Annabelle 3 pode dar origem a novos filmes do universo de Invocação do Mal
O universo de “Invocação do Mal” pode se ampliar com muito mais filmes derivados. E há um detalhe assombroso nesta multiplicação do terror: seriam derivados de um filme que já é derivado da franquia original. Segundo o roteirista Gary Dauberman, que faz sua estreia na direção com “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, o novo longa da boneca maldita tem monstros suficientes para encher vários outros lançamentos – e o bolso do produtor James Wan, criador e produtor da franquia. Uma dessas novas criaturas é chamada de The Ferryman (O Barqueiro, em tradução literal), um vulto com moedas no lugar dos olhos. “Uma das coisas que sempre me assombraram foram aquelas fotos de cadáveres com moedas por cima dos olhos”, explicou Dauberman, em entrevista ao site da Entertainment Weekly, sobre os novos personagens. O visual da criatura se baseia no mito grego de Charon, um barqueiro que transportava as almas dos mortos pelo rio Styx, desde que fosse pago em moeda. Por isso, os mortos costumavam ser enterrados com moedas sobre os olhos, visando pagar a travessia de suas almas. “Eu sempre achei que essa história era muito interessante, e daria um bom filme de terror. Quis mergulhar nisso com esse filme”, contou o diretor. The Ferryman é uma das assombrações que escapa da sala onde o casal Warren (vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga) guarda seu acervo de objetos amaldiçoados – local onde Annabelle apareceu pela primeira vez, no primeiro “Invocação do Mal”. “Há alguns artefatos e assombrações no acervo deles que realmente me fascinam”, disse Dauberman, revelando sua intensão. “Eu adoraria explorar melhor vários deles”. Apesar disso, ele insiste que não escreveu “Annabelle 3” “pensando em quais personagens poderiam ganhar filmes solo”. “Mas estou disposto a isso se as pessoas curtirem algum dos conceitos”, comentou. “Foi isso que James [Wan] fez com ‘A Freira’, que saiu de ‘Invocação do Mal 2’. Não foi algo de caso pensado, apenas uma coisa que ressoou com o público, e nos fez pensar: ‘Bom, ela merece um filme só para ela'”, completou. “Annabelle 3” estreia em 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Cena de Brinquedo Assassino destaca nova voz de Chucky, dublado por Mark Hamill
A Orion Pictures divulgou uma cena do remake de “Brinquedo Assassino”, que destaca a voz do novo Chucky, assombrando sua principal vítima mirim. A prévia se concentra no tom adotado pelo ator Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) para dublar o psicopata de plástico. E ainda revela que Chucky ganhou a capacidade de “possuir” aparelhos eletrônicos, que transmitem sua voz e obedecem a seus comandos. Desta forma, o novo “Brinquedo Assassino” se mostra bem diferente do filme dos anos 1980, já que Chucky agora é basicamente um robô, com um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”. O elenco ainda traz Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), e Brian Tyree Henry (“Atlanta”) como um policial. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano.
The Ranch vai acabar na 4ª temporada, após demissão de Danny Masterson
A série “The Ranch”, estrelada por Ashton Kutcher, vai acabar com o lançamento da sua 4ª temporada, prevista ainda para este ano. O anúncio foi feito pelo próprio ator em um post no Twitter (veja abaixo). A Netflix renovou a série para sua 4ª temporada em novembro passado, apesar do escândalo que levou à demissão de um de seus protagonistas, o ator Danny Masterson. O intérprete do irmão de Ashton Kutcher na trama foi demitido durante as gravações da 3ª temporada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000), no rastro do movimento #MeToo. Para compensar a saída de Masterson, a série acrescentou um novo personagem, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/03/dax-shepard-sera-substituto-de-danny-masterson-na-serie-the-ranch/”>vivido por Dax Shepard (“CHiPs”). Após aparecer no final da 3ª temporada, ele foi promovido ao elenco fixo da atração, que também conta com Sam Elliott (indicado ao Oscar por “Nasce uma Estrela”) e Elisha Cuthbert (a eterna Kim Bauer de “24 Horas”), além de Debra Winger (do clássico “Laços de Ternura”) em participações especiais. Criada por Don Reo e Jim Patterson (produtores-roteiristas de “Two and a Half Men”), “The Ranch” foi a primeira série de comédia de estilo multi-câmera (gravada em estúdio diante de uma plateia) produzida pela Netflix e marcava o reencontro de Masterson e Ashton Kutcher, que trabalharem juntos na sitcom clássica “That ’70s Show”. A 4ª temporada terá 20 episódios, que ainda não possuem data de estreia definida. @theranchnetflix is coming to an end, but not just yet. We’re excited to bring you the final 20 episodes — 10 streaming later this year (2019) on @netflix, and then 10 more in 2020. Stay tuned! pic.twitter.com/dX9vzjHm4T — ashton kutcher (@aplusk) June 4, 2019
Explosões no set do novo 007 danificam estúdio e ferem integrante da equipe
Um novo acidente aconteceu no set do próximo filme da franquia “007”. A revelação foi feita pelo Twitter oficial da franquia, que informou nesta terça (4/5) que uma “explosão controlada” durante as filmagens de uma cena de ação acabou machucando um membro da equipe de produção. A imprensa britânica, por sua vez, fala em explosões, no plural, e usa o adjetivo descontroladas. Teriam sido três explosões, que aconteceram numa cena típica de “cientista louco”, segundo o tabloide The Sun, envolvendo uma bola de fogo num laboratório. E foram tão fortes que estouraram o teto, além de ter danificado painéis laterais do tradicional estúdio Pinewood, em Londres. Um integrante do elenco teria sido visto desmaiado do lado de fora do estúdio. Já o comunicado oficial diz que ninguém se feriu no set, mas um membro da equipe, que não é identificado por nome, sofreu um pequeno machucado do lado externo do estúdio. O tuíte também confirma que o Pinewood, onde os filmes da saga são tradicionalmente filmados, foi danificado. Este é o segundo acidente da produção e aconteceu em menos de duas semanas após Daniel Craig se machucar durante as filmagens de outra cena do filme. O ator teve que passar por uma cirurgia após fraturar o tornozelo e precisará de repouso por algumas semanas. Os acidentes não devem atrasar o lançamento do 25º filme da franquia. Ainda sem título oficial, o filme dirigido por Cary Joji Fukunaga (“True Detective”) tem estreia prevista para abril de 2020. A produção marcará a última aparição de Daniel Craig como James Bond, após viver o agente secreto em quatro filmes anteriores – “007: Cassino Royale” (2006), “007: Quantum of Solace” (2008), “007: Operação Skyfall” (2012) e “007 Contra Spectre” (2015). During the filming of a controlled explosion on the set of Bond 25 today at Pinewood Studios, damage was caused to the exterior of the 007 Stage. There were no injuries on set, however one crew member outside the stage has sustained a minor injury. pic.twitter.com/8O9tOgwMYK — James Bond (@007) June 4, 2019
Homem-Aranha: Longe de Casa ganha 10 fotos oficiais
A Sony divulgou 10 fotos oficiais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Algumas já tinham aparecido com logos de revistas, mas boa parte é inédita. As imagens reforçam que Peter Parker (Tom Holland) e M.J. (Zendaya) vão virar um casal na continuação, além de enfatizar as participações do “Sr. Beck” (Jake Gyllenhaal), Nick Fury (Samuel L. Jackson), Maria Hill (Cobie Smulders) e Happy Hogan (Jon Favreau). Vale lembrar, mais uma vez, que o Sr. Beck é na verdade Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Bob Esponja vai voltar à infância em nova série animada
Bob Esponja vai virar Young Sheldon. Ou melhor, a série animada da Nickelodeon vai ganhar um derivado sobre a infância do personagem. Intitulado “Kamp Koral”, o novo desenho mostrará como era a vida de Bob Esponja aos 10 anos de idade. Na trama, o Young Bob Esponja e seus amigos serão vistos participando das atividades do acampamento de verão mais popular da Fenda do Bikini, o Kamp Koral. O anúncio do spin-off acompanha os planos do canal pago para expandir a franquia. “Estamos animados com ‘Kamp Koral’, que vai provar o quanto esses personagens são amados ao redor do mundo”, disse Ramsey Naito, chefe de animação da Nickelodeon. Dois produtores da série original, Marc Ceccarelli e Vincent Waller, comandarão o spin-off. Além de “Kamp Koral”, também estão sendo avaliados spin-offs de Sandy Bochechas, a esquilo que mora na Fenda do Biquíni e é grande amiga dos protagonistas Bob Esponja e Patrick, e até do Plankton, dono do restaurante Balde de Lixo, que vive tentando roubar a receita do famoso hambúrguer de siri. Todos os personagens foram criados por Stephen Hillenburg, que morreu em novembro passado aos 57 anos de idade. Ele sofria de ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa do sistema nervoso, que acarreta paralisia motora progressiva e irreversível. Apesar da morte de seu criador, a Nickelodeon garantiu que a série original não deixará de ser produzida. “Bob Esponja” vai comemorar 20 anos em julho, com programações especiais no canal pago infantil.
Christoph Waltz e Louis Garrel vão estrelar novo filme de Woody Allen
Woody Allen vai retomar sua carreira com um novo filme repleto de astros europeus. Após ser renegado por diversos atores americanos, que embarcaram na campanha do movimento #MeToo, o próximo longa do diretor será estrelado pelo austríaco Christoph Waltz (“Django Livre”), o francês Louis Garrel (“O Formidável”), os espanhóis Sergi López (“Um Dia Perfeito”) e Elena Anaya (“Mulher-Maravilha”), e até dois americanos, Wallace Shawn (de “Young Sheldon”, que estreou no cinema sob direção de Allen em “Manhattan”) e Gina Gershon (“Riverdale”). As filmagens vão começar em julho com produção da espanhola Mediapro, uma das maiores distribuidoras independentes da Europa. As negociações entre Allen e a Mediapro vieram à tona em setembro, quando o sócio-fundador da produtora, Jaume Roures, revelou que pretendia produzir um novo filme do diretor na Espanha. Será a segunda vez que o cineasta americano de 82 anos filmará no país. A primeira vez foi com o sucesso “Vicky, Cristina, Barcelona” (2008), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Penélope Cruz. Na ocasião, a produção também contou com apoio da Mediapro, responsável ainda pelas filmagens de “Meia-Noite em Paris” (2011), na França. Com título provisório de “Wasp 2019”, o longa vai contar a história de um casal americano casado que vai ao Festival de San Sebastian. Segundo a produção, eles acabam encantados pela magia do festival, pela beleza e charme da Espanha e pela fantasia dos filmes. Ela acaba tendo um caso com um brilhante diretor de cinema francês, e ele se apaixona por uma linda mulher espanhola que mora lá. “É uma comédia-romance que se resolve de uma forma engraçada, mas romântica”, disse a Mediapro em comunicado. “Na Mediapro, trabalhamos com Woody Allen há 14 anos. Seus filmes, como todos os projetos que o grupo produz, têm uma personalidade única. Este último filme tem todos os ingredientes para estar entre os melhores, como nos acostumamos com um diretor do talento de Woody Allen: um roteiro inteligente e um elenco internacional de primeira linha. Além disso, temos o prazer de poder filmar o filme em uma cidade como São Sebastião, que tem laços tão fortes com o cinema”, acrescentou Jaume Roures no release oficial. O projeto retoma a carreira de Allen, que estava interrompida desde que a Amazon decidir não lançar “A Rainy Day in New York”, o 48º filme dirigido pelo cineasta, que foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen, pressionando especificamente a Amazon para que não bancasse mais o diretor. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. A acusação de abuso contra Dylan chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive dois integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Mas outros o defenderam, com o espanhol Javier Bardem, protestando contra o “linchamento público que vem recebendo”. Em meio à polêmica, os anos de 2018 e 2019 foram os primeiros em quase quatro décadas que o diretor ficou sem filmar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”. No início deste ano, Allen iniciou uma ação legal contra o estúdio, visando receber uma indenização pelo rompimento do acordo. Durante a queda de braços, Allen recuperou os direitos do filme “A Rainy Day in New York”, que finalmente será lançado nos cinemas, inclusive no Brasil, até o fim do ano.
Punky, a Levada da Breca vai ganhar continuação com a mesma atriz
A série clássica dos anos 1980 “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster, em inglês) vai ganhar revival. E com a mesma atriz que interpretava a menina original, Soleil Moon Frye. Concebida como continuação da trama original, a nova série vai mostrar a protagonista Punky (Frye) como uma atrapalhada mãe solteira de três crianças, que conhece uma jovem que a lembra muito de sua própria infância. A premissa também lembra outras produções em que crianças de séries clássicas retornam adultas para estrelar continuações, como “Fuller House” e “A Casa da Raven” (Raven’s Home). “Punky, a Levada da Breca” foi exibida originalmente entre 1984 e 1988 e girava em torno de uma garota abandonada pela mãe em um shopping. Sem se deixar abater, ela começa a morar num apartamento vago de um prédio administrado pelo viúvo Henry (George Gaynes), que depois a adota. No Brasil, a sitcom foi transmitida com grande sucesso pelo SBT, e depois de cansar de reprisar passou ainda pela Rede Bandeirantes. Além disso, uma versão em desenho animado da série, batizada de “Punky” (também Punky Brewster no original), foi produzida entre 1985 e 1987. A série acabou quando Soleil Moon Frye tinha 12 anos. Mas ela não parou de atuar, aparecendo em várias outras atrações televisivas, inclusive em “Friends”, “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Anos Incríveis” (The Wonder Years), até se destacar num papel fixo em “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003) e como dubladora da franquia animada baseada nas bonecas “Bratz” (2004-2013). O revival de “Punky” está sendo desenvolvido pelos irmãos Steve e Jim Armogida (criadores da série “School of Rock”) para os estúdios Universal, visando um lançamento na rede NBC, lar da série original. Por enquanto, o projeto ainda está em etapa de roteiro, mas Soleil Moon Frye já está comemorando nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram I have a big giant secret to finally share with you! She is back and I am back too! #PUNKYPOWER ❤️??????? Uma publicação compartilhada por Soleil Moonfrye (@moonfrye) em 4 de Jun, 2019 às 10:25 PDT
Investigação de estupro contra Gérard Depardieu é encerrada por falta de provas
A Justiça francesa encerrou a investigação de uma denúncia de estupro contra o ator Gérard Depardieu, que corria desde agosto do ano passado, por falta de provas. Em comunicado oficial, a promotoria disse que “diversas investigações foram feitas dentro do procedimento recomendado para este tipo de caso”, mas que não foi encontrada evidência significativa para sustentar um processo oficial. Herve Temine, advogado de Depardieu, criticou a demora da investigação e disse que seu cliente sofreu “dano irreparável com a divulgação dessas acusações”. O astro francês foi denunciado por uma atriz de 22 anos em agosto, que disse ter sido atacada durante ensaios para um novo projeto. Depardieu colaborou com a investigação e deu depoimento oficial em novembro. Indicado ao Oscar por “Cyrano” (1990), ele é um dos astros mais conhecidos do cinema francês e completou 70 anos durante a investigação, em dezembro. O ator seria amigo do pai da jovem acusadora, que ele resolveu apadrinhar, aconselhando-a em seus primeiros passos na profissão. O nome da acusadora não foi revelado.
Good Omens ganha 18 pôsteres de personagens
A Amazon divulgou uma coleção com 18 pôsteres de personagens de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett, que estreou na sexta (31/5) na plataforma de streaming. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Após séculos em lados opostos, eles resolvem se aliar para impedir o apocalipse. Para isso, precisam encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, além de lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse, anjos dissimulados e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”), Mireille Enos (“Guerra Mundial Z”), Yusuf Gatewood (“The Originals”), Lourdes Faberes (“Knightfall”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional.
Pôster de Stranger Things destaca o novo monstro da série
A Netflix divulgou um novo pôster da 3ª temporada de “Stranger Things”, para marcar que falta um mês para a estreia dos novos episódios. A imagem reúne os personagens da série e já inclui Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), que viverá Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Mas o principal destaque da ilustração é o novo monstro da trama, que aparece em primeiro plano, projetando sombras e deixando um rastro de morte na cidadezinha de Hawkins. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.
Promotora que acusou inocentes de estupro pode perder emprego após série da Netflix
A estreia da série “Olhos que Condenam” (When They See Us) na última sexta-feira (31/5) está dando o que falar nos Estados Unidos. A produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Por conta do impacto da série, a opinião pública vêm pressionando pela demissão da “vilã” da história, a ex-promotora Linda Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman), que foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes. Até hoje, ela se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. De acordo com uma reportagem do site TMZ, Fairstein está sendo pressionada a pedir demissão da organização sem fins lucrativos “Safe Horizon”, na qual ela trabalha há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença na entidade também estaria indignando colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O CEO da ONG disse que vai avaliar o caso, mas o TMZ apurou que o conselho planeja demiti-la de qualquer jeito. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, disse que a ex-promotora finalmente está conseguindo o que merece. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Testes posteriores de DNA confirmaram que o autor do crime era mesmo Matías Reyes, que já cumpria prisão perpétua desde 1989 por outros crimes, inclusive estupros. Quase 30 anos depois do crime, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões aos rapazes. O processo movido pelos cinco acusava a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Elsa e Anna aparecem juntas em pôster japonês de Frozen 2
A Disney divulgou um pôster japonês da animação “Frozen II”, que reúne as irmãs Elsa e Anna. Na imagem, elas parecem mais compridas que no longa original, mostrando que ambas cresceram – literalmente – desde o primeiro filme. O cartaz também confirma um detalhe que faz parte da agenda de temas importantes do governo brasileiro: Elsa veste azul! A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos será dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia está marcada para 27 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.












