Ayrton Senna vai ganhar cinebiografia em 2020
A vida de Ayrton Senna vai virar filme. Após inspirar um documentário bastante premiado, Senna ganhará uma cinebiografia com atores em 2020, quando comemoraria 60 anos de seu nascimento. O projeto foi anunciado durante o Festival de Cannes e será comandado pelo diretor e roteirista Luiz Bolognesi, de “Ex-Pajé” e “Uma História de Amor e Fúria”. O longa será uma parceria entre os produtores paulistas Caio e Fabiano Gullane e o Instituto Ayrton Senna, mas ainda não foram divulgados outros detalhes, como eventuais atores sondados para o papel do ídolo da Fórmula 1, morto em 1994. O projeto é antigo. Bianca Senna, diretora de Branding do Instituto Ayrton Senna e sobrinha do tricampeão da F1, mencionou a produção há três anos. Na época, estaria em fase de roteiro. Antes disso, a Warner também tentou desenvolver uma cinebiografia, que seria uma produção internacional e contaria com o espanhol Antonio Banderas no papel principal. A família de Senna vetou. O filme atual tem apoio dos familiares do piloto e já integra o calendário de futuros lançamentos da produtora Gullane. A produtora brasileira está em Cannes neste ano participando da competição da Palma de Ouro em Cannes. Seu filme é “O Traidor”, uma coprodução com países europeus dirigida pelo veterano cineasta italiano Marco Bellocchio, que relembra a trajetória de Tommaso Buscetta, ex-mafioso que se refugiou no Brasil após delatar seus antigos comparsas.
Stranger Things reúne novos e velhos personagens em 14 pôsteres individuais
A Netflix divulgou 14 pôsteres de personagens da 3ª temporada de “Stranger Things”. Além das crianças e adultos originais, mais os dois irmãos (Max, vivida por Sadie Sink, e Billy, por Dacre Montgomery) acrescentados na temporada passada, a coleção de cartazes inclui novidades. A maior delas é Robin, que será vivida por Maya Hawk, filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”). A adolescente vai trabalhar com Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade de Hawkins. Os cartazes também destacam o novo status de Erica, a irmã caçula de Lucas (Caleb McLaughlin). Os irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, adoram a atriz-mirim Priah Ferguson, que rouba cenas apesar de seu pequeno papel, e decidiram ampliar sua participação nos próximos episódios. Todas as artes também incluem fogos de artifício característicos das comemorações do feriado americano do Dia da Independência. Foi exatamente esta a data escolhida para a estreia dos novos capítulos: dia 4 de julho, em streaming.
Emily VanCamp e Daniel Bruhl vão voltar a viver Sharon Carter e Barão Zemo em série da Marvel
A atriz Emily VanCamp (a Emily de “Revenge”) e o ator Daniel Bruhl negociam voltar a viver Sharon Carter, a agente 13 da SHIELD, e o vilão Barão Zemo na nova série da Disney+ (Disney Plus) centrada na parceria do Falcão e do Soldado Invernal. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Já o Barão Zemo teve destaque principalmente no segundo filme. O vilão nazista dos quadrinhos foi repaginado nos cinemas como um estrategista com laços com a HYDRA. Foram suas ações que deram origem à “Guerra Civil” entre Capitão América e Homem de Ferro. E não se pode esquecer que foi o vilão quem matou o pai do Pantera Negra. Anthony Mackie e Sebastian Stan estão confirmados na atração, respectivamente como Falcão e Soldado Invernal. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, segundo o site Deadline, a sucessão do Capitão América será um dos pontos centrais. Vale lembrar que o Falcão ficou com o escudo do Capitão no final de “Vingadores: Ultimato”. Outra novidade é que a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos das vindouras “NOS4A2” e “The Loudest Voice”. Ainda não há previsão de estreia.
Humans é cancelada após três temporadas
O canal americano AMC e o britânico Channel 4 confirmaram o cancelamento da sci-fi robótica “Humans”. A oficialização do destino da atração demorou criteriosamente um ano desde a exibição da 3ª e agora última temporada. Com isso, quem esperava pela conclusão da história ficou frustrado. Sempre é melhor um final que não cumpre expectativas do que uma interrupção sem final. Em vez de tomar a decisão rapidamente, liberando os envolvidos para buscar alternativas, os executivos dos dois canais optaram por tomar todo o tempo do mundo, deixando simplesmente os contratos do elenco e roteiristas vencerem. E nem sequer se prestaram a comunicar a decisão ao público. Foram os roteiristas-produtores Jonathan Brackley e Sam Vincent que deram a notícia com um post nas redes sociais. “Infelizmente, não haverá uma 4ª temporada de ‘Humans’. Nesta era de escolhas e competição sem precedentes, não podemos reclamar. O Channel 4 e o AMC foram os parceiros perfeitos. Eles apoiaram o programa brilhantemente e acima de tudo… nos deixaram fazer três temporadas!”, a dupla escreveu. “Sabemos que deixamos alguns tópicos pendurados. Foi assim que sempre escrevemos o programa. Talvez um dia tenhamos a chance de concluí-los. Se houver alguém aí fora com alguns milhões de libras e interesse em histórias de Inteligência Artificial somos todos ouvidos”. A produção, na verdade, era um remake da aclamada série sueca “Real Humans” (Äkta Människor), criada por Lars Lundström (criador também de “Labyrint”), que teve apenas duas temporadas produzidas na Escandinávia. “Humans” se passa em um mundo futurista, que não é muito diferente do presente atual, exceto por um detalhe: o objeto de consumo favorito de toda a família é um “sintético”, um robô doméstico altamente desenvolvido e extremamente semelhante aos humanos. Na trama, os androides são tratados alternadamente como eletrodomésticos, objetos sexuais ou membros das famílias, mas inspiram um movimento social contra sua presença, pois custariam empregos aos humanos. A situação tem um agravante: um grupo de sintéticos foi criado pelo inventor dos androides com consciência e pode causar uma revolução tecnológica, que o governo quer impedir que aconteça. A adaptação inglesa foi estrelada por Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Katherine Parkinson (série “The IT Crowd”), Emily Berrington (minissérie “24: Live Another Day”), Colin Morgan (série “Merlin”), Tom Goodman-Hill (série “Mr Selfridge”), Ruth Bradley (série “Primeval”), Neil Maskell (série “Utopia”), Ivanno Jeremiah (“O Veterano”), Sope Dirisu (minissérie “Casual Vacancy”), Theo Stevenson (“Pequenas Super Stars”), Lucy Carless (série “Suspects”) e Pixie Davies (“O Lar das Crianças Peculiares”). No Brasil, “Humans” também era exibida pelo canal pago AMC. Some #Humans news… #HumansC4 #HUMANSamc pic.twitter.com/Uw0Uxt0iCe — Sam Vincent (@smavincent) May 20, 2019
Years & Years: Distopia sobre governo de direita no Reino Unido ganha trailer legendado
A HBO divulgou o primeiro trailer legendado e uma foto do elenco central de nova série “Years & Years”, estrelada por Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). Passada num futuro próximo, a série acompanha a ascensão de uma política controvertida de extrema direita (papel da atriz), que ao assumir o poder cria consequências terríveis para toda uma geração. A trama é narrada a partir do ponto de vista de uma família, que, ao longo de 15 anos, vê sua vida ser afetada pelas políticas do governo. À medida que a sociedade muda, mais rápido do que nunca, os Lyon passam experimentar a temer cada vez mais o futuro. Os Lyons são vividos por Rory Kinnear (“Penny Dreadful”), T’Nia Miller (“Marcella”), Russell Tovey (“Quantico”), Jessica Hynes (“Paddington 2”), Ruth Madeley (“The Level”), Anne Reid (“Boneco de Neve”) e a estreante Lydia West como a caçula da família. Eles aparecem reunidos na foto abaixo, assistindo à líder política pela televisão. A série foi concebida por Russell T. Davies, o showrunner original do revival de “Doctor Who” (responsável pela atração por uma década, de 2005 a 2015). A estreia está marcada para o dia 28 de junho.
“Oops, desmaiei”, diz Elle Fanning no Instagram para confirmar que passa bem
Elle Fanning deu um susto ao desmaiar durante um jantar do Festival de Cannes na noite desta segunda (20/5). Jurada mais jovem da história de Cannes, a atriz de 21 anos chegou a cair de sua cadeira durante a premiação Chopard Trophee, dedicado a cada ano incentivar os novos talentos do cinema. Ela saiu meia tonta do local, amparada pela irmã, Dakota Fanning, mas poucas horas depois postou um selfie em seu Instagram para tranquilizar a todos. “Oops, desmaiei esta noite no meu vestido Prada de 1950, mas está tudo bem!”, ela escreveu na legenda da foto. Nas hashtags ela acrescentou que o vestido era muito apertado e que estava “naquela época do mês”. Até o momento, não há outras informações, mas as reações ao desmaio, descritas pela revista Variety, foram de choque, com a atriz Marion Cotillard chegando a colocar a mão no coração. Ver essa foto no Instagram Oops, had a fainting spell tonight in my 1950’s Prada prom dress but it’s all good!! #dresstootight #timeofthemonth Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) em 20 de Mai, 2019 às 3:55 PDT
Vingadores: Ultimato vira filme de maior público e bilheteria no Brasil
“Vingadores: Ultimato” completou quatro semanas em 1ª lugar nas bilheterias do Brasil. Só no último fim de semana, 901 mil pessoas foram aos cinemas assistir à superprodução da Marvel/Disney, que ainda permanece em cartaz na maior parte dos cinemas do país – após abrir em 80% de todas as telas disponíveis. Com a distribuição ilimitada, o filme atingiu o valor de R$ 312 milhões em sua arrecadação nacional, sendo visto por 17,9 milhões pessoas, segundo levantamento da consultoria Comscore. Com isso, “Vingadores: Ultimato” derrubou um recorde histórico no país, superando os 17 milhões de espectadores que compraram ingressos para assistir ao fenômeno “Titanic” em 1998. O filme dos super-heróis virou o lançamento de maior público em todos os tempos no Brasil – e, claro, maior bilheteria. E os números ainda estão crescendo. Para demonstrar sua força, basta considerar que “Vingadores: Ultimato” teve quase quatro vezes mais público no fim de semana passado que a estreia situada em 2º colocado no ranking, o novo filme de Keanu Reaves. “John Wick 3 – Parabellum” foi prestigiado por 290 mil pessoas e arrecadou R$ 5,1 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz no Brasil. O 3º lugar do fim de semana ficou com “Pokémon: Detetive Pikachu”, com 266 mil espectadores e R$ 4,5 milhões em ingressos vendidos. Após duas semanas nos cinemas, o filme soma público total de 803 mil pessoas e arrecadação de R$ 13 milhões.
John Wick 4 é confirmado com data de estreia em 2021
A Summit Entertainment e a Lionsgate confirmaram nesta segunda (20/5) a produção de “John Wick 4” e ainda divulgaram a previsão de estreia: 21 de maio de 2021 nos cinemas norte-americanos. O anúncio foi feito através de mensagens enviados para os celulares dos integrantes de um grupo de fãs cadastrados da franquia, numa referência à trama, em que os assassinos recebem seus trabalhos através de mensagens de texto. “John Wick 3 – Parabellum” estreou nos cinemas no fim de semana passado. O lançamento conquistou a maior abertura da franquia, com US$ 57 milhões nos Estados Unidos e Canadá, tirando “Vingadores: Ultimato” do topo das bilheterias. Não só isso. O filme estrelado por Keanu Reeves pode ter salvado o ano da Lionsgate, que vem de uma série de fracassos milionários, como “Robin Hood”, estrelado por Taron Egerton, o remake de “Hellboy” e o thriller “Vingança a Sangue Frio”, com Liam Neeson. Os três deram grande prejuízo. Graças ao desempenho do longa, “John Wick 4” acabou se tornando inevitável. E o projeto de uma série focada no Hotel Continental, parte importante da franquia, deve finalmente sair do papel.
Cena inédita legendada de Stranger Things faz referência a Picardias Estudantis
A Netflix divulgou uma cena completa legendada da 3ª temporada de “Stranger Things”. A prévia mostra Billy Hargrove (Dacre Montgomery) descamisado e de calção vermelho, arrancando suspiros entre as mulheres de Hawkins, durante seu novo trabalho como salva-vidas da piscina pública. Detalhe: entre suas fãs, a mais interessada parece ser a mãe de Mike (Finn Wolfhard) e Nancy (Natalia Dyer), Karen Wheeler (Cara Buono). Mas este não é o único detalhe evidente no vídeo. A trilha sonora é uma referência cinematográfica. Trata-se de “Moving in Stereo”, da banda The Cars, que é famosamente associada a uma cena do filme “Picardias Estudantis” (1982), em que Judge Reinhold fantasia com Phoebe Cates de biquíni vermelho na piscina de sua casa. E esta não deve ser a única referência ao filme clássico, que foi o primeiro roteiro da carreira do cineasta Cameron Crowe (“Quase Famosos”). Assim como na comédia dos anos 1980, a 3ª temporada de “Stranger Things” vai ter diversas cenas passadas num shopping center, o primeiro de Hawkins, que trará Steve (Joe Keery) como funcionário – na área de fast food, exatamente como o personagem de Judge Reinhold. Os novos episódios da série estreiam em 4 de julho, época em que também se passa a história, só que em 1985.
Elle Fanning desmaia e sai tonta de jantar do Festival de Cannes
A atriz Elle Fanning chocou a organização do Festival de Cannes e seus colegas ao sofrer um mal súbito na noite desta segunda (20/5), durante um jantar da programação do evento. Integrante do juri oficial do evento, ela desmaiou no jantar da premiação Chopard Trophee, dedicado a cada ano incentivar os novos talentos do cinema, e foi retirada às pressas desacordada. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde atual. Segundo a revista Variety, o diretor do festival, Thierry Fremaux, tinha acabo de chamar o ator Francois Civil no palco quando Fanning desmaiou e caiu da cadeira. Foi sua irmã, Dakota Fanning, que a ajudou a levantar antes que a segurança tirasse Elle do local. Ainda de acordo com a Variety, a cerimônia foi interrompida por alguns minutos enquanto a organização tentava ajudar a atriz. Collin Firth, que estava ao lado da jovem de apenas 21 anos, tentou ajudar a colega assim que a viu cair. Marion Cotillard, um pouco mais distante, manifestou choque com a cena. O assessor de Elle Fanning no local ainda não atendeu aos pedidos de informação da imprensa.
Quentin Tarantino tenta barrar spoilers de seu filme no Festival de Cannes
Quentin Tarantino, quem diria, imitou os diretores de “Vingadores: Ultimato”. Assim como Joe e Anthony Russo, ele divulgou uma carta aberta em que pediu para o público e a imprensa não compartilharem spoilers de seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”. O apelo de Tarantino é ainda mais urgente, porque seu longa será exibido nesta terça (21/5) no Festival de Cannes, em disputa pela Palma de Ouro, mas só chegará comercialmente aos cinemas em 26 de julho nos Estados Unidos. No caso do Brasil, o espaçamento é ainda maior, já que a obra só terá lançamento nacional em 15 de agosto. O diretor teme que o público fique sabendo dos segredos, reviravoltas e até o final de sua história antes de poder ver o filme. E ele tem motivos para recear o pior. Quando preparava seu filme anterior, “Os Oito Odiados”, um site divulgou o roteiro ainda inédito na íntegra, fazendo-o quase desistir da filmagem. Na ocasião, ele contornou o vazamento com mais trabalho para reescrever parte da trama. “Eu amo cinema. Você ama cinema. É a jornada de se descobrir uma história pela primeira vez”, apontou Tarantino no texto de sua carta, postada nas redes sociais. “O elenco e a produção trabalham muito duro para criar algo original, e eu só peço a todos que evitem revelar qualquer coisa que impeça a audiência de ter esse mesmo tipo de experiência”, completou o diretor. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho do diretor Roman Polanski. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Damon Herriman (“Justified”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). Ver essa foto no Instagram #NoSpoilersInHollywood Uma publicação compartilhada por Once Upon A Time In Hollywood (@onceinhollywood) em 20 de Mai, 2019 às 3:01 PDT
Final de Game of Thrones bate recorde de audiência da HBO
O episódio final de “Game of Thrones” exibido no domingo passado (19/5) na HBO, bateu um novo recorde de audiência. Intitulado “The Iron Throne”, o último capítulo da série foi visto por 19,3 milhões de telespectadores entre todas as plataformas da HBO (do canal tradicional aos aplicativos de streaming) dos Estados Unidos. O número faz do episódio o mais assistido de toda a história da série e do canal pago. O recorde pertencia, anteriormente, ao capítulo da semana passada, “The Bells”, exibido na semanas passada, que trouxe a destruição de Porto Real e atraiu 18,4 milhões de telespectadores. Na verdade, quase todos os capítulos da temporada registraram recordes da série e eles se tornaram individualmente as seis maiores audiências da história da HBO. Considerando apenas o público que sintonizou a série ao vivo na TV, o total foi de 13,6 milhões, novo recorde televisivo da HBO, superando a estréia da 4ª temporada de “The Sopranos”, que atraiu 13,4 milhões em 2002. O número, porém, é ainda inferior ao recorde da TV paga estabelecido por “The Walking Dead” – 17,2 milhões na estreia da 5ª temporada, em 2014. Estes são números apenas do público de TV – sem contar streaming. Escrito e dirigido pelos criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, o capítulo final dividiu as opiniões de crítica e recebeu comentários muito negativos nas redes sociais. No site Rotten Tomatoes, recebeu a segunda pior nota de toda a série, aprovado por apenas 51% da crítica – a pior nota foi do capítulo anterior: 47%.
Último Episódio de Game of Thrones é considerado medíocre pela crítica americana
O final de “Game of Thrones” não desagradou apenas o público, como se viu pelas redes sociais. A crítica americana também achou o episódio “The Iron Throne”, exibido no domingo (19/5), simplesmente medíocre. Na tabulação das críticas do site Rotten Tomatoes, o capítulo escrito e dirigido pelos criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, ficou com apenas 51% de aprovação. Só não foi a nota mais baixa da história da série porque o episódio anterior, “The Bells”, recebeu 47%. “O modo como a história dos Sete Reinos é reduzida à acensão dos quatro Starks pareceu pobre, enfantizando como tudo em “Game of Thrones” se tornou limitado em alcance”, escreveu a revista Slant. “A aparente incapacidade de Bran de sentir qualquer coisa é tratada, em última análise, como um presente para os cidadãos de Westeros… Esta é uma leitura profundamente equivocada – não apenas da complexidade da psique humana, mas também de toda a história da humanidade”, reclamou a revista The Atlantic. “Muito infeliz, mas não exatamente desapontado, porque acho que todos nós sabíamos que seria uma reta final acidentada”, analisou The Stranger, único jornal de Seattle. “Episódio sem brilho”, resumiu o site The Verge. “Eu sempre posso respeitar uma tentativa de fazer uma grande jogada, mesmo que não resulte em nada. Mas apenas tentar concluir o jogo da maneira mais cômoda e superficial possível é muito pior do que tentar uma grande jogada que acaba em furada”, filosofou com metáfora esportiva a revista Vox. “O problema não é que ‘Game of Thrones’ não teve um final edificante, mas que toda a sua antecipação revolucionária se tornou uma grande promessa vazia”, concluiu a revista The Week. “O final foi um desastre que os fãs não mereciam”, completou o jornal USA Today.












