VHYes: Trailer apresenta comédia indie em VHS com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
A Osciloscope divulgou o pôster e o trailer de “VHYes”, uma comédia feita ao estilo found footage, gravada em câmera VHS, que tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção vem sendo elogiada desde que passou no Fantastic Fest, festival dedicado ao gênero fantástico, em setembro passado. Dirigido por Jack Henry Robbins, filho dos atores Tim Robbins e Susan Sarandon, o filme tem estrutura de antologia, mas com uma premissa bem amarrada, girando em torno de um garoto (Rahm Braslaw, de “I Feel Bad”), que ganha sua primeira câmera de vídeo e imediatamente começa a gravar sua vida – desde programas de TV, incluindo uma sci-fi erótica, até aventuras com seus amigos e uma captura acidental do fim do casamento de seus pais. Apesar da produção ser independente, o elenco reúne vários atores conhecidos, como Thomas Lennon (“The Odd Couple”), Mark Proksch (“What We Do in the Shadows”), Kerri Kenney (“Us & Them”), Charlyne Yi (“House”), John Gemberling (“Broad City”) e, claro, Tim Robbins (“Castle Rock”). A estreia está marcada para 17 de janeiro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Miracle Workers: 2ª temporada da série de Daniel Radcliffe ganha trailer
O canal pago TBS divulgou o trailer da 2ª temporada de “Miracle Workers”, que revela que a série virou um programa completamente diferente. Apenas o elenco, encabeçado por Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) e Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”), permanece o mesmo. Descrita agora como uma série de antologia, “Miracle Workers” trocou a trama passada no céu, com anjos e Deus, por uma comédia medieval, ao estilo da clássica “Blackadder”, onde não faltam piadas sobre terraplanismo, execuções públicas, menestréis e a existência do diabo. Além disso, ganhou um subtítulo. A nova fase vai se chamar “Miracle Workers: Dark Ages”. A série é uma criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, que também criou a sitcom romântica “Man Seeking Woman”. O elenco que retorna para novos episódios ainda inclui Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Karan Soni (“Deadpool”), Sasha Compere (“he Dead Girls Detective Agency”) e Jon Bass (“A Grande Jogada”). A estreia de “Miracle Workers: Dark Ages” está marcada para 28 de janeiro nos Estados Unidos.
Esquadrão 6 é considerado um dos piores filmes da Netflix
“Esquadrão 6” (6 Underground), novo longa-metragem dirigido por Michael Bay (“Transformers”), chegou na Netflix na sexta feira (13/12) sem elogios da crítica norte-americana. Com apenas 35% de aprovação na média das críticas registradas pelo site Rotten Tomatoes, o filme teve uma das piores avaliações dentre todas as produções lançadas pela Netflix – ainda assim, foi considerado melhor que “Bright” (28%), o campeão de ruindade da plataforma. A unanimidade das resenhas reclama da direção de Bay, apontando que abusar das explosões não compensa a falta de sentido ou até mesmo a queda ritmo do filme, que tem muitas cenas repetitivas. Mas os roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese (“Deadpool”) também foram emparedados. A história foi considerada antiquada e estereotipada. A crítica do site Collider chegou até a chamar o filme de versão dramática e levada à sério (no pior sentido) da sátira animada “Team America” (2004), em que um bando de bonecos americanos patriotas explodiam o mundo em nome da liberdade. Com um elenco encabeçado por Ryan Reynolds (também de “Deadpool”), o filme gira em torno de um grupo de ex-militares que se transformam em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas contra inimigos dos EUA, após serem dados como mortos. “‘Esquadrão 6’ tem um tom tão desigual e um volume tão implacável que é difícil imaginar um buraco profundo o suficiente para enterrar essa bobagem”, disse a rede CNN. “Armas. Ferraris. Parkour. Closes. Mélanie Laurent. Las Vegas. Iates de luxo. Calcinha fio dental. Incoerência. Xenofobia. Sexismo”, assim a revista Rolling Stone descreveu o filme. “Michael Bay mostra que ele é uma relíquia empoeirada, tentando criar um filme de sucesso para adolescentes em 2005”, completou o Collider.
Reef Break não terá 2ª temporada
A rede ABC anunciou o cancelamento da série “Reef Break”, que foi ao ar durante o verão norte-americano. A série estreou em junho na emissora e durou apenas os 13 episódios produzidos para sua 1ª e única temporada, saindo do ar em 13 de setembro, apesar de ter um bom elenco, encabeçado por Poppy Montgomery (“Without a Trace”) e Ray Stevenson (“Black Sails”). “Reef Break” contou a história de Cat Chambers (Montgomery), uma ladra reformada que virou “resolvedora de problemas” para o governador de um paraíso deslumbrante e sedutor das Ilhas do Pacífico. Se seu passado menos do que perfeito lhe propiciava uma perspectiva única sobre crimes e criminosos, velhos problemas também cruzavam seu caminho, geralmente envolvendo ex-amantes perigosos. A série foi criada por Ken Sanzel (roteirista de “Numb3rs”) e não conseguiu encontrar uma audiência significativa (1,9 milhões ao vivo e 0,3 na demo), muito menos despertar o interesse da crítica – teve apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Brockmire vai acabar na 4ª temporada
O canal pago americano IFC anunciou que “Brockmire” vai terminar na 4ª temporada. O cancelamento vem após uma empolgação precoce do canal com a série, que levou à encomenda de duas temporadas completas em 2018, antes da estreia do segundo ano de produção, àquela altura já gravado. O diretor executivo do canal, Blake Callaway, justificou a mudança em comunicado, afirmando que “desde o início ‘Brockmire’ foi concebida como uma história de quatro temporadas” e por isso terá uma “conclusão criativa”. Fato é que a série criada por Joel Church-Cooper (roteirista de “Undateable”) registrou a maior audiência do IFC em seus primeiros episódios, o que entusiasmou bastante os executivos do canal, a ponto de garantirem sua produção até 2020, mas o público foi caindo, resultando numa queda de quase 40% da sintonia inicial. A trama gira em torno do personagem-título, Jim Brockmire (Hank Azaria), um famoso locutor de beisebol que ficou ainda mais conhecido por sofrer um colapso público ao vivo ao descobrir a infidelidade de sua esposa. Dez anos depois, ele ainda tenta recuperar sua carreira, sua reputação e também sua vida amorosa, mas precisa se contentar com um emprego em uma pequena cidade narrando jogos de beisebol de um time de divisão inferior. O elenco também inclui Amanda Peet (série “Togetherness”), Tyrel Jackson Williams (série “Lab Rats”), Paul Rae (“Bravura Indômita”) e Hemky Madera (série “Queen of the South”). Adicionalmente, foi revelado que Reina Hardesty (“The Flash”) vai juntar-se ao ao elenco da última temporada, cujos 8 episódios tem previsão de estreia para março. TAGS:
Criadores de Game of Thrones vão filmar graphic novel Lovecraft
A dupla David Benioff e DB Weiss, roteiristas-produtores responsáveis por “Game of Thrones”, estão desenvolvendo um filme baseado na graphic novel “Lovecraft” para a Warner. Publicada pela Vertigo, a antiga linha adulta de quadrinhos da DC Comics, “Lovecraft” foi escrito por Hans Rodionoff e desenhado por Enrique Breccia e Keith Giffen. A trama é uma biografia fantasiosa do escritor H.P. Lovecraft, criador de um influente universo sobrenatural durante a era dos pulps. Assim como nos quadrinhos, o filme será ambientado na década de 1920 e explorará o mito de Cthulhu, partindo da premissa de que a dimensão de monstros referenciada nas obras de Lovecraft é real. Benioff e Weiss devem produzir e dirigir o longa, que será escrito por outra dupla, Phil Hay e Matt Manfredi, parceiros habituais da diretora Karyn Kusama, que também está no projeto como diretora. Hay e Manfredi escreveram “Æon Flux” (2005), “O Convite” (2015) e “O Peso do Passado” (2018), três dos cinco filmes dirigidos por Kusama. A graphic novel é de 2004 e tem até edição nacional (da Norma Editorial). Benioff e Weiss vinham negociando o projeto há anos, mas só puderam definir um cronograma de produção após dar por encerrado “Game of Thrones”. Por ser antigo, ele é uma exceção no acordo de exclusividade fechado pela dupla com a Netflix, em agosto passado.
Chico Teixeira (1958 – 2019)
O cineasta carioca Chico Teixeira, diretor dos dramas premiados “A Casa de Alice” e “Ausência”, morreu na quinta-feira (12/12) em São Paulo, aos 61 anos, após lutar contra um câncer no pulmão. Formado em Economia, Chico Teixeira chegou a atuar na área por alguns anos até ir trabalhar no programa de entrevistas “Conexão Nacional”, da Rede Manchete de Televisão. A experiência mudou suas perspectivas e ele foi fazer documentários. Seu primeiro, “Favelas” (1989), foi premiado no Brasil e em Portugal. Ele fez mais dois documentários premiados: “Velhice” (1991), exibido em festivais nos Estados Unidos, Japão e Alemanha, e o curta “Criaturas que Nasciam em Segredo” (1995), sobre o cotidiano de cinco anões, que venceu 21 prêmios no Brasil, incluindo o de Melhor Curta e Direção no Festival de Gramado, além de três troféus internacionais. Seu primeiro drama de ficção, “A Casa de Alice” (2007), mostrava a vida de uma manicure e sua família na periferia de São Paulo. Teve première mundial no Festival de Berlim e conquistou prêmios em vários países – nos festivais de Havana (Cuba), Friburgo (Suiça), Chicago (EUA) e Rio, entre muitos outros. Apesar da consagração, ele só voltou a filmar sete anos depois. Em “Ausência” (2014), contou a história de um adolescente que vira o homem da casa, cuidando da mãe e do irmão mais novo, depois que o pai abandona a família. Também com première em Berlim, o filme venceu quatro Kikitos no Festival de Gramado, incluindo os de Melhor Filme, Roteiro e Direção (ambos de Teixeira). Teixeira chegou a completar o roteiro de um último longa, “Dolores”, escrito durante o seu tratamento de câncer. O filme será rodado em 2020 com direção de Marcelo Gomes (“Joaquim”).
Deuses Americanos: Orlando Jones é demitido por passar “mensagem errada aos negros dos EUA”
O ator Orlando Jones revelou nas redes sociais que foi demitido da série “Deuses Americanos” (American Gods), disponibilizada pela Amazon no Brasil. Segundo ele, Charles Eglee, showrunner da 3ª temporada, considerou que a raiva de seu personagem, Mr. Nancy, passa “uma mensagem errada para os negros dos EUA”. “Obrigado, fãs de ‘Deuses Americanos’. Sei que vocês têm MUITAS perguntas sobre a demissão. Como sempre, prometi dizer a vocês a verdade e nada além disso. Sempre, Mr. Nancy”, ele escreveu no Twitter, junto do vídeo. “Fui demitido de ‘Deuses Americanos’. Não haverá mais Mr. Nancy. Não deixem que essas pessoas digam que gostam de Mr. Nancy, porque não é verdade. Não vou dar nomes, mas o novo showrunner da 3ª temporada é nascido em Connecticut e educado em Yale. Então, ele é muito esperto e acha que a raiva de Mr. Nancy é uma mensagem errada para os negros dos EUA”, contou o ator, que tinha sido promovido a produtor durante a 2ª temporada e chegou até a escrever episódios, no período de incerteza da série, após a saída dos showrunners originais, Bryan Fuller e Michael Green, que se desentenderam com a empresa responsável pela atração. “É isso mesmo: esse homem branco está sentado naquela cadeira de decisão. Ele com certeza tem muitos amigos negros que o aconselham e deixaram claro que era preciso se livrar daquele deus negro zangado. Ou ele poderia incitar uma revolta ao estilo de Denmark Vesey neste país. Quer dizer, o que mais poderia ser?”, continuou. Denmark Vesey, citado por Jones, era um escravo que ganhou na loteria, comprou sua própria liberdade, virou dono de marcenaria e pastor da igreja Metodista. Em suma, era um “preto bem sucedido” do século 18, que ainda assim sofria perseguição racial e teve até sua Igreja fechada. Sem se dobrar, ele decidiu usar sua influência entre a população afro-americana para enfrentar o sistema racista e escravista, organizando uma das maiores insurreições civis da história norte-americana. Jones agradeceu ao escritor Neil Gaman, autor do livro em que a série é baseada, e aos showrunners originais pela oportunidade. Mas também acrescentou em suas postagens que Gabrielle Union, Heidi Klum e Nick Cannon “disseram que a Fremantle é um pesadelo”, referindo-se à produtora da série. “Eles te tratam como um cidadão de segunda classe por fazer o seu trabalho bem” e avisou que ainda tem “mais por vir” a respeito da demissão. A atriz Gabrielle Union, que também foi recentemente demitida da 14ª temporada do programa “America’s Got Talent”, produzido por Fremantle, retweetou a mensagem de Jones e acrescentou: “Ohhhhhhhhhhhh … Vamos conversar, meu amigo. #StrongerTogether (Mais fortes juntos)”. Pelo jeito, tem realmente muito “mais por vir”. Thank you #AmericanGods fans.I know ya'll have LOTS of questions about the firing. As always I promise to tell you the truth and nothing but. ❤️ Always, Mr. Nancy🙏🏿 pic.twitter.com/sDouoQlUMd — Orlando Jones (@TheOrlandoJones) December 14, 2019 Correction: I was fired Sept 10, 2019 like @itsgabrielleu @OfficialMelB @NickCannon @heidiklum all have said @FremantleUS is a nightmare. They treated you like a 2nd class citizen for doing your job to well. Stay tuned. More to come. #AngryGetsShitDone pic.twitter.com/DQYtaMfs8O — Orlando Jones (@TheOrlandoJones) December 14, 2019
José de Abreu escapa há dois anos da Justiça por ofensa a Bia Doria
O ator José de Abreu está dando um baile na Justiça brasileira. Desde outubro de 2017, ele é procurado por oficiais de justiça, que tentam citá-lo num processo aberto pela então primeira-dama da capital paulista, Bia Doria — hoje primeira-dama do estado. Para o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o ator “se encontra em local incerto e não sabido”. A artista plástica acionou Abreu judicialmente, pedindo R$ 100 mil de indenização por dano moral, por ter ofendido “sua honra e reputação ao compará-la a um animal”. O motivo foi um tuíte do ator, que é petista assumido, do dia 9 de outubro de 2016, em que escreveu: “STF proíbe vaquejada mas permite que a Bia Doria dê entrevista? É um crime contra os animais…”. Naquele dia, a Folha de S. Paulo havia publicado entrevista em que ela falou sobre a eleição do marido João Doria à prefeitura. A repercussão foi catastrófica, a ponto de Bia ser, desde então, blindada de contato com a imprensa. Abreu não foi o único a ridicularizar as declarações da artista, mas foi quem fez a comparação com a vaquejada. “Para um cidadão médio, ao ler o termo vaquejada, no seu sentido literal, inconscientemente e imediatamente é remetido ao termo ‘vaca'”, escreveram os advogados de Bia. A artista se sentiu ofendida e pediu à Justiça que o Twitter fosse obrigado a apagar o post, no que foi atendida. A partir daí, começou uma verdeira saga para intimar o ator no processo. Como ele mora no Rio de Janeiro e o processo corre em São Paulo, a praxe é o tribunal do estado de origem expedir uma carta precatória para a outra jurisdição localizar a parte. Em julho de 2018, a Justiça autorizou buscas nos endereços de Abreu em dois sistemas, um que rastreia dados da Receita Federal e outro que faz cruzamento com registros do Departamento Nacional de Trânsito. O ator foi procurado por oficiais de Justiça nos locais relacionados a seu nome, mas não foi encontrado. Em outra tentativa, foram enviadas correspondências a quatro operadoras telefônicas com a solicitação de compartilhamento de endereços ligados a Abreu. Sem sucesso. A Globo, onde ele trabalha, também foi acionada para fornecer o endereço de seu funcionário. A emissora atendeu à demanda e compartilhou a informação, mas no local apontado a resposta foi: “Mudou-se”. Em maio deste ano, Abreu entrou no ar na novela das nove “A Dona do Pedaço”. Em 13 de novembro, o juiz despachou: “O réu é ator conhecido e atualmente está no elenco da novela da Globo. Portanto, a citação pode se dar no local das gravações”. Só que a trama acabou nove dias depois, sem que o ator fosse contatado. Encerrado o trabalho, Abreu tirou férias. Como contou na rede social, está viajando pelo mundo e acaba de desembarcar na capital francesa, onde comprou em 2014 um apartamento. Na decisão mais recente da ação aberta por Bia, o magistrado Douglas Iecco Ravacci decidiu na terça-feira (10/12) que a citação poderá ser feita por edital, “tendo em vista que restam exauridos todos os meios disponíveis para localização do requerido”. A Folha de S. Paulo não teve a menor dificuldade de encontrá-lo para falar sobre o assunto. Ao comentar o périplo da justiça, Abreu diz estranhar que não consigam achá-lo, já que gravou duas novelas na Globo desde o início do processo. Sobre o fato de não ser encontrado em residência fixa, ele explicou que desistiu de manter casa no Rio “há uns cinco anos” e, desde então, mora em locais alugados via Airbnb. “Eu não tenho endereço fixo. Não moro em lugar nenhum. Eu moro onde me dá na telha.” Abreu diz ainda que seu post sobre a mulher de Doria era uma piada e que, se for preciso, está disposto a ir até o STF (Supremo Tribunal Federal) para garantir seu direito à liberdade de expressão. “Sou um comediante, eu faço piada. Eu tenho direito de me expressar. Não vou perder uma piada por medo de processo. Esses caras estão malucos”. E completou: “A Justiça tem mais o que fazer do que ficar perseguindo ator. Não sei que prejuízo moral eu dei à dona Bia Doria. Eu não vou parar de falar.” Para o advogado de Bia no caso, Jacomo Andreucci Filho, o ator “não atualiza seus endereços nos cadastros justamente para ocultar-se de citações”. Abreu contesta a acusação e diz que seus dados estão em dia na Globo, no banco onde tem conta e na Receita Federal. Neste sábado (14/12), o governador João Doria abordou o caso em sua conta no Twitter. “Vejam até onde vai a covardia do Zé de Abreu. Um notório ativista da esquerda e defensor do Lula. Que desrespeita mulheres, cospe na cara das pessoas e, após condenado, foge covardemente da justiça”, escreveu. Em outro processo recente por abusar de sua “liberdade de expressão”, Abreu foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização ao hospital Albert Einstein. O motivo foi uma teoria conspiratória maluca, em que acusou no Twitter que a instituição apoiou o atentado a faca contra o hoje presidente Jair Bolsonaro. O ator criou uma vaquinha virtual e arrecadou o valor em menos de 24 horas.
Continuação de Para Todos os Garotos que já Amei ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei”, que também será estrelado por Lana Condor e Noah Centineo. Veja abaixo. “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. A história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, tornou-se um dos maiores sucessos da plataforma. No novo longa, Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, eles são um casal. Mas quando John Ambrose (Jordan Fisher), um outro recipiente de uma das cartas de Lara Jean, entra em sua vida novamente, ela precisa confiar nela mesma para enfrentar seu primeiro dilema real: será que ela pode amar dois garotos ao mesmo tempo? Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. Entretanto, este não será o fim da história. A Netflix já confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han – “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean”, ainda sem previsão de lançamento, mas que já começou a ser rodado. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han.
Vin Diesel está “sem palavras” após ver o trailer de Velozes e Furiosos 9
A Universal ainda não divulgou publicamente o trailer de “Velozes e Furiosos 9”, mas Vin Diesel já teve uma sessão particular e, claro, foi às redes sociais alardear o quanto ele é impactante. Ele gravou um vídeo nos bastidores do Game Awards, onde apresentou um novo game baseado na franquia com Michelle Rodriguez, e, ao lado da atriz, adiantou ter ficado “sem palavras” diante da prévia do novo filme. “Eu estava dizendo a Michelle como ela ficará atordoada e eu percebi que provavelmente deveria contar para vocês também”, disse. “Eu fiquei sem palavras. Eu tive que ver o [diretor] Justin [Lin] e jantar com ele imediatamente. Mal posso esperar para vocês verem”. Diesel também adiantou que o vídeo tem 4 minutos! E que a data de seu lançamento será divulgada na quarta-feira (18/12). Junto com Vin Diesel (Dominic Toretto) e Michelle Rodriguez (Letty Ortiz), a continuação da franquia voltará a trazer Tyrese Gibson (Roman Pearce), Ludacris (Tej Parker), Jordana Brewster (que volta como Mia após ficar de fora do filme anterior), Nathalie Emmanuel (Ramsey), Helen Mirren (Magdalene Shaw) e Charlize Theron (Cipher, a vilã do filme anterior). Além do elenco, a continuação terá outro retorno importante: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). As novidades ficam por conta das participações de John Cena (“Bumblebee”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Anna Sawai (“Ninja Assassino”) e da rapper Cardi B (“As Golpistas”). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). O filme tem estreia marcada para 21 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram The Fast saga is yours… and will always be yours! Blessed, Humbled and Grateful… #F9 #TheFastSaga #Fast92020 #Fatherhood #Crossroads #TheGameAwards #RideorDie #TrueGamers #Game4Paul Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 12 de Dez, 2019 às 9:06 PST
Olivia Newton-John e John Travolta voltam a viver seus personagens de Grease
Olivia Newton-John compartilhou uma foto em seu Instagram em que aparece com John Travolta, de volta aos seus papéis de Sandy e Danny em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978). “Pela primeira vez nos figurinos desde o filme! Muito animada!”, escreveu na legenda da publicação. Travolta também publicou a foto e ainda acrescentou um vídeo da reação do público cantando, em que comenta que “Grease is still the word” (Grease ainda é a palavra), referência ao título de uma das músicas da produção. Eles se juntaram para um evento realizado na sexta-feira (13/12), em que apresentaram os hits da comédia musical clássica. Chamado de “Meet n’ Grease Movie: Sing Along with Danny e Sandy”, o evento realizado em West Palm Beach também teve a projeção do longa de 1978 e acompanhamento do Coral Sky Amphitheatre nos momentos musicais, com interpretação ao vivo das canções por Olivia e Travolta. A produção do espetáculo ainda encorajou o público a comparecer “a caráter”, ou seja, com visual dos anos 1950, como no filme. Em “Grease”, Olivia interpretava a “boa moça” Sandy, que se apaixonada pelo “bad boy” Danny durante as férias de verão. Mas quando os dois voltam às aulas e descobrem que estudam no mesmo colégio, Danny precisa decidir se o romance foi real ou se cede à pressão dos colegas para perpetuar a imagem de rebelde sem namorada boazinha. A solução do final foi bem subversiva para a época, com Sandy deixando a imagem de santinha para trás, juntando-se à turma das “bad girls”, enquanto todo o elenco celebra os novos termos de igualdade do casal. Ponto alto da carreira de seus intérpretes, “Grease” vive grande fase de nostalgia por ocasião de seu aniversário de 40 anos. Foram várias celebrações, que aconteceram três anos após o lançamento de uma versão ao vivo na TV, com novos atores, e estão inspirando até o desenvolvimento de uma série baseada no filme para o vindouro serviço de streaming HBO Max. Para completar, Olivia Newton-John, que enfrenta câncer pela terceira vez, recentemente recebeu de presente de um fã a icônica jaqueta que ela usou no final do filme, numa das principais cenas da produção, pela qual o admirador anônimo pagou o equivalente a RS$ 1 milhão em um leilão. Ver essa foto no Instagram First time in costume since we made the movie ! So excited!! Uma publicação compartilhada por Olivia Newton-john (@therealonj) em 13 de Dez, 2019 às 5:11 PST Ver essa foto no Instagram #Grease is still the word. Opening night of #MeetNGrease at the @coralskyamp in West Palm Beach! Uma publicação compartilhada por John Travolta (@johntravolta) em 13 de Dez, 2019 às 8:48 PST
The Flash: Kid Flash vai voltar a aparecer na série
O ator australiano Keiynan Lonsdale vai voltar a interpretar Wally West, o Kid Flash na série “The Flash”. Sua participação foi confirmada para o 14º episódio da 6ª temporada, que só deve ir ao ar em março. A série entrou em hiato após a participação no crossover “Crise nas Infinitas Terras” e só voltará a ser exibida em fevereiro. Lonsdale, que deixou o posto de ator fixo de “The Flash” na 4ª temporada, foi visto pela última vez na estréia da 5ª temporada, que foi ao ar em outubro de 2018. Neste meio tempo, ele tentou emplacar uma carreira de cantor, que não foi adiante. Seus últimos trabalhos como ator foram uma participação no clipe de “Liar”, de Camila Cabello, lançado em setembro, e na comédia “Work It”, atualmente em pós-produção e ainda sem previsão de estreia.












