Remake do Rei Leão terá um dos menores mamíferos do mundo como personagem inédito
A nova versão de “O Rei Leão” terá um personagem inédito. A atriz Amy Sedaris vai dublar um musaranho, considerado um dos menores mamífero do mundo. O personagem não teve o nome revelado, mas o animal tem apenas 10 centímetros e come sem parar por causa do metabolismo acelerado, com o coração trabalhando 12 vezes mais rápido do que o de um ser humano. Amy Sedaris, que atualmente pode ser vista nas séries de streaming “No Activity” e “Unbreakable Kimmy Schmidt”, além do humorístico ““At Home With Amy Sedaris”, tem vasta experiência como dubladora. Além de trabalhar há cinco temporadas na animação “Bojack Horseman”, ela fez vozes em “Steven Universe”, “Star vs. As Forças do Mal” e “Hora de Aventura”. E, claro, já atuou anteriormente para o diretor de “O Rei Leão”, Jon Favreau, no filme “Chef” (2014). A atriz vai se juntar ao elenco grandioso de dubladores, que inclui Donald Glover (série “Atlanta”) como Simba, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) como Sarabi, a mãe de Simba, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como o vilão Scar, a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) como Nala, James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”) novamente como Mufasa, o pai do protagonista, retomando o papel que desempenhou no desenho clássico de 24 anos atrás, e a dupla Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”) como Timão e Pumpa. O novo “O Rei Leão” tem estreia marcada para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiro trailer legendado de Artemis Fowl revela o “Harry Potter do mal” da Disney
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, fantasia baseada nos livros de Eoin Colfer, que tem muito em comum com “Harry Potter”. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a ação envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, assim como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresentará a “origem” do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Ele é o único herdeiro da família Fowl, tem o maior Q.I. da Europa e uma frieza perceptível, e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. Entretanto, enfrentará sérios problemas quando sequestrar uma fada, cuja mágica seria utilizada para salvar sua família. O elenco inclui Judi Dench (“007: Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e destaca o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolve um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para uma empresa árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood. A Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme vai finalmente estrear em 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Gotham Awards premia Domando o Destino como Melhor Filme, além de Toni Collette e Ethan Hawke
A primeira grande premiação americana da temporada, o Gotham Awards 2018, anunciou seus vencedores na noite de segunda-feira (26/11), em Nova York. E os resultados trouxeram muitas surpresas, a começar pelo drama “Domando o Destino”, da cineasta chinesa Chloé Zhao, eleito o Melhor Filme. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria cinematográfica americana e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016) e “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) – três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme. Curiosamente, “Domando o Destino” foi lançado em 2017 e disputou o Spirits Award do ano passado – a premiação rival do Gotham – , de onde saiu sem reconhecimento, mas rendeu a contratação da sua diretora pela Marvel – Chloé Zhao vai dirigir o filme dos Eternos. O drama indie acompanha um jovem cowboy que sofre um ferimento na cabeça quase fatal e é proibido de disputar rodeios, o que o leva a uma jornada em busca de uma nova identidade e o que significa ser um homem no coração da América. Elogiadíssimo pela crítica, tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o público brasileiro não o verá nos cinemas. Ele -saiu direto em VOD por aqui e está disponível em várias plataformas digitais. O Gotham Awards também reservou surpresas em sua premiação de intérpretes, com a consagração de Toni Collette como Melhor Atriz pelo terror “Hereditário”. Já o Melhor Ator era o favorito, Ethan Hawke, por sua performance em “First Reformed”. “First Reformed”, inédito no Brasil, e “A Favorita”, exibido pela primeira vez no país durante a abertura da Mostra de São Paulo, eram os filmes com mais indicações. Além de premiar Hawke pelo desempenho como um padre que perdeu a fé, “First Reformed” também deu ao veterano cineasta Paul Schrader o troféu de Melhor Roteiro. Já “A Favorita” ficou um troféu especial, em reconhecimento à interpretação de suas três atrizes principais, Emma Stone, Rachel Weisz e Olivia Colman. Entre os trabalhos de estreantes, o grande destaque acabou sendo “Oitava Série”, que venceu os prêmios de Revelação do ano, nas categorias de Direção (Bo Burnham) e Atuação (Elsie Fisher). As demais categorias destacaram o documentário “Won’t You Be My Neighbor?”, sobre o célebre apresentador infantil Fred Rogers, e “Killing Eve” como a Melhor Série que estreou este ano. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme “Domando o Destino” Melhor Documentário “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Ator Ethan Hawke, por “First Reformed” Melhor Atriz Toni Collette, por “Hereditário” Ator/Atriz Revelação Elsie Fisher, por “Oitava Série” Diretor Revelação Bo Burnham, por “Oitava Série” Melhor Roteiro “First Reformed”, de Paul Schrader Melhor Série Estreante “Killing Eve” (BBC America) Prêmio Especial de Melhor Elenco Olivia Colman, Emma Stone e Rachel Weisz, por “A Favorita”.
Infiltrado na Klan enfrenta o racismo através da história
Spike Lee entende o poder político desempenhado pelo cinema e em “Infiltrado na Klan” ele usa este poder para abordar questões atemporais na história americana (e mundial). A trama se passa no final da década de 1970 e conta a trajetória verídica de Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), um novato na polícia do Colorado que, por telefone, consegue se infiltrar na filial local da Ku Klux Klan. Além de ter a sua própria carteirinha de membro, Stallworth faz contato com algumas das principais lideranças da Klan, como David Duke (Topher Grace, de “Homem-Aranha 3”), um ambicioso político americano que ficou conhecido pelo seu extremismo. Nos encontros presenciais, Stallworth é substituído por Flip Zimmerman (Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”), um detetive judeu que se passa por ele e investiga as possíveis ações terroristas da organização. Por mais que Flip não concorde com muitos dos questionamentos levantados por Ron, tal discordância nunca é vista como inimizade, servindo, em vez disso, para fortalecer a relação dos dois. Além do mais, o contato próximo com a Klan obriga Zimmerman a reavaliar sua própria crença, uma vez que a religião nunca havia sido uma “questão” na sua vida – ela não é algo visível, como a cor da pele, o que permitia que ele passasse despercebido entre os grupos preconceituosos. E a expressividade de Adam Driver permite que percebamos todas as nuances do seu personagem e todas mudanças pelas quais ele está passando. Porém, nessa troca John David Washington sai perdendo, visto que seu protagonista não ganha tanta atenção quanto o colega coadjuvante. Dono de um estilo de direção bastante característico, Spike Lee faz com que seus personagens apareçam em muitos momentos posando para câmera, como quando eles escutam o discurso de um líder dos Panteras Negras, ilustrando como aquele discurso atinge a todos de maneira igual. Ao contrário disso, o diretor destaca as diferenças dos grupos raciais por meio da montagem. Enquanto os militantes estudantis escutam com atenção e respeito as palavras de um homem idoso que conta um caso trágico que ele presenciou, envolvendo o espancamento e morte de um jovem negro, os membros do Klan reagem de forma histérica à exibição do filme racista “O Nascimento de uma Nação”, enxergando ali o que o presidente americano Woodrow Wilson um dia declarou como sendo a “história escrita com relâmpagos”. Aliás, não é por acaso que a obra de D.W. Griffith aparece com tanta frequência aqui. Vale lembrar que o filme foi responsável por revitalizar a Ku Klux Klan, mostrando os seus membros como heróis da Guerra Civil americana e presenteando-lhes com aquele que se tornou o seu símbolo mais icônico: a cruz flamejante. Porém, em vez de ficar referenciando apenas o passado, Spike Lee usa esse tema para falar sobre o presente, especialmente para criticar o atual governo do presidente Donald Trump. E ele não é nada sutil nessa sua crítica. As referências a Trump são constantes, desde a aparição de Alec Baldwin (intérprete de Trump no programa Saturday Night Live) num pequeno papel, passando pela repetição de frases icônicas da campanha presidencial (como “fazer a América grande de novo”), pelo descrédito em relação à história (em certo momento um personagem fala que o Holocausto foi uma farsa criada pelos judeus), até a menção de que esse extremismo um dia pode chegar na Casa Branca, sem esquecer da montagem final, com confrontos recentes contra supremacistas brancos acompanhados por discurso complacente de Trump. Assim, além de um excelente filme, “Infiltrado na Klan” serve para mostrar que, embora o cinema tenha ajudado a propagar ideais racistas ao longo dos anos, o poder dessa mídia também pode ser usado como forma de resistência.
BBC retoma produção da série White Gold após Ed Westwick se livrar de acusação de estupro
A BBC retomou a produção da série “White Gold”, que tinha sido suspensa após o ator Ed Westwick ser acusado de estupro por três mulheres diferentes. De acordo com o site Digital Spy, o elenco já retornou para as gravações da 2ª temporada, continuando os trabalhos após uma pausa de quase um ano. A volta da série foi consequência da exoneração de Westwick, que não foi processado criminalmente. A promotoria de Los Angeles anunciou em julho que as “evidências eram insuficientes” para levar o caso ao tribunal. Segundo os promotores, duas das supostas vítimas conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Na ocasião, a advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, Westwick foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, entre eles a série “White Gold”. Ele também foi substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada para tirar o ator de seu elenco. “White Gold” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Conheça duas músicas da trilha de O Retorno de Mary Poppins
A Disney divulgou as primeiras duas músicas da trilha sonora de “O Retorno de Mary Poppins”. “The Place Where Lost Things Go” é uma balada interpretada por Emily Blunt, que vive a personagem-título nessa nova versão. Vale lembrar que a atriz já tinha revelado seus dotes vocais numa produção anterior da Disney, “Caminhos da Floresta” (2014). Já “Trip a Little Light Fantastic” traz Lin-Manuel Miranda como a voz principal. Conhecido pelo musical “Hamilton”, o ator também já cedeu seu talento para a Disney em outra oportunidade, como compositor das canções de “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). No novo filme, ele interpreta Jack, um “ascendedor de lâmpadas”, profissional que antigamente ascendia as luminárias da rua, e aprendiz de aprendiz de Bert, personagem do filme original e um dos melhores amigos de Poppins. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda). A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
Anne Hathaway, Andy Garcia e Tina Fey são confirmados na série Modern Love
Confirmou. Anne Hathaway vai mesmo estrelar a série “Modern Love” conforme especulado, marcando sua volta ao gênero, após 18 anos de trabalhos no cinema. Ela começou a carreira na série “Caia na Real” (Get Real), que durou duas temporadas entre 1999 e 2000. Além dela, a Amazon anunciou um elenco de peso na produção, que é baseada na famosa coluna homônima do jornal The New York Times sobre casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento será bem diferente, como uma antologia de histórias fechadas e sem personagens fixos. Os episódios contarão com Tina Fey (“30 Rock”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção deverá ter oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Mas ele terá a companhia de diferentes diretores na condução dos capítulos, na forma da atriz Emmy Rossum (estrela de “Shameless”), Sharon Horgan (criadora de “Divorce”) e Tom Hall (“Sensation”). A estreia ainda não foi definida.
Tidelands: Marco Pigossi explica a premissa da série australiana em vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um pôster e um vídeo legendado de bastidores de “Tidelands”, primeira série original australiana da plataforma, que destaca em seu elenco o brasileiro Marco Pigossi (novela “Onde Nascem os Fortes”). Ele e a espanhola Elsa Pataky (“Velozes e Furiosos”) são os que mais falam na prévia, na qual os atores explicam a premissa da série. Com temática fantástica, “Tidelands” foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”) e apresenta um mundo em que existem sereias. A trama acompanha Cal (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), uma ex-delinquente recém-libertada da detenção juvenil, que retorna à pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Quando o corpo de um pescador local é encontrado na praia, a relação clandestina da cidade com contrabando de drogas se torna pública. E Cal busca desvendar os segredos da cidade enquanto investiga uma comunidade marginalizada que vive em um local afastado da baía: um grupo de seres sensuais e perigosos, metade sereia e metade humanos, chamados de “Tidelanders” e liderados pela personagem de Elsa Pataky. Pigossi vive o par romântico da protagonista e o elenco ainda inclui o australiano Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), como o irmão desorientado de Cal, o neozelandês Mattias Inwood (“Will”), no papel de um oficial da polícia que também possui um segredo a ser desvendado, além de Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e Dalip Sondhi (“Secret City”). “Tidelands” estreia em 14 de dezembro.
Filha de Jackie Chan anuncia casamento com a namorada
Etta Ng, filha do ator Jackie Chan, anunciou nas redes sociais seu casamento com sua namorada, Andi Autumn. A união aconteceu no início de novembro, mas só agora o anúncio foi feito pela jovem de 19 anos. “Se você nunca desiste do amor e coloca todo o seu coração na família com a qual sonhou, uma mente aberta e um coração caloroso o guiarão para a felicidade”, diz o texto publicado no perfil que as duas mantêm juntas no Instagram. “Estamos em busca da felicidade desde o dia em que nascemos. Abusadas como crianças que nunca sentiram amor, temos muito a oferecer. Nós vencemos nossos medos, aceitamos nossas falhas, e agora entendemos que as pessoas que nos ferem estão sofrendo ainda. Todos nós fomos feridos, mas se você pode sonhar com amor, você pode encontrá-lo. O amor é gentil, não julga. O amor é força e fraqueza. O amor pode fazer mudanças. Amor vence”. Em maio, o casal postou um vídeo no YouTube afirmando que viviam em abrigos públicos por terem “pais homofóbicos”. Etta contou que chegou a virar moradora de rua em Hong Kong, ao ser expulsa de casa. Elas viajaram até o Canadá, onde o casamento gay é permitido e conseguiram formalizar sua relação. A jovem se assumiu lésbica no final de 2017 no seu perfil do Instagram. Ela é fruto do relacionamento que o ator teve com Elaine Ng, também conhecida como Elaine Wu, enquanto estava casado com a atriz Joan Lin. Após seu nascimento, o ator retomou seu casamento e manteve distância da “segunda família”, pagando pensão para Elaine e a filha. Ele nunca morou com a menina, que vivia com a mãe, ex-Miss Asia 1990. Visualizar esta foto no Instagram. United by love & law ♡ On our wedding day~ . . . If you never give up on love and you put all your heart into the family youve dreamed of, an open mind and warm heart will guide you to happiness. We have been in the persuit of happiness the day we were born. Abused as children who never felt love, we have so much to give. We have concorcured our fears, accepted our faults, and now we understand that the people who hurt us are hurting still. We have all been hurt but if you can dream of love, you can find it. Love is kind, it does not judge. Love is both strength and weakness. Love can make change. Love wins! ♡ #lovewins #gaymarriage #lgbtq #fightforwhatsright #love #iloveyou #teamlove Uma publicação compartilhada por *:・゚✧UCHU×2✧゚・:* (@uchux2) em 25 de Nov, 2018 às 4:14 PST
Malhação vai ganhar primeiro spin-off com a produção da série As Five
Uma das fases mais bem-sucedidas de “Malhação”, intitulada “Viva a Diferença”, que foi encerrada em março passado, vai virar série. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) está escrevendo os episódios do spin-off, batizado de “As Five”, como ficaram conhecidas as cinco protagonistas da novela teen. “Malhação – Viva a Diferença” começou com o encontro casual dessas cinco protagonistas. Durante uma pane do metrô de São Paulo, Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Tina (Ana Hikari), Benê (Daphne Bozaski) e Keyla (Gabriela Medvedovski) ficaram presas no mesmo vagão. Para aumentar a tensão, Keyla entrou em trabalho de parto, e as outras quatro se uniram para ajudá-la. Assim, nasceu uma amizade improvável entre jovens de diferentes estilos de vida e classes sociais. A trama quebrou clichês, ao apresentar cinco protagonistas mulheres no lugar do tradicional antagonismo entre um casal bonzinho e uma vilã. Além disso, uma das cinco, Lica, revelou-se lésbica e teve um romance com sugestão sexual, o que rendeu repercussão, grande audiência (média de 20,7 pontos na Grande São Paulo, mais do que dá atualmente a novela das seis, “Espelho da Vida”) e inspirou a Globo a colocar pela primeira vez em 13 anos uma temporada de “Malhação” em seu catálogo de vendas internacionais. Deu resultado. O reconhecimento a “Viva a Diferença” chegou ao Emmy Internacional Kids, onde foi indicada a prêmio. A série vai reencontrar as protagonistas após a passagem de alguns anos. Já jovens adultas, elas vão se reencontrar no enterro da mãe de Tina e terão de reaprender a conviver entre si, porque suas vidas mudaram muito – no final de “Viva a Diferença”, cada uma seguiu um rumo diferente. As gravações devem começar no próximo trimestre e a série será exibida primeiro no Globoplay, antes de surgir na tela da Globo, ainda em 2019.
Trailer de Elseworlds introduz premissa do crossover e destaca o uniforme preto de Superman
A rede The CW divulgou o primeiro trailer completo de “Elseworlds”, novo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia finalmente introduz a premissa da história, ao mostrar o Dr. John Deegan (Jeremy Davies) recebendo “poderes de um deus” do Monitor (LaMonica Garrett). Em outras palavras, ele adquire a capacidade de reescrever a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além disso, Superman (Tyler Hoechlin) aparece de uniforme preto, o Flash dos anos 1990 (John Wesley Shipp) ainda está na ativa e o batsinal atrai uma Batwoman (Ruby Rose) para lutar ao lado dos heróis. Por curiosidade, o Dr. Deegan só apareceu uma vez nos quadrinhos, numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas não seria a primeira vez que o Arrowverso joga uma bola curva para os fãs, incluindo uma reviravolta na história. Já o Monitor é conhecido pela célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nas páginas do Flash. O surgimento do personagem pode ser sinal de um projeto mais ambicioso, para além do atual crossover, já que uma voz na prévia fala de outra Terra, que teria sido destruída. De todo modo, a capacidade de reescrever realidades explica o título “Elseworlds”, que é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial e consecutiva dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.
The Walking Dead : Produção faz pronunciamento oficial sobre Lauren Cohan
Diante das inúmeras perguntas de fãs e da própria imprensa sobre a forma como Maggie, a personagem de Lauren Cohan, saiu da série, a produção de “The Walking Dead” emitiu um comunicado para se pronunciar oficialmente sobre a participação da atriz em novos episódios. “O último episódio de Maggie nesta temporada foi o quinto. Mas este não é o fim da história de Maggie. Amamos Lauren Cohan e esperamos tê-la de volta na série principal ou em outras obras, e nós construímos uma trama que possibilita isto”, diz o texto sucinto, assinado em conjunto pelo diretor criativo Scott Gimple e a showrunner Angela Kang, Divulgado durante o programa “Talking Dead” de domingo (25/11), o texto confirma que os produtores têm a intenção de trazer Cohan de volta à série, dependendo apenas da disponibilidade da atriz. A despedida de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da série. Mas não se deu com um grande gesto, como o sacrifício do ex-xerife. A explicação para a ausência da personagem na trama foi dada sucintamente por Jesus (Tom Payne) e Siddiq (Avi Nash), revelando que ela embarcou em nova jornada, para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. Lauren Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”, que vai estrear em 2019 na rede ABC. No entanto, seu contrato com a ABC lhe permite participar de séries de outras emissoras, caso as agendas de gravação não coincidam. Em entrevista concedida recentemente, Kang revelou que já está em contato com a atriz para discutir possíveis novas tramas para Maggie. “Nós estivemos conversando com Lauren e espero que possamos contar mais da história de Maggie. Temos algumas cartas na manga e adoraríamos a oportunidade de mostrá-las. Mas tem mais a ver com agendar as filmagens no momento certo, estão espero que cheguemos a um acordo”, a produtora explicou.
The Walking Dead: Negan está solto em cena inédita do próximo ano
O programa “Talking Dead”, que traz entrevistas e exibe novidades da produção de “The Walking Dead”, divulgou uma cena inédita do primeiro episódio de 2019 da série de zumbis, intitulado “New Enemy”. A prévia revela os primeiros momentos de liberdade de Negan (Jeffrey Dean Morgan), após escapar da prisão no capítulo exibido no domingo (25/11). Caso a série siga os quadrinhos, Negan voltará a ter grande importância na história, com direito a muitas reviravoltas e a boa e velha desconfiança em relação às suas verdadeiras intenções. Traição é o principal elemento de sua jornada. “The Walking Dead” só vai retornar no dia 10 de fevereiro, com exibição no Brasil pelo canal pago Fox.












