Implacável”) vai trocar seus thrillers violentos habituais pela comédia de ação como o chefe da divisão britânica dos Homens de Preto, no spin-off da franquia, também conhecida como “MIB” (abreviatura de Men in Black, homens de preto em inglês). A produção vai trazer Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que trabalharam juntos em “Thor: Ragnarok”, como uma nova dupla de Homens de Preto, sob direção de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”). O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, focando-se em outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O roteiro aprovado pela Sony foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). Apesar de ainda não ter título oficial, o spin-off de “Homens de Preto” já tem data de estreia: 14 de junho de 2019.
Série de comédia Baskets é renovada para a 4ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “Baskets”, do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber Não Case”), para sua 4ª temporada. Em comunicado, o co-presidente de programação original do canal, Eric Schrier, ainda elogiou a equipe de produção. “‘Baskets’ continua a empolgar graças à equipe criativa dos sonhos liderada por Jonathan Krisel e Zach Galifianakis, e não poderíamos estar mais felizes em encomendar uma 4ª temporada para ser exibida no próximo ano. Cada temporada nos aproxima da família Baskets e sua busca pela vida, amor e glória de palhaçadas. Nossos agradecimentos aos produtores e ao elenco por fazer de Baskets uma alegria tão grande de se ver.” Criada pelos comediantes Zach Galifianakis (trilogia “Se Beber, Não Case!”) e Louis C.K. (série “Louie”) e o diretor-roteirista Jonathan Krisel (série “Portlandia”), “Baskets” marcou a volta de Galifianakis à TV após o cancelamento de “Bored to Death” em 2011, na qual era coadjuvante. A série correu risco de sair do ar devido ao envolvimento de Louis C.K. em sua produção. Após ser acusado de assédio e assumir o comportamento, o produtor perdeu vários contratos. De todas as suas produções, especiais, filmes, pilotos, séries e projetos encaminhados, apenas “Better Things” e agora “Baskets” vão continuar em frente, mas sem seu envolvimento. Galifianakis estrela a série como os gêmeos Chip e Dale Baskets, mas o grande destaque do elenco é o veterano ator Louie Anderson, que vive sua mãe, Christine Baskets, papel que lhe rendeu um prêmio Emmy em 2016. Na trama, a família tenta manter viva a tradição circense dos palhaços, nem que seja em rodeios.
Série médica Code Black é cancelada na 3ª temporada
A rede americana CBS cancelou a série médica “Code Black”. O anúncio foi feito pelo criador do programa, Michael Seitzman, através de uma publicação no Twitter. Seitzman agradeceu aos fãs e disse que teve grande satisfação em realizar “Code Black”, avisando ainda que os melhores episódios da série ainda não foram exibidos na temporada. “Esperamos que os vejam e gostem deles. Nós os fizemos para vocês”, concluiu. “Code Black” está atualmente na metade de sua 3ª e agora última temporada. Nos anos anteriores, a continuidade da série sempre foi definida na última hora, flertando desde o início com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda estava no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Com a perda de mais 700 mil nos primeiros episódios do novo ano, a decisão foi tomada. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), “Code Black” evocava o clássico “Plantão Médico/E.R.”, ao girar em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. Na tentativa de levantar sua audiência, a atração sofreu algumas alterações criativas desde a estreia, chegando a mudar parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. Dear #CodeBlack fans, the sad news came today that we were cancelled. It's been a true joy to make this show and watch your response every week. Thank you for all of your passion. Truly, our best episodes have yet to air. We hope you'll watch and enjoy them. We made them for you. — Michael Seitzman (@michaelseitzman) May 24, 2018
Netflix ultrapassa a Disney e vira empresa de mídia mais valiosa do mundo
A Netflix virou a empresa de mídia mais valiosa do mundo. A conquista da plataforma de streaming aconteceu após uma alta das ações da empresa nesta quinta-feira (24/5), que a levou a ultrapassar o conglomerado Disney pela primeira vez na liderança do mercado. Com cada ação custando US$ 351,09 dólares, a companhia atualmente tem um valor de mercado total de US$ 162 bilhões. Em comparação, a ação da Disney (que teve queda de 1,1% hoje) atualmente custa US$ 101,74 dólares, somando um valor de US$ 152 bilhões. A briga com a Netflix assinala para a Disney a importância de seu projeto de streaming, previsto para ser lançado em 2019. Mas uma parte estratégica deste negócio já pode estar em risco. É que a Comcast, dona dos estúdios Universal e terceira maior empresa de mídia do mundo, quer atravessar a compra da Fox pela Disney, com uma oferta bastante superior ao valor oferecido pela rival.
Problemas de bastidores fizeram de Han Solo o filme mais caro da franquia Star Wars
A demissão da dupla de diretores formada por Phil Lord e Chris Miller (de “Anjos da Lei”), após cinco meses de filmagens de “Han Solo: Uma História Star Wars” teve preço. Segundo informações da revista Variety, refilmagens de cenas já finalizadas, mais o salário de Ron Howard, chamado para substituir os demitidos, além da extensão das filmagens, levaram a produção a custar por volta de US$ 250 milhões. Isto faz com que a produção de “Han Solo” tenha gasto US$ 5 milhões a mais que “Star Wars: O Despertar da Força”, até então o filme mais caro da franquia, além de US$ 50 milhões a mais que o orçamento de “Rogue One”, a primeira “Uma História Star Wars” – que também passou por refilmagens extensas. A reportagem da Variety também revela a extensão das refilmagens de “Han Solo”, que teria chegado a quase 70% do material para que o resultado final tivesse o estilo do novo diretor, cuja missão, ao entrar a bordo, era alinhá-lo aos demais títulos da franquia, de acordo com a visão criativa da presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy. Os problemas de bastidores e os altíssimos custos devem ser superados com um bom rendimento da obra, que promete abrir com uma sólida bilheteria mundial neste fim de semana. “Han Solo: Uma História Star Wars” estreou na quinta-feira (23/5) no Brasil.
Assaltantes invadem a casa de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli
Assaltantes armados invadiram a casa de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli, localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo, na manhã de quarta-feira (23/5). Os criminosos teriam usado três veículos na ação. O assalto foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), mas não há informação sobre se o casal estava na residência no momento do crime. Os atores não fizeram comentários. Procurado pelo UOL, Riccelli disse que não iria falar, mas reforçou que a família passa bem. Um vizinho gravou a tentativa de assalto e essa gravação foi entregue à delegacia responsável pela investigação do caso. Foi ele quem, ao ver a movimentação, alertou a polícia. No boletim de ocorrência, registrado no 34º Delegacia de Polícia de São Paulo, consta que o assalto correu às 11h30 da manhã. “A polícia civil foi informada que aproximadamente sete homens portando armas longas em três carros renderam o vigia, deixando-o por aproximadamente 30 minutos em um dos carros, enquanto entraram na casa e roubaram alguns pertences.” A informação que chegou a circular, de que os bandidos haviam rendido o casal, não foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública, que ainda apura o crime. Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli estão juntos há 37 anos. Eles se conheceram quando estrelaram juntos a novela “Aritana”, produzida pela extinta TV Tupi, no ano de 1978. E além de continuarem casados, até hoje trabalham juntos. Os projetos mais recentes do casal também incluem o filho Kim Riccelli. Além de filmes, ele também estão envolvidos com a série “A Vida Secreta dos Casais” no canal pago HBO.
Fotos de Bruna Linzmeyer inspiram “polêmica” por falta de depilação – e do que fazer
A redes sociais podem ser catalizadores de movimentos de mudança, como o #MeToo e a Primavera Árabe, mas também estimulação a proliferação arquetípica e anabolizada do tradicional fofoqueiro da vizinhança. As velhas tiazinhas que costumavam ser personagens de novelas antigas agora são jovens de ambos os sexos que gostam de comentar de tudo e de todos para todo mundo. E, como bons fofoqueiros, não lhes falta assunto. Os detalhes mais banais viram discussões acaloradas. O que faz lembrar que os maiores fofoqueiros sempre foram grandes moralistas. Afinal, seus comentários jamais perdoam comportamentos fora do padrão. O caso mais recente de falta do que fazer acabou se fixando no corpo da atriz Bruna Linzmeyer. A belíssima estrela de novelas e filmes – e bissexual assumida – fez um ensaio fotográfico que gerou polêmica. Não porque ela posou nua, mas porque não depilou a zero sua virilha e suas axilas. Em imagens compartilhadas no Instagram da atriz e do fotógrafo responsável pelos cliques, Gleeson Paulino, é possível ver que Bruna faz parte da nova geração de mulheres que assume os pelos de seu corpo – mostrando que se depilar ou não é uma decisão de cada pessoa. Mas muitos acharam que a decisão deveria ser deles, criticando o fato da Bruna não se depilar, a ponto de afirmar que se trata de falta de higiene. “Credo… Imagina o cheirinho das camisas, camisetas e vestidos… O suor grudando nos pelos!!! Uma questão de higiene. Para ser feminista, não precisa ser porca”, comentou uma pessoa, ecoada por vários dispostos a criticar tudo o que se move. Agora, que curioso: nenhum homem jamais foi acusado de falta de higiene pelo mesmo motivo. Ao contrário. Ao optarem pela depilação, homens viram alvo dos mesmos fofoqueiros porque, supostamente, deixam de ser homens. Pelo menos, vários seguidores saíram em defesa da atriz, pedindo respeito e afirmando que ela pode fazer o que quiser com o próprio corpo. O que deveria ser óbvio. Veja abaixo os posts que inspiraram a polêmica e leia os comentários grosseiros e mal-educados daqueles que, apesar de ter acesso à internet, ainda acham que os corpos das mulheres pertencem a eles. @gleesonpaulino ♥️ Uma publicação compartilhada por bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) em 21 de Mai, 2018 às 2:06 PDT Our roots twist and twine… leaves are soft and plush. Trunks pressed flush, spine to spine, Whispering acceptance with each gentle touch. Light against dark, sun-dappled silk and bark; Here, in his cooling shade, I long to stay- Differences insignificant, similarities stark; Love, a simple word, to which we waste away our day. He brightens the shadows With such a caring smile… Even you would lurk in his meadows, And hope to stay a little while. Uma publicação compartilhada por Gleeson Paulino (@gleesonpaulino) em 19 de Mai, 2018 às 2:31 PDT Uma publicação compartilhada por Gleeson Paulino (@gleesonpaulino) em 17 de Mai, 2018 às 4:29 PDT
China ultrapassa América do Norte como maior mercado de cinema do mundo
A China superou a América do Norte e se tornou o maior mercado cinematográfico do mundo no primeiro trimestre de 2018, segundo dados chineses e americanos. As vendas de ingressos na China chegaram a 20,21 bilhões de yuans (cerca de US$ 3,17 bilhões) entre janeiro e março deste ano, de acordo com o órgão especializado China Movie Data Information Network, graças, principalmente, a blockbusters locais. No mesmo período, a arrecadação dos cinemas na América do Norte foi de US$ 2,8 bilhões. Cerca de 75% das bilheterias na China foram geradas por filmes do próprio país. Entre os dez filmes mais bem sucedidos estão sete produções locais. O filme de ação “Operação Mar Vermelho”, sobre uma missão antipirataria do exército chinês no Mar Vermelho, lidera as bilheterias, com 3,6 bilhões de yuans. O investimento na abertura de mais cinemas e o período de férias do Ano Novo chinês contribuíram para o aumento da arrecadação durante o começo do ano. Resta saber se Estados Unidos e Canadá compensarão a diferença durante a temporada de férias da América do Norte, que começa em junho.
Filho diz que Woody Allen é vítima do verdadeiro monstro da família, sua mãe Mia Farrow
Nem todos os filhos de Woody Allen pintam o pai como um monstro pedófilo. Para Moses Farrow, por exemplo, Woody Allen é uma vítima do verdadeiro monstro da família, sua mãe Mia Farrow. Não é a primeira vez que ele diz isso, em frontal desacordo com o relato da irmã Dylan, que acusa o pai de abuso sexual, e do irmão Ronan, um dos repórteres mais importantes na denúncia que derrubou o magnata Harvey Weinstein e deu início a uma grande limpeza em Hollywood, marcando o fim da tolerância com predadores. Mas esta é a primeira vez que ele defende o pai adotivo sem ninguém lhe perguntar. Moses, que foi adotado ainda bebê na Coréia do Sul por Mia Farrow e depois co-adotado por Allen em 1991, virou terapeuta especializado no atendimento de famílias. E lida com relatos muito parecidos com o que diz ter experimentado em sua vida pessoal. Isto o inspirou a desabafar na quarta-feira (23/5) em seu blogue. No longo texto, intitulado “Um Filho Fala”, Moses afirma ter visto Mia Farrow maltratar fisicamente seus irmãos até deixá-los “fisicamente incapacitados, arrastando-os por um lance de escadas para serem jogados em um quarto ou em um armário, então tendo a porta trancada do lado de fora”. Ele alega que sua irmã adotiva, Soon-Yi Previn, “era bode expiatório mais frequente”. Em 1992, Allen teve um caso com Soon-Yi, com quem se casou mais tarde, terminando seu relacionamento com Mia Farrow e iniciando a batalha pela custódia de seus filhos, tanto biológicos quanto adotivos, que culminou na denúncia de Dylan, então com sete anos de idade. “Quando Soon-Yi era jovem, Mia certa vez jogou uma grande peça de porcelana na cabeça dela. Felizmente ela errou, mas as peças quebradas atingiram suas pernas”, afirma Moses. “Anos depois, Mia bateu nela com um telefone.” Estas lembranças já tinham sido trazidos à público anteriormente, durante conversas com o escritor Eric Lax para uma biografia de Woody Allen. Na ocasião, Moses também comentou sobre as alegações de sua irmã Dylan, de que Allen a molestou quando criança, alegando que o cineasta nunca fez nada parecido. Em seu post no blog, Moses reforçou sua posição de que Allen — que nunca foi condenado e que negou as alegações de Dylan por décadas — é inocente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada por Woody Allen, mas isso não a impede de ter sido uma vítima de assédio. Vítima de uma campanha de manipulação da mãe, Mia Farrow. Na época em que Dylan Farrow disse ter sido alvo de abusos por parte de Allen, Mia já travava uma luta diária contra o diretor. Fazia sete meses desde que atriz descobrira a relação entre a sua filha adotiva Soon-Yi e o então parceiro Woody Allen – o casal está junto até hoje. Segundo Moses, tudo o que se ouvia em sua casa naquele período era que Woody era “maldoso, um monstro, o diabo”, e que Soon-Yi “estava morta” para eles. “A minha mãe era a nossa única fonte de informação sobre Woody – e ela era extremamente convincente”, ele descreve. “Também tínhamos aprendido repetidamente que ir contra a sua vontade trazia repercussões horríveis.” Moses vai direto ao ponto, ao descrever o dia em que o suposto abuso teria acontecido. Quando Woody Allen foi passar o dia com as crianças na casa de Connecticut – enquanto Mia foi às compras – , todos estavam em estado de alerta, graças à campanha de sua mãe, de que o diretor era o mal encarnado. Ele afirma que havia cinco crianças e três adultos na casa na ocasião – duas babás e uma professora de francês, e “que todos tinham sido instruídos durante meses que Woody era um monstro. Portanto, nenhum de nós teria permitido que Dylan se afastasse com Woody, mesmo que ele tentasse”, garante, afirmando que seu pai nunca ficou sozinho com a irmã no dia em que supostamente a teria abusado. O rapaz afirma que as pessoas se basearam na relação entre Woody e Soon-Yi (que nunca foi sua filha adoptiva) para se convencerem de que as alegações de Dylan eram verdadeiras. “Sim, [a relação] era pouco ortodoxa, desconfortável, perturbadora para a nossa família e magoou terrivelmente a minha mãe. Mas a relação, por si só, não foi tão arrasadora para a nossa família como a insistência da minha mãe em fazer da sua traição o centro das nossas vidas desde então”. O terapeuta aponta ainda algumas incongruências na versão dos acontecimentos descrita por sua irmã mais nova, como o trenzinho de brinquedo que Dylan associa ao momento do abuso. Segundo sua acusação, Woody a teria distraído com o brinquedo enquanto a tocava. Mas o trenzinho não estava no lugar em que a jovem afirma ter sido abusada. Para Moses, na idade de Dylan seria normal que o reforço da acusação e da repetição da história substituísse a realidade. E ele lembra que a mãe ensaiou o que ele devia dizer no julgamento de custódia. Na sua opinião, tanto de testemunha dos fatos e como expert em terapia familiar, a falta de nexo da acusação deveria ser suficientes para que as pessoas tivessem menos vontade de jogar pedras num homem que, para ele, sempre foi inocente. Ao final, Moses dirige-se às pessoas que vieram à público, após a pressão do movimento #MeToo, se dizer arrependidas por terem trabalhado com o seu pai no passado: “Precipitaram-se ao se juntar a um coro de condenação com base numa acusação desacreditada [por múltiplas investigações], por medo de não estarem no lado ‘certo’ deste grande movimento social”. Ele deixou ainda uma mensagem para a irmã: “Desejo paz e sabedoria para que você possa compreender que dedicar sua vida a ajudar a nossa mãe a destruir a reputação do nosso pai não lhe trará, provavelmente, nenhum consolo.”












