2ª temporada de Castlevania ganha trailer sanguinário
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Castlevania”, série animada baseada no antigo videogame homônimo. E a prévia é extremamente sanguinária, mostrando a vingança de Drácula contra a humanidade. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games clássicos da Konami do Japão, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele terá apoio do filho do vampiro, mas enfrentará um exército de criaturas das trevas sedentas. O elenco de vozes inclui Graham McTavish (trilogia “O Hobbit”) como Drácula, Richard Armitage (também da trilogia “O Hobbit”) como Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. A 2ª temporada de “Castlevania” estreia em 26 de outubro e a série já está renovada para seu terceiro ano.
Novo trailer legendado de Para Todos os Garotos que Já Amei segue ciclo de romances teens da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, a mais nova comédia romântica adolescente que continua o grande investimento da plataforma no gênero. Como o fenômeno “A Barraca do Beijo”, trata-se de outra historinha de garota tímida que reluta para se declarar ao crush – no caso, crushes – , até ser empurrada pelo destino, tropeçando pelo constrangimento até chegar ao final feliz inevitável do gênero. Mas, desta vez, a prévia é fofa o suficiente para superar o fato de tudo isso ser bem conhecido. A trama adapta o best-seller juvenil de Jenny Han e traz Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”) como a tímida apaixonada da vez. Sua personagem, Lara Jean Covey, tem a mania de escrever cartas para todos os garotos que ama. Ela nunca pensou em enviá-las, usando a escrita como forma de se consolar por sua falta de iniciativa. Até que, um dia, descobre que todas as cartas foram enviadas – e descobre isso da pior maneira possível, ao levar um fora de um dos endereçados. Semelhanças com “Awkward” à parte – na série da MTV, um blogue privado entrava online e revelava a paixonite da protagonista – , o filme também se diferencia por apostar na diversificação, com uma atriz asiática no papel principal. No livro, a personagem também tem descendência asiática. O elenco ainda destaca Noah Centineo (da série “The Fosters”), Israel Broussard (“A Morte Te Dá Parabéns”), Janel Parrish (série “Pretty Little Liars”), Anna Cathcart (série “Esquadrão Bizarro/Odd Squad”), Emilija Baranac (série “Riverdale”), Andrew Bachelor (“A Babá”), John Corbett (“Casamento Grego”), Madeleine Arthur (série “The Magicians”) e Trezzo Mahoro (série “Van Helsing”). O roteiro é de Sofia Alvarez (da série “Man Seeking Woman”), a direção de Susan Johnson (da comédia indie “Carrie Pilby”) e a estreia está marcada para 17 de agosto.
Trailer de documentário exalta a “má reputação” de Joan Jett
A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer de “Bad Reputation”, documentário sobre a carreira de Joan Jett. A prévia é amarrada em torno de uma entrevista com a cantora, ilustrada por vídeos clássicos dos anos 1970 e entremeada por comentários de roqueiros famosos, de influências como Iggy Pop à influenciados como Billy Joe Armstrong e Kathleen Hannah. Dirigido por Kevin Kerslake, sumidade dos clipes de rock dos anos 1990, o documentário acompanha a jornada de Jett desde a fundação da banda The Runaways até sua evolução como artista solo, quando transformou sua “Bad Reputation” num hit famoso. Parte desta história já inspirou um filme de ficção, “The Runaways – Garotas do Rock” (2010), em que Jett foi vivida por Kristen Stewart. Exibido no Festival de Sundance deste ano, “Bad Reputation” chega aos cinemas americanos em 28 de setembro e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Natalie Portman negocia dirigir e estrelar filme sobre irmãs gêmeas rivais
A atriz Natalie Portman está em negociações para dirigir e estrelar um filme em que teria papel duplo, interpretando duas irmãs gêmeas rivais. Baseado num caso real, o filme, ainda sem título, pretende contar a história das irmãs gêmeas Ann Ester e Pauline Friedman, conhecidas pelos apelidos de Eppie e Popo, que eram as melhores amigas, a ponto de marcarem seus casamentos no mesmo dia, até serem contratadas, ao mesmo tempo, para escrever colunas em jornais diferentes, dando conselhos aos leitores. Elas nasceram em 1918 e morreram há poucos anos – em 2002 e 2013, respectivamente – , carregando ressentimentos por toda a vida. O mais curioso é que as filhas das duas, Margo e Jeanne, assumiram as colunas de suas mães e, assim, continuaram a rivalidade fraternal. O filme tem roteiro de Katie Robbins (da série “The Affair”) e ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.
Peter Dinklage vai estrelar nova versão da fábula de Rumpelstiltskin
O ator Peter Dinklage vai estrelar “Rumpelstiltskin”, filme sobre o duende maligno das fábulas dos irmãos Grimm. A produção da Sony está sendo escrita por Patrick Ness, autor dos livros transformados nos filmes “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” e o vindouro “Mundo em Caos”, mas o diretor ainda não foi definido. No conto de fadas, o duende aparece para uma jovem que é mantida refém por um rei, que a considera capaz de transformar palha em ouro. Rumpelstiltskin realiza o feito milagroso para a moça, mas pede em troca que ela lhe entregue o primeiro filho que tiver. Mas quando a hora do nascimento se aproxima, ela se arrepende do trato. Entretanto, pode quebrar a promessa se adivinhar o nome do duende em três tentativas. “Rumpelstiltskin” já ganhou dezenas de adaptações no cinema, desde a era do cinema mudo, a maioria das vezes como filme infantil (“A Princesa e o Gnomo”, 1987), mas também como terror (“Distorcido no Inferno”, 1995). Versões recentes do personagem ainda puderam ser vistas na série “Once Upon a Time”, interpretada por Robert Carlyle (“Trainspotting”), e na animação “Shrek Para Sempre”, quarto capítulo da franquia animada. Curiosamente, o ator está em outro filme similar, passado na era medieval, intitulado “The Dwarf”, no qual também interpreta o anão maligno do título. Este filme tem direção de Brad Anderson (“Chamada de Emergência”). As duas produções ainda não têm previsão de estreia.
DJ Khaled volta a se juntar com Justin Bieber em clipe que faz comercial descarado de bebidas e roupas
O produtor DJ Khaled voltou a convocar o popstar Justin Bieber para uma nova parceira. Além dos dois, Quavo e Chance the Rapper também participam de “No Brainer”, revivendo o grupo responsável pelo maior sucesso da carreira de Khaled, “I’m The One”, lançado em 2017 – só faltou Lil Wayne. Mas em meio ao clima de ostentação, embalado numa trama meta com cenas de bastidores da gravação, o vídeo deixa a música de lado para se assumir um grande comercial de bebidas e roupas, em que as marcas são empurradas para o primeiro plano, em closes de doer os olhos. O descaramento é maior que em qualquer product placement dos filmes dos “Transformers” e até mesmo das novelas brasileiras. A direção do comercial é do próprio Khaled, como sugere a metavanglorização, em parceria com Colin Tilley, que fez clipes para Nicki Minaj (“Anaconda”), Fergie (“M.I.L.F.$”) e até para o próprio Bieber (“U Smile”). E, como sempre, traz DJ Khaled fazendo a contribuição mais importante para a gravação: dizer seu nome. A canção faz parte do disco “Father of Asahd”, que o produtor vai lançar em outubro. O título do álbum é outra referência a ele mesmo, já que o artista é o pai de Asahd Khaled, bebê que também faz uma breve aparição no vídeo, no colo do pai e de Justin Bieber. O dinheiro de tanto product placement vai ajudar a pagar o leitinho da criança. Khaled também lançou um comercial, desta vez assumido, em que discute com o menino os direitos autorais de sua participação no disco. Hilário, Asahd é na verdade dublado pelo comediante Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). O esquete é muito melhor que o clipe, ainda que tenha sido feito para vender produtos da Apple. Talvez a diferença de qualidade esteja diretamente relacionada aos produtos anunciados nos dois vídeos. Veja abaixo.
Drake inspira “beatlemania” em clipe gravado em Londres
Drake lançou o clipe de “Nonstop”, a faixa com o baixo mais insano do rap em muitos e muitos anos. Gravado em preto e branco durante a turnê inglesa de Drake, o vídeo abre com show ao vivo e inclui um passeio do rapper por Londres, no teto de um dos ônibus turísticos locais, provocando histeria e correria como na era da Beatlemania. O artista canadense vive mesmo o auge de sua carreira. Rapper mais bem-sucedido de 2018, seu recém-lançado álbum “Scorpion” quebrou o recorde de streamings do Spotify e virou platina no dia em que foi colocado à venda. Com o novo álbum, Drake superou realmente uma marca dos Beatles, ao acumular 7 faixas nas primeiras 10 posições do Hot 100 da Billboard, a principal parada de música dos Estados Unidos. O clipe em tom de documentário foi dirigido por Theo Skudra, fotógrafo que está registrando a atual turnê mundial de Drake. Ele já tinha dirigido o artista em “100”, clipe de 2015 do rapper The Game, que contava com participação do canadense. Sexto single de “Scorpion”, “Nonstop” ainda traz participações de Quavo e French Montana, e seu vídeo foi lançado com exclusividade na plataforma Apple Music.
Aretuza Lovi vira cigana em clipe superproduzido
Aretuza Lovi lançou o clipe de “Movimento”, canção gravada com participação da cantora Iza, com um visual cigano que lembra a novela “Explode Coração”, de 1995, entre tendas, varais e roupas típicas, com muita coreografia em cores vibrantes. A direção é de Felipe Sassi, que optou pelo ar livre e locação ensolarada de carnaval cigano. Tudo muito bonito, exótico e internacional. Uma fantasia superproduzida como os clipes qualquer-coisa do pop americano. Sem nenhuma relação com a realidade. Vale reparar que a música, apesar do título, é ainda mais alienada. Não faz alusão ao movimento LGBTQIA+, movimento dos sem-terra (tendo em vista o acampamento cenográfico) ou qualquer outro movimento social. O que Aretuza Lovi canta e decanta é o que se move da cintura para baixo. Este “Movimento” é apenas mais uma alusão à “Paradinha” e outros rebolados de funk. E assim como o clipe de sci-fi futurista de Ludmilla para “Jogo Sujo”, do mesmo diretor, o vídeo de “Movimento” não tem nada a ver com a letra da música. Mas seria realmente chato ver só gente rebolando nos clipes. Assim como é chato ouvir só isso nos funks. Disfarça-se com sci-fi e ciganos, mas o conteúdo é o mesmo, o mesmíssimo de 70 anos atrás, quando letras sobre a dança sensual negra originaram o termo rock’n’roll. Era escandaloso e culturalmente relevante na época. Mas faz tanto tempo que isso se banalizou que as crianças que imitavam as coreografias do É o Tchan hoje são adultas. O movimento precisa de mais letras que sacudam a humanidade da cintura para cima, alguma reflexão para o século 21 que não seja feita apenas com a bunda.
Ludmilla vira bombeira futurista no clipe “sci-fi” de Jogando Sujo
A cantora Ludmilla gravou um clipe sci-fi para a música “Jogando Sujo”. No vídeo, Ludmilla aparece como comandante de um grupo de bombeiras futuristas, na cidade de São Paulo do ano de 2073. Os efeitos visuais estão concentrados no começo e no fim do clipe, enquanto o recheio capricha nas coreografias típicas do gênero, que têm mais a ver com a letra, sobre a sensualização da dança funk. Ao final da história, o fogo que Ludmilla vai apagar é o calor causado por um modelo bonitão. Ou seja, menos “Fahrenheit 451” e mais C&C Music Factory. Roteiro e direção são de Felipe Sassi, que volta a trabalhar com Ludmilla após “Cheguei”. Por sinal, este é o segundo clipe superproduzido do diretor a chamar atenção nos últimos dias – veja o outro aqui. “Jogando Sujo” é o quarto single da antiga MC Beyoncé em 2018. Apesar disso, a cantora de “Din Din Din” não lança álbuns a dois anos. O último, “A Danada Sou Eu”, saiu em 2016.
Ator que viveu Mogli será vilão na nova versão de Mulan
O ator havaiano Jason Scott Lee, que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee” (1993) e Mogli no filme com bichos reais “O Livro da Selva” (1994), entrou no elenco da versão live-action de “Mulan”, da Disney. O ator, que já está com 51 anos, vai interpretar Bori Khan, um vilão criado para o filme, que buscará vingar a morte de seu pai. Ele se junta à atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, no time de antagonistas do filme. Já Mulan será interpretada pela atriz Liu Yifei (“O Reino Proibido”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. Donnie Yen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai interpretar seu mentor, Jet Li (“Os Mercenários”) será o Imperador e o novato Yoson An dará vida ao interesse romântico dessa nova versão – Shang no desenho e Chen na nova versão. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A direção é da neozelandesa Niki Caro (de “Encantadora de Baleias” e da série “Anne”). A estreia está marcada para março de 2020.
Atriz de Psych entra na nova temporada de Máquina Mortífera
A atriz Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”) entrou no elenco da 3ª temporada de “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. Ela vai viver a ex-namorada do novo protagonista, interpretado pelo Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”). Chamada de Natalie Flynn, a personagem é uma médica cirurgiã de emergência com experiência em zonas de conflito. Ela conheceu Wesley Cole, papel de Scott, durante uma guerra e os dois tiveram um breve romance, que resultou em gravidez. A explicação narrativa para a entrada do personagem de Scott na trama é sua mudança para Los Angeles para ficar mais perto do filho. Assim, o ex-militar torna-se o novo parceiro de Roger Murtaugh, papel de Damon Wayans. Wesley Cole é uma criação exclusiva da série, que nunca apareceu nos filmes. Ele foi concebido para ocupar o espaço deixando pela saída de Martin Riggs da trama. O personagem original, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, precisou ser eliminado da série por conta da demissão de Clayne Crawford no final da 2ª temporada, após ser acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” no set de gravações, com ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damon Wayans. Com a entrada de Scott e Lawson, a série se afastará de vez da premissa cinematográfica, provavelmente enveredando mais para o humor, tendo em vista que os novos protagonistas são atores de comédia como Wayans.
Mais um YouTuber brasileiro revolta a internet com “piada”, ao se revelar estuprador
Mais uma semana, mais um polêmica com youtuber. O novo escândalo envolve Everson Zóio, que tem quase 10 milhões de inscritos no seu canal e está sendo acusado de estupro nas redes sociais. Internautas resgataram um vídeo de 2017 em que o jovem, com palavras misóginas e machistas, conta como estuprou a namorada, enquanto ela dormia, depois que a jovem disse “não” para sexo. O Youtuber de 26 anos, cujo nome real é Everson Henrique de Oliveira, aparece no vídeo acompanhado por amigos, que morrem de rir com o relato, contado como piada. “Coloquei a mão na calcinha e está suave hoje, está tranquilo. E se estivesse menstruada a gente ia pelo caminho de terra. Ela falou que não ia rolar, que estava cansada. Eu falei beleza, não vou te forçar porque não sou estuprador, mas mesmo assim suave. Ela estava de pijaminha bem fino, fui abaixando, devagarzinho, sem querer acordar ela e consegui tirar”, diz, quase sem conter a risada e com gargalhadas dos amigos ao fundo. Ele continua: “Coloquei pro lado, foi entrando, mano. Primeiro, eu coloquei só a cabecinha e fiquei amortecendo. O grandão já bateu na porta e ficou lá. Vamos ver se ela acorda ou não. Foi só um teste. Só que eu fui empurrando, empurrando e ela não acordava. Fiquei dando umas cutucadas e ela acordou e falou: o que que é isso? Eu fiquei sem graça e depois resolvi dormir. Era só pra ser uma brincadeirinha, sem ela ver”. Com a repercussão do caso nas redes sociais, o nome do youtuber chegou aos Trending Topics do Twitter. Desde então, ele retirou o vídeo do ar, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto. Esta é a quarta polêmica consecutiva de um YouTuber brasileiro, baseada em pronunciamentos espontâneos de baixíssimo nível, o que já configura tendência, deixando evidente o problema da ascensão dos chamados “influencers” digitais. A palavrinha modinha, estabelecida pelo mercado publicitário, tornou-se maligna após anunciantes retirarem seus apoios de alguns canais envolvidos em controvérsias. Coube aos próprios internautas apontarem a alienação, a misoginia e o racismo vendido como piadas pela geração de “novos humoristas” do YouTube. Além deste caso, Júlio Cocielo, Cauê Moura e Jacaré Banguela também enfrentaram a ira das redes sociais. Os dois primeiros perderam patrocínios por piadas ofensivas. O terceiro teve sua participação cortada num programa do Comedy Central. “Eu tenho medo do futuro das crianças que tão crescendo assistindo esse tipo de gente”, escreveu um usuário do Twitter.
Atriz de Jurassic World será mãe de Elton John em cinebiografia
A atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vai interpretar a mãe do músico Elton John na cinebiografia “Rocketman”. Ela se junta no elenco a Taron Egerton (“Kingsman”), que vive o cantor em sua juventude, Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, seu fiel parceiro de composição, e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. O cantor teve uma relação complicada com a mãe, Sheila, que morreu em dezembro de 2017. Os dois estiveram brigados desde 2008, após uma mudança na equipe de empresários causar tensão entre eles, mas retomaram contato alguns meses antes da morte dela, aos 90 anos de idade. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (“Voando Alto”), e irá acompanhar Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento do sétimo disco de estúdio, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.












