Atriz de The Rookie revela nome das pessoas que denunciou por racismo e assédio durante gravações da série
A atriz Afton Williamson revelou, em uma nova postagem no Instagram, os nomes dos responsáveis por alegados assédio sexual, discriminação racial e bullying que ela teria sofrido durante as gravações da série “The Rookie”. A intérprete da policial Talia Bishop na 1ª temporada de “The Rookie” decidiu não retornar para o segundo ano da atração estrelada por Nathan Fillion (o “Castle”) e desabafou sobre o que aconteceu no domingo passado (4/8), em seu Instagram. Ela afirmou ter denunciado o mau comportamento de duas pessoas no set e que nenhuma providência foi tomada, até que os abusos viraram ataque na festa de encerramento da temporada inaugural, o que finalmente levou à demissão da chefe da equipe de cabeleireiros da série. Agora, ela deu nome aos bois, tirando do anonimado as pessoas a quem acusa. “Nesta temporada em ‘The Rookie’ fui sexualmente assediada pelo ator Demetrius Grosse. Fui racialmente discriminada e sexualmente abusada pela Chefe dos Cabeleireiros, Sally Nicole Ciganovich”, declarou Williamson em sua postagem. No post anterior, Afton contou ter informado ao showrunner da série, Alexi Hawley, sobre o que havia sofrido. “Ele não fez nenhum registro nem repassou o problema para o departamento de Recursos Humanos, como havia prometido. O chefe dos cabeleireiros só foi demitido depois da agressão sexual, e não por causa de um ano inteiro de comentários racistas e bullying.” Ela ainda acrescentou: “Depois que eu fiz a primeira denúncia de assédio sexual, me informaram que o ator em questão iria ser demitido. Mas também pediram que eu gravasse com ele no dia seguinte, porque o roteiro já estava escrito. Esse ator voltou a participar da série no fim da temporada, e eu tive que gravar novamente cenas com ele.” A atriz explicou que o pouco caso fez com que ela preferisse abandonar a série. “A única vez que me chamaram para participar da investigação foi quando pedi uma reunião com os executivos assim que anunciaram que teríamos uma 2ª temporada. Meu agente e um representante do sindicato também estavam presentes, e ficou claro para todos ali que o showrunner não havia passado minhas acusações adiante”, reclamou. Logo após as denúncias, a presidente da ABC, Karey Burke, abordou o assunto no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Surpresa com o caso, ela disse a rede, responsável pela exibição da série, estava “aguardando os resultados da investigação” antes de tomar uma posição. No Brasil, “The Rookie” é exibida pelo canal pago Universal. Ver essa foto no Instagram To my Fans, my Friends, my Supporters: I want to Thank EVERY SINGLE ONE OF YOU. I am so beyond overwhelmed by the outpouring of love, kind words, scriptures, strength filled quotes and devout support that has come my way. One Instagram post is just like those 2 fish and 5 loaves of Bread. The rippling effect it has had in just a few hours shows how much this world is aching with victims of racism, discrimination, sexual harassment, sexual assault, sexual abuse all of it. I am no stranger to all of the above even before this experience. But it is through this experience and my platform that God pushed me to use the power within me. It just takes a VOICE. I never imagined so many of us have experienced these horrible circumstances and that can NO LONGER GO UNHEARD. We have a voice. ALL OF US. It is our DUTY to use it. I used to fear the word Victim. I scoffed at it because all I was told when these injustices happened to me, was to Survive. Survivor I am. Victim I am also. A victim of injustice. A victim of assault. A victim of abuse and harassment. If you have experienced any of the above, you are too and I for one stand with you and I’m no longer afraid to be vocal about it. We Can Stand Together. Let’s Change This Sickness. That Change starts with US. This season on The Rookie, I was sexually harassed by fellow actor Demetrius Grosse. I was Racially Bullied and Discriminated against and Sexually Assaulted by Hair Department Head Sally Nicole Ciganovich. Let’s BE the CHANGE we WANT to SEE❤️???? Uma publicação compartilhada por Afton Williamson (@therealaftonw) em 5 de Ago, 2019 às 5:06 PDT
Wesley Snipes vai se juntar a Eddie Murphy na continuação de Um Príncipe em Nova York
O ator Wesley Snipes (“Blade”) foi confirmado na sequência do filme “Um Príncipe em Nova York”. Ele vai interpretar um general africano no longa, que será novamente estrelada por Eddie Murphy. No original, Murphy vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para buscar possíveis esposas. Na nova história, mais de 30 anos depois, ele tem de retornar à cidade para encontrar um filho que não conhecia. Além de Murphy, a continuação também contará com o retorno do ator Arsenio Hall, que viveu Semmi, melhor amigo do protagonista no longa original, de James Earl Jones como o Rei Jaffe Joffer, e Paul Bates como Oha, o guarda-costas do Príncipe Akeem. Além disso, ainda terá como novidades Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Kiki Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross. “Um Príncipe em Nova York 2” será dirigido por Craig Brewer (da série “Empire” e do remake de “Footloose”), com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”). A continuação da antiga Sessão da Tarde será o segundo filme seguido de Craig Brewer estrelado por Eddie Murphy. Os dois trabalharam juntos no filme “Dolemite Is My Name”, que será lançado ainda neste ano na Netflix. A estreia está marcada para agosto de 2020.
Novo filme animado da Mulher-Maravilha ganha trailer e cena inédita
A DC divulgou o pôster, o trailer e uma cena de seu novo longa animado, “Wonder Woman: Bloodlines”. As prévias mostram uma nova versão da origem da Mulher-Maravilha, recriando o momento em que Steve Trevor cai na ilha de Themyscera. O detalhe é que isso acontece nos dias atuais. O trailer também traz a heroína enfrentando diversos vilãs clássicas, como Tigresa, Cisne Prateado e Doutora Veneno. Com direção de Justin Copeland (“Batman: Silêncio”) e Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”), o filme é a sexta produção da DC em que Rosario Dawson (“Luke Cage”) dubla a heroína (desde “Liga da Justiça: Trono de Atlântida” em 2016). Steve Trevor, por sua vez, ganha a voz de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e o elenco de apoio inclui Marie Avgeropoulos (“The 100”), Constance Zimmer (“UnReal”) e Nia Vardalos (“Casamento Grego”). A animação será lançada direto em VOD e Blu-ray, em data ainda não anunciada.
Ballers: Dwayne Johnson se acha o máximo no trailer da 5ª temporada
A HBO divulgou o trailer completo da 5ª temporada “Ballers”, série estrelada por Dwayne Johnson. A prévia mostra o artista antigamente conhecido como The Rock enfrentando a concorrência, enquanto confirma que se acha o máximo. “Ballers” foi criada por Steve Levinson (produtor da série “Boardwalk Empire”) e traz Johnson como um ex-jogador de futebol americano que ganha a vida como agente e conselheiro de outros atletas. O elenco ainda conta com Rob Corddry (“A Ressaca”), Omar Benson Miller (série “CSI: Miami”), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Troy Garity (série “Boss”), Dulé Hill (série “Psych”) e Arielle Kebble (“O Mistério das Duas Irmãs”). Os novos episódios estreiam em 25 de agosto.
Emmy copia Oscar e não terá apresentador em 2019
A rede Fox anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy 2019 não terá um apresentador fixo, a exemplo do que aconteceu com o Oscar neste ano. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação dos melhores trabalhos da televisão será realizada dessa forma. A última vez que a cerimônia foi realizada sem um apresentador fixo foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, o evento foi mais rápido, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Charlie Collier, presidente da Fox, confirmou que o sucesso do Oscar neste formato fez o canal “prestar atenção”. O produtor Don Mischer completou dizendo que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”.
Nickelodeon vai produzir nova série animada do Garfield
A Viacom adquiriu os direitos das tirinhas de Garfield, de Jim Davis, para lançar uma nova série animada do famoso felino, que será transmitida pelo canal pago infantil Nickelodeon. A produção marcará a volta do gato às séries animadas, uma década após “O Show do Garfield”, que estreou em 2009. Além da produção da série, o contrato permite o licenciamento de produtos e criação de experiências físicas. Esse acordo marca mais um passo rumo ao nosso objetivo de nos tornarmos a primeira opção em conteúdo infantil. Estamos muito felizes em ter Garfield como parte do nosso portfólio e mais felizes ainda em apresentá-lo para novas as gerações”, disse Brian Robbins, presidente da Nickelodeon. A previsão de estreia da nova série de “Garfield” é para 2020.
Alicia Silverstone entra na série do Clube das Babás
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco de “Clube das Babás”, série que adapta os livros escritos por Ann M. Martin. “Quentinha de Stoneybrook: Alicia Silverstone foi escalada como a mãe de Kristy em Clube das Babás! Se junta ao elenco também Mark Feuerstein como o primeiro e único Watson Brewer. Levantem as mãos, quem ainda tem sua coleção de livros do CDB?”, a plataforma postou no Twitter. Alicia Silverstone (a eterna Cher de “As Patricinhas de Beverly Hills”) viverá Elizabeth Thomas-Brewer, mãe da protagonista Kristy Thomas, e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”) será Watson Brewer, interesse romântico de Elizabeth. O serviço de streaming celebrou a novidade em seu Twitter oficial, confira abaixo: A 1ª temporada da série terá 10 episódios e acompanhará um grupo de cinco melhores amigas da cidade de Stoneybrook que trabalham como babás. A adaptação está a cargo de Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”) e a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) dirigirá os episódios. Ainda não há previsão para a estreia. Hot from Stoneybrook: @AliciaSilv has been cast as Kristy’s mom in The Baby-Sitters Club! Also joining the cast is @markfeuerstein as the one and only Watson Brewer. Show of hands, who still has their BSC book collection? ?♀️ #BabySittersClub pic.twitter.com/1VdtjIEmBY — Netflix Family (@netflixfamily) 6 de agosto de 2019
Cinco filmes de produção brasileira para ver na Netflix
A produção cinematográfica brasileira está em alta. Prova disso foi a performance dos filmes brasileiros na 72ª edição do Festival de Cannes, a melhor de todos os tempos. E para celebrar a boa fase, nada melhor que checar as boas opções de filmes brasileiros disponíveis na Netflix. Confira abaixo cinco sugestões. Cidade de Deus (2002) Um dos filmes mais icônicos da indústria cinematográfica brasileira das últimas décadas, “Cidade de Deus” mostra como o crime organizado nasce, cresce e floresce na Cidade de Deus, a comunidade do Rio de Janeiro que virou um dos lugares mais perigosos da cidade durante a década de 1980. Podemos acompanhar várias personagens ao longo da produção, cujos eventos podem ser traçados ate aos anos 1960. A história é narrada por Buscapé, um jovem que consegue escapar de seu destino no mundo do crime e viver mais um dia. É o único filme brasileiro listado nos 100 Melhores Filmes da BBC. Tropa de Elite (2007) Mais uma icônica produção brasileira conhecida pelo mundo. É um filme que mostra como é o dia a dia de um grupo de soldados e do seu capitão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais). O capitão do grupo encontra-se cansado e esgotado e pretende encontrar um substituto para o seu lugar, antes de se aposentar. Este filme foi vencedor do Urso de Ouro, o mais prestigioso prêmio do festival de Berlim. É um filme bastante impactante devido ás discussões que levanta sobre o mundo da droga, a forma como esta afeta a sociedade e a sociedade afeta o mundo da droga, bem como pelo levantamento de questões sobre os procedimentos dos policiais. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) Um outro filme com uma marca forte, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, lançado em 2014, conta a história de um adolescente cego que necessita de ajuda para se deslocar. Devido à sua condição, sua mãe o superprotege, o que gera algum conflito com o jovem. Entretanto, na escola, conhece um novo colega de classe, pelo qual se apaixona, descobrindo a sua homossexualidade. Esta produção ganhou o prêmio da Crítica Internacional no Festival de Berlim. Temporada (2018) Este filme segue a aventura de Juliana, que se muda de Itaúna, no interior de Minas Gerais, para Contagem, na zona metropolitana de Belo Horizonte, como consequência de um concurso publico. Vai para trabalhar no combate de endemias, transmitidas por mosquitos e outros agentes transmissões. Mas acaba fazendo mais, pois vê a sua vida recomeçar em diversos níveis. Conhece pessoas novas, com quem vive o dia a dia. O filme segue estas personagens num retrato carinhoso sobre um segmento da sociedade brasileira que vai sobrevivendo o dia a dia, sem ilusões ou luxos. Mas sempre com muita alegria e garra. Mais Forte Que o Mundo: A História de José Aldo (2016) Uma história verídica, relata a jornada do lutador de MMA José Aldo, nascido e criado em Manaus numa família de pai alcoólatra e violento. Como escape para a realidade, Aldo recorre aos combates. Seguimos depois o seu caminho até ao Rio de Janeiro, onde junto do seu treinador Dedé, inicia finalmente a sua grande carreira de lutador.
Minissérie sobre os Mamonas Assassinas define elenco e marca data de gravações
A já “lendária” minissérie sobre os Mamonas Assassinas vai finalmente sair do papel. Além de ter escalado o elenco protagonista, a produção marcou o começo das gravações para setembro. O ator Ruy Brissac, que já atuou como o vocalista Dinho na versão teatral “O Musical Mamonas”, foi escalado como o protagonista, enquanto Alberto Hinoto, sobrinho do guitarrista Bento, interpretará o músico. Andrey Lopes será o tecladista Júlio Rasec e Júlio Oliveira atuará como o baterista Sérgio Reoli. O único nome não revelado foi o do ator que interpretará o baixista Samuel Reoli. Léo Miranda, conhecido pela novela “Jesus”, foi escolhido para comandar a minissérie, que é uma parceria entre a Record e a Total Filmes. Criada por Carlos Lombardi, a atração terá cinco capítulos, que depois serão reeditados em formato de filme. Curiosamente, isto é o contrário do que costuma acontecer com as coproduções da Globo Filmes – onde a ordem é: primeiro cinema, depois minissérie. Ainda não detalhes oficiais sobre a abordagem da produção, mas a trama não deve escapar do registro da meteórica carreira da banda de Garulhos, que surgiu com o nome Utopia fazendo covers de Legião Urbana, Titãs e Rush, e estourou como Mamonas Assassinas, com letras escrachadas e paródias que iam do metal ao pagode. No auge da carreira, em 1996, todos os integrantes morreram num acidente aéreo fatal. Vale lembrar que a minissérie foi anunciada há três anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre como a história seria contada, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção.
A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes
O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
A Vida Invisível: Drama brasileiro premiado no Festival de Cannes ganha novo trailer – e novo título
A Vitrine Filmes divulgou um novo trailer de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”). E a prévia revela que o longa simplificou seu título. Virou apenas “A Vida Invisível”, após passar com louvor pelo circuito dos festivais internacionais. O longa foi considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, na Austrália, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Jerusalém, em Israel. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível” também vem recebendo elogios da imprensa internacional, em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem o filme é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Definida como um “melodrama tropical”, a trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Com estreia marcada para o dia 31 de outubro no Brasil, o filme traz Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título.
Disney planeja diminuir lançamentos de filmes da Fox
O fracasso das produções recentes da Fox acenderam sinal vermelho na Disney. Em conferência com acionistas na terça-feira (6/8), o CEO da Disney, Bob Iger, prometeu cortes e mudanças no cronograma de lançamentos do estúdio recém-adquirido. O fracasso de todos os filmes da Fox em 2019, de “Alita: Anjo de Combate” a “X-Men: Fênix Negra”, fez a Disney sofrer uma perda de US$ 170 milhões no período fiscal, mesmo com o sucesso das produções da Marvel. E Iger foi claro a respeito disso. “Um dos grandes problemas foi que o desempenho do estúdio da Fox ficou abaixo do que costumava ser, e muito abaixo de onde esperávamos que ficasse quando fizemos a aquisição”, disse o executivo, para justificar o prejuízo de sua divisão cinematográfica. Por enquanto, Iger não deve mudar os planos de lançamento das continuações de “Avatar”, de James Cameron, e as produções do selo independente Fox Searchlight. Mas todos os demais projetos serão reavaliados. A ideia, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, é diminuir os lançamentos da Fox, que no ano passado produziu 12 longa-metragens (sem contar os títulos da Fox Searchlight e da agora extinta Fox 2000), passando o montante total para 5 filmes anuais. Entretanto, o estúdio não ficaria ocioso, produzindo pelo menos mais 5 filmes por ano para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). “Provavelmente levará um ano ou dois anos antes que possamos ter um impacto – obviamente, há filmes que já estão em produção. Estamos todos confiantes de que vamos ser capazes de mudar a sorte da Fox e você verá esses resultados em alguns anos”, acrescentou o executivo. Iger também reforçou que os filmes dos X-Men e do Quarteto Fantástico, que eram lançados pela Fox, serão agora integrados ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e estarão sob responsabilidade de Kevin Feige, não fazendo mais parte da lista de produções daquele estúdio.
Snowfall é renovada para sua 4ª temporada
O canal pago FX renovou a série dramática “Snowfall”, que conta a origem da explosão do consumo de crack, para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito durante a participação do presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Snowfall” foi criada por dois cineastas: Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em abril passado aos 51 anos, devido a um derrame. Passada em Los Angeles no começo dos anos 1980, a trama conta como os traficantes passaram da cocaína para o crack, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de drogas para financiar uma revolução no Irã. Contada por meio de tramas paralelas, a série segue numerosos personagens em curso de violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em uma busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. O FX está atualmente exibindo a 3ª temporada da atração, que só vai se encerrar em 11 de setembro.












