Documentário sobre Quincy Jones ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer e pôster do documentário “Quincy”, sobre o jazzista Quincy Jones, dirigido por sua filha, a atriz Rashida Jones (“Angie Tribeca”) em parceria com Alan Hicks (“Keep on Keepin’ On”). Por meio de imagens raras, registros do arquivo pessoal da família e cenas de aparições televisivas históricas, o filme retrata a longa carreira do músico e produtor, que trabalhou com Frank Sinatra, Ray Charles, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Michael Jackson, Miles Davis e Will Smith, além de ter revelado Oprah Winfrey. Não por acaso, o vídeo é repleto de celebridades, que incluem ainda Tony Bennett, Paul McCartney, Dr. Dre e Lady Gaga. Exibido no Festival de Toronto de 2018, o documentário estreia em 21 de setembro em streaming
Miguel Falabella desenvolve série inspirada em tuítes que viralizaram
Uma história contada por meio de tuítes vai virar série da Globo. O futuro programa “Eu, Minha avó e a Boi”, desenvolvido por Miguel Falabella (“Sai de Baixo”), teve sua origem em uma série de publicações na rede social, que viralizaram no ano passado. Tudo começou em julho de 2017, quando o usuário Eduardo Hanzo postou uma “thread” (sequência de tuítes) contando a saga de rivalidade que durou décadas entre a sua avó e uma vizinha — a tal “Boi” do título. São dezenas de postagens contando a história surreal da rixa com requintes de crueldade, que vão desde roubo de namorados e morte de animais de estimação a até envenenamento de plantas. Na segunda, ele postou que a história ia virar série da Globo. E nesta terça (11/9) a produção foi confirmada pelos envolvidos. Veja abaixo. Quem tornou isso possível foi a escritora de novelas Glória Perez (“Salve Jorge”), mas roteiro ficará a cargo de Miguel Falabella. Por enquanto, não há qualquer informação a respeito de elenco, formato ou data de estreia. ow gente, lembra de isso aqui? e se eu chegar agora e dizer pra vocês que vai virar um seriado, na globo, escrito pelo miguel falabella? obrigado @gloriafperez, @FalabellaReal! https://t.co/D9ao56my0Z — edu (@EduardoHanzo) 10 de setembro de 2018 Estão com saudade da Vó e da Boi? Adivinhem!!! ? @EduardoHanzo @FalabellaReal pic.twitter.com/IQBHL42l2t — Gloria Perez (@gloriafperez) 10 de setembro de 2018 Vem aí Eu, minha avó e a Boi, baseado na história original de @EduardoHanzo — Miguel Falabella (@FalabellaReal) 11 de setembro de 2018
Showrunner de The Witcher sai do Twitter após ataques por mudança de etnia da protagonista feminina
A showrunner responsável pela adaptação de “The Witcher” para a Netflix, Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), anunciou sua saída do Twitter pouco tempo depois do vazamento da descrição da intérprete de Ciri na série. Ela foi atacada por mudar a etnia da protagonista feminina. “Esta na hora de um hiato do Twitter. O amor aqui é incrível, e o ódio é esclarecedor, como um Trial of Grasses [referência ao jogo], mas eu preciso ler menos e escrever mais, ou não vamos ter um episódio final. Volto logo com mais informações. Sejam legais uns com os outros, okay?”, ela postou. Hissrich foi atacada quando veio à nota uma chamada para o teste de elenco que vai definir a intérprete de Ciri. Na descrição, a produção convocava atrizes “de 16 ou 15 anos, negras, asiáticas ou de minorias étnicas, que possam interpretar uma personagem de 13 ou 14 anos. Não pode ter mais de 18 anos”. Usuários do Twitter mostraram descontentamento e resgataram tuítes antigos, publicados em maio, onde a showrunner dizia que não alteraria etnias dos personagens originais. Nos livros do escritor Andrzej Sapkowski e no jogo de “The Witcher”, Ciri é de raça branca. Em poucos horas, um abaixo assinado que pedia respeito à obra original reuniu 35 mil assinaturas. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. A atriz de Ciri ainda não foi anunciada. O único ator confirmado na produção até o momento é Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) no papel de Geralt de Rivia. Ainda não há previsão para o lançamento da série.
Halle Berry vai virar lutadora de MMA em sua estreia como diretora de cinema
Halle Berry prepara sua estreia como diretora. Ela vai estrelar e dirigir o drama “Bruised”, em que interpretará uma lutadora de MMA. Na trama, Berry dará vida a Jackie “Justice”, uma lutadora fracassada que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do seu esporte. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto será produzido pela Thunder Road Pictures, empresa com quem a atriz trabalhou recentemente, no ainda inédito “John Wick 3”. Berry contará com apoio da equipe de dublês da franquia “John Wick” para coreografar as lutas e também para entrar em forma para o papel. Embora nunca tenha dirigido antes, ela trabalha como produtora de seus filmes há vários anos, desde o telefilme “Dorothy Dandridge – O Brilho de uma Estrela”, em 1999. A filmagem de “Bruised” deve começar em março do ano que vem, e ainda não tem previsão de estreia. Mas a aparição da atriz com Keanu Reeves em “John Wick 3: Parabellum” chega aos cinemas em maio de 2019.
Steven Soderbergh vai dirigir seu primeiro filme para a Netflix
O cineasta Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) acertou a sua primeira colaboração com a Netflix. Ele vai dirigir e produzir um drama sobre basquete chamado “High Flying Bird” com exclusividade para a plataforma. O título é o mesmo de uma música folk dos anos 1960, mas a trama se passa nos dias atuais e segue um prestigiado agente de atletas (André Holland, de “Moonlight”) durante uma greve geral da NBA, quando ele propõe um negócio arriscado para um de seus clientes, um jovem com futuro no esporte (Melvin Gregg, de “UnREAL”). O elenco ainda inclui Zachary Quinto (“Star Trek”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Bill Duke (“O Predador”) e Sonja John (“The Chi”). O roteiro é de Tarell Alvin McCraney, vencedor do Oscar por “Moonlight: Sob a Luz do Luar”. “Tivemos muitas propostas de distribuição para ‘High Flying Bird'”, admitiu Soderbergh em comunicado oficial. “No entanto, fechar esse negócio com a Netflix pareceu a oportunidade ideal para começar o meu relacionamento com eles”. O filme ainda não tem data de estreia definida.
Amazon divulga foto dos protagonistas da série sobre Maradona
A Amazon divulgou a primeira foto da série sobre o astro do futebol argentino Diego Armando Maradona. A imagem reúne os três atores que serão responsáveis por interpretá-lo em diferentes fases de sua vida: Nazareno Casero (“Estamos Juntos”), Juan Palomino (“Magnifica 70”) e Nicolas Goldschmidt (“Supermax”). A série também escalou as atrizes Julieta Cardinali (“En Terapia”) e Laura Esquivel (“Patito Feo”) no papel de Claudia Villafañe, com quem Maradona se casou em 1989 e acabou se divorciando mais de uma década depois. Gravada em locações na Argentina, Uruguai, Espanha, Itália e México, “Maradona” vai acompanhar o jogador da juventude até a fase atual e ainda não tem previsão de estreia. Segundo Brad Beale, vice-presidente de aquisição de conteúdos para televisão da Amazon Prime Vídeo, “a série mostrará um lado sem precedentes de Diego, não só como um campeão, mas como homem”. Não há informações a respeito de roteiristas e diretores do projeto, que foi encomendado junto à produtora BTF Media, sediada em Miami e fundada pelos mexicanos Francisco Cordero e Ricardo Coeto, cujo portfólio inclui séries para a rede Telemundo.
Sally Field revela abuso do padrasto, que era o Tarzan dos anos 1960
Em sua nova autobiografia, intitulada “In Pieces”, a atriz Sally Field (“O Espetacular Homem-Aranha”) revela que sofreu abuso sexual durante a infância nas mãos do padrasto, o ator e dublê Jock Mahoney, famoso por interpretar o Tarzan nos anos 1960. A mãe da atriz, Margaret Field, se separou de Mahoney em 1968, quando a filha tinha 22 anos. O ator morreu em 1989. Em entrevista ao The New York Times sobre o livro, Field disse só falado sobre o abuso com sua mãe recentemente, em 2012. “Ele me chamava para o quarto dele até os meus 14 anos. Eu me sentia como uma criança, sem esperança de reagir, mas também como uma adulta. Poderosa. Eu sabia que isso [sexo] era poder”, relembra a atriz. “Eu queria ser apenas uma criança, mas ele não deixou”. Outros trechos do livro citam outros casos de abuso sofrido ao longo da carreira da atriz, que era deslumbrante na juventude. Num trecho, por exemplo, a atriz conta que fumou haxixe com o cantor Jimmy Webb, ficou inconsciente e acordou horas mais tarde enquanto ele tentava estuprá-la. Sobre o caso, a atriz ainda tentou relevar, dizendo que ele “não teve intenção maliciosa”. “Nós dois simplesmente estávamos drogados demais”, comentou. Webb nega a acusação. Já em 1976, Field participou dos testes de elenco para o filme “O Guarda-Costas”, em que o diretor Bob Rafaelson disse que “não poderia contratar uma atriz que não beijasse bem”. Field cedeu aos avanços do diretor e ganhou o papel. Rafaelson também nega que isso tenha acontecido. Field, que completa 72 anos no próximo dia 6 de novembro, alcançou o estrelato aos 16 anos de idade, ao estrelar a série “Gidget” em 1965. Fez ainda mais sucesso como a personagem-título de “A Noviça Voadora”, entre 1967 e 1970, e se tornou uma estrela de cinema ao pegar carona com Burt Reynolds em “Agarra-me se Puderes” (1977). Os dois chegaram a namorar e fizeram vários filmes juntos, antes dela atingir outro patamar, vencendo dois Oscars por “Norma Rae” (1979) e “Um Lugar no Coração” (1984). Ela também foi indicada ao Oscar por “Lincoln” (2012), virou a Tia May em dois filmes do Homem-Aranha e poderá ser vista a seguir na série “Maniac”, que estreia em 21 de setembro na Netflix.
Tá rolando? Ashley Benson comenta foto de Cara Delevingne: “minha”
A atriz Ashley Benson (a Hanna de “Pretty Little Liars”) teria confirmado o namoro com Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), após as duas serem flagradas juntas em diversas oportunidades, inclusive de mãos dadas. A “dica” teria sido dada no comentário de uma foto da modelo-atriz britânica no Instagram. Ao elogiar o visual da amiguinha, Ashley escreveu “Mine” (“minha”, em tradução literal) e acrescentou “Eu posso ver o seu” com emojis de sushi ao lado. O que parece um comentário bem ingênuo, na verdade representa um conhecimento íntimo da anatomia da outra. Emojis de sushi significam “vagina depilada”. As duas teriam se tornado mais próximas durante as filmagens do drama indie “Her Smell”, que é o motivo delas aparecerem sempre juntas e inseparáveis no Festival de Toronto, onde o filme de Alex Ross Perry (“Rainha do Mundo”) teve sua première mundial no fim de semana. Visualizar esta foto no Instagram. Instagram official. #CommentsByCelebs Uma publicação compartilhada por @ commentsbycelebs em 10 de Set, 2018 às 1:42 PDT
Irregular, O Grande Circo Místico precisa estrear em até 12 dias para não perder a vaga no Oscar 2019
O filme selecionado pela Academia Brasileira de Cinema (ABC) para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, terá que ser lançado nos cinemas até o próximo fim de semana ou, no máximo, em até 12 dias. Entre os 23 longas que se inscreveram para a vaga, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, era um dos poucos ainda inéditos no circuito comercial, situação que torna sua inscrição irregular, sem cumprir um dos itens obrigatórios do edital. Uma das condições para concorrer à vaga é que os candidatos devem ter sido lançados e exibidos no Brasil, entre 1º de outubro de 2017 e 30 de setembro de 2018, em sala de cinema comercial, por pelo menos setes dias consecutivos. A estreia de “O Grande Circo Místico” está marcada para 15 de novembro, um mês e meio após a data limite. Situação semelhante aconteceu com “Pequeno Segredo” em 2016, e acabou contornada com um lançamento localizado no Rio Grande do Sul, antes da data da estreia oficial. Para que “O Grande Circo Místico” cumpra a condição, os produtores têm poucos dias para organizar um pré-lançamento similar em circuito comercial. O filme precisa ficar sete dias consecutivos em cartaz até o final do mês. O fato de filmes inéditos poderem ser inscritos é outro problema que precisa ser modificado no processo de seleção. A obra de Cacá Diegues era uma das fracas da seleção. Sem nenhum prêmio internacional, nem mesmo nacional, só tinha como distinção em seu currículo ter sido exibido fora de competição no Festival de Cannes, ocasião em que foi trucidado pela imprensa mundial. A comissão da ABC que o escolheu preteriu pelo menos quatro filmes premiados no Brasil e no exterior, dois deles com cotação de filme vencedor do Oscar no site americano Rotten Tomatoes. O terror “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, vencedor do Festival do Rio e premiado em dezenas de festivais internacionais, atingiu 92% de aprovação no RT, enquanto “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, premiado em Gramado e elogiadíssimo ao passar pelo Festival de Sundance, alcançou 93%. Como parâmetro, “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, tem 92% de aprovação. Sem critérios claros, a comissão formada por Lucy Barreto, Bárbara Paz, Flavio Ramos Tambellini, Jeferson De, Hsu Chien Hsin, Katia Adler, Claudia Da Natividade, Ricardo Domingos Pinto e Silva, Sylvia Regina Bahiense e Ligia Miranda Rachid escolheu “O Grande Circo Místico” baseada em gosto pessoal, amizade e relacionamentos. Com “O Grande Circo Místico”, o Brasil completará a maioridade, 21 anos sem emplacar um longa na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Mas ainda há tempo desse equívoco ser desfeito, bastando para isso o longa seguir seus planos originais de chegar aos cinemas apenas em novembro e, assim, ser automaticamente desqualificado da eleição da ABC.
Pior escolha possível, O Grande Circo Místico vai representar o Brasil no Oscar 2019
A Academia Brasileira de Cinema (ABC) escolheu “O Grande Circo Místico”, novo filme de Cacá Diegues, para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A escolha foi anunciada nesta terça-feira (11/9) durante um encontro com a imprensa na Cinemateca Brasileira. E é um grande mico, garantia de mais um ano de irrelevância nacional no Oscar. Sem nenhum prêmio internacional, nem mesmo nacional, o filme de Cacá Diegues tem como maior distinção o fato de ter sido exibido fora de competição no Festival de Cannes, ocasião em que foi trucidado pela imprensa mundial. “Narrativa desarticulada e personagens quase inexistentes”, descreveu a revista The Hollywood Reporter. “Novelão desconfortável” que “tropeça no começo e não para de tropeçar até o final”, demoliu a Variety. Entretanto, havia pelo menos quatro opções viáveis, de filmes premiados no Brasil e no exterior. Dois deles tratavam de temas modernos, ligados ao bullying nas redes sociais: “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor, e “Ferrugem”, de Aly Muritiba, que foi o vencedor do Festival de Gramado. O terceiro é o terror “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, vencedor do Festival do Rio, premiado em dezenas de festivais internacionais e com 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. E há ainda o caso de “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, também premiado em Gramado e que encantou a crítica americana ao passar pelo Festival de Sundance, arrancando 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Como parâmetro, “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, tem 92% de aprovação. O problema da seleção dos representantes nacionais ao Oscar já se tornou crônico. Não adiantou nada tirar a decisão das mãos da Secretaria do Audiovisual, após a polêmica da definição de “Pequeno Segredo” sobre “Aquarius” em 2016, passando-o para a ABC. A escolha continua a ser definida por um punhado de iluminados, que não seguem critérios reconhecidos, mas gosto pessoal, amizade e relacionamentos. A comissão que escolheu “O Grande Circo Místico” foi formada por Lucy Barreto (presidente), Bárbara Paz, Flavio Ramos Tambellini, Jeferson De, Hsu Chien Hsin, Katia Adler e Claudia Da Natividade. Enquanto não forem instituídas regras claras para a definição, como, por exemplo, premiação em algum festival relevante, o filme do amigo da comissão sempre prevalecerá sobre o candidato com mais condições de ser levado à sério pela Academia. Com “O Grande Circo Místico”, o Brasil completará a maioridade, 21 anos sem emplacar um longa na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
Drake e Kanye viram Muppets em clipe nada infantil de Nicki Minaj
Nicki Minaj optou por tema infantil para lançar o clipe de “Barbie Dreams”, um de seus raps mais explícitos. Introduzido por um Kermit genérico, o show dos Muppets da cantora tem desfile fashion de figurinos coloridos e uma coleção de fantoches de rappers famosos, como Drake, Kanye West, DJ Khaled, Tekashi 6ix9ine e muitos outros. Eles aparecem em cena para ela enumerar como são capazes de tudo para lamber a pussy dela – nesse contexto infantil, pussy deve ser gatinha, né? A música é uma lista de rappers que Nicky Minaj diz que já traçou, fazendo comentários pejorativos para cada performance, muitos deles hilários, como no caso de Drake. “Drake vale cem mili, sempre me dando porcarias. Mas eu não sei se a pussy está molhada ou se ele está chorando…”, numa alusão à face sitting. Ela também cita quem ainda pretende pegar e incentiva até algumas rappers a colocar uma prótese e vir encontrá-la. Como se vê, uma letra bem adequada para um clipe que parodia os Muppets. A direção é do veterano Hype Williams, que assinou clássicos de The Notorious B.I.G. nos anos 1990. A referência é importante porque a base de “Barbie Dreams” é uma música de Biggie. Mas este não é o primeiro clipe de Nicki Minaj dirigido por Williams, que inclusive comandou o anterior da cantora, “Bed”, com Ariana Grande.
Paul McCartney não quer mais só pegar na mão em clipe que explora a libido adolescente
Paul McCartney começou a carreira cantando que só queria pegar na mão e isso rendeu histeria coletiva de milhões de adolescentes. 55 anos depois, sua nova canção assume que ele quer é f*der mesmo. A menção a sexo em “Fuh You” é tão explícita quanto num funk proibidão, mas embalada por romantismo e amenizada por trocadilho. Deu onda. “Eu só quero saber como é sentir você/ Quero amar a alma, orgulhosa e verdadeira/ Você me faz querer sair por aí e roubar/ Eu só quero ‘fuh’ você, eu só quero ‘fuh’ você”, canta Paul no refrão. O clipe que acompanha o single contextualiza a narrativa, ao mostrar um adolescente dos dias de hoje compartilhando um beijo com uma garota na porta da casa dela em Liverpool, cidade natal do eterno Beatle, apenas para ter o ato interrompido pela mãe da jovem. Com o desejo reprimido, ele faz seu caminho de volta para casa, enquanto expressa o que realmente queria. A caminhada se transforma em dança e traquinagens, até que outros meninos do bairro fazem alusões sexuais ao seu encontro, fazendo-o sorrir, antes de chegar a seu destino, sonhando com um novo encontro e uma forma diferente de gastar sua energia hormonal. O fato de ser gravado em preto e branco e registrar uma vizinhança de classe média baixa também é uma homenagem ao cinema britânico dos anos 1960, que abordava a sexualidade reprimida dos adolescentes e trabalhadores da classe baixa da época. É um “flashback atual”, que confirma que o imperativo biológico é imutável. Melhor isso que registrar um vovô safadão. Mas o mais provável é que os ouvintes desavisados nem façam essa conexão, visto que a melodia grudenta e o arranjo “moderno” é facilmente confundível com alguma gravação do pop recente, como os hits de Ed Sheeran. Para se ter uma comparação, “Sign of the Times”, de Harry Styles, parece mais Paul McCartney que a faixa atual. “Fuh You” foi coescrita e produzida por Ryan Tedder (da banda pop americana OneRepublic) e faz parte do novo disco de McCartney, “Egypt Station”, lançado na última sexta (7/9).
Ad Vitam: Série sci-fi francesa com atriz do terror Raw ganha trailer instigante
O canal pago europeu Arte divulgou o trailer e uma cena de “Ad Vitam”, série sci-fi francesa estrelada por Garance Marillier, a revelação do terror “Raw” (2016). A trama se passa num futuro onde a velhice deixou de ser um problema, com pessoas vivendo muito além dos 100 anos de idade. Mas se os adultos comemoram uma vida longa, os jovens passam a se suicidar em protesto, o que levanta inúmeras questões sobre a continuidade da raça humana, além de motivar uma investigação sobre a seita responsável pelo pacto suicida. Yvan Attal (“Partir”) interpreta o policial que lidera a investigação e Marillier é uma sobrevivente da seita suicida, que tentou se matar na adolescência e agora é a melhor pista para descobrir os responsáveis pelo surto de suicídios coletivos que abalam a sociedade. O roteiro e a direção são do cineasta Thomas Cailley, do ótimo “Amor à Primeira Briga” (2014), e o elenco também destaca Niels Schneider (“Gemma Bovery”). A série teve seu piloto exibido no Festival de Toronto 2018, onde arrancou muitos elogios, e ainda não tem previsão de estreia comercial.












