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Série

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TV

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2 de novembro de 2026
  • Filme

    Chris Messina viverá vilão dos quadrinhos no filme das Aves de Rapina

    11 de dezembro de 2018 /

    O ator Chris Messina, que estrelou as séries “The Project Mindy” e “Sharp Objects”, vai viver o vilão Victor Zsasz no filme “Aves de Rapina”. Criado em 1992 por Alan Grant e Norm Breyfogle, o personagem é tradicionalmente adversário do Batman. Nos quadrinhos, ele é um serial killer sádico que marca o seu corpo com cortes profundos cada vez que faz mais uma vítima. Uma versão do personagem aparece atualmente na série “Gotham”, mas a interpretação de Anthony Carrigan é mais cômica. No filme, Zsasz aparecerá ao lado do vilão Máscara Negra, papel de Ewan McGregor (“Christopher Robin”). Eles vão enfrentar as personagens do título, um grupo disparatado de heroínas e vilãs formado por Arlequina (Margot Robbie, reprisando seu papel de “Esquadrão Suicida”), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), a adolescente Cassandra Cain (Ella Jay Basco, vista na série “Teachers”) e a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o filme tem lançamento marcado para fevereiro de 2020.

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  • Série

    Roteirista de Cavaleiros do Zodíaco deleta Twitter após polêmica de Andrômeda

    11 de dezembro de 2018 /

    O roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores do remake de “Cavaleiros do Zodíaco” para a Netflix, apagou seu perfil no Twitter após sofrer ataques de fãs da série original. Ele tinha usada a rede social para justificar a mudança de gênero de Shun de Andrômeda, que na nova animação será uma mulher. O perfil de Eugene Son no Twitter agora exibe apenas o seguinte aviso: “Desculpe, mas essa página não existe!”. A polêmica foi levantada pelo primeiro trailer da série, que mostrou Andromeda com traços (ainda mais) femininos. O personagem bonitinho virou uma guerreira. Son admitiu que a ideia havia sido dele, para atualizar a série para o século 21. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E disse “entender” se muitos não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida.

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  • Etc,  Filme

    Cerimônia do Oscar 2019 pode ficar sem apresentador

    11 de dezembro de 2018 /

    Após Kevin Hart desistir de apresentar a próxima edição do Oscar, a cerimônia de 2019 pode acontecer sem um apresentador oficial. Segundo a revista Variety, a alternativa estaria sendo analisada pelos produtores do evento, após o comediante ser pressionado nas redes sociais a abandonar o posto, em meio a uma polêmica envolvendo o resgate de antigos tuítes homofóbicos. Caso a ideia seja aprovada, vários atores se revezariam no comando do prêmio, sem que um deles se destaque mais. O formato anterior já tinha se tornado maleável, pois conta com a participação de atores convidados que anunciam cada categoria. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente. E mais de uma vez, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Observando as datas, é possível até dizer que a falta de apresentador no Oscar é uma tradição em anos terminados em 9. Seria, justamente, o caso de 2019. Nas últimas duas edições, a cerimônia foi comandada pelo apresentador Jimmy Kimmel, registrando, em 2018, seu recorde negativo de audiência, assistido por 26,5 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A 91ª cerimônia do Oscar está marcada para o dia 24 de fevereiro e será exibida no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Série

    Peter Jackson confirma que vai ajudar produção da série baseada em O Senhor dos Anéis

    11 de dezembro de 2018 /

    O cineasta Peter Jackson revelou, em entrevista ao jornal britânico Metro, que vai ajudar a equipe responsável pela série baseada em “O Senhor dos Anéis”. Anteriormente, o cineasta havia negado envolvimento com o projeto, que deve estrear só em 2021. “Eu não posso comentar nada sobre isso ainda, porque não vi nada. Eu acho que eles vão nos enviar os roteiros para que possamos dar uma olhada e fazer anotações”, comentou. “Eu desejo tudo de melhor para esta equipe, e certamente ajudarei em algo se for preciso. É uma tarefa enorme [adaptar ‘O Senhor dos Anéis’]”, completou. Jackson famosamente dirigiu e coescreveu as duas trilogias cinematográficas inspiradas na obra de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis” (2001-2003) e “O Hobbit” (2012-2014). O cineasta venceu os Oscar de melhor direção e melhor roteiro adaptado por “O Retorno do Rei”, capítulo final da primeira trilogia. A nova série de “O Senhor dos Anéis” será supostamente a mais cara de todos os tempos. Só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake dos filmes, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke, que também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que serviu de locação para as adaptações cinematográficas dos livros de Tolkien. JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”, são os responsáveis pelos roteiros.

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  • Série

    Doctor Who: Trailer do especial de Ano Novo promete “a criatura mais perigosa do universo”

    11 de dezembro de 2018 /

    A BBC divulgou o trailer do especial de Ano Novo de “Doctor Who”, que traz a Doutora vivida por Jodie Whittaker revelando a seus companheiros que eles estão prestes a enfrentar “a criatura mais perigosa do universo”. Na língua dos whovians, isto costuma ser descrito com menos letras: daleks. Mas o roteirista-produtor Chris Chibnall está fazendo mistério sobre o retorno das criaturas obcecadas por destruição. Ele ainda não usou os alienígenas mais famosos da série em seus primeiros episódios à frente da produção. Por enquanto, a única novidade confirmada é um cachecol colorido adotado pela Doutora no episódio. Apelidado de “cachecol gay” por ter as cores do arco-íris, ele não foi criado especialmente para a série e esgotou nas lojas do Reino Unido, assim que as imagens de Whittaker com seu novo adereço chegaram na internet. Vale lembrar que já houve um Doutor que gostava de usar cachecol colorido. A versão do Doutor vivida por Tom Baker, por sinal, foi a mais duradoura de todas, estrelando a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. A 11ª temporada do revival de “Doctor Who” (a partir de 2005) se encerrou oficialmente no domingo (9/12), mas o especial de Ano Novo está tecnicamente dentro dessa primeira leva de capítulos estrelados por Jodie Whittaker. Afinal, depois disso a série terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. No Brasil, “Doctor Who” é disponibilizado pela plataforma Crackle, da Sony.

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  • Filme

    Disney ultrapassa US$ 7 bilhões de bilheteria mundial em 2018

    11 de dezembro de 2018 /

    A Disney pode estabelecer um novo recorde de arrecadação nas bilheterias mundiais em 2018, após ultrapassar a marca de US$ 7 bilhões de faturamento no ano. O estúdio é o único que já tinha faturado isso anteriormente, estabelecendo o recorde em 2016, ao atingir US$ 7,6 milhões. Os grandes blockbusters da Disney em 2018 foram “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2 bilhões), “Pantera Negra” (US$ 1,3 bilhão), “Os Incríveis 2” (US$ 1,2 bilhão), “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622 milhões), “Han Solo: Uma História Star Wars” (US$ 393.2 milhões) e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (US$ 258 milhões, e contando). E é interessante constatar que, com a exceção de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, os maiores sucessos da Disney foram resultados dos estúdios que a empresa adquiriu no século 21: Pixar (comprada em 2006), Marvel (2009) e Lucasfilm (2012). Ironicamente, a maioria das produções originais do estúdio fracassaram em 2018. Mas há muita expectativa em relação ao lançamento de “O Retorno de Mary Poppins”, que chega aos cinemas mundiais na próxima semana. Este filme, aliado à chegada de “WiFi Ralph” em outros mercados, alimenta a possibilidade de a Disney quebrar seu próprio recorde até o final do ano. E isto em seu último ano sem contar a Fox entre suas aquisições. Vale considerar que, para 2019, a Disney contará com as estreias de “Vingadores: Ultimato”, “Capitão Marvel”, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, “Star Wars: Episódio IX”, “Toy Story 4”, “Rei Leão”, “Aladdin”, “Dumbo” e isto sem seus primeiros lançamentos da Fox, que incluem “Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Kingsman 3”.

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  • Filme

    Juliette Binoche vai presidir o júri do Festival de Berlim 2019

    11 de dezembro de 2018 /

    A atriz Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”) vai presidir o júri do Festival de Berlim 2019. O anúncio foi feito pela organização do evento nesta terça-feira (11/12). Binoche se disse “tremendamente honrada” por servir como presidente do júri no último ano do diretor criativo Dieter Kosslick, que vai se aposentar. “Isso significa muito para mim”, declarou em comunicado. “Eu estou ansiosa para conhecer os meus colegas de júri, e vou abraçar esta função com alegria e cuidado”. A estrela francesa de 54 anos tem uma relação histórica com o festival alemão. Ela foi premiada como Melhor Atriz em Berlim por “O Paciente Inglês” (1996), filme que depois lhe rendeu o Oscar. Ela assume a função que pertenceu ao diretor alemão Tom Tykwer (“Corra, Lola, Corra!”) em 2018. O cineasta holandês Paul Verhoeven (“Elle”), o diretor Darren Aronofsky (“Mãe!”) e a atriz Meryl Streep também presidiram o júri do Festival de Berlim em anos recentes.

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  • Série

    Carmen Sandiego: Série animada com Gina Rodriguez ganha pôster, sinopse e data de estreia

    11 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e a data de estreia da nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Intitulada apenas “Carmen Sandiego”, a produção será dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice de Carmen. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, e lançado em 1985 com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizava roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. A personagem também ganhou uma série animada, que foi ao ar entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. Ela volta em novas aventuras animadas, desta vez em streaming, e como uma Robin Hood moderna, segundo a descrição da Netflix. “Carmen é uma Robin Hood moderna, viajando pelo mundo e roubando de V.I.L.E. para devolver às suas vítimas. Carmen é publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos. A série vai seguir suas escapadas e tentar determinar não só onde, mas Quem no mundo é Carmen Sandiego.” A estreia está marcada para 18 de janeiro.

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  • Série

    Pesquisas revelam que Demolidor era uma das séries mais assistidas da Netflix

    11 de dezembro de 2018 /

    Pesquisas de diferentes empresas americanas de medição de audiência aumentaram a controvérsia em torno do cancelamento da série Demolidor (Daredevil), a terceira produção consecutiva da Marvel que a Netflix decidiu encerrar. De acordo com a Parrot Analytics – empresa que se dedica a mensurar a popularidade dos programas em plataformas de streaming – , a produção da Marvel era a quarta série mais popular de toda a programação da Netflix quando foi cancelada. Um mês após o lançamento da elogiada 3ª temporada, Demolidor teria aproximadamente 30 milhões de “impressões de demanda”, a métrica usada pela Parrot. Isso a colocaria atrás apenas de “Narcos: México”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Stranger Things” na média geral de audiência das séries da Netflix. Mais: “Demolidor” liderou a lista na semana de estreia de sua derradeira temporada. Já a pesquisa da 7Park Data coloca “Demolidor” como a sétima atração mais vista da Netflix, incluindo programas não produzidos pela empresa, como as séries “The Office”, “Friends” e “Grey’s Anatomy – respectivamente, 1º, 3º e 4º lugares nesta levantamento – e reality shows como “The Great British Baking Show” – 6º lugar. Entre as séries produzidas exclusivamente para a Netflix, a 7Park Data assinala que “Demolidor” foi a 3ª mais vista no mês de outubro. Só perdeu para “Chilling Adventures of Sabrina” e “House of Cards”, tendo superado a audiência de “Narcos: Mexico” e “The Haunting of Hill House”, que completam a relação das principais audiências do período. Os dados podem ajudar a Marvel e a Disney a tomar uma decisão sobre o futuro da atração. Em seu comunicado oficial, emitido após o cancelamento, o estúdio elogiou a equipe da série e prometeu novas aventuras do herói, ainda que de forma genérica. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fato de “Demolidor” ter boa audiência alimenta a teoria de que as séries da Marvel foram canceladas como retaliação, após a Disney detalhar as produções de seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Até o momento, a Disney não se manifestou a respeito de reaproveitar as séries canceladas em suas próprias plataformas/canais – que incluem Disney+ (Disney Plus), Hulu, ABC, Freeform e FX. Mas vale lembrar que a rede ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos do serviço de streaming.

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  • Série

    Elseworlds: Super-heróis vão para Gotham em prévias da segunda parte

    11 de dezembro de 2018 /

    Após passar por Smallville na primeira parte, o segundo episódio de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, leva os heróis a Gotham City. A cidade aparece numa cena e é tema de um vídeo de bastidores divulgado pela rede CW, que traz cenas inéditas e comentários da produtora Beth Schwartz. Entre os marcos da cidade, aparecem o batsinal e o Asilo Arkham, e os vídeos também introduzem Ruby Rose (“Megatubarão”) como Kate Kane e Batwoman. “Elseworlds: Part 2” vai ao ar no episódio de “Arrow” desta segunda (10/12) nos Estados Unidos. E a terceira e última parte será exibida na terça (11/12) em “Supergirl”. Os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.

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  • Série

    Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC faz homenagem à Smallville

    11 de dezembro de 2018 /

    A primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, fez uma homenagem explícita à antiga série “Smallville”. Exibido no domingo (9/12) nos Estados Unidos, o capítulo mostrou Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell) em busca de Supergirl (Melisa Benoist). Eles acabam se encontrando na fazenda Kent, cenário de “Smallville”, onde também estão Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (a estreante Elizabeth Tulloch), personagens da série clássica. E se isso não fosse suficiente, a chegada na fazenda foi acompanhada pelo som de “Save Me”, de Remy Zero, trilha da produção dos anos 2000. Não é a primeira vez que o Arrowverso referencia “Smallville”. Um dos melhores episódios da temporada passada de “Supergirl”, intitulado “Midvale”, contou com participação em off de Chloe Sullivan, personagem daquela atração. A segunda parte de “Elseworlds” vai ao ar nesta segunda (10/12) e a terceira e última será exibida na terça (11/12) nos EUA. Mas os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.

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  • Série

    Após impasse, 12ª temporada de Doctor Who só vai estrear em 2020

    10 de dezembro de 2018 /

    A BBC confirmou a produção de 12ª temporada de “Doctor Who” com um hiato maior que o costume. Os novos episódios vão demorar um ano para ser exibidos. A 11ª temporada chegou ao fim no último domingo (9/12) e um especial de Natal está previsto para daqui a três semanas. Mas, depois disso, os fãs terão que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Este espaçamento foi confirmado após muitos rumores envolvendo uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall, que teriam ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Os dois foram parceiros na série “Broadchuch” e assumiram “Doctor Who” na atual 11ª temporada, que registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido desde sua estreia em 7 de outubro – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Para piorar, Jodie Whittaker teria dito, ainda segundo as fontes da Starburst, que não pretendia continuar na série sem Chibnall. Ela tem um filho pequeno, de três anos de idade, e a ideia de emendar duas temporadas de 10 episódios a manteria muito tempo longe do menino, o que também não lhe agradava. Assim como o showrunner, a atriz esperava fazer apenas cinco episódios e um especial em 2019. A BBC não comentou a suposta polêmica. Em vez disso, simplesmente anunciou que não lançará nenhum episódio de “Doctor Who” em 2019 após o especial de Ano Novo, que vai ao ar em 1 de janeiro. O lançamento da 12ª temporada em 2020 dará a Chibnall o tempo que ele queria para escrever os episódios.

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  • Série

    Strange Times: Quadrinhos de ex-guitarrista do Blink-182 vão virar série

    10 de dezembro de 2018 /

    O ex-cantor do My Chemical Romance, Gerard Way, vai ter concorrência na categoria dos roqueiros que criam quadrinhos (“The Umbrella Academy”) que viram série. A graphic novel “Strange Times”, escrita por Tom DeLonge, ex-guitarrista do Blink-182, também vai se transformar numa série. A adaptação está sendo escrita pelo comediante Aaron Karo (“Aaron Karo: The Rest Is History”) para o canal pago americano TBS. “Strange Times” começou como um site interativo onde pessoas compartilhavam histórias sobre fatos estranhos e paranormais – muitas delas com evidências confiáveis. Isso ajudou a inspirar a graphic novel, desenhada pelos irmãos portugueses Edgar e Sérgio Martins, e também um romance escrito por DeLonge. A trama gira em torno de cinco adolescentes curiosos que se envolvem em aventuras sobrenaturais. Charlie Wilkins, o líder do grupo, já foi um dos garotos mais populares da escola, mas se tornou um “esquisitão” após o desaparecimento misterioso de seu pai militar, cujo destino foi proibido de ser compartilhado pelo exército americano. Ele se junta ao nerd Wiz, ao saco de pancadas Riley, e aos skatistas Mouse e Mattheson para investigar um caso bizarro que envolve uma garota morta e um espírito maligno, cujo passado se conecta à família de Charlie. DeLonge disse à revista Variety que a realização da série baseada em “Strange Times” é um sonho realizado. Ainda não há previsão para a estreia da atração.

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