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5 de novembro de 2026
  • Música

    Jeff Goldblum revela vídeo de bastidores de seu primeiro disco de jazz

    8 de setembro de 2018 /

    A gravadora Decca divulgou um vídeo da gravação do primeiro disco do ator Jeff Goldblum (“Jurassic World: Reino Ameaçado”). Repleto de revelações de bastidores, o vídeo destaca o talento de Goldlum como pianista de jazz, que ele cultiva desde a adolescência, mas que foi preterido diante de sua carreira de ator. Também conta a história de sua banda Mildred Snitzer Orchestra e revela detalhes da gravação ao vivo do disco, com participações especiais da comediante Sarah Silverman, das cantoras Imelda May e Haley Reinhart, e do músico Till Brönner. Composto por standards de jazz, o álbum de Jeff Goldblum & The Mildred Snitzer Orchestra vai se chamar “The Capitol Studios Sessions”, batizado com o nome da gravadora Capitol, de Los Angeles, onde um cenário de clube de jazz foi improvisado para realizar o show. O lançamento está marcado para 9 de novembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Assassination Nation: Filme mais comentado do Festival de Sundance ganha trailer ultraviolento

    8 de setembro de 2018 /

    A Neon divulgou a produção indie “Assassination Nation”, um dos filmes mais comentados do Festival de Sundance 2018. A prévia é num explosão de violência estilizada, que chega a ser quase fashion – e que o New York Times rotulou como um cruzamento de “Atração Mortal” (Heathers) com “Uma Noite de Crime” (Purge). Esta, por sinal, é uma das frases de efeito jogadas no vídeo, todas contendo elogios rasgados, decepados e sangrentos. Segundo longa escrito e dirigido por Sam Levinson, “Assassination Nation” é um suspense de humor negro, que mostra como a pacata cidade de Salém mergulha no caos, após um provocador anônimo começar a publicar detalhes da vida digital privada de todos os moradores nas redes sociais. Quando uma adolescente da escola é incriminada, toda a cidade parte para linchá-la e às suas amigas, levando-as a se armar para a guerra. O primeiro filme de Levinson, “Bastidores de um Casamento”, foi premiado como o Melhor Roteiro do Festival de Sundance em 2011. Depois disso, ele assinou o roteiro de “O Mago das Mentiras” (2017), telefilme da HBO estrelado por Robert De Niro. O elenco é encabeçado por Odessa Young (série “High Life”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Hari Nef (série “Transparent”) e a estreante Abra, e repleto de jovens atores, como Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Bella Thorne (série “Famous in Love”), Cody Christian (série “Teen Wolf”), Danny Ramirez (série “The Gifted”) e Maude Apatow (a filha do diretor Judd Apatow e da atriz Leslie Mann, vista na série “Girls”). Para completar, ainda há adultos como Colman Domingo (série “Fear the Walking Dead”), Joel McHale (série “Community”), Anika Noni Rose (série “Power”) e Susan Misner (série “The Americans”). “Assassination Nation” chega aos cinemas americanos em 21 de setembro e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Fotos flagram refilmagens de Vingadores 4 com Chris Evans, Scarlett Johansson e Paul Rudd

    8 de setembro de 2018 /

    As refilmagens de “Vingadores 4” já estão acontecendo, conforme revelam fotos de paparazzi, que flagraram gravações de Chris Evans (Capitão América), Scarlett Johansson (Viúva Negra) e Paul Rudd (Homem-Formiga), além dos irmãos Russo, que dirigem a produção, nas ruas de Atlanta. Esse período de refilmagens já estava previsto desde o início do ano e, em março, Chris Evans confirmou ao jornal The New York Times que ele marcaria sua despedida da Marvel. “É melhor sair do trem antes que te empurrem”, ele disse, resumindo a situação. O contrato do ator ia até “Vingadores: Guerra Infinita”, mas ele aceitou estendê-lo para levar Steve Rogers/Capitão América até a conclusão de sua trajetória cinematográfica num quarto filme dos Vingadores, até hoje sem título oficial. Por conta disso, muitos suspeitam que o herói será uma das vítimas dos roteiristas, que prometeram grandes perdas ao final dos dois lançamentos. Vale lembrar que, nos quadrinhos, Capitão América foi “assassinado” após os eventos de “Guerra Civil”, levando seu amigo Bucky Barnes a assumir o escudo do herói por um certo período. De todo modo, “Vingadores 4” vai levar aos cinemas o costume da Marvel de reviver personagens mortos como se fosse algo banal, já que o longa trará de volta a maioria dos personagens eliminados por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”. A estreia está prevista para 2 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    James McAvoy indica que começou a refilmar cenas de X-Men: Fênix Negra

    8 de setembro de 2018 /

    O ator James McAvoy postou uma imagem em seu Instagram em que volta a aparecer careca, e brincou se ele estaria de volta ao papel do Professor Charles Xavier ou como Kevin Wendell Crumb, de “Fragmentado”. Ele retomará os dois personagens em breve, mas a produção de “Vidro” (Glass), a continuação de “Fragmentado”, já foi concluída, enquanto “X-Men: Fênix Negra” iniciou seu período de refilmagens nessa semana. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Visualizar esta foto no Instagram. “Look who’s back…” Kevin or Charles? #kevinorcharles Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 6 de Set, 2018 às 7:44 PDT

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  • Série

    Série clássica Party of Five tem piloto de remake encomendado

    8 de setembro de 2018 /

    O canal pago Freeform encomendou o piloto do remake de “Party of Five”, série dramática clássica dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A trama original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos seriam latinos e seus pais foram deportados pela política intolerante do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. Os criadores da série original, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. Ele precisa ser aprovado para o projeto virar série.

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  • Série

    Série derivada de High School Musical ganha primeiros detalhes

    8 de setembro de 2018 /

    Surgiram os primeiros detalhes da série derivada da franquia “High School Musical”. A Disney deu início ao processo de casting (definição de elenco) do projeto e revelou a premissa, que traz uma abordagem bem diferente dos três filmes estrelados por Zack Effron, ao mesmo tempo em que reaproveita o material original. A série será uma espécie de falso documentário, que mostrará os bastidores de um musical colegial inspirado em “High School Musical”. Por isso, além de mostrar os dramas dos novos protagonistas, cada capítulo também trará uma nova versão das canções conhecidas dos filmes, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas na trama, que terá ao todo 10 episódios. Ainda sem título oficial, o derivado de “High School Musical” é uma das atrações exclusivas que estão sendo desenvolvidas para o serviço de streaming da Disney, que também incluirá séries inéditas da Marvel, “Star Wars” e Pixar. Ainda não há previsão para o lançamento da plataforma,

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  • Filme

    Mick Jagger vai estrelar suspense do diretor italiano da série Suburra

    8 de setembro de 2018 /

    Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, vai voltar a atuar no cinema. Ele entrou no elenco do suspense “The Burnt Orange Heresy”. O astro britânico vai se juntar a um elenco eclético, composto pelo dinamarquês Claes Bang (“The Square”), a francesa Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) e o americano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), que serão dirigidos por um italiano, Giuseppe Capotondi, responsável pelo suspense “A Hora Dupla” (2009) e a elogiada série “Suburra” na Netflix, em seu primeiro filme falado em inglês. Descrito como um suspense no estilo noir, o filme tem como base o livro de Charles Willeford, que conta como o crítico de arte James (Bang) se apaixona por uma mulher chamada Berenice (Debicki). Mas quando viajam para negociar com o colecionador de arte (Jagger), este lhes faz uma proposta criminosa: roubar uma nova obra-prima para sua coleção. O roteiro é de Scott B. Smith (“Siberia”) e as filmagens começam ainda este mês, sem previsão de estreia. O cantor dos Stones não tinha um papel com falas no cinema desde “Confissões de um Sedutor” (2001), mas na juventude chegou a ensaiar uma carreira de ator aparecendo como protagonista nos clássicos “A Forca Será Tua Recompensa” (1970) e “Performance” (1970), antes de começar a fazer bombas como “Running Out of Luck”, trash com travestis no Rio, e a sci-fi B “Freejack: Os Imortais” (1992).

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  • Filme

    Fabricante das bonecas Barbie e He-Man lança divisão de cinema

    8 de setembro de 2018 /

    A famosa empresa de brinquedos Mattel anunciou o lançamento de uma divisão de filmes, a Mattel Films, para explorar seus produtos populares no cinema. Entre os produtos da empresa estão Barbie, Hot Wheels e He-Man. A nova companhia será presidida por Robbie Brenner, produtora de filmes como “Clube de Compras Dallas” (2013) e “Rota de Fuga” (2013), que vai se reportar ao presidente da Mattel, Ynon Kreiz. “A Mattel é dona de um dos maiores portfólios de franquias do mundo, e a criação da Mattel Films nos permitirá aumentar nosso valor de mercado”, afirmou Kreiz em comunicado. A iniciativa foi estimulada pelo sucesso de filmes baseados em outros fabricantes de brinquedos que foram para o cinema, como Hasbro e Lego. Por enquanto, nenhum projeto foi anunciado pela Mattel Films, mas filmes sobre seus três principais brinquedos, listados acima, chegaram a entrar em pré-produção em tempos recentes, sem, contudo, sair do papel.

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  • Filme

    Trailer de Anna and the Apocalypse apresenta comédia musical adolescente com zumbis

    8 de setembro de 2018 /

    A Orion Pictures divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Anna and the Apocalypse”. A prévia sugere que o filme poderia se chamar “Zombie High School Musical”, já que é uma comédia musical em que adolescentes usam seus uniformes do Ensino Médio para cantar, dançar e matar zumbis, após uma epidemia de mortos-vivos infectar o mundo – e “oh-no”, até Justin Bieber. Mas esta não é a primeira comédia musical adolescente com zumbis. O Disney Channel produziu o primeiro híbrido do gênero em “Zombies”, no começo do ano. A diferença é que aquele mostrava como era legal namorar zumbi. Ou algo assim. Enquanto “Anna and the Apocalypse” está mais para o episódio musical de “Buffy”. O filme é estrelado por Ella Hunt (“Sob o Domínio dos Robôs”) no papel-título e um monte de atores obscuros, e tem direção de John McPhail (“Where Do We Go From Here?”), nome verdadeiro, não um trocadilho com “McFalha”. A estreia está marcada para 30 de novembro nos EUA e não há previsão no lançamento no Brasil.

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  • Série

    Novo teaser revela data de estreia da 11ª temporada de Doctor Who

    8 de setembro de 2018 /

    A rede BBC divulgou um novo teaser da 11ª temporada de “Doctor Who”, a primeira estrelada por Jodie Whittaker e produzida por Chris Chibnall (ambos de “Broadchurch”). O vídeo revela a data da estreia dos novos episódios, que chegarão ao Reino Unido e aos Estados Unidos em 8 de outubro. Além da primeira versão feminina de Doctor Who, a nova fase terá quatro coadjuvantes que acompanharão a protagonista em suas aventuras: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O capítulo de estreia se chamará “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada contará com dez episódios e será exibida no Brasil pela plataforma Crackle, da Sony.

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  • Filme

    Filme da Netflix vence Festival de Veneza e o mundo cinematográfico nunca mais será o mesmo

    8 de setembro de 2018 /

    E agora? A cerimônia de premiação do Festival de Veneza 2018, realizada nesta sábado (8/9), consagrou a Netflix, com o Leão de Ouro conquistado por “Roma”, um dos três filmes da plataforma que disputava a competição e um dos mais aplaudidos do evento. Filmado em preto e branco e falado em espanhol, “Roma” retrata as memórias da infância do diretor Alfonso Cuarón, na Cidade do México no começo dos anos 1970, pela ótica da empregada doméstica Cleo. Durante a première, Cuarón, que já tem o Oscar de Melhor Diretor no currículo por “Gravidade”, comentou que “Roma” jamais seria feito sem o apoio da Netflix, por se tratar de um filme em preto e branco. Subentende-se que, além do pouco interesse de outros estúdios, nenhuma distribuidora de cinema consideraria apoiar seu lançamento, pela pouca viabilidade comercial da produção. Mas a Confederação Internacional dos Cinemas de Arte e Experimentais (CICAE) lançou um manifesto pedindo para Veneza voltar atrás e retirar os filmes da Netflix da competição. A entidade conclamava que os festivais de cinema deveriam ser reservados para longas que terão distribuição em salas apropriadas ao redor do mundo. A nota citou como exemplo positivo o Festival de Cannes, da França, que barrou os longas da Netflix. Só que esta decisão custou caro ao festival francês, que reuniu uma das seleções mais fracas de sua existência, e fortaleceu Veneza, que trouxe obras-primas produzidas pela Netflix, entre elas a versão restaurada e finalizada de “O Outro Lado do Vento”, último filme de Orson Welles, que morreu antes de completá-lo. Produtora que mais lança filmes no mundo na atualidade, a Netflix também assinou o longa que abriu o Festival de Toronto nesta semana, “Outlaw King”, de título mal-traduzido como seu antônimo no Brasil, “Legítimo Rei”. “Roma” também marcou o segundo ano seguido em que o Leão de Ouro de Veneza foi para uma obra de cineasta mexicano. Em 2017, o prêmio ficou com “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, que acabou depois vencendo o Oscar. Del Toro presidiu o júri deste ano. A consagração do prêmio principal chama atenção. Mas não foi a única vitória da Netflix em Veneza. Outra produção da plataforma conquistou um prêmio importante. Os irmãos Joel e Ethan Coen conquistaram o troféu de Melhor Roteiro pelo western “The Ballad of Buster Scruggs”. Ambos os filmes devem ganhar exibição limitada em cinemas nos Estados Unidos para se qualificar para a disputa do Oscar. “Roma” está fora da briga pelo Oscar de Melhor Filme por ser falado em espanhol, mas deve despontar em várias outras categorias, inclusive Melhor Direção. Por outro lado, a conquista em Veneza deve mobilizar ainda mais as entidades de proprietários de cinema para impedir maiores reconhecimentos a filmes da plataforma. Trata-se de um feudo histórico que a empresa de tecnologia de streaming tenta invadir. E deter sua invasão é encarada como uma luta até a morte, a morte do circuito cinematográfico tradicional. A vitória em Veneza dá mais armas para a Netflix, confirmando que seus lançamentos podem, sim, ter qualidade artística. Ao mesmo tempo, o reconhecimento de “Roma” deve acirrar ainda mais a discussão sobre o que é cinema. E nisto vale lembrar que a projeção cinematográfica é hoje completamente digitalizada e feita em telas de multiplexes cada vez menores. Afinal, quem defende as salas de cinema jamais se importou à mínima com a preservação do filme em si – a película. Hoje em dia, produções feitas para o streaming ou para serem projetados numa tela são exatamente iguais, rodadas pelas mesmas câmeras digitais e finalizadas pelo mesmo processo de pós-produção. E nenhuma delas são filmes no sentido estrito da palavra. A conquista de “Roma” dá início a uma discussão que pode conduzir à queda de um império. Sobre os demais prêmios, vale destacar que “The Nightingale”, o único filme dirigido por mulher na competição, venceu dois troféus após a australiana Jennifer Kent ser chamada de prostituta por um crítico italiano. Levou o Prêmio Especial do Júri e o de Melhor Ator ou Atriz Novo, vencido pelo aborígene Baykali Ganambarr. “The Favourite”, do grego Yorgos Lanthimos, também conquistou dois troféus: o Grande Prêmio do Júri, também conhecido como Leão de Prata, destinado ao segundo melhor longa do festival, e Melhor Atriz para Olivia Colman (que estrelará a 3ª temporada de “The Crown” na… Netlix). O prêmio de Melhor Ator ficou com Willem Dafoe, por sua interpretação do pintor Van Gogh na cinebiografia “At Eternity’s Gate”, e o de Melhor Direção para o francês Jacques Audiard por seu primeiro filme falado em inglês, o western “The Sisters Brothers”. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Melhor Filme (Leão de Ouro) “Roma”, de Alfonso Cuarón Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) “The Favourite”, de Yorgos Lanthimos Prêmio Especial do Júri “The Nightingale”, de Jennifer Kent Melhor Diretor Jacques Audiard (“The Sisters Brothers”) Melhor Atriz Olivia Colman (“The Favourite”) Melhor Ator Willem Dafoe (“At Eternity’s Gate”) Melhor Roteiro Joel & Ethan Coen (“The Ballad Of Buster Scruggs”) Melhor Ator ou Atriz Novo Baykali Ganambarr (“The Nightingale”)

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  • Série

    Patricia Arquette e Joey King serão mãe e filha que querem se matar em série sobre crime real

    8 de setembro de 2018 /

    As atrizes Patricia Arquette (“Boyhood”) e Joey King (“A Barraca do Beijo”) serão mãe e filha que planejam matar uma a outra, numa nova série sobre crimes reais e com estrutura de antologia, que está sendo produzida para o serviço de streaming Hulu. Intitulada “The Act”, a série é uma criação de Nick Antosca, criador da antologia de terror “Channel Zero”, e a 1ª temporada será baseada em um artigo do Buzzfeed que viralizou com a manchete “Dee Dee queria que sua filha ficasse doente, Gypsy queria que sua mãe fosse assassinada”. A trama acompanhará a jovem Gypsy Blanchard (King), que luta para escapar do relacionamento tóxico que tem com sua mãe superprotetora, Dee Dee (Arquette). Sua busca pela independência abre uma caixa de segredos que não poderá ser mais fechada e que acabará levando ao assassinato. A HBO chegou a produzir um documentário sobre esta história no ano passado, “Mamãe Morta e Querida” (2017), que mostra as verdadeiras personagens, fisicamente diferentes de suas intérpretes. “The Act” vai se juntar a “American Crime Story” e “Law & Order: True Crime” na onda de séries de antologia sobre crimes reais que entrou em voga nos Estados Unidos. Até o Brasil terá sua própria versão do gênero, na vindoura “Assédio”, da Globo. A direção de “The Act” será assinada pela atriz francesa Laure de Clermont-Tonnerre (“As Múmias do Faraó”), que vai lançar “Mustang”, seu primeiro longa como diretora, ainda este ano. “The Act” não tem previsão de estreia.

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  • Filme,  Música

    Bradley Cooper e Lady Gaga cantam em prévias dramáticas de Nasce uma Estrela

    8 de setembro de 2018 /

    A Warner divulgou quatro vídeos e um novo pôster do remake de “Nasce uma Estrela”. As prévias destacam o clima dramático da história, com Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e Lady Gaga (série “American Horror Story”), que aparece quase irreconhecível sem maquiagem. Ambos também cantam nos vídeos, quando ele demonstra um novo talento e ela outro, como atriz. Na trama, Cooper vive um cantor que mergulha no alcoolismo, conforme sua carreira entra em decadência. Mas antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que pretende lançar ao estrelato. E logo o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música, após justamente a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E na direção está o próprio Bradley Cooper, estreando na função. Uma estreia, por sinal, muito elogiada durante a première mundial do filme no Festival de Veneza 2018. O lançamento está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.

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