Shonda Rhimes define tema de sua primeira série na Netflix
A produtora Shonda Rhimes escolheu seu primeiro projeto para a Netflix. A criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal” adquiriu os direitos a uma reportagem do New York Magazine sobre a golpista nova-iorquina Anna Delvey, que enganava bancos e milionários se passando por uma rica herdeira alemã. Ela usava o dinheiro alheio para custear seu estilo de vida junto à alta sociedade, até ser desmascarada e presa. Rhimes deverá escrever o roteiro com base no artigo “How Anna Delvey Tricked New York’s Party People”, escrito pela jornalista Jessica Pressler. Vale observar que estúdios de cinema estavam disputando um artigo similar da revista Vanity Fair e cortejando as atrizes Jennifer Lawrence e Margot Robbie para viver Delvey numa cinebiografia. Curiosamente, a empresa de Rhimes, a Shondaland, já produziu uma história de golpista: “The Catch”, cancelada após 20 episódios na ABC. Em compensação, ela não criava uma série própria desde “Scandal”, em 2012, que, por sinal, também era baseada na vida de uma mulher real, a guru das relações públicas americanas Judy Smith. A produtora trabalhou na ABC por 15 anos, até assinar um contrato milionário com a Netflix em agosto do ano passado. Apesar de ter deixado a rede, Rhimes continuará supervisionando suas séries na emissora, que ainda incluem “How to Get Away with Murder” e as novatas “Section 19” e “For the People”, mas todos os seus próximos projetos serão lançados na Netflix.
Atriz de The Originals vai estrelar nova série de terror do criador de The Vampire Diaries
A atriz Danielle Campbell, mais conhecida como a Davina de “The Originals”, será uma das protagonistas de “Tell Me A Story”, nova série de terror de Kevin Williamson, cocriador de “The Vampire Diaries”. A atração do serviço de streaming CBS All Access é uma espécie de “Once Upon a Time” de terror, que adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013. Mas enquanto a trama original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto diferente por episódio, o comunicado do projeto da CBS fala em juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feição” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”, que estreia na quinta-feira (14/6).
Lizzy Caplan vai interpretar irmãs gêmeas em série de suspense da Apple
A atriz Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”) vai estrelar uma nova série, dois anos após o final de “Masters of Sex”. Ela será coprotagonista de “Are you Sleeping” ao lado de Octavia Spencer (“A Forma da Água”), anteriormente confirmada na produção do vindouro serviço de streaming da Apple. A série é um suspense baseado no livro homônimo de Kathleen Barber e está sendo desenvolvida pela roteirista Nichelle Tramble Spellman (da série “The Good Wife”) com produção da atriz Reese Witherspoon (da série “Big Little Lies”). “Are You Sleeping” examinará a obsessão norte-americana com podcasts de histórias de crimes reais não resolvidos, que desafiam a audiência a considerar as consequências da busca por justiça quando os casos são divulgados para o público. Caplan vai interpretar as irmãs gêmeas Josie e Lanie, cujas vidas seguiram caminhos muito diferentes. Já Spencer interpreta a repórter investigativa por trás de um podcast de crimes verdadeiros que reabre o caso do assassinato do pai das irmãs. Nem a atração nem o serviço da Apple tem previsão de estreia.
Clipe do tema da Copa do Mundo traz Ronaldinho jogando bola com Will Smith e Nicky Jam
O cantor Nicky Jam divulgou em seu canal do YouTube o clipe do tema oficial da Copa do Mundo da Rússia, e Will Smith aproveitou para apresentar um making of dos bastidores de sua participação. Como era de se esperar, o vídeo da música “Live It Up” ganhou cenas de bandeiras tremulantes e de jogos das diversas seleções que disputarão o torneio, com direito a gol comemoradíssimo de Neymar. Mas o destaque brasileiro não ficou nisso. Em cenas criadas especialmente para o clipe, é possível ver William, do Chelsea, rindo à toa ao lado de uma criança com camiseta da seleção e o craque aposentado Ronaldinho mostrando sua habilidade ao lado do cantor porto-riquenho e do astro de Hollywood. Além da dupla, a música em clima de reggaeton também conta com a participação da cantora Era Istrefi, natural de Kosovo. Esta combinação inusitada foi produzida pelo DJ Diplo. Mas o resultado não surpreende, já que segue a cartilha do coro de vozes feito para levantar estádio, marca registrada de duas Copas atrás – celebrado em “Wavin’ Flag”, de K’Naan, com produção de David Gueta, faixa que teve muito mais repercussão que o tema oficial da época, “Waka Waka”, de Shakira.
Rede ABC pede desculpas por episódio polêmico da série Quantico
A ABC emitiu um pedido de desculpas oficial após um recente episódio da série “Quantico” ter causado revolta entre uma parcela dos fãs. No episódio “The Blood of Romeo”, a personagem da atriz indiana Priyanka Chopra, a agente do FBI Alex Parrish, descobre uma conspiração terrorista poucos dias antes da cúpula entre Índia e Paquistão. Durante suas investigações, Parrish encontra um símbolo religioso hindu no pescoço de um dos suspeitos, o que a leva a concluir que a conspiração foi planejada por nacionalistas indianos para incriminar o Paquistão por um ataque terrorista nuclear. O episódio causou uma tempestade nas mídias sociais, com os fãs questionando como Chopra, que é indiana, poderia ter concordado em fazer parte do enredo controverso. Em seu comunicado, a ABC disse: “A ABC Studios e os produtores executivos de Quantico gostariam de estender um pedido de desculpas ao nosso público, que ficou ofendido com o episódio mais recente, ‘The Blood of Romeo’.” A emissora acrescentou que “o episódio mexeu com as emoções das pessoas, mas muito da revolta está injustamente destinado a Priyanka Chopra, que não criou o programa, nem o escreve ou dirige. Ela não tem envolvimento no casting do show ou nas histórias descritas na série. ” A ABC também explicou que “’Quantico’ é uma obra de ficção” e já ‘contou com antagonistas de muitas etnias e origens diferentes”. “Mas neste caso inadvertidamente e lamentavelmente entrou em uma questão política complexa”, reparou o texto, antes de concluir: “Certamente não foi nossa intenção ofender ninguém”. “Quantico” foi cancelada em maio e tem apenas mais sete inéditos.
Esquadrão Suicida 2 ganha novos roteiristas
A continuação de “Esquadrão Suicida” vai ganhar um novo roteiro. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, David Bar Katz e Todd Stashwick foram contratados para retrabalhar a história da sequência do filme de 2016. Ambos tem experiência com o universo dos personagens da DC Comics. Stashwick é ator, mais conhecido por estrelar a série “12 Monkeys”, mas já apareceu em dois episódios de “Gotham”. E Katz escreveu a peça “The History of Invulnerability”, sobre a criação do Superman. Ele também assinou a comédia “O Peste”, a revisão do roteiro do novo filme do “Spaw” e “The Man in the Rockefeller Suit”, que será dirigido pelo brasileiro Walter Salles. Originalmente, “Esquadrão Suicida 2” tinha roteiro de Adam Cozad (“A Lenda de Tarzã”) e Zak Penn (“Os Vingadores”). A direção está a cargo de Gavin O’Connor (“O Contador”) e ainda não há previsão de estreia.
Ator de Ghost Wars vai estrelar primeira série do diretor Gregg Araki
O ator Avan Jogia (das séries “Twisted” e “Ghost Wars”) vai protagonizar “Now Apocalypse”, primeira série do cineasta Gregg Araki, diretor dos cultuados “Geração Maldita” (1995) e “Mistérios da Carne” (2004), entre outros filmes. A série é descrita como uma comédia surreal. Ela segue Ulysses (Jogia) e seus amigos Carly, Ford e Severine, que estão em várias missões em busca de amor, sexo e fama. Os demais personagens serão interpretados por Kelli Berglund (da série “Lab Rats”), Beau Mirchoff (série “Awkward.”) e Roxane Mesquida (“O Beijo do Vampiro”), respectivamente. Encomendada pelo canal pago americano Starz, “Now Apocalypse” tem todos seus 10 episódios co-escritos por Araki e Karley Sciortino, autora de uma coluna sobre sexo no site da Vogue e apresentadora do programa “Slutever” no canal Viceland. A produção é de outro cineasta, Steven Soderbergh, que já tem uma relação com o Starz, graças à série “The Girlfriend Experience”, baseado no filme de mesmo nome, que ele dirigiu em 2009. O último filme de Araki foi “Pássaro Branco na Neve”, de 2014. Desde então, o cineasta passou a dirigir episódios de diversas séries, entre elas “Riverdale” e “13 Reasons Why”.
Cristiana Oliveira vive romance lésbico em clipe de Dani Vellocet
A cantora Dani Vellocet, uma das melhores vozes do novo pop brasileiro, lançou o clipe de “A Rainha e o Leão”, que chama atenção pela presença de Cristiana Oliveira. A atriz que estourou nos anos 1990, durante a febre da novela “Pantanal”, vive um romance lésbico numa pista de patinação, numa encenação de visual glitter e retrô. Mas a historinha de amor tem uma guinada de thriller, quando um homem assedia sua namoradinha, interpretada pela bela Julia Konrad (atualmente em cartaz nos cinemas em “Paraíso Perdido”). Curiosamente, Cristiana já tinha interpretado lésbicas em dois trabalhos televisivos, sendo um deles a novela “Insensato Coração”, mas, como a TV brasileira é ultraconservadora, nunca havia trocado carinhos com outra atriz em cena como no clipe. O vídeo tem direção e edição de J. Brivilati, destaque do meio publicitário brasileiro, que conta com quatro leões de Cannes no currículo. Terceiro single de Dani Vellocet, “A Rainha e o Leão” inspirou o tema dos anos 1980 do clipe com uma melodia que evoca a época, com direito até a solo de saxofone. Segundo a cantora santista, a letra é autobiográfica e remete à sua chegada em São Paulo. Multitalentosa, ela também assina o roteiro.
Quadrinhos da Disney não serão mais publicados no Brasil
A editora Abril não vai mais publicar os quadrinhos da Disney no Brasil. A decisão aconteceu, segundo o departamento de assinaturas da empresa, por “revisão estratégica do Grupo Abril”. A empresa publicava os quadrinhos do Mickey, Pato Donald e Tio Patinhas há 68 anos no país. De fato, o primeiro lançamento a trazer o logo da editora de Victor Civita foi a revista “Pato Donald”, em 12 de julho de 1950. E graças ao sucesso desta publicação, seguida pela revista do Zé Carioca e de outros personagens da Disney, a empresa conseguiu crescer, a ponto de ter até canais de TV. Mas isso é o passado. Hoje, a Abril é mais conhecida por fechar redações. Em carta enviada aos assinantes, a empresa informou que “os quadrinhos Disney não serão mais publicados por nós”. No início de maio, a editora suspendeu a publicação de coleções como “Biblioteca Don Rosa” e “Coleção Carl Barks”, que faziam parte de uma linha com quadrinhos históricos da Disney – um investimento recente. O que, de início foi anunciado como uma medida temporária, será agora permanente. Os últimos números dos quadrinhos Disney chegarão às bancas em julho. Depois disso, não se sabe qual destino terá o Pato Donald e seus amigos no país. Mas há quem aposte na Panini, que cresceu ao investir justamente em publicações dispensadas pela Abril, como as revistas da Marvel e da DC. .
Eddie Murphy vai estrelar biografia do astro de Dolemite, clássico da era blaxploitation
O ator Eddie Murphy vai estrelar sua primeira produção da Netflix. Ele será o protagonista de “Dolemite Is My Name”, biografia do comediante Rudy Ray Moore, astro do clássico da blaxploitation “Dolemite”. Moore trabalhava em uma loja de discos de Los Angeles nos anos 1970 quando começou a ouvir histórias obscenas de um cafetão e traficante chamado Dolemite. Ele decidiu transformar essas anedotas numa apresentação de stand-up, cujo sucesso o inspirou a gravar discos em que assumia o papel do personagem, contando histórias fantasiosas do anti-herói do gueto, repletas de palavrões, que viraram influência para diversos astros do rap. Os discos renderam o suficiente para Moore financiar seu próprio filme, lançando “Dolemite” em 1975. Cheio de defeitos de encenação, virou um fenômeno. Cultuadíssimo, o longa original ganhou mais três sequências e até hoje é referenciado. Confira o trailer abaixo para perceber porquê. O longa foi escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, dupla especializada em filmes biográficos, como “Grandes Olhos” e “Ed Wood”, ambos dirigidos por Tim Burton, e “O Povo Contra Larry Flint” e “O Mundo de Andy”, de Milos Forman. As filmagens começam em 12 de junho com direção de Craig Brewer (de “Ritmo de um Sonho” e do remake de “Footloose”). Vale lembrar que Murphy não filmava há dois anos. Seu último filme tinha sido a comédia “Mr. Church”, de 2016, que nem teve lançamento no Brasil. E o filme anterior a este, “As Mil Palavras”, era de 2012.
John Lasseter, cineasta de Toy Story, fundador da Pixar e diretor da Disney, é afastado após denúncias de assédio
Acusado de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho, o cineasta John Lasseter, diretor do departamento de animações da Disney e mente criativa por trás dos sucessos da Pixar, deixará definitivamente a empresa no fim de 2018. Até lá, ele manterá uma função simbólica de consultoria. A decisão foi anunciada na sexta (8/6), quase sete meses após Lasseter pedir licenciamento da direção da Disney, desculpando-se por seu comportamento. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. Ele próprio decidiu se afastar da companhia após chegar a seu conhecimento que a revista The Hollywood Reporter preparava uma reportagem sobre sua conduta. Na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram à publicação que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. O site Deadline também ouviu funcionários da Disney, que não quiseram se identificar, mas confirmaram que a empresa sabia sobre o comportamento de Lasseter e até designava “babás” para vigiá-los em reuniões com mulheres ou festas da companhia. Segundo a reportagem, Lasseter comparecia às festas escoltado por um segurança, cuja função era “prevenir” ações que poderiam ser vistas como inapropriadas. Uma das fontes citou casos de executivas que se demitiram após toques indesejados e uma obsessão doentia pelas atrizes que serviam de modelo para as animações da franquia Tinker Bell, nos filmes de fadas feito para o mercado de DVD. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, Lasseter disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluía o texto. Atualmente, a Pixar desenvolve o quarto capítulo da saga “Toy Story”, que seria dirigido por John Lasseter. Durante a produção, a atriz Rashida Jones, responsável pelo roteiro, anunciou seu desligamento do projeto, devido ao que chamou de “discriminação sexual” da empresa.
Eunice Gayson (1928 – 2018)
Morreu Eunice Gayson, atriz britânica que interpretou a primeira Bond Girl dos filmes da franquia 007. Ela tinha 90 anos e a causa da morte não foi divulgada. Eunice ficou famosa por dar vida à personagem Sylvia Trench não apenas no primeiro, mas nos dois filmes que inauguraram a franquia do famoso espião britânico: “007 Contra o Satânico Dr. No” (de 1962) e “Moscou contra 007” (de 1963). A morte foi divulgada pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli em um comunicado divulgado no perfil oficial da franquia no Twitter. “Estamos muito tristes de saber que Eunice Gayson, nossa primeira ‘Bond girl’, que interpretou Sylvia Trench em ‘Dr. No’ e ‘Moscou contra 007’, faleceu. Nossos sinceros sentimentos estão com toda a família”, disse o comunicado. A personagem da atriz não foi uma Bond Girl qualquer. Ela foi par romântico do espião britânico, na época vivido pelo ator Sean Connery. A atriz revelou, em 2012, em entrevista à BBC, que em sua estreia no papel o ator estava muito nervoso e quase não conseguiu falar a famosa frase “Bond. James Bond”, que acabou virando marca do personagem. Sylvia Trench não saiu dos romances originais de Ian Fleming. Ela foi inventada pelo roteirista Richard Maibaum e os produtores pretendiam que ela tivesse presença regular nos filmes, como uma piada recorrente em que Bond teria que voltar para casa antes de as coisas esquentarem com outras mulheres. A ideia foi descartada durante o desenvolvimento de “007 Contra Goldfinger” e a personagem nunca mais reapareceu. Uma curiosidade é que, apesar do papel proeminente, Eunice não pôde usar sua própria voz nos filmes. Na época, era comum que as Bond Girls tivessem suas falas dubladas pela artista Nikki van der Zyl. Além dos dois filmes de James Bond, a atriz também participou de outros trabalhos no cinema, como “A Vingança de Frankenstein” (de 1958), clássico de terror do estúdio Hammer, além de ter participado da série clássica “O Santo” (The Saint) nos anos 1960, atuando ao lado de outro 007, o ator Roger Moore, que substituiria Sean Connery no papel do espião no cinema.
Siberia: Keanu Reeves vai parar na Rússia em trailer de filme de ação
A Saban divulgou o trailer de “Siberia”, thriller estrelado por Keanu Reeves. Ele é um dos poucos atores conhecidos do elenco e este detalhe, aliado à falta de ação da prévia, sugere um thriller bastante monótono de baixo orçamento. Na trama, Reeves vive um comerciante americano que viaja para a Rússia para vender diamantes azuis raros de origem questionável. As coisas começam a dar errado e ele acaba em uma relação obsessiva com a proprietária de um café de uma pequena cidade siberiana, enquanto é caçado pela máfia russa. A direção é de Matthew Ross (“Frank & Lola”) e o elenco ainda inclui a romena Ana Ularu (série “Emerald City”), o russo Pasha D. Lychnikoff (série “Ray Donovan”), o inglês Eugene Lipinski (série “The Romeo Section”), o canadense Aleks Paunovic (série “Van Helsing”) e Molly Ringwald (série “Riverdale”). A estreia acontece em 13 de julho nos EUA, sem previsão para o Brasil.












