Homem-Aranha é denunciado por um novo crime nos filmes da Marvel
O Homem-Aranha está sendo denunciado por mais um “crime” que ele supostamente cometeu no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Um vídeo do Clarim Diário, que fez parte da campanha da Sony para divulgar o lançamento do Blu-ray de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, o herói é acusado de destruir o famoso parque de diversões de Coney Island, em Nova York. “Coney Island reabriu hoje, anos após o ataque devastador do Homem-Aranha. Policiais locais se recusam a usar o nome do Homem-Aranha na denúncia. O Clarim Diário acredita que isso aconteceu por medo da vingança por parte do perigoso Homem-Aranha”, diz o vídeo. O incidente em Coney Island é uma referência à batalha entre o Homem-Aranha e o Abutre, que aconteceu no filme anterior, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). O vídeo também ajuda a deixar claro como o velho tabloide Clarim Diário, editado por J.J. Jameson nos quadrinhos, foi atualizado como um programa de fake news do YouTube. O Clarim e seu editor, vivido por J.K. Simmons, deverão ter grande importância no próximo filme da franquia, após serem introduzidos nos segundos finais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A continuação está atualmente sendo escrita pela mesma dupla que assinou os dois primeiros filmes: Chris McKenna e Erik Sommers. A previsão de estreia é para julho de 2021.
Diretor de Doutor Sono já desenvolve nova adaptação de Stephen King
O diretor Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), responsável por “Doutor Sono”, revelou que já está trabalhando em uma nova adaptação de Stephen King. “Estou conversando com Stephen sobre o que podemos fazer a seguir, e já temos uma grande ideia do que pode ser. Ainda não posso revelar, mas é realmente ótimo. Espero ter a oportunidade de continuar trabalhando nessa caixinha de areia”, disse o cineasta, em entrevista ao site CinemaBlend. Flanagan já tinha filmado outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso” (lançado na Netflix em 2017), e se tornou bastante amigo do escritor – que por sinal não se cansa de elogiar a adaptação de “Doutor Sono”. O filme “Doutor Sono”, que estreia nesta quinta-feira (7/11) no Brasil, é a continuação oficial de “O Iluminado”, também inspirado na obra de King, e traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de 1980. O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história, além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”).
Carrie Fisher deixou só 8 minutos de cenas inéditas para Star Wars: A Ascensão Skywalker
O cineasta Todd Fisher, responsável pelo documentário “Debbie Reynolds and Carrie Fisher Celebration of Life”, disse que o diretor J.J. Abrams só tinha 8 minutos de cenas inéditas de sua irmã, Carrie Fisher, para incluir em “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. A revelação foi feita durante entrevista ao portal Yahoo!. Apesar de escasso, o material de arquivo foi de grande ajuda na construção da trama, de acordo com o irmão da atriz. “A verdade é que J.J. era um amigo próximo de Carrie. Os dois tinham um relacionamento extraordinário. Eles só tinham oito minutos de cenas arquivadas. Analisaram cada frame e conseguiram reverter em algo dentro da história, e do jeito certo. Foi como mágica”, ele contou. Embora tenha sido recriada digitalmente em “Rogue One”, Carrie Fisher vai aparecer de carne e osso em cenas inéditas no novo longa, que foram registradas pelo próprio Abrams durante a produção de “O Despertar da Força”, mas acabaram ficando de fora da versão final do lançamento de 2015. A atriz morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, justamente quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Todd Fisher também contou que a Princesa Leia, vivida por Carrie, seria originalmente o último Jedi, antes de sua morte mudar o desfecho da trilogia. Confira abaixo. Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), “Star Wars: Episódio IX” chega aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
007: Sem Tempo para Morrer será o filme mais caro de James Bond
“007: Sem Tempo Para Morrer” será o filme mais caro de toda a franquia do agente secreto James Bond. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, foram investidos US$ 250 milhões em sua produção. O valor é muito próximo do custo do filme anterior, “007: Contra Spectre”, até então recordista da franquia com um orçamento estimado em US$ 245 milhões. Um dos fatores que encareceu a produção foi o salário de Daniel Craig. Foi preciso um bom aumento para convencê-lo a retornar para o papel, após dizer que não voltaria a viver James Bond ao fim de “Spectre” – ““Prefiro cortar os pulsos do que fazer outro James Bond”, ele disse em 2015. A opção do diretor Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) para realizar as cenas de ação de forma realista, sem apelar tanto para efeitos visuais na pós-produção, também é citada como determinante para encarecer o valor total. Mas também não se pode esquecer que “Sem Tempo Para Morrer” sofreu um contratempo no início da produção: uma lesão no tornozelo de Daniel Craig, que atrasou todo o cronograma, fazendo com que as filmagens se estendessem por mais tempo que o planejado. O filme vai marcar a despedida do ator do papel do icônico espião com licença para matar, após estrelar quatro produções da franquia – “007: Cassino Royale” (2006), “007: Quantum of Solace” (2008), “007: Operação Skyfall” (2012) e “007 Contra Spectre” (2015). O elenco também terá os retornos de Ralph Fiennes, Ben Whishaw e Naomie Harris, que vivem M, Q e Eve Moneypenny desde “007: Operação Skyfall” (2012). Eles terão a companhia de outros atores recorrentes. Jeffrey Wright reprisará o papel do agente da CIA Felix Leiter, visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). Rory Kinnear retomará o agente Bill Tanner, presente desde “007: Quantum of Solace”. E, para completar, Léa Seydoux e Christoph Waltz retomarão os papéis de Madeleine Swann e Blofeld, introduzidos em “007 Contra Spectre” (2015). Além destes, as principais novidades serão as presenças de Rami Malek (vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”) como um novo vilão, Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) como bond girl e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) interpretando uma nova 007. A estreia está prevista para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.
Kung Fu: Série clássica vai ganhar remake com protagonista feminina
Além de um Zorro feminino, outro reboot de franquia clássica prepara seu retorno com uma mulher no papel que pertenceu originalmente a um macho alfa. Desta vez é a série dos anos 1970 “Kung Fu”. O prolífico produtor Greg Berlanti (criador do Arrowverso) está desenvolvendo a nova versão, em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) para a rede The CW. A série original, criada por Ed Spielman, trazia David Carradine como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. A nova versão vai se passar no século 21 e acompanhar uma mulher de descendência asiática, que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que mudará sua vida num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal invadida por crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais e virtudes Shaolin para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A premissa é mais parecida com a trama original que outros projetos desenvolvidos por Berlanti no passado. Em comum, todos tinham uma mulher como protagonista. A primeira versão, escrita por Wendy Mericle (“Arrow”), acompanharia uma monja budista nos Estados Unidos dos anos 1950. A segunda, escrita por Albert Kim (“Nikita” e “Sleepy Hollow”), teria uma descendente de Kane que, após herdar o estúdio de kung fu da família, descobre que o local é um centro secreto dedicado a ajudar os membros da comunidade de Chinatown. As duas abordagens foram recusadas pela Fox. A Berlanti Productions produz mais de 20 séries atualmente, incluindo metade da programação da CW. O remake de “Kung Fu” se junta a mais quatro projetos encomendados pela rede para a próxima temporada: “Superman & Lois” (também de Berlanti), um spin-off de “Arrow” (idem), um remake de “Walker, Texas Ranger”, estrelado por Jared Padalecki, e um prólogo da série sci-fi “The 100”. Nem todos projetos vão virar séries.
Revenge vai ganhar spin-off centrado em personagem latina
A rede ABC está desenvolvendo um spioff de “Revenge”, grande sucesso televisivo exibido entre 2011 e 2015. Ainda em estágios iniciais de desenvolvimento, o novo projeto deverá seguir uma personagem latina num arco similar ao de Emily/Amanda, vivida Emily VanCamp na produção original. Desta vez, a jovem protagonista vai até Malibu – e não aos Hamptons – para enfrentar uma dinastia farmacêutica, cuja ganância levou ao assassinato de sua mãe bioquímica, à destruição de sua família e a uma epidemia global. Basicamente a mesma história, com praia diferente e conexão farmacêutica em vez de terrorismo na receito da fórmula. Para completar, a trama das duas séries vai se conectar por meio de um personagem em comum, que guiará os passos da nova personagem vingativa. A produção está sendo desenvolvida pelo criador de “Revenge”, Mike Kelley, em parceria com Joe Fazzio, que escreveu alguns dos principais episódios da atração. O projeto reflete os planos da presidente da ABC Entertainment, Karey Burke, de revisitar alguns dos programas “definidores de marca” da rede americana.
Wendy: Versão “realista” de Peter Pan ganha primeiro trailer
A Fox Seachlight divulgou o pôster, duas fotos e o primeiro trailer de “Wendy”, uma versão “realista” da fábula de “Peter Pan”. O filme tem roteiro e direção de Benh Zeitlin, que em 2012 encantou os cinéfilos de todo o mundo com seu primeiro longa, “Indomável Sonhadora”, vencedor do Festival de Sundance, premiado em Cannes e indicado ao Oscar de Melhor Filme. Ele demorou sete anos para voltar a filmar e “Wendy” têm vários pontos em comum com o trabalho anterior, a começar pelo fato de contar uma história fantástica filtrada pelo olhar de uma menina pequena. Nesta versão de “Peter Pan”, Wendy embarca com outros garotos para uma ilha distante, onde abandonam suas vidas duras em troca de um cotidiano de aventuras, com o bônus de o tempo não parecer passar. Até que “piratas” descobrem o local, colocando em risco sua liberdade e o espírito alegre de sua juventude, com a ameaça do perigo mortal de ter que crescer. A novata Devin France interpreta Wendy, à frente de um elenco mirim repleto de estreantes. A estreia está marcada para fevereiro.
Christian Bale não vai mais emagrecer e engordar em filmes para “não morrer”
O ator britânico Christian Bale, intérprete de Batman nos filmes de Christopher Nolan, afirmou que não fará mais filmes que o obriguem a passar por mudanças radicais de peso. Bale já passou por uma série de transformações físicas impressionantes para encarnar seus personagens. Atualmente com 45 anos, Bale falou ao canal, no tapete vermelho de seu novo filme, “Ford x Ferrari” , que pode morrer se continuar a alternar seu peso de forma extrema para viver papéis no cinema. “Tornei-me um pouco mais chato agora, porque sou mais velho, e sinto que, se continuar fazendo o que fiz no passado, vou morrer. Então, prefiro não morrer”, ele disse com uma risada. Veja no vídeo abaixo. Bale começou sua trajetória pela balança em “Psicopata Americano”, lançado em 2000, em que ficou magro e musculoso com uma dieta que ele considerou a mais restritiva de sua carreira. Para o thriller psicológico de 2004 “O Operário”, chegou a perder 27 quilos, baixando seu peso corporal para 54 quilos. O ator se mantinha apenas com “água, uma maçã e uma xícara de café por dia”. Ele precisou recuperar todos os quilos e ainda ganhar massa muscular para viver Batman nos três filmes de Christopher Nolan, em 2005, 2008 e 2012. Só que, entre o primeiro e o segundo, encaixou “O Sobrevivente”, em que viveu um prisioneiro esfomeado que escapa para a selva, voltando a emagrecer violentamente. E ainda precisou passar por outra dieta brutal entre o segundo e o terceiro, quando filmou “O Vencedor”, como um boxeador que vira dependente de drogas. Esse papel lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2011. “Trapaça”, de 2013, o levou ao outro lado da balança, fazendo Bale ganhar 19 quilos. “Eu comi muitos donuts, um monte de hambúrgueres com queijo e tudo aquilo que pude ter ao alcance das mãos. Eu literalmente comi qualquer coisa que surgisse no meu caminho”, disse à revista People após as filmagens. Ele voltou a repetir a façanha no ano passado, em “Vice”. Bale raspou a cabeça, tingiu as sobrancelhas e ganhou 18 quilos para interpretar o ex-vice-presidente dos EUA Dick Cheney. Segundo o site da Vanity Fair, ele também se concentrou em “exercícios especiais que engrossariam seu pescoço”. Por conta das reações de seu corpo a tantas mudanças, Bale chegou a desistir de estrelar uma cinebiografia de Enzo Ferrari. Ele chegou a começar o esforço de “engorda”, mas não se sentiu seguro para continuar, por temer não alcançar os quilos necessários antes das filmagens e sentiu que abusar do processo poderia ser prejudicial à sua saúde. Ele acabou desistindo do filme, que seria dirigido por Michael Mann (“Inimigos Públicos”). Em vez disso, foi viver um piloto da Ford e enfrentar a Ferrari em “Ford vs. Ferrari”, que, por sinal, foi produzido pelo próprio Mann, mostrando que o relacionamento dos dois não foi afetado pela decisão. Com direção de James Mangold (“Logan”), “Ford vs. Ferrari” estreia em 14 de novembro no Brasil.
Servant: Série de M. Night Shyamalan ganha seu primeiro e tenso trailer completo
Após vários teasers misteriosos, a Apple finalmente divulgou o primeiro trailer completo de “Servant”. E é extremamente tenso, com reviravoltas e situações inesperadas ao longo de seus dois minutos de duração. Produzida e dirigida por M. Night Shyamalan, o cineasta de “O Sexto Sentido” (1999) e “Fragmentado” (2016), a série acompanha a chegada de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”), contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a babá irá cuidar de um boneco. Para espanto do pai, ela acha normal e até compactua com a situação, criada para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas a forma como ela cuida do bebê boneco não parece normal. Para aumentar o clima de paranoia, a prévia avisa: “Você sabe quem deixou entrar na sua casa?” Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) completa o elenco como irmão da personagem de Ambrose. Shyamalan já produziu uma série fantástica, “Wayward Pines”, que teve duas temporadas na Fox, e vai repetir a função no novo projeto, além de dirigir o primeiro episódio. Mas ele não é o autor da trama. “Servant foi criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”. A estreia está marcada para 28 de novembro na plataforma Apple TV+, inclusive no Brasil.
Zorro pode ganhar nova série com uma mulher no papel principal
Os estúdios da rede CBS encomendaram o roteiro de uma nova série de Zorro, que terá uma mulher como protagonista. O projeto está sendo desenvolvido por Alfredo Barrios Jr. (produtor-roteirista de “Six” e do remake de “Magnum”) e irá contar a história de Z, uma descendente contemporânea da famosa linhagem de justiceiros da Califórnia, que fará o possível para proteger sua comunidade. Ainda não houve encomenda oficial de piloto, que só será feita se o roteiro agradar. As negociações em torno do projeto fazem parte de um acordo firmado entre a CBS Studios e a Propagate, produtora de Ben Silverman (produtor de “The Office”) e Howard Owens, responsável pelo remake de “Charmed”, “Blood & Treasure” e o reality “Grite, Você Está Sendo Filmado” (Prank Encounters). A parceria visa desenvolver séries para as redes CBS e The CW, a plataforma CBS All Access e terceiros, como a Netflix. Criado em 1919 pelo escritor americano de pulps Johnston McCulley, Zorro era um vigilante mascarado, que ajudava os pobres e oprimidos no pueblo de Los Angeles durante o século 19. Apesar de ser um herói popular mexicano, ele nunca foi vivido por um ator do país. Nos filmes mais recentes, Zorro foi vivido pelo espanhol Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), após décadas de intérpretes americanos – desde Douglas Fairbanks em 1920 – e até um francês (Alain Delon em 1975). Esta trajetória estava prestes a mudar, com a produção de “Z”, que pela primeira vez teria um mexicano no papel principal, Gael Garcia Bernal. O projeto foi anunciado há três anos, mas ainda não saiu do papel.
See: Série de Jason Momoa coloca “Skol latão” no pós-apocalipse
A cerveja Skol ganhou uma publicidade inesperada, por conta do uso de um banco de som nacional em “See”, série da plataforma Apple TV+ estrelada por Jason Momoa. Um usuário do Twitter que se identifica como Erivaldoff foi quem revelou a gafe. Ele publicou a cena em que é possível ouvir claramente uma voz ao fundo gritando “Skol, Skol, Skol, Skol latão aqui”. Confira abaixo. A venda de cerveja acontece durante o terceiro episódio, em uma cena que se passa em um festival. O ambulante de certo viu no evento uma oportunidade de faturar alguns reais. SQN. O problema para o eco perdido é que a trama se passa num futuro pós-apocalíptico, seguindo um colapso da civilização e um evento de quase extinção que resultou na perda da visão da humanidade – e no fim da fabricação de cervejas, entre outras milhares de coisas. O fato de o ambulante ter parado nesse futuro é culpa do editor do som. Como nem todo os sons são captados ao vivo, no ambiente do set, muitos deles são reconstruídos em estúdio. Mas também existem bancos de dados sonoros, usados por editores para encontrar sons de passos, buzinas, enchentes, balbúrdia ou gritos prontos para uso. O responsável pela sonoplastia da série pode ter entrado num banco de dados estrangeiro e não se preocupado em entender o que estava sendo falado, e selecionado “skol latão” apenas pela ambiência. Os três primeiros episódios de “See” foram disponibilizados na sexta-feira passada (1/11), junto do lançamento internacional da Apple TV+, e novos capítulos será lançados semanalmente. A série é uma criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e tem seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). Além de Momoa, o elenco também destaca Alfre Woodard (“Luke Cage”), Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), Christian Camargo (“Penny Dreadful”), Nesta Cooper (“Travelers”), Yadira Guevara-Prip (“Supernatural”), Hera Hilmar (“Da Vinci’s Demons”), Christian Sloan (“Salvation”) e Jaeden Noel (“Killjoys”). Seriado medieval da Apple TV+ usando banco de áudio brasileiro com direito s ambulante vendendo Skol latão pic.twitter.com/0B6wu450Ns — eri (@erivaldoff) November 5, 2019
James Dean vai estrelar novo filme por meio de computação gráfica
O ator James Dean, que morreu em 1955 em um acidente de carro, após apenas três longas (todos clássicos), vai estrelar seu quarto filme. Por meio de imagens geradas por computador, ele voltará às telas em “Finding Jack”, um filme sobre a guerra do Vietnã. Dirigido por Anton Ernst e Tati Golykh, que só fizeram curta-metragens, o projeto é uma produção independente da Magic City Films, recém-lançada pelos próprios cineastas, após obterem da família do ator os direitos de usar sua imagem. Uma empresa do Canadá e outra da África do Sul vão trabalhar em conjunto para criar o que a dupla descreve como “uma versão realista de James Dean”. A produção não será uma animação, mas a performance de Dean será construída por efeitos visuais, usando cenas de seus filmes reais e fotografias como base. Ao final, ele será dublado por outro ator. O “James Dean” digital interpretará um personagem chamado Rogan, considerado um coadjuvante da trama, que é baseada num romance de Gareth Crocker sobre o abandono de mais de 10 mil cães militares no final da Guerra do Vietnã. “Buscamos o personagem perfeito para interpretar o papel de Rogan, que possui algumas características extremamente complexas, e após meses de pesquisa, decidimos por James Dean”, disse o diretor Anton Ernst, em comunicado. “Nos sentimos muito honrados por sua família nos apoiar e tomar todas as precauções para garantir que seu legado como uma das estrelas de cinema mais épicas até hoje seja mantido intacto. A família vê isso como seu quarto filme, um filme que ele nunca conseguiu fazer. Não vamos decepcionar seus fãs.” A pré-produção de “Finding Jack” vai começar em 17 de novembro, com a meta de um lançamento mundial para 11 de novembro de 2020 (Dia dos Veteranos de Guerra nos EUA). Ernst acrescentou: “Nossos parceiros na África do Sul estão muito entusiasmados com isso, pois essa tecnologia também seria empregada para recriar ícones históricos como Nelson Mandela para contar histórias importantes sobre o patrimônio cultural”.
Disney+ (Disney Plus) já tem data para chegar ao Brasil
A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), plataforma de streaming da Disney, já tem previsão para chegar ao Brasil. O serviço deve começar a funcionar para assinantes brasileiros em novembro de 2020, com um ano de atraso em relação ao lançamento norte-americano, marcado para a próxima terça-feira (12/11), e um ano depois da Apple TV+, disponibilizada no país na sexta-feira passada (1/11). De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto da plataforma, um ano após seu lançamento original. O Disney+ (Disney Plus) vai oferecer em seu catálogo as produções da própria Disney e de suas novas marcas, como Marvel Studios, LucasFilm, Pixar e National Geographic, além de algumas atrações da Fox, como “Os Simpsons” e “Avatar”. Em agosto, a empresa informou que o plano de lançamento da plataforma na América Latina incluía o lançamento de séries exclusivas produzidas nos países da região. Isto é, a Disney iria investir em produção de séries brasileiras, argentinas, etc. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, afirmou que isso se deve também à existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais. “Há mercados em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos cumprir essa exigência”, disse ele. “Nossa expertise é fazer conteúdo com um apelo global”, completou. Com esse objetivo, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo de diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+ (Disney Plus), ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. Outro detalhe é que a Disney+ (Disney Plus) não vai seguir o “modelo Netflix” ao lançar suas séries. Em vez de disponibilizar todos os episódios de uma temporada de uma vez, como nas maratonas da Netflix, o novo serviço vai soltar os capítulos semanalmente, como nos canais de televisão. O modelo semanal já é adotado pela Hulu para algumas séries, como “The Handmaid’s Tale” nos EUA. A Disney se tornou acionista majoritária da Hulu ao comprar a Fox. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox.












