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24 de outubro de 2026
  • Filme

    John Cena entra oficialmente em Velozes e Furiosos 9

    7 de junho de 2019 /

    A Universal Pictures anunciou oficialmente que John Cena (“Bumblebee”) estará no elenco de “Velozes e Furiosos 9”. Boatos da participação do ator e ex-campeão de luta-livre circulavam desde abril, quando Vin Diesel deu algumas pistas no Instagram. O papel de Cena está sendo mantido em sigilo, mas sua participação deverá compensar a ausência de Dwayne Johnson. Em janeiro, o astro do spin-off “Hobbs & Shaw” disse que não participará do próximo filme da franquia original. De todo modo, a continuação terá dois retornos importantes: da atriz Jordana Brewster, que interpreta a irmã de Dominic (Vin Diesel) e se ausentou em “Velozes e Furiosos 8” (2017), e do diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). As filmagens vão começar nas próximas semanas para uma estreia em 22 de maio de 2020.

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  • Série

    Pico da Neblina: Série brasileira de legalização da maconha ganha novo vídeo da HBO

    7 de junho de 2019 /

    A HBO Brasil divulgou um novo vídeo de “Pico da Neblina”, produção nacional com dez episódios que se passa num futuro próximo, após a legalização da maconha no país. A prévia traz cenas da série com comentários de seus produtores, Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) e seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos também assinam a direção dos episódios, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. O tema maconheiro já rendeu algumas séries americanas, mas geralmente de tom mais cômico, da primorosa “Weeds” à horrorosa “Desenrolados” (Disjointed), que também tratava do mercado legal e foi cancelada no ano passado pela Netflix. A série tem produção da O2 e estreia em 4 de agosto na HBO.

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  • Sem categoria

    Séries de TV que se parecem com Gossip Girl

    7 de junho de 2019 /

    O tempo passa rápido. E, depois do ano 2000, o tempo voa. A nostalgia não tem mais a ver com discos de vinil ou máquinas de escrever, ela tem a ver com aquele seu seriado “antigão” que te faz sentir saudades e que faz com que você se sinta uma verdadeira vovó ou um vovô da era digital, olhando para as crianças entretidas com seus tablets e que nem fazem ideia do que é são coisas como “Pokémon” ou “Thundercats” (ou “Gossip Girl”!). Nostalgia Pop Se há um seriado que pode ser considerado um verdadeiro ícone da cultura pop teen, esse seriado é o “Gossip Girl”, conhecido pelo público brasileiro como “Gossip Girl: A Garota do Blog”, uma série americana de típico drama adolescente baseada numa coleção de romances homônimos criados pela escritora Cecily Von Ziegesar. A trama gira em torno de um grupo de estudantes de um colégio de elite em Manhattan, Nova York. As fofocas da vida adolescente desses estudantes são registrados em um blog com autoria anônima, e o enredo vai se desenrolando em torno desses acontecimentos e dos registros virtuais desses eventos. Nos EUA, a série estreou em 14 de setembro de 2007 por download no iTunes, e foi ao ar na TV quatro dias depois, pela rede The CW. O fato de estrear o episódio na internet antes de uma exibição na televisão já mostrava a compreensão dos criadores da série sobre as novas tendências digitais. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago Warner e pelo SBT. No total, foram 121 episódios divididos ao longo de seis temporadas, exibidas entre 2007 e 2012. Recepção da crítica “Gossip Girl” foi uma série inicialmente bem-recebida, tanto pelo formato inovador quanto pela trama inspirada nas obras de Cecily. Com o decorrer das temporadas, muitas pessoas criticaram o fato de a série ter se desviado quase que completamente dos livros, com semelhanças quase limitadas aos nomes dos personagens. Esse desgaste ao longo de várias temporadas que se arrastam não parece ter sido um equívoco exclusivo de “Gossip Girl”. Entretanto, é inegável que a série conseguiu criar novas tendências e ainda é um verdadeiro sucesso para uma legião de fãs – nostálgicos, é claro. Gossip Girl fez escola? Será que Gossip Girl foi “só mais uma série”, ou acabou lançando uma tendência? A temática adolescente não foi uma novidade, mas com certeza foi o primeiro (ou um dos primeiros) seriados que conseguiu abordar bem o mundo virtual e sua interconexão com a vida real – principalmente numa época em que a internet ainda estava em seus “primórdios” (se você se lembra de coisas como ICQ, salas de bate papo, Orkut, Fotolog e MSN, você sabe do que estamos falando). Essas novidades do mundo virtual mudaram muitas coisas nas dinâmicas adolescentes, e “Gossip Girl” conseguiu captar e transmitir isso para um público que, assim como os protagonistas, ainda estava aprendendo a lidar com esses novos recursos. Há seriados atuais com temáticas bem semelhante, como “Elite” (que também se passa em um colégio de elite) e a franquia “Pretty Little Liars” (quase uma “sucessora” de “Gossip Girl”), com um ar mais dramático e “sombrio”, além de mais elementos de suspense. que inclusive acaba de ganhar spin-off. Uma tendência das séries Indo um pouco mais atrás na linha do tempo, dá até para dizer que “The OC” (no Brasil, exibido com o título de “OC: Um Estranho No Paraíso”) influenciou, ao menos em parte, seriados como “Gossip Girl”. Mas não é surpresa. As séries compartilham um de seus criadores, Josh Schwartz. Que até hoje trabalha com a temática adolescente com sua parceira de “Gossip Girl”, Stephanie Savage. Os dois são responsáveis pela nova série “Fugitivos” (Runaways), sobre jovens heróis da Marvel, que passa no Brasil pelo canal pago Sony. DICA IMPORTANTE: Para quem ama séries, antigas e atuais, tem pesadelo pior do que aqueles travamentos durante a execução do seu episódio favorito? É um verdadeiro anticlímax. Para acabar com isso, vale a pena conseguir um provedor de VPN (Virtual Private Network, “Rede Virtual Privada”), que consegue ampliar sua velocidade de conexão e, claro, acabar com esses travamentos nos seus serviços de streaming. Vale a pena fazer o download de um bom serviço de VPN para viver sua vida feliz de maratonas e mais maratonas de séries.

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  • Série

    Ansel Elgort vai estrelar a primeira série de sua carreira

    7 de junho de 2019 /

    O jovem ator Ansel Elgort, que se projetou com papéis em “A Culpa É das Estrelas”, “Divergente” e “Em Ritmo de Fuga”, vai estrelar sua primeira série. Que também será uma das primeiras produções originais do novo serviço de streaming da WarnerMedia. Ele será o protagonista de “Tokyo Vice”, baseada no livro-reportagem de Jake Adelstein, que relata a história real de como a corrupção no departamento de polícia de Tóquio foi exposta pelo jornalista americano. Elgort vai interpretar Adelstein na série, que recebeu uma encomenda inicial de 10 episódios. O roteiro da adaptação está a cargo do dramaturgo JT Rogers, que venceu o Tony por “Olso”, e os episódios serão dirigidos por Destin Daniel Cretton, o cineasta indie de “Temporário 12” e “Castelo de Vidro”, que também vai comandar “Shang Chi”, o filme do Mestre do Kung Fu para a Marvel. Assim como a plataforma da WarnerMedia, “Tokyo Vice” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Diretor de Sem Escalas fará filme do vilão Adão Negro com Dwayne Johnson

    7 de junho de 2019 /

    A WarnerMedia definiu o diretor de “Adão Negro” (Black Adam), filme do supervilão dos quadrinhos da DC Comics, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Segundo a revista Variety, Jaume Collet-Serra (“O Passageiro” e “Sem Escalas”) está em negociações finais para comandar o projeto. Com a assinatura do contrato, o filme marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro de ação, que recém-finalizaram as filmagens de “Jungle Cruise” para a Disney. De acordo com a Variety, Johnson ficou impressionado com a capacidade do cineasta de mudar de temas leves para mais sombrios durante a produção de “Jungle Cruise”, e isto o tornou favorito para assumir o filme de Adão Negro. O longa será produzido pelo estúdio New Line, especialista em filmes de terror, que faz parte do conglomerado da Warner. Nos quadrinhos, Adão Negro é o principal inimigo de Shazam. Criado em 1945 pelo roteirista Otto Binder (que também criou Supergirl e a Legião dos Super-Heróis) e pelo ilustrador C.C. Beck (criador do Capitão Marvel), Adam Negro era originalmente Teth-Adam, filho do faraó Ramsés II e um dos primeiros detentores dos poderes do mago Shazam, na época do Egito Antigo. Porém, ele se deixou corromper pelo poder e foi exilado, retornando como vilão na era contemporânea (na verdade, nos anos 1940) para enfrentar o Capitão Marvel (hoje, rebatizado de Shazam por razões óbvias), o novo campeão do mago Shazam. Johnson topou o projeto ao ficar fascinado, como todos os leitores de quadrinhos, pela versão do personagem escrita por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka e Mark Waid na minissérie “52” (2006). Na trama, Adão Negro aparecia como o governante de uma nação africana em conflito existencial, determinado a fazer o bem, enquanto era manipulado para fazer o mal. Com cenas impactantes e desfecho trágico, foi uma das melhores sagas recentes dos quadrinhos. Mas… desde então o personagem passou por novo reboot, na minissérie “Novos 52” (2016), e seu (re)encontro com Shazam acabou resumido na história do recente filme da Warner. Isto é, o confronto com o Dr. Silvana na cinema foi, na verdade, com Adão Negro nos quadrinhos. Apesar disso, o personagem foi visto por alguns segundos no longa do herói da DC, que estreou em abril, já sugerindo sua integração ao universo de “Shazam!”.

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  • Etc

    Olhos que Condenam vai ganhar especial com Oprah Winfrey e entrevistas dos injustiçados

    7 de junho de 2019 /

    A repercussão da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us) nos Estados Unidos foi tanta – com direito a demissão da ex-promotora retratada na trama – que a Netflix resolveu produzir um especial, em que a apresentadora Oprah Winfrey irá entrevistar os cinco rapazes que ficaram conhecidos como “Central Park Five” e inspiraram a produção. A história de Antron McCray, Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymond Santana e Korey Wise é contada em detalhes na minissérie da cineasta Ava DuVernay (“Selma”). E a diretora também vai participar do especial, junto do elenco que representou os injustiçados na atração. Além de alimentar a discussão em torno de “Olhos que Condenam”, o programa também ajudará a promover a minissérie como potencial concorrente ao Emmy 2019. A estreia do especial foi marcada para quarta-feira (12/6). Lançada na sexta-feira passada (31/5), “Olhos que Condenam” aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime em 2001. O tema da obra ecoa um documentário que Ava DuVernay tinha feito anteriormente para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017.

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  • Filme

    Sigourney Weaver confirma participação no novo Caça-Fantasmas

    7 de junho de 2019 /

    A atriz Sigourney Weaver confirmou que vai voltar para a franquia “Os Caça-Fantasmas” como sua personagem do primeiro filme, Dana Barrett. Em entrevista para a revista Parade, ela revelou que já assinou contrato para participar do próximo capítulo da saga e ainda acrescentou: “Vai ser uma loucura trabalhar com esses caras novamente!” Até o momento, não há palavra oficial sobre os retornos de Dan Aykroyd, Bill Murray e Ernie Hudson, mas a declaração da atriz indica que é exatamente isso que vai acontecer. Embora não tenha confirmado o elenco original, a produção oficializou a contratação de Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). Mas tudo o que vazou desse elenco é que Coon viverá uma mãe solteira. Não há maiores detalhes da trama, mas o filme está a cargo do cineasta Jason Reitman (“Tully”), filho de Ivan Reitman, diretor dos dois primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989. Ao anunciar a produção, ele disse que tinha “muito respeito” pelo reboot recente do diretor Paul Feig, realizado com novo elenco feminino, mas a sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. Reitman também coescreveu o roteiro, ao lado de Gil Kenan (“A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 10 de julho de 2020.

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  • Etc

    Karen Gillan diverte a internet com vídeo em que mata “Thanos”

    7 de junho de 2019 /

    A atriz Karen Gillan tornou a internet mais leve e divertida com seu mais recente tuíte. A intérprete de Nebula (Nebulosa em algumas traduções) em “Vingadores: Ultimato” postou um vídeo hilário na noite de quinta (6/6), no qual ataca um dublê incauto que ousou vestir uma camiseta com o vilão Thanos para ir trabalhar. Ela não tem piedade do rapaz sorridente, que ao dizer “oi, Karen” recebe uma facada rápida e certeira no coração – na verdade, exatamente na imagem de Thanos. “Quando um dublê usa esta camiseta no trabalho, só existe uma coisa que a filha de Thanos pode fazer”, escreveu a atriz na legenda. Embora ainda esteja no pique dos Vingadores, a atriz gravou a brincadeira nos bastidores de seu novo filme, “Gunpowder Milkshake”, thriller de ação em que usará as técnicas de luta que aperfeiçoou para viver a heroína/vilã da Marvel. “Gunpowder Milkshake” chega aos cinemas em 2020 e ainda traz no elenco Lena Headey (a Cersei de “Game of Thrones”), Carla Gugino (“Watchmen”), Angela Bassett (“Pantera Negra”) e Paul Giamatti (“O Incrível Homem-Aranha 2”). A direção é do isralense Navot Papushado, do impressionante “Big Bad Wolves” (2013). When a stunt guy wears this t-shirt to work, there’s only one thing a daughter of Thanos can do. #AvengersEndgame #nebula #gunpowdermilkshake pic.twitter.com/DqKdLxNR1n — Karen Gillan (@karengillan) June 6, 2019

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  • Etc

    Brad Pitt ameaça processar Parada de Orgulho Heterossexual por usá-lo como “mascote”

    7 de junho de 2019 /

    Brad Pitt não gostou nada de saber que virou “mascote” de um grupo homofóbico. Segundo o TMZ, representantes do ator ameaçam processar os organizadores de uma “Parada de Orgulho Heterossexual” por usarem fotos e o nome do astro de Hollywood para promover o evento. A página do evento destacou Pitt numa montagem, em que ele é disputado por suas duas ex-mulheres, Angelina Jolie e Jennifer Aniston. Ao lado dessa imagem de revista de fofoca, os organizadores do movimento acrescentaram um texto que diz: “A comunidade heterossexual adotou Brad Pitt como o nosso mascote! Parabéns ao Sr. Pitt por ser o rosto deste importante movimento social. Direitos heterossexuais são direitos humanos!”. Veja uma foto do post original abaixo. Os organizadores da parada aparentemente esqueceram que Pitt declarou em 2006 que só se casaria com sua então namorada Angelina Jolie quanto as pessoas de todas as orientações sexuais pudessem se casar nos Estados Unidos. Além disso, envolveu-se ativamente para derrubar a lei que tornou os casamentos gays ilegais na Califórnia, por meio de doações e por participar de uma leitura teatral de uma peça do roteirista Dustin Lance Black (vencedor do Oscar por “Milk”) sobre a legislação. Após a ameaça dos advogados do ator, o grupo tirou a imagem de Pitt de seu site. E explicou sua substituição por Milo Yiannopoulos: “Devido à conflito de agenda, nosso mascote não estará mais disponível…”. O substituto de Pitt é um jornalista britânico que ficou conhecido por posições polêmicas de extrema direita. Demitiu-se da Breitbart News em fevereiro de 2017, depois de ter sido acusado de apologia à pedofilia. A “Parada de Orgulho Heterossexual” também foi criticada por Chris Evans, intérprete do Capitão América, porque vai acontecer em sua cidade natal, Boston. Ele compartilhou um texto do escritor James Fell, que diz que ir numa “parada heterossexual” é a mesma coisa que se assumir “um homofóbico de m*”. O evento está marcado para 10 de agosto e deve percorrer um trajeto semelhante ao da parada do orgulho LGBTQIA+ de Boston. Um dos mentores do “movimento”, Mark Sahady, tem ligações com o grupo Proud Boys, que faz parte da lista monitorada pelo FBI das entidades mais perigosas da extrema direita americana.

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  • Filme,  Música

    O jovem Bob Dylan canta “Hard Rain” em clipe de documentário da Netflix

    7 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um “clipe” do filme “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”, que o título longo revela ser um novo documentário sobre o cantor Bob Dylan dirigido por Martin Scorsese. O vídeo traz Dylan e sua banda tocando a íntegra do clássico “Hard Rain”. A performance dos anos 1970 é inédita em vídeo ou filme e foi totalmente restaurada por Scorsese. “Rolling Thunder Revue” é o segundo documentário do cineasta sobre Dylan, 14 anos após o épico “No Direction Home”, que cobriu a carreira do cantor. Mas a relação entre os dois é muito mais antiga. Scorsese dirigiu em 1978 um dos documentários mais famosos da história do rock, “O Último Concerto de Rock” (The Last Waltz), que registrou a despedida da The Band, a banda que acompanhava os shows de Dylan e que também teve uma importante carreira paralela. O próprio Dylan foi destaque do show de despedida registrado pelo diretor. O novo trabalho do cineasta cobre uma turnê que aconteceu dois anos antes de “O Último Concerto de Rock”. Entretanto, os músicos que acompanham Dylan já não são The Band, mas os que gravaram o disco “Desire”, lançado em janeiro de 1976. A turnê “Rolling Thunder Revue” surgiu da vontade de Dylan de tocar para a “América profunda”, indo a cidades do interior e locais que não costumavam receber grandes shows de rock. Com isso em mente, convidou alguns amigos famosos, artistas tão diferentes quanto as cantoras folks Joan Baez e Joni Mitchel e a punk Patti Smith, sem esquecer do ex-Byrds Roger McGuinn, o ex-Beatle Ringo Starr e o ex-Spiders from Mars Mick Ronson, além do poeta Allen Ginsberg e os atores Sam Shepard, Dennis Hopper e Bette Midler, entre outros, que embarcaram com o cantor numa “caravana musical”. Além de cenas do show, a nova obra de Scorsese combina entrevistas com os participantes da turnê, imagens de Dylan e companhia na estrada e até algumas cenas ficcionais “similares a um sonho febril”, segundo o release. Até Dylan concedeu entrevista para o longa, rompendo um longo isolamento auto-imposto. Notavelmente recluso, o músico raramente fala com a imprensa. Mas Scorsese não é imprensa. Os dois são realmente amigos. O lançamento de “Rolling Thunder Revue” também consolida o relacionamento do cineasta com a Netflix, por onde irá lançar seu próximo longa de ficção, o aguardadíssimo “The Irishman”, drama sobre mafiosos estrelado por Robert De Niro e Al Pacino – previsto para o final deste ano. O documentário ainda será exibido em alguns cinemas dos Estados Unidos, em busca de qualificação para competir no Oscar 2020, e estará disponível no catálogo da Netflix a partir de 12 de junho.

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  • Série

    Novo trailer legendado de Dark destaca viagens no tempo

    7 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado da 2ª temporada de um dos primeiros sucessos internacionais, a série alemã “Dark”. A prévia destaca que “viagem no tempo existe de verdade” e explora as consequências disso, tema central da atração. “Se você tivesse acesso aos mecanismos do relógio do mundo, se pudesse mover as engrenagens, para qual dia você viajaria?”, diz a narração, entre cenas violentas e sombrias. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. A criação do cineasta suiço Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) foi renovada 19 dias após sua estreia na plataforma de streaming, mas demorou um ano e meio para retornar. A 2ª temporada estreia no dia 21 de junho, num longo hiato desde seu lançamento em dezembro de 2017. Por outro lado, já se encontra renovada para o terceiro ano, que irá concluir a história em 2020.

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  • Filme

    Godzilla II traz conversa fiada contra a destruição dos monstros

    7 de junho de 2019 /

    É muito difícil acertar num filme sobre um lagartão gigante que destrói tudo por onde passa, inclusive cidades inteiras. Podem colocar monstros gigantescos para lutar à vontade, mas nunca funcionará se o filme em questão não for sobre pessoas. Mas, ironicamente, esse é o ponto em que “Godzilla II: Rei dos Monstros” desanda. O “Godzilla” de Gareth Edwards, lançado em 2014, tinha cerca de sete minutos de cenas com o monstro em mais de duas horas de projeção. Mas Edwards tinha um estilo marcante, embora a Lucasfilm tenha minimizado isso em seu trabalho posterior, “Rogue One”, que teve refilmagens obscuras. Em “Godzilla II”, Mike Dougherty aceita a missão de “consertar” o problema que gerou grande reclamação do público sedento por diversão: mostrar mais Godzilla e outros monstrengos. E é o que o diretor de “Krampus: O Terror do Natal” faz, com o triplo (!) de criaturas em cena. Dougherty também encontra soluções visuais bacanas, frutos da maior inspiração atual em Hollywood, que são os quadrinhos. Alguns de seus frames realmente merecem virar capa de Facebook ou Twitter. Só que o diretor esquece o básico, que é justificar o lado humano do roteiro (e teoricamente precisamos do lado humano). É preciso dar tempo em cena para um elenco que inclui Vera Farmiga, Eleven (também conhecida como Millie Bobby Brown), Tywin Lannister (Charles Dance), Ken Watanabe, Sally Hawkins e o treinador de “Friday Night Lights” (Kyle Chandler). Mas as cenas desses personagens atrapalham o ritmo do filme, a diversão e enchem a tela de um blá blá blá que não leva a trama para lugar algum e só cessa quando o cenário treme e explode em efeitos sonoros, devido às pisadas fortes de Godzilla. Com menos monstros, “Godzilla” teve muito mais tensão que a continuação, sustentada por um roteiro absurdo, que não aproveita nada do carisma dos atores. Ao contrário, por exemplo, do que aconteceu no “Independence Day” original, onde, no meio das explosões, as aparições de Bill Pullman, Jeff Goldblum e Will Smith eram comemoradas, aqui os famosos surgem só para irritar o público. A trama não faz sentido, tanto que pode ser resumida assim: Humanos pensam que “titãs” (os monstros, não os heróis da DC Comics) podem trazer equilíbrio ao mundo, acordam vários deles, arrependem-se ao ver a besteira que fizeram e deixam a salvação do mundo nas mãos do pobre Godzilla, que só queria dormir um pouco. Estupidez por estupidez, a verdade é que o público que compra ingresso para ver um filme de Godzilla não espera encontrar muita explicação, muito menos um elenco gigante ocupando minutos intermináveis com diálogos expositivos, apenas destruição em escala apocalíptica num vale-tudo de monstros. Impressiona os produtores não conseguirem fazer um filme simples assim.

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  • Série

    Netflix renova e cancela Lúcifer em anúncio de última temporada

    6 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Lucifer” para sua 5ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, com direito a vídeo da celebração de Tom Ellis, intérprete do personagem-título. Mas se trata de uma comemoração forçada. O anúncio incluiu uma palavrinha que muda todo o sentido do texto: “última”. Ou seja, a Netflix cancelou “Lucifer”. Mas deu aos produtores uma temporada extra para concluir a série. Por um lado, a renovação permite tempo para a história chegar a seu fim (mais) natural. No último episódio produzido, Lúcifer tinha sido enviado ao inferno. E os roteiristas poderão agora explorar o que isso significa, sem que a série termine neste anticlímax. Mas, por outro lado, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. No comunicado desta quinta (6/6), os produtores foram diplomáticos, exaltando a mesma felicidade vista no vídeo de Tom Ellis. “Somos incrivelmente gratos à Netflix por ter ressuscitado nosso programa na última temporada, e agora vamos terminar a história de Lúcifer em nossos termos”, disseram Joe Henderson e Ildy Modrovich no anúncio oficial. “Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor ainda está por vir!”, completaram. Por sua vez, a plataforma disse: “Estamos muito felizes que os fãs de Lúcifer em todo o mundo tenham abraçado esta série na Netflix, e mal podemos esperar para dar a eles o grande final pelo qual todos estavam esperando”. Ver essa foto no Instagram Vocês pediram e eu invoquei a quinta e última temporada de Lucifer! Agora com licença que eu vou sair gritando pelas ruas com o meu diabão! ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 6 de Jun, 2019 às 3:40 PDT Posso descansar agora? Lucifer foi renovada para sua 5ª e última temporada. ?? pic.twitter.com/fi7eFegT6G — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 6, 2019

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