Ashton Kutcher ficou milionário graças a Uber, Airbnb e Spotify
Ashton Kutcher ficou milionário com investimentos em marcas do novo milênio. Segundo a revista Business Insider, o ator da série “The Ranch”, da Netflix, possui uma fortuna estimada em US$ 250 milhões. Mas esse dinheiro não veio de suas atuações em séries e filmes. A revista financeira assegura que a fortuna foi acumulada porque o ator é um grande visionário no que diz respeito a investimentos. Ele sabe muito bem quando investir em alguma empresa ou projeto, com o qual pode lucrar no futuro. O ator, que já interpretou Steve Jobs no cinema, investe em companhias como Uber, Airbnb, Skype, Foursquare e Spotify, além de ter sua própria produtora de cinema, e um fundo de investimento que inaugurou em 2015. De acordo com a Business Insider, somente com o Uber, em que ele investiu US$ 500 mil no começo do projeto, Kutcher teria embolsado 100 vezes o valor inicial. O mesmo aconteceu com Airbnb. “Seu segredo é que ele só investe no que conhece e confia”, diz a publicação.
Amazon exibe episódio inédito de Doctor Who antes da hora e fura a própria BBC
Os fãs de “Doctor Who” tiveram uma surpresa nessa semana. Em clima de Black Friday, a Amazon divulgou sem querer um episódio inédito da produção, que só deveria ir ao ar no domingo (25/11) na BBC inglesa e americana – e no Crackle no Brasil. A divulgação antecipada deixou a BBC furiosa, já que a Amazon tem direito a exibir os episódios somente com atraso em relação à transmissão televisiva. O correto teria sido divulgar o episódio anterior, intitulado “Kerblam!”, que já foi exibido na televisão. Entretanto, o serviço Prime Video da Amazon americana pulou o episódio. E ainda exibiu a opção de legendagem errada. A legenda disponível era mesmo de “Kerblam!”, enquanto as imagens mostravam outro capítulo. “Estamos investigando como isso aconteceu e tomamos atitudes para tirar esse capítulo do ar”, disse a BBC em comunicado. “O BBC Studios gostaria de se desculpar caso alguém tenha sido afetado por spoiler devido à troca”. Intitulado “The Witchfinders”, o capítulo leva a Doutora e seus amigos para o século 17, em plena época da caça às bruxas. E vai ao ar neste domingo no resto do mundo.
Pine Gap: Série australiana de espionagem ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Pine Gap”, série australiana de espionagem adquirida pelo serviço de streaming para o mercado internacional. A série gira em torno do compartilhamento de informações de segurança entre os EUA e a Austrália, centrada na base conjunta dos dois países localizada na Austrália central e batizada de Pine Gap. Quando surge uma ameaça inesperada durante o monitoramento do espaço aéreo americano, a parceria começa a ser questionada, forçando divisões e segredos, que colocam em risco o relacionamento entre os funcionários e seus países. Criada por Greg Haddrick e Felicity Packard, que escreveram a série baseada no terror “Wolf Creek”, a produção inclui em seu elenco Parker Sawyers (“A Múmia”), Tess Haubrich (“Alien: Covenant”), Jacqueline McKenzie (“The 4400”), Steve Toussaint (“Berlin Station”), Stephen Curry (“Predadores do Amor”), Mark Leonard Winter (“A Vingança Está na Moda”) e Sachin Joab (“Lion”). Exibida em outubro na TV australiana, “Pine Gap” estreia no catálogo da Netflix em 7 de dezembro.
Gotham: O Espantalho espalha terror e caos no novo trailer legendado da temporada final
A Fox divulgou um novo trailer da última temporada de “Gotham”, que mostra o vilão Espantalho (David W. Thompson) mergulhando a cidade no terror e no caos. Como reforça a tradução do vídeo, feita por fãs, o arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (‘No Man’s Land” no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostrou Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento foram consequência de um Terremoto, mas na série resultaram de um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Mulher Gato (Camren Bicondova), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
A Balada de Buster Scruggs é uma aula de estilo dos irmãos Coen
“A Balada de Buster Scruggs”, novo filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, produção realizada pela Netflix que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, apresenta uma antologia formada por seis curtas/médias-metragens com histórias que se passam no Velho Oeste americano. O filme vem sendo comparado ao sucesso argentino “Relatos Selvagens” por conta da estrutura semelhante e pela inevitável violência com que seus conflitos e imbróglios são resolvidos. Embora o filme dos Coen tenha uma roupagem mais clássica comparada ao estilo mais anárquico de Damián Szifron. As seis histórias que compõem a trama trazem características marcantes dos diretores: o senso de humor estranho, às vezes escrachado, beirando a escatologia; a já citada violência, que surge de maneira inesperada, resolvendo conflitos em que aparentemente haveria outros métodos para solucionar as questões em si; personagens excêntricos, mas que à sua maneira possuem coerência dentro do universo estabelecido pelo filme; ritmo cadenciado, em que o local em que a trama acontece conta a história, com os personagens respeitando esse tempo; e um tom nefasto para tratar de histórias que podem sugerir maior leveza, ou vice-versa. Ethan e Joel são cineastas que não fazem muitas concessões à audiência, e tal característica se comprova como uma qualidade em Buster Scruggs. Trata-se de um exercício de estilo, em que a ambientação do local, personagens, tramas já são o filme, sem “nada além disso” por trás, ou sem nenhum maior objetivo. Ao mesmo tempo que as tramas se fecham em si, e como um todo, claramente não existe interesse dos diretores/roteiristas para que o filme se feche redondamente com uma história sendo facilmente reconhecível na outra. É outro tipo de coesão que é buscada aqui, mais interessada em seguir uma linha mestra estilística que é maior que as próprias histórias isoladamente. Somando-se a isso há a direção de fotografia de Bruno Delbonnel, que explora grandes cenários criando um visual arrebatador, com planos com grande profundidade de campo, estabelecendo um universo próprio de cores, sombras, sol escaldante, para auxiliar decisivamente na ambientação desse Velho Oeste que não se parece com outros, e que esconde perigos à espreita o tempo inteiro. O elenco, numeroso mas milimetricamente harmônico, tem função importante no filme. Todas as tramas trazem atuações destacadas, pois realmente cada personagem tem uma maneira própria de existir naquele tempo, naquele lugar, em atuações sucintas, evidentemente técnicas, precisas. Desde o ótimo Tim Blake Nelson, divertido, cafona na medida certa como o personagem título; James Franco e Stephen Root que fazem a dobradinha mais engraçada do filme; Zoe Kazan e Bill Heck criam uma forte relação entre seus personagens e com a plateia, na trama mais emocional; além do sempre excelente Brendan Gleeson, acompanhado de Jonjo O’Neill, Tyne Daly, Saul Rubinek e Chelcie Ross, que criam a única cena basicamente focada em diálogos, e fazem isso parecer fácil. Mas duas histórias se destacam: “Meal Ticket”, com Liam Neeson e Harry Melling, e “All Good Canyon”, com Tom Waits e Sam Dillon. Esses dois trechos são especiais por contarem com direção bastante econômica, com as informações relevantes sendo exibidas apenas visualmente, sem diálogos, e também por terem as melhores atuações do filme. Melling, o Duda da série “Harry Potter”, cria uma figura sensível, resvalando na autopiedade, mas que, pelo contraponto de Neeson, fica num meio termo dificílimo de ser alcançado. A cena em que Neeson assiste ao show da galinha, e conclui o óbvio, é o melhor momento do filme, uma aula de concisão de planos para passar uma informação interior do personagem. Já o outro trecho traz um verdadeiro exercício de paciência cinematográfica (para o lado bom), quando nos faz compreender seu ritmo, e que essa trama não teria metade do impacto se fosse decupada e montada de maneira mais ágil. A entrada do personagem de Sam Dillon é a chave para o entendimento de que filme (cena) estamos vendo, e o que se deve buscar. Tom Waits traz um peso diferente para este momento, e me faz torcer pra que ele retorne em breve para frente da câmera. Se for no próximo filme dos Coen, melhor ainda. Aliás, esses diretores já estão com o nome garantido na história, e para a nossa sorte parecem com lenha pra queimar por muito tempo ainda.
Museu parte de um assalto verídico para questionar o valor da cultura
O filme “Museu”, que conta uma história real, que beira o absurdo, mostra um grande roubo ocorrido na cidade do México, no período de Natal de 1985. Uma ação realizada por apenas dois estudantes de Veterinária, que foram capazes de roubar cerca de cem peças valiosíssimas do extraordinário Museu Nacional de Antropologia, extraídas, principalmente, da sala de cultura Maia. Surpreendente. Mas e depois? Quem vai comprar tais elementos fundamentais e preciosos da própria cultura mexicana, sentidos pela sociedade como uma perda inestimável? A história é até pouca e previsível, mas o filme, não. Ele envereda pela questão do valor da arte e da cultura, explorando significados artísticos e turísticos do México, dando densidade e dimensão à questão cultural que está na base da trama. E mostrando o equívoco que pode resultar da falta de informação e reflexão sobre os signos culturais de um país e de uma região. Cultura não se mede por dinheiro, não é consumo, é história e vida. “Museu” tem ótimos atores, como Leonardo Ortizgris na condição de protagonista e também o muito conhecido Gael García Bernal, em excelente desempenho. O filme merece ser conhecido. É um ótimo trabalho do diretor Alonzo Ruizpalacios em seu segundo longa (depois de “Güeros”), e levou o Urso de Prata de Roteiro no Festival de Berlim deste ano.
Animação dos bichinhos UglyDolls ganha trailer cantado em português
A Diamond Films disponibilizou a versão dublada em português do trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E assim como naquele desenho, o vídeo nacional de “UglyDolls” também terá dublagem nas canções, entoadas em português. Ainda não foi divulgado quem são os dubladores-cantores brasileiros. Mas o filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa vai virar animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.
Luan Santana e DJ Alok viram desenho animado “japonês” em clipe de parceria musical
A parceria entre Luan Santana e o DJ Alok ganhou clipe. A canção “Próximo Amor”, que marca o encontro inusitado entre astros da música eletrônica e sertaneja, passa-se num futuro de desenho animado japonês. Os dois viram personagens de anime e confundem o coração de uma jovem japonesinha, que parece não distinguir quem é quem. Também pudera, já que esses brancos são muito iguais, com o mesmo penteado e barba. A arte da animação é excelente – mas os artistas não foram creditados no vídeo – e consegue, sem querer, simbolizar a homogeneização resultante da parceria. “Próximo Amor” é uma viagem ao lugar-comum musical, que elimina distinções de estilos e tribos em busca de um pastiche de pop eletrônico, em que cabe tanto o sintetizador quanto o vocal chororô, culminando num refrão ôôôôô de boy band. Um hit fabricado em laboratório, sem identidade distinguível entre as barbinhas e penteadinhos iguais. Não será surpresa se Luan Santana lançar uma versão acústica da faixa, já que ela não pertence a nenhum estilo, além daquele que se costuma chamar de música comercial. Já para Alok, a parceria com cantores sertanejos não é novidade, após gravar com Matheus e Kauan e Simone e Simaria. Disponível em todas plataformas digitais, a música será tema do VillaMix Festival 2019.
Coringa: Joaquin Phoenix corre da polícia até ser atropelado em vídeo e fotos das filmagens
Joaquin Phoenix nunca deve ter corrido tanto para fazer um filme. Novas fotos e vídeo flagraram mais uma cena das filmagens de “Coringa” em que o ator precisa fugir em disparada enquanto usa maquiagem de palhaço, desta vez perseguido por dois policiais – vividos por Shea Whigham (“O Primeiro Homem”) e Bill Camp (“Operação Red Sparrow”). O filme vai mostrar uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada pelo diretor Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). O elenco ainda conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”), Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019.
Julie Andrews está no elenco do filme Aquaman
A adaptação de “Aquaman” contará com a participação de uma das atrizes mais queridas de Hollywood. A veterana Julie Andrews vai dublar uma personagem criada por efeitos visuais na produção. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o produtor Peter Safran revelou que ela emprestará sua voz para a criatura mítica Karathen, que detém a chave para a jornada de Arthur Curry (Jason Momoa), que vai permitir que os mundos de Atlantis e a superfície se unam. “Nós queríamos que a Karathen tivesse a voz de uma atriz britânica clássica, embora um pouco alterada digitalmente. E quando descobrimos que Julie estava interessada e disponível e animada para fazer isso, escalá-la foi algo imediato”, disse o produtor. “Quem sabia que ‘Aquaman’ teria a verdadeira ‘Mary Poppins’ neste Natal?”, acrescentou, jogando lenha na fogueira competitiva entre o filme do super-herói da DC Comics e a produção da Disney “O Retorno de Mary Poppins”, que vão disputar bilheteria mundial. Vale lembrar que Andrews, que interpretou a Mary Poppins original em 1964, recusou-se a aparecer na continuação para não ofuscar a abordagem de Emily Blunt no papel. Entretanto, ela vai competir com “O Retorno de Mary Poppins” ao aparecer em “Aquaman” no mesmo período do lançamento do musical. “Aquaman” estreia em 13 de dezembro e “O Retorno de Mary Poppins” na semana seguinte, em 20 de dezembro no Brasil.
Anne Hathaway pode estrelar série do diretor de Sing Street na Amazon
A atriz Anne Hathaway foi flagrada nesta semana em um café de Nova York lendo um roteiro de “Modern Love”, série atualmente em desenvolvimento na Amazon, o que fez com que sua participação na produção fosse especulada por toda a imprensa. Caso isso se concretize, marcará a volta da atriz às séries, após 18 anos focada em trabalhos no cinema. Ela começou a carreira na série “Caia na Real” (Get Real), que durou duas temporadas entre 1999 e 2000. O projeto de “Modern Love” é baseado na famosa coluna homônima do jornal The New York Times, que trata de casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento será bem diferente, sem personagens fixos. Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção deverá ter oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Ainda não há uma data definida para a estreia.
Jaden Smith pula sem parar e divulga sua grife de água em novo clipe
O ator e rapper Jaden Smith divulgou o clipe de “Plastic”, primeiro vídeo extraído de seu novo disco “The Sunset Tapes: A Cool Tapes”, que foi lançado há uma semana. O clipe traz Jaden bastante agitado em torno de um batmóvel de milionário, dançando ao estilo canguru – com pulos – enquanto interpreta seu novo rap em duas locações diferentes, sem largar o celular e com direito a água de sua grife particular. Isto mesmo. Jaden Smith lançou uma marca de água, chamada JUST Water, que é “produzida de forma responsável e embalada para melhorar o impacto ambiental e comunitário”, segundo o site oficial. Além disso, as garrafas são todas feitas de papel e plástico à base de plantas. É o que ele bebe no clipe.
Gwen Stefani e Blake Shelton brigam para ter um Natal perfeito em clipe divertido
O casal do reality “The Voice” – e da vida real – Gwen Stefani e Blake Shelton lançaram um clipe divertido da música “You Make It Feel Like Christmas”, em que comemoram o Natal. Mas eles se esforçam tanto para que a festividade seja perfeita, que acabam extrapolando. Dos insetos na árvore de Natal aos exageros na decoração e capricho demasiado na ceia, tudo rende estresse. O final é uma briga com direito a triângulo amoroso com ninguém menos que Papai Noel. A música é antiga. Integra o disco de 2017 de Gwen Stefani, que leva o mesmo nome da canção. Como o álbum foi recentemente reeditado e ganhou cinco faixas adicionais, o clipe tenta empurrar a reciclagem para baixo da árvore de Natal alheia. A direção do vídeo é de Sophie Muller, que faz clipes desde os anos 1980 (Eurythmics, Sade, etc) e trabalhou com a velha banda de Stefani, o No Doubt, há 21 anos.












